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O pré-candidato a governador ACM Neto afirmou neste domingo (15) que ainda não escolheu o nome para compor sua chapa como vice-governador. Em entrevista ao Bahia Notícias, o ex-prefeito garantiu que deve escolher alguém com grande representatividade política no interior do estado.
“Vários nomes foram especulados, como Sheila de Conquista, Zito de Barreiras, Susana e Isaac de Juazeiro… Muitos nomes são especulados, mas sem nenhum fundamento até então. Não houve da minha parte nenhuma decisão sobre quem será essa pessoa”, disse Neto.
No entanto, o presidente da fundação Índigo destacou que o nome virá do interior, mas deve ser decidido em março.
“Há definição sobre o perfil. Alguém ou do interior, ou com grande representatividade política no interior, com capacidade de articulação e que chegue com o respaldo dos partidos e das lideranças políticas. Esse é o perfil. Agora, o nome, exatamente, nós vamos tratar ao longo do mês de março”, completou.
Antes dessa resolução, o pré-candidato apontou como prioridade a escolha do partido de Angelo Coronel, que anunciou sua saída do grupo político de Jerônimo Rodrigues (PT) e será candidato ao Senado no grupo de ACM. Apesar de especulações de uma migração para o União Brasil, a sigla do senador ainda não foi definida.
"A gente agora está construindo para Coronel até o fim do mês fechar com um partido político, que pode ser ou não União Brasil, a gente não exige isso. Pode até ser que um outro partido do grupo acomode melhor, e aí o passo seguinte vai ser definir a vice", disse Neto.
O deputado federal Antônio Brito (PSD) acompanhou nesta sexta-feira (13) a saída do Olodum, no circuito Batatinha (Pelourinho). Na ocasião, ele falou sobre as pretensões do partido para as eleições de outubro.
“Lamentamos muito a saída. Mas o presidente se reestruturou sobre a liderança de Otto, deveremos fazer de sete a oito deputados federais, mais de doze deputados estaduais. Tenho conversado com diversos prefeitos, todos têm se reunido e a gente se estruturou no partido, lamentamos, mas a vida seguiu e nós estamos arrumando o partido” , afirmou o parlamentar.
O deputado, acompanhado de seu pai, também comentou a suposta migração dos deputados federais Cláudio Cajado e Mário Negromomnte Jr. do PP para seu partido. Segundo ele, a possibilidade ainda está sendo discutida.
Eles estão discutindo a possibilidade de entrada, mas não há ainda nenhum tipo de filiação nem conversa específica. Até porque depois do Carnaval iremos conversar com a bancada federal do partido, que define tudo isso", afirmou.
O deputado prevê ainda novas negociações. "Temos várias outras conversas acontecendo e que vão ser boas surpresas para depois do Carnaval, o partido tender´q a manter seus deputados federais e ampliar a bancada estadual", concluiu.
Caso não seja candidato à reeleição como vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Geraldo Alckmin pode ficar de fora das eleições deste ano.
A informação, divulgada pela coluna de Valdo Cruz, do G1, teria sido de amigos de Alckmin, incomodados com as articulações de dentro do PT para “rifar” o atual vice-presidente da República da chapa presidencial.
Alckmin não tem feito comentários a respeito de qual será seu destino neste ano eleitoral, mas teria preferência por ser novamente candidato a vice de Lula e não tem vontade de disputar a eleição em São Paulo.
Nas articulações internas, o PT gostaria de ter Alckmin disputando ou o governo ou o Senado por São Paulo. O presidente nacional do PSB, prefeito de Recife, João Campos, esteve ontem com o presidente Lula e reafirmou o desejo de manter Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula.
O presidente do PT, Edinho Silva, mais cedo havia dito que a vaga será de Alckmin se assim ele desejar.
O vereador Duda Sanches (União) comentou nesta terça-feira (10) o rompimento com o empresário Ditinho Lemos, anunciado na imprensa na última semana. Ele também negou pretensões de candidatura de seu irmão, Leonardo Sanches, a vereador.
Com relação às últimas declarações, o parlamentar relatou em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 (100.1 FM), que pretendia revelar a todos o imbróglio entre ele e Ditinho Lemos, pré-candidato a deputado federal.
“Eu precisava de uma vez só que todos tomassem conhecimento do que estava acontecendo, e por isso eu tomei essas medidas. O grupo político em Santo Antônio de Jesus que apoiava meu pai, de certa forma foi coagido a apoiar esse empresário”, contou.
Para Sanches, o rompimento aconteceu por uma atitude do empresário, descrita por ele como um “golpe”. Durante a entrevista, ele repetiu as acusações.
“Domingo, nós sepultamos meu pai. E na segunda-feira, esse dito melhor amigo dele, procurou todas as nossas lideranças políticas para se colocar como candidato à deputado federal, sonho que era de meu pai, com o corpo ainda quente dentro do caixão”, acusou Duda.
Durante a entrevista, ele ainda negou pretensões de que seu irmão, Leonardo Sanches, saísse candidato a vereador.
O segundo turno das eleições presidenciais em Portugal sofreu adiamentos pontuais neste domingo (8) em áreas atingidas por inundações provocadas por tempestades recentes, que trouxeram chuvas intensas e ventos fortes ao país. Entre os locais afetados está a cidade de Cartaxo.
Três câmaras municipais situadas nas regiões sul e centro decidiram adiar a votação por uma semana. A medida impacta aproximadamente 37 mil eleitores registados, o equivalente a cerca de 0,3% do total do eleitorado português.
Apesar dos adiamentos localizados, os eleitores de todo o país participam neste domingo da escolha do novo presidente da República. Disputam o cargo o candidato de esquerda António José Seguro e o candidato de extrema-direita André Ventura, sendo que as sondagens indicam vantagem para Seguro.
A divulgação dos resultados oficiais parciais segue mantida para a noite deste domingo a partir das 20h no horário local (17h em Brasília).
O senador Angelo Coronel (PSD) comentou a possibilidade da formação de uma chapa majoritária “puro-sangue” do PT, com o ministro da Casa Civil Rui Costa, o senador Jaques Wagner, ambos candidato ao Senado, e o atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, como candidato à reeleição. A declaração foi dada em entrevista à Antena 1 nesta sexta-feira (30).
Para o socialdemocrata, seu partido, que sempre esteve na base do governo, deveria ter mais espaços nas eleições de outubro. “É um absurdo, no meu pensamento, o PSD abrir mão desse espaço, já que se prega tanto essa unidade entre os partidos que compõem a base. Eu vejo que é uma gula muito grande por parte do PT”, declarou.
O senador criticou a escolha de uma chapa formada por um único partido. As especulações vieram após declarações de Jaques Wagner que sugeriam uma formação 100% petista.
“Talvez seja a chapa dos sonhos para o Partidos dos Trabalhadores, porque pra mim mesmo, não vejo nada de chapa de sonho aí. Até então não vi nenhuma palavra por parte do governador Jerônimo”, declarou Coronel.
Ele ainda chamou atenção para o silêncio do governador sobre a questão. “Talvez o governador deve estar imaginando: essa chapa dos sonhos pode terminar virando uma chapa pesadelo”, completou.
Agora, seu filho, o deputado federal Diego Coronel (PSD) é o responsável pelas articulações sobre o futuro dos dois para a corrida eleitoral. Segundo ele, a permanência na corrida ao lado do PT ainda está em negociação.
De acordo com a pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas que analisa o grau de conhecimento sobre os candidatos, Lula e Flávio Bolsonaro apresentam os maiores índices de fidelidade de voto, mas também as maiores rejeições para as eleições de outubro.
Lula é a figura mais conhecida entre os entrevistados, com 82,1% afirmando que o conhecem bem, enquanto apenas 1,9% declaram não conhecê-lo. Em termos de potencial eleitoral, 31,5% dos eleitores que o conhecem afirmam que votariam nele com certeza, já a rejeição é de 45,3%.
Com relação a Flávio Bolsonaro, a pesquisa ainda indica que 34,9% da população conhece bem o senador, enquanto a maioria, 52,7%, afirmou apenas ouvir falar, e 12,4% não possuem conhecimento sobre ele. Seu potencial eleitoral entre os que o conhecem revela que 26,3% votariam nele com certeza e o índice de rejeição chega a 44,7%.
O levantamento comparativo mostra que o Lula é o candidato mais conhecido pela população, enquanto Ratinho Junior possui o menor índice de conhecimento entre os citados.
Uma nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada na manhã desta quinta-feira (29), revela que o Lula mantém a liderança nas intenções de voto para as eleições presidenciais de 2026. No entanto, o cenário se complica para o atual presidente no segundo turno, chegando a registrar empate técnico contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Na consulta espontânea, onde os nomes não são apresentados, Lula lidera com 25,5%, seguido por Jair Bolsonaro (12,1%) e Flávio Bolsonaro (6,3%). 44,2% dos eleitores afirmou que não sabe.
Nos cenários estimulados, a disputa se estreita. Lula registra 39,8% contra 33,1% de Flávio Bolsonaro. Os dados mostram uma trajetória de crescimento consistente de Flávio, que saltou de 19,2% em outubro de 2025 para o patamar atual. Outros candidatos como Ratinho Junior (6,5%), Ronaldo Caiado (3,7%) e Romeu Zema (2,8%) aparecem na sequência. Com Tarcísio de Freitas como oponente, Lula atinge 40,7% contra 27,5% do governador de São Paulo.

As projeções para um eventual segundo turno mostram que a vantagem do atual governo vem diminuindo. No embate entre Lula (44,8%) e Flávio Bolsonaro (42,2%), a diferença caiu para apenas 2,6 pontos percentuais. Contra Tarcísio de Freitas, o cenário é de empate técnico, com Lula somando 43,9% e Tarcísio 42,5%.
Entre quem recebe o Bolsa Família, 63,3% afirmam que Lula merece a reeleição. Nesse segmento, o presidente atinge 55,8% das intenções de voto no primeiro turno. Por outro lado, o eleitorado religioso mostra-se mais dividido: entre aqueles que participaram de celebrações religiosas nos últimos 10 dias, Flávio Bolsonaro (37,0%) e Lula (36,0%) aparecem tecnicamente empatados.
Regionalmente, o Sul do país apresenta a maior resistência, com 58,1% dos eleitores afirmando que o presidente não merece ser reeleito, enquanto o Nordeste mantém-se como o maior reduto governista, com 57,1% de aprovação ao merecimento da reeleição.

METODOLOGIA
A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em 160 municípios de 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 25 e 28 de janeiro de 2026. O levantamento utiliza uma amostra representativa com grau de confiança de 95,0% e possui uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
O senador Otto Alencar (PSD) afirmou, em entrevista à Antena 1, que não apoiará a candidatura de Ronaldo Caiado caso o presidenciável migre para o PSD. A declaração acontece em meio à saída do governador de Goiás do União Brasil e chegada no PSD, confirmada nesta terça-feira (27).
Questionado por Maurício Leiro e Rebeca Menezes, no programa Bahia Notícias no Ar, o senador garantiu que seguirá com o apoio ao presidente Lula mesmo com a escolha de um nome de sua sigla para disputar à Presidência da República.
