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editoras baianas
A segunda edição do prêmio Jabuti Acadêmico, organizado pela Câmara Brasileira de Livro (CBL) divulgou, nesta terça-feira (22), os finalistas de 2025. Na lista, três obras de editoras baianas concorrendo ao prêmio em três categorias.
Entre as 30 categorias da premiação, distribuídas em dois eixos principais, os baianos concorrem a: “Letras, Linguística e Estudos Literários”, com “Modernismo Negro”; “Ilustração” com “J. Cunha & o Carnaval Negro”; e “Ciências Biológicas, Biodiversidade e Biotecnologia” com “Desmídias do Brasil: catálogo taxonômico e distribuição”.
Publicada pela editora Segundo Selo, a obra “Modernismo Negro”, do autor Jorge Augusto, é um estudo sobre a formação do campo da Literatura Brasileira, do movimento modernista de 22 e a Literatura Negra, a partir do trabalho de Lima Barreto.
Em nota enviada ao BN, a editora da Segundo Selo, Fernanda Santiago, afirma que “obra investe em um debate sobre o modo como a modernidade foi vista e narrada pela experiência de um escritor negro e periférico no início do século passado, mas faz isso investindo em uma compreensão da modernidade acionada por meio do repertório cultural negro-africano, reposto no Brasil”.
Mais um finalista é o ilustrador José Antônio Cunha, com a obra “J. Cunha & o Carnaval Negro”, da Editora Universitária Federal do Recôncavo da Bahia (EDUFRB). Soteropolitano conhecido pela sua colaboração de décadas com o bloco afro Ilê Aiyê, sua obra mobiliza elementos das tradições afro-indígenas e registra o trabalho do ilustrador no Carnaval de Salvador.
Na categoria “Ciências Biológicas, Biodiversidade e Biotecnologia” correm os autores Carlos Eduardo de Mattos Bicudo, Carlos Wallace do Nascimento Moura e Geraldo José Peixoto Ramos. O livro “Desmídias do Brasil: catalogo taxonômico e distribuição” foi publicado pela Editora da Universidade Estadual de Feira de Santana e celebra 150 anos de estudos sobre as desmídias brasileiras, como parte do Projeto Flora e Funga do Brasil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).