Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Olívia Santana critica indicação de Jorge Messias e defende ministra negra no STF
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
estados unidos da america
O futebol e a Copa do Mundo de 2026 também fizeram parte da agenda, ao menos no campo do humor, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump nesta quinta-feira (7). Em uma "visita de trabalho" marcada por tons diplomáticos e econômicos, Lula aproveitou para brincar com o líder americano sobre a política de vistos e a competição que se inicia em junho.
“Espero que você não anule o visto dos jogadores da seleção brasileira, pois a gente vai vir para ganhar a Copa do Mundo”, brinca Lula ao colega americano. A Copa de 2026 será sediada conjuntamente pelos Estados Unidos, México e Canadá.
A Seleção Brasileira é uma das equipes que aguarda a definição de logística e segurança para o torneio. A fala de Lula, embora em tom de piada, ocorre em um contexto de discussões mais amplas sobre políticas migratórias e de fronteira da administração Trump, que são temas centrais de sua gestão.
Confira o momento abaixo:
? “Espero que não anule o visto dos jogadores”, brinca Lula com Trump sobre a Copa de 2026
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) May 7, 2026
????Reprodução? Canal Gov
Confira ? pic.twitter.com/ATmixhFCYO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou um tom de firmeza ao falar sobre o futuro da mineração de minerais críticos no Brasil durante coletiva de imprensa na Embaixada do Brasil, em Washington, nesta quinta-feira (7). Questionado sobre o interesse estrangeiro nas terras raras brasileiras, Lula alega que o país não aceitará um papel de simples fornecedor de matéria-prima.
“O que vocês devem saber é que essa questão é muito importante nos armamentos dos países. O Brasil tem a obrigação de conversar com quem quer participar conosco. O que nós não queremos é ser meros exportadores dessas coisas”, declarou o presidente.
Em sua fala, o presidente traçou um paralelo histórico para justificar a nova postura do governo brasileiro em relação aos seus recursos naturais, citando os ciclos extrativistas que marcaram a história do continente. “Não podemos permitir o que aconteceu com a prata ou com o ouro na América Latina. Com as terras raras, vamos mudar de comportamento; as terras raras são geradoras dessa riqueza para o Brasil”, enfatiza o líder brasileiro.
A declaração ocorre no contexto de uma visita oficial de três horas à Casa Branca, em que a pauta econômica e a transição energética foram temas centrais. Mais cedo, o presidente já havia classificado o encontro com Donald Trump como um “passo importante da consolidação histórica entre Brasil e Estados Unidos”, destacando o papel das duas maiores democracias do continente.
Vale lembrar que a Bahia não está fora desse jogo de interesses, pesquisadores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) já mapearam esses materiais dentro do interior do estado. Nestes casos, bem como em outros estados, empresas transnacionais atuam diretamente.
Confira a transmissão da coletiva ao vivo abaixo:
Em um desdobramento drástico da crise política venezuelana, a cúpula das Forças Armadas anunciou neste domingo (4) o reconhecimento de Delcy Rodríguez como presidente interina do país. A movimentação ocorre menos de 24 horas após o anúncio da detenção de Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos.
O anúncio foi feito pelo Ministro da Defesa, Vladimir Padrino, em rede nacional. Padrino fundamentou a sucessão na decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), que estabeleceu um mandato de 90 dias para Rodríguez para evitar um "vácuo de poder" e garantir a "defesa integral da soberania".
Durante o pronunciamento, o tom de Padrino alternou entre a denúncia e a tentativa de estabilização. O ministro afirmou que o "sequestro" de Maduro resultou na morte de grande parte da guarda presidencial. Segundo o oficial, os agentes foram executados "a sangue frio" pela força de incursão estrangeira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.