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Artigos

Alex Bastos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Foto: Divulgação

Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu, sem questionamentos, a legalidade da atividade dentro das normas vigentes. Essa decisão está em plena consonância com o arcabouço jurídico brasileiro que regula a produção e a inspeção de produtos de origem animal. O Poder Legislativo por meio das Leis Federais nº 1.283/1950 e nº 7.889/1989 estabeleceram as bases da inspeção industrial e sanitária desses produtos no país, criando um sistema de fiscalização estruturado e reconhecido internacionalmente.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
Foto: Divulgação
O vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, falou sobre o cenário cultural da capital baiana, criticou a gestão municipal, comentou a relação entre o Legislativo e o Executivo e também abordou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o Plano Municipal de Cultura, fez críticas à administração do prefeito Bruno Reis e afirmou que pretende ampliar o debate sobre representação política e desenvolvimento da cidade.

estados unidos

Lula diz que governo atuará para impedir alta de preços e critica quem quer ganhar "com o sofrimento dos pobres"
Foto: Cadu Gomes/VPR

Durante discurso na solenidade de abertura, nesta quinta-feira (19), da Caravana Federativa, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que não vai permitir que haja aumento de preços de alimentos no país por conta da guerra no Oriente Médio envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã. 

 

“A gente não vai permitir que a guerra do Irã traga prejuízo para o povo brasileiro. A gente não vai permitir que o alface, que o feijão, que a carne suba por conta da guerra do Irã”, afirmou o presidente.

 

Lula também fez críticas a reajustes considerados abusivos no preço dos combustíveis. O presidente afirmou no evento que o governo chegou a estudar medidas para conter os preços, incluindo propostas de subsídio às importações, mas que, ainda assim, houve aumento nas bombas nos últimos dias, segundo ele, por práticas abusivas do mercado.

 

“Nesse País tem bandido que quer ganhar dinheiro até com o enterro da mãe, até com o sofrimento dos pobres”, afirmou. Ele acrescentou que o governo mobilizou órgãos como Polícia Federal, Receita Federal e Procons para investigar aumentos considerados indevidos.

 

O presidente explicou que mesmo que existam agentes econômicos que tentem lucrar com a guerra ao elevar valores sem necessidade, o governo não aceitará repasse automático desses custos ao consumidor, sobretudo aos caminhoneiros. Lula disse ainda que pediu aos governadores que zerem ou reduzam o ICMS sobre o diesel. 

 

Em troca desse corte de impostos, o governo federal se dispõe a compensar metade da perda de arrecadação. A medida, segundo o presidente Lula, busca evitar impacto direto no transporte e, por consequência, nos alimentos.

 

A Caravana Federativa, realizada nesta quinta em São Paulo, é um evento que reúne representantes de mais de 30 ministérios e busca aproximar o governo federal de estados e municípios. A Caravana oferece serviços, orientação técnica e anúncios de investimentos em áreas como saúde, habitação e infraestrutura.

 

Durante o evento, o presidente Lula sancionou dois projetos que destinam R$ 500 milhões à agricultura familiar e estabelecem R$ 3,1 bilhões em incentivos fiscais à indústria química de Cubatão. Um dos projetos sancionados é o PL 2213/2025, de autoria do senador Jaques Wagner (PT-BA).

 

O projeto do senador baiano autoriza o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações para operações do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). O montante autorizado será de R$ 500 milhões.

 

O outro projeto sancionado é o PLP 14/2026, apresentado pelo deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), que institui um regime provisório de tributação para a indústria química até 2027. O projeto propõe novas regras que reduzem impostos sobre a nafta petroquímica – usada na produção de plásticos e resinas - além de gás natural, amônia e outros insumos do setor.

Na Câmara, Mauro Vieira nega que a Estação Tucano, em Salvador, seja uma base chinesa para vigiar adversários
Foto: Edu Mota / Brasília

Classificação de organizações criminosas brasileiras como terroristas pelo governo dos Estados Unidos, acordo entre os países para combate ao narcotráfico, conflitos no Oriente Médio e a posição do Itamaraty, estabelecimento de bases chinesas no Brasil. Esses foram alguns dos temas abordados pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, durante audiência pública nesta quarta-feira (18) na Câmara. 

 

Ao ser questionado, na Comissão de Relações Exteriores, por deputados de oposição sobre instalação de bases chinesas na Bahia, o ministro disse se tratar de “desinformação” e de “notícias infundadas”. Os deputados destacaram a informação de que a China teria estabelecido uma rede de infraestrutura espacial em toda América Latina para vigilância de adversários e para no futuro fortalecer suas capacidades militares na região. 

 

“Não existe estação, nem antena, nem operação chinesa, nem parceira militar, nem qualquer elemento que justifique as ilações descritas e as denúncias subsequentes. Estamos falando, portanto, de especulações derivadas de notícias de internet, cujos conteúdos foram descontextualizados e distorcidos”, declarou Vieira.

 

O ministro das Relações Exteriores esclareceu que a suposta estação chinesa em Tucano, na Bahia, é um projeto de uma empresa privada de tecnologia, a Alya Space, que teria negociado memorando preliminar de cooperação com empresas de outros países, incluindo a China e os Estados Unidos, mas que não avançaram.

 

Mauro Vieira explicou que a empresa Alya Space é uma “startup embrionária e autofinanciada” com sede em Salvador, que ainda encontra-se inscrita em processo de outorga na Anatel. A suposta estação, ressaltou Vieira, não tem contratos, operação ou infraestrutura associada.

 

O ministro descartou a veracidade do relatório divulgado recentemente por um comitê da Câmara dos Estados Unidos, sobre a suposta base chinesa. O relatório afirma que a “Tucano Ground Station” (Estação Terrestre Tucano), em Salvador, garantiria “troca de dados operacionais entre suas respectivas instalações por meio de suas redes de antenas” e permitiria um aprimoramento de ativos espaciais civis e militares.

 

O comitê norte-americano ainda aponta um acordo com a FAB (Força Aérea Brasileira) “que inclui o treinamento de militares em simulação orbital e a utilização de antenas da Força Aérea como backup”.

 

Mauro Vieira afirmou que o relatório mostraria desconhecimento técnico e “viés geopolítico ultrapassado”, ao afirmar que América Latina e o Caribe seriam áreas de influência dos EUA.

 

“Permitam-me tranquilizar os membros desta comissão de que as ilações apresentadas no referido relatório não passam de desinformação baseada em suspeitas infundadas”, concluiu o chanceler.

 

Em resposta a diversas indagações de deputados de oposição, o ministro Mauro Vieira afirmou também que o governo Lula é contrário à classificação das organizações criminosas como terroristas, e explicou que a mudança permitiria que os Estados Unidos invadissem o país.

 

De acordo com o chanceler, do ponto de vista legal, também não é possível adotar outro posicionamento. Para ele, a medida poderia colocar em risco a soberania nacional.

 

“Isso permitiria que qualquer tipo de força americana (exército ou forças armadas dos EUA) viesse ao território brasileiro, invadisse o território brasileiro para exterminar grupos terroristas, o que fosse. Nós não podemos deixar que a soberania nacional esteja sob risco ou nas mãos de países estrangeiros”, afirmou.

 

Vieira ainda disse aos parlamentares que o governo quer firmar um acordo de combate ao narcotráfico com os EUA baseado na cooperação entre os dois países.
 

Irã negocia com a Fifa para disputar jogos da Copa de 2026 no México
Foto: Mohamed Farag

A Seleção do Irã manifestou nesta semana o interesse em disputar a Copa do Mundo de 2026, porém solicita atuar fora dos Estados Unidos. A federação iraniana negocia junto à FIFA a possibilidade de transferir seus jogos para o México, visando evitar possíveis desdobramentos negativos oriundos dos conflitos diplomáticos entre os dois países. 

 

A sugestão da transferência partiu do embaixador do Irã, Abolfazl Psedniddeh, e a proposta formal foi enviada por meio do Ministério das Relações Exteriores iraniano. No ofício, destaca-se a preocupação com a segurança e o clima político diante das tensões históricas entre Washington e Teerã.

 

Até o momento, a FIFA não se pronunciou oficialmente sobre o pedido, que é tratado com cautela pelo presidente Gianni Infantino. O mandatário da entidade máxima do futebol afirmou ter discutido o cenário geral com o presidente dos EUA, Donald Trump.

 

"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", declarou Infantino em nota anterior.

 

Caso o Irã desista da competição por não ter o pedido atendido, a definição do substituto ficaria a cargo de um critério exclusivo da FIFA, conforme estabelece o regulamento do torneio. Além disso, a multa para desistências ocorridas a menos de 30 dias do início do mundial é de 250 mil francos suíços (aproximadamente R$ 1,6 milhão).

 

A seleção iraniana garantiu sua vaga após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. No sorteio realizado em dezembro, o país foi alocado no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

 

Originalmente, o cronograma da equipe previa duas partidas em Los Angeles e uma em Seattle, todas em território norte-americano.

VÍDEO: Homem armado invade sinagoga perto de Detroit e é morto após troca de tiros com seguranças, diz agência
Foto: Reprodução / Vídeo

Uma sinagoga foi alvo de um ataque nesta quinta-feira (12) na região de Detroit, nos Estados Unidos.

 

Um homem armado com um rifle invadiu a área do Temple Israel com um caminhão e foi morto a tiros pelos seguranças do local, segundo informações da agência de notícias Associated Press.

 

Enquanto a ocorrência ainda estava em andamento, o xerife do condado confirmou à imprensa que os seguranças trocaram tiros com o suspeito. Mike Bouchard afirmou que, aparentemente, não havia feridos além do próprio atirador.

 

"Aparentemente, pelo menos um indivíduo foi até o templo, a segurança o viu e houve troca de tiros. No momento, não estamos recebendo nenhum sinal de atividade no local. Temos tudo o que precisamos aqui, incluindo paramédicos e equipamentos táticos. Estamos verificando se há mais de uma pessoa envolvida. Até o momento, não há confirmação de que alguém tenha se ferido, exceto possivelmente o atirador", declarou o xerife.

 

Imagens aéreas transmitidas pela imprensa local mostram que o veículo utilizado pelo suspeito colidiu contra uma das paredes do prédio. Fumaça também foi vista saindo pelo telhado.

 

Em uma publicação no X, antigo Twitter, a Polícia Estadual de Michigan informou que recebeu a denúncia de "tiroteio em andamento em West Bloomfield" às 12h30 no horário local, 14h30 no horário de Brasília.

 

"Pedimos aos moradores que se mantenham afastados da área para permitir a resposta policial. Os policiais também estão reforçando o patrulhamento em outros locais de culto no distrito", informou a polícia em comunicado.

Trump recomenda ausência do Irã na Copa do Mundo de 2026: "Não creio que seja apropriado, pela própria vida e segurança"
Foto: Instagram / @realdonaldtrump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Seleção Iraniana de Futebol não deveria participar da Copa do Mundo FIFA 2026, competição que será realizada na América do Norte. A declaração foi publicada em uma mensagem na rede social Truth Social.

 

"Não creio mesmo que seja apropriado que estejam lá, para a sua própria vida e segurança", disse. Apesar da declaração, Trump também afirmou que a delegação do Irã será recebida caso decida participar do torneio.

 

O tema ganhou repercussão após declaração do ministro do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali, concedida a uma emissora estatal do país na última quarta-feira. Durante a entrevista, o dirigente afirmou que o cenário político pode impedir a presença da seleção no torneio internacional.

 

"Considerando que este regime corrupto (os EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo", disse o ministro.

 

Segundo Donyamali, a decisão também envolve questões de segurança para atletas e integrantes da delegação iraniana.

 

A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho em estádios dos Estados Unidos, México e Canadá. No sorteio realizado em dezembro, o Irã foi colocado no Grupo G ao lado das seleções da Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

 

Os jogos da equipe estavam programados para ocorrer em território norte-americano, com duas partidas previstas em Los Angeles e uma em Seattle.

 

ESTADOS UNIDOS X IRÃ
A crise se intensificou após a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, em um ataque atribuído aos Estados Unidos e a Israel no fim de fevereiro. O episódio desencadeou um conflito regional que já dura dias e gera impactos políticos e econômicos.

 

Apesar do cenário, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou ter discutido o tema com o presidente norte-americano, Donald Trump.

 

"Também falamos sobre a situação atual no Irã e sobre o fato de que a Seleção Iraniana se classificou para disputar a Copa do Mundo de 2026”, afirmou Infantino em publicação em sua conta oficial nas redes sociais.

 

"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", acrescentou.

 

A seleção iraniana havia garantido presença no torneio após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. Mesmo antes do anúncio oficial, o presidente da Football Federation of the Islamic Republic of Iran, Mehdi Taj, já havia demonstrado preocupação com a possibilidade de participação do país diante da escalada do conflito.

A menos de 100 dias da Copa, Seleção Brasileira busca ajustes finais e EUA vive tensão diplomática; entenda os cenários
Foto: Reprodução/Redes sociais

A contagem regressiva para a Copa do Mundo já começou. Faltando pouco menos de 100 dias para o início do torneio, seleções e jogadores entram na fase decisiva de preparação, marcada por avaliações finais, disputas por vagas e ajustes táticos. No caso da Seleção Brasileira, o período é tratado como determinante para a definição da lista de convocados que representará o país na competição.

 

O Brasil chega ao momento final do ciclo de preparação com uma base consolidada, mas ainda com lacunas e disputas abertas em diferentes setores do campo. Os próximos amistosos da equipe nacional devem servir como um dos últimos testes antes da divulgação da convocação definitiva.

 

O calendário prevê quatro compromissos importantes: amistosos contra a França, no dia 27, e contra a Croácia, no dia 31 de março, além de dois últimos duelos preparatórios diante do Panamá, sendo o encontro final da Seleção Canarinho com o povo brasileiro, disputado no Maracanã, no dia 31 de maio. Já próximo da abertura do Mundial, no dia 6 de junho, a equipe nacional enfrenta o Egito, em Cleveland, nos Estados Unidos. 

 

Os Estados Unidos, um dos países-sede, sendo este o principal, que a propósito, receberá a final da Copa do Mundo, no MetLife Stadium, no dia 19 de julho, que no Brasil é o dia nacional do futebol, vive tensões políticas, que até o momento, não colocam em questão, ao menos publicamente, a decisão dos EUA para sediar o torneio.

