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O projeto "Arte de Passagem - itinerância pela arte contemporânea da Bahia" chega a sua terceira edição, desta vez de maneira totalmente virtual. Organizado em formato de festival de artes visuais, o evento tem início na próxima quinta-feira (11) e segue até o dia 19 de março, com conferências, exposições e catálogos virtuais, além das lives mediadas transmitidas dos espaços/ateliês dos artistas, que mostram seus processos poéticos autorais.
“As produções dos artistas, curadores e pesquisadores convidados, transmitidas de forma remota, a partir de seus ateliês/residências, revelam atravessamentos de passagens de um tempo hodierno, o que estamos passando, libertando suas paisagens confinadas dentro de seus territórios subjetivos, para trazerem possíveis atentos a novas realidades geográficas”, discorre Willyams Martins, agenciador do projeto.
Os trabalhos apresentados circulam entre performances, videoarte, pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e instalações. A ideia é ser um festival expandido e representativo das artes visuais contemporâneas do estado. Os artistas selecionados são de diversos territórios da Bahia.
Por meio do site, acontecerá uma exposição coletiva virtual com obras de 16 artistas, além de textos curatoriais e links para as redes sociais de todos os artistas envolvidos. A partir do canal do projeto no YouTube, todos os dias serão transmitidas três lives, de diferentes ateliês, com participação de críticos, apresentador e público, sobre os processos criativos dos participantes. Os encontros começam sempre às 18 horas.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
A partir de uma curiosidade despretensiosa, em 2019, o ator, diretor e dramaturgo teatral João Guisande decidiu reunir um mosaico de memórias e se debruçar na história das artes cênicas da Bahia. Na ocasião, ele perguntou a artistas, pessoas do meio e espectadores qual era a primeira memória que tinham do teatro baiano.
Depois de realizar uma série de entrevistas que contou com nomes proeminentes da cena como Harildo Déda, Frank Menezes e Onisajé, Guisante ficou empolgado com o resultado e concluiu que gostaria de desenvolver algum projeto com o material coletado. O tempo passou, chegou o ano de 2020 e a pandemia do novo coronavírus, que desestabilizou toda a classe artística, mas não abalou os propósitos do dramaturgo.
“Foi aquele baque para todos nós. Nós artistas tivemos que ficar em casa sem palco, sem público, mas eu continuei a trabalhar e aproveitei para intensificar a pesquisa através das redes sociais. Comecei a provocar as pessoas no Facebook, Instagram, mandar mensagens de WhatsApp. E aí surgiram novas perguntas: ‘Qual é sua memória mais viva do teatro da Bahia?’ e ‘O teatro da Bahia existe?’”, lembra o João Guisande, que ao longo do ano passado recebeu mais de 100 depoimentos através de textos, áudios e vídeos.
O rico apanhado de lembranças, aliado ao interesse de compreender a construção coletiva do imaginário e da origem da expressão “teatro baiano”, motivou a criação da galeria online “Memórias do Teatro da Bahia”, com lançamento previsto para a próxima sexta-feira (5). “Você vai em São Paulo e não existe teatro paulista. Eu nunca ouvi falar em teatro carioca, mas teatro baiano a gente mantém aqui essa raíz”, pontua o dramaturgo, segundo o qual o termo cunhado é “bairrista”, mas positivo. “Esse termo começa a surgir lá atrás, quando nosso teatro começa a se profissionalizar, e nas décadas de 1930 e 1940 as companhias teatrais que vinham pra cá eram do Sudeste e do Sul, e eles chamavam de Sul Maravilha, porque havia um imperialismo cultural vindo do Sudeste. Então, quando nós começamos a nos profissionalizar, essa identidade veio, acho que contra esse imperialismo teatral do Sudeste, pra se afirmar mesmo no meio profissional”, contextualiza.
