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cassia reggae
Você já pensou em ouvir “maladragem”, de Cássia Eller, em ritmo de reggae? Depois do sucesso da parte l e ll, chega o III Cássia Reggae, que traz canções da artista em ritmo jamaicano. Djavan, Jota Quest, Zélia Duncan e Carlinhos Brown são alguns dos artistas que se juntaram a missão lançada nesta sexta (8).
O trabalho foi lançado na primeira semana de dezembro pois é o mês que marca o nascimento e a morte de Cássia Eller. “Cássia Reggae Vol. 3”, começa com a canção “Eleanor Rigby” dos Beatles, na voz de Cássia Eller, com arranjos e participações especiais de Andreas Kisser (Sepultura) e Barrett Martin (Screaming Trees).
A canção "E.C.T” ganhou uma versão afro-latina-indiana por Carlinhos Brown e seu filho Migga. Outra versão incrível ficou por conta de Zélia Duncan, que interpretou "All Star", acompanhada de instrumentos de sopro e cordas. Djavan dá à voz para a canção "Queremos Saber" em uma interpretação impecável. Vitor Kley, Banda Mato Seco e Peter Buck, fazem uma releitura de "As Coisas Tão Mais Lindas".
As novidades não param por aí, Sandra de Sá e o rapper Xis transformam "Socorro" em uma verdadeira festa de Rap Reggae, Filipe Catto e Val Donato cantam "No Recreio", e a banda Jota Quest, fecha o álbum com uma versão reggae-eletrônica de "Por Enquanto" de Renato Russo.
O álbum fecha a trilogia “Cássia Reggae”, que ao longo dessa jornada uniu mais de 30 cantores e dezenas de músicos, em homenagem à vida e obra de Cássia Eller.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.