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cleiton mellk
O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) apresentou ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) uma notícia-crime contra um assessor parlamentar da deputada Neusa Cadore (PT) em razão de um comentário nas redes sociais. O bolsonarista acusou Cleiton Mellk de incitação pública à prática de crime.
De acordo com o documento, a manifestação ocorreu no Instagram, após uma publicação do parlamentar que denunciava uma agressão envolvendo um assessor e integrantes do MST. Nos comentários, o Cleiton teria feito críticas ao deputado e, em seguida, publicado a frase: “Era bom que matasse logo”.

Foto: Reprodução / Redes sociais
Na notícia-crime, Leandro de Jesus solicita a abertura de procedimento investigatório, a identificação formal do investigado, além da coleta de dados junto à plataforma digital para preservação das provas, incluindo registros de acesso, alcance da publicação e histórico de interações.
O deputado argumenta que a declaração ultrapassa os limites da liberdade de expressão e configura, em tese, crime previsto no artigo 286 do Código Penal, que trata da incitação pública à prática de delito. A peça destaca que o comentário foi feito em ambiente aberto, com amplo alcance — a publicação ultrapassaria 300 mil visualizações — o que, na avaliação do denunciante, amplia o potencial de dano e de estímulo à violência.
O documento também sustenta que o contexto agrava a situação, já que o comentário foi feito em meio a uma discussão sobre um episódio de violência real. Para o deputado, a fala “não se limita a crítica política”, mas representa incentivo à prática de crime contra a vida, ainda que sem indicação direta de uma vítima específica.
Outro ponto destacado é a condição funcional do acusado, que atua como assessor parlamentar. Segundo a denúncia, essa posição exigiria maior responsabilidade no uso das redes sociais, sobretudo em debates públicos com potencial de repercussão social e política.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.