Artigos
A luta das mulheres é a luta pela própria humanidade
Multimídia
Leo Prates projeta definição partidária até 20 de março
Entrevistas
Aleluia fala sobre revisão do PDDU, nega intriga pela presidência da CCJ e detalha arquivamento contra Hamilton Assis
festival de verao 2026
Quando o clima esquenta, é sinal de que a estação do Festival de Verão 2026 chegou à capital baiana. E foi assim que aconteceu no segundo e último dia do evento, realizado neste domingo (25), na Arena Festival, instalada no Wet Eventos. Com nomes de peso da cena musical regional e nacional, como Léo Santana e Péricles, os holofotes brilharam sobre os artistas que pisaram no palco levando música e alegria, esquentando a cidade que, em poucos dias, será ocupada pelo Carnaval.
Teve para quem quis! Misturando todas as tribos, a festa abriu os portões às 15h, e o sol veranil não desanimou o público, que veio de diversas regiões do país para apreciar a curadoria musical selecionada a dedo pelo diretor artístico Zé Ricardo, nome à frente da festividade.
O espaço estava recheado de ativações de diversas marcas, com passeio de tirolesa, distribuição de brindes e pontos de música que tocavam os sucessos que têm bombado nas redes, não deixando o público a ver navios antes do início da programação principal de shows.
Sendo os primeiros a subir ao palco, pontualmente às 17h30, Teto e Wiu abriram o line-up e cantaram sobre os “Problemas de Um Milionário”, colaboração lançada pela dupla em 2024. Em uma mescla sonora de trap, rap/hip-hop e eletrônica, a dupla tirou os pés do chão ao apresentar sucessos de suas respectivas carreiras, como “Fim de Semana no Rio”, “Yes or No” e a repercutida “Minha Vida É Um Filme”, em meio a um show pirotécnico energizado pelo balanço dos fãs.
Rasgando a intimidade em meio a letras escandalosas, Luísa Sonza mudou o tom ao apresentar as músicas ousadas de Escândalo Íntimo (2023), seu terceiro álbum de estúdio, como “Dona Aranha”, “Campo de Morango” e a famosa “Chico”, ordenando um coro uníssono da plateia. Além da voz potente, que não desafinou em meio às coreografias quase acrobáticas, a musa do verão também mostrou seu amor pela capital baiana ao revelar, durante a pausa entre uma canção e outra, que já foi à praia de Salvador antes de subir ao palco. Provando estar antenada, a cantora reverenciou a cidade ao dar uma palinha de “Tarde em Itapuã”, do mestre Toquinho.
Uma das atrações mais esperadas do último dia, Léo Santana chegou dançando para a coletiva de imprensa acompanhado de uma caixa de som, balançando ao ritmo animado de “Marquinha de Fitinha”. Durante a conversa com os jornalistas, o cantor deixou claro o desejo de que Melody, com quem divide uma das apostas musicais para o Verão, participe do Carnaval ao seu lado.
“Eu não sei como é a agenda dela, mas o convite já está sendo feito (...) Melody, o Carnaval de Salvador é seu, vem cantar com a gente”, convidou ele, ao se referir à parceria “Desliza (‘Ólinho’ no Corpinho)”, hit que já soma mais de 100 milhões de visualizações. O artista ainda compartilhou que prepara novidades para os próximos dias. “Como o Carnaval é um tempo de show um pouco maior, me permite apresentar canções que ainda não foram lançadas”, revelou.
Indo para o tão aguardado show, o Gigante abriu a apresentação com o swing de “Marquinha de Fitinha”, aposta para o Carnaval 2026. Além de embalar o público com a parceria com Melody, o GG levantou a autoestima da cidade mais negra fora da África com o sucesso atemporal “Negro Lindo”, que não sai da boca dos fãs desde 2011.
Ainda revisitando composições que marcaram sua carreira, o artista manteve o público no embalo do pagode baiano ao cantar “Rebolation”, hino que continua na cabeça do público após 17 anos. Entre os muitos momentos marcantes, Luísa Sonza adicionou um toque a mais de sensualidade à apresentação ao retornar para cantar “Século 21”, colaboração entre a gaúcha e o baiano.
