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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

estados unidos

Ex-capitão da PM baiana espalhou informações falsas para despistar fuga de Flávio Bolsonaro
Foto: Câmara Municipal de Salvador

O ex-capitão da Polícia Militar da Bahia André Porciúncula, aliado próximo da família Bolsonaro, participou da disseminação de informações falsas à imprensa durante a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil rumo aos Estados Unidos, após a derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições.

 

A estratégia teria sido articulada pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro para ocultar o verdadeiro trajeto do irmão, que deixou o país em descumprimento a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi publicada inicialmente pela jornalista Bela Megale, do jornal O Globo, e reafirmada nesta segunda-feira (2) em reportagem da Folha de S.Paulo.

 

Na tarde da última terça-feira (27), Porciúncula informou a jornalistas que Flávio já estava em um voo com destino a Miami, nos Estados Unidos. Horas depois, voltou a procurar profissionais da imprensa para assegurar que a aeronave havia pousado em território americano e que o senador já estava reunido com Eduardo e outros familiares.

 

As informações, entretanto, não correspondiam à realidade. Naquele momento, Flávio ainda estava no Brasil, seguindo em direção à fronteira com a Argentina. Segundo a apuração de Bela Megale, as versões divulgadas pelo ex-capitão haviam sido repassadas a ele pelo próprio Eduardo Bolsonaro, que coordenava a estratégia para confundir jornalistas e dificultar o acompanhamento do deslocamento do senador.

 

A operação também envolveu outras versões sobre o trajeto utilizado. Aliados de Eduardo chegaram a sustentar que Flávio havia seguido por uma rota pela Venezuela, quando, na realidade, deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina.

 

A participação de Porciúncula chama atenção pela proximidade que mantém há anos com o núcleo mais próximo da família Bolsonaro, especialmente com Eduardo, de quem se tornou um dos principais aliados políticos.


TRAJETO ATÉ OS ESTADOS UNIDOS
Enquanto Porciúncula informava que Flávio já havia chegado aos Estados Unidos, o senador seguia em direção a Foz do Iguaçu, no Paraná. Segundo informações das autoridades migratórias argentinas, ele atravessou a Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga o município brasileiro a Puerto Iguazú, às 22h50 da terça-feira (27). O parlamentar estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e das duas filhas do casal.

 

Para ingressar na Argentina, Flávio utilizou um passaporte italiano. De lá, embarcou em uma aeronave particular que fez escala em Guayaquil, no Equador, antes de seguir para Miami, onde chegou na manhã de quarta-feira (28).

 

A saída do país ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinar que o senador entregasse seus passaportes e ficasse impedido de deixar o território nacional. Flávio descumpriu a decisão judicial, e a Polícia Federal passou a investigar as circunstâncias da viagem.

 

As informações falsas foram divulgadas justamente no período em que as autoridades brasileiras tentavam identificar a localização do parlamentar. Apesar da investigação sobre a saída do país, não há confirmação pública de que Porciúncula tenha sido formalmente acusado de participação criminosa na operação.


QUEM É ANDRÉ PORCIÚNCULA
Nascido em Salvador, André Porciúncula Alay Esteves, de 41 anos, ingressou na Polícia Militar da Bahia em 2005 e chegou ao posto de capitão. Ganhou projeção nacional durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando passou a ocupar cargos na área cultural da administração federal.

 

Porciúncula integrou a equipe do então secretário especial de Cultura, Mário Frias, e assumiu a Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, responsável pela gestão de recursos da Lei Rouanet.

 

Sua passagem pela pasta foi marcada por embates com representantes do setor artístico e pela defesa de mudanças na política federal de financiamento cultural. Em 2022, chegou a defender a utilização de recursos da Lei Rouanet para produções de conteúdo favorável ao armamento civil. No fim daquele ano, foi nomeado secretário especial de Cultura, função que exerceu nos últimos dias do governo Bolsonaro.

 

A atuação na administração federal consolidou sua proximidade com a família do ex-presidente, especialmente com Eduardo Bolsonaro. Os dois também mantiveram relações empresariais nos Estados Unidos.

 

Em junho deste ano, Porciúncula foi transferido para a reserva remunerada proporcional da Polícia Militar da Bahia, após responder a procedimentos administrativos relacionados à ausência de retorno às atividades na corporação. O caso também chegou à Justiça Militar, onde tramita um processo que pode resultar na perda de seu posto.

 

Além da carreira militar e da passagem pelo governo federal, Porciúncula tentou ingressar na política partidária pelo PL. Em 2022, disputou uma vaga de deputado federal pela Bahia e recebeu 82.693 votos, mas não foi eleito.

 

Em 2024, concorreu ao cargo de vereador de Salvador. Na ocasião, obteve 2.758 votos, resultado insuficiente para conquistar uma cadeira na Câmara Municipal.


IMÓVEL NOS EUA E PATRIMÔNIO DECLARADO
A relação de Porciúncula com Eduardo Bolsonaro também ganhou destaque em reportagens sobre a aquisição de um imóvel nos Estados Unidos. Em maio deste ano, o jornal O Globo revelou que o ex-capitão havia adquirido uma residência no Texas, avaliada em aproximadamente R$ 3,8 milhões, por meio de um fundo administrado por um advogado de imigração ligado ao ex-deputado.

 

A aquisição chamou atenção pela diferença em relação ao patrimônio declarado por Porciúncula à Justiça Eleitoral. Na candidatura a vereador de Salvador, em 2024, ele informou possuir bens avaliados em R$ 164 mil.

 

Questionado sobre a origem dos recursos utilizados na compra do imóvel, o ex-capitão afirmou que a questão dizia respeito à sua vida pessoal e que, por não ocupar cargo público, não precisava prestar esclarecimentos.

Em nota, Flávio alega perseguição política: “Não me arrependo de nada”
Foto: Charles Vieira / Campanha de Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, neste domingo (1º/11), uma nota oficial afirmando que não se arrepende de “absolutamente nada do que fiz”. No posicionamento, o parlamentar rebateu decisões judiciais recentes, justificou sua ida ao exterior declarando que não saiu do país, mas “pelo Brasil”.

 

Confira:



Em publicação no X, Flávio relembrou que foi alvo intimação da Polícia Federal após ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que entregasse seus passaportes. “Tudo diante do olhar lacrimejado de um pai (ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com comorbidades, que está condenado a mais de 27 anos de prisão”, escreveu.

 

Flávio está nos EUA desde quarta (28/10), quando fugiu do Brasil depois de ter sido derrotado nas eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com o senador, ele está em um país onde pode manifestar “livremente sua opinião”.

 

“Ao menos estou num país onde posso manifestar livremente minha opinião, não serei alvo de um juíz que acordou com vontade de fazer o mal e enviou a sua polícia à minha casa para revirar as calcinhas das minhas filhas na gaveta”, afirmou.

Governo dos EUA evita apoiar pretensão de Flávio Bolsonaro de liderar o Brasil, aponta agência
Foto: Reprodução / X

O governo do presidente norte-americano Donald Trump não demonstra intenção de respaldar as declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre assumir a liderança política do Brasil. A avaliação foi divulgada pela agência Reuters neste sábado (31), com base em informações de pessoas familiarizadas com as discussões na administração dos Estados Unidos.

 

De acordo com os relatos, autoridades americanas não pretendem assumir publicamente uma posição favorável ao parlamentar, apesar de terem contribuído para viabilizar sua entrada no território norte-americano. A preocupação seria evitar um novo desgaste diplomático com o governo brasileiro.

 

A movimentação de Flávio ocorre após sua derrota na disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Depois do resultado das urnas, o senador divulgou um documento no qual reivindicava o posto de “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Posteriormente, alterou o discurso e passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

 

Ainda conforme a Reuters, a postura da Casa Branca não representa uma decisão definitiva de Trump, que poderia rever sua posição. No momento, entretanto, o presidente americano estaria pouco disposto a criar novos atritos nas relações entre os dois países.

 

O senador chegou a Miami na quarta-feira (28), depois de deixar o Brasil, e tem planos de seguir para Washington nos próximos dias. A viagem à capital americana teria como objetivo estabelecer conversas diretamente com representantes da administração Trump.

 

Em uma transmissão pelas redes sociais, Flávio afirmou que decidiu sair do país por temer novas providências judiciais contra ele. Depois da eleição, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia determinado a retenção dos documentos de viagem do parlamentar.

 

Na mesma transmissão, o senador também sinalizou que poderá voltar a disputar o comando do Executivo federal. Flávio mencionou a possibilidade de uma nova candidatura em um prazo inferior ao calendário eleitoral de 2030 e vinculou essa hipótese a uma eventual crise econômica durante o próximo governo Lula.

 

O parlamentar, contudo, não apresentou detalhes sobre como essa situação poderia resultar na convocação de uma nova eleição presidencial. “Qualquer coisa que aconteça, eu vou estar aqui pronto, inclusive, se for preciso, para disputar a Presidência da República de novo. (...) Eu não tô falando de 2030, não. Eu tô falando de antes disso”, alega.

Marco Rubio nega envolvimento dos EUA na saída de Flávio Bolsonaro do Brasil
Foto: Divulgação

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou neste sábado (31) que o governo americano não participou dos preparativos para a saída do senador Flávio Bolsonaro do Brasil. O parlamentar desembarcou em Miami na quarta-feira, após a derrota na eleição presidencial.

 

Durante coletiva de imprensa em Atlanta, Rubio disse que os Estados Unidos tinham conhecimento da chegada do senador e que o presidente Donald Trump autorizou sua entrada no país por ele possuir visto. “Não facilitamos nada. Ouvimos que ele chegaria nos Estados Unidos, ele tinha um visto, e o presidente Donald Trump decidiu permitir a entrada dele”, declarou.

 

O secretário também afirmou que o governo americano não teve participação direta nos arranjos feitos por Flávio para deixar o Brasil. Segundo Rubio, Trump havia indicado que o senador seria autorizado a entrar no país caso chegasse ao território americano.

FBI pretende contratar UFC para treinar agentes em combate corpo a corpo, diz jornal
Foto: Reprodução / Redes Sociais / @whitehouse45

O FBI pretende contratar o UFC, sem concorrência entre fornecedores, para treinar agentes especiais em combate corpo a corpo. A proposta prevê duração de um ano e consta de uma justificativa de contratação publicada em 30 de setembro no sistema de compras do governo dos Estados Unidos. O valor foi omitido na versão pública do documento.

 

A agência apresentou uma “Justificativa de Fonte Única”, instrumento usado para fundamentar a escolha de um fornecedor sem disputa com outras empresas. No documento, o FBI sustenta que apenas o UFC reúne todas as qualificações necessárias para oferecer o treinamento nas condições exigidas.

 

“O FBI exige um programa de treinamento para agentes especiais em técnicas táticas de defesa que se concentra na integração de habilidades de artes marciais mistas (MMA) com táticas de defesa especializadas”, afirmou a agência. “O objetivo do treinamento é aprimorar as habilidades de combate físico, a resistência mental e a consciência tática, que são cruciais para agentes especiais em situações de alto risco.”

