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A Fifa convidou a Federação de Futebol da República Islâmica do Irã (FFIRI) para uma reunião em sua sede, em Zurique, na Suíça, antes do dia 20 de maio. O encontro tem como objetivo tratar da preparação da seleção iraniana para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada entre 11 de junho e 19 de julho na América do Norte. A informação foi divulgada nesta terça-feira (5) pela AFP, com base em fontes próximas ao processo.
A participação do Irã no Mundial ainda gera atenção nos bastidores em meio à guerra no Oriente Médio, iniciada no fim de fevereiro, após bombardeios de Israel e dos Estados Unidos em território iraniano. Mesmo diante do cenário político e diplomático, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, tem afirmado publicamente que a seleção iraniana disputará normalmente suas partidas da fase de grupos em solo norte-americano.
"Quero confirmar, sem ambiguidades, que o Irã vai participar da Copa do Mundo de 2026. E, com certeza, o Irã jogará nos Estados Unidos", reiterou Infantino, durante a abertura do 76º Congresso da Fifa, realizado em Vancouver, no Canadá, em 30 de abril.
A posição do dirigente também recebeu sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em declaração posterior.
"Se o Gianni falou, então estou de acordo", declarou Trump.
"Eu disse a ele: 'Faça o que quiser. Você pode ficar com eles' (...) Acho que eles devem poder jogar", acrescentou.
Em outras ocasiões, Trump havia indicado dúvidas sobre a segurança dos jogadores iranianos caso viajassem aos Estados Unidos. As declarações provocaram reação de dirigentes do futebol do Irã, que chegaram a avaliar um boicote antes de solicitar que os jogos da seleção fossem transferidos para o México. O pedido foi recusado pela Fifa.
Apesar da posição pública de Infantino, o Congresso da Fifa também expôs dificuldades operacionais envolvendo a presença do Irã no Mundial. A delegação iraniana cancelou sua participação no evento em Vancouver na véspera da abertura, alegando comportamento ofensivo por parte da polícia de imigração após a chegada ao aeroporto de Toronto.
O Canadá classifica a Guarda Revolucionária Iraniana, braço armado ideológico da República Islâmica, como grupo terrorista. O presidente da FFIRI, Mehdi Taj, é ex-integrante da organização.
Ao retornar ao Irã, Taj afirmou à imprensa local que pretendia ter "uma reunião" com a Fifa, na qual teria "muitas questões a tratar".
A entidade máxima do futebol espera uma resposta da federação iraniana até, no máximo, três semanas antes do início da Copa do Mundo.
O Irã está previsto para estrear no Mundial no dia 16 de junho, contra a Nova Zelândia, em Los Angeles. A segunda partida da seleção será contra a Bélgica, no dia 21, também em Los Angeles.
O encerramento da participação iraniana na fase de grupos está marcado para o dia 27 de junho, contra o Egito, em Seattle. Durante a competição, a seleção ficará concentrada em Tucson, no Arizona.
Na próxima quinta-feira (7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará na Casa Branca, em Washington, onde se encontrará com o líder norte-americano, Donald Trump, um encontro que já vem sendo preparado desde o começo do ano. A possível reunião ocorre após a crise aberta entre os dois países por conta da prisão e posterior liberação do ex-deputado Alexandre Ramagem, nos Estados Unidos.
O episódio foi mais um capítulo nas tensas relações entre os governos Trump e Lula. O caso Ramagem levou o governo americano a expulsar um policial federal brasileiro que atuava nos EUA, e em resposta, o Palácio do Planalto também descredenciou um oficial americano que atuava no Brasil.
A visita de Lula a Trump vem sendo tratada pelo Itamaraty como um passo crucial para normalizar as relações comerciais e diplomáticas entre os dois países. Além da economia, temas como a situação na Venezuela e parcerias em minerais críticos e terras raras devem compor a mesa de discussões.
Durante um compromisso nesta segunda (4) em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin disse que espera que o encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump seja pautado pelo diálogo.
“Eu torço para que essa boa química que ocorreu entre o presidente Lula e o presidente Trump possa fortalecer ainda mais em benefício dos dois grandes países, duas grandes democracias do Ocidente”, disse Alckmin a jornalistas.
Para o vice-presidente, a reunião entre os dois presidentes será muito importante, principalmente porque os Estados Unidos são o principal investidor do País.
“Esse encontro é muito importante porque os Estados Unidos são o terceiro parceiro comercial do Brasil, atrás da China e da União Europeia. Mas ele é o primeiro investidor no Brasil. Então é [uma reunião] muito importante”, afirmou.
A confirmação da viagem vem depois de um momento negativo para o governo Lula. O Congresso impôs duas derrotas ao presidente na semana passada, rejeitando a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e derrubando o veto presidencial ao PL da Dosimetria.
A previsão inicial era que o petista seria recebido na Casa Branca em março, mas isso não se concretizou. O adiamento foi atribuído ao conflito entre EUA e Irã, que monopolizou a atenção americana, além de desafios domésticos de Trump, como impacto da alta dos combustíveis no bolso dos americanos.
A confirmação da visita agora acontece a poucas semanas do que interlocutores do presidente brasileiro consideravam a janela de oportunidade possível para que esse encontro acontecesse.
De acordo com a avaliação de alguns de seus assessores, a chance de uma reunião entre os dois presidentes ficaria cada vez menor à medida em que o período eleitoral brasileiro se aproximasse. O cálculo é de que essa espécie de janela de oportunidade só se manteria aberta até o fim do primeiro semestre porque a equipe de Lula não acredita que Trump gostaria de mostrar proximidade com o petista em meio à disputa eleitoral no país.
Gastroenterologista Marina Pamponet representa a Bahia em um dos maiores congressos médicos do mundo
A gastroenterologista baiana Marina Pamponet participou como palestrante do Digestive Disease Week (DDW), um dos principais encontros mundiais nas áreas de gastroenterologia, hepatologia, endoscopia e cirurgia gastrointestinal. O evento acontece até esta terça-feira (5), em Chicago, nos Estados Unidos.
A médica foi convidada pela organização para ministrar uma aula sobre doença diverticular do cólon, apresentada no último sábado (2). Ao lado dela, outros quatro brasileiros integram a programação científica.
“Para mim, é uma honra fazer parte desse evento. Também é uma oportunidade para aprender e aprimorar o cuidado e tratamento dos nossos pacientes na Bahia”, afirmou ao BN Hall.

Foto: Divulgação
O congresso reúne médicos, pesquisadores e profissionais de saúde para discutir avanços na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças do sistema digestivo.
Doutora em Ciências em Gastroenterologia pela Universidade de São Paulo, Marina Pamponet integra a diretoria da Federação Brasileira de Gastroenterologia e foi vice-presidente da Sociedade Baiana de Gastroenterologia no biênio 2023–2024. Também é membro do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil e da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva.
Em Salvador, coordena o Serviço de Gastroenterologia do Hospital Mater Dei Salvador e atua no ambulatório de Doença Inflamatória Intestinal do Hospital Universitário Professor Edgard Santos. Além disso, é professora adjunta da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e preceptora do programa de residência em Gastroenterologia da instituição.
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O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Irã está confirmado na Copa do Mundo de 2026 e disputará suas partidas nos Estados Unidos, mesmo diante das tensões recentes envolvendo o país.
Durante discurso no 76º Congresso da entidade, realizado em Vancouver, no Canadá, o dirigente reforçou a participação da seleção iraniana e destacou o papel do futebol como instrumento de união.
"Para começar, gostaria de confirmar logo de início que, é claro, o Irã participará da Copa do Mundo da Fifa de 2026. E, é claro, o Irã jogará nos Estados Unidos. O motivo é simples: temos de nos unir, unir as pessoas, é a nossa responsabilidade. O futebol une o mundo", disse. Em seguida, completou: "Temos de sorrir, ser felizes, ser positivos. Muitas pessoas tentando dividir o mundo, se ninguém unir, o que acontecerá? Temos essa oportunidade, temos a Copa, muito poderosa, tem a mágica de nos unir. Juntos somos invencíveis".
A presença do Irã no torneio chegou a ser questionada após a escalada de conflitos envolvendo o país, os Estados Unidos e Israel, iniciada em fevereiro. Ainda assim, Infantino já havia sinalizado anteriormente que a seleção estaria garantida na competição, apesar de declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, que levantou dúvidas sobre a segurança dos iranianos em território americano.
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira com 48 seleções e está programada para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho. O Irã integra o Grupo G, ao lado de Nova Zelândia, Bélgica e Egito, com todos os jogos previstos para os Estados Unidos.
A estreia iraniana será diante da Nova Zelândia, no dia 15 de junho, em Los Angeles. Na sequência, a equipe enfrenta a Bélgica, também na cidade californiana, em 21 de junho. O último compromisso da fase de grupos será contra o Egito, em 26 de junho, em Seattle. Em caso de classificação, a equipe seguirá atuando exclusivamente em solo norte-americano.
A Seleção Brasileira Feminina terá dois compromissos internacionais no Brasil como parte da preparação para a Copa do Mundo de 2027. A equipe enfrentará os Seleção dos Estados Unidos Feminina em amistosos nos dias 6 e 9 de junho.
O primeiro duelo será realizado na Neo Química Arena, em São Paulo. Já a segunda partida acontecerá no Castelão, em Fortaleza. As duas cidades estão entre as sedes previstas para o Mundial.
No ranking da FIFA, os Estados Unidos ocupam atualmente a segunda posição, enquanto o Brasil aparece em sexto lugar.
Os amistosos também marcam o retorno da seleção norte-americana ao país após mais de uma década — a última visita ocorreu em 2014. Até o momento, os EUA ainda não garantiram vaga na Copa de 2027 e disputarão a classificação por meio de torneio da Concacaf.
Historicamente, Brasil e Estados Unidos já se enfrentaram seis vezes em solo brasileiro, com duas vitórias para cada lado e dois empates.
"Serão dois jogos muito importantes para o nosso crescimento. Os EUA têm uma seleção excelente com muitas opções de atletas de alto nível. Elas sao historicamente a seleção mais vencedora e o retrospecto contra o Brasil é muito favorável a elas. Mas nosso trabalho está focado em construir uma nova história e enfrentá-las será mais um passo importante. Jogar no Brasil também será ótimo para termos o apoio do nosso torcedor e todos acompanharem dois jogos de alto nível e com grandes jogadoras dos dois lados", afirmou o técnico Arthur Elias.
O confronto mais recente entre as seleções ocorreu em abril de 2025, com uma vitória para cada lado nos Estados Unidos.
"Estou muito satisfeita por termos conseguido agendar esses jogos", disse a treinadora Emma Hayes.
"Queremos enfrentar as melhores equipes nos ambientes mais difíceis, em locais ao redor do mundo, com a maior frequência possível, e esses dois jogos atendem a todos esses requisitos. Precisamos de mais jogos em que todos os torcedores no estádio estejam torcendo fervorosamente contra nós, e estou ansioso para ver como nossa equipe se sai e evolui nessas condições adversas", concluiu.
A venda de ingressos para a estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, contra o Paraguai, segue abaixo do esperado, especialmente em comparação com outras partidas realizadas em Los Angeles.
De acordo com um documento interno distribuído aos organizadores locais, até o dia 10 de abril haviam sido vendidos 40.934 bilhetes para o confronto marcado para 12 de junho, no SoFi Stadium. O número é inferior ao registrado para o duelo entre Irã e Nova Zelândia, no mesmo estádio, que já soma 50.661 ingressos comercializados.
A capacidade oficial do SoFi Stadium para o Mundial será de 69.650 lugares. No entanto, não há confirmação se os números incluem entradas de hospitalidade ou categorias especiais, já que a FIFA e o comitê organizador local não comentaram os dados.
Os preços elevados aparecem como principal fator para a procura abaixo das expectativas. Quando colocados à venda, em outubro, os ingressos para Estados Unidos x Paraguai figuravam entre os mais caros do torneio, atrás apenas da final e de uma semifinal. As entradas de categorias 1 e 2, com valores de 2.300 e 1.650 euros, respectivamente, permaneceram disponíveis ao longo das etapas de venda.
Diferentemente da maioria das partidas, que tiveram aumento nos preços diante da alta demanda, os valores para este confronto foram mantidos, sendo o único jogo envolvendo seleções anfitriãs que não sofreu reajuste nos últimos meses.
Apesar do cenário pontual, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou recentemente que cerca de 5 milhões dos 6,7 milhões de ingressos totais já foram vendidos para o torneio. Segundo ele, parte das entradas foi retida estrategicamente para fases posteriores de comercialização.
A triatleta brasileira Mara Flávia Araújo, de 38 anos, morreu durante a etapa de natação do Ironman Texas, nos Estados Unidos, no último sábado (18).
Natural de São Paulo, ela também atuava como jornalista, DJ e influenciadora digital, e praticava triatlo há cerca de dez anos. A morte foi confirmada pela irmã, Melissa Araújo. A causa ainda não foi divulgada e está sob investigação das autoridades locais.
De acordo com a imprensa norte-americana, Mara desapareceu enquanto participava da prova no Lago Woodlands, nos arredores de Houston. O Corpo de Bombeiros de Woodlands foi acionado às 7h36 (horário local) após o relato de um possível nadador desaparecido.
Equipes de resgate chegaram ao local dois minutos depois e iniciaram as buscas. Às 8h02, um sonar identificou um alvo submerso. Pouco mais de uma hora depois, às 9h07, os agentes confirmaram a localização de uma vítima a cerca de três metros de profundidade.
O corpo foi retirado da água às 9h39 por mergulhadores, e a morte foi confirmada logo em seguida.
Organizado pela World Triathlon Corporation, o Ironman é uma das provas de resistência mais exigentes do mundo, reunindo 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,2 km de corrida.
A etapa de natação, onde ocorreu o incidente, é a primeira da competição. As atletas profissionais iniciaram a prova por volta das 6h30, no North Shore Park.
O gabinete do xerife do condado de Montgomery informou que abriu investigação sobre o caso, conforme o protocolo para ocorrências de possível afogamento.
