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Adson Batista, presidente do Atlético Goianiense, fez duras críticas à abritragem de André Luiz Skettino, que apitou na partida contra o Flamengo, no último domingo (14), em partida válida pela primeira rodada do Brasileirão. Segundo Adson, a arbitragem brasileira é uma das piores, alegando que existe um "máfia". Para o presidente, a CBF tem que tomar medidas.
Adson Batista, presidente do Atlético-GO, SOLTOU O VERBO sobre a arbitragem no Brasil:
— Goleada Info (@goleada_info) April 15, 2024
— A arbitragem brasileira vai acabar com o futebol brasileiro, nós vamos perder tudo que temos de essência. A arbitragem brasileira é a pior do mundo (...)
— Você faz investimento, faz… pic.twitter.com/15dazA2oAP
Reprodução / Marcelo Jorand
O Atlético reclamou de inúmeros lances ocorridos durante o jogo, entre eles estão as expulsões de Alix Vinicius, Maguinho e Jair Ventura. O pênalti marcado para o Flamengo e um gol anulado pelo VAR também entram na pauta.
"Se o Ednaldo não tiver moral para tomar atitude, ele pode desistir. Eu, sinceramente, desisto de tudo no futebol, hoje o cidadão entrou aqui para desestabilizar o nosso time. Tirou meu treinador e inverteu tudo. No primeiro tempo ele tumultuou de todos os sentidos", reclamou o presidente do clube goiano.
"Com toda sinceridade, o Flamengo não precisa disso. É uma vergonha! A arbitragem brasileira vai acabar com o futebol brasileiro. Nós vamos perder tudo que nós temos de essência. A arbitragem brasileira é a pior do mundo, nós temos cinco ou seis árbitros, e olhe lá, que dão conta de apitar. Você faz um investimento, faz um trabalho sério, e vem um cidadão mal intencionado. O tempo todo ele intimidou os nossos jogadores, inverteu faltas e ajudou o Flamengo a todo momento. O Flamengo não precisa disso, é um dos maiores clubes do mundo, em momento nenhum precisa ser ajudado por arbitragem", concluiu.
Adson Batista também afirma que até o Rubro-Negro Carioca ficou constrangido com a atuação do árbitro e falou que Skettino não deveria apitar mais jogos de futebol.
O presidente agora aguarda que Ednaldo Rodrigues tome uma posição a respeito da partida e sugere o presidente da Comissão de Arbitragem, Wilson Luiz Seneme, deixe o cargo em que ocupa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.