“No palanque do PSD Bahia não. Aqui na Bahia vamos apoiar com todas as letras Luiz Inácio Lula da Silva em sua reeleição e a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues. Isso já conversei com deputados federais, a maioria deles consentiram. O Kassab já sabe disso”, destacou Otto.
O senador ainda afirmou que, apesar de não ter problemas com o candidato, a decisão não foi planejada. “Não tenho nenhuma crítica a ele, mas aqui na Bahia não não vamos aceitar uma mudança de caminho de última hora”, disparou.
O senador Otto Alencar (PSD) comentou as articulações para as eleições para o Governo da Bahia e garantiu que o PSD ainda está na etapa das negociações sobre o espaço do partido na chapa majoritária. A declaração foi dada em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 (100.1 FM).
Após uma série de especulações acerca da participação de seu partido na chapa governista, o parlamentar negou qualquer definição para a disputa de outubro.
“Ainda está em discussão, não tem ainda uma decisão formalizada. A convenção é em julho, e nós vamos ter que aguardar. Até lá tem muito tempo”, alegou Otto.
Questionado sobre a foto do presidente Lula tirada com a ausência dele e de seus correligionários, o senador desmentiu os rumores de rompimento com o presidente. “Quanto à fotografia que se tira num evento com o presidente Lula, são elucubrações simplistas.”, afirmou.
O psdbista ainda criticou as declarações sobre uma possível chapa “puro-sangue” e atribuiu a responsabilidade ao senador petista e atual líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
“Lamentavelmente, e aí não fui eu, quem levantou essa possibilidade em janeiro foi Wagner, fazendo a chapa com o governador Jerônimo, o ministro da Casa Civil Rui e ele [Wagner], se passou 2025 todo discutindo isso e até agora não resolveu. Na minha óptica, eleição se discute no ano da eleição. Até porque a discussão precoce termina prejudicando as ações do governo. Não foi eu que levantei essa questão”, completou.
Durante a inauguração do viaduto José Linhares, na manhã desta segunda-feira (26), o prefeito Bruno Reis (União) comentou a foto tirada neste final de semana com os principais nomes do PT baiano.
Durante o encontro do MST na Bahia, Lula esteve ao lado do senador Jaques Wagner, o atual governador Jerônimo Rodrigues, e o atual ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa. A ausência de Otto Alencar e Angelo Coronel, senadores do PSD, chamou a atenção após rumores de rompimento entre as duas siglas no estado.
Para o gestor da capital baiana, a foto vai ao encontro do discurso de “unidade política” do grupo. “Uma foto onde praticamente só tem representantes petistas. Muito mais importante do que palavras é a imagem. E a imagem mostra um isolamento político”, declarou o prefeito.
O comentário vem em um momento de especulações sobre uma chapa governista “puro-sangue”. Os nomes de Jerônimo, Rui e Wagner são os principais cotados para assumir a disputa deste ano.
Na ocasião, o prefeito negou que a oposição estaria espalhando boatos sobre a substituição de Jerônimo por Rui Costa na chapa e alega que o nome do atual governador é avaliado como “meia boca” até por aliados.
“Por parte da oposição, apenas a recondução dos fatos que estão aí. Afinal de contas, o ex-governador chega em qualquer roda e não esconde de ninguém o desejo de ser governador do Estado da Bahia”, afirmou.
O grupo da oposição na disputa pelo governo do estado, liderado por ACM Neto (União), não descarta a presença do senador Ângelo Coronel (PSD) na chapa. Apesar da aliança histórica com o PT, o senador não estaria satisfeito com o espaço na chapa governista, mas ele ainda não definiu, de fato, sua posição nas eleições de outubro.
Durante a inauguração do viaduto José Linhares, nesta segunda-feira (26), o atual prefeito, Bruno Reis (União) comentou sobre a possibilidade de receber o senador no grupo. “Nós estamos abertos ao diálogo, temos toda disposição de conversar e tentar construir uma parceria. Temos já uma relação e parcerias pretéritas que nos permitem construir planos para o futuro”, afirmou
O candidato a governador, ACM Neto, também comentou a migração de Coronel para sua base. “Espaço aberto existe, eu nunca escondi nossa disposição em dialogar. Entretanto, eu não posso tratar isso no campo da especulação. Só tenho condições no momento que houver uma real sinalização de que o senador não vai caminhar no projeto de reeleição do governador Jerônimo Rodrigues”, ponderou.
O candidato ainda criticou a possibilidade de uma chapa “puro-sangue”. “Me parece um absurdo que só exista PT [...] O PSD está sendo excluído, mas eu não vou falar pelo PSD, quem fala é Otto.”, declarou Neto.
A definição da chapa, no entanto, deve ocorrer apenas em março.
O número cada vez maior de pessoas que ingressam na caminhada a pé iniciada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) na cidade de Paracatu (MG), na última segunda-feira (19), e que terminará neste domingo (25) com uma manifestação em Brasília, deve dar novo fôlego à coleta de assinaturas para a apresentação de uma PEC que reduz a idade mínima para disputar o cargo de presidente da República ou uma vaga ao Senado.
A proposta beneficia diretamente o deputado Nikolas Ferreira, já que, aos 29 anos, ele só teria idade para disputar a presidência da República ou o Senado nas eleições de 2034. Quem teve a ideia da PEC, e que desde o ano passado vem coletando assinaturas para viabilizar o projeto, é o deputado Eros Biondini (PL-MG), que na última quinta (22) se associou a Nikolas e ao grupo que faz a caminhada.
Biondini ainda não protocolou a sua proposta. A ideia do deputado é modificar o artigo 14, § 3º, VI, "a", da Constituição Federal de 1988, que estabelece como condição de elegibilidade a idade mínima de 35 anos para os cargos de presidente, vice-presidente e senador. O texto constitucional prevê que este requisito etário deve ser atendido na data da posse, salvo para o registro de candidatura, onde a idade mínima deve ser comprovada.
Caso a PEC seja aprovada, este parâmetro da idade mínima seria alterado para 30 anos, no caso dos candidatos a presidente da República e senador. Já para os governos estaduais, a proposta de Biondini seria de reduzir esse mínimo de 30 para 28 anos. Em relação a mandatos de deputados e prefeitos, a idade mínima cairia de 21 para 20 anos.
Eros Biondini é aliado de Nikolas Ferreira em Minas Gerais, e a proposta poderia atender às futuras ambições do deputado que foi o mais votado no estado em 2022. Nikolas nasceu em 30 de maio de 1996, e tem apenas 29 anos. Com essa idade, só poderia ser candidato ao Senado ou a presidente da República em 2034.
Com a amplitude de postagens e vídeos nas redes sociais sobre a caminhada iniciada por Nikolas, cresceu a quantidade de pessoas defendendo o nome do deputado mineiro como candidato a presidente do segmento de direita. O empecilho da idade, entretanto, só pode vir a ser modificado para o pleito de 2030, caso Câmara e Senado aprovem a proposta.
O deputado Eros Biondini disse ao Bahia Notícias, em fevereiro do ano passado, que a sua proposição tem seu colega de partido Nikolas Ferreira como inspiração.
‘Realmente não há como negar: Nikolas Ferreira seria o grande nome da direita. Não tenho dúvidas que elegeríamos ele, caso esta PEC seja aprovada e tenho certeza que será", afirmou o deputado, que, entretanto, ao longo do ano, não chegou a protocolar a proposta.
Uma PEC nesta mesma direção, da redução da idade mínima para quem deseja concorrer a presidente ou ao Senado, já havia sido apresentada na Câmara, mas por uma parlamentar de esquerda. Em 2007, a então deputada Manuela d`Ávila, na época no PCdoB, ingressou com uma proposta para diminuir de 35 para 30 anos a idade mínima requerida para que alguém possa se eleger senador, presidente e vice-presidente da República.
Na justificativa do projeto, Manuela d`Ávila, que ingressou no Psol e tenta neste ano viabilizar uma candidatura ao Senado pelo Rio Grande do Sul, disse não haver lógica na existência de uma diferença de cinco anos entre a idade mínima requerida para a eleição de senadores e de governadores ou deputados, por exemplo.
“É factível o argumento da experiência e maturidade. Entretanto, essa também é indispensável aos governadores e deputados”, argumentou na ocasião a deputada.
A proposta de Manuela d`Ávila tramitou por oito anos, e quase chegou a ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça, mas acabou sendo arquivada em 2015.
A Paraná Pesquisas divulgou, nesta sexta-feira (23), uma pesquisa sobre o cenário eleitoral do estado do Paraná. O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 22 de janeiro deste ano.
O instituto analisou a aprovação do governador Ratinho Junior, que já alcança 85,5% de aprovação popular. Do total de entrevistados, 36,5% avaliam a gestão como ótima e 38,3% como boa, enquanto apenas 11,5% desaprovam a administração.
Apesar de Ratinho Junior não poder disputar a reeleição direta, seu nome ainda aparece espontaneamente quando os eleitores são questionados sobre o próximo governador do Estado. Na pesquisa espontânea, 74,2% afirmaram não saber ou preferiram não opinar. Entre os nomes citados, Ratinho Junior aparece com 9,5%, seguido por Sergio Moro (4,5%) e Requião Filho (2,2%).
Nos cenários estimulados, quando uma lista de candidatos é apresentada, o ex-juiz e senador Sergio Moro (União) lidera a disputa. No primeiro cenário testado, Moro registra 41,6% das intenções de voto, à frente de Alvaro Dias (19,7%), Requião Filho (19,5%) e Guto Silva (5,7%). Em outro cenário, com a inclusão do ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, Moro mantém a liderança com 37,8%, enquanto Alvaro Dias e Greca empatam com 17,5%.
As simulações de segundo turno reforçam a vantagem de Sergio Moro. Ele venceria todos os adversários testados, com destaque para a disputa contra Alexandre Curi (56,0% a 28,2%) e contra Requião Filho (55,9% a 33,4%). Mesmo nos cenários mais equilibrados, como diante de Alvaro Dias e Rafael Greca, Moro aparece numericamente à frente.
Em relação à rejeição, Requião Filho lidera com 30,2%, seguido por Sergio Moro, que apresenta 20,2%.
No cenário para o Senado Federal, o grau de indefinição é ainda maior. Na pesquisa espontânea, 82,5% dos eleitores não souberam indicar um nome. Já no cenário estimulado, em que os entrevistados puderam citar até dois candidatos, Alvaro Dias lidera com 47,5%, seguido por Alexandre Curi (36,2%), Cristina Graeml (26,0%) e Filipe Barros (23,0%). Alvaro Dias também aparece como o mais rejeitado para o Senado, com 21,0%.
A pesquisa ouviu 1.300 eleitores em 54 municípios do Paraná, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas de forma presencial e individual.
O presidente Lula (PT) pediu a Sidônio Palmeira, atual ministro da Secretaria de Comunicação Social, que continue no cargo até o fim do mandato. Para assumir a campanha de 2026, Lula deve contratar outro baiano, o publicitário Raul Rabelo.
Aliado de Sidônio, Raul já atuou em campanhas na Bahia e deve manter o ministro atualizado sobre ações de camapanha.
