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O ex-campeão mundial de boxe Acelino “Popó” Freitas comunicou, no último sábado (13), a morte da mãe, Zuleica Freitas, aos 80 anos. O falecimento ocorreu na madrugada do mesmo dia, em Salvador, em decorrência de complicações causadas por uma infecção bacteriana.
Em publicação nas redes sociais, o atleta optou por relembrar momentos positivos ao lado da mãe e prestou uma homenagem direcionada à família, destacando a importância da união.
“Sabemos que hoje não é um dia muito bom, né? Não é um dia de celebrar, mas é um dia de comentar, falar do amor por minha mãe, de tudo que ela representou para a gente (família). Eu faço questão de falar isso direcionado para minha família. Ela se foi, mas não vou ficar distante de vocês, ela sempre quis os filhos unidos”, afirmou.
Popó também descreveu a trajetória de vida de Zuleica e ressaltou a força da mãe ao longo dos anos.
“Uma mulher guerreira, que sofreu, que foi magoada, traída, machucada, espancada e que já sofreu de tudo que se pode imaginar, mas permaneceu forte. Não abandonou os filhos e nem deu para ninguém. Criou seis filhos com muita dificuldade. Eu vi e passei por isso, por isso eu cresci e me tornei o que sou hoje. Por tudo que a senhora fez, mãe. Eu te amo muito”, declarou.
Segundo informações da TV Bahia, Zuleica Freitas estava internada após ser diagnosticada com uma infecção bacteriana, chegou a receber alta médica, mas voltou a passar mal e precisou retornar ao hospital. Após a nova internação, ela não resistiu às complicações do quadro clínico.
Zuleica foi uma das principais incentivadoras da carreira de Acelino Freitas no boxe e acompanhou o filho desde a infância, em Salvador. Foi ela quem deu o apelido “Popó” ao atleta ainda quando ele era bebê.
O sepultamento ocorreu na manhã de sábado (13), às 11h, no Cemitério Quinta dos Lázaros, na capital baiana.
Em apresentação no Milkshake Festival, evento voltado ao público LGBTQ+, no sábado (2), em São Paulo, a cantora Daniela Mercury falou sobre diversidade e sobre o caminho que ainda há para percorrer em nome dos direitos da comunidade. Casada com Malu Versoça desde 2013, Daniela defendeu que a luta pelos direitos dos LGBTQ+ deve passar pelo âmbito legislativo. “A gente precisa de representantes no legislativo. Eu, por exemplo, acho que a gente tem que ter alguém LGBT pra presidente. Eu adoraria. Se não, a gente tem que ter bancadas importantes, com mais gente lutando pelos diretos humanos e por todos os direitos da maioria da população brasileira”, disse. Ela chamou atenção dos políticos e disse que queria Pabllo Vittar como presidente do Brasil. “A gente precisa criminalizar a homofobia, que é algo que ainda não conseguimos de forma clara na lei brasileira, e a gente precisa tirar a transexualidade da lista de doenças”, declarou ela antes de iniciar o seu show. A cantora também mostrou preocupação quanto à possibilidade de os direitos já garantidos pela comunidade sejam retirados. “Fizeram tanta coisa nesses últimos dois anos que ficamos com medo de ter pessoas no legislativo que não tenham compromisso com a maioria da população e com a diversidade do povo do mundo”, afirmou. De acordo com o site Uol, ela também se mostrou indignada com o aumento do índice de violência contra homossexuais, bissexuais e pessoas trans, considerando inaceitável que um dado como este exista. “É triste, preocupante e cabe a nós vigiar cotidianamente para que isso não volte a acontecer.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.