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O senador e candidato à reeleição, Angelo Coronel (Republicanos), faz uma projeção sobre a campanha de oposição nas eleições estaduais de outubro. Em entrevista ao Projeto Prisma nesta segunda-feira (25), o parlamentar afirmou que todos os integrantes da chapa majoritária de Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União) estão contribuindo para um resultado que pode chegar a mais de 1 milhão de “votos de frente”, ou seja, de vantagem, contra a chapa do atual governo petista.
“E eu digo assim a vocês que a eleição não será… Neto não vai levar essa eleição com uma frente pequena. Na minha ótica, essa eleição é para mais de 1 milhão de votos de frente. Fica aqui registrado nos anais do Projeto Prisma, para vocês, depois da eleição, dizerem: ‘Coronel não é adivinho, mas acertou’”, afirmou.
Mas, antes da projeção, o senador explicou o contexto da campanha e destacou que cada um dos quatro principais envolvidos — os candidatos à governadoria, à vice-governadoria e ao Senado — trouxe consigo grupos fortes e engajados.
“Todos que estão na chapa estão dando a sua contribuição. Uns de menor monta, outros de maior, depende da visão de quem está analisando. Não existe uma chapa onde [ACM] Neto seja uno, seja 100% responsável por uma futura vitória. Cocá [Zé Cocá, candidato a vice-governador pelo PP] agregou, nossa vinda agregou, a vinda de João Roma agregou, assim como a vinda de vários ex-prefeitos e vereadores”, destaca.
Segundo Coronel, as principais lideranças alcançadas pelo grupo são aquelas de maior proximidade com as comunidades: os vereadores e as lideranças locais. “Para vocês terem uma ideia, os vereadores poderão vir a ser os responsáveis pela vitória de ACM Neto este ano. Os vereadores estão, em sua grande maioria, empenhados, e grande parte deles hoje atua com independência, o que é importante.”
O senador diz ainda que, “tendo esse exército da política brasileira, que são os vereadores, juntamente com ex-prefeitos, vice-prefeitos e prefeitos, é difícil perder a eleição”.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, confirmou a descompatibilização de, ao menos, dois secretários municipais para a disputa eleitoral de 2026. Em entrevista coletiva nesta terça-feira (6), o gestor municipal garantiu que dois nomes já estão totalmente confirmados, sendo eles o secretário de governo, Cacá Leão e Igor Dominguez, chefe de gabinete do prefeito.
“Tem datas definidas, mas nós temos aí pelo menos dois ou mais secretários, que serão candidatos. Cacá Leão [secretário de Governo] é candidato a deputado federal, Igor Dominguez [secretário do Gabinete] é candidato a deputado estadual”, disse Bruno Reis. Além dos cargos públicos, ambos os nomes também possuem forte influência na política partidária: Cacá ocupa o cargo de presidente do Partido Progressista em Salvador e Dominguez é ex-presidente do partido Democracia Cristã na Bahia.
Sobre os demais nomes, o prefeito garante que o grupo mantém as possibilidades em aberto. “Luiz Carlos [titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas] pode ser ou não candidato a deputado federal e pode ser que, daqui para lá, o desejo da política bata no coração de mais alguém, que tenha vontade de ser [candidato], terá nosso apoio e ajuda, naturalmente, e compreensão”, afirma o prefeito.
Ele explica que a janela até o prazo limite da descompatibilização permite que sejam avaliados “os melhores” candidatos para a disputa do grupo de ACM Neto. “Até para ver quais são os melhores nomes disponíveis para, junto com ACM Neto, disputar a eleição. O que eu tenho dito a todos do grupo é que precisamos ir para a disputa com os melhores que tenham disponibilidade para o enfrentamento r peço que todos tenham essa compreensão. Afinal de contas, nós vamos enfrentar uma máquina estadual, uma máquina federal e temos que ir para esta disputa com os melhores que possam entrar em campo”, completa.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.