A conversa entre Palmeira e Lula aconteceu na última semana. Ele e a equipe acreditam que as ações não devem parar durante o período eleitoral, o que inclui a pasta da Comunicação. Hoje, o ministro apresenta influencia inclusive na comunicação do PT, chefiada por Éden Valadares.
Reforçando o discurso de mudança da oposição, o vereador Kiki Bispo (União) comentou a disputa eleitoral de 2026 na Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (15). Na ocasião, ele também comentou as pretensões para o ano de trabalhos na Câmara Municipal de Salvador, sem confirmar se segue na liderança do governo na Casa.
O parlamentar relembrou a derrota do grupo de ACM Neto em 2022 e avaliou a intenção de voto do aliado. “Em 2022, ficaram os aprendizados e agora nós vamos para uma nova eleição. Tenho certeza que Neto começou a percorrer o estado, ouvindo o povo e percebendo um desgaste no governo do PT, e é natural a ascensão do nosso candidato”, afirmou.
Com relação aos trabalhos na Câmara, Bispo não confirmou a manutenção da liderança do governo na Casa, mas garantiu que, se for mantido, deve continuar dialogando com todos os vereadores.
“Se eu for reconduzido, vamos seguir a mesma máxima de dialogar com a oposição, com os independentes, com muito respeito. Tem sido assim com todos os projetos do prefeito na Câmara, não foram raras as vezes que eles foram emendados até por colegas da oposição”, comentou o vereador.
Para o ano, a expectativa é fazer um calendário que não seja prejudicado pelo ano eleitoral, “mínimo e exitoso”. Ele ainda citou a possibilidade de dar início a revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador, que se encontra atrasada.
Durante Lavagem do Bonfim, o prefeito Bruno Reis (União) comentou sobre a presença do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, no evento desta quinta-feira (15). O grupo de oposição à chapa governista, liderado por ACM Neto, ainda não definiu o candidato à presidência.
Questionado pelo Bahia Notícias, o gestor baiano endossou a candidatura de Caiado. “É do nosso partido, é o nosso candidato natural, o melhor governador do Brasil e tem todos os requisitos para ser presidente. Apostamos nele”, afirmou.
Apesar do endosso, o prefeito afirmou que o grupo busca unidade na escolha do nome. “Tem muito caminho para andar, muita conversa pela frente. Vamos estar juntos num projeto contra o PT, o nosso adversário é o PT”, garantiu Bruno Reis.
Quem também marcou presença no Bonfim foi o deputado federal e presidente do União Brasil na Bahia, Paulo Azi. O parlamentar comentou as articulações do partido para as eleições estaduais e para a corrida presidencial, sem bater o martelo sobre o candidato ao Palácio do Planalto.
Azi analisa com otimismo a disputa pelo governo da Bahia e descreve como momento de “renovação”. “A gente sente que o desejo do povo da Bahia é pela mudança e contra esse projeto hegemônico do PT. Tenho certeza que o povo da Bahia vai escolher alguém que representa a renovação e a luta para combater as desigualdades sociais, que se chama ACM Neto”, avaliou.
O deputado também comentou as movimentações do senador Angelo Coronel (PSD) e sua possível mudança de chapa. “O aprofundamento dessas conversas só vai ocorrer quando houver uma decisão oficial de que ele estará fora da chapa majoritária do PT como, aliás, todas as evidências demonstram”, disse o parlamentar.
Sobre a disputa presidencial, a chapa da oposição ainda não bateu um martelo sobre qual nome apoiar para se opor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tentará seu quarto mandato. Questionado sobre o nome de Ronaldo Caiado (União), governador de Goiás, Azi afirmou que ele tem “todas as condições de ser presidente”.
“Ele é o nosso pré-candidato, governador mais bem avaliado de todo o Brasil e reúne todas as condições de ser presidente. Mas é claro que vai sentar na mesa com os outros pré-candidatos para que nós possamos construir uma chapa competitiva no embate nacional, que também será contra o PT”, ponderou o líder do União.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), marcou presença na Lavagem do Bonfim nesta quinta-feira (15). Na ocasião, o gestor comentou o cenário das eleições para o governo da Bahia e endossou o apoio ao grupo político liderado por ACM Neto.
Para ele, após mais de 20 anos de gestão do PT, a população deve se comportar de maneira diferente na hora do voto. Reis ainda criticou o atual governador do estado ao analisar as diferenças entre essas eleições e a última disputa pelo governo, em 2022.
“A maior diferença é que hoje a população sabe quem é ele e responsabiliza ele pelos problemas da Bahia. Problemas que se acumularam ao longo de 20 anos”, avaliou o gestor.
Para o prefeito, a vitória de Jerônimo foi atribuída a falta de conhecimento da população baiana sobre sua carreira. “Jerônimo se escondeu atrás de um número e efetivamente a população não pôde responsabilizar o verdadeiro culpado pelos problemas da Bahia”, completou.
Um total de 42% dos moradores da capital baiana afirmou não lembrar em quem votou para o cargo de deputado estadual e senador, na última eleição geral, ocorrida em 2022. O número é semelhante ao registrado ao índice de 45%, que não se recordam do seu destino ao voto de deputado federal.
O dado foi extraído pelo Bahia Notícias na pesquisa "Viver nas Cidades: Qualidade de Vida”, do Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Sesc-SP, executado pela Ipsos-Ipec, divulgado em dezembro de 2025. Segundo o levantamento, somente 35% dos entrevistados indicaram lembrar em quem depositou seu voto para deputado estadual na disputa eleitoral.
Outros 23% revelaram não votar em 2022. Salvador ocupa a 3ª colocação entre as dez capitais pesquisadas no que diz respeito ao número de pessoas que não se lembram em quem votaram para deputado estadual nas eleições de 2022.
A cidade fica atrás apenas de Belém (46%) e Fortaleza (44%), que registram os maiores índices de esquecimento. As cidades com os eleitores que possuem a memória mais "fresca" sobre essa escolha são Goiânia (32% de esquecimento) e Porto Alegre (34%).
Neste quesito, Salvador ocupa a 9ª colocação no ranking das cidades onde os eleitores mais se lembram em quem votaram para deputado da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Esse índice coloca Salvador à frente apenas de Belém, que ocupa a última posição com 33% de lembrança.
O desempenho do município está abaixo da média geral das dez capitais, que é de 39%. Já no deputado federal, somente 34% da população se recorda em quem escolheu para ocupar uma vaga na Câmara e outros 22% não votaram ao posto.
A capital baiana divide a 1ª colocação com Belém no ranking das dez capitais pesquisadas com o maior índice de eleitores que não se lembram em quem votaram para parlamentar federal. O índice de esquecimento de Salvador é significativamente maior que a média geral das dez capitais consultadas, que ficou em 37%.
Apenas 34% dos soteropolitanos afirmaram se lembrar do nome escolhido para o cargo, o menor índice de recordação entre todas as cidades da lista. Os demais 22% declararam não ter votado naquela eleição. Para senador, somente 34% do público participante lembra de quem votou.
A cidade ocupa a 8ª colocação (empatada com Belém) entre as dez capitais pesquisadas no ranking de eleitores que se lembram em quem votaram para senador nas eleições de 2022. O percentual de lembrança é inferior à média geral das dez capitais consultadas, que ficou em 38%. A lista com os eleitores de memória mais persistente para o Senado são Porto Alegre (48%) e Goiânia (46%).
No extremo oposto, Recife apresenta o menor índice de recordação, com apenas 33%. Salvador ocupa a 3ª colocação entre as cidades com o maior índice de eleitores que não se lembram em quem votaram para o Senado nas eleições de 2022.
Foram efetuadas 3.500 entrevistas de forma online com internautas de 16 anos ou mais, de todas as classes sociais (ABCDE), residentes em Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Goiânia. A coleta dos dados aconteceu de 02 a 27 de dezembro de 2024 e foram divulgados em dezembro do ano passado.
Segundo o instituto, a amostra foi elaborada com base em dados do Censo 2010, PNADC 2022 e dados do Ipec Inteligência, com controle de cotas pelas variáveis sexo, idade, classe social e ocupação. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, e a margem de erro máxima estimada para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O governador Jerônimo Rodrigues confirmou, nesta terça-feira (6), que secretários do seu governo deixarão os cargos em janeiro de 2026 para disputar as eleições, tanto para o Congresso Nacional quanto para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A declaração foi feita durante a posse da Mesa Diretora do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) para o biênio 2026/2027.
“Vou fazer uma reforma. Vou chamar uma reunião para poder fazer um balanço. [As saídas acontecem] em janeiro”, afirmou o governador.
Entre os nomes já sinalizados para a disputa estão o secretário da Casa Civil, Afonso Florence (PT), e o secretário de Infraestrutura, Sérgio Brito (PSD), que pretendem concorrer à reeleição para a Câmara dos Deputados. Para a Assembleia Legislativa, aparecem os deputados licenciados Osni Cardoso, atual secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), e Neusa Cadore, que comanda a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).
Também devem disputar uma vaga na AL-BA as secretárias Fábya Reis, da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), e Rowenna Brito, da Educação, ambas sem mandato parlamentar.
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Na mesma ocasião, Jerônimo também rebateu críticas recebidas após se posicionar sobre a operação dos Estados Unidos que resultou no sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em Caracas. Segundo o governador, é dever de um gestor público se manifestar diante do que classificou como um erro grave de condução internacional.
“Qualquer gestor, qualquer ser humano, não concorda quando as coisas são feitas de forma equivocada. Tem gente querendo colar em Lula, em mim, no nosso time, a defesa do Maduro. Nós não defendemos a posição de Maduro. O que repudiamos é a forma como um país invade o outro e sequestra um chefe de Estado. Isso fere a soberania nacional”, declarou.
Jerônimo também alertou para possíveis impactos da crise venezuelana no Brasil, citando riscos geopolíticos e estratégicos, especialmente na região Norte. “É uma situação que acontece na nossa fronteira. A Venezuela está ligada à Roraima, à Amazônia, às nossas terras raras. Não posso me furtar de comentar um equívoco dessa magnitude”, concluiu.
Representantes do Corinthians voltaram a discutir, na noite de sexta-feira (5), a possibilidade de incluir os sócios-torcedores no processo eleitoral do clube. A audiência, realizada no auditório de imprensa da Neo Química Arena, reuniu conselheiros, associados e torcedores, que apresentaram propostas distintas, mas convergiram na defesa do direito de voto para integrantes do programa Fiel Torcedor.
Os participantes debateram sugestões para a redação do artigo 21 da reforma estatutária. Atualmente, o estatuto impede o voto de sócios-torcedores. Embora tenha havido consenso sobre a inclusão desse grupo no processo eleitoral, os presentes divergiram em pontos como valor das mensalidades, tempo mínimo de permanência no programa e regras de elegibilidade, entre elas, a possibilidade de aplicar o direito a quem já é participante.
Algumas propostas incluíram critérios adicionais, como frequência mínima em jogos na Neo Química Arena. A medida foi criticada por parte do público, incluindo o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, que avaliou que a exigência restringiria o acesso dos torcedores. Também houve quem defendesse ampliar o escopo de votação para cargos do Conselho Deliberativo.