O ex-jogador da NBA Damon Jones deve se declarar culpado em um caso de apostas esportivas ilegais nos Estados Unidos. A informação consta em documentos judiciais divulgados na última quinta-feira (16).
A investigação aponta que Jones, de 49 anos, teria participado de um esquema que envolvia o repasse de informações privilegiadas sobre lesões e ausências de jogadores entre dezembro de 2022 e março de 2024.
Entre os episódios citados, está o compartilhamento antecipado de que LeBron James não atuaria em uma partida entre o Los Angeles Lakers e o Milwaukee Bucks, antes da divulgação oficial da informação.
Inicialmente, Jones negou as acusações, mas mudou de posicionamento e indicou que pretende se declarar culpado em audiência marcada para o dia 28 de abril, em Nova York. Ele é o primeiro entre seis investigados no caso a adotar essa postura.
O grupo também inclui o armador Terry Rozier, do Miami Heat, citado nas investigações.
Além desse processo, Jones responde a um segundo caso, no qual se declarou inocente. A ação envolve um suposto esquema de pôquer fraudado em escala nacional, com cerca de 30 pessoas investigadas e uso de tecnologia para manipulação de resultados.
Na carreira como jogador, Damon Jones atuou por 11 equipes da NBA, com destaque para a passagem pelo Cleveland Cavaliers entre 2005 e 2008, período em que foi companheiro de LeBron James.
Após se aposentar, ele trabalhou como assistente técnico, inclusive no próprio Cavaliers entre 2016 e 2018, além de ter atuado como preparador físico pessoal de LeBron na temporada 2022–2023.
O rapper norte-americano David Anthony Burke, de 21 anos, conhecido com o D4vd, foi preso pela polícia de Los Angeles sob a acusação de assassinar a adolescente Celeste Rivas, de 14 anos. As informações são do TMZ.
A prisão acontece após um grande júri ouvir testemunhas próximas ao artista. O cantor foi detido por agentes da Divisão de Roubos e Homicídios e segue preso sem direito a fiança. A prisão foi confirmada no X, antigo Twitter, a polícia de Los Angeles.
"Detetives da Divisão de Roubos e Homicídios do Departamento de Polícia de Los Angeles prenderam David Burke, um residente de Los Angeles, de 21 anos, pelo assassinato de Celeste Rivas. Burke está detido sem direito a fiança", diz o comunicado postado nas redes.
D4vd passou a ser tratado como suspeito após a descoberta de uma viagem que ligava ele a Celeste. Fontes policiais indicam que D4vd viajou de madrugada para uma área remota de Santa Barbara, atitude relacionada ao desaparecimento.
O corpo da adolescente foi achado no carro de D4vd em setembro de 2025. O veículo da marca Tesla estava abandonado em Hollywood Hillsem um pátio da polícia.
A polícia descobriu a vítima três dias depois por causa de um forte cheiro.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, falou nesta sexta-feira (17) sobre as críticas relacionadas aos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Durante participação no evento Semafor World Economy, em Washington, o dirigente afirmou que há diferentes faixas de valores disponíveis ao público.
"Temos uma categoria de ingressos para torcedores mais dedicados a partir de 60 dólares, incluindo a final. Claro, também existem ingressos, como camarotes na final, que podem custar dezenas de milhares de dólares. Então há opções para todos os perfis", declarou.
Infantino explicou que a política de preços está diretamente ligada ao modelo de receita da entidade, que depende majoritariamente da realização da Copa do Mundo.
"A principal e até agora única fonte de receita da Fifa é a Copa do Mundo. A Copa do Mundo acontece durante um mês a cada quatro anos. Ou seja, geramos receita em um único mês. Nos outros 47 meses até a próxima Copa, gastamos esse dinheiro", afirmou.
Apesar dos valores elevados, o dirigente ressaltou que a FIFA opera como uma organização sem fins lucrativos e que os recursos arrecadados são destinados ao desenvolvimento do futebol em escala global.
"Mas o que é interessante, e digo isso meio em tom de brincadeira, é algo que muitas pessoas não sabem: embora geremos bilhões com a Copa, a Fifa é uma organização sem fins lucrativos. Isso significa que toda a receita gerada é reinvestida na organização do futebol em 211 países ao redor do mundo", completou.
A discussão sobre os preços dos ingressos tem sido recorrente no período prévio ao Mundial, especialmente diante da alta demanda e das diferentes categorias disponíveis para os torcedores.
A governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, fez duras críticas à FIFA após o anúncio de aumento expressivo nas tarifas de trem durante a Copa do Mundo FIFA 2026. Segundo informações do jornal The Athletic, o trajeto entre a Penn Station, em Nova York, e o MetLife Stadium poderá ultrapassar US$ 100 (cerca de R$ 500) ida e volta em dias de jogos.
Atualmente, o mesmo percurso custa cerca de US$ 12,90 (R$ 65), o que representa uma elevação de aproximadamente 775% no valor da tarifa.
Diante do cenário, Sherrill afirmou que a entidade máxima do futebol não contribui financeiramente para os custos logísticos do evento, mesmo com receitas bilionárias.
"Herdamos um acordo em que a Fifa não contribui com um único dólar para o transporte durante a Copa do Mundo. Com isso, a New Jersey Transit fica com uma conta de US$ 48 milhões para transportar com segurança 40.000 torcedores. A Fifa está faturando US$ 11 bilhões com esta Copa do Mundo e cobrando até US$ 10 mil dólares por um único ingresso para a final", declarou.
A governadora também criticou o impacto da medida para a população local e afirmou que pretende evitar que os custos sejam repassados aos usuários do sistema.
"Não vou deixar os passageiros de Nova Jersey com essa conta pelos próximos anos. Isso não é justo. A Fifa deveria pagar pelas viagens, mas se não o fizer, não vou deixar que os passageiros de Nova Jersey sejam lesados", completou.
Além das críticas, Sherrill defendeu que a FIFA participe do financiamento do transporte público durante o torneio, considerando o volume de torcedores esperado e a pressão sobre a infraestrutura local.
O MetLife Stadium, localizado em Nova Jersey, será um dos principais palcos da Copa do Mundo, incluindo jogos decisivos, o que deve intensificar a demanda por transporte entre o estado e Nova York durante o período do torneio.
O atacante Lionel Messi está sendo processado nos Estados Unidos por uma empresa de eventos que alega quebra de contrato após sua ausência em um amistoso da seleção argentina. A ação envolve um acordo avaliado em cerca de US$ 7 milhões (aproximadamente R$ 35 milhões).
A empresa Vid Music Group, com sede em Miami, entrou com o processo contra o jogador e a Associação de Futebol Argentino, acusando ambos de fraude e descumprimento contratual. O caso foi registrado no tribunal de Miami-Dade no último mês.
Segundo os documentos, a promotora adquiriu os direitos exclusivos para organizar e promover dois amistosos da Argentina, contra Venezuela e Porto Rico, realizados em outubro do ano passado. Como parte do acordo, Messi deveria atuar por pelo menos 30 minutos em cada partida, exceto em caso de lesão.
No entanto, o camisa 10 não entrou em campo no duelo contra a Venezuela, realizado no Hard Rock Stadium, acompanhando a partida de um camarote. No dia seguinte, ele atuou pelo Inter Miami e marcou dois gols, o que, segundo a empresa, indica que não havia impedimento físico para sua participação no amistoso.
Messi chegou a atuar no segundo jogo, contra Porto Rico, mas a empresa sustenta que a ausência no primeiro confronto impactou diretamente a venda de ingressos e a confiança do público, gerando prejuízos milionários.
A Vid Music Group não detalhou o valor exato da indenização solicitada, mas afirma ter registrado perdas significativas com a operação. Até o momento, nem o jogador nem a AFA se pronunciaram oficialmente sobre o caso.
A procura por hospedagem para a próxima Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos está abaixo do esperado, o que levou hotéis a reduzirem significativamente os preços das diárias. Segundo a informação do jornal Financial Times, divulgada nesta semana, as tarifas caíram cerca de um terço em cidades-sede como Atlanta, Dallas, Miami, Filadélfia e São Francisco, em comparação ao pico registrado no início do ano.
De acordo com dados da Lighthouse Intelligence, a retração ocorre em meio a uma demanda internacional mais fraca do que a projetada. Entre os fatores apontados estão os altos preços dos ingressos, o receio de inflação global e questões geopolíticas que impactam o interesse de torcedores estrangeiros.
Outro indicativo do cenário foi a decisão da Fifa de cancelar milhares de reservas previamente bloqueadas para equipes técnicas. Embora ajustes sejam comuns nesse tipo de evento, o volume de cancelamentos chamou atenção do setor hoteleiro.
Para Lior Sekler, diretor comercial da operadora HRI Hospitality, havia expectativa de grande fluxo de turistas tanto nas cidades-sede quanto em regiões próximas. No entanto, o movimento atual não acompanha essa projeção inicial.
Além disso, o contexto internacional também pesa. O custo elevado das passagens aéreas — impulsionado pelo aumento do preço dos combustíveis — e políticas migratórias mais rígidas são citados como possíveis entraves. O ambiente econômico global e tensões no Oriente Médio também contribuem para a cautela de viajantes.
Os preços dos ingressos são outro fator relevante. Mesmo com disponibilidade limitada, bilhetes mais acessíveis ainda giram em torno de US$ 530 (cerca de R$ 2,6 mil), enquanto entradas para a final podem chegar a US$ 10.990 (aproximadamente R$ 54,8 mil).
Levantamento do grupo Football Supporters Europe aponta que um torcedor que deseje acompanhar sua seleção desde a estreia até a final pode gastar pelo menos US$ 6.900 (cerca de R$ 34 mil), valor significativamente superior ao registrado na Copa do Mundo de 2022, no Catar.
Apesar da expectativa da Fifa de atrair “centenas de milhares” de visitantes, representantes do setor hoteleiro demonstram cautela quanto à concretização desse cenário.
O cenário político dos Estados Unidos ganhou um episódio inusitado nesta semana. Hunter Biden, filho do ex-presidente Joe Biden, lançou um desafio público aos filhos mais velhos do atual presidente Donald Trump, sugerindo uma luta em jaula contra Donald Trump Jr. e Eric Trump.
Biden'?n o?lu Hunter Biden, Trump'?n o?ullar?n? kafes dövü?üne davet etti. pic.twitter.com/qvhoAOtD3c
— Yzb Hakan (@hakaanyzb) April 10, 2026
A proposta foi divulgada em um vídeo publicado pelo Canal 5, do comentarista Andrew Callaghan, na última quinta-feira (9). Segundo Hunter, a ideia surgiu a partir de um convite feito pelo próprio comunicador.
"Eu disse a ele que participaria — 100% dentro se ele conseguisse. E se ele não conseguisse, eu ainda iria", afirmou.
Até o momento, Donald Jr. e Eric Trump não se pronunciaram sobre o desafio, e também não há informações sobre data ou possibilidade real de realização do combate.
A sugestão envolve o formato conhecido como "Steel Cage", tradicional em eventos de luta livre, em que o confronto acontece dentro de um ringue cercado por uma estrutura de aço.
O episódio ocorre dentro de um contexto onde vem existindo uma aproximação entre política e entretenimento esportivo nos Estados Unidos. Ainda em 2026, está previsto um evento inédito do UFC nos jardins da Casa Branca, residência oficial do presidente norte-americano.
Na mesma linha, Donald Trump compartilhou recentemente uma montagem feita com inteligência artificial em que aparece ao lado de Dana White, presidente do UFC, reforçando a ligação com o universo das lutas.
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BN na Copa: Entre estreantes e donos da casa, conheça as seleções da Concacaf confirmadas no torneio
Por muitas vezes esquecida ou subestimada no mapa da bola mundial, a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) reivindica para si, em 2026, os olhares de todo o planeta. Com a Copa do Mundo sendo realizada em seu território, teremos um marco inédito, o torneio dividido entre três nações irmãs, contando com seis seleções da região.
Após uma repescagem dramática que viu o Suriname cair na semifinal e a Jamaica ser derrotada na final, a lista de representantes está fechada: os anfitriões Estados Unidos, Canadá e México, acompanhados por Panamá, Haiti e Curaçao esta última atingindo o feito histórico de se classificar pela primeira vez para o campeonato mundial.
Os três países-sede chegam com investimentos massivos e objetivos distintos. Os Estados Unidos chegam como a maior potência comercial da copa, com uma estrutura de estádios de NFL convertidos para o "soccer". Conhecido pela força em esportes distintos, a seleção estadunidense chega para colocar a prova a nova geração de jogadores, colocados como "geração de ouro", focada em superar as oitavas de final. Liderados por Christian Pulisic (Milan/IT), os EUA buscam usar o fator casa e a experiência adquirida no Catar 2022 para avançar da primeira fase.

Christian Pulisic, meio-camposta dos Estados Unidos – Foto: Reprodução/@cmpulisic
Entre os anfitriões, o México é o que carrega a maior pressão pressão social. Lá, o futebol não é apenas esporte, é identidade nacional. Após anos de críticas à federação, os mexicanos esperam que o fator casa finalmente quebre a barreira e finalmente volte a disputar o quinto jogo. Os mexicanos apostam na experiência de nomes como do goleiro Guillermo Ochoa (AEL Limassol/CY) e do atacante Jiménez (Fulham/ENG), além da experiência recente de títulos da Copa Ouro (2025) e Liga das Nações da Concacaf (2025).
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Guillermo Ochoa, goleiro do México – Foto: Divulgação/Selección MX
Já o Canadá representa um sucesso estrutural. Nos últimos anos, o país investiu em uma liga própria (CPL) e viu nomes como Alphonso Davies (Bayern de Munique/GER) e Jonathan David (Juventus/IT) colocarem o país no mapa da elite europeia. Liderada pelos nomes citados, a seleção canadense espera superar o histórico de derrotas e passar da fase de grupos, impulsionada pelo fator casa em Toronto e Vancouver.
