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O ator José Mayer fechou um acordo judicial no valor de R$ 22 mil para encerrar uma ação trabalhista movida por seu ex-empregado doméstico, Valdeir Ribeiro. O processo tramitava na 71ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro e cobrava inicialmente o valor de R$ 58.042,52. A conciliação foi homologada pela juíza Karen Pinzon Blaskoski.
Segundo o portal O Dia, Valdeir Ribeiro trabalhou na residência do artista, localizada na Barra da Tijuca, Zona Sul do Rio de Janeiro, entre agosto de 2011 e janeiro de 2026. Segundo a petição inicial, o ator efetuava pagamentos salariais "por fora", sem registrar os valores integrais na carteira de trabalho. Em 2025, por exemplo, o ex-funcionário recebia uma remuneração real de R$ 3.107 mensais, embora o valor registrado em carteira fosse de aproximadamente R$ 1,6 mil. Para fundamentar a acusação, foram anexados ao processo extratos bancários com transferências efetuadas pelo empregador.
Conforme alegado na ação, essa prática gerou divergências e prejuízos nos recolhimentos do FGTS, nas contribuições previdenciárias e na base de cálculo das verbas rescisórias. O trabalhador também afirmou que não recebia regularmente os contracheques, o que dificultava a conferência das quantias devidas.
Outra alegação central do processo apontou que, embora recebesse os valores financeiros correspondentes às férias, o funcionário era impedido de gozar dos dias de descanso, sendo exigida a sua presença contínua no trabalho ao longo de todo o contrato.
Em razão da prescrição trabalhista, que limita a cobrança judicial aos últimos cinco anos, o ex-empregado delimitou o pedido a quatro períodos de férias, referentes aos anos de 2021 a 2025, totalizando R$ 16.533,33. Além das férias, a ação requeria diferenças no cálculo de aviso-prévio, 13º salário, seguro-desemprego, multa rescisória de 40% sobre o FGTS e multas previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A conciliação definiu que o montante de R$ 22 mil, aceito pelas partes, seria dividido em três parcelas de aproximadamente R$ 7,3 mil, com vencimentos estipulados entre agosto e outubro de 2026. Em ata de audiência, a quantia foi enquadrada integralmente sob a rubrica de indenização por férias acrescidas do terço constitucional.
Em caso de descumprimento do pagamento, foi estabelecida uma multa de 50% sobre o saldo devedor, além do vencimento antecipado das demais parcelas. Com a homologação do acordo, o ex-funcionário concedeu quitação plena do contrato de trabalho e dos pedidos formulados, encerrando a disputa sem julgamento de mérito sobre as irregularidades apontadas ou declaração de culpa pelo ator.
Em virtude das festas de carnaval em Salvador, os espaços culturais geridos pela da Diretoria de Museus (Dimus) do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) fecham nesta quarta-feira (7) e reabrem no dia 15 de fevereiro. A mudança afeta o Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Tempostal e o Museu Udo Knoff. Em Cabaceiras do Paraguaçu, longe do circuito oficial das festas, o Parque Histórico Castro Alves fecha a partir da quinta-feira (8) e reabre junto com os demais espaços.
A chef Roberta Sudbrack cancelou participação no Rock in Rio, após uma blitz da Vigilância Sanitária em seu estande jogar fora queijos e outros produtos que seriam utilizados na elaboração de seus pratos. “Sem nenhum bom senso ou razoabilidade, jogaram fora mais de 80 kg de queijo dentro da validade, assim como 80 kg de linguiça fresca e previamente aprovada pelo controle do evento Rock in Rio. Todos inspecionados pelos órgãos sanitários dos seus Estados. O motivo? Faltava 1 carimbo, um selo, uma coisa qualquer”, reclamou a chef em nota divulgada no Facebook. Segundo ela, os representantes do órgão argumentaram que os produtos não haviam sido liberados para comercialização durante o festival. Roberta também afirmou que vai ingressar com um pedido de liminar na Justiça para recuperar o restante da mercadoria que ainda não foi descartada. Ela ainda prometeu não só doar os alimentos como prepará-los para pessoas carentes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.