 

Em meio aos conflitos bélicos dos Estados Unidos contra o Irã, ora Cristiano Ronaldo, ora Lionel Messi se encontraram com o presidente estadunidense, Donald Trump. O que parece não passar de um simples aperto de mão pode validar, de alguma forma, as ações e escolhas de um país. Escolhas que também precisarão ser feitas por Neymar, Carlo Ancelotti, CBF e pelo Brasil, caso queiram entrar em junho com um objetivo e sair de julho com uma taça.

 

DISPUTA POR VAGAS SEGUE ABERTA
Embora alguns nomes sejam considerados praticamente certos na convocação de maio, a reta final do ciclo ainda apresenta uma concorrência significativa em determinados setores, principalmente no ataque e no meio-campo.

 

Atletas que vivem boa fase em clubes europeus aparecem como candidatos fortes a integrar a lista final, especialmente aqueles que mantiveram regularidade durante a temporada. Ao mesmo tempo, jogadores que já fazem parte do ambiente da seleção buscam reafirmar espaço diante da concorrência crescente.

 

A recente lesão de Rodrygo alterou parcialmente o cenário ofensivo. O atacante, que vinha sendo presença frequente nas convocações, passou a ser dúvida para o período final de preparação. A situação abre espaço para que outros nomes ganhem oportunidades nos amistosos, ampliando a disputa por vagas no setor ofensivo.

 

Entre os observados pela comissão técnica estão jogadores com características distintas, capazes de oferecer variações táticas. A definição final deve levar em conta não apenas desempenho individual, mas também o equilíbrio do elenco e a versatilidade dos atletas.

 

 

NEYMAR VIVE MOMENTO DECISIVO
Um dos casos mais acompanhados no processo de convocação envolve Neymar. Principal nome da Seleção Brasileira na última década, o atacante atravessa um período de avaliações sobre condição física e ritmo de jogo.

 

A participação nos amistosos pode se tornar determinante para a presença do jogador na Copa do Mundo. Integrantes da comissão técnica consideram que o desempenho recente e a capacidade de suportar a intensidade da competição serão fatores decisivos para a definição.

 

A situação reforça um cenário de transição vivido pela seleção brasileira nos últimos anos, com a consolidação de novos protagonistas no setor ofensivo, mas ainda com expectativa em torno da liderança técnica exercida por Neymar quando está em campo.

 

Foi confirmado, nesta segunda-feira (9), que o técnico Carlo Ancelotti adicionou o camisa 10 na pré-lista da convocação que vai acontecer na próxima segunda (16). O italiano também estará presente no confronto entre Mirassol e Santos, pela quinta rodada do Brasileirão.

 

O motivo da presença do treinador se dá justamente para acompanhar Neymar mais de perto. O problema é que logo depois da primeira confirmação, foi noticiado que Neymar não foi relacionado para o jogo em questão, pois o jogador sente desgastes físicos e será poupado para o clássico de domingo (15), contra o Corinthians, na Vila Belmiro, já pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

 

 

CENÁRIO POLÍTICO MARCA RETA FINAL
O contexto da Copa do Mundo também tem sido influenciado por questões políticas internacionais. Os Estados Unidos, uma das sedes do torneio, vivem um momento de tensão diplomática com o Irã, seleção já classificada para a competição.

 

O cenário gera discussões sobre logística, segurança e possíveis impactos no ambiente do torneio, ainda que autoridades esportivas e governamentais mantenham o discurso de que a competição será realizada normalmente.

 

Recentemente, dois dos maiores jogadores da era contemporânea do futebol, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, participaram de um encontro público com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reunião ocorreu em meio à crescente visibilidade política em torno do Mundial e reforçou o protagonismo global do evento, que ultrapassa o campo esportivo.

 

Cristiano Ronaldo e Messi, que já protagonizaram uma das maiores rivalidades da história do futebol, devem disputar mais uma Copa do Mundo, o que amplia as expectativas sobre a competição e reforça o caráter simbólico do torneio para uma geração que acompanhou suas carreiras.

 

MUDANÇA NO GRUPO DO BRASIL
Outra movimentação recente que chamou atenção no cenário internacional foi a saída do técnico Walid Regragui do comando da seleção do Marrocos. A mudança ocorreu a cerca de três meses do início da Copa do Mundo.

 

Marrocos integra o Grupo C, o mesmo do Brasil, e a troca de treinador adiciona um elemento de imprevisibilidade ao cenário da chave. Mudanças de comando às vésperas de grandes competições podem gerar tanto instabilidade quanto um efeito de reação no elenco.

 

A seleção marroquina ganhou destaque internacional nas últimas competições pela organização tática e pela capacidade de enfrentar adversários tradicionais, o que faz com que a equipe continue sendo vista com atenção pelos analistas.

 

 

ÚLTIMO CAPÍTULO ANTES DO MUNDIAL
Com pouco menos de 100 dias para o início da Copa do Mundo, seleções e jogadores entram na etapa mais sensível da preparação. Lesões, desempenho nos amistosos e decisões técnicas devem moldar as listas finais.

 

No caso do Brasil, a expectativa gira em torno da definição do elenco que tentará conquistar mais um título mundial. A combinação entre jogadores experientes e novos protagonistas deve ser o eixo da seleção na competição.

 

A reta final até o Mundial promete consolidar escolhas e encerrar debates que se estenderam ao longo de todo o ciclo. Nos próximos meses, cada atuação e cada decisão podem representar um passo decisivo rumo ao maior torneio do futebol mundial. 

Governo dos EUA libera arquivos do caso Epstein sobre adolescente que teria sido estuprada por Trump
Foto: The Official White House

 

O Departamento de Justiça americano divulgou, nesta quinta-feira (5), documentos descrevendo várias entrevistas com uma mulher que acusou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estuprá-la nos anos 1980. As páginas, que pertencem ao FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA), haviam sido anteriormente retidas do vasto acervo de documentos relacionados ao abusador Jeffrey Epstein

 

Segundo informações da Folha de S. Paulo, as notas datilografadas descrevem entrevistas conduzidas pelo FBI com a vítima em 2019, na ocasião em que ela disse ter sido estuprada tanto por Epstein quanto por Trump. Ela fez a denúncia pouco depois de Epstein ter sido preso naquele ano sob acusações de tráfico sexual.

 

Suas acusações contra Trump remontam à década de 1980, quando ela era adolescente. O relato da mulher está entre uma série de acusações não comprovadas contra homens conhecidos contidas nos milhões de documentos do caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça.

 

O departamento já havia divulgado documentos descrevendo a existência dos memorandos liberados na quinta-feira, indicando que o FBI havia conduzido quatro entrevistas relacionadas às acusações dela e havia escrito resumos de cada conversa.

 

Mas apenas uma dessas entrevistas parecia estar incluída na divulgação inicial, o que levantou dúvidas sobre por que as três restantes estavam ausentes, já que a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, aprovada em novembro de 2025 pelo Congresso norte-americano, exigia que o governo divulgasse todos os arquivos investigativos relacionados a Epstein, sem revelar informações que identificassem suas vítimas.

 

Quando os arquivos foram tornados públicos no final de janeiro, autoridades descreveram o acervo como incluindo todo o material enviado pelo público ao FBI e reconheceram que isso incluia acusações não corroboradas.

 

"Alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump que foram submetidas ao FBI pouco antes da eleição de 2020", disse o departamento em um comunicado.

VÍDEO: Seleção Feminina do Irã protesta em silêncio durante hino nacional em estreia na Taça da Ásia
Foto: Reprodução / X

As jogadoras da Seleção Feminina do Irã adotaram uma postura de protesto silencioso na abertura de sua participação na Taça da Ásia. Durante a execução do hino nacional antes da partida contra a Coreia do Sul, realizada no Estádio Cbus Super, as atletas permaneceram alinhadas sem proferir a letra da composição "Mehr-e Khavaran". O gesto ocorreu dentro do contexto de instabilidade na região do Oriente Médio, dias após o registro de ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano. Assista ao vídeo, repercutido nesta quarta-feira (4): 

 

 

A transmissão oficial do evento capturou o momento em que a treinadora Marziyeh Jafari observava a cerimônia protocolar da linha lateral. Nas arquibancadas instaladas na Austrália, torcedores iranianos acompanharam o ato com cânticos próprios e a exibição de bandeiras com cores e símbolos variados, incluindo modelos utilizados antes do período da Revolução Islâmica de 1979. O comportamento das jogadoras repercutiu entre as delegações presentes no torneio continental.

 

Dentro das quatro linhas, a Seleção Iraniana foi superada pela Coreia do Sul pelo placar de 3 a 0. Os gols da vitória sul-coreana foram anotados por Choe Yu-ri, Kim Hye-ri e Ko Yoo-jin. Após o encerramento do confronto, a técnica Marziyeh Jafari evitou abordar temas políticos ou o falecimento do Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei, concentrando suas declarações exclusivamente no rendimento de sua equipe e nas próximas etapas da disputa.

 

 

A treinadora ressaltou a qualidade das adversárias, que foram finalistas na edição anterior da competição.

 

"No geral, foi um bom jogo. A Coreia do Sul jogou muito bem e, em última análise, dou-lhes os parabéns. Espero que possamos recuperar no próximo jogo", afirmou Jafari.

 

Sobre a pressão externa e os acontecimentos em seu país de origem, a comandante reiterou a postura de isolar o grupo dos fatos extracampo.

 

"Precisamos nos concentrar no torneio", limitou-se a declarar durante o atendimento aos jornalistas.

 

A atitude das iranianas gerou manifestações de apoio por parte de outras competidoras da Taça da Ásia. A atacante da Austrália, Amy Sayer, expressou compreensão sobre o momento atravessado pelas colegas de profissão.

 

"O nosso coração está com elas e com as suas famílias. É uma situação difícil, e é muito corajoso da parte delas estarem aqui e jogarem", comentou a jogadora australiana.

 

Sayer acrescentou uma análise sobre a resistência das adversárias: "Elas fizeram uma exibição forte, mesmo com o clima político e as dificuldades que possam estar a atravessar."

 

O calendário da competição impõe um intervalo curto de preparação para o próximo desafio do Irã. A equipe terá dois dias de descanso antes de voltar a campo para enfrentar a Austrália, dona da casa, novamente na Gold Coast.

Em visita a uma fábrica de medicamentos, Lula diz que preocupação do Brasil é criar "míssil para salvar vidas"
Foto: Cadu Gomes / Vice-Presidência da República

Durante uma visita à fábrica de medicamentos Bionovis, na cidade de Valinhos, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a guerra no Oriente Médio que envolve Estados Unidos, Israel e Irã. O presidente disse ter ficado feliz de visitar uma empresa dedicada à criação de medicamentos que salvam vidas, enquanto países se atacam com mísseis e causam mortes e destruição.

 

“A gente salva vida, sobretudo nesse instante em que se ligar na televisão agora está falando de morte, se ligar na televisão à noite está falando de guerra, se ligar na televisão de manhã está falando de morte, de drone, de mísseis, de invasão”, afirmou Lula.

 

“Aqui, nós estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é um drone de remédio para o povo brasileiro. Isso aqui é nosso míssil. Não míssil pra matar, mas míssil pra salvar”, completou o presidente.

 

Lula estava acompanhado na visita do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da ministra do Planejamento, Simone Tebet. A empresa de biotecnologia visitada por Lula e sua comitiva atua no desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade. 

 

O governo federal já havia emitido um comunicado oficial sobre a guerra no Oriente Médio, mas essa foi a primeira vez que o presidente Lula falou sobre o conflito. Na nota divulgada no último sábado (28), o governo condenou os ataques militares realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã e manifestou “grave preocupação” com a escalada militar no Oriente Médio.

 

Na visita de Lula à fábrica da Bionovis, o ministro Fernando Haddad falou rapidamente com a imprensa, e negou que tenha decidido se irá se candidatar ao governo de São Paulo. Longe dos microfones, ele afirmou que ainda não teve uma conversa definitiva com o presidente Lula sobre o assunto.

 

O ministro da Fazenda, disse que pode se reunir nesta semana com Lula para definir sobre uma possível candidatura. Segundo ele, esta reunião pode acontecer nesta semana, a depender da agenda do presidente.
 

Nenhum brasileiro pediu ajuda para deixar o Irã, diz embaixador
Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

O embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, disse nesta segunda-feira (2) que nenhum brasileiro solicitou auxílio para deixar o Irã, país no Oriente Médio alvo de ataques dos Estados Unidos e aliados no fim de semana. A declaração aconteceu em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional.

 

De acordo com Guimarães, a comunidade brasileira no país é pequena, cerca de 200 pessoas, de famílias constituídas de mulheres brasileiras que se casaram com iranianos. “Não temos nenhuma notícia de brasileiros que tenham sido vítimas de um ataque”, disse o embaixador.

 

“Temos um grupo de WhatsApp que funciona intermitentemente, segundo a liberação ou não da internet aqui. Mas eles já teriam se comunicado com a gente se fosse necessária alguma assistência”, acrescentou.

FIA monitora conflito no Oriente Médio e avalia impacto nos calendários da F1 e WEC
Foto: Reprodução / X | Divulgação / F1

A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) emitiu um comunicado oficial nesta segunda-feira (2) sobre a escalada de tensões no Oriente Médio. A entidade acompanha os efeitos dos ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados no último sábado, que somam 555 mortes no terceiro dia de confrontos.

 

O cenário de instabilidade ocorre na semana de abertura da temporada 2026 da Fórmula 1, marcada para o dia 8 de março, e afeta o planejamento do Mundial de Endurance (WEC), previsto para começar no dia 28.

 

O presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, manifestou preocupação com a segurança de profissionais e civis na região. Leia a nota abaixo na íntegra:

 

"Como presidente da FIA, meus pensamentos estão com todos os afetados pelos recentes acontecimentos no Oriente Médio. Estamos profundamente entristecidos com a perda de vidas e nos solidarizamos com as famílias e comunidades impactadas. Neste momento de incerteza, esperamos por calma, segurança e um rápido retorno à estabilidade. O diálogo e a proteção dos civis devem permanecer como prioridades. Estamos em contato próximo com nossos Clubes-membros, promotores dos campeonatos, equipes e colegas no local enquanto monitoramos os desdobramentos com cuidado e responsabilidade. A segurança e o bem-estar guiarão nossas decisões enquanto avaliamos os próximos eventos programados na região para o Campeonato Mundial de Endurance da FIA e o Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA. Nossa organização é construída sobre unidade e propósito compartilhado. Essa unidade importa agora mais do que nunca."

