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O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou, nesta quinta-feira (22), novos nomes para compor secretaria dentro de sua pasta. Foram divulgados os secretários do Tesouro, da Receita, Política Econômica e das Reformas, na sede do gabinete de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.
O primeiro a ser divulgado foi o nome do advogado Marcos Barbosa Pinto, que ficará a cargo da Secretaria de Reformas Econômicas. Barbosa foi sócio do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, na Gávea Investimentos. Além disso, também trabalhou com Haddad em 2003 no Ministério do Planejamento do primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Juntos, os dois formularam a lei das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e a lei do Prouni.
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O segundo nome anunciado foi o de Rogério Ceron, que ficará no comando das Tesouro Nacional. Ceron é auditor de carreira e, recentemente, se despediu da presidência da SP Parcerias, órgão de concessões e PPPs do governo paulista. Também atuou como Secretário de Finanças da prefeitura paulista.
Já o economista Guilherme Mello foi o terceiro a ser divulgado por Haddad para ocupar a Secretaria de Políticas Econômicas. Mello foi conselheiro do PT no período eleitoral e participou do grupo de economia da transição. Ele também é crítico do teto de gastos e defende a criação de uma nova âncora fiscal.
Finalizando o anúncio desta quinta, o advogado e consultor Robson Barreirinhas irá comandar a Receita Federal. O advogado já foi Secretário de Assuntos Jurídicos da cidade de São Paulo, além também de atuar como assessor Superior Tribunal de Justiça (STF).
Na semana passada, Haddad divulgou os economistas Bernardo Appy e Gabriel Galípolo como primeiros nomes a compor a pasta da Fazenda. Já no começo dessa semana, o futuro ministro confirmou o nome de Anelize Almeida para chefiar a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Edson Fachin
"Não há democracia sem instituições sólidas e atuantes na linha do que preceitua a Carta Democrática Interamericana. E, no desenho de qualquer democracia constitucional digna desse nome, um Judiciário independente é instituição central".
Disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin ao afirmar que a democracia “não é uma dádiva perene” e exige “vigilância ativa e constante”. A declaração foi feita durante a sessão de abertura do 187º Período de Sessões da Corte Interamericana de Direitos Humanos. A sessão realizada no STF reuniu todos os ministros da Corte.