 

Embora reconheça que “outros fornecedores identificados por meio de pesquisas de mercado demonstram algumas dessas habilidades”, o FBI argumenta que a organização de MMA é a única capaz de atender ao conjunto de requisitos.

 

Entre as competências exigidas estão “técnicas de golpes, luta agarrada/quedas, defesa contra armas, controle no solo, bem como condicionamento físico no padrão que o FBI espera e exige”.

 

O prazo para outras empresas contestarem a justificativa terminou em 15 de outubro. Segundo o documento, a contratação por um ano permitiria realizar “pesquisas de mercado adicionais” e preparar uma futura seleção com concorrência para um contrato de longo prazo.

 

A documentação apresenta a intenção de contratação, sem confirmar a assinatura do acordo. Segundo o The Athletic, que noticiou a proposta, FBI e UFC não responderam aos pedidos de posicionamento feitos para a reportagem.

 

A iniciativa dá continuidade à colaboração anunciada pelas duas organizações em março. Na ocasião, o UFC divulgou um seminário de dois dias na academia do FBI em Quantico, no estado da Virgínia, voltado a alunos e funcionários da agência.

 

A relação de participantes previstos incluía Justin Gaethje, Jorge Masvidal, Chris Weidman, Claudia Gadelha, Michael Chandler, Manel Kape e Renzo Gracie. Não foi informado se houve pagamento de recursos públicos ao UFC pela atividade.

 

A aproximação ocorre também em meio aos vínculos entre Dana White, presidente e CEO do UFC, e Donald Trump. Amigo de longa data do presidente americano, White o apresentou na Convenção Nacional Republicana de 2024. Em junho deste ano, a organização realizou o UFC Freedom 250 no gramado sul da Casa Branca, na data em que Trump completou 80 anos.

 

O FBI já inclui técnicas de defesa na formação regular de seus agentes. A proposta, porém, não detalha como o programa oferecido pelo UFC se diferenciaria do treinamento conduzido pelos próprios instrutores da agência.

Voo de fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do jato
Foto: Joédson Alves / Agência Brasil

O voo em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fugiu do Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico por meio de uma conta nos Estados Unidos, disse à agência AFP o dono da Baires Fly.

 

A empresa empresa opera o jato que levou o candidato derrotado na eleição presidencial e a família dele a Miami. "Fui contratado por um broker [um intermediário] que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos", afirma o empresário argentino Luis Grande.

 

Segundo ele, o operador, cuja identidade se recusou a revelar, teria transferido US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta em um banco americano. Grande diz não conhecer o verdadeiro contratante.

 

Os jornais The New York Times e The Wall Street Journal publicaram que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor do presidente dos EUA, Donald Trump. A Casa Branca não se pronunciou.

 

A Baires Fly é citada em uma investigação sobre lavagem de dinheiro envolvendo contratos públicos de medicamentos e insumos médicos na Argentina. A suspeita do esquema de corrupção causou, em 2025, escândalo no governo do presidente argentino, Javier Milei.

 

Flávio cruzou a fronteira com a Argentina e, de lá, rumou para a cidade de Miami em um jato particular na madrugada de quarta-feira (28). A fuga ocorreu depois que o parlamentar, alvo de dois inquéritos por lavagem de dinheiro, foi proibido de sair do país e teve seus passaportes cancelados por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).

 

O filho de Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente condenado e preso por tramar um golpe de Estado, não reconheceu sua derrota nas urnas para o presidente Lula (PT). Ainda no domingo (25), o ex-postulante do PL discursou criticando a prorrogação do horário de votação —pedido que sua campanha também fez ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

 

Depois de ser intimado pela Polícia Federal na segunda-feira (26), afirmou que nunca pensou em sair do Brasil, que entregaria os passaportes e que pediria a cassação da chapa vencedora. Na quarta-feira (28), já em Miami, divulgou várias versões de uma carta golpista em que disse que lideraria a oposição a partir dos EUA.

 

Grande, da Baires Fly, disse que o intermediário havia solicitado o voo para segunda (26) e depois o adiou para a tarde de terça-feira (27). Flávio, a esposa e as duas filhas partiram à 0h22 de quarta, do aeroporto argentino de Puerto Iguazú, na fronteira com o Brasil, após passarem pelo controle migratório por terra, segundo autoridades argentinas.

 

Ainda não se sabe como o postulante derrotado, que usou um passaporte italiano para cruzar a fronteira, se deslocou de Brasília até a fronteira no Paraná.

 

Trump evitou responder se reconhece a vitória de Lula. Na quinta-feira (29), o mandatário americano repetiu acusações, sem apresentar provas, de que as eleições teriam sido fraudadas e chamou o pleito de "vergonha".

 

O presidente Lula decidiu não se envolver no enredo político da fuga de Flávio Bolsonaro. A avaliação é de que uma intervenção seria despropositada, porque Flávio estaria se desgastando com a história e, por isso, não haveria sentido em arriscar uma crise diplomática com Trump por causa do adversário político.

Governo dos EUA pediu que Flávio Bolsonaro retirasse termo “presidente eleito” de carta
Fotos: Reprodução / Google Street View / Agência Brasil

O governo dos Estados Unidos pediu ao senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições presidenciais por 4,4 mi de votos, que Flávio retirasse de uma carta divulgada por ele as expressões “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito”. Integrantes do Departamento de Estado alegaram que isso poderia ser interpretado como um rompimento diplomático com o governo brasileiro.

 

Segundo informações publicadas pelo blog do jornalista Valdo Cruz, da GloboNews, nesta quinta-feira (29), o uso dos termos poderia sugerir que o governo norte-americano reconhecia o parlamentar como vencedor do pleito. De acordo com diplomatas ouvidos, a mudança ocorreu após o governo do presidente Donald Trump tomar conhecimento do conteúdo da primeira versão do documento.

 

Apesar de críticas ao processo eleitoral do Brasil, Trump tem mantido interlocução com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, segundo o relato, não pretende reconhecer Flávio como presidente eleito. Aliados do senador afirmaram que a alteração foi apenas um ajuste no texto. A informação sobre a solicitação do governo norte-americano também foi divulgada pela colunista Mariana Sanches, do UOL, e confirmada por diplomatas ouvidos pela GloboNews.

 

Na primeira versão da carta, publicada na quarta-feira (28), Flávio se apresentou como o “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito”. No documento, ele também contestou o resultado do segundo turno e alegou, sem apresentar provas, que houve fraude na eleição.

 

Pouco depois, o senador apagou a publicação e divulgou uma nova versão, na qual substituiu as expressões por “líder do Brasil” e “líder”. Na carta revisada, Flávio agradeceu a Trump e ao presidente da Argentina, Javier Milei, e afirmou estar nos Estados Unidos com a família e em segurança. Ele também negou ter fugido do Brasil, disse ser alvo de perseguição política e declarou que passaria a liderar a oposição a partir do território norte-americano.

Assessor de Javier Milei teria monitorado saída de Flávio Bolsonaro para os EUA
Foto: Reprodução / Clarin

O assessor do presidente da Argentina, Javier Milei, Santiago Caputo, teria acompanhado desde o início a operação que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos, segundo informações do jornal argentino El Clarín publicadas pela Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (28). Caputo esteve em Puerto Iguazú na noite de terça-feira (27), onde o parlamentar embarcou em um avião particular com destino ao exterior. 


De acordo com a reportagem da Folha, fontes do governo argentino afirmaram ao Clarín que Caputo monitorou a operação desde a contratação do voo, realizada por empresas vinculadas à Embaixada dos Estados Unidos junto à companhia aérea argentina Baires Fly S.A. A aeronave utilizada foi um jato executivo Gulfstream G400.

 

A movimentação ocorreu após Flávio deixar o Brasil, apesar de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que entregasse seus passaportes à Polícia Federal (PF). O senador chegou a Miami, na Flórida, na manhã desta quarta-feira, acompanhado da esposa e das duas filhas. 

Flávio Bolsonaro entra nos EUA utilizando passaporte diplomático cancelado pelo STF
Foto: Reprodução / US Customs Border Protection

O senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou a Miami, nos Estados Unidos, na manhã desta quarta-feira (28), utilizando um passaporte diplomático que havia sido cancelado por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada pelo portal g1, com base em uma consulta ao sistema de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês).

 

Segundo o g1, Flávio viajou acompanhado da esposa e das duas filhas. A chegada ocorreu após o parlamentar deixar o Brasil e seguir para a Argentina, de onde embarcou em uma aeronave particular com destino aos Estados Unidos.

 

A Polícia Federal (PF) informou que os passaportes comum e diplomático do senador foram cancelados após uma decisão de Moraes, emitida no domingo (25). Na segunda-feira (26), Flávio foi intimado a entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades no prazo de 24 horas, mas, segundo a corporação, não cumpriu a determinação.

 

O senador também possui cidadania italiana e recebeu um passaporte do país europeu em 2023. Conforme informações do plano de voo obtidas pelo g1, esse documento teria sido utilizado no deslocamento a partir da Argentina.

 

De acordo com o relato publicado pelo portal, Flávio entrou em território argentino na noite de terça-feira (27). As circunstâncias da entrada, porém, apresentam divergências: enquanto autoridades argentinas informaram que o senador chegou por via terrestre, a Polícia Federal brasileira suspeita que ele tenha utilizado uma aeronave particular.

PF suspeita que Flávio Bolsonaro teve apoio do governo Milei para viajar aos EUA
Fotos: Reprodução / Agência Brasil / CNN

A Polícia Federal (PF) investiga a suspeita de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) contou com apoio do governo do presidente argentino Javier Milei para deixar o Brasil e viajar aos Estados Unidos. O parlamentar, derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, desembarcou em Miami nesta quarta-feira (28), após passar pela região da Tríplice Fronteira.

 

Segundo informações do jornal O Globo, um dos indícios analisados pelos investigadores é a presença de Santiago Caputo, assessor presidencial argentino próximo de Milei, em Puerto Iguazú, cidade que faz fronteira com Foz do Iguaçu, no Paraná. De acordo com a imprensa argentina, Caputo acompanhou a movimentação de Flávio na região.

 

Parlamentares argentinos de oposição a Milei também pediram, na terça-feira (27), a abertura de investigações para apurar se integrantes do governo colaboraram com a saída do senador brasileiro.

 

EMPRESA SUSPEITA
A viagem de Flávio e de familiares aos Estados Unidos teria sido realizada em um jato particular Gulfstream G400, de prefixo LV-JQW, operado pela empresa de táxi aéreo Baires Fly. Segundo o jornal argentino La Nación, a contratação da aeronave teria sido intermediada por uma pessoa próxima a Santiago Caputo.

 

A empresa é ligada ao empresário argentino Sergio Daniel Mastropietro, investigado no país vizinho por suspeita de participação em um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo recursos desviados da Agência Nacional de Deficiência (Andis), durante o governo Milei.

 

As suspeitas de desvios são estimadas em mais de 7,8 bilhões de pesos argentinos, o equivalente a aproximadamente R$ 27 milhões. Até o momento, as informações citadas não comprovam que a empresa ou seus responsáveis tenham participado de uma operação para auxiliar Flávio a deixar o Brasil.