 

A crise atingiu os centros de conexão aérea no Catar e nos Emirados Árabes Unidos, utilizados como rota para a Oceania e Ásia. Relatos apontam que mil profissionais da Fórmula 1 enfrentam dificuldades de deslocamento após retaliações iranianas em Doha, Dubai e Abu Dhabi. O aeroporto de Abu Dhabi registrou uma morte e sete feridos após um ataque de drones, enquanto um míssil atingiu uma base da Marinha dos Estados Unidos situada a 30 quilômetros do Circuito de Sakhir, no Bahrein. O episódio provocou o cancelamento de testes de pneus que seriam realizados pelas equipes McLaren e Mercedes.

 

Apesar da proximidade das provas no Bahrein e na Arábia Saudita, agendadas para os dias 12 e 19 de abril, a organização da Fórmula 1 mantém as etapas no calendário. De acordo com informações do jornal inglês The Guardian, a logística para o Grande Prêmio da Austrália foi preservada porque os 22 carros e os equipamentos das equipes foram enviados para Melbourne logo após o encerramento da pré-temporada, em fevereiro. O material já se encontra no Circuito Albert Park para a corrida de abertura deste fim de semana.

 

Os organizadores da etapa australiana confirmaram a realização do evento, mas a categoria trabalha com estratégias de reserva caso a segurança no Golfo Pérsico piore nas próximas semanas. A imprensa britânica indica que a Fórmula 1 possui planos de contingência para alterar rotas ou datas se houver necessidade de proteger o pessoal envolvido nas operações. O monitoramento da FIA e das autoridades locais continuará de forma ininterrupta até a normalização das condições de voo e trânsito na região.

 

Após a prova na Austrália, o mundial segue para o Bahrein em 12 de abril e para a Arábia Saudita no dia 19. A FIA ressalta que a prioridade das decisões será o bem-estar dos integrantes do campeonato, enquanto as equipes aguardam definições sobre as escalas de voo para os próximos destinos do calendário de 2026.

Ex-BBB Ariadna detalha terror em Dubai após explosões por conflito entre Irã e EUA
Foto: Divulgação

A ex-BBB Ariadna Arantes relatou momentos de tensão vividos nos úiltimos dias devido ao conflito entre Irã x EUA e Israel, iniciado no sábado (28) com o ataque a mísseis.

 

Em vídeo, Ariadna tranquilizou os seguidores e confirmou que estava bem apesar do susto com o bombardeio. A ex-BBB também explicou o motivo de não ter deixado Dubai ainda.

 

"Quero dizer que estou bem. Tem um monte de gente mandando mensagem: 'Por que você não vai embora? Corre daí! Gente, não dá, o espaço aéreo está fechado. Vários voos da América do Sul, que vinham para Dubai, voltaram. E eu não tenho previsão de quando vou embora", contou.

 

Outra brasileira que relatou o terror em Dubai foi a cantora Simone Mendes. Segundo a baiana, o hotel onde ela estava hospedada foi atingido por um míssil um dia após ela deixar o local.

 

SOBRE OS ATAQUES
De acordo com informações da organização humanitária Crescente Vermelho, que atua em países muçulmanos, o ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 555 mortos e, ao menos, 747 feridos.

 

Toda situação teve início no sábado (28), e até o momento, 131 cidades já foram atacadas durante a guerra.

 

Em resposta ao ataque dos EUA e Israel, o Irã disparou mísseis e atacou bases americanas no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Bahrein.

 

Segundo o governo americano, os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”;

Ex-Barcelona deixa o Irã por terra após fechamento do espaço aéreo em meio a bombardeios
Foto: Instagram / @munirhaddadi

O atacante Munir El Haddadi, ex-jogador do FC Barcelona e atualmente no Esteghlal FC, conseguiu deixar o território iraniano após uma operação de deslocamento terrestre que durou cerca de 16 horas. O atleta e o espanhol Iván Sánchez, que defende o Sepahan SC, ficaram retidos no país devido ao fechamento do espaço aéreo decorrente de ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos. A saída dos jogadores ocorreu em um cenário de monitoramento constante das defesas antiaéreas na região.

 

A tentativa inicial de deixar Teerã aconteceu por via aérea, com destino a Dubai, mas a decolagem foi abortada quando os passageiros já estavam na aeronave. "Dez minutos depois, nos fizeram sair do avião porque o espaço aéreo havia sido fechado", relatou Sánchez à rádio espanhola Cadena Ser ao descrever o momento da interrupção do voo. Diante da impossibilidade de novas decolagens, os atletas optaram por cruzar o país por rodovias até a fronteira com a Turquia.


Durante o percurso rodoviário, os jogadores acompanharam a movimentação militar e a interceptação de projéteis. Sánchez afirmou ter presenciado o funcionamento dos sistemas de defesa enquanto se aproximavam da zona fronteiriça. "Conseguimos ver alguns mísseis caindo no céu", afirmou o jogador ao desembarcar no aeroporto de Istambul, já em segurança.


Munir El Haddadi também detalhou o estado de alerta mantido pela dupla ao longo de toda a travessia terrestre. O atacante mencionou a dificuldade de descanso diante da incerteza sobre a segurança das estradas e a movimentação de veículos ao redor. "Não dá para relaxar, não dá para dormir. Eu estava desesperado. Você fica o tempo todo olhando para os carros", declarou o atleta sobre a experiência vivida no trajeto.

 

A falta de comunicação constante durante a viagem aumentou a preocupação de familiares na Espanha, que ficaram sem atualizações sobre o paradeiro dos jogadores devido à instabilidade do sinal de internet no Irã. Os atletas pontuaram que o sentimento de angústia dos parentes superou o temor enfrentado por eles durante a logística de fuga. A chegada em solo turco marcou o fim do período de isolamento provocado pelo conflito.

 

Munir El Haddadi possui em seu currículo uma passagem pelo Barcelona, onde marcou 12 gols em 56 partidas e integrou o elenco em conquistas ao lado de Lionel Messi. Após passagens por outros clubes da Europa, o jogador buscou no futebol iraniano uma nova fase na carreira profissional. O Esteghlal FC e o Sepahan SC ainda não se manifestaram sobre o retorno dos atletas aos treinamentos ou sobre a continuidade das atividades das equipes diante do quadro geopolítico atual.

Simone Mendes relata terror ao descobrir que hotel onde estava hospedada em Dubai foi atingido por míssil
Foto: Instagram

Um dia a menos na viagem de Simone Mendes fez com que a artista baiana escapasse de um grande desastre ao lado da família em Dubai.

 

Por meio das redes sociais, a cantora relatou que o hotel onde estava hospedada em Dubai foi atingido por um míssil em meio aos ataques entre os EUA e Israel e Irã.

 

"Acabamos de chegar aqui em São Paulo. E aí, depois que a gente pousou, nós ficamos sabendo que o Irã está tendo guerra nos Emirados contra os Estados Unidos. Um dos mísseis que lançaram, atingiu um dos hotéis em Dubai. E o hotel é um dos que a gente estava."

 

Simone conta que a família embarcou de volta para o Brasil horas antes de tudo acontecer. A artista ainda agradeceu a Deus por não ter passado pela situação.

 

"Mas, graças ao bom Deus, a gente pegou o voo ontem, antes de tudo isso acontecer, antes de fecharem os aeroportos, e chegamos em paz. Então, nessas horas, a gente vê que a boa mão de Deus está sobre nossas vidas. Muito obrigado, meu Deus."

 

A artista ainda comentou sobre o pânico e o aperto no peito ao pensar nas pessoas que conheceu durante a viagem e que ainda estão por lá. "As pessoas que a gente conheceu lá, que ficaram lá, enfim… É desesperador. Que negócio, meu Deus do céu".

 

SOBRE OS ATAQUES
De acordo com informações da organização humanitária Crescente Vermelho, que atua em países muçulmanos, o ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 555 mortos e, ao menos, 747 feridos.

 

Toda situação teve início no sábado (28), e até o momento, 131 cidades já foram atacadas durante a guerra.

 

Em resposta ao ataque dos EUA e Israel, o Irã disparou mísseis e atacou bases americanas no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Bahrein.

 

Segundo o governo americano, os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.

VÍDEO: Veja momento exato em que míssil iraniano atinge base da Marinha dos EUA
Foto: X

Um registro que circula na internet mostra o momento exato em que um míssil iraniano atinge uma base da Marinha dos EUA no Bahrein, em ataque que aconteceu neste sábado (28).

 

A ação é em retaliação ao ataque dos EUA com Israel ao Irã, que teve início nas primeiras horas do dia.

 

Bases militares dos Estados Unidos no Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Jordânia e Kuwait, estão sendo atacadas pela Guarda Revolucionária Iraniana.

 

Os EUA possuem 19 bases militares no Oriente Médio, além de outras instalações que o Exército norte-americano pode utilizar com base em alianças firmadas com países da região.

 

De acordo com informações da agência Fars, uma pessoa morreu em Abu Dhabi após os Emirados Árabes Unidos interceptarem mísseis iranianos.

 

SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica". 

 

Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido. 

 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.

Governo condena ataque contra Irã e faz recomendações a brasileiros em áreas próximas ao conflito
Foto: X

O governo brasileiro manifestou, neste sábado (28), grave preocupação e condenação em relação às operações militares conduzidas pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã. 

 

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores reiterou a posição histórica do país em defesa do diálogo diplomático, classificando-o como o único caminho viável para a paz na região.

 

De acordo com o comunicado, o Itamaraty fez um apelo direto para que todos os atores exerçam máxima contenção e respeitem rigorosamente o Direito Internacional, e fez recomendações a brasileiros próximos às regiões atingidas.

 

"Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem. O Embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança."

 

SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica". 

 

Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido. 

 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.

 

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a operação teve caráter preventivo.

Irã revida após ofensiva conjunta dos Estados Unidos e Israel
Foto: TV Globo

As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países. Após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.

 

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a operação teve caráter preventivo. Trump confirmou a ação em vídeo publicado na rede Truth Social:

 

"Há pouco, os militares dos Estados Unidos iniciaram grandes operações de combate no Irã. O nosso objetivo é defender o povo americano eliminando ameaças do regime iraniano."

 

O ministro Israel Katz reforçou a posição: "O Estado de Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã para eliminar ameaças."

 

A agência estatal iraniana Tasnim relatou explosões no leste e oeste de Teerã, com registro de fumaça densa na capital e danos no aeroporto de Mehrabad. 

 

Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã lançou uma onda de mísseis e drones. O espaço aéreo iraniano foi fechado. Em Israel, as sirenes de alerta foram ativadas em diversas regiões. Em comunicado oficial, as FDI informaram:

 

"Sirenes foram acionadas em diversas áreas do país após a identificação de mísseis lançados do Irã em direção a Israel. Neste momento, a Força Aérea Israelense está operando para interceptar e atacar ameaças."

 

O uso de força militar ocorre no período em que estava prevista a quarta rodada de negociações entre americanos e iranianos sobre o programa nuclear de Teerã. O governo dos EUA defende o desmantelamento total do programa como condição para acordos diplomáticos.

Eduardo Bolsonaro quer concorrer ao Senado mesmo morando nos EUA; Flávio vai reunir a família para acabar com brigas
Foto: Reprodução Youtube

O senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse nesta quarta-feira (25) que pretende conversar com seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para definir os candidatos do partido ao Senado pelo estado de São Paulo. Eduardo sinalizou ao irmão que pretende concorrer mesmo morando atualmente nos Estados Unidos. 

 

Segundo o senador, Eduardo Bolsonaro alega que está elegível, apesar de estar fora, e que está atualmente em primeiro lugar na pesquisa para o Senado em São Paulo. O senador do PL, entretanto, acha difícil justificar essa candidatura aos eleitores.

 

“Eduardo teria a chance teórica de ser candidato. Ele quer? Óbvio que ele quer. [...] Eu expliquei pra ele que eu vejo dificuldade em função disso. Se ele perde o mandato por falta, como é que ele vai explicar para o eleitor que ele vai se eleger, vai tomar falta e vai perder o mandato também?”, questionou o senador.

 

Flávio visitou nesta manhã o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Papudinha, onde ele cumpre pena. Após sair do encontro, o senador conversou com a imprensa, e falou sobre os conflitos envolvendo membros da família Bolsonaro ocorridos nos últimos dias.

 

O candidato a presidente disse que pretende reunir a família para conversar e solucionar as questões envolvendo principalmente Eduardo Bolsonaro e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

 

“Não tenho problema em dizer que vou procurar um por um para aparar qualquer tipo de aresta que, por ventura, possa existir ainda”, afirmou o senador.

 

Ao lado do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), Flávio Bolsonaro disse que há um objetivo maior, destacando que todos estão na mesma página. “O Brasil corre um sério risco de virar um narcoestado sob a administração do PT nos próximos quatro anos”, declarou.

 

O deputado Derrite foi confirmado pelo senador Flávio Bolsonaro como um dos candidatos do partido ao Senado por São Paulo. Derrite teria recebido o apoio também do ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

O senador também informou que convocou para a tarde desta quarta (25) uma reunião na sede do PL, em Brasília, com a bancada de deputados e senadores da legenda. O encontro, tem como objetivo reorganizar a pré-campanha e aparar arestas internas que vêm se acumulando entre aqueles que postulam principalmente as vagas para o Senado pelo partido.
 

Exigências migratórias e custos elevados redefinem acesso à Copa do Mundo de 2026
Foto: Divulgação / Fifa

Entre o gigantismo da FIFA e o endurecimento das políticas de imigração, a Copa do Mundo de 2026 vem se desenhando como um evento para poucos. Tem se instaurado um cenário onde o ingresso, apesar de caro, é o de menos; e o carimbo no passaporte parece ser tudo.

 

No papel, o Mundial representa uma expansão sem precedentes. Pela primeira vez, 48 seleções cruzarão as fronteiras de um continente inteiro. É a "Copa da Unidade", como diz a FIFA. Mas, nos corredores do Departamento de Segurança Interna (DHS) em Washington e nos consulados espalhados pelo Sul Global, a música que toca é outra: uma marcha de restrições que ameaça transformar o espetáculo em um evento de acesso restrito.

 

O contraste é evidente. De um lado, Gianni Infantino, presidente da FIFA, projeta receitas recordes e estádios "cheios de cidadãos do mundo". De outro, a política de segurança nacional enxerga os fluxos migratórios sob uma ótica de controle. Para o torcedor que economizou por anos, o desafio vai além da inflação. Hoje, o processo inclui triagens digitais e decisões consulares cada vez mais rigorosas.