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Alphonso Davies, lateral-esquerdo do Canadá – Foto: Darryl Dyck/The Canadian Press
Considerada a quarta força da Confederação, ocupando o 4° lugar no ranking Fifa, a seleção do Panamá chega ao seu segundo Mundial com o status de pedra no sapato para os gigantes. Chega na competição após liderar seu grupo nas eliminatórias da Concacaf e garantir a vaga direta. Estruturalmente, a seleção tem seus principais jogadores disputando a MLS e ligas competitivas na América do Sul.
Entre os principais nomes estão o volante Adalberto Carrasquilla (Houston Dynamo/EUA), o lateral Michael Murillo (Marseille/FRA), o defensor José Córdoba (Norwich City/ENG) e o atacante Ismael Díaz (Universidad Católica/CHL).
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Seleção do Panamá – Foto: Federação Panamenha de Futebol
A classificação direta do Haiti é, talvez, a mais emocionante desta edição. Eles retornam à competição após 52 anos, diante de um contexto político instável e desafios sociais no país. Devido à grave crise de segurança e à violência de gangues no Haiti, a seleção não pôde mandar seus jogos em casa durante as eliminatórias. Agora, liderados pelo francês Sébastien Migné, a seleção nacional atua como um dos símbolos de união e esperança para a população.
Estruturalmente, a Seleção Haitiana usufrui de atletas que atuam na Ligue 1 (França) e na MLS (EUA), trazendo uma bagagem tática que compensa a falta de infraestrutura esportiva dentro da ilha.
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Jogadores do Haiti durante as Eliminatórias da Copa – Foto: Divulgação/Concacaf
A grande surpresa é Curaçao. A pequena ilha caribenha não apenas garantiu sua vaga inédita, como se tornou um fenômeno nas redes sociais antes mesmo da bola rolar. O motivo? A camisa oficial feita pela Adidas. O uniforme para os jogos como visitante, que, segundo a federação, celebra a cultura do país, viralizou globalmente, com torcedores de diversos países destacando-a como a "mais bonita da Copa de 2026".
Tecnicamente, Curaçao reflete a escola holandesa. Com muitos jogadores formados na Eredivisie, a seleção joga um futebol técnico e de posse de bola, longe do estereótipo de "futebol físico" que costuma rotular o Caribe.
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Camisa reserva da Seleção de Curaçao para Copa do Mundo 2026 – Foto: Divulgação/Adidas
OS GRUPOS DA CONCACAF EM 2026
Com o novo formato de 48 seleções, os representantes da região ficaram distribuídos da seguinte forma nos grupos iniciais:
- Grupo A: México (abre a Copa no Estádio Azteca), África do Sul, Coreia do Sul e Tchéquia.
- Grupo B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça.
- Grupo C: Haiti, Escócia, Marrocos e Brasil.
- Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia.
- Grupo E: Curaçao, Equador, Costa do Marfim e Alemanha.
- Grupo L: Panamá, Gana, Croácia e Inglaterra.
CONCACAF E BRASIL
O Brasil de Carlo Ancelotti terá um "termômetro" direto da Concacaf antes de iniciar sua jornada rumo ao hexa. O penúltimo amistoso da Seleção Brasileira será justamente contra o Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã, em jogo de despedida antes de embarcar para os Estados Unidos. Além disso, como apontado acima, o Haiti integra o grupo onde a canarinho está alocada.
As fórmulas da copa começam a ser testadas agora. Para o torcedor baiano e brasileiro, vale ficar de olho. O quintal vizinho nunca esteve tão preparado para o jogo.
Pela primeira vez na história, o Mundial será sediado em três países simultaneamente, região que já foi considerada "coadjuvante" agora reivindica protagonismo com seis representantes garantidos.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) alterou o horário da segunda partida do Brasil na Copa do Mundo de 2026, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. Com a nova configuração do grupo após o fim da repescagem, a Seleção enfrentará o Haiti às 21h30 (horário de Brasília) do dia 19 de junho, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. Inicialmente, a partida estava programada para as 22h.
O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra o Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h.
Com o fim da Data Fifa, as atenções se concentram no dia 18 de maio, quando Carlo Ancelotti fará a convocação oficial dos 26 jogadores que disputarão o Mundial.
Mas, antes de embarcar para a competição, os Canarinhos têm compromisso perante a torcida brasileira. No dia 31 de maio, a Seleção realizará um amistoso contra o Panamá, em pleno Maracanã. Depois, fará um último teste contra o Egito, no dia 6 de junho.
CONFIRA A AGENDA BRASILEIRA NA PRIMEIRA FASE DA COPA DO MUNDO
Brasil x Marrocos – 13/06, às 19h, no MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
Brasil x Haiti – 19/06, às 21h30, no Lincoln Financial Field, Filadélfia (EUA)
Escócia x Brasil – 24/06, às 19h, no Hard Rock Stadium, Miami Gardens (EUA)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ironizou o relacionamento entre Emmanuel Macron, o presidente da França, e sua esposa, Brigitte Macron, durante seu tradicional discurso de 1° de abril, nesta quarta-feira (1°). No seu pronunciamento, Trump afirmou que Brigittie trata Macron "extremamente mal".
“Eu ligo para a França, Macron — cuja esposa o trata extremamente mal. Ainda se recuperando de um soco no queixo”, disse o presidente norte-americano. A declaração faz referência a um vídeo divulgado em 2025 que parecia mostrar Brigitte empurrando o rosto de Macron. O episódio gerou repercussão à época, e o presidente francês se pronunciou e disse tratar-se apenas de uma "brincadeira".
"Eu estava discutindo, ou melhor, brincando, com minha esposa", disse Macron a repórteres em Hanói. "Não é nada". Um assessor do presidente descreveu o incidente como uma inofensiva "briga" de casal. O caso não teve outros desdobramentos oficiais.
Já sobre a fala de Trump, Macron afirmou que declarações sobre seu casamento “não são nem elegantes nem têm lugar” diante do momento em que Trump promove uma guerra no Oriente Médio. “Segundo ele, a "esfera pública mundial" é dominada por "questões bem mais graves, especialmente a guerra", completou. As informações são do g1.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que o Irã estará na Copa do Mundo de 2026, mesmo diante de incertezas políticas envolvendo o país. A declaração foi feita nesta terça-feira (31), durante um amistoso da seleção iraniana na Turquia.
"Estamos felizes porque é uma equipe muito, muito forte", afirmou o dirigente ao assegurar a participação do Irã no torneio.
Nos últimos dias, surgiram especulações sobre uma possível exclusão da seleção, em meio a pressões internacionais relacionadas a questões políticas e de direitos humanos. A fala de Infantino, porém, afasta esse cenário e reforça a presença iraniana no Mundial.
Apesar disso, o principal entrave agora está na definição de onde o Irã disputará suas partidas. Inicialmente, a equipe teria jogos programados nos Estados Unidos, mas a federação do país indicou que pretende evitar atuar em solo americano.
O presidente da Federação Iraniana, Mehdi Taj, declarou que o país não pretende boicotar a Copa, mas não deseja jogar nos Estados Unidos, citando questões diplomáticas, segurança e dificuldades logísticas.
Diante do impasse, a possibilidade de transferir os jogos para o México passou a ser considerada. O governo mexicano já sinalizou que pode receber essas partidas, caso a Fifa opte por alterar o planejamento original. Classificado para o Grupo G, o Irã pode acabar tendo seus jogos deslocados.
O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã também afetou a agenda de shows da cantora colombiana Shakira. A artista teve duas apresentações adiadas devido a situação no Oriente Médio.
As apresentações ocorreriam em Doha, no Catar, e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. O show em Doha ocorreria no próximo dia 1º de abril. Um festival em Abu Dhabi, que também teria apresentação de Jonas Brothers, chegou a ser adiado para novembro.
O conflito no Oriente Médio escalou após ataques dos EUA e Israel contra o Irã, no dia 28 de fevereiro. Desde então, outros países da região foram afetados, em especial aqueles com bases norte-americanas.
Já é sabido que a Copa do Mundo de 2026 será disputada em um formato inédito, com três países-sede — Estados Unidos, México e Canadá —, mas com centralidade operacional e esportiva concentrada em território norte-americano. O país receberá a maior parte dos jogos e das cidades-sede, além de abrigar todas as fases decisivas a partir das quartas de final, incluindo a final do torneio.
A competição também marcará a ampliação do Mundial organizado pela Fifa. Pela primeira vez, serão 48 seleções participantes, com um total de 104 partidas previstas entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026. Dentro desse cenário, os Estados Unidos terão papel predominante, com cerca de 78 jogos distribuídos em diferentes regiões do país.
A escolha do modelo triplo foi definida em 2018, quando a candidatura conjunta superou a proposta do Marrocos. A decisão estabeleceu uma divisão geográfica do torneio, mas com predominância estrutural dos Estados Unidos, que apresentam maior capacidade logística, rede de estádios já existentes e experiência prévia na organização de grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo de 1994 — ano em que o Brasil se sagrou tetracampeão mundial.
Diferentemente de outras edições, a organização de 2026 não contou com construção massiva de novas arenas. A estratégia adotada prioriza estádios já utilizados principalmente pela NFL, que passarão por adaptações para atender às exigências da Fifa. Esse modelo reduz custos estruturais e concentra investimentos em ajustes operacionais, como gramados, áreas de imprensa e zonas de hospitalidade.
Nos Estados Unidos, 11 cidades foram selecionadas como sedes. A lista inclui:
- Nova York/Nova Jersey (MetLife Stadium – palco da final)
- Los Angeles (SoFi Stadium)
- Dallas (AT&T Stadium)
- Atlanta (Mercedes-Benz Stadium)
- Miami (Hard Rock Stadium)
- Houston (NRG Stadium)
- Boston/Foxborough (Gillette Stadium)
- Filadélfia (Lincoln Financial Field)
- Seattle (Lumen Field)
- San Francisco/Santa Clara (Levi’s Stadium)
- Kansas City (Arrowhead Stadium)
A final será disputada no MetLife Stadium, localizado em Nova Jérsei, na região metropolitana de Nova York. Já o jogo de abertura acontecerá fora dos Estados Unidos, no Estádio Azteca, na Cidade do México.

MetLife Stadium - Palco da final da Copa do Mundo de 2026 | Foto: Divulgação / Real Madrid
Apesar da divisão entre três países, o papel dos Estados Unidos será determinante na condução logística da Copa. A dimensão territorial do país exige planejamento específico para deslocamentos, já que as sedes estão distribuídas entre costa leste, região central e costa oeste, com diferenças de até três fusos horários. Como resposta, a Fifa deve adotar um modelo regionalizado na fase de grupos, reduzindo viagens longas para Seleções e delegações.
A organização também envolve articulação entre diferentes níveis de governo, incluindo autoridades federais, estaduais e municipais. Questões como controle migratório, emissão de vistos, segurança pública e infraestrutura aeroportuária fazem parte do planejamento.
CONTEXTO GEOPOLÍTICO
O contexto político também acompanha a preparação do país para o torneio. A realização da Copa ocorre em meio a debates recorrentes sobre políticas migratórias e segurança de fronteiras, temas que podem impactar diretamente a entrada de torcedores estrangeiros. Além disso, há coordenação com os outros países-sede para padronização de procedimentos e circulação entre fronteiras durante o evento.
Entre outros aspectos, a preparação para o torneio ocorre em meio a um cenário de tensão internacional. Em 2026, os Estados Unidos se envolveram diretamente em um conflito militar com o Irã, em ações conjuntas com Israel que incluíram ataques a alvos estratégicos em território iraniano. A escalada do conflito representou uma das maiores tensões recentes no Oriente Médio e ampliou o impacto político global às vésperas do Mundial.
O contexto geopolítico passou a ter reflexos diretos na organização da Copa. O Irã, que já está classificado para o torneio, colocou em cheque a sua participação diante do cenário de guerra e das relações com o país-sede. Autoridades iranianas chegaram a afirmar que não haveria condições para disputar a competição, citando questões de segurança e o ambiente político.
Ao mesmo tempo, dirigentes do futebol iraniano sinalizaram o desejo de participação sem presença em território norte-americano, sugerindo a transferência de partidas para o México. A hipótese ainda depende de decisão da Fifa, que mantém o calendário original enquanto acompanha a situação .
A relação entre Estados Unidos e Irã é marcada por décadas de tensão desde a Revolução Iraniana de 1979 e a ruptura diplomática entre os dois países. Em Copas anteriores, como em 1998 e 2022, confrontos entre as seleções ocorreram sob forte carga simbólica.
Mesmo com esse contexto, entidades esportivas e organizadores mantêm a previsão de realização do torneio conforme o planejamento inicial. A Fifa, sob a tutela do presidente Gianni Infantino, afirma monitorar a situação e trabalha para garantir a execução da competição dentro do calendário previsto.
No campo esportivo, a Copa de 2026 marca o retorno dos Estados Unidos como sede após mais de três décadas. Em 1994, o país organizou um Mundial com 24 seleções e 52 jogos, estabelecendo recorde de público total.
Entre as curiosidades, o torneio também registra marcos históricos. O México se tornará o primeiro país a sediar três edições da Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026), enquanto o Canadá receberá, pela primeira vez, jogos de um Mundial masculino.
A realização da Copa no país também dialoga com o crescimento do futebol no mercado norte-americano. A Major League Soccer (MLS) vem ampliando investimentos, presença internacional e média de público, enquanto o país se posiciona como sede frequente de competições internacionais, como a inédita Copa do Mundo de Clubes, realizada em 2025, e amistosos de Seleções. O Brasil, por exemplo, realizará seus últimos amistosos antes da convocação final nos Estados Unidos.
Diante desse cenário, a Copa do Mundo de 2026 se apresenta como a maior da história em número de participantes e jogos, com um modelo descentralizado entre países, mas operacionalmente concentrado nos Estados Unidos.
SELEÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS
A seleção dos Estados Unidos chega à Copa do Mundo de 2026 com uma base já consolidada e com poucas vagas em aberto na lista final de convocados. A equipe atuará sob o comando do técnico Mauricio Pochettino, ex-Tottenham e PSG.

