Artigos
A medicina e o marketing eleitoral pararam no tempo?
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
crime investigado
A ex-candidata a vereadora Marta Dias de Barros foi condenada a 24 anos de prisão por mandar matar o marido, o lavrador Regimalco dos Santos Mirante. O julgamento ocorreu na última sexta-feira (28) no fórum de Brumado, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano.
Familiares e amigos da vítima acompanharam o júri vestidos de preto e com camisetas que estampavam a foto de Regimalco. Segundo o Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, ele foi morto em 2017 na zona rural de Aracatu, também no Sudoeste, onde morava com a acusada. O lavrador foi encontrado morto com o corpo queimado e apedrejado.
As investigações apontaram Marta como mandante. Ela chegou a ser presa na época, mas acabou liberada meses depois por falta de provas. Mesmo respondendo ao processo, Marta se candidatou nas últimas eleições pelo União Brasil, declarando bens avaliados em R$ 37 mil.
Durante o júri, um homem, de 59 anos, morador da zona rural de Tanhaçu, na mesma região, foi preso em flagrante por falso testemunho após apresentar contradições no depoimento.
Ele foi conduzido à delegacia de Brumado e teve fiança arbitrada em três salários mínimos. Com a decisão do Conselho de Sentença, a agora condenada deve cumprir a pena em regime fechado.
O corpo do sargento da reserva Francisco de Assis Pereira dos Reis, de 66 anos, foi encontrado nesta quarta-feira (29), enterrado em uma área de mata na zona rural de Jaguaré (ES). O homicídio ocorreu em Teixeira de Freitas, no Extremo Sul.

Foto: Divulgação / SSP-BA
Reis foi visto pela última vez no dia 24 de outubro, quando saía de casa, no bairro Nova Teixeira, para se encontrar com um dos autores, que havia alugado o carro do sargento. Segundo a Polícia Civil, os dois suspeitos no homicídio foram presos na última terça-feira (28) em Vila Velha (ES).

Foto: Divulgação / SSP-BA
Durante o interrogatório, os suspeitos, de 27 e 21 anos, confessaram o crime, que teria sido motivado por um desentendimento sobre a locação de um veículo e valores devidos.
Conforme apuração do Núcleo de Homicídios da 8ª Coorpin/Teixeira de Freitas, após o encontro, a vítima foi rendida, colocada no próprio veículo e morta por estrangulamento ainda em Teixeira de Freitas. Em seguida, os suspeitos seguiram em direção ao Espírito Santo. O carro do sargento foi apreendido com a dupla durante a operação.
Os dois homens permanecem custodiados em Vila Velha, mas responderão pelo crime em Teixeira de Freitas, onde o homicídio foi praticado. O corpo de Francisco de Assis foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de São Mateus, para exame de necropsia.
A operação contou com a participação da Polícia Civil da Bahia, Polícia Militar da Bahia (CPR-Sul/Extremo Sul), Polícia Civil e Militar do Espírito Santo e da Polícia Técnica capixaba.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Reis
"Essa decisão é da Câmara, dos vereadores. O prefeito é apenas um conselheiro, um orientador. Eu acho que tudo tem sua hora e seu momento. Essa semana nós temos que dedicar energia e foco total nas eleições estaduais e na eleição nacional. Até porque tem muitos vereadores que são candidatos a deputados, e temos projetos importantes para a Bahia e, no momento certo, a gente vai decidir a eleição da Câmara. Essa é a minha opinião, mas é óbvio que essa é uma decisão dos vereadores".
Disse o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) ao comentar sobre a escolha do próximo presidente da Câmara Municipal de Salvador. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta segunda-feira (28), o gestor afirmou que a definição cabe aos próprios vereadores, mas disse que pretende trabalhar pela unidade da base aliada na escolha do próximo comando da Casa.