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farinha
Um dos suspeitos de matar a jovem Thamiris dos Santos Pereira foi solto após a falta de prorrogação da prisão temporária em Salvador. Rodrigo Faria, conhecido como “farinha”, foi preso no dia 19 de março deste ano, poucas horas após a Polícia Civil encontrar o cadáver de jovem em uma área de mata no bairro de Cassange.
A reportagem da TV Record indicou que a prisão temporária não foi prorrogada em razão da falta de conclusão de laudos policias. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) aponta que, até o momento, não há provas o suficiente para a manutenção de Farinha como suspeito de matar a jovem.
No dia 20 de março, após audiência de custódia, o juiz Marcelo de Almeida Costa, da 1ª Vara das Garantias de Salvador, identificou que havia existência de provas de materialidade e indícios de autoria do crime atribuídos ao suspeito.
TRIBUNAL DO CRIME
No dia da prisão de Farinha, o diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), delegado Moisés Damasceno, deu detalhes sobre as investigações sobre o desaparecimento da adolescente Thaimiris Pereira. Na coletiva de imprensa, o delegado afirmou que a menina teria sido morta por “vingança” após ser atribuída a uma denúncia que levou à prisão de um traficante da região do Jardim das Margaridas.
Damasceno também detalhou que foram cumpridos dois mandados de prisão nesta quinta, sendo um contra um vizinho de Thamiris e outro contra um traficante já preso desde o dia 20 de fevereiro, por violência doméstica. O criminoso, de dentro do presídio, teria orquestrado o sequestro e morte da jovem por considerar que ela teria acionado a polícia durante as agressões.
“A investigação indica que houve uma prisão no dia 20 de fevereiro de um dos líderes do tráfico de drogas daquela região e este indivíduo que foi preso, não por tráfico, mas por violência doméstica, teria atribuído a Thamiris o acionamento da polícia para prendê-lo. Então esse indivíduo já se encontra preso e hoje cumprimos um outro mandado de prisão”, afirmou o delegado.
Erick Jacquin se manifestou nas redes sociais, depois de ser criticado por uma entrevista à revista Veja, publicada no último sábado (24), na qual afirmou que o feijão com arroz era comida de país pobre. "Todos os países onde as pessoas comem farinha, arroz e feijão tinham ou têm problema de gente passando fome. É coisa da Índia, da China, do Brasil. O cara enche a barriga, a fome passa", declarou o chef francês e jurado do Masterchef Brasil. Nesta terça-feira (27), Jacquin publicou um vídeo no Twitter para esclarecer a polêmica. “Eu não falei mal, eu falei a história disso. Os países que precisam, que tinham problema com famintos, comiam muito mais arroz, farinha, feijão, para encher a barriga do povo. Todos os países do mundo passaram por isso. A França também, e resolveu com as batatas, resolveu com outras raízes”, disse o chef, citando seu próprio país de nascimento. “Agora, hoje virou um prazer comer arroz com feijão, não tem nem pobre, nem rico. Mas antigamente nao tinha rico, todo mundo estava pobre, precisa pensar nisso também. Hoje a sociedade mudou”, acrescentou o chef, que é casado com uma brasileira e vive no país há mais de 20 anos. “Gente, eu amo o Brasil, sou brasileiro, eu nunca vou falar mal desse país maravilhoso”, declarou-se, rebatendo, no entanto, algumas críticas: “Eu agradeço muito ao Brasil, mas, por favor, os ignorantes parem de encher o saco!”.
Confira o vídeo publicado por Erick Jacquin nesta terça-feira (27):
— Erick Jacquin (@erickjacquin) 27 de junho de 2017
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.