A administração dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, expandiu restrições de viagem que atingem diretamente nações qualificadas como Haiti, Irã, Senegal e Costa do Marfim. Para torcedores desses países, o visto de turista (B-2) está praticamente suspenso sob o argumento de "falta de segurança na verificação de antecedentes". O governo já sinalizou: não haverá exceções. Mesmo com o ingresso na mão, o torcedor dessas nacionalidades enfrenta um bloqueio diplomático.

 

Para brasileiros, o visto não está suspenso, mas a análise se tornou uma peneira fina. O solicitante agora é obrigado a fornecer históricos de redes sociais e comprovar vínculos financeiros quase inquestionáveis para afastar a suspeita de intenção de imigrar.

 

Por outro lado, México e Canadá fecharam suas fronteiras para evitar serem usados como "sala de espera". Sob pressão de Washington, o México extinguiu a autorização eletrônica facilitada para brasileiros. Agora, exige-se visto físico e uma comprovação de hospedagem paga e passagem de volta.

 

No Canadá, o sistema é digital. Embora ofereça a eTA (autorização simplificada) para quem possui visto americano, quem não se encaixa nessa regra cai no sistema de visto tradicional, que apresenta taxas de rejeição recordes em 2026 sob o pretexto de evitar pedidos de refúgio pós-Copa.

 

Se a burocracia não barrar o torcedor, a questão financeira pode ser o impedimento final. A FIFA estratificou os preços criando um abismo entre o torcedor comum e a elite corporativa. Assistir à final no MetLife Stadium na Categoria 1 custa hoje mais de R$ 34 mil (em conversão direta). A isso somam-se os custos de atravessar três países que não possuem livre circulação: cada fronteira cruzada significa uma nova fila de imigração e um novo interrogatório. Veja abaixo a tabela de preços dos ingressos:

 


Montagem: Luiza Barbosa / Bahia Notícias

 

A diferenciação também é física. De acordo com os mapas de assentos oficiais, como o do Seattle Stadium, as Categorias 1 e 2 dominam as visões centrais e as áreas mais próximas ao gramado. Já a Categoria 4 (a opção acessível ao público geral) e a Categoria Popular (exclusiva para torcedores de seleções classificadas via sorteio) ficam nos setores periféricos: extremidades atrás dos gols ou nos anéis superiores mais distantes, conhecidos como "setores de quina".

 


Foto: Divulgação

 

As autoridades migratórias dos três países confirmaram que o ICE (nos EUA) e as agências equivalentes no Canadá e México manterão suas operações de fiscalização e deportação regulares durante todo o período do torneio, sem concessões de vistos automáticos para portadores de ingressos. Para cruzar as fronteiras em 2026, o torcedor deve cumprir os seguintes requisitos:

 


Montagem: Luiza Barbosa / Bahia Notícias

 

Apesar do rigor migratório, o governo dos EUA e a FIFA implementaram o FIFA Pass, um sistema de prioridade de agendamento consular para quem já adquiriu ingressos oficiais. No entanto, o Departamento de Estado ressalta que a medida acelera apenas a data da entrevista, não garantindo a aprovação do visto.

 

Logisticamente, o torneio foi dividido em regiões para minimizar deslocamentos longos: as sedes foram agrupadas em áreas Oeste (Vancouver, Seattle, San Francisco, Los Angeles), Central (Guadalajara, Cidade do México, Monterrey, Houston, Dallas, Kansas City) e Leste (Atlanta, Miami, Toronto, Boston, Filadélfia, Nova York/Nova Jersey).

 

As autoridades recomendam que o torcedor permaneça dentro de um desses núcleos regionais, dado que o trânsito continuará sujeito a controles aduaneiros completos e inspeções de bagagem em cada entrada, sem previsão de corredores diplomáticos especiais para o período do evento.

 

A Copa do Mundo de 2026 terá seu pontapé inicial no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México. No dia seguinte, 12 de junho, ocorrem as aberturas nos EUA (em Los Angeles) e no Canadá (em Toronto).

 

Com o novo formato de 48 seleções, veja lista dos países já confirmados:

  • América do Norte (Sedes): EUA, México e Canadá.
  • América do Sul: Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador e Paraguai.
  • Europa: França, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Portugal, Itália (retornando), Holanda e outras 9 nações.
  • África: Marrocos, Senegal, Nigéria, Costa do Marfim e Egito.
  • Ásia e Oceania: Japão, Coreia do Sul, Austrália, Arábia Saudita e Irã.

 

O torneio contará com 12 grupos de quatro seleções. As autoridades recomendam que torcedores das nações classificadas iniciem os processos de visto com no mínimo seis meses de antecedência, dado que o trânsito transfronteiriço entre as 16 cidades-sede continuará sujeito a controles aduaneiros completos, sem previsão de corredores diplomáticos especiais.

Esposa de Eduardo Bolsonaro diz que "ele não está bem mesmo" e justifica ser por conta da distância do pai e do Brasil
Foto: Reprodução Redes Sociais

“Eduardo Bolsonaro não está bem”. Em uma postagem com esse o título, a esposa do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, Heloísa Bolsonaro, faz coro ao que disse recentemente o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o colega de partido. Em uma entrevista na porta da Papudinha, concedida no último sábado (21) após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Nikolas rebateu críticas de Eduardo dizendo que “ele não está bem”.

 

Na sua postagem, Heloísa Bolsonaro concorda que seu marido “pode não estar bem mesmo”, mas elenca os motivos pelos quais Eduardo Bolsonaro estaria passando por um momento ruim. 

 

“Ele pode não estar bem, mesmo! É humano, carrega uma cobrança e um peso absurdo nas costas, além da dor da saudade. Mas é incansável e também nossa base emocional, firme como uma rocha, que não deixa a gente (eu, Geórgia e JH) desmoronar”, disse Heloísa.

 

Morando com Eduardo Bolsonaro e os filhos nos Estados Unidos desde o ano passado, Heloísa afirma que o ex-deputado estaria sofrendo por ter tido que “se afastar do seu país para continuar lutando pelo que acredita”. Ela afirma também que o fato de não poder se relacionar com o pai também seria um fator de peso emocional.

 

“Ficar longe da sua terra, da sua história, e, principalmente, do seu pai - seu maior ídolo e exemplo - não foi escolha simples. No início ainda conseguiam falar por telefone. Depois, nem isso. E hoje somente por cartas”, relatou Heloísa Bolsonaro. 

 

No texto, Heloísa afirma que não gravou um vídeo porque iria se emocionar, e afirma que Eduardo Bolsonaro sabia dos riscos que poderiam vir com a sua atitude de ir para os EUA.

 

“Mesmo assim, ele seguiu e segue firme. Mas Eduardo Bolsonaro não está bem”, reforça a esposa. “Porque continua trabalhando, todos os dias, de forma voluntária, pelo Brasil que acredita”, completou.

 

Heloísa Bolsonaro afirma que gravou o vídeo sem que seu marido soubesse. E conclui seu texto afirmando acreditar na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para, segundo ela, “libertar o Brasil”, e talvez favorecer o retorno de Eduardo Bolsonaro dos Estados Unidos. 
 

Lula fala sobre expectativas para encontro com Donald Trump e diz esperar conversa "altamente respeitosa"
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Minerais de terras raras, comércio exterior, investimentos, crime organizado, cooperação na área de segurança pública. Esses serão alguns dos temas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende discutir com o norte-americano Donald Trump, em encontro que ainda não tem uma data marcada.

 

O presidente Lula falou sobre suas expectativas para esse encontro durante entrevista coletiva neste domingo (22). Lula está na Índia desde quinta (19), onde participou de um fórum sobre inteligência artificial e realizou reuniões bilaterais com outros líderes presentes no evento. Neste domingo Lula foi para Seul, na Coreia do Sul, onde se reúne com o presidente Lee Jae Myung e executivos de grandes empresas sul-coreanas. 

 

Na entrevista coletiva, Lula disse que a pauta da reunião com o presidente dos Estados Unidos terá uma pauta longa, e que a cooperação na área de segurança é um dos pontos centrais. O presidente brasileiro afirmou estar “muito otimista” com o encontro e defendeu uma relação “altamente civilizada, altamente respeitosa" entre os dois países. 

 

Para Lula, o combate ao crime organizado é uma área em que Brasil e Estados Unidos podem atuar conjuntamente. 

 

“Se tem uma coisa que nós precisamos trabalhar juntos é no combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas e à lavagem de dinheiro”, declarou.

 

Sobre a questão da segurança pública, o presidente Lula disse que  pretende levar para a reunião com Trump representantes da Receita Federal, da Polícia Federal, do Ministério da Justiça e do Ministério da Fazenda. Segundo ele, o objetivo é estruturar uma cooperação mais ampla no combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas, à lavagem de dinheiro e ao crime organizado internacional.

 

“Vou levar minha Polícia Federal, meu ministro da Justiça, a Receita. Eles levam o FBI, a CIA, o Departamento de Justiça deles”, afirmou.

 

Lula classificou o crime organizado como uma “empresa multinacional altamente sofisticada”, com atuação em diversos países e infiltração em diferentes esferas da sociedade. “Tem braço no poder Judiciário, tem braço no futebol, tem braço na política, tem braço no empresariado”, colocou.

 

Segundo ele, o Brasil já criou estruturas específicas para reforçar o combate a ilícitos na fronteira amazônica, com cooperação entre países vizinhos, e está disposto a ampliar a articulação com os Estados Unidos.

 

Ainda sobre questões de segurança pública, Lula disse na entrevista que já tratou do tema por telefone com Trump ao menos três vezes e que o Brasil enviou às autoridades norte-americanas documentos, fotografias e nomes de investigados. O presidente citou como exemplo um caso envolvendo contrabando de combustíveis e afirmou que o governo brasileiro encaminhou informações detalhadas sobre suspeitos que estariam nos Estados Unidos.

 

“Eu não quero recebê-los. Eu quero prendê-los”, declarou, ao rebater questionamento de jornalista sobre eventual pedido de repatriação de brasileiros. Segundo o presidente, a intenção é que pessoas investigadas por crimes no Brasil sejam entregues para responder à Justiça.

 

O presidente brasileiro afirmou ainda que espera restabelecer um diálogo direto e estável entre os dois países. 

 

“Eu espero que depois dessa reunião a gente possa garantir que volte a ter uma relação altamente civilizada, altamente respeitosa e que a gente não vai deixar de conversar por telefone quando tiver qualquer novidade entre Brasil e Estados Unidos. E eu quero também dizer ao presidente Trump que nós não queremos uma nova guerra fria”, disse.

 

Lula também fez um apelo direto ao diálogo pessoal com Trump. “Nós somos as duas maiores democracias da América Latina, nós somos dois homens com 80 anos de idade, portanto a gente não pode ficar brincando de fazer democracia. A gente tem que tratar com muita seriedade. Eu disse por telefone ao presidente Trump: é preciso a gente pegar um na mão do outro, olhar um no olho do outro pra gente ver o que a gente quer entre Brasil e Estados Unidos. E não tem veto, não tem nada proibido na mesa de negociação. Vamos colocar todos os temas na mesa de negociação”, explicou.

 

Ao comentar ainda a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas de comércio exterior, o presidente Lula disse que não cabe a ele julgá-la. 

 

“O que eu quero conversar com o Trump é a relação entre Brasil e Estados Unidos. Temos uma relação diplomática de 201 anos. Somos duas grandes democracias. Não tem veto, não tem nada proibido na mesa de negociação. Vamos colocar todos os temas na mesa”, disse Lula. 
 

Franck Ribéry e advogado de Benzema são citados em documentos do Caso Jeffrey Epstein
Fotos: Reprodução / Instagram / @franckribery7 | Divulgação

ALERTA GATILHO: o texto a seguir apresenta informações que podem causar gatilhos para quem sofre com problemas psicológicos. O Centro de Valorização da Vida (CVV) conta com mais de quatro mil voluntários em todo o Brasil. A entidade é uma associação civil sem fins lucrativos e reconhecida como de Utilidade Pública Federal desde 1973 e presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar. Busque ajuda pelo telefone 188. O número gratuito e válido em todo o território nacional.

 

O ex-jogador e ídolo do Bayern de Munique, Franck Ribéry, foi mencionado em depoimentos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, conforme documentos publicados recentemente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O nome do francês surgiu em um registro no qual uma vítima afirma que ele e o advogado Sylvain Cormier teriam solicitado meninas de 14 anos em um estabelecimento descrito como parte de um circuito de exploração.

 

O documento traz um relato forte da vítima, que descreve uma tentativa de abordagem direta do atleta. Segundo o depoimento, Ribéry teria tentado agredi-la em seu próprio jardim após obter seu número e endereço, sendo contido e retirado do local por policiais. A vítima expressou sua surpresa e angústia ao perceber o que chamou de "braço da prostituição" retornando para buscá-la, justamente no momento em que tentava se reconstruir após anos de abusos familiares.

 

"Fiquei surpreendida ao ver a chegada do circuito da prostituição. Finalmente tinha conseguido libertar-me do meu progenitor predador e tinha finalmente encontrado a minha mãe, após anos de separação. Agora, tinha a impressão de que um braço da prostituição tinha voltado para me levar, como se eu tivesse de pertencer a eles", relatou a vítima nos autos oficiais.

 

É fundamental destacar que, apesar da gravidade do relato, não existe uma condenação ou confirmação judicial contra o atleta sobre este caso específico até o momento, tratando-se de alegações contidas nos autos tornados públicos.

 


Foto: Divulgação

 

Sylvain Cormier, também citado, é um advogado francês de renome que ficou conhecido por defender Karim Benzema (atualmente no Al-Ittihad) em casos polêmicos, como o "Caso Valbuena" e o "Caso Zahia". Neste último, ocorrido entre 2010 e 2014, o advogado defendeu o atacante de acusações de relações com uma prostituta menor de idade, focando na tese de que o jogador não tinha conhecimento da idade da jovem, o que resultou em sua absolvição.

 

CASO JEFFREY EPSTEIN
O caso Jeffrey Epstein é reconhecido como um dos escândalos mais graves das últimas décadas, expondo uma rede de abuso sexual e tráfico de menores que envolvia figuras influentes da política, da realeza e do empresariado mundial.

