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A Associação dos Trabalhadores Cordeiros da Bahia (Sindcorda) anunciou o fechamento de um acordo coletivo que fixa a diária dos cordeiros em R$ 100 para o Carnaval de Salvador de 2025, representando um aumento de 25% em relação ao antigo valor, de R$ 80. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta terça-feira (14), o presidente da Sindcorda, Matias Santos, informou que realizou uma reunião com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para pedir melhores condições.
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O presidente da Sindcorda acredita que a nova diária pode atrair mais trabalhadores para a função, após uma queda no número de cordeiros nos últimos anos devido à baixa remuneração. Além disso, afirmou que o objetivo do acordo é que os reajustes sempre sejam acima da inflação.
“Essa conquista representa um avanço. Não é o ideal, mas é o mínimo que conseguimos estabelecer neste momento para garantir melhores condições aos cordeiros. Alguns blocos podem pagar mais, mas o valor mínimo será de R$ 100. Com o valor de R$ 100 por dia, um cordeiro que trabalhe seis dias já terá R$ 600, o que traz mais alívio financeiro. Nosso objetivo é que o valor continue sendo reajustado acima da inflação, garantindo um ganho real”, afirmou Matias.
Além do acordo sobre a diária, a Sindcorda participou de uma reunião no Ministério Público do Trabalho para reforçar o cumprimento de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que garante direitos como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), alimentação e seguro de vida. Outra reunião, marcada para o dia 28 de janeiro, reunirá blocos carnavalescos e entidades para alinhar a aplicação dessas medidas.
Matias também destacou a importância de incluir a Prefeitura de Salvador e a Saltur no diálogo, solicitando a criação de pontos de apoio para os cordeiros. “Esses espaços permitiriam que os trabalhadores descansassem, trocassem de roupa e tivessem mais dignidade durante os dias de Carnaval. Assim como há uma estrutura para ambulantes, é necessário pensar nos cordeiros, que são parte essencial da festa”, explicou.
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Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).