 

Segundo informações do Ministério da Segurança da Argentina, Flávio atravessou a fronteira entre Brasil e Argentina pela Ponte Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu a Puerto Iguazú, às 22h50 de terça-feira (27).

 

O governo argentino informou que não havia impedimento legal para a entrada do senador no país. Ele utilizou o passaporte italiano para registrar a saída da Argentina, às 23h52, antes de embarcar no jatinho com destino aos Estados Unidos. A aeronave fez uma escala no Equador antes de seguir para Miami.

 

Os passaportes brasileiros e diplomáticos de Flávio haviam sido cancelados por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, na manhã de segunda-feira (26). A medida atendeu a um pedido da Polícia Federal, que apontou risco de fuga após a derrota eleitoral do senador.

 

Apesar da restrição aos documentos brasileiros, Flávio conseguiu viajar utilizando o passaporte italiano. A entrada nos Estados Unidos também foi autorizada pelo governo do presidente Donald Trump.Em resposta ao O Globo, o Departamento de Estado norte-americano informou que concederia vistos a Flávio e aos familiares e permitiria a entrada deles no país.

 

Nos bastidores, investigadores da PF avaliam que não poderiam adotar medidas mais severas contra o senador sem um mandado de prisão preventiva ou uma ordem de captura internacional em vigor.

 

Flávio é investigado por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas por meio de plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets. Na terça-feira (27), ele também deixou de entregar os documentos exigidos por Moraes dentro do prazo determinado. O descumprimento, contudo, não resultou automaticamente em uma ordem de prisão.

 

A investigação sobre uma possível participação do governo argentino na viagem busca esclarecer as circunstâncias da saída do senador do Brasil. A suspeita de colaboração de autoridades argentinas ainda depende de apuração.

No dia da fuga de Flávio, Valdemar e Michelle posam para foto e seguidores questionam o motivo da alegria
Foto: Reprodução Redes Sociais

No meio da tarde desta terça-feira (27), enquanto o senador Flávio Bolsonaro desembarcava nos Estados Unidos após fugir do Brasil pela Argentina, a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, se reuniu com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e ao final da conversa, ambos posaram sorridentes para uma foto. 

 

Nas suas redes sociais disse que recebeu Michelle para uma “conversa sobre o futuro do nosso partido e os desafios que temos pela frente”. A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro foi eleita senadora pelo Distrito Federal, e tomará posse no cargo em 1º de fevereiro do ano que vem. 

 

O presidente do PL, na postagem sobre o encontro, não fez qualquer referência a Flávio Bolsonaro, e falou sobre a necessidade de união no partido, que saiu das urnas com as maiores bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado. 

 

“Seguimos unidos, com diálogo, responsabilidade e compromisso com o Brasil”, disse Valdemar. 

 

Já Michelle Bolsonaro não fez postagens sobre o encontro com Valdemar. A postagem recebeu mais de 1200 comentários no Instagram, muitos com críticas a uma suposta “alegria” de Valdemar e Michelle na foto. 

 

“Só acho que é muita felicidade em meio a turbulência que estamos”, disse Nika Costaval.

 

“O líder é Flávio Bolsonaro, é bom não esquecer”, afirmou um perfil de nome “Jovens de Direita”. 

 

“Nunca vi ela sorrindo tanto”, afirmou o internauta Renanfp16. 

 

“Abandonaram Flávio”, retrucou Cristiane P Brasil.
 

Governo Trump concederá vistos a Flávio Bolsonaro e família após fuga do Brasil
Fotos: Reprodução / The White House [A Casa Branca] / Agência Brasil

O governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, está ciente da ida do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao país e concederá vistos para que ele e seus familiares permaneçam em território americano. A informação foi confirmada por uma autoridade da Casa Branca à Folha de S.Paulo nesta terça-feira (27).

 

Segundo pessoas próximas à família Bolsonaro, Flávio chegou aos Estados Unidos por volta das 16h20, acompanhado da mulher, Fernanda, e das duas filhas. A viagem ocorreu dois dias após o senador perder a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

De acordo com um americano ligado ao governo Trump e uma pessoa próxima ao senador, a operação para viabilizar a saída do Brasil contou com a participação do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Inicialmente, aliados de Flávio afirmaram que o governo americano concederia asilo político ao parlamentar.

 

As informações foram confirmadas pelo jornal Folha de S. Paulo, a expectativa é que o senador conceda uma entrevista à imprensa nesta quarta-feira (28), em local ainda não divulgado, segundo um aliado.

Trump volta a afirmar que eleições no Brasil pareceram fraudadas: “Não gostei, não me pareceu muito bom”
Fotos: Reprodução / The White House [A Casa Branca] / Agência Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a declarar nesta terça-feira (27), durante comício realizado no Texas, que as eleições no Brasil foram fraudadas. A declaração ocorreu no contexto de críticas dirigidas ao partido opositor norte-americano.

 

“Eles fraudam muito bem. São os maiores fraudadores de eleições da história. Embora o Brasil também esteja fazendo um bom trabalho nisso, não é? Eu não tomei partido, não gostei, não me pareceu muito bom”, alega Trump.

 

A aparição no Texas faz parte de uma intensa agenda de viagens do presidente às vésperas das Eleições de Meio de Mandato (Midterms), marcadas para 3 de novembro. Trump tem realizado comícios quase diariamente com o objetivo de incentivar a participação dos eleitores e manter o controle republicano no Congresso.

 

Em discursos que chegam a durar 90 minutos, o presidente defende suas políticas econômicas, celebra o público presente, zomba de manifestantes e realiza comentários pessoais sobre aliados políticos. As informações foram confirmadas pela CNN Brasil. 

Lula critica Flávio Bolsonaro por fugir para os Estados Unidos: "Ou deve ou tem medo de alguma coisa"
Foto: Reprodução Youtube

O senador Flávio Bolsonaro (PL) pode ter saído do Brasil e viajado aos Estados Unidos por “dever” alguma coisa ou por medo. A opinião foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao fazer um discurso para apoiadores nesta terça-feira (27), em frente ao Palácio da Alvorada. 

 

“O cidadão que sai escondido do seu país é porque deve alguma coisa ou tem medo de alguma coisa. E não vá dizer lá fora que o Brasil não tem democracia. Se não tivesse democracia, um miliciano não poderia ser candidato à Presidência. Lamento a falta de respeito que ele teve com eleitores dele e com a democracia”, disse Lula.

 

O presidente criticou a decisão de Flávio Bolsonaro de fugir para os Estados Unidos, em uma operação que passou por uma saída clandestina do Brasil. O senador não entregou seu passaporte à Polícia Federal, conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e teria ingressado na Argentina pela cidade de Puerto Iguazu, para depois pegar um avião com destino aos EUA. 

 

Na sua fala aos apoiadores que foram ao Palácio comemorar o seu aniversário de 81 anos, Lula também falou sobre o momento em que foi preso, durante a operação Lava-Jato, e fez uma comparação ao momento atual e à fuga de Flávio Bolsonaro.

 

“Eu fico imaginando a culpa, a confiança do cidadão que perde eleição e foge do seu país. Quando fui acusado, tive muito convite para sair do Brasil e ir para embaixada. Resolvi ficar no Brasil e me entreguei à PF porque queria desmascarar meus acusadores e provar minha inocência. E estou aqui pro quarto mandado. Quem não deve não teme”, discursou Lula.
 

Após fuga, aliado de Trump confirma chegada de Flávio Bolsonaro aos EUA
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou aos Estados Unidos em segurança nesta terça-feira (27), segundo informou o advogado mexicano Simón Levy, ligado ao movimento Make America Great Again (MAGA), do presidente norte-americano Donald Trump.

 

Em uma publicação na rede social X, por volta das 15h20, Levy afirmou que o senador havia chegado ao país sem problemas. “Como relatei há algumas horas, Flávio Bolsonaro chegou em segurança aos Estados Unidos”, escreve o advogado.

 

Confira postagens do aliado trumpista: 

 

A viagem ocorre três dias após a derrota de Flávio para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25). Até o momento, as informações divulgadas não detalham o motivo da viagem, o tempo de permanência do senador nos Estados Unidos nem a agenda prevista para a visita.

Michelle Bolsonaro confirma a aliados que Flávio deixou o Brasil
Foto: Reprodução

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) confirmou a aliados, nesta terça-feira (27), que o enteado Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou o Brasil. A apuração é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

 

Segundo apurou a coluna, Michelle foi procurada por aliados para saber o paradeiro de Flávio e confirmou a pelo menos dois deles que o enteado havia deixado o país.

 

Flávio fugiu com a esposa, Fernanda, e as duas filhas para os Estados Unidos, onde deve pousar na tarde desta terça-feira.

 

A fuga foi organizada pelo senador brasileiro de última hora com a ajuda de um grupo restrito de aliados no Brasil e nos Estados Unidos. O objetivo era evitar vazamentos.

 

Aliados de Flávio informaram à coluna que o senador entrará oficialmente com um pedido de “asilo político” junto ao governo Trump assim que chegar em território americano.

Erika Hilton afirma que vai pedir à Justiça o bloqueio de bens e da conta bancária de Flávio Bolsonaro
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) anunciou em suas redes sociais, nesta terça-feira (27), que deve ingressar na Procuradoria-Geral da República (PGR) e no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedidos de bloqueio de bens do senador Flávio Bolsonaro (PL). A deputada vai requer o bloqueio das contas bancárias do ex-candidato a presidente e também da esposa dele. 

 

Erika Hilton, na postagem que fez, chamou Flávio Bolsonaro de “traidor da pátria”, e acusou a candidatura presidencial de ser uma tentativa de blindagem da justiça. 

 

“Fica cada dia mais evidente que Flávio Bolsonaro não concorreu à presidência para liderar esse país. Flávio Bolsonaro zerou o Código Penal, estava na máfia do Vorcaro, protegia milicianos e defendia um assassino de criança”, afirmou a deputada. 

 

O pedido feito pela deputada após a repercussão de uma possível fuga do senador Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos. A Polícia Federal apura se o ex-candidato teria entrado na Argentina sem passar pela imigração, e de lá tomado um avião rumo aos Estados Unidos.

 

Diante da possibilidade dessa saída de Flávio Bolsonaro do país, a deputada afirma que suas ações tem como objetivo impedir que o senador use seus recursos para tentar, dos Estados Unidos, desestabilizar o governo do presidente Lula e a justiça brasileira.

 

“O mal deve ser cortado na raiz o mais rápido possível. Flávio não deve ter acesso a um real do dinheiro público que o sustentou nos últimos 30 anos”, defendeu Erika Hilton.

Milei diz que Flávio não entrou na Argentina; Prazo dado por Moraes para entrega de passaporte expirou
Foto: Redes Sociais Milei

Em nota oficial divulgada no meio da manhã desta terça-feira (27), o governo argentino negou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tenha entrado no país. O governo Milei informou que a Direção Nacional de Migrações não registra nenhuma entrada do ex-candidato a presidente na Argentina.