Para abrir o projeto da plataforma digital, às 18h30 do dia 5 será transmitida, ao vivo, pelo Youtube, a leitura dramatizada do texto “Quem Somos Nós”, escrito e dirigido pelo próprio Guisande, a partir dos depoimentos recolhidos por ele em sua pesquisa e do “potencial dramatúrgico” do material. “Comecei a fazer colagens e tentar construir um texto dramático. Convoquei cinco atores [Bárbara Laís, Fernanda Beltrão, Fernando Antônio, Iana Nascimento e Marcos Lopes], nós íamos lendo os depoimentos, e aí nasceu o texto ‘Quem somos nós?’, que são os cinco jovens que têm essas memórias e que querem montar um espetáculo com elas”, explica o artista sobre o processo de criação da obra, que leva ao palco virtual a fictícia companhia de teatro VIXE, cujos integrantes estão prestes a estrear seu primeiro espetáculo.
Todo este enredo foi construído por meio dos relatos feitos durante a pesquisa, que abordaram desde personalidades do teatro local e montagens marcantes, até histórias de bastidores, como um causo ocorrido nos anos 1990. “Vou contar uma história de bastidor de um espetáculo de 1990, ‘O Beijo no Asfalto’, de Nelson Rodrigues, em que Harildo Déda estava em cena com Ricardo Castro e Andrea Elia, e aí tem uma cena que ele usava uma arma, ele tinha que atirar e ela falhou”, revela Guisande. “Tenho um depoimento lindo de uma pessoa que estava na plateia e viu o desespero dele tentando atirar sem conseguir. E aí, de repente, ele jogou a arma pro lado, foi em direção ao cara e enforcou, até ele cair no chão. Ele mudou totalmente a cena e a plateia aplaudiu e achou genial a ideia que ele teve, a rapidez de resolver a cena”, lembra o dramaturgo. “O teatro é assim e a gente tem que lidar com o inesperado. Estamos lidando agora com o inesperado da pandemia, mas o teatro resiste”, afirma.
Depois da transmissão ao vivo, esta leitura dramatizada ficará disponível ao público na plataforma digital “Memórias do Teatro da Bahia” (clique aqui), que até o dia 10 de abril passará a ser alimentada com outras ações do projeto. Integrarão o acervo um podcast, um docudrama e duas exposições, sendo uma sobre o Teatro Sesi Rio Vermelho e outra do designer gráfico Belmiro Neto, com artes gráficas criadas em seus mais de 25 anos de colaboração à arte teatral baiana.
“Nós vamos ter seis entrevistas em podcast com criadores baianos, com temas variados, como dramaturgia, espetáculos do interior da Bahia, e a mulher na produção teatral”, conta Guisande, sobre a iniciativa, prevista para sair em fevereiro. "Também vamos fazer um docudrama com cinco episódios, levando o teatro para o audiovisual. Eu vou dirigir junto com Ronei Jorge, que é conhecido por ser cantor e compositor, mas que também é cineasta e faz trilhas sonoras e direção musical para teatro”, explica o dramaturgo.
Com episódios lançados semanalmente a partir de 22 de março, o docudrama reúne Bárbara Laís, Fernanda Beltrão, Fernando Antônio, Iana Nascimento, Marcos Lopes e Luisa Muricy para interpretar as histórias e vivências de espetáculos e artistas marcantes no imaginário do teatro da Bahia.
Sem poder abrir as portas, por causa da pandemia do novo coronavírus, o Museu do Futebol, situado em São Paulo, criou uma alternativa para que o público possa explorar seu acervo online (clique aqui para acessar). Ao todo, estão disponíveis 15 exposições virtuais sobre temas diversos do universo futebolístico.
A mostra mais recente é “Pacaembu – o estádio monumento”, uma homenagem aos 80 anos completados este ano de uma das arenas esportivas mais importantes do país. O público poderá conferir ainda outras exposições sobre temas como a resistência das mulheres no futebol, a história da camisa canarinho da seleção brasileira e a evolução das chuteiras.
