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chuvas no interior
As chuvas que caem no interior baiano causaram alagamentos em cidades como Jacobina, no Piemonte da Diamantina; e Ipirá, na Bacia do Jacuípe.
Na madrugada desta quinta-feira (5), o rio do Ouro em Jacobina, no Piemonte da Diamantina, transbordou e causou alagamentos em ruas, residências e estabelecimentos comerciais.

Foto: Reprodução / Augusto Urgente
Segundo o Augusto Urgente, parceiro do Bahia Notícias, outro rio, Itapicuru Mirim, que também corta o município, recebeu grande volume de água. A precipitação provocou alagamentos na Rua Francisco Rocha Pires e em outros pontos do município.
Moradores relataram transtornos, além do surgimento de buracos e danos no pavimento. Alguns proprietários conseguiram retirar os veículos antes que a água avançasse, mas outros não tiveram tempo e foram surpreendidos pelo alagamento.
IPIRÁ
Em Ipirá, no povoado do Amparo, o volume de chuvas surpreendeu moradores. Um vídeo feito nesta quarta-feira (4) mostrou a água quase ultrapassando uma cancela na estrada do Malhador.
?? Volume de chuva quase cobre cancela na zona rural de Ipirá
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 5, 2026
Confira?? pic.twitter.com/CpQJMCuAjt
A situação teria ocorrido antes apenas nos anos 1980. Ainda na cidade, as chuvas que caem desde o último domingo (1°) alagaram diversos trechos, como na região da Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
? Fortes chuvas causam alagamentos e transtornos em diversas ruas de Ipirá
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 4, 2026
????Reprodução
Confira ? pic.twitter.com/tpDtsMEyrP
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu nesta terça-feira (25) três tipos de alertas diferentes para várias regiões do interior da Bahia. Os avisos seguem até quarta-feira (26) e incluem previsões de chuvas intensas, ventos fortes e baixa umidade do ar. Cada área tem recomendações específicas de segurança.
O alerta mais severo, de nível laranja, foi emitido para o extremo sul do estado, sudoeste baiano e oeste da Bahia, com início às 10h desta terça-feira (25). Já os alertas amarelos de "perigo potencial" foram registrado em trechos do Centro-Norte, Chapada Diamantina, Nordeste Baiano e no Vale São-Franciscano, com início entre 10h e 11h do mesmo dia.
Confira no mapa ilustrativo as áreas afetadas:
ALERTA LARANJA
Para o Extremo Sul, Sudoeste e Oeste da Bahia, o INMET prevê chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia, além de ventos fortes que podem variar entre 60 e 100 km/h. Há risco de queda de granizo, cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Orientações de segurança:
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Não se abrigar debaixo de árvores devido ao risco de queda e descargas elétricas.
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Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda.
-
Desligar aparelhos elétricos e, se possível, o quadro geral de energia durante tempestades.
ALERTAS AMARELOS
Em áreas do Centro-Norte, Chapada Diamantina e Nordeste Baiano, o alerta amarelo prevê chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos entre 40 e 60 km/h. O risco é considerado baixo, mas ainda pode haver alagamentos, queda de galhos e pequenas interrupções no fornecimento de energia.
Instruções:
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Em caso de rajadas de vento, evitar abrigo sob árvores e não estacionar veículos próximos a estruturas altas ou anúncios.
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Evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
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Em caso de emergência, contatar a Defesa Civil (199) ou Corpo de Bombeiros (193).
Já nas regiões com predominância de clima seco — Vale São-Franciscano da Bahia, Centro-Norte Baiano e Nordeste Baiano —, o alerta amarelo de baixa umidade segue válido até as 18h de quarta-feira (26). A umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 30%, aumentando o risco de problemas respiratórios e incêndios florestais. Recomendações de saúde:
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Beber bastante líquido ao longo do dia.
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Evitar atividades físicas nas horas mais secas.
Em qualquer situação de risco, o INMET orienta que a população procure os órgãos competentes: Defesa Civil – 199 e Corpo de Bombeiros — 193.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.