A reunião contou com cerca de 100 participantes, número superior ao da primeira audiência, realizada no Parque São Jorge. Diante da unanimidade pela ampliação do voto, Tuma recomendou à Comissão de Reforma Estatutária a retirada da proposta que mantinha o impedimento aos sócios-torcedores.
"Diante de tudo o que eu vi, que se elimine a proposta de não votar. Ninguém propôs que não vote. Temos que ter duas propostas, em qualquer uma delas o fiel torcedor possa votar. Ninguém veio falar contra, por que vai ter proposta que fala que o Fiel não vai votar?", questionou.
A votação da reforma estatutária, antes prevista para 24 de novembro, foi adiada para ampliar o debate. Um ciclo de audiências seguirá até o início de 2026. A nova data para apreciação do texto pelo Conselho Deliberativo está prevista para fevereiro do próximo ano.
O desembargador Mário Albiani Júnior foi eleito para a 2ª vice-presidência, no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), nesta quarta-feira (19). Na eleição que ocorre no plenário do TJ, Albiani foi eleito com 43 votos. Ele enfrentou e superou a desembargadora Carmen Lúcia Santos Pinheiro.
Durante votação nesta quarta, participaram 63 desembargadores. Na mesma eleição, o desembargador José Rotondano foi eleito novo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
A eleição é para o biênio 2026-2028. Além da presidência e da vice, os desembargadores votam para outros cargos na seguinte ordem: 2° vice-presidente; corregedor-geral da Justiça; corregedor do Foro Extrajudicial
O convidado do podcast BN na Bola da última terça-feira (28) foi José Guerra, pré-candidato à presidência do Vitória. Durante a conversa com Hugo Araújo e Carlos Matos, o servidor público enfatizou o posicionamento da Frente Vitória Popular em relação à Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
“Nós, da Frente Vitória Popular, evoluímos a nossa posição e somos completamente favoráveis à SAF no Vitória como única forma de profissionalizar o clube. Não acreditamos que a manutenção do sistema associativo, com essa diretoria, seja capaz de profissionalizar o clube ou implementar a SAF no Vitória”, enfatizou.
Depois de ressaltar um posicionamento claramente favorável à Sociedade Anônima do Futebol (SAF), José Guerra analisou os modelos de SAF’s no Brasil e afirmou que prefere um estilo de projeto semelhante ao do maior rival do Vitória, o Bahia.
“Temos um avanço muito grande nos modelos de SAF no Brasil. A primeira geração de SAF’s era de um padrão de SAF’s que entravam para salvar a operação do clube. O time estava praticamente falindo, não tinha mais como operar e o investidor chegava oferecendo qualquer coisa, oferecendo praticamente assumir as dívidas. No início foi a SAF do Botafogo, Vasco e Cruzeiro. Hoje vivemos um momento com SAF’s, em situações diferentes, que oferecem um projeto de futebol, um projeto de gestão diferente, como é a SAF do nosso rival (Bahia)”, analisou.
O pré-candidato, que representa a chapa da Frente Vitória Popular, destacou que, na visão dele, o Vitória precisa de um modelo de SAF que dê um salto maior, que além do alinhamento de cláusulas, resultados e investimentos, respeite a identidade do Esporte Clube Vitória.
“A SAF do rival tem cláusulas de quanto vai se investir em estrutura, na base e no clube, já é algo evoluído. Acredito que podemos dar um outro salto oferecendo uma SAF com essas cláusulas e que também ofereça o tangível e o intangível. Uma SAF que, além de se preocupar com os resultados e investimentos, se preocupa com a manutenção do patrimônio imaterial do Vitória: sua torcida, seus símbolos, a visibilidade nacional, e além de investir, a gente mantenha e potencialize isso como forma de ganhar dinheiro”, finalizou.
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O convidado do podcast BN na Bola da última terça-feira (28) foi José Guerra, pré-candidato à presidência do Vitória. Durante a conversa com Hugo Araújo e Carlos Matos, o servidor público deu ênfase nos planejamentos anuais da gestão de Fábio Mota, atual presidente do Rubro-Negro.
“Uma das grandes mentiras que se fala da atual gestão é que há uma boa gestão administrativa e só é ruim no futebol, sendo que o futebol é 80 a 90% do nosso orçamento. Como que uma gestão boa em tudo, menos no futebol, pode ser uma boa gestão? É o mesmo que falar que uma empresa de automóveis é a melhor do mundo, mas que não sabe fazer carros. O gestor não pode ser considerado bom se a sua atividade principal é onde ele mais erra. Não tem gestão”, refletiu.
Após traçar um paralelo entre a administração de uma empresa automotiva e a condução de um clube de futebol, Guerra apontou falhas da atual gestão, liderada por Fábio Mota.
“Neste mandato tiveram pessoas na direção da base sem ter experiência, depois virou diretor de arena e por fim virou diretor de operação. Houve uma pessoa sem condição de se tornar diretor de futebol e que assumiu esse cargo. Respeito a trajetória dele e da família, prefiro não citar o nome, mas não tinha condições de ser diretor de futebol de um time de Série A”, analisou.
Por fim, o pré-candidato, que representa a chapa da Frente Vitória Popular, respondeu como pretende estruturar o clube para evitar mudanças de planejamentos anuais que prejudiquem o futuro da instituição.
“A forma correta de trabalhar é com um planejamento com diretrizes. Queremos um Esporte Clube Vitória de primeira divisão, que forme jogadores e que esteja disputando copas. Por exemplo, a gente contrata um profissional de futebol que seja qualificado, faz o planejamento com ele e blinda o profissional. Presidente não se envolve no dia a dia do futebol, porque o futebol é tocado por profissionais de futebol. A função do gestor é estabelecer diretrizes e orçamentos, e a partir disso, o profissional trabalhar”, finalizou.
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Uma das grandes novidades da programação da Globo para 2026 envolve o debate presidencial com os candidatos à presidência da República e o horário que o conteúdo irá ao ar.
A emissora anunciou na última segunda-feira (13), durante o evento Upfront Globo 2026 que o programa será exibido pela emissora no horário da novela das 21h, logo após o Jornal Nacional.
De acordo com o jornal 'Folha de S.Paulo', a decisão para a mudança foi o horário de término do debate, que em 2024, chegou a terminar às 2h.
Nas redes sociais, a decisão foi celebrada e se tornou meme na web. "O pedido do Lula em 2022 foi atendido. O pobre que precisa acordar cedo no outro dia não pode ficar até a madrugada acompanhando um debate", escreveu um internauta.
"Deveria ser transmitido em horário nobre mesmo... talvez até mais cedo do que o horário da novela!!!", analisou outro.
"Até porque o debate por si só é uma novela dramática de excelente qualidade. Tem emoção maior que padre de festa junina, cadeirada, "a você quer me calar?", comida de rabo, teatro, e muito mais?", ironizou um terceiro.
Esta é a primeira vez que a atração é exibida em um horário antes das 21h30. Nas últimas quatro eleições, a programação foi ao ar às 22h30, e em 2022, o debate teve início às 21h30.
O vereador Cláudio Tinoco (União) negou a possibilidade de disputar uma vaga como deputado estadual ou federal no próximo ano. Em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, ele afirmou que seu objetivo para 2026 é contribuir para a eleição de um nome ao governo da Bahia, argumentando que o Partido dos Trabalhadores (PT) já ocupa o Executivo estadual "há quase um quarto de século".
"Eu fui candidato nos últimos quatro anos três vezes. A vereador em 2020, a deputado estadual em 2022 e novamente a vereador em 2024. Então, a minha decisão pessoal é de não ser candidato em 2026. Acho que mais importante do que eu ter um mandato de deputado estadual, federal ou senador é devolver ao nosso grupo o comando da Bahia, não por outro motivo que não seja a importância da alternância de poder", afirmou o vereador.
O parlamentar também sinalizou, em entrevista ao BN, que o principal nome que pretende apoiar é o do ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, que ainda não oficializou sua pré-candidatura ao governo da Bahia.
"Espero que em breve ACM Neto possa admitir a sua candidatura ao governo do Estado. Estarei ao lado dele para exercer qualquer função necessária, das mais simples às mais estratégicas, de qualquer forma que eu possa ajudar", ressaltou.
Além disso, o vereador declarou que avalia solicitar uma licença na Câmara Municipal de Salvador para participar de forma mais ativa do processo eleitoral do candidato indicado pela oposição.
"Não descarto me licenciar no período eleitoral para poder ajudar de forma mais direta na campanha, então sair da Câmara por três meses e me dedicar integralmente à disputa", disse.
Apesar desse posicionamento, Tinoco destacou que, além da oposição ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições de 2026, também pretende trabalhar para ajudar na eleição de aliados, citando os deputados Léo Prates (PDT) e Sandro Regis (União).
"É claro que estarei também ao lado de deputados federais e estaduais, contribuindo com a minha base em Salvador e com a minha capacidade de trabalho para ajudar alguns amigos e correligionários a se elegerem. Tenho um compromisso com o deputado federal Léo Prates, sobretudo pelo bom trabalho que ele vem fazendo nesse primeiro mandato, e considero importante a sua reeleição. Também destaco o deputado estadual Sandro Regis", declarou.
A eleição para a mesa-diretora da Câmara de Vereadores de Rafael Jambeiro, no Piemonte do Paraguaçu, foi marcada para a próxima terça-feira (22). A data foi divulgada após a publicação da retificação ao Edital de Convocação, para a disputa eleitoral da mesa executiva do Legislativo. O edital publicado neste sábado trata da convocação do novo processo do biênio 2025-2026.
A votação vai ocorrer na primeira sessão ordinária desta terça, às 9h, na sede do Legislativo local. O Bahia Notícias obteve acesso ao documento, de número 004/2025 assinado pelo o vereador Fernando Coni Silva. O edital retificado deve ser publicado no Diário Oficial do Município (DOM), afixado nos murais da Câmara e divulgado por outros meios regulares.
A retificação chega após uma medida do Judiciário determinar uma nova eleição para a mesa-diretora da Câmara de Vereadores de Rafael Jambeiro, na última sexta-feira (17). A decisão foi tomada pelo juiz Leonardo Brito Pirajá de Oliveira, da Comarca de Castro Alves, na mesma região, e atende um recurso de vereadores, entre eles Magna Lúcia (União).
De acordo com o magistrado, o edital antes publicado por Fernando Coni tinha falhas, como a omissão de data, horário e regras para inscrição de chapas, itens que precisam ser retificados.
Em junho passado, o juiz já havia ordenado nova eleição com prazo de 15 dias para a mesma ocorrer. No dia 1° de janeiro deste ano, em um caso sui generis Ana Lúcia se tornou presidente da Casa, assim como Fernando Coni, (o último segue no posto).
Os dois participaram de sessões distintas e cada um se “elegeu” presidente da Câmara, o que criou um imbróglio jurídico, colocando a disputa na Justiça.
Ainda nesta última decisão, o juiz Leonardo Pirajá determinou que a eleição ocorra na primeira sessão ordinária seguinte à publicação do edital, respeitando um intervalo mínimo de 48 horas entre a divulgação do documento e a votação. Em caso de descumprimento, Fernando Coni deve arcar com multa diária de R$ 50 mil.