Confira a lista completa de exposições disponíveis:
Pacaembu – o estádio monumento
Mulheres, desobediência e resiliência
Celebre as Mulheres no futebol brasileiro
Lea Campos, a primeira árbitra
A “Michael Jackson”: Os primeiros chutes
A “Michael Jackson”: livre para jogar
A “Michael Jackson”: Seleção Brasileira e Europa
A “Michael Jackson”: o legado
Mário Américo: massagista das seleções
Estilo em campo: acessórios, cores e tecnologias na moda do futebol
Futebol de papel
O jogo e o povo
A Seleção em Poços de Caldas
A história da Camisa Canarinho: como o amarelo-ouro passou a vestir o Brasil
Chuteiras: a evolução do futebol na ponta dos pés
Adaptando sua programação ao período de isolamento social necessário para conter o novo coronavírus, a Fundação Pierre Verger realiza uma série de exposições virtuais em seu site oficial (clique aqui).
Por meio desta iniciativa, o público poderá ter acesso a conteúdos como fotografias, vídeos, sons e depoimentos, elementos que compõem as histórias de cada uma das mostras.
No momento estão disponíveis as exposições “Pierre Verger En Mexico: Con Los Pies En La Tierra” (México); “Janela Pro Mundo” (Salvador/BA); “Todos Iguais, Todos Diferentes?” (São Paulo/SP); “Orixás” (Fortaleza/CE) e “Pierre Verger” (Curitiba/PR). Além destas, o projeto prevê um total de 20 exposições até o mês de setembro.
Cinco museus brasileiros apareceram no ranking dos 100 mais visitados do mundo, segundo informações da Agência Brasil. Na listagem elaborada pela Art Newspaper, uma publicação especializada da Inglaterra, aparecem os Centros Culturais Banco do Brasil do Rio de Janeiro (42º lugar e 1,4 milhão de visitantes), Brasília (57º lugar e 1,14 milhão de visitantes), São Paulo (85º lugar e 931 mil visitantes), Belo Horizonte (93º lugar e 831 mil visitantes), além do Instituto Thomie Otake, que fica em São Paulo, no 92º lugar e 898 mil visitantes. Os dados são referentes ao ano de 2018 e o levantamento também contabiliza categorias e exposições mais visitadas diariamente.
O Museu de Arte da Bahia (MAB) recebe neste sábado (26), um debate sobre o livro "O Ministério da Felicidade Absoluta", da escritora indiana Arundhati Roy, às 14h30. O encontro faz parte da edição de janeiro do Clube de Leitura: Leia Mulheres.
O MAB conta também com exposições como "A Pintura", no Acervo do Museu. A Mostra é uma síntese das principais tendências e gêneros pictóricos da pintura na Bahia do século XVIII ao XX. A outra exposição que está no local é "O Olhar de Voltaire Fraga sobre a Bahia" e trata sobre as feiras e festas populares do estado. Essas obras podem ser visitadas até o dia 24 de fevereiro
SERVIÇO
O QUÊ: Leia Mulheres- Clube de Leitura
QUANDO: Sábado, 26 de janeiro, às 14h30
ONDE: Museu de Arte da Bahia, Corredor da Vitória
VALOR: Gratuito
O QUÊ: Mostras “Pintura no Acervo do MAB” e “O Olhar de Voltaire Fraga sobre a Bahia”
QUANDO: Sábado, 26 de janeiro até 24 de fevereiro, das 14h às 18h
ONDE: Museu de Arte da Bahia, Corredor da Vitória
VALOR: Gratuito
Para iniciar as comemorações dos 60 anos do Museu de Arte Moderna da Bahia, o local irá receber duas exposições que estarão abertas ao público na terça-feira (15), às 19h.