 

Epstein era um financista norte-americano que utilizava sua vasta fortuna e conexões poderosas para aliciar meninas em situação de vulnerabilidade, oferecendo falsas promessas de ajuda financeira ou carreiras promissoras para atraí-las ao seu círculo de exploração.

 

A trajetória judicial de Epstein foi marcada por controvérsias, começando em 2008, quando ele fechou um acordo na Flórida que foi duramente criticado pela opinião pública. Na ocasião, ele se declarou culpado apenas por crimes menores de prostituição, cumprindo uma pena leve de 13 meses em regime semiaberto.

 

O caso só ganhou nova força em 2019, após investigações jornalísticas detalhadas que levaram à sua nova prisão por tráfico sexual federal. As acusações apontavam que os abusos eram sistemáticos e ocorriam em suas propriedades de luxo em Nova York, Flórida e em sua ilha particular nas Ilhas Virgens Americanas.

 

A morte de Epstein em sua cela, em agosto de 2019, encerrou o processo criminal contra ele, mas abriu caminho para uma série de teorias e novas investigações. Embora a causa oficial tenha sido suicídio, falhas graves no protocolo de segurança da prisão alimentaram suspeitas sobre as circunstâncias do ocorrido.

 

Mesmo sem o réu principal, a justiça avançou contra seus cúmplices, culminando na condenação de Ghislaine Maxwell em 2021, sentenciada por recrutar e facilitar os abusos cometidos pela rede de Epstein, mantendo o caso sob constante vigilância pública.

Esposa de Henrique, da dupla com Juliano, é solta após pagamento de fiança nos EUA
Foto: Instagram

A esposa do sertanejo Henrique, da dupla com Juliano, Amanda Vasconcelos, está em liberdade após ter sido detida nos Estados Unidos.

 

De acordo com o portal LeoDias, a influenciadora digital deixou a custódia das autoridades americanas na terça-feira (3), após o pagamento de uma espécie de fiança prevista na legislação dos EUA que funciona como um seguro financeiro.

 

O valor só pode ser pago se o réu garantir que irá cumprir a obrigação de comparecer a todos os atos judiciais.

 

Toda situação envolvendo Amanda aconteceu na segunda-feira (2), após a empresária ter ignorado ordens de parada da polícia, mesmo com luzes e sirenes acionadas. A assessoria do artista não se pronunciou sobre o caso.

Esposa de Henrique, da dupla com Juliano, é presa nos Estados Unidos; saiba mais
Foto: Instagram

A empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, esposa do cantor Henrique, da dupla com Juliano, foi presa em Orlando, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (2).

 

A jovem foi detida por dirigir com a carteira de habilitação vencida. De acordo com informações, do g1, não há registros públicos que confirmam se houve pagamento de fiança ou se a Justiça da Flórida liberou Amanda.

 

O registro oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Orange (Orange County Sheriff’s Office), indica que a brasileira enfrenta duas acusações criminais e o motivo principal da prisão é a fuga de uma abordagem policial.

 

 

Segundo o relatório da polícia, o crime cometido pela esposa do cantor é considerado grave, uma felonia de terceiro grau, por ter ignorado uma ordem de parada.

 

Até o momento, a assessoria do cantor não se pronunciou sobre o ocorrido.

Cantor evangélico sofre acidente doméstico nos Estados Unidos
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O cantor evangélico Regis Danese sofreu um acidente doméstico no último sábado (31) e precisou passar por uma bateria de exames após mal-estar ao dormir. 

 

O artista explicou que sofreu uma queda após subir em uma cadeira na área externa de sua casa para desligar uma lanterna. Com a queda, o cantor acabou sendo atingido na região do abdômen e das costas. 

 

Apesar do ocorrido, Danese só decidiu procurar atendimento médico após sentir dores durante a hora de dormir. No hospital, o cantor passou por uma bateria de exames e descartar complicações. 

 

 

 

“Está tudo bem, fiz a tomografia e não deu nada, tudo perfeito. Deus é muito bom e fiel”, tranquilizou os fãs. O cantor contou ainda que logo após sua passagem no hospital, faria uma pregação em uma igreja da cidade. 
 

Embaixada dos EUA emite alerta para americanos “evitarem favelas” durante Carnaval no Brasil e cita “crimes oportunos”
Foto: Rúbia Mariniello / Bahia Notícias

A Embaixada dos Estados Unidos emitiu um alerta de segurança para os cidadãos norte-americanos que pretendem vir ao Brasil para passar o Carnaval deste ano. Com uma lista de instruções, a entidade falou das festas mais famosas do país, como Salvador, Recife e Rio de Janeiro, e instruiu os foliões dos EUA a “evitarem favelas” por questões de segurança ao longo da folia.

 

“A celebração anual do Carnaval acontecerá entre sábado, 14 de fevereiro, e quarta-feira, 18 de fevereiro. Embora os eventos mais famosos ocorram no Rio de Janeiro, Salvador e Recife, você pode esperar grandes aglomerações e desfiles, também conhecidos como "blocos", por todo o Brasil. Antes das festividades, os cidadãos dos EUA são lembrados de permanecerem vigilantes e atentos ao seu entorno”, diz o comunicado enviado nesta terça-feira (27).

 

Dentro das orientações, a representação do governo norte-americano também sugeriu que os cidadãos evitem usar “joias caras” e andar com “grandes quantias de dinheiro”. Além disso, o comunicado reforçou a ocorrência de “crimes oportunistas”, com o furto de celulares sendo “comum” durante a festa momesca.

 

Também se destaca a instrução para evitar bebidas de estranhos durante o Carnaval, além de não oferecer resistência física em possíveis tentativas de roubo, pois, de acordo com a embaixada, os criminosos “geralmente andam armados”.

 

Veja as instruções:

  • Evite favelas (comunidades) em todos os momentos, mesmo durante festas/blocos de rua;
  • Não use joias caras nem carregue grandes quantias de dinheiro. Crimes oportunistas, incluindo roubo de celulares, são comuns durante o Carnaval;
  • Esteja atento ao que acontece ao seu redor. Evite andar sozinho, especialmente à noite;
  • Não aceite bebidas de estranhos e não deixe bebidas sem vigilância;
  • Não ofereça resistência física a qualquer tentativa de roubo, pois os criminosos geralmente estão armados;
  • Planeje com antecedência para chegar ao seu destino;
  • Faça planos alternativos para o caso de se separar de amigos ou familiares durante as comemorações;
  • Mantenha as janelas fechadas quando estiver dentro do veículo. Estacione em áreas bem iluminadas e evite deixar objetos de valor dentro do carro;
  • Beba bastante água para evitar a desidratação durante os dias quentes de verão;
  • Mantenha-se informado. Acompanhe as notícias para ficar por dentro dos últimos acontecimentos na área da segurança;
  • Denuncie qualquer atividade criminosa primeiro à polícia local (190) e depois entre em contato conosco nos números listados abaixo se precisar de ajuda.
Baiana Ana Andrade é reconhecida como Estagiária do Ano em premiação nos Estados Unidos
Foto: Divulgação

A baiana Ana Andrade foi reconhecida como Estagiária Universitária do Ano 2025 na região Sul dos Estados Unidos durante um evento promovido pela Northwestern Mutual, empresa do setor de seguros e serviços financeiros da América do Norte.

 

A premiação, chamada Southern College Intern of the Year, é concedida a estagiários universitários que participam do programa de formação da companhia. Ana atua no Striano Network Office, escritório parceiro da Northwestern Mutual, onde desenvolve atividades ligadas à área financeira.

 

O reconhecimento leva em conta critérios como desempenho acadêmico, dedicação ao programa e evolução ao longo do período de estágio. A avaliação considera a atuação dos participantes durante o último ano.

 

O evento reuniu líderes, gestores e estagiários de diferentes regiões dos Estados Unidos. Durante o encontro, foram apresentados resultados do período e discutidas estratégias futuras da companhia.

 

 

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Lula conversa com presidente da Turquia sobre comércio exterior e convite de Trump para Conselho de Paz em Gaza
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Segundo informações da Agência Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. A conversa, que aconteceu nesta quarta-feira (21), teve como um dos principais assuntos a situação da Faixa de Gaza e o convite feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a criação de um Conselho de Paz para a região.

 

Brasil e Turquia estão entre os mais de 50 países convidados pelo presidente norte-americano para fazerem parte do Conselho. O governo brasileiro ainda não deu uma resposta sobre o convite, e a avaliação do Itamaraty é que ainda há muitas dúvidas sobre os objetivos da iniciativa, e que o Brasil pode enfrentar consequências diplomáticas tanto se aceitar quanto se recusar a participar do grupo.

 

Já a Turquia, junto com outros sete países árabes e de maioria islâmica, anunciaram a adesão ao Conselho da Paz para a guerra na Faixa de Gaza. O grupo de países árabes e de maioria islâmica que decidiram integrar o Conselho são a Turquia, a Jordânia, os Emirados Árabes Unidos, a Indonésia, o Paquistão, a Arábia Saudita, o Catar e o Egito. 

 

A adesão turca e desses países ao Conselho foi mencionada por Erdogan na conversa com Lula. De acordo com o Palácio do Planalto, os dois chefes de Estado trocaram impressões sobre Gaza e os esforços internacionais em favor da paz na região.

 

A conversa entre os presidentes do Brasil e da Turquia também girou sobre temas como a agenda climática e a ampliação das relações econômicas entre ambos países. A Agência Brasil informou que Erdogan parabenizou Lula pela condução das presidências do G20 e da COP-30. 

 

No tema climático, Erdogan afirmou ter interesse em contar com a experiência do Brasil na organização da COP-31, que será realizada em novembro, na Turquia. O líder turco citou ainda a disposição de empresas de seu país em investir no Brasil, com foco em projetos de infraestrutura.

 

Outro ponto da conversa se deu em torno do tema da agenda bilateral entre Brasil e Turquia. Os presidentes defenderam a ampliação e a diversificação do intercâmbio comercial, que superou US$ 5,5 bilhões em 2025. Eles concordaram em estimular reuniões entre representantes do setor privado.
 

França descarta boicote e confirma presença na Copa do Mundo de 2026, apesar de críticas a Trump
Foto: Divulgação | Reprodução / Instagram / @realdonaldtrump

A França confirmou que disputará a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. De acordo com a ministra dos Esportes francesa, Marina Ferrari, o governo do país não tem, neste momento, qualquer intenção de boicotar o torneio, apesar das pressões políticas vindas de diferentes setores da Europa em razão da política internacional do presidente norte-americano Donald Trump.

 

"Até agora, não há vontade de boicote", afirmou a ministra. Segundo ela, embora existam manifestações contrárias dentro de alguns blocos políticos, o esporte deve permanecer dissociado de questões diplomáticas.

 

"Agora, não faço previsões sobre o que pode acontecer, mas também ouvi vozes que se levantam vindas de alguns blocos políticos. Faço questão de que se dissocie o esporte (da política). A Copa do Mundo de futebol é um momento extremamente importante para todos os amantes do esporte", acrescentou.

 

As declarações ocorrem em meio a um debate crescente na Europa sobre a permanência dos Estados Unidos como uma das sedes do Mundial. Na última terça-feira (20), o deputado francês Éric Coquerel, do partido A França Insubmissa (LFI), solicitou à Fifa que a competição seja disputada apenas no México e no Canadá.

 

Em publicação nas redes sociais, o parlamentar questionou a realização do torneio em solo americano. "Sério, dá para imaginar jogar uma Copa do Mundo de futebol em um país que agride seus ‘vizinhos’, ameaça invadir a Groenlândia, destrói o direito internacional, quer sabotar a ONU, instaura uma milícia fascista e racista em seu território, ataca as oposições, proíbe o acesso à competição de torcedores de cerca de quinze países, planeja banir dos estádios qualquer sinal LGBT, etc.?", escreveu Coquerel no X.

 

 

O tema também repercute em outros países europeus. Na Alemanha, a secretária de Estado para o esporte, Christiane Schenderlein, afirmou que uma eventual decisão sobre boicote caberia exclusivamente à Federação Alemã de Futebol e à Fifa, ressaltando que ambas teriam total “autonomia” para deliberar sobre o assunto.

 

Já na França, o ex-treinador do Senegal, Claude Le Roy, levantou dúvidas sobre a participação no Mundial. Em entrevista ao jornal Figaro, ele disse "se perguntar se não seria o caso de convocar um boicote à Copa do Mundo de 2026, diante do comportamento de Donald Trump em relação ao continente", citando também as dificuldades de obtenção de visto para torcedores senegaleses.

 

No Reino Unido, o debate ganhou contornos políticos. O parlamentar conservador Simon Hoare defendeu que a retirada da seleção inglesa da Copa do Mundo de 2026 poderia representar uma forma de protesto contra o presidente dos Estados Unidos.

 

"(Trump) é sensível, tem um ego inflado e não gosta de passar vergonha. A visita de Estado (do Rei Charles aos EUA) deve acontecer? As seleções de futebol devem jogar em estádios americanos na Copa do Mundo? Essas são coisas que envergonhariam o presidente em casa. É necessário combater fogo com fogo", declarou.

 

Apesar das críticas e pressões políticas, até o momento não há indicação oficial de que grandes seleções europeias deixarão de disputar o próximo Mundial.

Lula diz que Trump quer "governar o mundo pelo Twitter" e acusa oposição de mentir e distorcer suas falas
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Os conflitos e controvérsias gerados pelo norte-americano Donald Trump, que nesta terça-feira (20) completou um ano à frente do governo dos EUA, foram citados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante uma solenidade para entrega de unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida. A cerimônia aconteceu no município gaúcho de Rio Grande. 

 

 

No pronunciamento, Lula fez críticas a Trump e disse que ele quer “governar o mundo pelo Twitter”. O governo brasileiro está entre os países convidados pelo presidente dos Estados Unidos para participar de um “Conselho de Paz” de Gaza. 

 

“Vocês já perceberam uma coisa, que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter? É fantástico. Todo dia ele fala uma coisa e todo dia o mundo aborda a coisa que ele falou. Vocês acham que é possível? É possível tratar o povo com respeito se eu não olhar na cara de vocês, se eu achar que vocês são objetos, e não um ser humano”, afirmou Lula. 

 

Acompanhado dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Jader Filho (Cidades), Lula inaugurou um empreendimento que entregou 1.276 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida na cidade de Rio Grande. O empreendimento contou com investimento total de R$ 123,6 milhões, provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), com contrapartida do governo do Rio Grande do Sul.