Foto: Divulgação / Seleção dos Estados Unidos
A espinha dorsal da equipe é formada por jogadores que atuam nas principais ligas europeias. O principal nome segue sendo Christian Pulisic, do Milan, que exerce papel de liderança técnica e ofensiva. Ao lado dele, o meio-campo tem como referências Weston McKennie, da Juventus, e Tyler Adams, do Bournemouth, utilizado como peça central na marcação e organização do jogo.
No setor ofensivo, a tendência é a presença de Folarin Balogun, do Mônaco, e Ricardo Pepi, do PSV, como opções para a posição de centroavante, enquanto nomes como Gio Reyna, joia do Borussia Dortmund, seguem sendo avaliados pela comissão técnica, especialmente após períodos de irregularidade e questões físicas.
Na defesa, a base inclui jogadores como Chris Richards, do Crystal Palace, Tim Ream, do Charlotte, e Sergiño Dest, do PSG — este último ainda sob acompanhamento por conta de lesões recentes. O setor também apresenta variações táticas, com possibilidade de linha de três zagueiros em determinados momentos.
Entre os nomes em ascensão, jogadores como Johnny Cardoso, do Atlético de Madrid, Aidan Morris, do Middlesbrough e Patrick Agyemang, do Derby County, vêm ganhando espaço nas últimas convocações e disputam vagas na lista final.
A definição do elenco deve seguir até as semanas que antecedem o torneio, com a comissão técnica avaliando principalmente condição física e desempenho recente. A lista final contará com 26 jogadores, e os amistosos preparatórios são tratados como determinantes para a consolidação do grupo que disputará o Mundial em casa. Neste sábado (28), a Seleção Norte-Americana encara a Bélgica, e no dia 31, enfrenta Portugal.
Durante discurso na solenidade de abertura, nesta quinta-feira (19), da Caravana Federativa, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que não vai permitir que haja aumento de preços de alimentos no país por conta da guerra no Oriente Médio envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã.
“A gente não vai permitir que a guerra do Irã traga prejuízo para o povo brasileiro. A gente não vai permitir que o alface, que o feijão, que a carne suba por conta da guerra do Irã”, afirmou o presidente.
Lula também fez críticas a reajustes considerados abusivos no preço dos combustíveis. O presidente afirmou no evento que o governo chegou a estudar medidas para conter os preços, incluindo propostas de subsídio às importações, mas que, ainda assim, houve aumento nas bombas nos últimos dias, segundo ele, por práticas abusivas do mercado.
“Nesse País tem bandido que quer ganhar dinheiro até com o enterro da mãe, até com o sofrimento dos pobres”, afirmou. Ele acrescentou que o governo mobilizou órgãos como Polícia Federal, Receita Federal e Procons para investigar aumentos considerados indevidos.
O presidente explicou que mesmo que existam agentes econômicos que tentem lucrar com a guerra ao elevar valores sem necessidade, o governo não aceitará repasse automático desses custos ao consumidor, sobretudo aos caminhoneiros. Lula disse ainda que pediu aos governadores que zerem ou reduzam o ICMS sobre o diesel.
Em troca desse corte de impostos, o governo federal se dispõe a compensar metade da perda de arrecadação. A medida, segundo o presidente Lula, busca evitar impacto direto no transporte e, por consequência, nos alimentos.
A Caravana Federativa, realizada nesta quinta em São Paulo, é um evento que reúne representantes de mais de 30 ministérios e busca aproximar o governo federal de estados e municípios. A Caravana oferece serviços, orientação técnica e anúncios de investimentos em áreas como saúde, habitação e infraestrutura.
Durante o evento, o presidente Lula sancionou dois projetos que destinam R$ 500 milhões à agricultura familiar e estabelecem R$ 3,1 bilhões em incentivos fiscais à indústria química de Cubatão. Um dos projetos sancionados é o PL 2213/2025, de autoria do senador Jaques Wagner (PT-BA).
O projeto do senador baiano autoriza o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações para operações do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). O montante autorizado será de R$ 500 milhões.
O outro projeto sancionado é o PLP 14/2026, apresentado pelo deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), que institui um regime provisório de tributação para a indústria química até 2027. O projeto propõe novas regras que reduzem impostos sobre a nafta petroquímica – usada na produção de plásticos e resinas - além de gás natural, amônia e outros insumos do setor.
Classificação de organizações criminosas brasileiras como terroristas pelo governo dos Estados Unidos, acordo entre os países para combate ao narcotráfico, conflitos no Oriente Médio e a posição do Itamaraty, estabelecimento de bases chinesas no Brasil. Esses foram alguns dos temas abordados pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, durante audiência pública nesta quarta-feira (18) na Câmara.
Ao ser questionado, na Comissão de Relações Exteriores, por deputados de oposição sobre instalação de bases chinesas na Bahia, o ministro disse se tratar de “desinformação” e de “notícias infundadas”. Os deputados destacaram a informação de que a China teria estabelecido uma rede de infraestrutura espacial em toda América Latina para vigilância de adversários e para no futuro fortalecer suas capacidades militares na região.
“Não existe estação, nem antena, nem operação chinesa, nem parceira militar, nem qualquer elemento que justifique as ilações descritas e as denúncias subsequentes. Estamos falando, portanto, de especulações derivadas de notícias de internet, cujos conteúdos foram descontextualizados e distorcidos”, declarou Vieira.
O ministro das Relações Exteriores esclareceu que a suposta estação chinesa em Tucano, na Bahia, é um projeto de uma empresa privada de tecnologia, a Alya Space, que teria negociado memorando preliminar de cooperação com empresas de outros países, incluindo a China e os Estados Unidos, mas que não avançaram.
Mauro Vieira explicou que a empresa Alya Space é uma “startup embrionária e autofinanciada” com sede em Salvador, que ainda encontra-se inscrita em processo de outorga na Anatel. A suposta estação, ressaltou Vieira, não tem contratos, operação ou infraestrutura associada.
O ministro descartou a veracidade do relatório divulgado recentemente por um comitê da Câmara dos Estados Unidos, sobre a suposta base chinesa. O relatório afirma que a “Tucano Ground Station” (Estação Terrestre Tucano), em Salvador, garantiria “troca de dados operacionais entre suas respectivas instalações por meio de suas redes de antenas” e permitiria um aprimoramento de ativos espaciais civis e militares.
O comitê norte-americano ainda aponta um acordo com a FAB (Força Aérea Brasileira) “que inclui o treinamento de militares em simulação orbital e a utilização de antenas da Força Aérea como backup”.
Mauro Vieira afirmou que o relatório mostraria desconhecimento técnico e “viés geopolítico ultrapassado”, ao afirmar que América Latina e o Caribe seriam áreas de influência dos EUA.
“Permitam-me tranquilizar os membros desta comissão de que as ilações apresentadas no referido relatório não passam de desinformação baseada em suspeitas infundadas”, concluiu o chanceler.
Em resposta a diversas indagações de deputados de oposição, o ministro Mauro Vieira afirmou também que o governo Lula é contrário à classificação das organizações criminosas como terroristas, e explicou que a mudança permitiria que os Estados Unidos invadissem o país.
De acordo com o chanceler, do ponto de vista legal, também não é possível adotar outro posicionamento. Para ele, a medida poderia colocar em risco a soberania nacional.
“Isso permitiria que qualquer tipo de força americana (exército ou forças armadas dos EUA) viesse ao território brasileiro, invadisse o território brasileiro para exterminar grupos terroristas, o que fosse. Nós não podemos deixar que a soberania nacional esteja sob risco ou nas mãos de países estrangeiros”, afirmou.
Vieira ainda disse aos parlamentares que o governo quer firmar um acordo de combate ao narcotráfico com os EUA baseado na cooperação entre os dois países.
A Seleção do Irã manifestou nesta semana o interesse em disputar a Copa do Mundo de 2026, porém solicita atuar fora dos Estados Unidos. A federação iraniana negocia junto à FIFA a possibilidade de transferir seus jogos para o México, visando evitar possíveis desdobramentos negativos oriundos dos conflitos diplomáticos entre os dois países.
A sugestão da transferência partiu do embaixador do Irã, Abolfazl Psedniddeh, e a proposta formal foi enviada por meio do Ministério das Relações Exteriores iraniano. No ofício, destaca-se a preocupação com a segurança e o clima político diante das tensões históricas entre Washington e Teerã.
Até o momento, a FIFA não se pronunciou oficialmente sobre o pedido, que é tratado com cautela pelo presidente Gianni Infantino. O mandatário da entidade máxima do futebol afirmou ter discutido o cenário geral com o presidente dos EUA, Donald Trump.
"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", declarou Infantino em nota anterior.
Caso o Irã desista da competição por não ter o pedido atendido, a definição do substituto ficaria a cargo de um critério exclusivo da FIFA, conforme estabelece o regulamento do torneio. Além disso, a multa para desistências ocorridas a menos de 30 dias do início do mundial é de 250 mil francos suíços (aproximadamente R$ 1,6 milhão).
A seleção iraniana garantiu sua vaga após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. No sorteio realizado em dezembro, o país foi alocado no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
Originalmente, o cronograma da equipe previa duas partidas em Los Angeles e uma em Seattle, todas em território norte-americano.
Uma sinagoga foi alvo de um ataque nesta quinta-feira (12) na região de Detroit, nos Estados Unidos.
Um homem armado com um rifle invadiu a área do Temple Israel com um caminhão e foi morto a tiros pelos seguranças do local, segundo informações da agência de notícias Associated Press.
Enquanto a ocorrência ainda estava em andamento, o xerife do condado confirmou à imprensa que os seguranças trocaram tiros com o suspeito. Mike Bouchard afirmou que, aparentemente, não havia feridos além do próprio atirador.
"Aparentemente, pelo menos um indivíduo foi até o templo, a segurança o viu e houve troca de tiros. No momento, não estamos recebendo nenhum sinal de atividade no local. Temos tudo o que precisamos aqui, incluindo paramédicos e equipamentos táticos. Estamos verificando se há mais de uma pessoa envolvida. Até o momento, não há confirmação de que alguém tenha se ferido, exceto possivelmente o atirador", declarou o xerife.
Imagens aéreas transmitidas pela imprensa local mostram que o veículo utilizado pelo suspeito colidiu contra uma das paredes do prédio. Fumaça também foi vista saindo pelo telhado.
Em uma publicação no X, antigo Twitter, a Polícia Estadual de Michigan informou que recebeu a denúncia de "tiroteio em andamento em West Bloomfield" às 12h30 no horário local, 14h30 no horário de Brasília.
"Pedimos aos moradores que se mantenham afastados da área para permitir a resposta policial. Os policiais também estão reforçando o patrulhamento em outros locais de culto no distrito", informou a polícia em comunicado.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Seleção Iraniana de Futebol não deveria participar da Copa do Mundo FIFA 2026, competição que será realizada na América do Norte. A declaração foi publicada em uma mensagem na rede social Truth Social.
"Não creio mesmo que seja apropriado que estejam lá, para a sua própria vida e segurança", disse. Apesar da declaração, Trump também afirmou que a delegação do Irã será recebida caso decida participar do torneio.
O tema ganhou repercussão após declaração do ministro do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali, concedida a uma emissora estatal do país na última quarta-feira. Durante a entrevista, o dirigente afirmou que o cenário político pode impedir a presença da seleção no torneio internacional.
"Considerando que este regime corrupto (os EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo", disse o ministro.
Segundo Donyamali, a decisão também envolve questões de segurança para atletas e integrantes da delegação iraniana.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho em estádios dos Estados Unidos, México e Canadá. No sorteio realizado em dezembro, o Irã foi colocado no Grupo G ao lado das seleções da Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
Os jogos da equipe estavam programados para ocorrer em território norte-americano, com duas partidas previstas em Los Angeles e uma em Seattle.
ESTADOS UNIDOS X IRÃ
A crise se intensificou após a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, em um ataque atribuído aos Estados Unidos e a Israel no fim de fevereiro. O episódio desencadeou um conflito regional que já dura dias e gera impactos políticos e econômicos.
Apesar do cenário, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou ter discutido o tema com o presidente norte-americano, Donald Trump.
"Também falamos sobre a situação atual no Irã e sobre o fato de que a Seleção Iraniana se classificou para disputar a Copa do Mundo de 2026”, afirmou Infantino em publicação em sua conta oficial nas redes sociais.
"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", acrescentou.
A seleção iraniana havia garantido presença no torneio após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. Mesmo antes do anúncio oficial, o presidente da Football Federation of the Islamic Republic of Iran, Mehdi Taj, já havia demonstrado preocupação com a possibilidade de participação do país diante da escalada do conflito.
A contagem regressiva para a Copa do Mundo já começou. Faltando pouco menos de 100 dias para o início do torneio, seleções e jogadores entram na fase decisiva de preparação, marcada por avaliações finais, disputas por vagas e ajustes táticos. No caso da Seleção Brasileira, o período é tratado como determinante para a definição da lista de convocados que representará o país na competição.
O Brasil chega ao momento final do ciclo de preparação com uma base consolidada, mas ainda com lacunas e disputas abertas em diferentes setores do campo. Os próximos amistosos da equipe nacional devem servir como um dos últimos testes antes da divulgação da convocação definitiva.
O calendário prevê quatro compromissos importantes: amistosos contra a França, no dia 27, e contra a Croácia, no dia 31 de março, além de dois últimos duelos preparatórios diante do Panamá, sendo o encontro final da Seleção Canarinho com o povo brasileiro, disputado no Maracanã, no dia 31 de maio. Já próximo da abertura do Mundial, no dia 6 de junho, a equipe nacional enfrenta o Egito, em Cleveland, nos Estados Unidos.
Os Estados Unidos, um dos países-sede, sendo este o principal, que a propósito, receberá a final da Copa do Mundo, no MetLife Stadium, no dia 19 de julho, que no Brasil é o dia nacional do futebol, vive tensões políticas, que até o momento, não colocam em questão, ao menos publicamente, a decisão dos EUA para sediar o torneio.