Com cerca de 70 obras, o artista baiano Aurelino dos Santos realizará a exposição “Aurelino dos Santos – A Letra é que faz o mundo” que ocupará as paredes do Casarão do MAM, local em que a Escada de Lina Bo Bardi, incentivadora de Aurelino, está em exposição permanente. Aurelino produz em suas obras uma pintura grafada por uma profusão de signos, justapostos numa paleta cromática, de tons rebaixados. O funcionamento do Casarão do Museu é de terça-feira a sábado, das 13h às 18h.
A outra Mostra que fará parte da celebração do MAM é a “VÉRTICE”, que reúne o trabalho de 19 artistas visuais na capela do Museu. O nome da exposição faz referência à verticalidade das paredes da capela do MAM, cumprindo a função de fomentar e difundir as artes visuais da Bahia. O funcionamento da Capela do Museu é de terça-feira a sábado, das 13h às 18h.
Participam dessa coletiva os artistas visuais: Almandrade; Bel Borba; Caetano Dias; Edson da Luz; Emanoel Araújo; Florival Oliveira; Guache Marques; Ieda Oliveira; J. Cunha; Juarez Paraiso; Juraci Dórea; Márcia Magno; Maxim Malhado; Nadia Taquary; Paulo Pereira; Sérgio Rabinovitz; Vauluizo Bezerra; Zivé Giudice e Walter Lima.
SERVIÇO
O QUÊ: Abertura da exposição: "Aurelino dos Santos - A Letra é que faz o mundo "
QUANDO: Terça-feira, 15 de Janeiro, às 19h
ONDE: Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia, Solar do Unhão
VALOR: Gratuita
O QUÊ: Abertura da exposição: VÉRTICE
QUANDO: Terça-feira, 15 de Janeiro, às 19h
ONDE: Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia, Solar do Unhão
VALOR: Gratuita
Resultado do Programa de Residência Artística Vila Sul e das parcerias com artistas locais, o Goethe-Institut apresenta o "3ATOS", nesta quarta-feira (10). O evento reúne a abertura de duas exposições, às 19h30, e a ocupação "ACRE apresenta: Lápide Records", das 17h às 22h. Com classificação indicativa de 16 anos, toda a programação é gratuita.
Proposta pelo artista visual e arquiteto Jean-François Prost, do Canadá, a exposição “A Festa e interrupções da vida diária” vai exibir fotografias profissionais e amadoras, coletadas através de uma convocatória pública. Os participantes concorrem ao prêmio de R$ 300, cuja votação popular ocorrerá durante o evento, e a um Prêmio da Curadoria para exibição individual no totem do instituto.
A exposição "Plataforma Engrama/Oppamev", do artista visual, curador, restaurador e pesquisador da arte uruguaio Vladimir Muhvich, busca analisar e modelar padrões de comportamentos artísticos, curatoriais, institucionais e sensoriais com base no estudo de bens culturais.
Já a ocupação, dirigida pelo performer Cássio Bomfim, começa às 17h, com exibição de musicvideio de realidade virtual em 360º. Às 17h30, terá o lançamento da coleção "Lembrança de Recife Made in Salvador", e a partir das 18h, o DJ Gug comanda o som até o início da Batalha de MCs. Haverá ainda shows do Coletivo Vira Lata e da Lápide Records das 20h às 22h.
PROGRAMAÇÃO
17h00 – Exibição de musicvideo de realidade virtual em 360º
17h30 – Lançamento da coleção “Lembrança de Recife Made in Salvador”
17h50 – DJ Gug
18h00 – Batalha de MCs
19h00 – Premiação Batalha de MCs
19h30 – Abertura das exposições
20h00 – Show Coletivo Vira Lata
20h30 – Show Lápide Records
21h30 – DJ Gug
O Goethe-Institut Salvador-Bahia apresenta, no dia 10 de outubro (quarta-feira) o evento ‘3ATOS’, que irá reunir a abertura das exposições “A Festa e interrupções da vida diária” e “Plataforma Engrama/Oppamev”, às 19h30 e também a ocupação “ACRE apresenta: Lápide Records”, com uma variedade de ações artísticas das 17h às 22h.
