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Marta Dora Grostein, professora universitária e mãe do apresentador Luciano Huck, afirmou nas redes sociais nesta terça-feira (20) que vai votar em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidente. De acordo com ela, o voto é para apoiar seu outro filho, o cineasta Fernando Grostein Andrade, que é homossexual e meio-irmão do apresentador.
A declaração foi feita em vídeo, publicado em parceria com o Movimento 342 Artes nas redes sociais de Fernando. No registro, Marta fala sobre a perseguição que seu filho sofreu por parte de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Ter medo de morrer por simplesmente ser quem você é foi uma das razões que fizeram meu filho Fernando, que é gay, sair do Brasil há sete anos. Ele recebeu ameaças à sua vida, inclusive dizendo que o corpo dele seria entregue em um caixão fechado”, disse a professora. Marta também disse no vídeo que viveu a ditadura militar e a transição para a democracia. Segundo ela, o governo de Jair Bolsonaro representou uma ruptura nesse processo, afirmando ainda que uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) seria um retrocesso para o Brasil, principalmente no aspecto sociocultural.
"Diante do momento atual, eu voto em Lula. A gestão do filho de Bolsonaro significa um retrocesso nas políticas que avançaram tanto, principalmente nas áreas sociais e culturais, durante as gestões passadas e a atual do presidente Lula", disse.
O ex-campeão mundial de boxe Acelino “Popó” Freitas comunicou, no último sábado (13), a morte da mãe, Zuleica Freitas, aos 80 anos. O falecimento ocorreu na madrugada do mesmo dia, em Salvador, em decorrência de complicações causadas por uma infecção bacteriana.
Em publicação nas redes sociais, o atleta optou por relembrar momentos positivos ao lado da mãe e prestou uma homenagem direcionada à família, destacando a importância da união.
“Sabemos que hoje não é um dia muito bom, né? Não é um dia de celebrar, mas é um dia de comentar, falar do amor por minha mãe, de tudo que ela representou para a gente (família). Eu faço questão de falar isso direcionado para minha família. Ela se foi, mas não vou ficar distante de vocês, ela sempre quis os filhos unidos”, afirmou.
Popó também descreveu a trajetória de vida de Zuleica e ressaltou a força da mãe ao longo dos anos.
“Uma mulher guerreira, que sofreu, que foi magoada, traída, machucada, espancada e que já sofreu de tudo que se pode imaginar, mas permaneceu forte. Não abandonou os filhos e nem deu para ninguém. Criou seis filhos com muita dificuldade. Eu vi e passei por isso, por isso eu cresci e me tornei o que sou hoje. Por tudo que a senhora fez, mãe. Eu te amo muito”, declarou.
Segundo informações da TV Bahia, Zuleica Freitas estava internada após ser diagnosticada com uma infecção bacteriana, chegou a receber alta médica, mas voltou a passar mal e precisou retornar ao hospital. Após a nova internação, ela não resistiu às complicações do quadro clínico.
Zuleica foi uma das principais incentivadoras da carreira de Acelino Freitas no boxe e acompanhou o filho desde a infância, em Salvador. Foi ela quem deu o apelido “Popó” ao atleta ainda quando ele era bebê.
O sepultamento ocorreu na manhã de sábado (13), às 11h, no Cemitério Quinta dos Lázaros, na capital baiana.
Em apresentação no Milkshake Festival, evento voltado ao público LGBTQ+, no sábado (2), em São Paulo, a cantora Daniela Mercury falou sobre diversidade e sobre o caminho que ainda há para percorrer em nome dos direitos da comunidade. Casada com Malu Versoça desde 2013, Daniela defendeu que a luta pelos direitos dos LGBTQ+ deve passar pelo âmbito legislativo. “A gente precisa de representantes no legislativo. Eu, por exemplo, acho que a gente tem que ter alguém LGBT pra presidente. Eu adoraria. Se não, a gente tem que ter bancadas importantes, com mais gente lutando pelos diretos humanos e por todos os direitos da maioria da população brasileira”, disse. Ela chamou atenção dos políticos e disse que queria Pabllo Vittar como presidente do Brasil. “A gente precisa criminalizar a homofobia, que é algo que ainda não conseguimos de forma clara na lei brasileira, e a gente precisa tirar a transexualidade da lista de doenças”, declarou ela antes de iniciar o seu show. A cantora também mostrou preocupação quanto à possibilidade de os direitos já garantidos pela comunidade sejam retirados. “Fizeram tanta coisa nesses últimos dois anos que ficamos com medo de ter pessoas no legislativo que não tenham compromisso com a maioria da população e com a diversidade do povo do mundo”, afirmou. De acordo com o site Uol, ela também se mostrou indignada com o aumento do índice de violência contra homossexuais, bissexuais e pessoas trans, considerando inaceitável que um dado como este exista. “É triste, preocupante e cabe a nós vigiar cotidianamente para que isso não volte a acontecer.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.