Próxima atração da noite, Wesley Safadão tomou conta do Festival de Verão com uma breve participação de Elba Ramalho. Abrindo o repertório com “Camarote”, o artista surpreendeu a todos ao reviver clássicos da Calcinha Preta, como “Hoje à Noite”, ao lado dos ex-integrantes do grupo de forró, Berg e Silvânia Aquino. Valorizando a moda baiana, a vocalista apareceu de surpresa vestindo peças da marca baiana Meninos Rei, dos estilistas Céu e Júnior Rocha.
O momento também serviu como anúncio da gravação do audiovisual da dupla para o projeto “Duas Paixões”, que acontecerá nesta quarta-feira (29), no Pelourinho, em Salvador, com entrada gratuita para o público.
Prestes a se apresentar, uma das vozes mais marcantes do pagode/samba brasileiro, Péricles, recém-honrado com a cidadania baiana, bateu um papo com o BN Hall sobre a forte ligação com o estado e, sem muitos detalhes, revelou que há um esboço de uma nova produção em parceria com artistas da Bahia. “Temos ideias, os nomes eu ainda não posso dizer (...) eu gosto daqui (...) então as ideias estão aí, e eu quero, lógico, juntar a minha equipe para a gente pensar o melhor, não só para mim, mas principalmente para a Bahia, que merece tanto. Tem pelo menos uns quinze [artistas em mente], mas não dá para dizer”, finalizou minutos antes de se apresentar.
Durante o show, Péricles adicionou o samba que faltava na edição de 2026 do Festival de Verão, cantando músicas como “Falando Segredo”, do grupo Art Popular, e também mostrou que sabe dançar na coreografia do sucesso “Se Eu Largar o Freio”, além de se soltar em passos mais sensuais em “A Gente Bota Pra Quebrar”, do Exaltasamba. Ele ainda puxou do público a nostalgia embalada ao som de “Stand by Me”, da banda inglesa Oasis, mais conhecida pela trilha sonora do filme “Conte Comigo”.
Com um ar quase burlesco, Belo marcou o início do fim ao fazer sua entrada ao som do sucesso “Pura Adrenalina”, canção que foi trilha sonora de diversas histórias de amor brasileiras. “Pra Ver o Sol Brilhar”, “Perfume” e “Reinventar” fizeram parte da sequência de hits emplacados pelo cantor ao longo das décadas. Em um momento fofo, a atriz Gabriela Lohan, que contracena ao lado do músico na novela Três Graças, da TV Globo, subiu ao palco para um dueto de “Perfeito Par”, trilha sonora da personagem Viviane, que tem Leonardo (Marcelo Novaes) como par romântico em cena.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
O Festival de Verão 2026 teve início neste sábado (24), na Arena Festival, montada no Wet Eventos, em Salvador. De casa nova, o evento reuniu grande público no primeiro dia, com ingressos esgotados, e marcou a estreia da programação dividida em dois dias, com ativações espalhadas pelo espaço e dois palcos principais.
A abertura ficou por conta de Rachel Reis, que recebeu Márcio Victor no palco. Ao longo da noite, o line-up principal contou ainda com apresentações de Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Ivete Sangalo, Os Gilsons, no Momento Amstel, Dominguinho, projeto formado por João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, e Carlinhos Brown, que encerrou o primeiro dia do festival.
Além dos palcos Cais e Ponte, o evento também recebeu shows no palco Rua, com Clariana, Aila Menezes, Mesa de Axé e Diggo, enquanto celebridades acompanharam as apresentações na plateia.
Nomes como a educadora e influenciadora digital Cíntia Chagas; o arquiteto Marlon Gama; as atrizes globais Taís Araújo e Ingrid Guimarães; o diretor de portfólio da Allos, Ricardo Visco; e o superintendente do Shopping da Bahia, Wilton Lopes estiveram presentes na primeira noite do Festival de Verão.
No domingo (25), segundo dia do festival, nomes consagrados da música nacional, como Belo e Péricles, fazem a festa dos fãs. Teto convida WIU, Luísa Sonza, Léo Santana e Wesley Safadão, com Elba Ramalho, completam a grade de atrações.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Um dos eventos mais aguardados de Salvador, o Festival de Verão 2026 começou neste sábado (24), em casa nova: a Arena Festival, montada no Wet Eventos. Com programação dividida em dois dias, o line-up principal recebeu Rachel Reis, com participação de Márcio Victor, além de Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Ivete Sangalo, Dominguinho (com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho), Carlinhos Brown e os Gilsons, este último no Momento Amstel.