O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, falou sobre o processo democrático das eleições no PT, por meio do Processo de Eleição Direta (PED), e destacou a oportunidade de os filiados votarem diretamente nos seus candidatos. O petista realizou seu voto no Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFBA na manhã deste domingo (6).
"Hoje é chance, a oportunidade de a militância expressar sua opinião, seja votando nas chapas, nas teses, nos programas, seja votando nos candidatos e candidatas", disse Éden, ao ressaltar que espera um PT ainda mais forte após o PED tanto nas cidades e municípios no estado da Bahia, como nacionalmente.
Sobre a expectativa para a votação, o presidente disse que é a "melhor possível".
"Acabei de votar aqui no Diretório Central dos Estudantes, da UFBA, aqui em Salvador. Muito bom estar aqui onde comecei na militância no movimento estudantil. E estar aqui enquanto presidente do PT, conduzindo mais um PED, motivo de muito orgulho. Nós estamos organizados em mais de 380 cidades para o PED. Então, a nossa expectativa é que tudo ocorra bem, em clima de civilidade, de cidadania petista, de ampla participação. Esperamos que esse PED seja maior do que o que foi em 2019”, disse Éden.
Éden afirmou que é natural no PT variadas opiniões que levam, naturalmente, a um curso integrado entre os dirigentes. "São diversas teses, diversas opiniões. Quem é de fora estranha, fala em divergência no PT, no PT rachado, mas não é isso. O PT constrói a sua unidade a partir da diversidade".
Ainda no tradicional cortejo do Dois de Julho, em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou um gesto político que repercutiu no cenário local nesta quarta-feira (02), o presidente levantou uma placa em referência aos professores da rede municipal em greve com os dizeres: “Prefeito, nos devolva o plano e pague o piso”.
Em clima de pré-campanha para 2026, o presidente voltou a sinalizar apoio à oposição em Salvador, acirrando a disputa política no maior colégio eleitoral da Bahia.
O gesto foi visto como uma crítica direta à gestão do prefeito Bruno Reis (União Brasil). Lula demonstra apoio às reivindicações dos educadores, que há mais de dois meses pressionam a prefeitura pelo cumprimento do piso salarial nacional da categoria e pela devolução do antigo plano de carreira, alterado pela atual administração.
A tensão entre os professores e a prefeitura de Salvador é recente, após a invasão do plenário da Câmara Municipal de Salvador por um grupo de servidores da educação durante uma sessão. Na ocasião, houve agressões contra os vereadores da base governista, e o líder sindical Bruno Carianha foi detido e acusado de lesão corporal dolosa, incitação ao crime e dano qualificado ao patrimônio público.
O protesto resultou na suspensão dos trabalhos legislativos e se tornou mais um capítulo do impasse entre o Executivo municipal e os professores. O gesto também ganha peso por ocorrer justamente no Dois de Julho, a data cívica histórica baiana, que celebra a independência. Tradicionalmente a data serve de palanque político para lideranças locais e nacionais.
Em depoimento à Justiça nesta terça-feira (27), Djairlon Henrique Moura, ex-diretor de operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), afirmou que recebeu determinação do Ministério da Justiça para realizar blitz em ônibus com destino ao Nordeste durante as eleições de 2022. Segundo ele, o objetivo era verificar transporte irregular de eleitores e dinheiro, e não dificultar o voto, como alegam as acusações.
O depoimento ocorreu no julgamento da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que ouviu testemunhas de defesa do ex-ministro Anderson Torres. A ação penal investiga supostas tentativas golpistas por parte da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Um servidor da PRF relatou que Djairlon teria ordenado à inteligência do órgão que intensificasse as abordagens a ônibus e vans na época. A orientação da chefia, segundo o depoimento, era de que a PRF deveria "tomar um lado", por decisão do então diretor-geral.
Djairlon, no entanto, sustentou que a operação foi solicitada pela Secretaria de Operações Integradas em reunião no Ministério da Justiça.
O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, solicitou nesta sexta-feira (16) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão das eleições convocadas pelo interventor Fernando Sarney para o próximo dia 25 de maio.
Na petição, Rodrigues argumenta que a realização do pleito antes do julgamento sobre a legalidade da sua destituição, previsto para 28 de maio no STF, pode resultar em sanções internacionais à CBF e às seleções nacionais.
“A despeito do não reconhecimento pela FIFA e CONMEBOL como legítimos representantes da entidade aqueles nomeados judicialmente em substituição à diretoria eleita pela Assembleia Geral, o que potencialmente sujeita a CBF e suas seleções a severas sanções, inclusive a exclusão de competições esportivas de nível internacional”, declarou no documento.
O processo que será analisado pelo STF avalia a legitimidade do Ministério Público para firmar acordos com entidades esportivas, o que impacta diretamente na validade do termo que afastou Ednaldo Rodrigues do cargo.
Em janeiro de 2024, uma decisão liminar do ministro Gilmar Mendes determinou a volta de Rodrigues ao comando da entidade, alertando para o risco de punições da Fifa caso a CBF continuasse sob gestão não reconhecida.
Além de demonstrar o interesse na suspensão das eleições, Ednaldo Rodrigues reiterou ao Supremo, um pedido feito ainda na última quinta-feira (15), a solicitação de anulação da nomeação de Fernando Sarney como interventor. Segundo ele, o estatuto da CBF prevê que, em caso de vacância, o vice-presidente mais velho assuma a presidência, o que, nesse caso, indicaria Hélio Menezes para o cargo. A CBF e o STF ainda não se manifestaram sobre.
Candidata terá que pagar multa por impulsionar conteúdo negativo contra adversário nas redes sociais
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, na terça-feira (29), a multa aplicada à Márcia Eliza da Silva (PL), candidata à prefeitura de Taubaté (SP) em 2024, por propaganda eleitoral irregular. A decisão seguiu parecer do Ministério Público Eleitoral. A candidata foi condenada por impulsionar conteúdo negativo contra adversário, na última eleição municipal, o que é proibido pela legislação eleitoral.
Em 2024, Márcia contratou o impulsionamento em duas redes sociais de vídeo com críticas à família do candidato concorrente, atribuindo a ele o suposto atraso do município e o não cumprimento de promessas de campanha. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE/SP) manteve a condenação, mas a candidata recorreu.
No parecer enviado ao TSE, o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, defende que a condenação seja mantida, pois a decisão seguiu jurisprudência do TSE sobre o tema. Além disso, segundo ele, as mensagens disparadas pela candidata tinham evidente conteúdo negativo e prejudicial ao adversário, o que é proibido.
Por unanimidade, os ministros do TSE negaram o recurso apresentado por Márcia e mantiveram a condenação.
A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) realizará nesta terça-feira (15) a eleição para o cargo de 1ª vice-presidente da Casa. A convocação foi feita pela presidente da AL-BA, deputada Ivana Bastos (PSD), e ocorrerá após o encerramento da sessão ordinária do dia, conforme antecipado pelo Bahia Notícias.

Esta será a segunda tentativa de realizar o pleito, que visa eleger a substituta de Ivana Bastos na condução dos trabalhos legislativos. A primeira tentativa, marcada para o dia 26 de março, foi adiada após o deputado Júnior Muniz (PT) oficializar sua candidatura, surpreendendo até mesmo o líder do governo na Casa, o deputado Rosemberg Pinto (PT), que afirmou ter sido pego de “surpresa” pela movimentação..
Na ocasião, Muniz afirmou que a eleição foi adiada por receio de sua possível vitória. “Não sei por que derrubaram a sessão, mas que tinha quórum, tinha deputado para votar. Acho que ficaram com medo de alguma coisa”, declarou o parlamentar, que chegou a provocar ao dizer que teria mais votos que a concorrente Fátima Nunes (PT).
Desde então, o cenário político na AL-BA se reorganizou. Pressionado por lideranças partidárias, Muniz recuou da disputa, abrindo caminho para a construção de uma candidatura única. O Partido dos Trabalhadores consolidou consenso em torno do nome de Fátima Nunes, que deve ser eleita sem concorrência.
A nova data para o pleito só foi possível após a previsão de retorno de cerca de 15 deputados que estavam em compromissos no interior do estado na última semana, o que inviabilizou o quórum necessário para a votação na última terça-feira (8).
O município de Ruy Barbosa, cidade a 320km de Salvador, voltará as urnas neste domingo (6), em caráter especial com uma eleição suplementar, devido à inelegibilidade do candidato mais votado.
O cargo de prefeito da cidade é disputado por dois candidatos: o médico Dr. George (PSD) e a vereadora Eridan de Bonifácio (MDB), que é esposa do ex-prefeito Bonifácio (MDB), julgado inelegível pelo TRE.
Com 23.883 eleitores aptos para votação, os eleitores têm até às 17h para declararem o novo escolhido nas urnas. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), 89 urnas eletrônicas serão usadas na cidade para a eleição.
Para a eleição suplementar, o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), operado pelo Centro Integrado de Comunicações (CICOM/Itaberaba).
A célula reúne representantes das Forças da Segurança Pública do estado, além de servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) e da cidade local. O esquema de segurança conta com efetivo da Polícia Militar, com equipes do 11º BPM, CPR-Chapada, CIPT-Chapada e a CIPE Chapada.
A Polícia Civil atuará com agentes da Delegacia Territorial de Ruy Barbosa com o apoio da 12ª COORPIN/Itaberaba. O Departamento de Polícia Técnica e o Corpo de Bombeiros atuarão com equipes de plantão.
O prefeito de São José do Jacuípe, Aberlan Peris (PP) conhecido como Peris Cunha, e seu vice, Tonho de Nonó (PP), enfrentam uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por suposto abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2024. A acusação, movida pelos opositores Robson e Buinho, está em tramitação na Justiça Eleitoral, representada pelo advogado Dr. Daniel Novaes de Araújo.
A petição alega que o prefeito, candidato à reeleição, nomeou mais de 463 servidores comissionados ao longo de 2024, número superior ao total de servidores efetivos do município. A ação sustenta que essas nomeações foram feitas sem critérios técnicos e visando garantir apoio político.
"Nós pedimos ao magistrado que a prefeitura fosse obrigada a fornecer a listagem das pessoas nomeadas. São mais de quatrocentas nomeações precárias de servidores temporários e a gente pediu para a prefeitura provar que essas pessoas estavam realmente trabalhando, apresentando frequências, frequência do local de trabalho, contracheques. A maioria foi designada para a pasta da educação", relata o advogado.
A ação também aponta o suposto uso de uma empresa terceirizada para empregar eleitores em troca de votos e a distribuição clandestina de combustível, o que configuraria abuso econômico.
"Só de técnico de informática foram nomeadas em torno de umas 40 pessoas, para 'Auxiliar de TI'. E o município não tem essa quantidade de computadores. Ou seja, na rede municipal tem essa quantidade de computadores para se ter a noção da dimensão. Era uma coisa surreal. A coisa criou um cabide de emprego surreal", explica o advogado.
Caso as acusações sejam comprovadas, a Justiça Eleitoral pode cassar o mandato de Aberlan Peris e Tonho de Nonó, anular os votos da chapa e convocar novas eleições no município.
