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fentanil
Um bebê de nove meses morreu nos Estados Unidos após ingerir uma mamadeira contendo fentanil, um opioide sintético, administrado pela mãe, uma adolescente de 17 anos. A polícia foi chamada no final de junho para socorrer o bebê, que estava sem sinais vitais.
Segundo informações da ABC News, a jovem admitiu ter colocado o fentanil na mamadeira, pensando que era cocaína e com a intenção de fazer a criança dormir.
O xerife local revelou que a quantidade de fentanil no corpo do bebê era dez vezes maior do que seria letal para uma pessoa. A adolescente foi presa por homicídio qualificado e posse de substância controlada.
O fentanil é usado exclusivamente como anestésico em ambientes hospitalares, sendo cerca de 100 vezes mais potente que a morfina.
Preocupados com o processo de investigação sobre a morte de Prince, fãs do músico enviaram uma petição ao escritório da Procuradoria-Geral dos Estados Unidos para exigir que o inquérito seja continuado. Cerca de seis mil pessoas assinaram o documento.
Segundo informações do portal Rolling Stone Brasil, os fãs apontam que o caso não pode ser arquivado sem que novas respostas apareçam. Uma das organizadoras, Nicole Welage, destaca a necessidade de punir o responsável por vender o fentanil, opiáceo utilizado contra dores que resultou na overdose de Prince.
O músico americano morreu em abril de 2016. De acordo com a publicação, procuradores responsáveis pelo caso afirmaram que não há provas suficientes para caracterizar uma ação federal. Diante disso, eles se negaram a comentar a petição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.