 

Além das críticas a Trump, o presidente Lula da Silva defendeu ser necessário acabar com a “era da mentira”. Lula afirmou que seus discursos, assim como as falas de aliados, são monitorados por opositores que buscam frases isoladas para descontextualizar em vídeos e postagens nas redes sociais. 

 

“Eles querem pegar uma palavra para que eles possam distorcer e mandar para o mundo na internet”, afirmou.

 

O presidente relembrou vídeos recentes que circularam pelas redes sociais com uma fala dele distribuída de forma descontextualizada. Cortes de vídeo de um discurso feito pelo presidente dão a entender que ele teria afirmado que “pobre não precisa estudar”, porque “nasceu para trabalhar”. 

 

Na fala original, o presidente defende a necessidade de dar oportunidades para que pessoas de baixa renda sejam da profissão que quiserem, e fez ironias sobre o discurso das elites de que “pobre não precisa estudar”.

 

Segundo Lula, “é mais fácil acreditar em uma mentira que, na verdade”, principalmente em ambientes digitais.

 

“Todos vocês aprenderam desde pequenos que é mais fácil acreditar em uma mentira do que, na verdade, porque a verdade tem que ser explicada, a mentira é só falar. E tem muita mentira circulando”, concluiu o presidente Lula.
 

María Corina Machado entrega Nobel da Paz à Trump
Foto: Reprodução / X

María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, presenteou Donald Trump com sua medalha do Prêmio Nobel da Paz nesta quinta-feira (15). A entrega aconteceu durante uma reunião na Casa Branca após declarações do presidente norte-americano de que ela não tinha apoio para comandar Venezuela.


Em uma publicação nas redes sociais, Trump escreveu: "María me presenteou com seu Prêmio Nobel da Paz pelo trabalho que tenho feito. Um gesto maravilhoso de respeito mútuo. Obrigado, María!"

 

Corina descreveu a reunião como "excelente" e disse que o presente foi um reconhecimento do que ela chamou de compromisso de Trump com a liberdade do povo venezuelano.

Ex-NBA Delonte West é preso novamente nos EUA por roubo e agressão
Foto: Divulgação

O ex-armador Delonte West, conhecido por sua passagem por equipes tradicionais da NBA, voltou a se envolver em problemas com a polícia nos Estados Unidos. Na última ocorrência, registrada no condado de Fairfax, nesta semana, na Virgínia, o ex-jogador foi detido sob acusações de roubo e agressão.

 

Segundo informações repassadas pelas autoridades locais, a polícia foi chamada após um homem afirmar ter sido atacado e assaltado em um trecho da Richmond Highway, na região de Belle Haven. O suspeito deixou o local antes da chegada dos agentes, mas acabou localizado e preso ainda no mesmo dia.

 

West foi formalmente acusado de subtrair US$ 23 da vítima, além de responder por agressão física. Após a prisão, ele foi liberado mediante o pagamento de fiança no valor de US$ 1.000, conforme divulgou o site TMZ.

 

Com oito temporadas disputadas na NBA, Delonte West construiu uma carreira sólida na liga, defendendo franquias como Boston Celtics, Seattle SuperSonics, Cleveland Cavaliers e Dallas Mavericks. Ao longo desse período, acumulou mais de US$ 16 milhões em salários.

 

Nos últimos anos, no entanto, o ex-atleta passou a chamar atenção fora das quadras, em meio a episódios recorrentes envolvendo dependência química, detenções e dificuldades pessoais. Em novembro do ano passado, por exemplo, ele foi encontrado inconsciente em uma via pública, sob efeito de álcool, e acabou levado sob custódia após recusar atendimento médico oferecido pela polícia.

 

Ao longo da carreira, Delonte West também ficou marcado pela parceria com LeBron James no Cleveland Cavaliers, onde atuaram juntos entre 2008 e 2010. Naquele período, West teve papel relevante na rotação da equipe, especialmente na temporada 2008/2009, quando o time alcançou a final da Conferência Leste. A relação entre os dois voltou a ganhar destaque anos depois, quando LeBron ajudou publicamente West em momentos de dificuldade pessoal, oferecendo apoio e assistência fora das quadras.

Genial/Quaest: maioria apoia captura de Maduro por Trump e critica Lula por ter condenado invasão na Venezuela
Foto: Reprodução Youtube

Donald Trump acertou em invadir a Venezuela para prender Nicolás Maduro, o presidente Lula errou em condenar a ação do governo dos Estados Unidos, mas há um temor de que algo parecido seja feito também no Brasil. Essas foram algumas das opiniões que predominaram na pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (15).

 

O instituto entrevistou pessoas em todo o país para avaliar a visão dos brasileiros a respeito dos acontecimentos recentes na Venezuela, assim como a posição do governo brasileiro a respeito da captura do presidente Nicolás Maduro. A pesquisa revelou, por exemplo, que 46% dos entrevistados aprovaram a ação militar dos Estados Unidos naquele país, contra 39% que desaprovaram. 

 

Entre as razões que teriam levado o presidente norte-americano a invadir a Venezuela, o combate ao narcotráfico foi a principal resposta na pesquisa Genial/Quaest, com 31% de menções. Na sequência aparecem entre as motivações restaurar a democracia (23%), controlar o petróleo venezuelano (21%), reduzir a influência da China (4%), e uma combinação de todas as intenções (6%). 

 

O Levantamento revelou também que 50% dos brasileiros consideraram aceitável interferir em outro país para prender um ditador, enquanto 41% discordaram dessa possibilidade. A opinião favorável à intervenção foi majoritária principalmente entre os que se declaram ser “direita não bolsonarista”, com 75% de concordância. Já entre os que são contrários à ação em outro país, a opinião foi mais presente entre os que se declaram “lulistas”, com 66%.

 

Apesar de um maior apoio dos entrevistados à ação ordenada por Donald Trump para capturar Maduro, 58% dos brasileiros disseram temer que os Estados Unidos façam algo similar no Brasil. Outros 40% afirmaram que não temem uma iniciativa do tipo em nosso país. 

 

Perguntados sobre o que o Brasil deveria fazer a respeito das ações de Trump na Venezuela, a grande maioria, 66%, optou por dizer que nosso país deve se manter neutro em relação ao problema. Apoiar as ações de Trump foi a opção de 18% dos entrevistados, e apenas 10% disseram que o Brasil deveria se opor ao presidente dos Estados Unidos. 

 

Em outro recorte da pesquisa, 51% afirmaram que a postura do presidente Lula de condenar as ações ordenadas por Donald Trump teria sido errada. Outros 37% disseram que Lula acertou em condenar a invasão da Venezuela pelas forças especiais do governo dos EUA. 

 

Apesar de a pesquisa ter revelado uma maioria com posição crítica à postura do governo Lula em relação à invasão na Venezuela, 71% disseram acreditar que a postura do presidente não afeta a sua decisão de voto nas eleições de outubro. 

 

Para 17%, as críticas do presidente brasileiro à operação na Venezuela levam à preferência por votar na oposição. Somente 7% dizem que a postura do líder petista reforça o voto nele neste ano. 

 

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
 

Xanddy Harmonia anuncia cancelamento de Carnaval nos Estados Unidos: "Coração apertado"
Foto: Instagram

O cantor Xanddy Harmonia anunciou o cancelamento da edição de 2026 do We Are Carnaval Orlando, festa promovida pela HCX Production, que pertence ao baiano, nos Estados Unidos.

 

Em comunicado divulgado nas redes sociais, a produção do evento não explicou o motivo do cancelamento da edição deste ano, mas lamentou a pausa na festa, que atraia milhares de brasileiros na terra do Tio Sam.

 

"O We Are Carnaval nasceu para celebrar o que o Brasil tem de mais bonito: a alegria, a música, o encontro, a emoção e a energia contagiante do nosso povo. Em Orlando, ele se transformou em muito mais do que um evento - virou um momento aguardado, uma tradição, um reencontro anual entre amigos, famílias e amantes da cultura brasileira que fazem questão de estar presentes, ano após ano. Cada edição foi marcada por sorrisos, abraços, dança, saudade do Brasil e, acima de tudo, por um público fiel, que entende que o Carnaval é mais do que uma festa: é identidade, é memória afetiva, é pertencimento. Por isso, é com o coração apertado, mas com total transparência e respeito a todos vocês, que comunicamos que em 2026 não realizaremos o We Are Carnaval em Orlando."

 

Segundo a equipe da festa, a pausa não significa o fim do evento. De acordo com a produção, a festa deve passar por reformulações para voltar a acontecer em 2027.

 

"Essa pausa não significa um fim - muito pelo contrário. Ela representa um tempo necessário para reorganizar, fortalecer e planejar cada detalhe com o carinho, a grandiosidade e a excelência que esse projeto e esse público merecem. Agradecemos profundamente a compreensão, o carinho e o apoio de todos. Seguimos juntos, com o coração cheio de saudade - e a certeza de que o próximo encontro será ainda mais especial. Nos vemos em 2027, ainda mais fortes, mais emocionantes e mais inesquecíveis. SIM, verdadeiramente, nós somos o Carnaval."

 

Em 2025, o evento foi realizado em meio a um cenário tenso. De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do site Metrópoles, o evento sofreu com a vitória de Donald Trump nas eleições, tendo uma baixa na procura de ingressos devido a forte política de combate a imigrantes ilegais nos EUA.

 

Apesar da situação, o evento foi realizado com shows de Tomate, Péricles e Saulo, além do show de Xanddy. Durval Lelys cancelou a participação após contrair Covid-19.

EUA suspende visto para o Brasil e mais 74 países, diz emissora
Foto: White House

Os Estados Unidos vão suspender o processamento de vistos para o Brasil e mais 74 países. Segundo a Fox News, O Departamento de Estado orientou funcionários consulares a recusarem os vistos. Na lista dos países afetados estão Rússia, Irã, Somália, Afeganistão, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia e outros.


A proibição passa a valer a partir de 21 de janeiro. Segundo documento que a emissora teve acesso, os funcionários devem recusar vistos de acordo com a legislação vigente enquanto o governo reavalia os procedimentos de triagem e verificação.

 

A medida do governo Trump faria parte de um "esforço para coibir candidatos considerados propensos a se tornarem um encargo público".

Itamaraty diz que cabe "somente ao Irã decidir futuro do país" e relata que não há brasileiros mortos ou feridos
Foto: Reprodução Rede X

Em meio à escalada da repressão do governo iraniano sobre os manifestantes que há dias ocupam as ruas de Teerã, que já levou a mais de duas mil mortes, a área externa do governo Lula declarou que acompanha “com preocupação”, a evolução dos acontecimentos naquele país. O Itamaraty declarou também que “lamenta as mortes e transmite condolências às famílias afetadas”.

 

Os protestos contra o governo do Irã eclodiram no país no final de dezembro, em uma onda de agitação nacional que representa o maior desafio ao regime em anos. As manifestações tiveram início nos bazares da capital, Teerã, inicialmente contra a inflação desenfreada, mas se espalharam pelo país e se transformaram em atos principalmente contra o regime.

 

As manifestações violentas provocaram a morte de civis, autoridades e integrantes das forças de segurança. Em sua comunicação nesta terça-feira (13), o Itamaraty destaca que “cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país”. 

 

“O Brasil insta todos os atores a se engajarem em diálogo pacífico, substantivo e construtivo”, acrescenta o comunicado do Ministério das Relações Exteriores. 

 

O Itamaraty afirmou ainda que a Embaixada do Brasil em Teerã mantém contato permanente com a comunidade brasileira no Irã, estimada em 85 pessoas. Segundo relatos recebidos pelo Itamaraty de interlocutores naquele país, não há registro até o momento de nacionais brasileiros atingidos ou afetados pelas manifestações.

 

Enquanto o governo brasileiro pede diálogo e defende a soberania do Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça que cancelou qualquer conversa com autoridades do Irã. O líder norte-americano instou manifestantes a “tomarem as instituições”, em meio aos grandes protestos nas ruas de diversas cidades do país persa.
 

Ex-piloto brasileiro da Fórmula 1 é preso nos Estados Unidos
Foto: Reprodução

O ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 Antônio Pizzonia, de 45 anos, foi preso no sábado (10) no Condado de Montgomery, no Texas, nos Estados Unidos. Conforme registros das autoridades locais, a detenção ocorreu sob acusação de agressão com lesão corporal.

 

Segundo o site TMZ Sports, Pizzonia foi conduzido à delegacia e fichado após um incidente registrado no Speedsportz Racing Park, local que sediava uma etapa do Superkarts USA Winter Series, campeonato de kart do qual o filho do ex-piloto participava. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre as circunstâncias do caso.

 

A legislação do Texas classifica a agressão que resulta em lesão corporal como crime de Classe A, de acordo com o Artigo 22.01(a) do código penal, quando o acusado “intencionalmente, conscientemente ou por negligência causa lesão corporal a outra pessoa, incluindo o cônjuge da pessoa”.

 

Para esse tipo de infração, a pena pode chegar a um ano de prisão. Também está prevista a aplicação de multa de até US$4 mil (cerca de R$21,5 mil, pela cotação atual), ou a combinação de multa e detenção.

 

Natural de Manaus, Antônio Pizzonia iniciou sua trajetória na Fórmula 1 como piloto de testes da Williams em 2003. No mesmo ano, foi contratado pela Jaguar, equipe pela qual competiu até 2004. Posteriormente, retornou à Williams e disputou quatro provas, substituindo Ralf Schumacher. Sua última participação na categoria ocorreu no Grande Prêmio da China de 2005.

 

Ao longo da carreira na Fórmula 1, Pizzonia disputou 20 corridas. Fora da categoria, conquistou títulos importantes, como a Fórmula Vauxhall, a Fórmula Renault e a Fórmula 3 Inglesa. Entre 2007 e 2010, também competiu na Stock Car brasileira.

Novo técnico do Chelsea já criticou Trump por “ódio declarado” à população negra; entenda
Foto: Divulgação / Chelsea | Reprodução / Instagram / @realdonaldtrump

O recém-anunciado técnico do Chelsea, Liam Rosenior, passou a ser assunto nas redes sociais antes mesmo de comandar o time inglês em sua estreia oficial. Usuários resgataram um artigo publicado pelo treinador no jornal The Guardian, em junho de 2020, no qual ele faz duras críticas ao então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio à onda global de protestos contra o racismo após a morte de George Floyd.
 