 

“Devido à escalada midiática pela presença de um avião privado no Aeroporto Internacional de Iguaçu, as autoridades procederam a iniciar os controles correspondentes à aeronave e à tripulação. Finalmente, constatou-se que a documentação da empresa está em ordem e não foi apresentado nenhum plano de voo que inclua a família Bolsonaro’, diz a nota do governo argentino. 

 

O governo argentino fez referência ainda, em sua nota, à empresa Baires Fly, dona da aeronave Gulfstream G400, que supostamente levaria Flávio Bolsonaro de Puerto Iguazu até os Estados Unidos: “Constatou-se que a documentação da empresa está regular e não foi apresentado nenhum plano de voo que inclua a família Bolsonaro”.

 

A informação sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro do Brasil foi feita inicialmente pelo site argentino “Infobae”. O site afirmou que o ex-candidato a presidente teria chegado de madrugada à cidade de Puerto Iguazu, na fronteira com o Brasil, e de lá seguiria em um jatinho particular para os Estados Unidos. 

 

Além da suspeita de ter fugido do Brasil pela Argentina, até as 12h o senador Flávio Bolsonaro ainda não havia apresentado seu passaporte à Polícia Federal. O prazo dado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para a entrega do documento à PF expirou no final da manhã. 

 

A Polícia Federal agora busca informações com autoridades da Argentina para checar se Flávio Bolsonaro viajou para o exterior por meio de algum aeroporto do país vizinho. A PF já apurou até aqui que o senador do PL não passou por nenhum ponto regular de migração brasileira nas últimas horas, embora admitam que é possível cruzar a fronteira sem passar por fiscalização.

 

Sites de notícias da Argentina afirmam que Flávio Bolsonaro teria entrado na Argentina à noite e caminhando, entre as 21h e 22h. O senador não registrou seu ingresso na imigração. 
 

Geraldo Alckmin rebate afirmação de Donald Trump de que eleição no Brasil "pareceu fraudada"
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a eleição brasileira “pareceu fraudada”, foi criticada nesta segunda-feira (26) pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Em entrevista a uma emissora de TV, Alckmin defendeu o diálogo como forma de reaproximar o governo Lula da administração do presidente republicano.

 

“Olha, totalmente equivocada, né? Primeiro não se interfere na política de outro país. Essa é uma regra basilar. Segundo não tem nenhum referencial para dizer isso. Aliás, o Brasil é um exemplo pro mundo. De urna eletrônica, de segurança jurídica. Democracia é assim. Você ganha eleição, você perde a eleição, é o povo que decide. Mas o caminho é o da negociação”, reforçou Alckmin.

 

Nesta segunda, Donald Trump, ao falar com a imprensa, criticou o processo democrático brasileiro, mas, ao mesmo tempo, evitou dizer se irá tomar alguma atitude em apoio ao candidato Flávio Bolsonaro.

 

“Achei que foi uma situação muito ruim. Não tomei partido, mas pareceu mais uma eleição fraudada”, disse Trump.

 

“Francamente, não tomei partido, mas foi uma imagem péssima para o mundo. É mais uma eleição. Sabe, as eleições precisam ser incontestáveis, e aquilo me pareceu muito ruim. Acompanhei a eleição. Pareceu tão, tão corrupta, tão terrível”, afirmou o presidente norte-americano.

 

Ainda sobre os Estados Unidos, Geraldo Alckmin disse que avançar nas negociações comerciais com o governo Trump será uma das prioridades do quarto mandato do presidente Lula.

 

“Nós, encerrada a eleição, vamos continuar a negociação com os Estados Unidos para ter um bom acordo, estamos abrindo mercado, fizemos acordo Mercosul-Singapura, Mercosul-Nafta, Mercosul-União Europeia, 27 países da Europa, cresceu mais de 30% em 5 meses as nossas exportações para Europa. Estamos bem encaminhados Mercosul-Canadá, tanto é que mesmo com tarifação americano nós estamos batendo recorde de exportação. eleição, é o povo que decide. Mas o caminho é o caminho da negociação”, afirmou o vice-presidente. 
 

VÍDEO: Sem apresentar provas, Trump diz que eleição no Brasil "pareceu fraudada" e afirma que "gosta do Lula"
Fotos: Reprodução / Agência Brasil / The White House [A Casa Branca]

O presidente Donald Trump afirmou, nesta segunda-feira (26), que a eleição presidencial no Brasil "pareceu mais uma eleição fraudada", sem apresentar qualquer indício ou prova que sustentasse a alegação. Logo na sequência, o líder norte-americano declarou que "gosta do Lula" e que se dá bem com o presidente brasileiro.


Confira o momento: 

 

"Eu não tomei partido, mas pareceu mais uma eleição fraudada", disse Trump, sem exibir evidências. "Para mim, pareceu muito ruim", completa. O resultado do segundo turno foi confirmado oficialmente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, na noite do domingo (25).

 

Na votação de domingo, Lula derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando um fato inédito na história do país ao se tornar o primeiro candidato eleito após ter ficado em segundo lugar no primeiro turno. O candidato vitorioso obteve 51,79% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro alcançou 48,21%.

 

Questionado pela imprensa americana sobre possível ação contra o Brasil, Trump respondeu: "Não governo o Brasil, governo os Estados Unidos." Prestes a completar 81 anos nesta terça-feira (27), Lula tornou-se o primeiro presidente brasileiro eleito quatro vezes pelo voto popular.

Governo Trump mandou segurar comunicado reconhecendo resultado da eleição após alegações de Flávio
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O governo de Donald Trump resolveu segurar a publicação de comunicado parabenizando a população do Brasil pela eleição presidencial de domingo (25) após o candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarar que não reconhecia a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pedir a anulação do pleito.

 

O rascunho do comunicado estava pronto no Departamento de Estado dos Estados Unidos, como é de praxe em relação a eleições ao redor do mundo. Mas houve orientação para adiar a publicação e "avaliar" a situação após Flávio dizer, em entrevista na noite de domingo, que teria havido irregularidades por causa da decisão do ministro do Supremo Cristiano Zanin de prorrogar o horário da votação.

 

A apuração é da Folha de São Paulo

 

Indagada, a embaixada dos EUA no Brasil não deu previsão de publicação do comunicado.

 

Em 2022, durante o governo de Joe Biden, os EUA foram um dos primeiros países a cumprimentar o presidente Lula pela vitória no pleito, em meio a acusações de fraude feitas por Jair Bolsonaro (PL).

 

Presidentes de direita da América Latina —incluindo aliados de Donald Trump como Abelardo de la Espriella, da Colômbia, e José Antonio Kast, do Chile, próximos da família Bolsonaro— já parabenizaram o presidente Lula pelo resultado em suas contas oficiais em redes sociais.

 

O governo dos EUA tampouco emitiu comunicado sobre a eleição na Sérvia na noite de domingo, em que o primeiro-ministro Aleksandar Vucic, aliado de Trump, saiu derrotado.

 

 

EUA registram 4,5 mil casos de sarampo em 2026 e dobram número de registros de 2025
Foto: Reprodução / Magnific

Os Estados Unidos contabilizam ao menos 4.588 casos de sarampo em 2026, o dobro do total registrado em todo o ano passado. Dados divulgados nesta sexta-feira (23) pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) apontam ainda a existência de pelo menos 43 surtos da doença no país.

 

Somente nesta semana, foram relatados mais 178 casos. A Pensilvânia está entre os estados mais afetados, com 1.338 registros em um dia, segundo os dados divulgados. Carolina do Sul e Utah também ultrapassaram 500 casos cada.

 

Especialistas atribuem o avanço da doença, entre outros fatores, à queda da cobertura vacinal e ao fortalecimento de movimentos contrários à vacinação. O sarampo é altamente contagioso e pode provocar complicações graves, como pneumonia e encefalite, principalmente em crianças pequenas.

 

A principal forma de prevenção é a vacina tríplice viral, aplicada em duas doses na infância, aos 12 e 15 meses. Em situações de surto, autoridades de saúde podem recomendar medidas adicionais de vacinação. Até o momento, três mortes relacionadas ao sarampo foram confirmadas nos Estados Unidos.

Fifa confirma Estados Unidos como sede da 1ª Copa do Mundo de Clubes Feminina
Foto: Divulgação / Fifa

A Fifa divulgou o país que sediará a Copa do Mundo Feminina de Clubes. O evento está marcado para 2028 e, assim como a edição masculina, acontecerá nos Estados Unidos. A decisão ocorreu em reunião do Conselho da Federação Internacional de Futebol, realizada em Zurique no dia 15 de outubro, mas foi oficializada na tarde desta quinta-feira (22).

 

Em nota oficial, a organização explicou a escolha pelo país: "A decisão levou em conta a experiência do país (EUA) na organização de torneios da Fifa, a maturidade de sua infraestrutura e de seus serviços, bem como o nível de interesse das partes interessadas no futebol feminino no país".

 

Todavia, o torneio terá datas diferentes da última competição. Se o Supermundial masculino foi realizado entre junho e julho, a edição feminina acontecerá em janeiro - mais precisamente entre os dias 5 e 30.

 

Assim como no torneio masculino, o acesso à competição será definido com base nos resultados esportivos dos clubes na principal competição continental de suas respectivas confederações. Até agora, sete equipes estão confirmadas na disputa: Arsenal FC (Inglaterra), Club América (México), FC Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang FC (Coreia do Sul), SC Corinthians (Brasil) e Wuhan Jiangda (China).

Suprema Corte dos EUA impede governo Trump de suspender tratamentos para presos trans
Foto: Molly Riley / White House

A Suprema Corte dos Estados Unidos impediu, nesta quarta-feira (21), que o governo de Donald Trump suspendesse imediatamente tratamentos médicos de afirmação de gênero oferecidos a pessoas transgênero em prisões federais. Com a decisão provisória, as restrições impostas pela administração permanecem suspensas enquanto a disputa judicial continua.

 

A medida pode beneficiar até mil detentos federais diagnosticados com disforia de gênero, que poderão continuar recebendo os cuidados prescritos por profissionais de saúde. Entre os tratamentos estão a terapia hormonal e outros procedimentos relacionados à transição de gênero.

 

A disputa começou após o governo Trump estabelecer novas regras para interromper o financiamento federal desses tratamentos nas prisões. Em janeiro de 2025, o presidente assinou um decreto que proibia o uso de recursos federais para custear procedimentos, medicamentos e outras intervenções destinadas ao tratamento da disforia de gênero.

 

A política foi contestada por três pessoas transgênero sob custódia federal, que alegaram violação à Oitava Emenda da Constituição americana, responsável por proibir punições cruéis e incomuns. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos lamentou a decisão e informou que pretende continuar recorrendo para restabelecer a política do governo. 

Governo Trump indica que Ramagem é imigrante ilegal nos EUA e está em processo de deportação, afirma site
Foto: Polícia da Flórida/EUA/Divulgação

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na trama golpista e que fugiu para os Estados Unidos, passou a ser classificado pelo governo Donald Trump como “imigrante ilegal”. Além disso, o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro responde a um processo de deportação nos EUA.