Com os votos dados pelos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia, já está em 3 x 0 no Supremo Tribunal Federal (STF) o placar a favor da condenação da deputada Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. O julgamento começou nesta sexta-feira (21) em plenário virtual, e será encerrado na próxima sexta (28).
Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes condenou a deputada a uma pena de cinco anos e três meses de prisão, além da perda de mabndato. O ministro argumentou que o caso revela um “elevado grau de reprovabilidade” e se agrava por ter sido cometido por uma parlamentar.
“O contexto fático em que a Deputada Federal persegue em via pública, com arma de fogo, indivíduo desarmado de corrente partidária adversa, na véspera das eleições, após troca de insultos recíprocos, reveste-se de elevado grau de reprovabilidade”, alegou o ministro.
Em agosto de 2023, o STF tornou ré a deputada de São Paulo por ter perseguido, de arma em punho, um homem negro, considerado apoiador do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O caso aconteceu em outubro na véspera do segundo turno das eleições de 2022, pelas ruas dos Jardins, bairro nobre de São Paulo.
Essa etapa do julgamento decide se Carla Zambelli será condenada ou absolvida. Em caso de condenação, os ministros propõem uma pena, que pode ser questionada em recurso pela parlamentar. Se for absolvida, o caso será arquivado. Os ministros também podem ainda pedir vista (mais tempo para análise) ou destaque (o que envia a análise para o plenário físico).
Gilmar Mendes reconhece, em seu voto, que o jornalista Luan Araújo iniciou a discussão e ofendeu a honra de Zambelli, mas ressaltou que “o comportamento da vítima não justifica qualquer valoração em favor da acusada”.
O ministro também destacou que, embora a deputada tenha direito ao porte de arma de fogo, isso não a autoriza a perseguir pessoas em via pública com a arma em punho, o que sustenta a tese de porte ilegal de arma.
“É importante que fique claro: o porte de arma de fogo para defesa pessoal não se presta a autorizar que a portadora persiga outras pessoas em via pública com sua arma de fogo, ainda que supostos criminosos, em situações nas quais sua integridade física ou a de terceiros não está em risco”, afirmou o relator em seu voto.
O ministro Alexandre Moraes concordou com o voto do relator Gilmar Mendes, e também reforçou que a cassação do mandato da deputada se dê depois do trânsito em julgado do caso, quando não couber mais recursos. O ministro determinou o pagamento de multa por 34 dias depois do trânsito em julgado.
Moraes reforçou o argumento do relator de que inexistem nos autos elementos suficientes para a fixação do valor adequado a um pedido de indenização por danos morais. O ministro Alexandre de Moraes disse ainda que, por ser deputada, Zambelli deveria estar acostumada a receber críticas.
"Como agente política, deveria a ré estar mais acostumada a eventuais críticas surgidas no curso do mandato, sem que isto fosse suficiente para abalar e alterar seu comportamento em face da sociedade", declarou o ministro.
A defesa de Carla Zambelli alegou que, durante os acontecimentos, a parlamentar visualizou um “volume atípico na cintura” de Luan Araújo e que, ao ouvir um estampido interpretado como disparo de arma de fogo teria presumido que ele estaria armado.
Os defensores da deputada argumentaram também que ela reagiu sob forte abalo emocional, após receber ameaças na véspera e diante do temor por sua segurança e a do filho, presente no local. Gilmar Mendes, entretanto, avaliou que as provas não corroboram essa versão.
Em nota, Carla Zambelli afirmou que tem confiança na Justiça. "Acredito que, com o esclarecimento completo dos fatos, minha inocência será comprovada", afirmou a deputada.
Neste domingo (16), o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ednaldo Rodrigues, publicou, no jornal "O Globo", o edital de convocação para as eleições do novo presidente da entidade máxima do futebol brasileiro. O pleito está agendado para o dia 24 de março, às 10h30, com segunda convocação prevista para às 11h30, na sede da entidade, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
A eleição acontecerá na véspera do duelo entre Argentina e Brasil, pela 14ª rodada das eliminatórias sul-americanas. O jogo será realizado no Monumental de Nuñez, às 21h30. O estatuto da CBF prevê, no máximo, duas reeleições na presidência da entidade. Ednaldo completou mandato como interino, depois da destituição de Rogério Caboclo, e se elegeu em 2022 para mandato até março de 2026.
Na eleição para presidente da CBF, a Assembleia Geral Eleitoral deve ser convocada por três vezes em jornal de grande circulação, com antecedência mínima de oito dias, mas, em caso de urgência, esse prazo pode ser reduzido para cinco dias. Com a desistência de Ronaldo, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, deve ser o único concorrente de Ednaldo.
A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), comentou as especulações sobre sua possível candidatura ao Senado na chapa de oposição liderada por ACM Neto (União Brasil) nas eleições de 2026.
Em entrevista com o Blog do Sena, Sheila Lemos afirmou que as especulações demonstram a força política de Vitória da Conquista e o trabalho realizado em sua gestão. "A especulação envolvendo o meu nome para compor a chapa majoritária de 2026 é uma demonstração da força da nossa cidade e do trabalho que temos feito à frente da Prefeitura", declarou Sheila Lemos.
A prefeita destacou que o reconhecimento do grupo liderado por ACM Neto é motivo de orgulho, mas ressaltou seu compromisso com Vitória da Conquista. "Assumi o compromisso de governar Conquista por quatro anos, mas é claro que essa sinalização do nosso grupo, liderado por ACM Neto, me deixa orgulhosa e ainda mais consciente da minha responsabilidade como Prefeita de uma das maiores cidades administradas por uma mulher do meu partido", afirmou a prefeita.
Sheila Lemos também enfatizou a importância da região sudoeste da Bahia no processo eleitoral de 2026. "O fato é que Vitória da Conquista e a região sudoeste serão decisivas nas eleições de 2026 e não podem ficar fora da mesa de negociação para composição de um projeto que se queira exitoso", disse a prefeita.
Apesar das especulações, a prefeita se mantém cautelosa quanto a uma possível candidatura, e a oposição segue articulando sua chapa majoritária para as eleições de 2026.
Ficou para a próxima terça-feira (11) a instalação e eleição dos presidentes e vice-presidentes das 16 comissões permanentes do Senado. O novo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), havia dito no último sábado (1º) que iria promover as eleições nas comissões nesta semana, mas devido à falta de acordo entre os líderes para o comando de algumas delas, o senador preferiu deixar tudo para a semana que vem.
Um dos colegiados que já tem decisão confirmada entre os líderes é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que será presidida pelo senador baiano Otto Alencar (PSD-BA). O senador há muitos anos era o líder do PSD, e foi substituído no cargo por Omar Aziz (AM). O baiano Angelo Coronel passou a ser o vice-líder do PSD no Senado.
Em conversa com jornalistas, o senador Otto Alencar disse que uma das suas prioridades à frente da CCJ será pautar o debate e a votação do PLP 112/2021, de autoria da deputada federal Soraya Santos (PL-RJ), que promove diversas mudanças no Código Eleitoral brasileiro. O projeto, que já foi aprovado pela Câmara, é relatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), que no final do ano passado apresentou um novo parecer com diversas mudanças no texto.
Além das mudanças previstas no projeto, o senador Otto Alencar quer colocar em votação, dentro da discussão sobre mudanças na lei eleitoral, projetos de emenda constitucional que promovam a coincidência das eleições, para unificar as votações em todos os cargos em um mesmo ano. A ideia é a de estabelecer mudanças nos mandatos de prefeitos e vereadores para que, no ano de 2030 ou mais à frente, haja uma única eleição geral. Nessa eleição seriam escolhidos o presidente da República, os governadores, os senadores, os deputados federais e estaduais, os prefeitos e os vereadores, e não haveria mais no Brasil eleições de dois em dois anos.
O senador Otto Alencar é um entusiasta dessa mudança na lei eleitoral. O senador baiano disse considerar que um dos efeitos maléficos da realização de eleições de dois em dois anos é o fato de os governantes terem de atuar sempre preocupados e em torno do pleito seguinte. Otto também cita como problema o custo dessas eleições, principalmente por conta do uso do Fundo Eleitoral, que abastece com dinheiro público as campanhas para os cargos eletivos.
“Se o Congresso não acabar com a eleição de 2 em 2 anos, a eleição acaba com o Congresso”, disse Otto Alencar à imprensa.
A dificuldade para a aprovação dessas propostas, segundo explicou o senador baiano, é obter acordo para promover essa mudança, principalmente na definição de qual cargo teria o mandato estendido ou reduzido. Pelas propostas que já foram discutidas e debatidas pelo senador Marcelo Castro com outros parlamentares, os prefeitos que foram eleitos em 2024 ficariam no mandato por quatro anos, até 2028, e teriam direito a uma reeleição, já com um mandato de cinco anos.
No caso de governadores e presidente da República, eleitos em 2026, também ficariam no mandato por quatro anos, até 2030, e teriam direito a disputar uma reeleição, com mandato de cinco anos, com o intervalo entre os dois pleitos de três anos, em vez de dois, como atualmente.
Desta forma, as eleições no Brasil ficariam assim: em 2030, eleições gerais para governador, presidente, senador, deputado federal e estadual; em 2033, eleições municipais, para prefeitos e vereadores; 2035, eleições gerais.
Há uma outra proposta que foi discutida no ano passado, que prevê um mandato tampão de dois anos para o cargo de prefeito. A ideia é a de que os prefeitos eleitos em 2024 exerceriam os quatro anos de mandato e, em caso de reeleição, um mandato tampão de 2028 a 2030.
No caso dos governadores e presidente da República, como a eleição está marcada para 2026, o mandato ficaria, como determina a legislação atual, em quatro anos, ainda com a possibilidade de reeleição, e a disputa para todos os cargos ocorreria a partir de 2030, já com o mandato de cinco anos.
Assim, já em 2030 haveria a coincidência das eleições no Brasil. Elas se dariam todas num ano só, e passariam a ocorrer em 2030, em 2035, 2040 e assim em diante.
Uma terceira ideia em discussão é a de manter a coincidência das eleições, mas descartando o mandato tampão. Nesse caso, a coincidência das eleições passaria a ocorrer a partir de 2034.
Assim, os governadores e presidente eleitos em 2026 teriam um mandato de quatro anos, podendo concorrer, em 2030, para uma reeleição pelo mesmo período. Em relação aos prefeitos, no pleito de 2028 eles seriam eleitos para um mandato de seis anos.
Com essa regra, a eleição geral ocorreria 2034, depois em 2039, 2044, 2099; todas seguindo o mandato de cinco anos. Em todas as propostas, os mandatos de vereadores, deputados estaduais e federais seriam de cinco anos e os senadores teriam mandato de dez anos.
Em conversa com o Bahia Notícias, o senador Marcelo Castro disse que vai fazer uma última tentativa, neste ano, de tentar aprovar essas mudanças na legislação eleitoral. Castro disse que tenta há mais de 20 anos convencer o Congresso a realizar a coincidência de eleições, e que já estaria cansado de “bater na trave”.