Em meio aos conflitos bélicos dos Estados Unidos contra o Irã, ora Cristiano Ronaldo, ora Lionel Messi se encontraram com o presidente estadunidense, Donald Trump. O que parece não passar de um simples aperto de mão pode validar, de alguma forma, as ações e escolhas de um país. Escolhas que também precisarão ser feitas por Neymar, Carlo Ancelotti, CBF e pelo Brasil, caso queiram entrar em junho com um objetivo e sair de julho com uma taça.
DISPUTA POR VAGAS SEGUE ABERTA
Embora alguns nomes sejam considerados praticamente certos na convocação de maio, a reta final do ciclo ainda apresenta uma concorrência significativa em determinados setores, principalmente no ataque e no meio-campo.
Atletas que vivem boa fase em clubes europeus aparecem como candidatos fortes a integrar a lista final, especialmente aqueles que mantiveram regularidade durante a temporada. Ao mesmo tempo, jogadores que já fazem parte do ambiente da seleção buscam reafirmar espaço diante da concorrência crescente.
A recente lesão de Rodrygo alterou parcialmente o cenário ofensivo. O atacante, que vinha sendo presença frequente nas convocações, passou a ser dúvida para o período final de preparação. A situação abre espaço para que outros nomes ganhem oportunidades nos amistosos, ampliando a disputa por vagas no setor ofensivo.
Entre os observados pela comissão técnica estão jogadores com características distintas, capazes de oferecer variações táticas. A definição final deve levar em conta não apenas desempenho individual, mas também o equilíbrio do elenco e a versatilidade dos atletas.
NEYMAR VIVE MOMENTO DECISIVO
Um dos casos mais acompanhados no processo de convocação envolve Neymar. Principal nome da Seleção Brasileira na última década, o atacante atravessa um período de avaliações sobre condição física e ritmo de jogo.
A participação nos amistosos pode se tornar determinante para a presença do jogador na Copa do Mundo. Integrantes da comissão técnica consideram que o desempenho recente e a capacidade de suportar a intensidade da competição serão fatores decisivos para a definição.
A situação reforça um cenário de transição vivido pela seleção brasileira nos últimos anos, com a consolidação de novos protagonistas no setor ofensivo, mas ainda com expectativa em torno da liderança técnica exercida por Neymar quando está em campo.
Foi confirmado, nesta segunda-feira (9), que o técnico Carlo Ancelotti adicionou o camisa 10 na pré-lista da convocação que vai acontecer na próxima segunda (16). O italiano também estará presente no confronto entre Mirassol e Santos, pela quinta rodada do Brasileirão.
O motivo da presença do treinador se dá justamente para acompanhar Neymar mais de perto. O problema é que logo depois da primeira confirmação, foi noticiado que Neymar não foi relacionado para o jogo em questão, pois o jogador sente desgastes físicos e será poupado para o clássico de domingo (15), contra o Corinthians, na Vila Belmiro, já pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.
CENÁRIO POLÍTICO MARCA RETA FINAL
O contexto da Copa do Mundo também tem sido influenciado por questões políticas internacionais. Os Estados Unidos, uma das sedes do torneio, vivem um momento de tensão diplomática com o Irã, seleção já classificada para a competição.
O cenário gera discussões sobre logística, segurança e possíveis impactos no ambiente do torneio, ainda que autoridades esportivas e governamentais mantenham o discurso de que a competição será realizada normalmente.
Recentemente, dois dos maiores jogadores da era contemporânea do futebol, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, participaram de um encontro público com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reunião ocorreu em meio à crescente visibilidade política em torno do Mundial e reforçou o protagonismo global do evento, que ultrapassa o campo esportivo.
Cristiano Ronaldo e Messi, que já protagonizaram uma das maiores rivalidades da história do futebol, devem disputar mais uma Copa do Mundo, o que amplia as expectativas sobre a competição e reforça o caráter simbólico do torneio para uma geração que acompanhou suas carreiras.
MUDANÇA NO GRUPO DO BRASIL
Outra movimentação recente que chamou atenção no cenário internacional foi a saída do técnico Walid Regragui do comando da seleção do Marrocos. A mudança ocorreu a cerca de três meses do início da Copa do Mundo.
Marrocos integra o Grupo C, o mesmo do Brasil, e a troca de treinador adiciona um elemento de imprevisibilidade ao cenário da chave. Mudanças de comando às vésperas de grandes competições podem gerar tanto instabilidade quanto um efeito de reação no elenco.
A seleção marroquina ganhou destaque internacional nas últimas competições pela organização tática e pela capacidade de enfrentar adversários tradicionais, o que faz com que a equipe continue sendo vista com atenção pelos analistas.
ÚLTIMO CAPÍTULO ANTES DO MUNDIAL
Com pouco menos de 100 dias para o início da Copa do Mundo, seleções e jogadores entram na etapa mais sensível da preparação. Lesões, desempenho nos amistosos e decisões técnicas devem moldar as listas finais.
No caso do Brasil, a expectativa gira em torno da definição do elenco que tentará conquistar mais um título mundial. A combinação entre jogadores experientes e novos protagonistas deve ser o eixo da seleção na competição.
A reta final até o Mundial promete consolidar escolhas e encerrar debates que se estenderam ao longo de todo o ciclo. Nos próximos meses, cada atuação e cada decisão podem representar um passo decisivo rumo ao maior torneio do futebol mundial.
Governo dos EUA libera arquivos do caso Epstein sobre adolescente que teria sido estuprada por Trump
O Departamento de Justiça americano divulgou, nesta quinta-feira (5), documentos descrevendo várias entrevistas com uma mulher que acusou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estuprá-la nos anos 1980. As páginas, que pertencem ao FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA), haviam sido anteriormente retidas do vasto acervo de documentos relacionados ao abusador Jeffrey Epstein
Segundo informações da Folha de S. Paulo, as notas datilografadas descrevem entrevistas conduzidas pelo FBI com a vítima em 2019, na ocasião em que ela disse ter sido estuprada tanto por Epstein quanto por Trump. Ela fez a denúncia pouco depois de Epstein ter sido preso naquele ano sob acusações de tráfico sexual.
Suas acusações contra Trump remontam à década de 1980, quando ela era adolescente. O relato da mulher está entre uma série de acusações não comprovadas contra homens conhecidos contidas nos milhões de documentos do caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça.
O departamento já havia divulgado documentos descrevendo a existência dos memorandos liberados na quinta-feira, indicando que o FBI havia conduzido quatro entrevistas relacionadas às acusações dela e havia escrito resumos de cada conversa.
Mas apenas uma dessas entrevistas parecia estar incluída na divulgação inicial, o que levantou dúvidas sobre por que as três restantes estavam ausentes, já que a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, aprovada em novembro de 2025 pelo Congresso norte-americano, exigia que o governo divulgasse todos os arquivos investigativos relacionados a Epstein, sem revelar informações que identificassem suas vítimas.
Quando os arquivos foram tornados públicos no final de janeiro, autoridades descreveram o acervo como incluindo todo o material enviado pelo público ao FBI e reconheceram que isso incluia acusações não corroboradas.
"Alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump que foram submetidas ao FBI pouco antes da eleição de 2020", disse o departamento em um comunicado.
VÍDEO: Seleção Feminina do Irã protesta em silêncio durante hino nacional em estreia na Taça da Ásia
As jogadoras da Seleção Feminina do Irã adotaram uma postura de protesto silencioso na abertura de sua participação na Taça da Ásia. Durante a execução do hino nacional antes da partida contra a Coreia do Sul, realizada no Estádio Cbus Super, as atletas permaneceram alinhadas sem proferir a letra da composição "Mehr-e Khavaran". O gesto ocorreu dentro do contexto de instabilidade na região do Oriente Médio, dias após o registro de ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano. Assista ao vídeo, repercutido nesta quarta-feira (4):
Las jugadoras de la Selección de Irán se NEGARON A CANTAR el himno de la República Islámica en su debut en la Copa Asiática Femenina.
— Ariel Di Doménico????????? (@ArielDiDomenico) March 4, 2026
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pic.twitter.com/1ubmXlealb
A transmissão oficial do evento capturou o momento em que a treinadora Marziyeh Jafari observava a cerimônia protocolar da linha lateral. Nas arquibancadas instaladas na Austrália, torcedores iranianos acompanharam o ato com cânticos próprios e a exibição de bandeiras com cores e símbolos variados, incluindo modelos utilizados antes do período da Revolução Islâmica de 1979. O comportamento das jogadoras repercutiu entre as delegações presentes no torneio continental.
Dentro das quatro linhas, a Seleção Iraniana foi superada pela Coreia do Sul pelo placar de 3 a 0. Os gols da vitória sul-coreana foram anotados por Choe Yu-ri, Kim Hye-ri e Ko Yoo-jin. Após o encerramento do confronto, a técnica Marziyeh Jafari evitou abordar temas políticos ou o falecimento do Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei, concentrando suas declarações exclusivamente no rendimento de sua equipe e nas próximas etapas da disputa.
A treinadora ressaltou a qualidade das adversárias, que foram finalistas na edição anterior da competição.
"No geral, foi um bom jogo. A Coreia do Sul jogou muito bem e, em última análise, dou-lhes os parabéns. Espero que possamos recuperar no próximo jogo", afirmou Jafari.
Sobre a pressão externa e os acontecimentos em seu país de origem, a comandante reiterou a postura de isolar o grupo dos fatos extracampo.
"Precisamos nos concentrar no torneio", limitou-se a declarar durante o atendimento aos jornalistas.
A atitude das iranianas gerou manifestações de apoio por parte de outras competidoras da Taça da Ásia. A atacante da Austrália, Amy Sayer, expressou compreensão sobre o momento atravessado pelas colegas de profissão.
"O nosso coração está com elas e com as suas famílias. É uma situação difícil, e é muito corajoso da parte delas estarem aqui e jogarem", comentou a jogadora australiana.
Sayer acrescentou uma análise sobre a resistência das adversárias: "Elas fizeram uma exibição forte, mesmo com o clima político e as dificuldades que possam estar a atravessar."
O calendário da competição impõe um intervalo curto de preparação para o próximo desafio do Irã. A equipe terá dois dias de descanso antes de voltar a campo para enfrentar a Austrália, dona da casa, novamente na Gold Coast.
Durante uma visita à fábrica de medicamentos Bionovis, na cidade de Valinhos, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a guerra no Oriente Médio que envolve Estados Unidos, Israel e Irã. O presidente disse ter ficado feliz de visitar uma empresa dedicada à criação de medicamentos que salvam vidas, enquanto países se atacam com mísseis e causam mortes e destruição.
“A gente salva vida, sobretudo nesse instante em que se ligar na televisão agora está falando de morte, se ligar na televisão à noite está falando de guerra, se ligar na televisão de manhã está falando de morte, de drone, de mísseis, de invasão”, afirmou Lula.
“Aqui, nós estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é um drone de remédio para o povo brasileiro. Isso aqui é nosso míssil. Não míssil pra matar, mas míssil pra salvar”, completou o presidente.
Lula estava acompanhado na visita do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da ministra do Planejamento, Simone Tebet. A empresa de biotecnologia visitada por Lula e sua comitiva atua no desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade.
O governo federal já havia emitido um comunicado oficial sobre a guerra no Oriente Médio, mas essa foi a primeira vez que o presidente Lula falou sobre o conflito. Na nota divulgada no último sábado (28), o governo condenou os ataques militares realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã e manifestou “grave preocupação” com a escalada militar no Oriente Médio.
Na visita de Lula à fábrica da Bionovis, o ministro Fernando Haddad falou rapidamente com a imprensa, e negou que tenha decidido se irá se candidatar ao governo de São Paulo. Longe dos microfones, ele afirmou que ainda não teve uma conversa definitiva com o presidente Lula sobre o assunto.
O ministro da Fazenda, disse que pode se reunir nesta semana com Lula para definir sobre uma possível candidatura. Segundo ele, esta reunião pode acontecer nesta semana, a depender da agenda do presidente.
O embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, disse nesta segunda-feira (2) que nenhum brasileiro solicitou auxílio para deixar o Irã, país no Oriente Médio alvo de ataques dos Estados Unidos e aliados no fim de semana. A declaração aconteceu em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional.
De acordo com Guimarães, a comunidade brasileira no país é pequena, cerca de 200 pessoas, de famílias constituídas de mulheres brasileiras que se casaram com iranianos. “Não temos nenhuma notícia de brasileiros que tenham sido vítimas de um ataque”, disse o embaixador.
“Temos um grupo de WhatsApp que funciona intermitentemente, segundo a liberação ou não da internet aqui. Mas eles já teriam se comunicado com a gente se fosse necessária alguma assistência”, acrescentou.
A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) emitiu um comunicado oficial nesta segunda-feira (2) sobre a escalada de tensões no Oriente Médio. A entidade acompanha os efeitos dos ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados no último sábado, que somam 555 mortes no terceiro dia de confrontos.
O cenário de instabilidade ocorre na semana de abertura da temporada 2026 da Fórmula 1, marcada para o dia 8 de março, e afeta o planejamento do Mundial de Endurance (WEC), previsto para começar no dia 28.
O presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, manifestou preocupação com a segurança de profissionais e civis na região. Leia a nota abaixo na íntegra:
"Como presidente da FIA, meus pensamentos estão com todos os afetados pelos recentes acontecimentos no Oriente Médio. Estamos profundamente entristecidos com a perda de vidas e nos solidarizamos com as famílias e comunidades impactadas. Neste momento de incerteza, esperamos por calma, segurança e um rápido retorno à estabilidade. O diálogo e a proteção dos civis devem permanecer como prioridades. Estamos em contato próximo com nossos Clubes-membros, promotores dos campeonatos, equipes e colegas no local enquanto monitoramos os desdobramentos com cuidado e responsabilidade. A segurança e o bem-estar guiarão nossas decisões enquanto avaliamos os próximos eventos programados na região para o Campeonato Mundial de Endurance da FIA e o Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA. Nossa organização é construída sobre unidade e propósito compartilhado. Essa unidade importa agora mais do que nunca."
