Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
crefito
O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 7ª Região (CREFITO) abriu um procedimento administrativo para investigar o caso relatado por uma fotógrafa soteropolitana que foi internada na UTI após fazer procedimentos fisioterapêuticos em uma clínica na capital baiana. Segundo a denúncia, a fotógrafa teria realizado uma liberação miofacial e um dry needling (agulhamento a seco) antes de ser diagnosticada com pneumotórax.
A denunciante relatou que já costumava fazer por conta de dores recorrentes no trapézio e no pescoço, no entanto, passou a apresentar reações adversas na última consulta. Exames de imagem no atendimento de emergência indicaram o diagnóstico de pneumotórax, condição caracterizada pelo acúmulo de ar na cavidade torácica, que pode comprometer a respiração. A paciente ficou internada por 4 dias, sendo dois deles na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
Em resposta à repercussão do caso, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 7ª Região (CREFITO) afirmou, por meio de nota, que embora as técnicas realizadas pela fotógrafa sejam amplamente utilizadas e consideradas seguras, “qualquer procedimento terapêutico, mesmo minimamente invasivo, exige conhecimento técnico, formação adequada e cumprimento rigoroso das normas de segurança e biossegurança”.
O procedimento administrativo instaurado deve apurar a regularidade do estabelecimento, a habilitação do profissional envolvido e as circunstâncias da ocorrência. O presidente do CREFITO-7, Dr. Rodrigo Medina, destaca que o foco da apuração está na conduta profissional:
“É fundamental compreender que o ponto central não é a técnica em si, mas se o procedimento foi realizado por um profissional devidamente habilitado e com a capacitação necessária. Qualquer intervenção exige preparo técnico e responsabilidade. O que precisamos verificar é se houve negligência, imprudência ou imperícia na execução”, aponta.
Ele explica, no entanto, que casos como o relatado são considerados raros na literatura científica: “São técnicas consolidadas e, quando bem indicadas e corretamente executadas, apresentam baixo risco. No entanto, intercorrências podem ocorrer, especialmente se não houver o domínio técnico adequado ou o respeito às particularidades anatômicas de cada paciente.”
Ainda em nota, a entidade destacou que “o CREFITO-7 reafirma seu compromisso com a segurança da população e com a qualidade da assistência prestada por fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, adotando todas as medidas cabíveis para elucidar os fatos."
Um estudante de Fisioterapia estava realizando atendimentos e atuando de forma irregular, durante um evento na cidade de Feira de Santana. A informação foi divulgada pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 7ª Região (CREFITO-7), nesta terça-feira (22), que recebeu uma denúncia anônima da prática.
A fiscalização do CREFITO-7 se dirigiu até o local do evento e confirmou presencialmente que o indivíduo contratado para prestar serviços não possuía registro profissional e ainda se encontrava em formação acadêmica. Diante da situação, os fiscais do CREFITO-7 acionaram as autoridades policiais e formalizaram um Boletim de Ocorrência na 2ª Delegacia Territorial de Feira de Santana.
A conduta configura infração à legislação que regulamenta o exercício da profissão de Fisioterapeuta no Brasil.
“A atuação de pessoas não habilitadas coloca em risco a saúde e a segurança da população, além de configurar crime previsto no artigo 47 do Decreto-Lei nº 3.688/1941 (Lei das Contravenções Penais), que trata do exercício ilegal de profissão”, destaca o presidente do CREFITO-7, Dr. Rodrigo Medina.
“O CREFITO-7 reforça o compromisso com a fiscalização e a valorização das profissões de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, destacando que continuará atento a denúncias e agindo de forma rigorosa sempre que forem constatadas irregularidades”, arremata o presidente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.