Artigos
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
favoricimento
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, voltou a negar que a seleção seja beneficiada pela arbitragem na Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva antes do duelo contra a Suíça, pelas quartas de final, o treinador afirmou que as acusações acompanham a equipe há décadas e disse que elas servem de motivação para os jogadores.
Segundo Scaloni, o discurso sobre um possível favorecimento à Argentina não surgiu nesta edição do Mundial.
"Não sei se falo em nome da Argentina, mas há muito tempo, desde 1986, dizem que somos favorecidos. Não é algo recente. Há críticas, e isso vem sendo usado, desde que me lembro, sempre contra a Argentina", afirmou.
O treinador reconheceu que as críticas chegam ao elenco, mas disse que o grupo transforma a situação em combustível dentro de campo.
"Levamos isso em consideração e, sim, isso afeta os jogadores. Usamos isso como uma espécie de rebeldia, incentivando-os a se rebelarem para que joguem ainda melhor", declarou.
Scaloni também saiu em defesa da arbitragem e do uso do árbitro de vídeo (VAR). Para ele, a tecnologia reduz a possibilidade de erros e torna improvável qualquer tipo de favorecimento.
A Argentina chega às quartas de final cercada por questionamentos após decisões da arbitragem favoráveis à equipe durante a competição. A seleção teve três pênaltis marcados a seu favor no Mundial, embora Lionel Messi tenha desperdiçado duas cobranças. Os lances geraram reclamações, especialmente após a vitória sobre o Egito nas oitavas.
A equipe argentina enfrenta a Suíça neste sábado (11), às 22h (horário de Brasília), em busca de uma vaga nas semifinais da Copa do Mundo de 2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.