A crise atingiu os centros de conexão aérea no Catar e nos Emirados Árabes Unidos, utilizados como rota para a Oceania e Ásia. Relatos apontam que mil profissionais da Fórmula 1 enfrentam dificuldades de deslocamento após retaliações iranianas em Doha, Dubai e Abu Dhabi. O aeroporto de Abu Dhabi registrou uma morte e sete feridos após um ataque de drones, enquanto um míssil atingiu uma base da Marinha dos Estados Unidos situada a 30 quilômetros do Circuito de Sakhir, no Bahrein. O episódio provocou o cancelamento de testes de pneus que seriam realizados pelas equipes McLaren e Mercedes.
Apesar da proximidade das provas no Bahrein e na Arábia Saudita, agendadas para os dias 12 e 19 de abril, a organização da Fórmula 1 mantém as etapas no calendário. De acordo com informações do jornal inglês The Guardian, a logística para o Grande Prêmio da Austrália foi preservada porque os 22 carros e os equipamentos das equipes foram enviados para Melbourne logo após o encerramento da pré-temporada, em fevereiro. O material já se encontra no Circuito Albert Park para a corrida de abertura deste fim de semana.
Os organizadores da etapa australiana confirmaram a realização do evento, mas a categoria trabalha com estratégias de reserva caso a segurança no Golfo Pérsico piore nas próximas semanas. A imprensa britânica indica que a Fórmula 1 possui planos de contingência para alterar rotas ou datas se houver necessidade de proteger o pessoal envolvido nas operações. O monitoramento da FIA e das autoridades locais continuará de forma ininterrupta até a normalização das condições de voo e trânsito na região.
Após a prova na Austrália, o mundial segue para o Bahrein em 12 de abril e para a Arábia Saudita no dia 19. A FIA ressalta que a prioridade das decisões será o bem-estar dos integrantes do campeonato, enquanto as equipes aguardam definições sobre as escalas de voo para os próximos destinos do calendário de 2026.
A ex-BBB Ariadna Arantes relatou momentos de tensão vividos nos úiltimos dias devido ao conflito entre Irã x EUA e Israel, iniciado no sábado (28) com o ataque a mísseis.
Em vídeo, Ariadna tranquilizou os seguidores e confirmou que estava bem apesar do susto com o bombardeio. A ex-BBB também explicou o motivo de não ter deixado Dubai ainda.
"Quero dizer que estou bem. Tem um monte de gente mandando mensagem: 'Por que você não vai embora? Corre daí! Gente, não dá, o espaço aéreo está fechado. Vários voos da América do Sul, que vinham para Dubai, voltaram. E eu não tenho previsão de quando vou embora", contou.
Outra brasileira que relatou o terror em Dubai foi a cantora Simone Mendes. Segundo a baiana, o hotel onde ela estava hospedada foi atingido por um míssil um dia após ela deixar o local.
SOBRE OS ATAQUES
De acordo com informações da organização humanitária Crescente Vermelho, que atua em países muçulmanos, o ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 555 mortos e, ao menos, 747 feridos.
Toda situação teve início no sábado (28), e até o momento, 131 cidades já foram atacadas durante a guerra.
Em resposta ao ataque dos EUA e Israel, o Irã disparou mísseis e atacou bases americanas no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Bahrein.
Segundo o governo americano, os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”;
O atacante Munir El Haddadi, ex-jogador do FC Barcelona e atualmente no Esteghlal FC, conseguiu deixar o território iraniano após uma operação de deslocamento terrestre que durou cerca de 16 horas. O atleta e o espanhol Iván Sánchez, que defende o Sepahan SC, ficaram retidos no país devido ao fechamento do espaço aéreo decorrente de ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos. A saída dos jogadores ocorreu em um cenário de monitoramento constante das defesas antiaéreas na região.
A tentativa inicial de deixar Teerã aconteceu por via aérea, com destino a Dubai, mas a decolagem foi abortada quando os passageiros já estavam na aeronave. "Dez minutos depois, nos fizeram sair do avião porque o espaço aéreo havia sido fechado", relatou Sánchez à rádio espanhola Cadena Ser ao descrever o momento da interrupção do voo. Diante da impossibilidade de novas decolagens, os atletas optaram por cruzar o país por rodovias até a fronteira com a Turquia.
Durante o percurso rodoviário, os jogadores acompanharam a movimentação militar e a interceptação de projéteis. Sánchez afirmou ter presenciado o funcionamento dos sistemas de defesa enquanto se aproximavam da zona fronteiriça. "Conseguimos ver alguns mísseis caindo no céu", afirmou o jogador ao desembarcar no aeroporto de Istambul, já em segurança.
Munir El Haddadi também detalhou o estado de alerta mantido pela dupla ao longo de toda a travessia terrestre. O atacante mencionou a dificuldade de descanso diante da incerteza sobre a segurança das estradas e a movimentação de veículos ao redor. "Não dá para relaxar, não dá para dormir. Eu estava desesperado. Você fica o tempo todo olhando para os carros", declarou o atleta sobre a experiência vivida no trajeto.
A falta de comunicação constante durante a viagem aumentou a preocupação de familiares na Espanha, que ficaram sem atualizações sobre o paradeiro dos jogadores devido à instabilidade do sinal de internet no Irã. Os atletas pontuaram que o sentimento de angústia dos parentes superou o temor enfrentado por eles durante a logística de fuga. A chegada em solo turco marcou o fim do período de isolamento provocado pelo conflito.
Munir El Haddadi possui em seu currículo uma passagem pelo Barcelona, onde marcou 12 gols em 56 partidas e integrou o elenco em conquistas ao lado de Lionel Messi. Após passagens por outros clubes da Europa, o jogador buscou no futebol iraniano uma nova fase na carreira profissional. O Esteghlal FC e o Sepahan SC ainda não se manifestaram sobre o retorno dos atletas aos treinamentos ou sobre a continuidade das atividades das equipes diante do quadro geopolítico atual.
Um dia a menos na viagem de Simone Mendes fez com que a artista baiana escapasse de um grande desastre ao lado da família em Dubai.
Por meio das redes sociais, a cantora relatou que o hotel onde estava hospedada em Dubai foi atingido por um míssil em meio aos ataques entre os EUA e Israel e Irã.
Simone Mendes relata que hotel onde estava hospedada em Dubai foi atingido por míssel:
— QG do POP (@QGdoPOP) February 28, 2026
“Um míssil tingiu o Jumeirah Palm, que é onde nós estávamos. Mas graças ao bom Deus, a gente pegou o voo ontem, antes de tudo isso acontecer, antes de fechar os aeroportos”. pic.twitter.com/3okDInFgPu
"Acabamos de chegar aqui em São Paulo. E aí, depois que a gente pousou, nós ficamos sabendo que o Irã está tendo guerra nos Emirados contra os Estados Unidos. Um dos mísseis que lançaram, atingiu um dos hotéis em Dubai. E o hotel é um dos que a gente estava."
Simone conta que a família embarcou de volta para o Brasil horas antes de tudo acontecer. A artista ainda agradeceu a Deus por não ter passado pela situação.
"Mas, graças ao bom Deus, a gente pegou o voo ontem, antes de tudo isso acontecer, antes de fecharem os aeroportos, e chegamos em paz. Então, nessas horas, a gente vê que a boa mão de Deus está sobre nossas vidas. Muito obrigado, meu Deus."
A artista ainda comentou sobre o pânico e o aperto no peito ao pensar nas pessoas que conheceu durante a viagem e que ainda estão por lá. "As pessoas que a gente conheceu lá, que ficaram lá, enfim… É desesperador. Que negócio, meu Deus do céu".
SOBRE OS ATAQUES
De acordo com informações da organização humanitária Crescente Vermelho, que atua em países muçulmanos, o ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 555 mortos e, ao menos, 747 feridos.
Toda situação teve início no sábado (28), e até o momento, 131 cidades já foram atacadas durante a guerra.
Em resposta ao ataque dos EUA e Israel, o Irã disparou mísseis e atacou bases americanas no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Bahrein.
Segundo o governo americano, os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.
Um registro que circula na internet mostra o momento exato em que um míssil iraniano atinge uma base da Marinha dos EUA no Bahrein, em ataque que aconteceu neste sábado (28).
A ação é em retaliação ao ataque dos EUA com Israel ao Irã, que teve início nas primeiras horas do dia.
Bases militares dos Estados Unidos no Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Jordânia e Kuwait, estão sendo atacadas pela Guarda Revolucionária Iraniana.
Abu Dhabi sob ataque! Mísseis balísticos lançados pela Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) atingiram um alvo em Abu Dhabi, a capital dos Emirados. Detalhes sobre o impacto e os danos ainda não estão claros. https://t.co/mBhMuVM8LH pic.twitter.com/8mDwbJK0fT
— Área Militar (@areamilitarof) February 28, 2026
Os EUA possuem 19 bases militares no Oriente Médio, além de outras instalações que o Exército norte-americano pode utilizar com base em alianças firmadas com países da região.
De acordo com informações da agência Fars, uma pessoa morreu em Abu Dhabi após os Emirados Árabes Unidos interceptarem mísseis iranianos.
SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica".
Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.
O governo brasileiro manifestou, neste sábado (28), grave preocupação e condenação em relação às operações militares conduzidas pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã.
Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores reiterou a posição histórica do país em defesa do diálogo diplomático, classificando-o como o único caminho viável para a paz na região.
De acordo com o comunicado, o Itamaraty fez um apelo direto para que todos os atores exerçam máxima contenção e respeitem rigorosamente o Direito Internacional, e fez recomendações a brasileiros próximos às regiões atingidas.
"Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem. O Embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança."
SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica".
Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.
De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a operação teve caráter preventivo.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países. Após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.
De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a operação teve caráter preventivo. Trump confirmou a ação em vídeo publicado na rede Truth Social:
"Há pouco, os militares dos Estados Unidos iniciaram grandes operações de combate no Irã. O nosso objetivo é defender o povo americano eliminando ameaças do regime iraniano."
O ministro Israel Katz reforçou a posição: "O Estado de Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã para eliminar ameaças."
A agência estatal iraniana Tasnim relatou explosões no leste e oeste de Teerã, com registro de fumaça densa na capital e danos no aeroporto de Mehrabad.
Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã lançou uma onda de mísseis e drones. O espaço aéreo iraniano foi fechado. Em Israel, as sirenes de alerta foram ativadas em diversas regiões. Em comunicado oficial, as FDI informaram:
"Sirenes foram acionadas em diversas áreas do país após a identificação de mísseis lançados do Irã em direção a Israel. Neste momento, a Força Aérea Israelense está operando para interceptar e atacar ameaças."
O uso de força militar ocorre no período em que estava prevista a quarta rodada de negociações entre americanos e iranianos sobre o programa nuclear de Teerã. O governo dos EUA defende o desmantelamento total do programa como condição para acordos diplomáticos.
O senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse nesta quarta-feira (25) que pretende conversar com seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para definir os candidatos do partido ao Senado pelo estado de São Paulo. Eduardo sinalizou ao irmão que pretende concorrer mesmo morando atualmente nos Estados Unidos.
Segundo o senador, Eduardo Bolsonaro alega que está elegível, apesar de estar fora, e que está atualmente em primeiro lugar na pesquisa para o Senado em São Paulo. O senador do PL, entretanto, acha difícil justificar essa candidatura aos eleitores.
“Eduardo teria a chance teórica de ser candidato. Ele quer? Óbvio que ele quer. [...] Eu expliquei pra ele que eu vejo dificuldade em função disso. Se ele perde o mandato por falta, como é que ele vai explicar para o eleitor que ele vai se eleger, vai tomar falta e vai perder o mandato também?”, questionou o senador.
Flávio visitou nesta manhã o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Papudinha, onde ele cumpre pena. Após sair do encontro, o senador conversou com a imprensa, e falou sobre os conflitos envolvendo membros da família Bolsonaro ocorridos nos últimos dias.
O candidato a presidente disse que pretende reunir a família para conversar e solucionar as questões envolvendo principalmente Eduardo Bolsonaro e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
“Não tenho problema em dizer que vou procurar um por um para aparar qualquer tipo de aresta que, por ventura, possa existir ainda”, afirmou o senador.
Ao lado do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), Flávio Bolsonaro disse que há um objetivo maior, destacando que todos estão na mesma página. “O Brasil corre um sério risco de virar um narcoestado sob a administração do PT nos próximos quatro anos”, declarou.
O deputado Derrite foi confirmado pelo senador Flávio Bolsonaro como um dos candidatos do partido ao Senado por São Paulo. Derrite teria recebido o apoio também do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador também informou que convocou para a tarde desta quarta (25) uma reunião na sede do PL, em Brasília, com a bancada de deputados e senadores da legenda. O encontro, tem como objetivo reorganizar a pré-campanha e aparar arestas internas que vêm se acumulando entre aqueles que postulam principalmente as vagas para o Senado pelo partido.
Entre o gigantismo da FIFA e o endurecimento das políticas de imigração, a Copa do Mundo de 2026 vem se desenhando como um evento para poucos. Tem se instaurado um cenário onde o ingresso, apesar de caro, é o de menos; e o carimbo no passaporte parece ser tudo.
No papel, o Mundial representa uma expansão sem precedentes. Pela primeira vez, 48 seleções cruzarão as fronteiras de um continente inteiro. É a "Copa da Unidade", como diz a FIFA. Mas, nos corredores do Departamento de Segurança Interna (DHS) em Washington e nos consulados espalhados pelo Sul Global, a música que toca é outra: uma marcha de restrições que ameaça transformar o espetáculo em um evento de acesso restrito.
O contraste é evidente. De um lado, Gianni Infantino, presidente da FIFA, projeta receitas recordes e estádios "cheios de cidadãos do mundo". De outro, a política de segurança nacional enxerga os fluxos migratórios sob uma ótica de controle. Para o torcedor que economizou por anos, o desafio vai além da inflação. Hoje, o processo inclui triagens digitais e decisões consulares cada vez mais rigorosas.
