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fecho de pasto do cupim
Um grupo de pistoleiros abriram fogo contra pessoas que faziam um mutirão no Fecho de Pasto do Cupim, do município de Correntina, na última terça-feira (11). Três foram atingidos e um deles acabou ficando em estado grave. De acordo com moradores da região, os ataques têm sido reincidentes desde a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições, em setembro do ano passado.
Segundo o site Meus Sertões, os atingidos pelos disparos realizados na terça foram Gelson Neves, 58 anos, alvejado na barriga; Alecsandro de Jesus Matos, 43 anos, ferido no braço e na costela; e Vivaldo José dos Santos, 68 anos, baleado na clavícula.

Homem baleado na barriga | Foto: Reprodução
Gelson seria transferido para o Hospital de Barreiras, mas acabou perdendo muito sangue, correndo risco de morte, e foi preciso a realização de uma cirurgia de emergência. Vivaldo e Alexandro também serão operados para retirar as balas alojadas em seus corpos.
Os embates ocorrem por conta da disputa de fazendeiros por áreas de vegetação nativa do cerrado, que são preservadas pelas comunidades de fecho de pasto, conhecidos como fecheiros, que há mais de dois séculos se estabeleceram na região.
Os fecheiros são um povo tradicional que cria gado e sobrevive do extrativismo e da agricultura de subsistência. Embora reconhecidos oficialmente pelo governo estadual, praticamente não são tomadas providências para preservar o modo de vida e a segurança das comunidades.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.