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escolas de tempo integral
Ronaldo Mansur, candidato ao governo da Bahia e presidente do PSOL no estado, é o convidado da sabatina do Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias (BN), nesta segunda-feira (14). Ele comenta, sob sua ótica, erros e acertos do atual Governo no que tange à educação, em especial às escolas de tempo integral, criadas na gestão de Jerônimo Rodrigues (PT), adversário nas urnas.
Um dos pontos reforçados durante a campanha de Mansur é a importância de aproximar a cultura dos estudantes da rede pública de ensino. Ao ser questionado sobre a possibilidade de, caso eleito, investir no modelo das escolas em tempo integral, o candidato declara “aquilo que é bom, a gente vai tentar aperfeiçoar”.
Em contrapartida, levanta o tópico da “aprovação automática”, pauta polêmica dentro do atual governo, que abre palco para debates sobre a desvalorização dos professores baianos.
“Aquilo que é bom a gente aplaude, aquilo que é bom a gente vai tentar aperfeiçoar. E o que não for bom, a gente vai excluir. Uma das coisas é a aprovação automática. Jerônimo, enquanto professor, eu não sei porque ele insiste nessa tese de que não há aprovação automática. Se você tem cerca de 17 matérias e o aluno só perde de ano se passar em pelo menos 5, o que é isso se não aprovação automática?” questiona.
Ronaldo Mansur acredita que a questão seja um “desserviço aos professores” que devem ser figuras preservadas e respeitadas. Ele promete acabar com a aprovação automática, caso eleito.
“Isso é um desserviço aos professores, a autoridade do professor deve ser preservada e respeitada. E o Jerônimo, enquanto professor, tomou nota 0 com essa declaração (...) Nós vamos terminar com a aprovação automática, temos que ter professores valorizados”.
As escolas de tempo integral, por sua vez, foram citadas como reivindicações conjuntas que, segundo o candidato, não se reduzem ao trabalho do gestor atual.
CONFIRA NO PRISMA:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.