A exposição coletiva “A Festa e interrupções da vida diária”, proposta pelo artista visual e arquiteto Jean-François Prost (Canadá), irá exibir fotografias profissionais e amadoras, coletadas por meio de uma convocatória pública. As imagens são registros de momentos de festas, revelando olhares e aspectos dos mais diversos sobre estas situações.
Os participantes concorrem a um Prêmio Júri Popular no valor de R$ 300,00, com votação durante o evento, e a um Prêmio da Curadoria, para exibição individual no totem do instituto.
Já o uruguaio Vladimir Muhvich, artista visual, curador, restaurador e pesquisador de arte apresenta a exposição “Plataforma Engrama/Oppamev”, nome da ferramenta que utiliza para buscar, analisar e modelar padrões de comportamento artísticos, curatoriais, institucionais e sensoriais com base no estudo de bens culturais.
A exibição desses padrões possibilita visualizar o impacto do desenvolvimento econômico, cultural e político na escolha dos meios de produção, bem como medir o grau de subordinação das periferias em relação aos centros hegemônicos.
A ocupação “ACRE apresenta: Lápide Records”, dirigida pelo performer Cássio Bomfim, começa, às 17h, com exibição de musicvideo de realidade virtual em 360º. Às 17h30, terá o lançamento da coleção “Lembrança de Recife Made in Salvador”, da ACRE.
O DJ Gug comanda o som antes de se iniciar uma Batalha de MCs, às 18h. Após o intervalo para abertura das exposições, haverá, a partir das 20h, shows do Coletivo Vira Lata e da Lápide Records, tendo música para festejar até o encerramento, às 22h. O evento será gratuito e a classificação indicativa é de 16 anos.
Além do tradicional JAM no MAM, com mais uma sessão de jazz neste sábado (4), a partir das 18h, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) retoma suas atividades após o recesso de Carnaval. A exposição “Doce de Santo” segue na programação até o dia 19 de março, na Capela do MAM, com obras de cerca de 365 artistas de diferentes localidades. A mostra coletiva e internacional “Só Cabeças” também fica em cartaz para visitação no Casarão do MAM, durante todo o mês de março, com trabalhos em bordado, vídeo, gravura, pintura, fotografia, lambe-lambe, escultura e serigrafia. O público poderá conferir ainda a instalação “MAMDOURADO”, do artista plástico Flavio Marzadro, que segue o trajeto de trilhos do museu pintado com tinta dourada. O trabalho fica em cartaz até 12 de março.
Serviço
JAM NO MAM
Data: Sábado, 4 de março, às 18h
Local: área externa do MAM
Valor: R$8 (inteira) e R$ 4 (meia)
'DOCE DE SANTO'
Data: até 19 de março
Local: Capela do MAM
'SÓ CABEÇAS'
Data: mês de março
Local: Casarão do MAM
INSTALAÇÃO 'MAMDOURADO'
Data: até 12 de março
Local: Museu de Arte Moderna da Bahia
Já a exposição "Busca Essencial", do fotógrafo Cláudio Venézia, comemora os dez anos de carreira do artistas. São 27 fotos registradas nos areais de mangue seco. Ambas exposições podem ser visitadas de terça a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h.
Data: até 1º e 8 de novembro
Local: Palacete das Artes - Rua da Graça, 284 – Graça
Num palco, no Largo de Santana, haverá shows de Márcio Mello, Cortejo Afro e Baiana System, no sábado; e de Paroano Sai Milhó e Luiz Caldas, no domingo. A programação do festival também inclui projeção de fotos, de Sérgio Guerra e Pierre Verger, na fachada da Igreja Pequena de Santana; exposição de carros antigos e oficinas: de reciclagem, bordado, toy art e escultura em frutas e legumes. O evento é promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Turismo e Cultura. As informações são da Coluna Vip, do Correio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).