“É agora ou nunca. Se não conseguirmos aprovar agora, não conseguimos nunca mais”, brincou o senador ao falar com o BN.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) aprovou o nome do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) para a vice-presidência da Assembleia legislativa da Bahia (AL-BA), em depoimento dado em coletiva de imprensa nesta terça-feira (21). As eleições na AL-BA acontecem no dia 3 de fevereiro.
“Se disserem que o nome é do meu líder, então a escolha é minha. Se Rosemberg for o vice-presidente e aprovado pelo conjunto dos deputados, é um bom nome. Ele é um parlamentar que sabe se movimentar como agora o PT tem Zé Raimundo”, disse o governador, durante evento de inauguração da sede da Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa no bairro Engenho Velho de Brotas, em Salvador.
Jerônimo minimizou o seu papel nas eleições da AL-BA. “Quanto a indicação do vice tem o princípio da proporcionalidade, que deixa a escolha entre o PT e o PSD, mas quem fala sobre nomes e a forma é a nossa legenda. Já eu me coloco em um lugar mais amplo, que é a unidade do projeto”, destacou.
Questionado sobre como irá intervir na eleição para presidente da AL-BA, ele despistou. “Eu não decido eleição na Assembleia. Tenho até desejos, mas não posso me manifestar sobre uma pauta que é da Casa. E coloco isso como princípio, porque não quero que a AL-BA se fragilize e uma divisão interna acaba fragilizando”.
“Tenho tido um bom relacionamento com a Assembleia, mas votação é outra coisa. O presidente Adolfo [Menezes] (PSD) tem cumprido sua palavra, a bancada igualmente. Já eu tenho feito a minha parte no sentido de pagamento das emendas”, acrescentou o governador.
Neste ano de 2025, o governo precisa "colher" tudo aquilo que plantou, em relação a programas e ações realizadas pelos ministérios, e não é hora de "inventar mais nada", mas sim atuar para mostrar aos brasileiros que as promessas feitas durante a campanha eleitoral estão sendo cumpridas, apesar de muitas "entregas" não terem sido ainda feitas à população por essa administração. Em resumo, esse foi o recado passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a todos os membros do governo, reunidos nesta segunda-feira (20) para o primeiro encontro ministerial de 2025.
A reunião ministerial está sendo realizada na Granja do Torto, em Brasília, e todos os ministros estão participando, mesmo os que estavam em férias. O presidente Lula inclusive disse, na abertura do encontro, que esperou passar as festas de fim de ano para poder realizar a sua primeira reunião do ano.
Também na sua fala inicial, o presidente Lula disse que essa reunião seria especial e diferente das anteriores. Lula deixou claro que iria buscar definir o que o seu governo poderia realizar até o fim de 2026, sempre com a ideia de que é preciso iniciar o que chama de "colheita" sobre as ações que já foram implementadas.
"Nós passamos dois anos arrumando a casa, passamos dois anos trabalhando a terra, cultivando a terra, plantando as coisas, e agora já sabemos o que plantamos e temos que ter certeza que vamos colher tudo aquilo que plantamos. Posso dizer que a entrega que fizemos para o povo ainda não foi a entrega que nós nos comprometemos a fazer em 2022, porque muitas das coisas que plantamos ainda não brotaram, ainda não nasceram", afirmou o presidente.
Além dos ministros, também estão presentes nessa reunião os líderes do governo no Congresso Nacional, como os senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Jaques Wagner (PT-BA) e o deputado José Guimarães (PT-CE. O presidente Lula inclusive tem dito que pode vir a fazer mudanças nessas lideranças também, a partir de fevereiro, depois que o Congresso voltar do recesso, já sob nova direção na Câmara e no Senado.
O encontro ministerial dessa segunda deve durar o dia inteiro na Granja do Torto. Na agenda do presidente Lula, a reunião é o seu único compromisso. É comum que essas reuniões se estendam porque, além de Lula, cada ministro possui um tempo pra falar das realizações da sua pasta.
Em relação à atuação dos ministros, Lula, em sua fala, disse que depois da reunião na Granja do Torto, iria conversar com alguns deles individualmente. O presidente também determinou que a partir de agora, todas as portarias significativas de secretarias do governo passem pelo crivo da Casa Civil.
O recado vem depois da confusão envolvendo mudanças implementadas pela Receita Federal na fiscalização de movimentações financeiras, como as realizadas no Pix, que causaram polêmica e enorme desgaste para a imagem do governo. Foi preciso que a Instrução Normativa da Receita fosse cancelada para estancar a crise.
"Daqui para frente, nenhum ministro vai poder fazer portaria que depois crie confusão pra nós, sem que essa portaria passe pela presidência da república pela Casa Civil. Muitas vezes a gente pensa que não é nada, mas alguém faz uma portaria, faz um negócio qualquer, daqui a pouco arrebenta e vem cair na Presidência da República", reclamou o presidente.
Outro ponto tocado por Lula no encontro disse respeito às eleições de 2026. Lula afirmou que a eleição de 2026 já começou, e que os adversários do governo já estão atuando, principalmente nas redes sociais.
"2026 já começou. Se não por nós, porque temos que trabalhar, que capinar, temos que tirar todos os carrapichos que tiverem nas plantas que nós plantamos, mas pelos adversários a eleição do ano que vem já começou. É só ver o que vocês assistem na internet para vocês perceberem que eles já estão em campanha", disse.
Lula disse ainda que o governo não pode antecipar a eleição, só pode trabalhar e seguir tentando mostrar à população os seus feitos e realizações.
"Nós não podemos antecipar a campanha porque nós temos que trabalhar e uma antecipação da campanha para nós é trabalhar, trabalhar, e entregar para o povo aquilo que ele precisa", afirmou o presidente.
"Nem tudo que foi anunciado já deu fruto, nem tudo, mas é preciso que a gente saiba que 2025 é o ano da grande colheita, de tudo aquilo que a gente prometeu. E não podemos falhar, não temos o direito de falhar, e não podemos errar, e não temos o direito de errar. É importante que cada um reflita sobre isso", completou.
Diante da enorme repercussão negativa e das críticas crescentes da opinião pública, a equipe econômica do governo Lula decidiu nesta quarta-feira (15) suspender a instrução normativa da Receita Federal que aumentava a fiscalização sobre transferências acima de R$ 5.000 do Pix para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. O novo secretário de Comunicação da Presidência, o baiano Sidônio Palmeira, teve papel fundamental nessa decisão, ao mostrar a impressão de que as fake news sobre a norma estavam consolidadas na sociedade e tentar reverter essa visão seria insistir em uma batalha perdida.
Contribuiu decisivamente para o recuo do governo o avassalador alcance obtido por um vídeo gravado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) com críticas à medida da Receita Federal. Até o fechamento desta matéria, as 9h40, o vídeo já tinha ultrapassado 280 milhões de visualizações no Instagram.
No vídeo, replicado por muitos parlamentares e influenciadores de oposição e de direita, o deputado Nikolas destaca que a taxação do Pix não era verdade, mas alimenta a desconfiança de que o governo pode sim vir a querer impor algum tipo de taxa no futuro. Diante da amplitude da publicação, o governo avaliou que qualquer resposta ou tentativa de explicação sobre a medida não conseguiria superar o alcance obtido pelo deputado.
Na rede X, o termo "Nikolas Ferreira" está nesta quinta (16) no topo dos trending topics como o assunto mais comentado do dia. Já são quase um milhão de menções ao deputado, que conseguiu ser mais comentado que o próprio termo Pix, que foi muito mencionado desde o início da semana.
Em muitas postagens referentes na rede X, internautas festejam a iniciativa do deputado Nikolas, celebram o alcance obtido pelo vídeo e a eventual vitória sobre o governo, que se viu obrigado a cancelar a polêmica medida. Em diversas outras postagens, tuiteiros defendem que Nikolas Ferreira seja candidato a presidente da República, e inclusive circulam monstagens do deputado com a faixa presidencial.
Apesar de já ter até surgido a hashtag #nikolaspresidente, o deputado federal não pode se candidatar a esse cargo em 2026. De acordo com a Constituição, entre as condições de elegibilidade, está a idade mínima de 35 anos para presidente e vice-presidente da República. O deputado mineiro, que nasceu em 30 de maio de 1996, tem apenas 28 anos.
Pelo ano que nasceu, Nikolas Ferreira inclusive só poderia se candidatar a presidente nas eleições de 2034. Nikolas também não pode ser candidato ao Senado em 2026, já que para esse cargo também é preciso ter 35 anos no dia da posse no mandato. Entretanto, em 2026, Nikolas Ferreira já poderia, por exemplo, ser candidato a governador de Minas Gerais, já que, para esse cargo, a idade mínima é de 30 anos.
A Câmara Municipal de Piritiba viveu um momento histórico nesta segunda-feira (1º) com a eleição de Mariana Lima Almeida Santos (PP) como presidente para o biênio 2025/2026. Mariana venceu a disputa com sete votos contra quatro da chapa liderada pelo vereador Jair Cardoso (MDB), representante da oposição.
A eleição marca um feito inédito para o município: pela primeira vez, os Poderes Executivo e Legislativo serão comandados simultaneamente por mulheres. Mariana soma-se à prefeita Leandra Belitardo (Solidariedade), primeira mulher a ocupar o cargo no Executivo municipal, consolidando um novo capítulo de protagonismo feminino na política local.
Mariana, esposa do ex-presidente da Câmara, Pedro Igor, fez um discurso emocionado após a vitória, destacando a relevância histórica do momento.
“Ser mulher, Presidente da Câmara, ao lado da primeira mulher Prefeita de Piritiba, é mais do que uma satisfação, é um compromisso com a história e com todas as pessoas que acreditam na força da mulher na política,” afirmou.
A nova presidente reforçou que sua gestão será guiada pela austeridade, diálogo e dedicação ao progresso do município.
Além de Mariana, a Mesa Diretora será composta pelo vereador Marcos André como vice-presidente, Rafael Soares como primeiro secretário e Flávio Mendes como segundo secretário.
Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, programa do Bahia Notícias, a candidata reeleita para o executivo de Vitória da Conquista, a prefeita Sheila Lemos (União Brasil), acredita que os adversários tentavam atrapalhar sua o pleito eleitoral e conta que sua candidatura colocava medo nos adversários, certa que iria disputar.
“Eu não tinha dúvida nenhuma, quem tem dúvida são eles [os adversários]. A população iria entender dessa forma, que estavam tentando me tirar no tapetão, eles sabiam que essa disputa eles não iriam vencer. Estão com esse discurso porque estão com medo. Inelegível seriam eles, porque não teriam voto”, afirma a candidata.
Durante a disputa, Sheila Lemos (União Brasil) enfrentou questões legais na justiça eleitoral que colocaram em risco sua candidatura por mandados familiares. No entanto, em novembro deste ano, ela foi aceita para mais um mandato após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir a seu favor.
“Sempre confiei muito na justiça e no direito. Sou administradora, mas acho que pouco que a gente estuda da matéria e mostra na jurisprudência do caso, eu não tinha dúvida alguma que eu poderia me candidatar. Eu estava elegível, sem problema. Mas meus adversários começaram as narrativas, sempre falando que eu não poderia ser candidata. Aquilo não tinha lógica nenhuma, era uma tentativa de atrapalhar o processo eleitoral mesmo”, confirma Sheila Lemos.
