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fentanil
Um bebê de nove meses morreu nos Estados Unidos após ingerir uma mamadeira contendo fentanil, um opioide sintético, administrado pela mãe, uma adolescente de 17 anos. A polícia foi chamada no final de junho para socorrer o bebê, que estava sem sinais vitais.
Segundo informações da ABC News, a jovem admitiu ter colocado o fentanil na mamadeira, pensando que era cocaína e com a intenção de fazer a criança dormir.
O xerife local revelou que a quantidade de fentanil no corpo do bebê era dez vezes maior do que seria letal para uma pessoa. A adolescente foi presa por homicídio qualificado e posse de substância controlada.
O fentanil é usado exclusivamente como anestésico em ambientes hospitalares, sendo cerca de 100 vezes mais potente que a morfina.
Preocupados com o processo de investigação sobre a morte de Prince, fãs do músico enviaram uma petição ao escritório da Procuradoria-Geral dos Estados Unidos para exigir que o inquérito seja continuado. Cerca de seis mil pessoas assinaram o documento.
Segundo informações do portal Rolling Stone Brasil, os fãs apontam que o caso não pode ser arquivado sem que novas respostas apareçam. Uma das organizadoras, Nicole Welage, destaca a necessidade de punir o responsável por vender o fentanil, opiáceo utilizado contra dores que resultou na overdose de Prince.
O músico americano morreu em abril de 2016. De acordo com a publicação, procuradores responsáveis pelo caso afirmaram que não há provas suficientes para caracterizar uma ação federal. Diante disso, eles se negaram a comentar a petição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.