 

A informação foi dada nesta quarta-feira (21) a partir de uma investigação realizada pela Agência Pública, assinada pelas jornalistas Brenda Medina e Natalia Viana, em parceria com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ). A reportagem afirma que, segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS), responsável pela polícia de imigração americana, Ramagem violou as leis do país ao permanecer em território americano depois do vencimento de sua autorização de estadia. 

 

A reportagem obteve uma resposta oficial do DHS que contradiz a proteção política do governo Trump atribuída por aliados de Ramagem, como o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo. O próprio Ramagem já havia sugerido antes que tinha costas quentes para permanecer nos EUA. 

 

Em um vídeo publicado em novembro de 2025, após o STF ordenar sua prisão, ele disse que estava nos Estados Unidos com o conhecimento do governo americano. “Nas palavras até do governo americano para mim: ‘que bom que temos um amigo que está em segurança a salvo aqui nos Estados Unidos’. Então a gente tem esse apoio dos norte-americanos”, disse o ex-deputado. 

 

Agora, o porta-voz do Departamenrto de Segurança Interna confirma que Ramagem está ilegal no país. Em resposta para a ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), parceiros da Agência Pública nesta investigação, o porta-voz do órgão do governo norte-americano afirmou: 

 

“Em 13 de abril, o ICE prendeu Alexandre Ramagem Rodrigues, um estrangeiro ilegal do Brasil. Ele entrou legalmente no país em 11 de setembro de 2025, em caráter temporário, com permissão para permanecer no país por seis meses, mas optou por permanecer ilegalmente além do prazo autorizado, em violação às leis da nossa nação. Ele foi liberado da custódia do ICE em 15 de abril, enquanto aguarda o resultado do seu processo de deportação”. 

 

Segundo o DHS, “um caso de pedido pendente NÃO confere nenhum tipo de status legal nos Estados Unidos. Se uma pessoa entra ilegalmente no nosso país, ela está sujeita a detenção ou deportação”. O porta-voz reforçou o recado destacando o “NÃO” em caixa alta na resposta. 

 

A reportagem da Agência Pública diz também que o DHS garantiu que Ramagem receberá o devido processo legal. E conclui: “Sob o Presidente Trump e o Secretário Mullin, nossa mensagem é clara: estrangeiros ilegais não são bem-vindos em nosso país”.

 

A Casa Branca chegou a ser procurada pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, mas não respondeu ao pedido de comentário. 
 

VÍDEO: Avião de pequeno porte cai em avenida movimentada nos Estados Unidos
Foto: Divulgação / San José Fire Dept

Um avião de pequeno porte caiu em uma avenida movimentada de San Jose, na Califórnia, nos Estados Unidos, após girar próximo ao solo. O acidente aconteceu no sábado (17), mas as imagens foram divulgadas nesta terça-feira (20) pela emissora americana ABC News. Três pessoas ficaram feridas, mas nenhuma corre risco de morte.

 

O vídeo, registrado por uma câmera veicular, mostra carros parados diante de um semáforo quando a aeronave perde estabilidade e cai em um espaço livre da pista. Apesar da proximidade com outros veículos, ninguém que estava no trânsito foi atingido. O avião, um Cessna 177A Cardinal fabricado em 1968, transportava dois adultos e uma criança.

 

Os três ocupantes foram encaminhados a um hospital por precaução, segundo o Corpo de Bombeiros de San Jose. A queda provocou um pequeno vazamento de combustível, controlado pelas equipes de emergência, além de congestionamento e do fechamento temporário de uma saída da Avenida Alum Rock, na rodovia 680. A aeronave foi retirada do local cerca de três horas depois do acidente.

 

As causas da ocorrência ainda são investigadas. Uma das hipóteses iniciais é que o piloto tenha tentado fazer um pouso de emergência após enfrentar problemas no trem de pouso.

 

ASSISTA: 

Aprovação de Trump cai a 31% e democratas ampliam vantagem para eleições nos EUA
Foto: Molly Riley / White House

A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu para 31%, o menor índice registrado em seus mandatos, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira (19). O levantamento também aponta vantagem de 12 pontos percentuais dos democratas sobre os republicanos na preferência dos eleitores para as eleições legislativas de 3 de novembro.

 

Na chamada votação genérica para o Congresso, 47% dos eleitores registrados disseram que votariam em candidatos democratas, enquanto 35% escolheriam republicanos. A diferença aumentou em relação à pesquisa anterior, realizada duas semanas antes, quando os democratas lideravam por 44% a 37%.

 

Os homens também demonstraram preferência pelos democratas, mas com uma diferença menor. As eleições de meio de mandato serão realizadas em 3 de novembro e definirão a composição da Câmara dos Representantes e de parte do Senado.  A pesquisa foi realizada pela internet com 1.679 adultos norte-americanos, incluindo 1.279 eleitores registrados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para o total de entrevistados e de três pontos para os eleitores registrados. 

Filho de Wesley Safadão e Mileide Mihaile fará intercâmbio em Nova York: "Sofrendo por antecipação"
Foto: Instagram

Mileide Mihaile um tempo longe do filho em 2027. O filho da influenciadora, fruto da relação com Wesley Safadão, fará um intercâmbio para os Estados Unidos no próximo ano. 

 

Em entrevista à Quem, a influenciadora celebrou o novo momento na vida do herdeiro, que completa 16 anos em novembro. Para Mileide, o intercâmbio em Nova York marca uma nova fase na vida, mas a ex-A Fazenda não esconde o lado mãe coruja e a saudade antecipada.

 

"Ele vai em janeiro. Meu coração está despedaçado. Já é um rapaz, já vai voar. E eu fico como? Morrendo de saudade! Nem chegou e já estou sofrendo por antecipação. Eu não sou ciumenta, sou grudada. Eu não tenho ciúme dele; eu tenho grude, tenho apego", disse.

 

Vale lembrar que esta não é a primeira viagem internacional do garoto. Yhudy, que vive com a mãe, já esteve nos EUA neste ano, em uma viagem pela Califórnia. Segundo Mileide, em uma outra entrevista, a escolha de Yhudy por Nova York teve como motivação o fato dele já conhecer a cidade.

 

"Ele vai estudar em Nova York, uma cidade com a qual já se identifica muito. Nós já estivemos lá algumas vezes, ele conhece, gosta bastante e fez essa escolha com muita convicção. Lá pela terceira ou quarta semana, vou dar um pulinho para ver se está tudo bem. Mãe é assim, não tem jeito: a gente deixa ir, mas fica o tempo todo com o coração apertado", pontuou para a Marie Claire.

Kimberly Guilfoyle renuncia ao cargo de embaixadora dos EUA na Grécia após acusações de corrupção por US$ 100 mil
Foto: Reprodução / Republican National Convention

A embaixadora dos Estados Unidos na Grécia, Kimberly Guilfoyle, renunciou ao cargo nesta terça-feira (13) a pedido da Casa Branca. A diplomata está no centro de um escândalo político após a imprensa americana divulgar acusações de corrupção e conduta imprópria, envolvendo um depósito de US$ 100 mil (aproximadamente R$ 560 mil) feito por um doador republicano para quitar dívidas pessoais e faturas de cartão de crédito.

 

O jornal The Wall Street Journal revelou o caso e aponta alegações de que Guilfoyle teria oferecido acesso privilegiado a integrantes do governo dos EUA em troca de compensações financeiras e custeio de viagens de luxo por empresários gregos antes de sua sabatina de confirmação no Senado.

 

Em pronunciamento, a porta-voz da Casa Branca, Katie Zacharia, confirmou publicamente o pedido para que a diplomata deixasse o posto diplomático em Atenas, que ela ocupava desde o final de 2025. Antes de embarcar para um compromisso de campanha, o presidente Donald Trump comentou a decisão a jornalistas, afirmando ter ficado descontente com o teor das matérias veiculadas.

 

Apesar da saída forçada, a Casa Branca manteve um tom formal no anúncio, classificando a ex-embaixadora como uma profissional colaborativa durante o período em que esteve na função. As informações foram confirmadas pelo jornal O O Estado de S. Paulo.

Infantino recebeu R$ 8,6 milhões extra ligado à Copa do Mundo, aponta documento
Foto: Reprodução/Casa Branca

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, recebeu US$ 1,72 milhão (cerca de R$ 8,6 milhões) em 2024 por meio da organização responsável pela Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, segundo documentos obtidos pela ESPN. O pagamento não teria sido incluído no relatório anual da entidade referente àquele ano. A Fifa nega irregularidades e afirma cumprir todas as exigências de transparência.

 

De acordo com a reportagem, registros da própria Fifa e da Receita Federal dos Estados Unidos (IRS) apontam que o valor foi pago pela FWC 2026, estrutura criada pela entidade para administrar e organizar o torneio na América do Norte.

 

A quantia foi recebida além do salário e dos benefícios pagos diretamente pela Fifa a Infantino em 2024, que somaram aproximadamente US$ 4,9 milhões (R$ 24,5 milhões). A ESPN aponta que a ausência do pagamento adicional no relatório anual pode representar uma violação dos estatutos da entidade, que determinam a divulgação pública da remuneração individual do presidente, dos integrantes do Conselho e do secretário-geral.

 

Em resposta, a Fifa rejeitou as acusações e afirmou que não paga um segundo salário ao presidente. A entidade também declarou que a remuneração anual de Infantino e os demais benefícios contratuais são estabelecidos por um Subcomitê de Remuneração independente.

 

"A Fifa rejeita veementemente quaisquer alegações de que não tenha divulgado informações financeiras ou de que tenha violado seus estatutos. As contas da Fifa são auditadas de forma independente, e todas as declarações estão em conformidade com as normas tributárias da Suíça, dos Estados Unidos e de outros países", afirmou a entidade em comunicado.

 

A federação acrescentou que está concentrada na reunião do Conselho da Fifa, prevista para quinta-feira, e que pretende discutir com seus integrantes maneiras de ampliar o alcance do futebol após a Copa do Mundo de 2026.

 

O caso representa mais uma controvérsia envolvendo Infantino, que está à frente da Fifa desde 2016. Em julho, o dirigente também foi alvo de críticas por um projeto, posteriormente abandonado, que previa a venda a investidores privados de uma participação de 20% na Copa do Mundo.

Selma Blair é presa após agredir comissários em voo para Nova York
Foto: YouTube

A atriz norte-americana Selma Blair, de 54 anos, foi detida na noite do último domingo (11) a bordo de um voo da Delta Air Lines que fazia o trajeto entre Los Angeles e Nova York, nos Estados Unidos, após tentar ferir comissários da companhia aérea.

 

De acordo com a agência Associated Press (AP), e os sites Page Six, a atriz Selma foi presa após tentar abrir a porta de um avião durante um voo. De acordo com a Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey, a polícia foi acionada após relatos de comportamento agressivo de uma passageira no voo 938.

 

Na ocasião, o piloto pediu que profissionais de saúde e policiais aguardassem a aeronave no aeroporto JFK (John F. Kennedy). Quando o avião pousou, os agentes detiveram a atriz.