A Prefeita é empresária, formada em administração e pós-graduada em gestão empresarial e marketing na área varejista. Saiu da iniciativa privada para trabalhar na gestão pública, sendo eleita como vice ainda nas eleições municipais de 2020 e assumindo a prefeitura ainda 2021 com a morte do ex-prefeito Herzem Gusmão.
“O vice tem essa perspectiva [de assumir]. No caso eu fui ser vice com a expectativa de ser prefeita, a surpresa foi como aconteceu. Isso aí causou a desconfiança nas pessoas, eu fui trabalhando trocando o pneu a mil por hora”, conta a prefeita sobre a ascensão dela a cadeira da prefeitura.
Confira o trecho:
O prefeito de Ituaçu, Phellipe Brito (PSD), descartou a possibilidade de apoiar o prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso (PSB), na disputa pela presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB). Ambos disputam a liderança da entidade e Phellipe acredita ter mais apoio.
Em nota divulgada ao Bahia Notícias, o então candidato do PSD destacou não haver possibilidade de mudar sua posição, pois o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e as principais lideranças políticas do Estado conhecem seu posicionamento desde o início da campanha, ainda em janeiro.
“É zero essa possibilidade. Teria que ser o contrário, até porque o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e as principais lideranças politicas da nossa base no Estado sabem do meu posicionamento, que comecei esta campanha no dia 8 de outubro, de forma clara. Estou construindo essa caminhada de prefeito para prefeito, e já tenho o apoio de 187 colegas de diversas regiões do Estado”, destaca o gestor.
A fala bem logo após o prefeito de Belo Campo, Quinho (PSD) atual presidente do UPB destacar ao Bahia Notícias que torce para uma “certa isenção” na disputa, que perde o cargo após março de 2025, para garantia de uma melhor sucessão do posto.
Segundo Phellipe, a candidatura de Wilson faria parte de um “projeto do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), de querer o protagonismo e fazer o sucessor na UPB”, sendo que sua candidatura surgiu a partir de conversas com os prefeitos, e não por um chamado específico. Por isso, ele apresentou propostas como a descentralização da entidade, que têm sido bem recebidas em suas visitas.
Nesta segunda (25), o prefeito de Ituaçu marcou presença no encontro de prefeitos eleitos e reeleitos do Avante, realizado num hotel de Salvador. Na ocasião, dialogou com diversos gestores municipais, com as principais lideranças do partido na Bahia, a exemplo do presidente estadual, Ronaldo Carletto, e com o governador, que também esteve presente.
Durante a realização das eleições para a presidência da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA), nesta terça-feira (19), no Shopping da Bahia, em Salvador, Ivan Jezler, candidato a vice-presidência da chapa de Ana Patrícia, destacou algumas propostas para transformação da advocacia no estado.
“Nosso projeto é de ressignificação da advocacia na Bahia, que é a mais pobre do Brasil. E temos propostas que visam mudar esse cenário. Se eleitos, iremos implementar o projeto de piso salarial, temos propostas para trazer a Escola Superior de Advocacia (ESA) para o interior do estado com o objetivo de ajudar na formação do jovem advogado. São algumas das nossas proposições,” revelou Jezler.
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O advogado ressaltou o desejo de melhorar as condições de trabalho na sua área de atuação profissional. “Queremos também mudar os rumos da advocacia criminal no estado, em relação aos parlatórios que estão sucateados. E trazer uma paridade material entre advogados, membros do Ministério Público e da Defensoria. Veja, a advocacia precisa de mudança,” enfatizou o advogado.
A Justiça indeferiu a liminar requerida pela candidata a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA), Ana Patrícia Dantas, que pedia o afastamento de membros da Comissão Eleitoral do órgão durante as eleições. De acordo com a decisão, a candidata solicitou um “mandado de segurança individual” contra o presidente da comissão.
A defesa da advogada alegou que os três integrantes do grupo teriam “relação de amizade pessoal” entre membros e advogados da chapa de sua opositora, a candidata Daniela Borges.
Ainda na decisão, o juiz considerou o pedido “intempestivo”, ou seja, fora do tempo e fora da ocasião oportuna. Conforme o documento que o Bahia Notícias teve acesso, o afastamento seria indevido, “pois os fatos que levaram a argüir a suspeição dos membros só chegou ao seu conhecimento após o escoamento do prazo de 05 dias, previsto no Provimento 222/2023”.
O documento descreveu ainda que para a liminar ser deferida “faz-se necessária a ponderação de dois pressupostos específicos para sua concessão. São eles: o risco de ineficácia doprovimento principal e a plausibilidade do direito alegado (periculum inmora e fumus boni iuris), que, presentes, determinam a necessidade da tutela de urgência e a inexorabilidade de sua concessão, para que se protejam aqueles bens ou direitos de modo a se garantir a produção de efeitos concretos do provimento jurisdicional principal.
De acordo com o indeferimento, esses requisitos não teriam sido cumpridos pela candidata. Segundo o texto da medida, foi concluído que não existem indícios de parcialidade ou de atos que demonstrem que o pedido da candidata deve ser deferido.
James David Vance, de 40 anos de idade e senador pelo estado de Ohio foi eleito, na chapa republicana de Donald Trump, o vice-presidente dos Estados Unidos. Tido como uma espécie de prodígio no campo conservador, Vance foi escolhido com a intenção de atribuir um ar mais jovem à campanha do presidente eleito.
Vance nasceu em Middletown, Ohio, registrado como James Donald Bowman, mas alterou o seu nome quando adulto para se desatrelar de seu pai biológico que o abandonou. O vice-presidente eleito se define como “conservador outsider, fuzileiro, empresário e escritor” em seu site pessoal.
Casado com Usha Chilukuri Vance, filha de imigrantes indianos, o republicano tem três filhos, Ewan, de 7 anos, Vivek, de 4 e Mirabel, de 2. Vance é formado em direito pela Universidade Estadual de Ohio e pela Universidade de Yale.
Após se formar no ensino médio se alistou no Corpo de Fuzileiros Navais e serviu na Guerra do Iraque. Ao voltar para os EUA, abriu um negócio e passou a adotar discursos protecionistas, até chamar a atenção dos Republicanos.
JUVENTUDE CONTURBADA, LIVRO DE SUCESSO E CRÍTICAS A TRUMP
Quando jovem, Vance foi criado pela mãe, dependente química e pelos avós maternos. Sua juventude conturbada se transformou no livro autobiográfico de 2016 “Hillbilly Elegy”, trazido no Brasil pela Editora Leya como “Era Uma Vez Um Sonho”.
A obra ganhou uma adaptação cinematográfica pela Netflix, contando com as atrizes Amy Adams e Glenn Close. Em 2020, o filme foi indicado a dois Oscares, o de melhor atriz coadjuvante para Close e de melhor maquiagem e penteados.
O sucesso do livro o fez ganhar espaço na direita norte-americana, sendo visto como um prodígio defensor dos valores conservadores. Em 2023, ele passou a exercer o cargo de senador por Ohio, tendo sido eleito com 53% dos votos, com o apoio do seu agora companheiro de chapa.
Vance, no entanto, já direcionou diversos ataques ao companheiro de chapa. Este ano, o deputado estadual de Ohio, o democrata Josh McLaurin, antigo colega de quarto de Vance, divulgou uma suposta mensagem enviada pelo republicano em que ele diz: “Eu oscilo entre pensar que Trump pode ser um babaca cínico como Nixon, o que não seria tão ruim (e pode até ser útil), ou que ele pode ser o Hitler da América”.
Em 2016, Vance chamou Trump de “idiota”, “nocivo” e “repreensível” em uma postagem em suas redes sociais. O republicano, assim como o presidente eleito, Donald Trump, toma posse no dia 20 de janeiro de 2025.
Donald Trump, do partido Republicano foi eleito o 47º presidente dos Estados Unidos, nesta quarta-feira (6), após derrotar a candidata democrata Kamala Harris por uma considerável margem. Com isso, Trump se torna apenas o segundo presidente em toda a história estadunidense a ocupar a Casa Branca por dois mandatos não consecutivos.
A única outra ocorrência de um presidente governar os EUA, ser derrotado no pleito seguinte, e depois voltar a concorrer e vencer as eleições foi com Grover Cleveland, 22º e 24º presidente dos Estados Unidos, que governou o país entre 1885 e 1889 e entre 1893 e 1897.
TERCEIRO MANDATO DE TRUMP?
Trump retorna ao poder após um hiato de quatro anos. O republicano havia ocupado a Casa branca entre 2017 e 2021, mas foi derrotado pelo democrata Joe Biden nas eleições de 2020. Diante desse caso praticamente sem precedentes, uma dúvida pode surgir: Trump poderia se eleger para um terceiro mandato?
A resposta é simples: não. O sistema eleitoral norte-americano funciona de maneira diferente do brasileiro. De acordo com a legislação estadunidense, um presidente não pode ser eleito para mais de dois mandatos, sejam eles consecutivos ou não.
A mudança se deu em 1951, com a implementação da 22ª Emenda à Constituição Norte-Americana. Antes disso, não havia limites para a quantidade de mandatos que um líder poderia exercer. A tradição, no entanto, era de que os presidentes não ficassem no poder por mais que dois mandatos.
A única exceção a esta tradição foi com o presidente democrata Franklin Delano Roosevelt, eleito em 1932, exerceu três mandatos completos, e foi eleito para um quarto, em 1944, mas faleceu menos de três meses após a sua quarta vitória, em abril de 1945.
A ideia da emenda é impedir que alguém se perpetue no poder indefinidamente. O dispositivo ainda trouxe que, em caso da posse de um vice-presidente, por vacância no cargo máximo, o empossado também estaria limitado a uma reeleição.
É POSSÍVEL MUDAR ESTE CENÁRIO?
Em maio deste ano, durante um discurso à Associação Nacional de Rifles, Trump chegou a mencionar a possibilidade de um terceiro mandato, caso saísse vitorioso do pleito. “Você sabe, Roosevelt foi um presidente de quatro mandatos. Eu não sei, seremos considerados de dois ou três mandatos?”.
Em tese, seria possível propor uma revogação da emenda constitucional, no entanto, o presidente precisaria da aprovação de dois terços das duas casas legislativas norte-americanas, o Senado, com 100 membros e a Câmara dos Representantes, com 435.
Os resultados das eleições deste ano mostram que Trump terá uma maioria tanto no Senado quanto na Câmara dos Representantes. No entanto, a vantagem não se mostra significativa o suficiente para que uma revogação desta emenda fosse possível.
Até o momento, apenas uma emenda foi revogada em toda a história dos Estados Unidos, a décima-oitava, que criminalizava a produção, venda e transporte de álcool nos EUA a partir de 1917. A décima oitava emenda foi justamente o que estabeleceu a Lei Seca no país, que durou até o ano de 1933.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jojo Todynho
"Eu não tenho pretensão política nenhuma".
Disse a cantora Jojo Todynho ao comentar o cenário político atual e opinar sobre o desfecho eleitoral do país.