Com muitas ativações rolando por todo o espaço, o público — que esgotou os ingressos do primeiro dia — chegou cedo ao Wet, mesmo com um sol para cada cabeça em Salvador e a sensação térmica passando fácil dos 30 °C. Os portões abriram às 15h e, por todos os lados, looks trabalhados na essência dos festivais do Brasil já diziam muito sobre o clima da festa. A nova localização deu ao evento um ar ainda mais grandioso, com cara de grande festival — como sempre foi o FV — e identidade dos eventos assinados por Zé Ricardo.
Antes do início dos shows, por volta das 18h, lounges, camarotes, espaços para convidados e a pista já pareciam um estádio lotado em dia de Ba-Vi. Era celular para cima por todos os cantos, todo mundo tentando garantir o melhor registro da festa. A playlist antes dos shows misturou os clássicos do verão — aqueles que nunca ficam de fora das aulas de FitDance nas academias de Salvador — e, como esperado, sobretudo na era do TikTok, foi coreografia para todos os lados.
A sereiona Rachel Reis abriu os trabalhos com canções como “Coisa Rara”, “Maresia” e “Saí para Ver o Mar”. Radiante em um vestido rosa de mangas, quase um anjo, a feirense mostrou que é mais do que merecedora de um horário nobre no Festival de Verão. Ao receber Márcio Victor, da banda Psirico, no palco, os dois dividiram feats que ganharam ainda mais swing com a assinatura de Rachel, como “Firme e Forte”.
Em coletiva de imprensa após o show, Rachel falou sobre a sua estreia no FV: “Até pouco tempo eu tava ali no meio do povo (…) e hoje estar aqui com a responsabilidade de estar no palco e com o muso Márcio Victor, que é um cara de quem sou fã. Minha mãe assistindo; minha mãe não sai de casa pra nada. O negócio tava nervoso, mas deu certo. Fiquei feliz, consegui entregar as músicas e estar com o Márcio ali no palco, e a energia dele é uma coisa de outro mundo”.
Logo depois, no palco ao lado, Ney Matogrosso mostrou que o sangue latino segue pulsando forte aos 84 anos. Foi força, potência vocal e dancinhas que continuam sendo incomparáveis. Como de costume, chegou com roupa extravagante — desta vez, todo dourado, brilhoso, como o ouro que ele é para a música brasileira. No repertório, “Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua”, “Poema” e “Pro Dia Nascer Feliz”.
Terceira atração da noite, Caetano Veloso subiu ao palco todo de branco e entregou um dos momentos mais especiais do Festival. O ápice do show veio quando o cantor dividiu a cena com os filhos, Zeca e Tom, que cantaram ao seu lado “Salvador”. A surpresa maior ficou por conta da chegada de Benjamin, filho de Tom e neto de Caetano, que apareceu no palco de forma inesperada e arrancou aplausos e sorrisos da plateia.
Na sequência, abrindo o show com uma das grandes apostas para o Carnaval 2026, a vampirinha Ivete Sangalo chegou vestida como quem poderia chupar o pescoço de alguém a qualquer momento. Passeando por sucessos como “Abalou” e “Cria da Ivete”, Veveta mostrou, mais uma vez, por que é uma das principais artistas do país. São Pedro até tentou mandar uma chuva para dar uma refrescada, mas a garoa que caiu não deu conta de apagar o calor humano formado com a galera pulando ao som de Mainha. Rodas e mais rodas se abriram na Arena Festival ao som de “O Verão Bateu em Minha Porta”.
E não deu nem tempo de se recuperar. Neste ano, os intervalos entre uma atração e outra não chegaram nem a dez minutos em muitos momentos. Os Gilsons assumiram o Momento Amstel com “Várias Queixas”, “Proposta” e “Devagarinho”. A energia estava tão gostosa que nem um problema técnico no som conseguiu quebrar o clima — destaque para a banda, que improvisou e não deixou ninguém parado, enquanto o público segurava o coro.
Um dos momentos mais emocionantes da noite veio com Dominguinho, que reúne João Gomes, Jota.pê e Mestrinho. Com um cenário teatral montado no palco, cada um puxou sua cadeira, sentou e saudou Salvador com um “boa noite” cheio de carinho. “Lembrei de Nós” abriu o show e bastou a música acabar para, em qualquer direção que se olhasse, ver lágrimas molhando rostos de todas as idades. O público do FV curtiu cerca de 1 hora e 20 minutos do projeto premiado com o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa. Celebrando a cultura nordestina com forró e baião, a apresentação incluiu canções como “Arriadinho por Tu”, “Meu Bem” e muitas outras que embalaram a noite.