 

Segundo relatos dos veículos, Selma teria agredido dois comissários de bordo, atingindo um deles com um soco e mordendo o outro. Os dois profissionais relataram ferimentos e foram atendidos em um hospital. A atriz também foi encaminhada para atendimento médico após o episódio.

 

Em declaração à imprensa, um representante de Selma afirmou que ela passou por uma emergência médica que teria provocado o comportamento relatado. A Delta Air Lines, linha aérea em que aconteceu o incidente, também se manifestou e ressaltou que não tolera comportamentos indisciplinados ou ilegais, destacando que a segurança dos passageiros e da tripulação é prioridade.

 

Vale lembrar que este não é o primeiro episódio agressivo de Selma em um voo. Em 2016, durante uma viagem de Cancún, no México, para Los Angeles, a atriz precisou de atendimento e foi retirada da aeronave em uma maca. Na época, afirmou que havia misturado álcool com medicamentos, combinação que, segundo ela, provocou uma perda de controle e a levou a fazer declarações das quais se arrependeu.

Menina de 4 anos é torturada e morta após ser mergulhada em lago gelado nos EUA
Foto: Divulgação / Gabinete do Xerife do Condado de Benton

Jessica Joy Mast, de quatro anos, morreu em dezembro de 2020, no Missouri, nos Estados Unidos, após ser espancada e mergulhada repetidamente em um lago gelado por vizinhos que alegavam que sua família estava possuída por demônios. Nesta segunda-feira (5), Kourtney Taylor Aumen, de 27 anos, se declarou culpada de homicídio em segundo grau e agressão em primeiro grau pela morte da menina, em uma audiência judicial.

 

PAIS FORAM AMEAÇADOS PARA ASSISTIR AS AGRESSÕES

Segundo os promotores, Aumen e Ethan Mast, de 41 anos, convenceram os pais da criança de que Mary Mast estava possuída por um demônio e de que os filhos também poderiam ser dominados por espíritos malignos. A dupla teria espancado Jessica e seu irmão, de dois anos, antes de mergulhar a menina repetidamente em um lago com água a aproximadamente 4°C. Os pais, James e Mary Mast, teriam sido ameaçados de agressão e morte a tiros caso tentassem intervir.

 

De acordo a imprensa americana, Jessica foi encontrada morta por um agente do xerife do condado de Benton, chamado à residência após uma denúncia de possível violência doméstica. A menina estava enrolada em um cobertor rosa, com ferimentos abertos e hematomas compatíveis com golpes de cinto. Seu cabelo ainda estava molhado. O xerife Eric Knox descreveu o episódio como um caso de motivação religiosa.

 

OUTROS RESPONSÁVEIS 

Ethan Mast também se declarou culpado de homicídio em segundo grau. James Mast, pai da menina, admitiu homicídio em segundo grau e agressão em primeiro grau em novembro de 2024, mas tentou retirar a confissão. O pedido foi rejeitado por um juiz em abril, e novas medidas foram apresentadas para contestar a declaração. Mary Mast se declarou culpada de colocar em risco o bem-estar de uma criança em 2023.

 

Aumen tem sentença prevista para 21 de dezembro e pode receber uma longa pena de prisão. Os processos contra os pais também integram as medidas judiciais relacionadas à morte da menina.

"Zero de chance de ser deportada", diz Cristian Bell após Belle Daltro receber ameaças nos EUA por apoio a Lula
Foto: Instagram

O influenciador digital e compositor Cristian Bell garantiu que Belle Daltro está segura nos Estados Unidos após a blogueira ser alvo de ameaças por seu posicionamento político nas redes sociais.

 

Em vídeo publicado no Instagram, Bell citou o perfil de Mr. Souza, que fez vídeos contra Belle e chegou a afirmar ter denunciado a baiana ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), por seus vídeos a favor de Lula.

 

 

Segundo Cristian, uma pessoa teria ido até o hotel onde Belle está hospedada. O influenciador afirmou que conseguiu identificar a empresa onde o rapaz trabalha e cobrou um posicionamento da companhia, além de ter tomado providências para levar o caso às autoridades norte-americanas.

 

"Todo mundo pode dar opinião política, a gente vive numa democracia. Só que o cara está ameaçando, foi no hotel da minha irmã, procura ela. Isabelle tem 0% de chance de ser deportada por expressar a opinião dela", disse.

 

De acordo com o blogueiro, a família ainda pretende processar os envolvidos nos Estados Unidos. "A gente vai processar eles lá. Ninguém pode ser perseguido lá, coagido, que é o que eles estão fazendo, em hipótese alguma."

 

MOVIMENTAÇÃO DE BELLE DALTRO
Os vídeos feitos por Belle Daltro a favor do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começaram a viralizar logo após o resultado do primeiro turno, que levou o petista para uma disputa direta contra Flávio Bolsonaro (PL).

 

Dona de um perfil com mais de 5 milhões de seguidores, a blogueira, que não esteve presente no primeiro turno das Eleições 2026 devido a uma viagem de férias para os Estados Unidos, fez uma sequência de vídeos declarando apoio a Lula.

 

A influenciadora foi abraçada pelo público e passou a ser mais ativa politicamente no perfil, fazendo novos vídeos e "furando a bolha."

 

“Vou começar falando logo com você, adolescente, que na última eleição tinha 12, 13 anos e não votava. Agora você está achando que milionário é para você?”

Sobrevivente de injeção letal nos EUA não se lembra da tentativa de execução, diz médico
Foto: Divulgação

A americana Christa Pike, de 50 anos, não guarda lembranças da tentativa de execução por injeção letal à qual foi submetida na prisão de segurança máxima Riverbend, no Tennessee (EUA). Consciente e em processo de recuperação após receber 2 doses da substância pentobarbital, ela permanece hospitalizada, acorrentada à maca por questões de segurança e sob acompanhamento médico.

 

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, o caso é considerado clinicamente inédito por especialistas, uma vez que Pike é a primeira pessoa registrada a sobreviver após a administração efetiva de doses letais em uma execução.

 

O médico Joel Zivot, integrante da equipe de assessoria jurídica da condenada, explicou que ela já consegue conversar e reconhecer onde está, mas ressaltou que serão necessárias semanas para avaliar a extensão de eventuais lesões cognitivas e físicas provocadas pelo procedimento.

 

Condenada pelo assassinato de Colleen Slemmer em 1995, Pike cumpre pena no corredor da morte há cerca de 3 décadas. Diante da falha no procedimento, seus advogados acionaram o governador do Tennessee, Bill Lee, solicitando a comutação da sentença para prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional, além da preservação das provas e substâncias utilizadas na sessão.

 

O episódio gerou forte repercussão política e institucional no estado. O governador Bill Lee determinou a suspensão de todas as execuções previstas até o fim do ano e ordenou uma investigação independente sobre as falhas no protocolo de injeção letal, fato que motivou a renúncia do comissário do Departamento de Correções, Frank Strada.

 

A evolução médica de Pike será decisiva para o futuro do processo, já que a legislação dos EUA proíbe a execução de réus que não possuam compreensão racional de sua condenação.

Trump afirma que merece receber o Prêmio Nobel da Paz em 2026: "Fiz coisas que ninguém mais jamais fez"
Foto: Daniel Torok / White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar nesta quarta-feira (7) que merece receber o Prêmio Nobel da Paz. A declaração ocorre dois dias antes do anúncio do vencedor da edição de 2026, marcado para sexta-feira (9), em Oslo, na Noruega.

 

Trump citou ações de seu governo em conflitos internacionais e afirmou ter evitado uma possível “destruição total do mundo”. Segundo o presidente, ele também teria encerrado oito guerras, mas não especificou quais seriam os conflitos.

 

O republicano ainda mencionou a atuação dos Estados Unidos nas negociações envolvendo Israel e o Hamas. Ele afirmou ter conseguido trazer de volta todos os reféns israelenses sequestrados pelo grupo. “Fiz coisas que ninguém mais jamais fez. Não estou me gabando, estou apenas relatando os fatos”, declarou Trump.

 

Trump defende publicamente sua candidatura ao Nobel há pelo menos um ano. Em 2020, ele já havia sido indicado ao prêmio por seu papel nas negociações que resultaram nos Acordos de Abraão, entre Israel e Emirados Árabes Unidos. O Comitê Norueguês do Nobel, responsável pela escolha, mantém em sigilo os nomes dos indicados por 50 anos. O vencedor de 2026 será anunciado na sexta-feira (9).

Flávio diz que Brasil fará parte do Escudo das Américas
Foto: White House / Divulgação

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que vai incluir o Brasil no Escudo das Américas, iniciativa de cooperação de segurança liderada por Donald Trump com aliados na América Latina. 

 

A declaração foi feita em uma entrevista com o presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella. A conversa entre os dois foi publicada nesta quarta-feira (7) pelo perfil do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, três dias após Flávio ir ao segundo turno à frente de Lula (PT).

 

Em dado momento, o senador fala que "se Deus quiser, teremos maioria no Congresso brasileiro", o que sugere que a reunião foi realizada antes do pleito.

 

"Eu vou com muita vontade e muita honra querer fazer parte também do Escudo das Américas, para fazer uma cooperação com a Colômbia e com outros os demais países que queiram se unir para combater essas facções narcoterroristas", afirmou o senador.

 

"[Traficantes] estão muito preocupados com a minha eleição e têm que ficar mesmo, porque vou implementar um regime muito duro aqui no Brasil e vou precisar muito conversar com o senhor para termos esse intercâmbio de informações: quando um criminoso da Colômbia estiver no Brasil será um grande prazer para mim como Presidente da República prendê-lo e entregá-lo ao senhor, assim como eu quero que o senhor entregue os bandidos brasileiros", disse.

 

A proposta já é tratada como definida por aliados próximos de Flávio, como seu irmão Eduardo, próximo do governo Trump. Procurado, o Departamento de Estado afirma apenas que essa é uma decisão do governo brasileiro. A campanha do senador tem se referido à possibilidade apenas como desejo e afirmado que Eduardo e outros aliados não falam por Flávio.

 

Em setembro, na Assembleia Geral da ONU, o grupo de países do continente que fazem parte do Escudo das Américas realizou uma reunião com Trump em Nova York para assinar uma nota conjunta a fim de classificar grupos criminosos (incluindo os brasileiros PCC e CV) como terroristas.

 

Os países que assinaram a declaração foram Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago. 

Ex-American Idol é condenado à prisão perpétua por matar a esposa nos Estados Unidos
Foto: Instagram

O cantor Caleb Flynn, de 40 anos, conhecido por ter participado da edição de 2013 do American Idol, foi condenado à prisão perpétua acusado de assassinar a própria esposa, Ashley Flynn, de 37 anos, dentro da casa onde moravam, em Tipp City, Ohio, nos Estados Unidos.

 

As informações são do site BBC. Flynn foi preso em fevereiro, quatro dias após o crime, após uma denúncia de suposta invasão de propriedade foi feita por vizinhos.