A administração dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, expandiu restrições de viagem que atingem diretamente nações qualificadas como Haiti, Irã, Senegal e Costa do Marfim. Para torcedores desses países, o visto de turista (B-2) está praticamente suspenso sob o argumento de "falta de segurança na verificação de antecedentes". O governo já sinalizou: não haverá exceções. Mesmo com o ingresso na mão, o torcedor dessas nacionalidades enfrenta um bloqueio diplomático.
Para brasileiros, o visto não está suspenso, mas a análise se tornou uma peneira fina. O solicitante agora é obrigado a fornecer históricos de redes sociais e comprovar vínculos financeiros quase inquestionáveis para afastar a suspeita de intenção de imigrar.
Por outro lado, México e Canadá fecharam suas fronteiras para evitar serem usados como "sala de espera". Sob pressão de Washington, o México extinguiu a autorização eletrônica facilitada para brasileiros. Agora, exige-se visto físico e uma comprovação de hospedagem paga e passagem de volta.
No Canadá, o sistema é digital. Embora ofereça a eTA (autorização simplificada) para quem possui visto americano, quem não se encaixa nessa regra cai no sistema de visto tradicional, que apresenta taxas de rejeição recordes em 2026 sob o pretexto de evitar pedidos de refúgio pós-Copa.
Se a burocracia não barrar o torcedor, a questão financeira pode ser o impedimento final. A FIFA estratificou os preços criando um abismo entre o torcedor comum e a elite corporativa. Assistir à final no MetLife Stadium na Categoria 1 custa hoje mais de R$ 34 mil (em conversão direta). A isso somam-se os custos de atravessar três países que não possuem livre circulação: cada fronteira cruzada significa uma nova fila de imigração e um novo interrogatório. Veja abaixo a tabela de preços dos ingressos:

Montagem: Luiza Barbosa / Bahia Notícias
A diferenciação também é física. De acordo com os mapas de assentos oficiais, como o do Seattle Stadium, as Categorias 1 e 2 dominam as visões centrais e as áreas mais próximas ao gramado. Já a Categoria 4 (a opção acessível ao público geral) e a Categoria Popular (exclusiva para torcedores de seleções classificadas via sorteio) ficam nos setores periféricos: extremidades atrás dos gols ou nos anéis superiores mais distantes, conhecidos como "setores de quina".

Foto: Divulgação
As autoridades migratórias dos três países confirmaram que o ICE (nos EUA) e as agências equivalentes no Canadá e México manterão suas operações de fiscalização e deportação regulares durante todo o período do torneio, sem concessões de vistos automáticos para portadores de ingressos. Para cruzar as fronteiras em 2026, o torcedor deve cumprir os seguintes requisitos:

Montagem: Luiza Barbosa / Bahia Notícias
Apesar do rigor migratório, o governo dos EUA e a FIFA implementaram o FIFA Pass, um sistema de prioridade de agendamento consular para quem já adquiriu ingressos oficiais. No entanto, o Departamento de Estado ressalta que a medida acelera apenas a data da entrevista, não garantindo a aprovação do visto.
Logisticamente, o torneio foi dividido em regiões para minimizar deslocamentos longos: as sedes foram agrupadas em áreas Oeste (Vancouver, Seattle, San Francisco, Los Angeles), Central (Guadalajara, Cidade do México, Monterrey, Houston, Dallas, Kansas City) e Leste (Atlanta, Miami, Toronto, Boston, Filadélfia, Nova York/Nova Jersey).
As autoridades recomendam que o torcedor permaneça dentro de um desses núcleos regionais, dado que o trânsito continuará sujeito a controles aduaneiros completos e inspeções de bagagem em cada entrada, sem previsão de corredores diplomáticos especiais para o período do evento.
A Copa do Mundo de 2026 terá seu pontapé inicial no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México. No dia seguinte, 12 de junho, ocorrem as aberturas nos EUA (em Los Angeles) e no Canadá (em Toronto).
Com o novo formato de 48 seleções, veja lista dos países já confirmados:
- América do Norte (Sedes): EUA, México e Canadá.
- América do Sul: Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador e Paraguai.
- Europa: França, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Portugal, Itália (retornando), Holanda e outras 9 nações.
- África: Marrocos, Senegal, Nigéria, Costa do Marfim e Egito.
- Ásia e Oceania: Japão, Coreia do Sul, Austrália, Arábia Saudita e Irã.
O torneio contará com 12 grupos de quatro seleções. As autoridades recomendam que torcedores das nações classificadas iniciem os processos de visto com no mínimo seis meses de antecedência, dado que o trânsito transfronteiriço entre as 16 cidades-sede continuará sujeito a controles aduaneiros completos, sem previsão de corredores diplomáticos especiais.
“Eduardo Bolsonaro não está bem”. Em uma postagem com esse o título, a esposa do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, Heloísa Bolsonaro, faz coro ao que disse recentemente o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o colega de partido. Em uma entrevista na porta da Papudinha, concedida no último sábado (21) após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Nikolas rebateu críticas de Eduardo dizendo que “ele não está bem”.
Na sua postagem, Heloísa Bolsonaro concorda que seu marido “pode não estar bem mesmo”, mas elenca os motivos pelos quais Eduardo Bolsonaro estaria passando por um momento ruim.
“Ele pode não estar bem, mesmo! É humano, carrega uma cobrança e um peso absurdo nas costas, além da dor da saudade. Mas é incansável e também nossa base emocional, firme como uma rocha, que não deixa a gente (eu, Geórgia e JH) desmoronar”, disse Heloísa.
Morando com Eduardo Bolsonaro e os filhos nos Estados Unidos desde o ano passado, Heloísa afirma que o ex-deputado estaria sofrendo por ter tido que “se afastar do seu país para continuar lutando pelo que acredita”. Ela afirma também que o fato de não poder se relacionar com o pai também seria um fator de peso emocional.
“Ficar longe da sua terra, da sua história, e, principalmente, do seu pai - seu maior ídolo e exemplo - não foi escolha simples. No início ainda conseguiam falar por telefone. Depois, nem isso. E hoje somente por cartas”, relatou Heloísa Bolsonaro.
No texto, Heloísa afirma que não gravou um vídeo porque iria se emocionar, e afirma que Eduardo Bolsonaro sabia dos riscos que poderiam vir com a sua atitude de ir para os EUA.
“Mesmo assim, ele seguiu e segue firme. Mas Eduardo Bolsonaro não está bem”, reforça a esposa. “Porque continua trabalhando, todos os dias, de forma voluntária, pelo Brasil que acredita”, completou.
Heloísa Bolsonaro afirma que gravou o vídeo sem que seu marido soubesse. E conclui seu texto afirmando acreditar na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para, segundo ela, “libertar o Brasil”, e talvez favorecer o retorno de Eduardo Bolsonaro dos Estados Unidos.
Minerais de terras raras, comércio exterior, investimentos, crime organizado, cooperação na área de segurança pública. Esses serão alguns dos temas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende discutir com o norte-americano Donald Trump, em encontro que ainda não tem uma data marcada.
O presidente Lula falou sobre suas expectativas para esse encontro durante entrevista coletiva neste domingo (22). Lula está na Índia desde quinta (19), onde participou de um fórum sobre inteligência artificial e realizou reuniões bilaterais com outros líderes presentes no evento. Neste domingo Lula foi para Seul, na Coreia do Sul, onde se reúne com o presidente Lee Jae Myung e executivos de grandes empresas sul-coreanas.
Na entrevista coletiva, Lula disse que a pauta da reunião com o presidente dos Estados Unidos terá uma pauta longa, e que a cooperação na área de segurança é um dos pontos centrais. O presidente brasileiro afirmou estar “muito otimista” com o encontro e defendeu uma relação “altamente civilizada, altamente respeitosa" entre os dois países.
Para Lula, o combate ao crime organizado é uma área em que Brasil e Estados Unidos podem atuar conjuntamente.
“Se tem uma coisa que nós precisamos trabalhar juntos é no combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas e à lavagem de dinheiro”, declarou.
Sobre a questão da segurança pública, o presidente Lula disse que pretende levar para a reunião com Trump representantes da Receita Federal, da Polícia Federal, do Ministério da Justiça e do Ministério da Fazenda. Segundo ele, o objetivo é estruturar uma cooperação mais ampla no combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas, à lavagem de dinheiro e ao crime organizado internacional.
“Vou levar minha Polícia Federal, meu ministro da Justiça, a Receita. Eles levam o FBI, a CIA, o Departamento de Justiça deles”, afirmou.
Lula classificou o crime organizado como uma “empresa multinacional altamente sofisticada”, com atuação em diversos países e infiltração em diferentes esferas da sociedade. “Tem braço no poder Judiciário, tem braço no futebol, tem braço na política, tem braço no empresariado”, colocou.
Segundo ele, o Brasil já criou estruturas específicas para reforçar o combate a ilícitos na fronteira amazônica, com cooperação entre países vizinhos, e está disposto a ampliar a articulação com os Estados Unidos.
Ainda sobre questões de segurança pública, Lula disse na entrevista que já tratou do tema por telefone com Trump ao menos três vezes e que o Brasil enviou às autoridades norte-americanas documentos, fotografias e nomes de investigados. O presidente citou como exemplo um caso envolvendo contrabando de combustíveis e afirmou que o governo brasileiro encaminhou informações detalhadas sobre suspeitos que estariam nos Estados Unidos.
“Eu não quero recebê-los. Eu quero prendê-los”, declarou, ao rebater questionamento de jornalista sobre eventual pedido de repatriação de brasileiros. Segundo o presidente, a intenção é que pessoas investigadas por crimes no Brasil sejam entregues para responder à Justiça.
O presidente brasileiro afirmou ainda que espera restabelecer um diálogo direto e estável entre os dois países.
“Eu espero que depois dessa reunião a gente possa garantir que volte a ter uma relação altamente civilizada, altamente respeitosa e que a gente não vai deixar de conversar por telefone quando tiver qualquer novidade entre Brasil e Estados Unidos. E eu quero também dizer ao presidente Trump que nós não queremos uma nova guerra fria”, disse.
Lula também fez um apelo direto ao diálogo pessoal com Trump. “Nós somos as duas maiores democracias da América Latina, nós somos dois homens com 80 anos de idade, portanto a gente não pode ficar brincando de fazer democracia. A gente tem que tratar com muita seriedade. Eu disse por telefone ao presidente Trump: é preciso a gente pegar um na mão do outro, olhar um no olho do outro pra gente ver o que a gente quer entre Brasil e Estados Unidos. E não tem veto, não tem nada proibido na mesa de negociação. Vamos colocar todos os temas na mesa de negociação”, explicou.
Ao comentar ainda a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas de comércio exterior, o presidente Lula disse que não cabe a ele julgá-la.
“O que eu quero conversar com o Trump é a relação entre Brasil e Estados Unidos. Temos uma relação diplomática de 201 anos. Somos duas grandes democracias. Não tem veto, não tem nada proibido na mesa de negociação. Vamos colocar todos os temas na mesa”, disse Lula.
ALERTA GATILHO: o texto a seguir apresenta informações que podem causar gatilhos para quem sofre com problemas psicológicos. O Centro de Valorização da Vida (CVV) conta com mais de quatro mil voluntários em todo o Brasil. A entidade é uma associação civil sem fins lucrativos e reconhecida como de Utilidade Pública Federal desde 1973 e presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar. Busque ajuda pelo telefone 188. O número gratuito e válido em todo o território nacional.
O ex-jogador e ídolo do Bayern de Munique, Franck Ribéry, foi mencionado em depoimentos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, conforme documentos publicados recentemente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O nome do francês surgiu em um registro no qual uma vítima afirma que ele e o advogado Sylvain Cormier teriam solicitado meninas de 14 anos em um estabelecimento descrito como parte de um circuito de exploração.
O documento traz um relato forte da vítima, que descreve uma tentativa de abordagem direta do atleta. Segundo o depoimento, Ribéry teria tentado agredi-la em seu próprio jardim após obter seu número e endereço, sendo contido e retirado do local por policiais. A vítima expressou sua surpresa e angústia ao perceber o que chamou de "braço da prostituição" retornando para buscá-la, justamente no momento em que tentava se reconstruir após anos de abusos familiares.
"Fiquei surpreendida ao ver a chegada do circuito da prostituição. Finalmente tinha conseguido libertar-me do meu progenitor predador e tinha finalmente encontrado a minha mãe, após anos de separação. Agora, tinha a impressão de que um braço da prostituição tinha voltado para me levar, como se eu tivesse de pertencer a eles", relatou a vítima nos autos oficiais.
É fundamental destacar que, apesar da gravidade do relato, não existe uma condenação ou confirmação judicial contra o atleta sobre este caso específico até o momento, tratando-se de alegações contidas nos autos tornados públicos.
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Foto: Divulgação
Sylvain Cormier, também citado, é um advogado francês de renome que ficou conhecido por defender Karim Benzema (atualmente no Al-Ittihad) em casos polêmicos, como o "Caso Valbuena" e o "Caso Zahia". Neste último, ocorrido entre 2010 e 2014, o advogado defendeu o atacante de acusações de relações com uma prostituta menor de idade, focando na tese de que o jogador não tinha conhecimento da idade da jovem, o que resultou em sua absolvição.
CASO JEFFREY EPSTEIN
O caso Jeffrey Epstein é reconhecido como um dos escândalos mais graves das últimas décadas, expondo uma rede de abuso sexual e tráfico de menores que envolvia figuras influentes da política, da realeza e do empresariado mundial.
Epstein era um financista norte-americano que utilizava sua vasta fortuna e conexões poderosas para aliciar meninas em situação de vulnerabilidade, oferecendo falsas promessas de ajuda financeira ou carreiras promissoras para atraí-las ao seu círculo de exploração.
A trajetória judicial de Epstein foi marcada por controvérsias, começando em 2008, quando ele fechou um acordo na Flórida que foi duramente criticado pela opinião pública. Na ocasião, ele se declarou culpado apenas por crimes menores de prostituição, cumprindo uma pena leve de 13 meses em regime semiaberto.
O caso só ganhou nova força em 2019, após investigações jornalísticas detalhadas que levaram à sua nova prisão por tráfico sexual federal. As acusações apontavam que os abusos eram sistemáticos e ocorriam em suas propriedades de luxo em Nova York, Flórida e em sua ilha particular nas Ilhas Virgens Americanas.