Assim como Rachel, o trio também conversou com a imprensa após o show. Na ocasião, João Gomes destacou o que acredita ser o motivo do sucesso do projeto. “Eu acho que tudo é sobre as nossas intenções. A gente, quando faz um álbum, grava uma música, sempre grava com uma boa intenção. Então, acho que só fomos correspondidos porque o nosso coração estava sendo muito sincero ali, cantando, se entregando, esperando o tempo de Deus. Então é isso: acho que eu tinha uma vida boa antes de gravar, mas não era tão boa quanto depois que eu gravei com esses meninos, depois que a gente se misturou. Acho que está bem melhor agora; é bem melhor lutar com alguém do nosso lado”, disse.
Questionado pelo Hall sobre as chances de trazer o projeto novamente para Salvador, João respondeu cheio de expectativas. “Eu queria ter passado mais um tempinho lá em cima [do palco]. Quem sabe um dia a gente tem essa oportunidade”, esperançou.
Para fechar, Carlinhos Brown levou os batuques do Candeal para o Festival de Verão 2026. Última atração da noite, o baiano transformou a arena, puxando o público com músicas como “A Namorada”, “Velha Infância” e “Você, o Amor e Eu”.
Na plateia, Taís Araujo, Cíntia Chagas, Mariana Ximenes, Ingrid Guimarães, Clara Buarque, Débora Nascimento, entre outras celebridades, curtiram o festival bem pertinho do palco.
Além dos dois palcos principais, Cais e Ponte, o público do evento contou com os shows do palco Rua, com Clariana, com participações de Ian Lasserre e Ângela Veloso, Aila Menezes, Mesa de Axé e Diggo.
Para este domingo (25), último dia de festival, a programação conta com shows de Teto e Wiu, Luísa Sonza, Léo Santana, Péricles, Belo e Wesley Safadão convida Elba Ramalho. Os ingressos estão disponíveis no Sympla, com valores a partir de R$ 100.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
O cacique Carlinhos Brown foi uma das atrações presentes nesta terça-feira (19), no evento de lançamento do Festival de Verão 2026. Em entrevista, o artista definiu a mudança de local como “necessária” e elogiou a grade do evento.
“O fato do festival mudar ali para aquele espaço do WET in Wild, fortalece muito o fato de que você tem um lugar melhor para entrega e menos improvisação. Que ali tem uma planta, você não vai apenas fazer uma ocupação em um lugar e deixar o outro todo vago, perdido. Você vai fazer uma ocupação. As pessoas vão se sentir mais acolhida”, declarou.
“Esse festival, ele oferece sim oportunidade para a arte e para os artistas, é claro. Porque ele acredita no artista. Você quer fazer o quê? Faça. Esse é o lugar de apresentar. Então, é grande verdade que todo mundo te conhece, mas na hora de subir naquele palco, todo mundo treme”, compartilhou Brown.
Entre as atrações locais está a cantora Rachel Reis, que foi elogiada pelo percussionista. “Rachel é uma das grandes novidades da Bahia. Porque é a forma e a voz que ela apresenta e o conteúdo de voz que ela tem, você tem a oportunidade de estar mais perto e me divertindo, mostra isso”, contou.
O cantor afirmou ainda existir a necessidade de reparar nas novidades de pessoas e artistas propondo novas linguagens e temas. “Eu acredito em tudo que o mundo traz, assim, como a gente fala o trap com a música poderosa, mas a Bahia é ousada, ela vai fazer o seu trap, ela vai fazer a sua linguagem, ela não vai absorver só a contracultura”, explicou.
O diretor criativo do Festival de Verão, Zé Ricardo, deu mais detalhes sobre a organização e planejamento para o evento, que é um dos mais aguardados do verão baiano. No evento de lançamento da 27ª edição, nesta terça-feira (19), o diretor refletiu que sua preocupação maior é em manter a qualidade do festival.
“Eu acho que [a ideia] é trazer, primeiro, qualidade musical, são todos artistas de extrema qualidade musical. Depois, fazer uma representação porque eu acho que num festival tão importante, as pessoas precisam se ver ali, em alguns dos shows. Elas precisam, não só gostar daquele artista, elas precisam se identificar com eles, com a história deles, com o que eles representam”, define o gestor.