 

De acordo com a publicação, o crime aconteceu enquanto as filhas do casal dormiam. O cantor foi considerado culpado no fim de setembro por homicídio qualificado.

 

Segundo o veículo, Flynn tentou alegar que invasores haviam atirado na esposa, e chorou no tribunal quando o júri anunciou o veredito.

 

O ex-American Idol foi condenado pelas outras oito acusações que pesavam contra ele, como homicídio qualificado e adulteração de provas, além de uma música que, segundo os promotores, foi escrita por ele e dedicada à mulher com quem mantinha um caso extraconjugal.

 

Flynn, que foi condenado a prisão perpétua, ainda recebeu sentença de 9 anos de prisão por adulteração de provas e 7 anos de prisão por agravantes relacionados ao uso de arma de fogo.

Eleições: Marco Rubio afirma que Donald Trump acompanhará segundo turno entre Lula e Flávio
Foto: Reprodução

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, comentou, nesta segunda-feira (5), o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras, que confirmou a disputa do segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcada para 25 de outubro.

 

"Foi para o 2º turno e todos esperavam que isso fosse acontecer. Vamos ver como as coisas se desenrolam", disse Rubio.

 

O secretário americano indicou ainda que o presidente Donald Trump acompanhará o confronto entre os dois candidatos ao Palácio do Planalto. Rubio, no entanto, não citou o nome de nenhum dos dois.

Idosa processa hospital nos EUA após ter a perna errada amputada durante cirurgia
Foto: Reprodução / Google Street View

Uma moradora de Ohio, nos Estados Unidos, entrou com uma ação judicial contra o Selby General Hospital após ser vítima de um erro médico grave. Sharon Jacks, de 74 anos, foi submetida à amputação de sua perna esquerda durante uma cirurgia programada na qual apenas a perna direita estava autorizada para remoção.

 

De acordo com o processo, a intervenção cirúrgica original estava agendada para setembro de 2025 e previa a amputação da parte inferior da perna direita, abaixo do joelho. O procedimento havia sido recomendado como parte do tratamento de um carcinoma de células escamosas, um tipo de câncer de pele. Contudo, a equipe cirúrgica realizou a amputação no membro errado.

 

Em decorrência do erro, 4 meses após a cirurgia inicial, a paciente precisou passar por um novo procedimento em outro hospital para remover a perna correta. Segundo o advogado da vítima, Brad Layne, a segunda cirurgia foi necessária "para completar o tratamento previsto".

 

FALHAS NO PROCEDIMENTO
A queixa detalha múltiplos danos físicos e emocionais sofridos pela vítima, incluindo lesão física, incapacidade permanente, dor e sofrimento, sofrimento emocional, humilhação, perda do prazer de viver e despesas médicas. A ação classifica a atuação do hospital e das equipes médica e cirúrgica como negligência grave e conduta imprudente, sustentando que os réus "agiram de forma intencional, irresponsável, imprudente, maliciosa e com desprezo consciente pela certeza substancial de uma lesão catastrófica".

 

O documento aponta ainda que as falhas ocorreram a despeito da realização de checagens prévias de segurança. O texto cita que a equipe cumpriu 2 "time-outs", pausas obrigatórias para confirmação da identidade do paciente, do procedimento e do local correto, mas, ainda assim, prosseguiu com a cirurgia no membro incorreto.

 

Em pronunciamento enviado à emissora WBNS-TV, o Selby General Hospital reconheceu a falha e declarou que o episódio deixou a instituição "triste e abalada". O hospital admitiu que "foi um evento evitável e que nossos procedimentos esperados de sala de cirurgia não foram seguidos".

 

A instituição informou também que adotou medidas administrativas contra os profissionais envolvidos. "Os envolvidos foram responsabilizados por suas ações e não estão mais em seus cargos", diz o hospital em nota. As informações foram confirmadas pelo portal Uol. 

Trump quer financiar grupos contra STF no Brasil, diz jornal
Foto: Reprodução / Agência Brasil

 

O governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, planeja destinar US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,2 milhões) a iniciativas no Brasil contrárias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada pelo jornal britânico The Guardian.

 

Segundo a reportagem, o recurso faz parte de um pacote de US$ 176,9 milhões (aproximadamente R$ 916,4 milhões) do Fundo de Direitos Humanos dos Estados Unidos. A verba seria distribuída entre 43 projetos em diferentes países.

 

No documento obtido pelo jornal, a iniciativa brasileira é descrita como "combate ao uso abusivo do sistema de Justiça e à censura no Brasil". A legislação que autoriza o fundo determina que os recursos sejam destinados até 30 de setembro. Segundo The Guardian, o governo Trump pressionou para que os repasses fossem realizados poucas horas antes do fim do prazo.

 

Entre os projetos previstos estão ainda US$ 2 milhões  (R$ 10,4 milhões) para uma iniciativa apresentada como de proteção a cristãos na Nigéria e outros US$ 2 milhões para ações contra o que o governo americano classifica como "ideologia de gênero" em países da Europa.

 

Também estão previstos recursos para iniciativas relacionadas à imigração, ao combate a um suposto racismo contra brancos na África do Sul e a projetos que contestam a credibilidade de veículos de imprensa.

 

O Departamento de Estado não informou ao jornal se os bloqueios foram efetivamente ignorados. Em nota, afirmou que os programas ainda estavam em "deliberação ativa" e que os beneficiários passariam por um processo de verificação.

 

A divulgação ocorre poucos dias antes do primeiro turno das eleições brasileiras, marcado para domingo (4). O período também é marcado por discussões sobre uma possível interferência estrangeira no processo eleitoral.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou a possibilidade de interferência estrangeira durante discurso na Assembleia-Geral da ONU. Sem mencionar os Estados Unidos, o presidente afirmou que o Brasil voltou a presenciar "ingerência externa em processos eleitorais".

Seleção Brasileira Sub-20 marca no segundo tempo e vence Estados Unidos em amistoso
Foto: Nelson Terme/CBF

A Seleção Brasileira Sub-20 venceu os Estados Unidos por 2 a 0 nesta quinta-feira (1º), na Pinatar Arena, em San Pedro del Pinatar, na Espanha. Igor Felisberto e Heittor balançaram as redes no segundo tempo e garantiram o segundo triunfo da equipe na série de amistosos.

 

Já na segunda etapa, o Brasil seguia com volume ofensivo e, aos 25 minutos, Igor Felisberto avançou pelo corredor esquerdo e cruzou na grande área. Bruninho tentou finalizar, mas não conseguiu. O goleiro De Marzi acabou desviando a bola, mas colocou para dentro da própria meta. Aos 37', foi a vez do meio-campista Erick Belé encontrar Heittor após bom lançamento. O atacante cortou o defensor e bateu na saída do arqueiro para fazer o segundo gol brasileiro e fechar a conta por 2 a 0.

 

Na estreia, o Brasil havia superado a Dinamarca por 4 a 1, também na Pinatar Arena. Com os resultados, a equipe chega ao último compromisso da programação com duas vitórias.

 

O encerramento da série será no domingo (4), diante do México, às 6h (de Brasília). A partida novamente será disputada na Pinatar Arena.

 

Rapper Diddy é isolado em solitária nos EUA após denúncias de regalias na prisão
Foto: YouTube

O cantor Sean Combs, o Diddy, foi isolado em uma unidade especial da a penitenciária federal Fort Dix, nos Estados Unidos (EUA), após denúncias de regalias durante o cumprimento de sua pena.

 

De acordo com a NBC News, a penitenciária federal Fort Dix colocou o rapper na Unidade de Alojamento Especial, área de isolamento com menos circulação e contato humano, após uma reportagem questionar os supostos privilégios recebidos pelo rapper na cadeia.

 

Diddy cumpre pena de cinquenta meses por transporte de pessoas entre estados para fins de prostituição.

 

A publicação afirmava que outros detentos faziam tarefas para o cantor e empresário, como limpar o vaso sanitário, arrumar a cama e lavar suas roupas. Em troca das atividades, a equipe do artista supostamente depositava milhares de dólares em créditos nas contas da cantina dos presos.

 

Ainda segundo a reportagem, o artista estaria recebendo massagens, refeições sofisticadas e bebidas alcoólicas, além de ter contrabandeado um celular para ver fotos íntimas de uma ex-namorada.

 

A equipe de Diddy contestou as acusações. O Bureau of Prisons não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas reconheceu o contrabando de celulares nas penitenciárias, afirmando que esse era um desafio constante enfrentado pelo sistema.

 

De acordo com o TMZ, a previsão de soltura do cantor foi novamente ajustada no processo de remissão de pena da Justiça dos Estados Unidos, e o artista pode deixar o presídio no dia 20 de janeiro de 2028, pouco menos de um mês antes da antiga data prevista, 5 de fevereiro.

Pablo se pronuncia após ser acusado de calote por cancelamento de show nos Estados Unidos
Foto: Instagram

O cantor Pablo e a M&P Produções, escritório responsável pela gestão da carreira do artista, se pronunciaram após a acusação feita pela produtora norte-americana Schuina Productions de calote em dois shows marcados para os Estados Unidos.

 

Por meio de um comunicado divulgado nas redes sociais, a equipe informou que as apresentações marcadas para os dias 2 e 3 de outubro nas cidades de Boston e Newark foram canceladas por problemas no processo do visto.

 

"A equipe do artista estava com viagem programada para esta quarta-feira (30), às 12h. No entanto, durante o processo de imigração, profissionais fundamentais para a realização dos shows tiveram seus vistos negados, enquanto os passaportes de outros integrantes da equipe somente foram disponibilizados hoje."

 

A produtora norte-americana, do empresário Adilson Alves Schuina, afirmou que todas as despesas e o cachê de Pablo foram pagos e que o artista teria se negado a embarcar para as apresentações.

 

“Já foi paga metade do cachê para ele, mais de 88 mil dólares gastos com petição, passagem executiva do Pablo, passagem executiva da mulher do Pablo, passagem executiva do Mário Paim, e simplesmente ele não quis embarcar para fazer a turnê”, disse o empresário.

 

A equipe de Pablo frisou que o cancelamento do show não teve como motivação algo pessoal e que a equipe trabalhou para conseguir embarcar.

 

"É importante esclarecer que a impossibilidade de realização das apresentações decorre de circunstâncias supervenientes e alheias à vontade do artista e de sua equipe, relacionadas exclusivamente ao processo migratório, não decorrendo de qualquer decisão unilateral ou conduta atribuível ao artista e sua equipe."

 

Já o contratante garante que todas as questões com visto foram resolvidas: "Só que é o seguinte: eu tenho provas. Eu tenho documentos, eu tenho as petições aprovadas, eu tenho os passaportes com os vistos, eu tenho os prints do consulado de onde foram retirados os passaportes, tudo certinho. Simplesmente o cantor Pablo e o empresário Mário Paim estão me dando um cano".

 

Pablo e toda a equipe lamentam profundamente o cancelamento dos shows e agradecem a compreensão, o carinho e o respeito do público diante da situação.