A morte de Epstein em sua cela, em agosto de 2019, encerrou o processo criminal contra ele, mas abriu caminho para uma série de teorias e novas investigações. Embora a causa oficial tenha sido suicídio, falhas graves no protocolo de segurança da prisão alimentaram suspeitas sobre as circunstâncias do ocorrido.
Mesmo sem o réu principal, a justiça avançou contra seus cúmplices, culminando na condenação de Ghislaine Maxwell em 2021, sentenciada por recrutar e facilitar os abusos cometidos pela rede de Epstein, mantendo o caso sob constante vigilância pública.
A esposa do sertanejo Henrique, da dupla com Juliano, Amanda Vasconcelos, está em liberdade após ter sido detida nos Estados Unidos.
De acordo com o portal LeoDias, a influenciadora digital deixou a custódia das autoridades americanas na terça-feira (3), após o pagamento de uma espécie de fiança prevista na legislação dos EUA que funciona como um seguro financeiro.
O valor só pode ser pago se o réu garantir que irá cumprir a obrigação de comparecer a todos os atos judiciais.
Toda situação envolvendo Amanda aconteceu na segunda-feira (2), após a empresária ter ignorado ordens de parada da polícia, mesmo com luzes e sirenes acionadas. A assessoria do artista não se pronunciou sobre o caso.
A empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, esposa do cantor Henrique, da dupla com Juliano, foi presa em Orlando, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (2).
A jovem foi detida por dirigir com a carteira de habilitação vencida. De acordo com informações, do g1, não há registros públicos que confirmam se houve pagamento de fiança ou se a Justiça da Flórida liberou Amanda.
O registro oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Orange (Orange County Sheriff’s Office), indica que a brasileira enfrenta duas acusações criminais e o motivo principal da prisão é a fuga de uma abordagem policial.

Segundo o relatório da polícia, o crime cometido pela esposa do cantor é considerado grave, uma felonia de terceiro grau, por ter ignorado uma ordem de parada.
Até o momento, a assessoria do cantor não se pronunciou sobre o ocorrido.
O cantor evangélico Regis Danese sofreu um acidente doméstico no último sábado (31) e precisou passar por uma bateria de exames após mal-estar ao dormir.
O artista explicou que sofreu uma queda após subir em uma cadeira na área externa de sua casa para desligar uma lanterna. Com a queda, o cantor acabou sendo atingido na região do abdômen e das costas.
Apesar do ocorrido, Danese só decidiu procurar atendimento médico após sentir dores durante a hora de dormir. No hospital, o cantor passou por uma bateria de exames e descartar complicações.
Cantor evangélico sofre acidente doméstico nos Estados Unidos
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“Está tudo bem, fiz a tomografia e não deu nada, tudo perfeito. Deus é muito bom e fiel”, tranquilizou os fãs. O cantor contou ainda que logo após sua passagem no hospital, faria uma pregação em uma igreja da cidade.
A Embaixada dos Estados Unidos emitiu um alerta de segurança para os cidadãos norte-americanos que pretendem vir ao Brasil para passar o Carnaval deste ano. Com uma lista de instruções, a entidade falou das festas mais famosas do país, como Salvador, Recife e Rio de Janeiro, e instruiu os foliões dos EUA a “evitarem favelas” por questões de segurança ao longo da folia.
“A celebração anual do Carnaval acontecerá entre sábado, 14 de fevereiro, e quarta-feira, 18 de fevereiro. Embora os eventos mais famosos ocorram no Rio de Janeiro, Salvador e Recife, você pode esperar grandes aglomerações e desfiles, também conhecidos como "blocos", por todo o Brasil. Antes das festividades, os cidadãos dos EUA são lembrados de permanecerem vigilantes e atentos ao seu entorno”, diz o comunicado enviado nesta terça-feira (27).
Dentro das orientações, a representação do governo norte-americano também sugeriu que os cidadãos evitem usar “joias caras” e andar com “grandes quantias de dinheiro”. Além disso, o comunicado reforçou a ocorrência de “crimes oportunistas”, com o furto de celulares sendo “comum” durante a festa momesca.
Também se destaca a instrução para evitar bebidas de estranhos durante o Carnaval, além de não oferecer resistência física em possíveis tentativas de roubo, pois, de acordo com a embaixada, os criminosos “geralmente andam armados”.
Veja as instruções:
- Evite favelas (comunidades) em todos os momentos, mesmo durante festas/blocos de rua;
- Não use joias caras nem carregue grandes quantias de dinheiro. Crimes oportunistas, incluindo roubo de celulares, são comuns durante o Carnaval;
- Esteja atento ao que acontece ao seu redor. Evite andar sozinho, especialmente à noite;
- Não aceite bebidas de estranhos e não deixe bebidas sem vigilância;
- Não ofereça resistência física a qualquer tentativa de roubo, pois os criminosos geralmente estão armados;
- Planeje com antecedência para chegar ao seu destino;
- Faça planos alternativos para o caso de se separar de amigos ou familiares durante as comemorações;
- Mantenha as janelas fechadas quando estiver dentro do veículo. Estacione em áreas bem iluminadas e evite deixar objetos de valor dentro do carro;
- Beba bastante água para evitar a desidratação durante os dias quentes de verão;
- Mantenha-se informado. Acompanhe as notícias para ficar por dentro dos últimos acontecimentos na área da segurança;
- Denuncie qualquer atividade criminosa primeiro à polícia local (190) e depois entre em contato conosco nos números listados abaixo se precisar de ajuda.
A baiana Ana Andrade foi reconhecida como Estagiária Universitária do Ano 2025 na região Sul dos Estados Unidos durante um evento promovido pela Northwestern Mutual, empresa do setor de seguros e serviços financeiros da América do Norte.
A premiação, chamada Southern College Intern of the Year, é concedida a estagiários universitários que participam do programa de formação da companhia. Ana atua no Striano Network Office, escritório parceiro da Northwestern Mutual, onde desenvolve atividades ligadas à área financeira.
O reconhecimento leva em conta critérios como desempenho acadêmico, dedicação ao programa e evolução ao longo do período de estágio. A avaliação considera a atuação dos participantes durante o último ano.
O evento reuniu líderes, gestores e estagiários de diferentes regiões dos Estados Unidos. Durante o encontro, foram apresentados resultados do período e discutidas estratégias futuras da companhia.

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Segundo informações da Agência Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. A conversa, que aconteceu nesta quarta-feira (21), teve como um dos principais assuntos a situação da Faixa de Gaza e o convite feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a criação de um Conselho de Paz para a região.
Brasil e Turquia estão entre os mais de 50 países convidados pelo presidente norte-americano para fazerem parte do Conselho. O governo brasileiro ainda não deu uma resposta sobre o convite, e a avaliação do Itamaraty é que ainda há muitas dúvidas sobre os objetivos da iniciativa, e que o Brasil pode enfrentar consequências diplomáticas tanto se aceitar quanto se recusar a participar do grupo.
Já a Turquia, junto com outros sete países árabes e de maioria islâmica, anunciaram a adesão ao Conselho da Paz para a guerra na Faixa de Gaza. O grupo de países árabes e de maioria islâmica que decidiram integrar o Conselho são a Turquia, a Jordânia, os Emirados Árabes Unidos, a Indonésia, o Paquistão, a Arábia Saudita, o Catar e o Egito.
A adesão turca e desses países ao Conselho foi mencionada por Erdogan na conversa com Lula. De acordo com o Palácio do Planalto, os dois chefes de Estado trocaram impressões sobre Gaza e os esforços internacionais em favor da paz na região.
A conversa entre os presidentes do Brasil e da Turquia também girou sobre temas como a agenda climática e a ampliação das relações econômicas entre ambos países. A Agência Brasil informou que Erdogan parabenizou Lula pela condução das presidências do G20 e da COP-30.
No tema climático, Erdogan afirmou ter interesse em contar com a experiência do Brasil na organização da COP-31, que será realizada em novembro, na Turquia. O líder turco citou ainda a disposição de empresas de seu país em investir no Brasil, com foco em projetos de infraestrutura.
Outro ponto da conversa se deu em torno do tema da agenda bilateral entre Brasil e Turquia. Os presidentes defenderam a ampliação e a diversificação do intercâmbio comercial, que superou US$ 5,5 bilhões em 2025. Eles concordaram em estimular reuniões entre representantes do setor privado.
A França confirmou que disputará a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. De acordo com a ministra dos Esportes francesa, Marina Ferrari, o governo do país não tem, neste momento, qualquer intenção de boicotar o torneio, apesar das pressões políticas vindas de diferentes setores da Europa em razão da política internacional do presidente norte-americano Donald Trump.
"Até agora, não há vontade de boicote", afirmou a ministra. Segundo ela, embora existam manifestações contrárias dentro de alguns blocos políticos, o esporte deve permanecer dissociado de questões diplomáticas.
"Agora, não faço previsões sobre o que pode acontecer, mas também ouvi vozes que se levantam vindas de alguns blocos políticos. Faço questão de que se dissocie o esporte (da política). A Copa do Mundo de futebol é um momento extremamente importante para todos os amantes do esporte", acrescentou.
As declarações ocorrem em meio a um debate crescente na Europa sobre a permanência dos Estados Unidos como uma das sedes do Mundial. Na última terça-feira (20), o deputado francês Éric Coquerel, do partido A França Insubmissa (LFI), solicitou à Fifa que a competição seja disputada apenas no México e no Canadá.
Em publicação nas redes sociais, o parlamentar questionou a realização do torneio em solo americano. "Sério, dá para imaginar jogar uma Copa do Mundo de futebol em um país que agride seus ‘vizinhos’, ameaça invadir a Groenlândia, destrói o direito internacional, quer sabotar a ONU, instaura uma milícia fascista e racista em seu território, ataca as oposições, proíbe o acesso à competição de torcedores de cerca de quinze países, planeja banir dos estádios qualquer sinal LGBT, etc.?", escreveu Coquerel no X.
??????????Sérieux on imagine aller jouer la Coupe du monde de foot dans un pays qui agresse ses « voisins », menace d’envahir le Groenland, détruit le droit international, veut torpiller l’Onu, instaure une milice fachiste et raciste dans son pays, y attaque les oppositions, interdit…
— Eric Coquerel (@ericcoquerel) January 20, 2026
O tema também repercute em outros países europeus. Na Alemanha, a secretária de Estado para o esporte, Christiane Schenderlein, afirmou que uma eventual decisão sobre boicote caberia exclusivamente à Federação Alemã de Futebol e à Fifa, ressaltando que ambas teriam total “autonomia” para deliberar sobre o assunto.
Já na França, o ex-treinador do Senegal, Claude Le Roy, levantou dúvidas sobre a participação no Mundial. Em entrevista ao jornal Figaro, ele disse "se perguntar se não seria o caso de convocar um boicote à Copa do Mundo de 2026, diante do comportamento de Donald Trump em relação ao continente", citando também as dificuldades de obtenção de visto para torcedores senegaleses.
No Reino Unido, o debate ganhou contornos políticos. O parlamentar conservador Simon Hoare defendeu que a retirada da seleção inglesa da Copa do Mundo de 2026 poderia representar uma forma de protesto contra o presidente dos Estados Unidos.
"(Trump) é sensível, tem um ego inflado e não gosta de passar vergonha. A visita de Estado (do Rei Charles aos EUA) deve acontecer? As seleções de futebol devem jogar em estádios americanos na Copa do Mundo? Essas são coisas que envergonhariam o presidente em casa. É necessário combater fogo com fogo", declarou.
Apesar das críticas e pressões políticas, até o momento não há indicação oficial de que grandes seleções europeias deixarão de disputar o próximo Mundial.
Os conflitos e controvérsias gerados pelo norte-americano Donald Trump, que nesta terça-feira (20) completou um ano à frente do governo dos EUA, foram citados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante uma solenidade para entrega de unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida. A cerimônia aconteceu no município gaúcho de Rio Grande.
No pronunciamento, Lula fez críticas a Trump e disse que ele quer “governar o mundo pelo Twitter”. O governo brasileiro está entre os países convidados pelo presidente dos Estados Unidos para participar de um “Conselho de Paz” de Gaza.
“Vocês já perceberam uma coisa, que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter? É fantástico. Todo dia ele fala uma coisa e todo dia o mundo aborda a coisa que ele falou. Vocês acham que é possível? É possível tratar o povo com respeito se eu não olhar na cara de vocês, se eu achar que vocês são objetos, e não um ser humano”, afirmou Lula.
Acompanhado dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Jader Filho (Cidades), Lula inaugurou um empreendimento que entregou 1.276 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida na cidade de Rio Grande. O empreendimento contou com investimento total de R$ 123,6 milhões, provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), com contrapartida do governo do Rio Grande do Sul.
Além das críticas a Trump, o presidente Lula da Silva defendeu ser necessário acabar com a “era da mentira”. Lula afirmou que seus discursos, assim como as falas de aliados, são monitorados por opositores que buscam frases isoladas para descontextualizar em vídeos e postagens nas redes sociais.
“Eles querem pegar uma palavra para que eles possam distorcer e mandar para o mundo na internet”, afirmou.
O presidente relembrou vídeos recentes que circularam pelas redes sociais com uma fala dele distribuída de forma descontextualizada. Cortes de vídeo de um discurso feito pelo presidente dão a entender que ele teria afirmado que “pobre não precisa estudar”, porque “nasceu para trabalhar”.
Na fala original, o presidente defende a necessidade de dar oportunidades para que pessoas de baixa renda sejam da profissão que quiserem, e fez ironias sobre o discurso das elites de que “pobre não precisa estudar”.
Segundo Lula, “é mais fácil acreditar em uma mentira que, na verdade”, principalmente em ambientes digitais.
“Todos vocês aprenderam desde pequenos que é mais fácil acreditar em uma mentira do que, na verdade, porque a verdade tem que ser explicada, a mentira é só falar. E tem muita mentira circulando”, concluiu o presidente Lula.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.