Mas segundo ele, a “ousadia” dos artistas também é um ponto importante: “Também busco sempre artistas que tenham a capacidade, a possibilidade, a generosidade de entregarem mais, de fazerem alguma coisa diferente, de quererem ousar, de quererem dar um passo maior e se comunicar com o público”, explica.
Nesta edição, artistas como Rachel Reis, Wesley Safadão e Caetano Veloso se apresentam na Arena FV, que dessa vez vai ocorrer no WET N’ WILD. (Confira a line-up completa.)
Zé Ricardo aponta ainda que o fator “Bahia” é sempre um peso para festival e a criação da line-up: “Fazer alguma coisa na Bahia é muito difícil porque a Bahia tem muita oferta de muita coisa, de muito talento, são muitos artistas daqui e de outros estados do Brasil que vêm para cá. A Bahia realmente abraça o talento, a música de qualidade em diversos estilos”.
O diretor ressalta que sua meta é sempre entregar algo novo: “Então você propõe uma coisa diferente, é um desafio, mas eu acho que eu estou honrando a cada edição, fazendo isso com muito amor, com muita vontade, com muita humildade, com muita vontade de acertar”, finaliza.
Uma das atrações que estreará no Festival de Verão 2026, a cantora Rachel Reis comentou sobre sua participação no evento e o apoio do pai nas conquistas de sua carreira. Em entrevista anterior ao Bahia Notícias, a artista já tinha comentado sobre a celebração de seu pai.
“Ele sempre ficava falando que dia é? Cadê o Festival de Verão? Tem que botar, que absurdo que minha filha ainda não tá no Festival de Verão. E eu falava com ele: ‘Painho, fique calmo, tudo no seu tempo, as coisas têm o seu tempo, tá de boa’. E com certeza ele está vibrando, contei para ele quando tava vindo para cá”, compartilhou a cantora.
A cantora se apresentará no dia 23 de janeiro, no sábado, e terá participação de Márcio Victor, da banda Psirico. Os dois possuem uma colaboração recente no álbum “Divina Casca”, com a canção “Apavoro”.
“Ele [Márcio Victor] é um dos maiores músicos, percussionistas do mundo. Ele divide a faixa comigo, ‘Apavoro’, ele canta junto comigo, ele colocou a percussão na faixa. Está nesse palco, nessa line junto com a Ivete, com Carlinhos, olha pro lado Léo Santana, eu fico sem saber como lidar”, compartilhou.
Ao BN, a cantora ainda revelou estar muito feliz em ter um tempo para “maturar” e articular as coisas “no tempo certo” de viver. “Lancei em 2020, muitas coisinhas foram acontecendo e eu não parei de trabalhar um só dia, não parei de viver a música e o trabalho porque para além da mágica, da alegria, da composição, de estar com os fãs, é um trabalho também”, explicou.
“Eu fico muito orgulhosa assim das coisas, o jeito como as coisas vêm acontecendo para mim. Eu me sinto realmente feliz. Eu acho que é o do jeito como tem que ser”, completou.
Presente em todos os anos de festa do Festival de Verão Salvador, a cantora Ivete Sangalo comentou sobre a próxima edição do evento, que acontecerá nos dias 23 e 24 de janeiro.
Durante evento de lançamento do FV26, a artista comemorou a ausência da passarela nos palcos principais do evento. “Não vai ter passarela porque a gente quer o público perto da gente. Boa. Porque a passarela fica a gente fica primeiro fazendo um crossfit, correndo para lá e para cá e a gente quer a galera pertinho da gente”, declarou.
Ivete ainda elogiou a grade do evento, composta por artistas locais. “Tem um caráter muito exclusivo aqui desse festival, que é um público que tá sempre muito sedento pelos artistas daqui, os nossos artistas. É o povo baiano aplaudindo os baianos, mas isso é muito massa”, comentou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Reis
"Estamos abertos ao diálogo".
Disse o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) ao comentar as movimentações políticas relacionadas à formação de alianças para as eleições de 2026 na Bahia. Questionado sobre a possibilidade de o MDB integrar esse grupo político, o prefeito disse que não acredita que a movimentação ocorra, mas também não descartou essa hipótese.