Petrobras firma contrato de 22 anos para importação de GNL dos Estados Unidos
Foto: Arquivo / Agência Brasil

A Petrobras fechou um contrato de longo prazo com a Cheniere Marketing para a compra de 800 mil toneladas de Gás Natural Liquefeito (GNL) por ano dos Estados Unidos. O acordo, anunciado nesta terça-feira (29), terá duração de 22 anos. A contratação é a segunda realizada pela estatal em cerca de um mês.

 

A Petrobras afirma que os contratos de longo prazo fazem parte da estratégia para reduzir a exposição às oscilações do mercado spot, formado por operações de curto prazo e mais sujeitas às variações de preço. Segundo a companhia, o novo acordo também busca ampliar a flexibilidade e a segurança no atendimento à demanda brasileira, além de fortalecer a gestão de riscos do portfólio de gás natural.

 

O GNL é obtido por meio do resfriamento do gás natural até que ele passe ao estado líquido. Nesse processo, o volume é reduzido em cerca de 600 vezes, permitindo o transporte por navios sem a necessidade de uma conexão por gasodutos entre os países.

 

No Brasil, o gás natural é utilizado como combustível por termelétricas, residências e indústrias, além de servir como matéria-prima para diferentes atividades. A Cheniere Energy, controladora da Cheniere Marketing, opera os terminais de liquefação Sabine Pass, na Louisiana, e Corpus Christi, no Texas.

 

No fim de agosto, a Petrobras já havia firmado um acordo semelhante com a Sempra Infrastructure para adquirir 800 mil toneladas anuais de GNL durante 20 anos. O fornecimento será realizado a partir do Terminal de Liquefação de GNL de Port Arthur, no Texas.

Condados da Flórida decretam estado de emergência após surto de dengue
Foto: Reprodução / Magnific

Três condados da Flórida, nos Estados Unidos, declararam estado de emergência diante de um surto de dengue considerado incomum pelas autoridades de saúde. Hillsborough e Pinellas adotaram a medida na quinta-feira (24), um dia após Pasco também decretar emergência.

 

O Departamento de Saúde da Flórida contabiliza 190 casos de transmissão local da doença e uma morte em diferentes condados. O número é o segundo maior já registrado no estado e se aproxima dos 199 casos identificados em 2023. As autoridades intensificaram o combate aos mosquitos, com inspeções em residências, contato com moradores e ações de captura, monitoramento e testagem dos insetos.

 

Na Flórida, a maior parte dos casos costuma ser associada a viagens para regiões onde a dengue é mais comum, como Caribe, América Central e América do Sul. Especialistas apontam que as temperaturas elevadas e as fortes chuvas podem favorecer a reprodução dos mosquitos.

 

Apesar das ações de monitoramento, amostras de mosquitos coletadas nas últimas duas semanas não apresentaram resultado positivo para o vírus da dengue. Exames também indicaram que fêmeas potencialmente infectadas não estariam transmitindo o vírus para a própria prole.

Diesel americano pode ser suspenso pela Casa Branca, segundo site
Foto: Reprodução / Magnific

 

Em uma tentativa de reduzir os preços do diesel, a Casa Branca está preparando um plano para suspender por 90 dias as exportações do combustível,segundo cinco fontes ouvidas pelo site americano Politico. 

 

Ainda que a  medida tenha apoio do presidente Donald Trump, não é consenso no governo e recebe críticas por parte da indústria petrolífera. Caso a proibição seja concretizada, pode afetar o Brasil que importa cerca de 30% do combustível de consumo.

 

De acordo com o Político, o processo legal para vetar as vendas de diesel ao mercado externo ainda está sendo definido. Ontem, Trump disse que apoiaria a medida, que busca atender os anseios político-eleitoreiros. Senadores que vão disputar as eleições de meio de mandato, em novembro, estão pressionando pelo veto sob a alegação de que isso levaria à queda no preço do diesel.

 

Segundo o Politico, qualquer interrupção das exportações seria a primeira restrição desde que o governo Obama suspendeu, em 2015, uma proibição de décadas à exportação de petróleo.

Trump anuncia na ONU que vai trocar o nome de Inteligência Artificial para 'Super Inteligência' após enquete em rede social
Foto: Reprodução / Agência Brasil

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciou que mudará o nome da Inteligência Artificial (IA) para "Super Inteligência", na  Assembleia Geral da ONU, que ocorreu nesta terça-feira (22). A declaração acontece poucos dias depois de postagens nas redes sociais com sugestões de novos nomes.

 

O presidente é um defensor ferrenho de que a IA siga avançando com velocidade, Trump afirmou que os EUA adotarão oficialmente o novo nome, "que soa muito melhor".

 

"De agora em diante, todos os documentos dos Estados Unidos e, espero, todo o mundo, vão utilizar o nome Super Inteligência", afirmou. "O nome Inteligência Artificial faz soar com que ela seja falsa, e ela não é. É extraordinária".

 

Trump não explicou como a alteração seria feita.

 

No fim de semana, o norte-americano já havia defendido uma mudança de nome que, segundo ele, refletisse melhor a tecnologia. Ele chegou a lançar enquetes, em postagens na rede social X (antigo Twitter). Entre as opções, constavam: "Super Inteligência", "Inteligência Superior" e "Inteligência Extrema".

 

CONFIRA:

 

O anúncio ocorre em meio a apelos de CEOs e pesquisadores de empresas de IA, como a Anthropic e a OpenAI, em defesa de um freio no desenvolvimento da tecnologia. Pesquisadores da Anthropic alertaram para o risco, em um futuro não muito distante, que as IAs levem à extinção da humanidade.

 

Rejeitando os alertas e firme no avanço das ferramentas, o norte-americano mira a China, que vem desenvolvendo a tecnologia também de forma veloz. Segundo o presidente, uma redução no ritmo beneficiaria o país, principal rival geopolítico dos EUA e concorrente direto na corrida pela tecnologia.

Lula e Trump não se encontraram nos bastidores e delegação brasileira não aplaude discurso do presidente dos EUA
Foto: Montagem com foto de Ricardo Stuckert e divulgação ONU

Diferente do que aconteceu no ano passado, desta vez, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, realizada nesta terça-feira (22) em Nova York, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump não tiveram um encontro nos bastidores. Trump inclusive demorou mais tempo para se dirigir ao púlpito da Assembleia do que no ano passado.

 

Em 2025, Lula e Trump tiveram o seu primeiro encontro pessoal justo nos bastidores da sala de audiência da ONU. Naquela ocasião, o presidente norte-americano relatou que teve uma “boa química” com Lula, e a partir dali outros encontros e reuniões foram marcados, com direito inclusive a conversas telefônicas entre ambos.

 

No discurso que fez ano passado, em determinado momento Donald Trump saiu do texto escrito para citar o encontro com Lula, fazendo elogios ao brasileiro. Neste ano, além de parecer ter evitado um aperto de mãos com Lula, Trump sequer citou o Brasil no seu pronunciamento de quase 40 minutos.

 

O distanciamento entre as delegações do Brasil e dos Estados Unidos também ficou evidente durante os discursos dos dois presidentes. Ao final do pronunciamento de Lula, a delegação norte-americana se recusou a aplaudir o presidente brasileiro. Logo depois, os papéis se inverteram e ao final da fala de Trump, foi a delegação brasileira que não aplaudiu o líder norte-americano.

 

Outro momento tenso entre as delegações dos dois países aconteceu ao final do discurso de Donald Trump, quando a delegação brasileira passava pelo corredor para se retirar da Assembleia. Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos e chefe da diplomacia do país, se aproximou do presidente Lula e pareceu apontar para o líder petista.

 

Lula seguiu andando, com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, logo atrás. O presidente brasileiro chega a olhar na direção de Marco Rubio, mas continua andando e cumprimenta uma pessoa um pouco mais adiante. Aparentemente, Rubio colocou a mão no ombro de Mauro Vieira, mas a delegação brasileira não parou para cumprimentá-lo.
 

EUA e China iniciam negociações em Nova York para discutir trégua comercial e tensões de IA
Foto ilustrativa feita com I.A: Reprodução / Gemini

O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, deram início a uma nova rodada de negociações na sede do JPMorgan Chase & Co., em Midtown Manhattan, Nova York. Ao chegar ao local, pouco depois das 10h30, Bessent afirmou à imprensa que espera um diálogo construtivo entre as duas nações.

 

Segundo informações do jornal O Globo, as conversas preparam o terreno para o encontro de alto nível marcado para esta quinta-feira, quando o presidente norte-americano Donald Trump receberá o líder chinês Xi Jinping na Casa Branca, na primeira visita de Estado de um presidente chinês a Washington em mais de uma década.

 

O último encontro presencial entre Bessent e He havia ocorrido há cerca de quatro meses, nos arredores de Seul, às vésperas da viagem de Trump a Pequim realizada em maio. No topo da pauta está a extensão da trégua comercial, que levou as duas potências a reduzirem tarifas e restrições de exportação, cujo prazo de validade expira em novembro.

 

Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, o governo norte-americano adiou o anúncio de novas tarifas decorrentes de acusações de excesso de capacidade de produção chinesa para depois da reunião entre os chefes de Estado.

Trump proíbe três veículos de imprensa de acessar a Casa Branca por "cobertura desonesta"; saiba quais
Foto: Reprodução / The White House [A Casa Branca]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta sexta-feira (17), que está proibindo os veículos de comunicação MSNBC, CNN e Politico de acessar a Casa Branca, alegando que a cobertura deles sobre seu governo é "desonesta" e "tendenciosa."

 

"Veículos de comunicação não deveriam poder escrever ou divulgar continuamente ficção e mentiras quando estão cobrindo o presidente dos Estados Unidos, o governo Trump ou os Estados Unidos da América", escreveu o presidente na Truth Social.

 

Trump também prometeu que "outros veículos de Fake News virão em seguida", mas sem detalhar quais.

 

O governo já havia avançado contra outros veículos de comunicação no mandato do presidente. Em fevereiro de 2025, a Casa Branca proibiu jornalistas da Associated Press de acessar espaços como o Salão Oval e o Air Force One.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Pensando aqui em quanta energia #sabetudo e Aninha do Camaro gastaram pensando em 2028, pra verem o Soberano tomar de volta a candidatura. Mas ninguém precisa correr pra ficar com pena do Soberano. Pelo menos ele tem seu lado empresário pra ocupar o tempo até lá. O motivo, dizem às más línguas: o Carlismo morreu. Ao menos sob a batuta do herdeiro original. Dito isso, ele vai aproveitar também pra ajudar o Ferragamo com essa crise de imagem dos ônibus da eleição. O cenário agora é de reflexão real. Apoiaram o ZeroUm, para manter vivo e soltar o Capitão, agora, quem vai ter que ficar ligado é a galera da Bahia. Ao menos quem não é seguidor da família. Por falar em eleição futura, os disparos em massa de #sabetudo devem ficar mais restritos. Na boca miúda, o que se fala é que essa eleição foi um block atrás do outro. Sobrou para Elde, Bonitinho, Renatinha Ex-Fala Bela e mais uma renca. Alguns desbloqueados, mas outros ainda vão ficar no cantinho do pensamento. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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