O texto, publicado no dia 5 de junho daquele ano, 11 dias após Floyd, um homem negro, morrer asfixiado durante uma abordagem policial em Minneapolis, foi escrito em formato de carta aberta e adota um tom fortemente irônico. À época, Rosenior atuava como auxiliar técnico do Derby County e utilizou o espaço para responsabilizar Trump pelo agravamento das tensões raciais no país.
 

No artigo, o treinador afirma que o então presidente demonstrava uma "atitude maligna e falta de consideração para com a população negra sobre a qual você governa" e sustenta que esse comportamento serviu como um catalisador para mobilizações sociais que extrapolaram as fronteiras dos Estados Unidos. Segundo Rosenior, as ações do governo norte-americano ajudariam a impulsionar mudanças estruturais não apenas no país, mas também em outras partes do mundo, incluindo o Reino Unido.

 

Em um dos trechos mais pessoais do texto, Rosenior menciona o impacto do contexto político em sua própria família. "Você é o motivo pelo qual minhas filhas – que são cidadãs americanas – me perguntam: ‘Por que o presidente odeia os negros?", escreveu.

 

Liam Rosenior é filho de Leroy Rosenior, ex-jogador britânico que recebeu o título de Membro da Ordem do Império Britânico (MBE) por sua atuação no combate à discriminação no esporte. Leroy integrou a organização Show Racism The Red Card e teve passagens por clubes como Fulham, West Ham, QPR e Bristol City. Após encerrar a carreira como atleta, trabalhou como treinador e também comandou a seleção de Serra Leoa.
 

A seguir, o conteúdo do artigo escrito por Liam Rosenior, publicado originalmente no The Guardian, reproduzido na íntegra:

 

"Prezado Presidente Trump,

 

Sei que este é um período extremamente atarefado para você, entre partidas de golfe e tweets, mas espero que você se sinta encorajado por uma rara e bem-vinda carta de agradecimento de um homem negro em um momento tão inconveniente na história dos Estados Unidos da América.

 

Enquanto todos esses ‘animais’ estão se revoltando e saqueando as ruas por algo tão insignificante e sem importância quanto justiça e igualdade de direitos humanos para pessoas negras, e que, por alguma razão ridícula, parecem estar chateados com a polícia ‘fazendo seu trabalho’ ao aplicar um pouco de força física excessiva na prisão de mais um cidadão negro que posteriormente morreu sob sua custódia, percebi que ninguém lhe agradeceu pelo trabalho maravilhoso que você está fazendo.

 

Continue!

 

Tenho certeza de que um homem de seu vasto intelecto pode achar que meu sentimento tem um toque de sarcasmo, mas posso garantir que minha gratidão é genuína, pois o senhor se tornou, sem querer, o presidente mais influente da história dos Estados Unidos, por todos os motivos errados.

 

Obrigado por ser tão aberto e franco em sua atitude maligna e falta de consideração para com a população negra sobre a qual você governa.

 

Obrigado por não se curvar ao ‘politicamente correto’ e sequer fingir ter alguma empatia por quem não se parece com você ou não compartilha de suas visões ultrapassadas, vergonhosas e perturbadoras sobre a sociedade.

 

Obrigado por nos mostrar que qualquer um pode se tornar presidente (até você!) e por nos indicar o caminho a seguir, inspirando-nos (mesmo que sem querer) a promover mudanças duradouras, e não apenas um protesto pacífico apoiado por cliques vazios nas redes sociais. Isso é só o começo. Eu prometo.

 

Obrigado por dar visibilidade a pessoas ao redor do mundo que, infelizmente, desconheciam a situação do seu país e o estado em que ele se encontra há centenas de anos, e por expor as pessoas racistas, odiosas, intolerantes e violentas que não apenas votaram em você, mas que detêm a chave cultural para uma sociedade e um sistema injustos, corruptos e fundamentalmente preconceituosos desde a concepção dos EUA, construídos sobre o genocídio dos nativos americanos e a escravidão e o encarceramento de milhões de negros.

 

Obrigado por nos dar um inimigo tangível e simbólico (você e seus asseclas do ‘Make America Great Again’) contra o qual as pessoas agora têm combustível para se organizar, traçar estratégias e mobilizar um movimento e um processo duradouros para mudar nosso planeta para melhor.

 

Esses problemas existem desde a minha infância e ao longo das gerações anteriores, e como homem negro, minha maior dor, angústia e desânimo não vêm apenas de testemunhar essas atrocidades cometidas repetidamente contra o meu povo, mas também da falta de choque e da vívida dessensibilização acumulada ao longo dos anos, enquanto ouvia (e infelizmente acreditava) que ‘as coisas não vão mudar’.

 

Antes de você, tivemos presidentes que fecharam os olhos para isso, que não fizeram o suficiente e estavam ocupados demais atendendo aos desejos de corporações corruptas que os haviam pressionado para chegar ao poder. A diferença é que eles eram espertos o suficiente para lidar com a mídia e dizer a coisa certa em público, demonstrando apenas a dose certa de falsa compaixão em resposta a essas violações dos direitos humanos, a fim de apaziguar o número crescente de pessoas que, instintivamente, sabiam que era preciso haver mudança.

 

Você realmente reflete as opiniões e a ideologia de um grupo de pessoas que devemos e iremos superar.

 

Por isso, Senhor Presidente, agradeço-lhe sinceramente.

 

Liam Rosenior"

 

Rosenior foi contratado e anunciado pelo Chelsea nesta semana com contrato vigente até o fim da temporada de 2032. A chegada do treinador de 41 anos veio após o clube londrino ter demitido Enzo Maresca, técnico campeão da inédita Copa do Mundo de Clubes da Fifa 2025. 

 

O novo comandante dos Blues estava treinando o Strasbourg, clube que pertence ao mesmo consórcio de empresas, o grupo norte-americano BlueCo. Ele soma passagens também por Derby County e Hull City. 

Rússia desloca submarino para escoltar petroleiro venezuelano
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

A Rússia deslocou um submarino e outras embarcações para escoltar um petroleiro venezuelano que está sendo monitorado pelos Estados Unidos em seu caminho para a Venezuela. A informação é do Wall Street Journal.

 

O navio, identificado por entidades marítimas como Bella 1, está sendo perseguido pelos EUA há cerca de duas semanas. Segundo a Reuters, a embarcação é alvo de sanções e já havia sido alvo de uma tentativa de apreensão no domingo. Esta seria a terceira embarcação interceptada pelo governo Trump.

 

O Kremlin já havia feito um pedido diplomático na última quarta-feira (31), para que a perseguição ao petroleiro fosse interrompida. A Casa Branca, o Departamento de Estado dos EUA e o governo russo não se pronunciaram sobre o caso.

 

Segundo informações do jornal, os EUA alegaram que o navio operava sem uma bandeira nacional válida, o que permitiria uma interceptação já que o petroleiro não responde a legislação de nenhuma nação.

 

O jornal relata ainda que o Bella 1 agora tem um registro oficial de navios da Rússia, com um novo nome, Marinera. O porto de origem indicado é Sochi, cidade russa no mar Negro.

 

Na última semana, os EUA impuseram sanções a quatro empresas que operam no setor de petróleo da Venezuela. A Reuters informou que a Casa Branca determinou que as Forças Armadas dos EUA concentrem esforços na aplicação de um bloqueio ao petróleo venezuelano pelos próximos dois meses.

Após prêmio no Critics Choice Awards, Wagner Moura vira drink em premiação nos Estados Unidos
Foto: Divulgação

O título de Melhor Filme Internacional no Critics Choice Awards e as expectativas para novos troféus com a temporada de premiação do cinema, vem colocando Wagner Moura como o queridinho dos norte-americanos.

 

O baiano, que subiu ao palco com Kleber Mendonça Filho, diretor de 'O Agente Secreto', e alfinetou a organização do CCA pela forma como o troféu para o filme brasileiro foi dado, não perdeu a moral na terra do Tio Sam e foi transformado em um drink durante um evento nos Estados Unidos.

 

Wagner, que esteve presente na cerimônia de entrega de prêmios do New York Film Critics Circle e recebeu o título de Melhor Ator, teve um drink batizado em sua homenagem na premiação, e fez questão de posar com a bebida.

 

 

O cocktail misturava vodka, purê de lichia e frutas cítricas, e foi chamado de 'The Wagner Moura-tini'. Além do brasileiro, outros trabalhos também foram homenageados.

 

Nas redes sociais, o público celebrou o reconhecimento do baiano e brincou com a escolha para criar a bebida. "Poderia ser um drink com caipirinha para se tornar mais brasileiro", escreveu um.

 

Em entrevista ao programa de Seth Meyers, Moura celebrou o apoio do público brasileiro e falou sobre como o cinema tem movimentado o país desde 2024.

 

“Ver os brasileiros, desde o ano passado, quando um filme chamado Ainda Estou Aqui — que é outro filme fantástico, um filme brasileiro ganhou um Oscar — ver os brasileiros torcendo por esse filme e vendo esses artistas [dizendo] ‘essas pessoas nos representam como nossos’, acho que é simplesmente lindo e estou apenas feliz pelos brasileiros e pela nossa cultura.”

Atriz de ‘Todo Mundo em Pânico” é encontrada morta nos Estados Unidos
Foto: Divulgação

A atriz Jayne Trcka, que participou do filme “Todo Mundo em Pânico” (2000), foi encontrada morta, aos 62 anos, na casa onde morava em San Diego, nos Estados Unidos. 

 

A atriz, que interpretou a professora de educação física do clássico de Hollywood, era fisiculturista e participou de competições nos anos 1980. A morte teria ocorrido no dia 12 de dezembro, segundo o site TMZ. 

 

Ainda conforme o site, o corpo da atriz foi encontrado por um amigo, que já tentava contato com Jane dias antes. A causa da morte ainda é investigada. 
 

Balança comercial tem recorde histórico em dezembro, mas ano fecha menor do que em 2024 por conta do tarifaço
Foto: Reprodução Redes Sociais

A balança comercial brasileira bateu um recorde histórico no mês de dezembro de 2025, ao alcançar um superávit de US$ 9,6 bilhões. Apesar do bom resultado de dezembro, entretanto, o saldo final do comércio exterior registrou um recuo de 7,9% em relação ao resultado observado em 2024, e o tarifaço aplicado pelos Estados Unidos tem relação direta com a queda. 

 

Segundo dados divulgados nesta terça-feira (6) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), o Brasil registrou superávit de US$ 9,6 bilhões em dezembro de 2025. 

 

O resultado apresentado pelo Mdic representa um avanço de 107,8% na comparação com o mesmo mês de 2024, quando o saldo positivo foi de US$ 4,6 bilhões. O patamar atingido no último mês de 2025 também é recorde para o mês na série histórica iniciada em 1997.

 

No cálculo dos 12 meses de 2025, a balança comercial teve um superávit de US$ 68,3 bilhões, um recuo foi de 7,9% em relação a 2024, quando o saldo positivo foi de US$ 74,2 bilhões. O saldo é formado pela diferença entre as exportações, que foram de 348,7 bilhões, e as importações, que chegaram a US$ 280,4 bilhões.

 

Em relação a 2024, houve um aumento de 3,5% no volume total das exportações. Entretanto, as importações acabaram subindo mais, em 6,7%, e por isso o saldo final foi menor na comparação entre os dois anos. 

 

Um outro bom resultado foi apurado na corrente de comércio, que também bateu recorde, totalizando US$ 629,1 bilhões. A alta da corrente de comércio, que corresponde à soma das exportações e importações, foi de 4,9% no ano de 2025 em relação a 2024.

 

O saldo observado em 2025 foi o terceiro maior da série histórica, atrás apenas de 2023 e 2024 — ano que fechou com superávit de US$ 74,177. O recorde registrado foi em 2023, que fechou em US$ 98,9 bilhões.

 

O superávit poderia ter sido maior neste ano se não fosse a imposição do tarifaço aos produtos brasileiros pelo presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. As tarifas de até 50% impostas pelos EUA entraram em vigor em 6 de agosto.

 

A medida deixou as exportações do Brasil aos Estados Unidos mais caras. Somente em 14 de novembro o presidente norte-americano anunciou a redução em 40% das tarifas de importação sobre diversos produtos brasileiros, como carne bovina, café, tomate e banana, entre tantos outros.
 

VÍDEO: Jogadores do Mallorca vestem conjunto idêntico ao de Maduro em sua captura e repercutem nas redes
Foto: Divulgação | Governo dos EUA | Mallorca

Uma situação inusitada marcou o pré-jogo entre Mallorca e Girona, disputado no último domingo (4), pelo Campeonato Espanhol. Durante a chegada da delegação do Mallorca ao Estádio Son Moix, imagens mostraram jogadores e integrantes da comissão técnica vestindo um conjunto esportivo idêntico ao utilizado por Nicolás Maduro em registros divulgados horas antes após sua captura.

 

 

O traje, da linha Nike Tech Fleece, ganhou repercussão internacional depois que imagens oficiais mostraram o líder venezuelano algemado a bordo do porta-aviões norte-americano USS Henry Ford vestindo o mesmo modelo, na cor cinza. O conjunto, composto por agasalho e calça de moletom, tem valor aproximado em 219,98 dólares (aproximadamente R$ 1,1 mil no mercado brasileiro). 

 


Foto: Divulgação / Governo dos Estados Unidos

 


Foto: Divulgação / Nike

Foto: Divulgação / Nike

 

A coincidência visual rapidamente se espalhou nas redes sociais. Após a publicação das imagens da chegada do Mallorca, torcedores passaram a associar a vestimenta ao episódio envolvendo Maduro, utilizando bandeiras da Venezuela e comentários irônicos nas postagens do clube espanhol.

 

O impacto não se limitou às redes. Dados do Google Trends indicam que o termo "Nike Tech" registrou um crescimento significativo no volume de buscas no sábado (3) e no domingo (4), impulsionado pela ampla circulação das imagens relacionadas à captura do líder venezuelano.

 

 

Dentro de campo, o Mallorca não conseguiu transformar a atenção fora das quatro linhas em resultado esportivo. A equipe foi derrotada pelo Girona por 2 a 1. O adversário integra o City Football Group, conglomerado que administra clubes em diferentes países.


CAPTURA DE NICOLÁS MADURO
No sábado (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a captura de Nicolás Maduro. Segundo o chefe da Casa Branca, a ação durou cerca de 47 segundos e enfrentou resistência armada.

 

Trump declarou que o planejamento levou em consideração riscos de divulgação prévia, que, segundo ele, poderiam partir do Congresso americano. Apesar do curto tempo de execução, o presidente classificou a operação como complexa, ressaltando o uso do chamado "elemento surpresa" até o momento da detenção.

Entenda por que ataques dos Estados Unidos na Venezuela não devem causar mudanças na Copa do Mundo
Foto: Stephanie Scarbrough/AFP

A ofensiva militar realizada pelos Estados Unidos na Venezuela, realizada no último sábado (3) e que resultou na prisão de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, não deve provocar impactos na realização da Copa do Mundo de 2026. O torneio tem início previsto para pouco mais de cinco meses e será organizado de forma conjunta por Estados Unidos, México e Canadá.

 

Com a repercussão internacional da operação, analistas e usuários de redes sociais passaram a comparar o episódio com o que ocorreu em 2022, quando a Rússia foi punida após a invasão da Ucrânia. Naquele contexto, a federação russa foi retirada das Eliminatórias Europeias e acabou fora da Copa do Mundo do Catar, disputada no mesmo ano, além de ficar impedida de participar do Mundial seguinte.

 

Apesar das comparações, os dois cenários apresentam diferenças significativas. Em 2022, as seleções europeias ainda disputavam vagas para o Mundial. A Rússia se preparava para enfrentar a Polônia na repescagem, e o vencedor do confronto teria pela frente quem avançasse do duelo entre Suécia e Tchéquia.

 

Em resposta à invasão da Ucrânia, a Polônia comunicou à Fifa que não entraria em campo contra os russos. Suecos e tchecos também anunciaram que se recusariam a enfrentar a Rússia em uma eventual decisão. Diante do impasse, Fifa e Uefa optaram por afastar o país das competições, evitando a possibilidade de classificação automática por W.O.

 

Em 28 de fevereiro de 2022, as entidades anunciaram conjuntamente que “todas as equipes russas, sejam elas seleções nacionais ou clubes, ficarão suspensas da participação em competições da Fifa e da Uefa até novo aviso”. Ou seja, a medida atingiu o processo classificatório, e não diretamente a Copa do Mundo.

 

PORQUE A COPA DE 2026 NÃO MUDARÁ DE SEDE
No caso atual, o cenário é distinto. A Copa do Mundo de 2026 depende diretamente dos Estados Unidos, que receberão 78 dos 104 jogos do torneio, incluindo todas as partidas a partir das quartas de final. Além disso, contratos bilionários com patrocinadores e parceiros comerciais já estão firmados, o que torna inviável qualquer mudança de sede a poucos meses do início da competição. Como previsto nos regulamentos da Fifa, os países-sede também têm vaga assegurada no Mundial.

 

Ainda assim, a operação militar coloca a Fifa em uma posição sensível. No mês passado, o presidente da entidade, Gianni Infantino, concedeu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o primeiro Prêmio da Paz da Fifa.

 

“O senhor sempre poderá contar, Sr. Presidente (Trump), com o meu apoio, com o apoio de toda a comunidade do futebol, para ajudá-lo a fazer a paz e a prosperar no mundo inteiro”, afirmou Infantino na ocasião.

Milei comemora captura de Maduro e diz "viva la libertad carajo", mas outros líderes latinos condenam ação dos EUA
Foto: Reprodução Redes Sociais, provavelmente IA

“La Libertad Avanza. Viva la libertad carajo”. Com essa frase curta, postada na rede X, o presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou a captura do venezuelano Nicolás Maduro pelas forças especiais do governo dos Estados Unidos, neste sábado (3). 

 

Milei foi um dos poucos líderes das américas a apoiar a investida militar do governo Donald Trump para prender Maduro e retirá-lo do seu país. Assim como Milei, o presidente do Equador, Daniel Noboa, sinalizou ser a favor dos ataques dos Estados Unidos à Venezuela. 

 

Em uma postagem no seu perfil nas rede social X, Noboa disse ver a estrutura criminosa do que chamou de “narco chavistas” desmoronar em todo o continente.

 

“A todos os criminosos narco chavistas, sua hora hora chegou. Sua estrutura vai terminar de cair em todo o continente”, escreveu o presidente do Equador.

 

Do lado contrário, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, por exemplo, criticou a ofensiva norte-americana e disse que o seu governo convocou o Conselho de Segurança Nacional para dar assistência aos colombianos na Venezuela.

 

“O governo da Colômbia repudia a agressão à soberania da Venezuela e da América Latina. Os conflitos internos entre os povos devem ser resolvidos pelos próprios povos em paz. Esse é o princípio da autodeterminação dos povos, que é a base do sistema das Nações Unidas”, declarou Petro na rede X. 

 

“Convido o povo venezuelano a encontrar os caminhos do diálogo civil e da sua unidade. Sem soberania não há nação. A paz é o caminho, e o diálogo entre os povos é fundamental para a união nacional. Diálogo e mais diálogo é a nossa proposta”, acrescentou o líder colombiano.

 

Uma condenação mais veemente à ação dos Estados Unidos foi postada na rede X pelo líder cubano, Miguel Díaz-Canel, que repudiou a ofensiva das forças especiais norte-americanas. 

 

“Cuba denuncia e exige urgente reação da comunidade internacional contra o criminoso ataque dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o corajoso povo venezuelano e contra a nossa América. Pátria ou morte! Venceremos!”, declarou Miguel Díaz-Canel.

 

A declaração do líder cubano encontra paralelo no comunicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que a ação militar dos Estados Unidos ultrapassa a linha do que é aceitável na relação entre países. 

 

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, disse Lula. 

 

Para Lula, a ação da madrugada é uma flagrante violação do direito internacional e abre espaço para um mundo de “violência, caos e instabilidade”.

 

Com mais comedimento, o presidente do Chile, Gabriel Boric, disse estar preocupado com a situação e pediu uma solução pacífica para a manutenção do poder na Venezuela. “Apelamos por uma solução pacífica para a grave crise que afeta o país”, declarou. 

 

Boric disse ainda que a crise venezuelana deve ser resolvida por meio do diálogo e do apoio do multilateralismo, não por meio da violência ou da interferência estrangeira.

 

Na mesma linha, a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, relembrou um trecho da Carta das Nações Unidas: “Os integrantes da Organização deverão abster-se, nas suas relações internacionais, da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, ou de qualquer outra forma incompatível com os objetivos das Nações Unidas”. 
 

Lula condena ataque dos EUA na Venezuela: "Precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional"
Foto: Ricardo Stuckert/ PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se pronunciou na manhã deste sábado sobre o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela e condenou a ação militar do país norte-americano.

 

Em comunicado, o presidente brasileiro afirmou que a ação militar ultrapassa a linha do que é aceitável na relação entre países.

 

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional."

 

Para Lula, a ação da madrugada é uma flagrante violação do direito internacional e abre espaço para um mundo de "violência, caos e instabilidade".

 

"Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões", acrescentou.

 

O presidente, que interrompeu a folga de final de ano para se reunir com ministros e assessores do governo, ainda defendeu que "a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz".

"A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação."

Foto que circula nas redes supostamente mostraria captura de Maduro pelos EUA; vice-presidente pede "prova de vida"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Uma foto que começou a circular nas redes sociais nesta manhã de sábado (3) supostamente mostraria o momento da prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas forças especiais dos Estados Unidos. A captura de Maduro ocorreu em meio a ataques e bombardeiros na Venezuela.

 

Pela foto se vê Maduro sendo preso por militares, entre eles um da Drug Enforcement Administration (Administração de Repressão às Drogas), conhecida como DEA. O órgão é a principal agência norte-americana no combate ao crime relacionado a drogas, e possui atuação internacional. 

 

A imagem da prisão ainda não foi divulgada por nenhum órgão do governo do presidente Donald Trump, mas vem sendo utilizada em reportagens de sites venezuelanos. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) replicaram a imagem em suas contas na rede X, ao mesmo tempo em que comemoraram a captura do presidente da Venezuela.

 

Nas redes sociais, usuários afirmam que a foto se trata de inteligência artificial. Já a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou que desconhece o paradeiro de Nicolás Maduro. 

 

A vice-presidente, em pronunciamento nesta manhã de sábado, exigiu que o governo dos Estados Unidos apresentasse uma prova de vida de Nicolás Maduro. 

 

Delcy Rodriguez disse que “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.
 

Tropa de Elite dos EUA foi responsável por captura de Maduro na Venezuela, diz veículo internacional
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A Delta Force, unidade de elite do exército dos Estados Unidos especializada em contraterrorismo e resgate de reféns, que é considerada a "tropa de elite" dos EUA, teria sido a responsável pela captura de Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores.

 

A emissora norte-americana CBS News, creditou a captura do presidente da Venezuela a unidade de elite dos EUA, e citou como fonte um oficial do exército dos EUA.

 

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou em pronunciamento na TV estatal que o governo não possui informações sobre o paradeiro de Maduro e sua esposa, exigindo uma prova de vida imediata.

 

Por meio das redes sociais, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a retirada de Maduro e Cilia do país, no entanto, não revelou o destino do casal. Uma coletiva de imprensa está marcada para as 13h, para detalhar a operação.

 

SOBRE A INVASÃO A VENEZUELA
Na madrugada deste sábado (3), os Estados Unidos realizaram uma operação militar em larga escala na Venezuela. 

 

O presidente Donald Trump anunciou a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, afirmando que ambos foram retirados do país por via aérea.

 

Explosões foram registradas na capital venezuelana por volta das 2h da manhã, no horário local. Instalações militares importantes, como o complexo de Fuerte Tiuna e a base aérea de La Carlota, foram atingidas.

 

Antes de ser capturado por Trump, Maduro chegou a declarar estado de emergência e convocar as forças armadas para a resistência.

Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Ministros e assessores do governo Lula farão uma reunião de emergência na manhã deste sábado (3) para discutir a invasão da Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro, que aconteceram durante a madrugada e foram anunciadas mais cedo por Donald Trump.

 

De acordo com a coluna de Igor Gadelha, do site Metrópoles, encontro está previsto para as 10h, no Itamaraty e há a expectativa de que o presidente Lula participe de forma remota, já que o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

 

A publicação ainda indicou que o presidente já foi informado sobre o anúncio feito por Trump, e ainda avalia se retornará antes para Brasília. 

 

SOBRE A INVASÃO A VENEZUELA
Na madrugada deste sábado (3), os Estados Unidos realizaram uma operação militar em larga escala na Venezuela. 

 

O presidente Donald Trump anunciou a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, afirmando que ambos foram retirados do país por via aérea.

 

Explosões foram registradas na capital venezuelana por volta das 2h da manhã, no horário local. Instalações militares importantes, como o complexo de Fuerte Tiuna e a base aérea de La Carlota, foram atingidas.

 

Antes de ser capturado por Trump, Maduro chegou a declarar estado de emergência e convocar as forças armadas para a resistência.

Venezuela acusa Estados Unidos de ataques e declara estado de emergência após “agressão militar” em Caracas e outras regiões
Foto: X

O governo da Venezuela anunciou, na madrugada deste sábado (4), que o país foi alvo de uma agressão militar. 
 

Diante dos episódios, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto declarando estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, medida que visa mobilizar as forças de defesa e as instituições do país.

 

De acordo com o comunicado oficial, as investidas atingiram a capital, Caracas, e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. 

 

O governo venezuelano afirma que a ação teve como alvos instalações civis e militares, descrevendo o episódio como uma tentativa dos Estados Unidos de assumir o controle das reservas de petróleo e minerais do país.

 

A agência de notícias Associated Press (AP) confirmou a ocorrência de ao menos sete explosões em Caracas. Testemunhas relataram pânico nas ruas e a presença de aeronaves sobrevoando a região no momento dos estrondos.

 

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, também se manifestou em suas redes sociais, afirmando que o território venezuelano foi atingido por mísseis.

 

Leia o comunicado na íntegra:


"A República Bolivariana da Venezuela rejeita, repudia e denuncia perante a comunidade internacional a gravíssima agressão militar perpetrada pelo atual governo dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos, em localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Esse ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, à igualdade jurídica dos Estados e à proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, concretamente da América Latina e do Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas.

 

O objetivo desse ataque não é outro senão apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular do petróleo e dos minerais, tentando quebrar pela força a independência política da Nação. Não o conseguirão. Após mais de duzentos anos de independência, o povo e seu Governo legítimo mantêm-se firmes na defesa da soberania e do direito inalienável de decidir o próprio destino. A tentativa de impor uma guerra colonial para destruir a forma republicana de governo e forçar uma “mudança de regime”, em aliança com a oligarquia fascista, fracassará como todas as tentativas anteriores.


Desde 1811, a Venezuela enfrentou e venceu impérios. Quando, em 1902, potências estrangeiras bombardearam nossas costas, o presidente Cipriano Castro proclamou: “A planta insolente do estrangeiro profanou o solo sagrado da Pátria”. Hoje, com a moral de Bolívar, Miranda e de nossos libertadores, o povo venezuelano se levanta novamente para defender sua independência diante da agressão imperial.


O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativar os planos de mobilização e repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular, militar e policial, encontram-se mobilizados para garantir a soberania e a paz. Simultaneamente, a Diplomacia Bolivariana de Paz apresentará as correspondentes denúncias ao Conselho de Segurança da ONU, ao Secretário-Geral dessa organização, à CELAC e ao MNOAL, exigindo a condenação e a responsabilização do governo dos Estados Unidos.

 

O presidente Nicolás Maduro determinou todos os planos de defesa nacional para serem implementados no momento e nas circunstâncias adequadas, em estrito apego ao previsto na Constituição da República Bolivariana da Venezuela, na Lei Orgânica sobre Estados de Exceção e na Lei Orgânica de Segurança da Nação.


Nesse sentido, o presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada. O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.


Da mesma forma, ordenou o imediato deslocamento do Comando para a Defesa Integral da Nação e dos Órgãos de Direção para a Defesa Integral em todos os estados e municípios do país.


Em estrito apego ao artigo 51 da Carta das Nações Unidas, a Venezuela reserva-se o direito de exercer a legítima defesa para proteger seu povo, seu território e sua independência. Convocamos os povos e governos da América Latina, do Caribe e do mundo a se mobilizarem em solidariedade ativa diante desta agressão imperial.
Como afirmou o Comandante Supremo Hugo Chávez Frías: “diante de qualquer circunstância, de novas dificuldades, do tamanho que forem, a resposta de todos e de todas as patriotas… é unidade, luta, batalha e vitória”.

 

Caracas, 3 de janeiro de 2026"

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Lula vai ficar do lado de criminosos?"

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula. 

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