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caseiro jorginho
A onça-pintada responsável pela morte do caseiro Jorginho, de 60, anos em Aquidauana (MS) no fim de abril foi transferida para o Instituto Ampara Animal, em Amparo (SP), onde permanecerá em cativeiro definitivo. A decisão foi tomada porque o animal, um macho de 8 a 9 anos, perdeu o medo de humanos, segundo especialistas.
"Ele não tem mais a reação natural de fugir ao avistar pessoas. Por segurança, os órgãos competentes decidiram mantê-lo em cativeiro", explicou o veterinário Jorge Salomão, especialista em felinos. O animal chegou ao instituto no dia 15 de junho e já ganhou 13 kg desde a captura.
A onça foi incluída no Programa Nacional de Conservação de Onças-Pintadas. O Instituto Ampara Animal é especializado no cuidado de grandes felinos e recebeu o animal com autorização dos órgãos ambientais.
O felino foi capturado dias após o ataque e estava com desidratação, alterações hepáticas, renais e gastrointestinais, além de estar abaixo do peso considerado normal — deveria pesar em torno de 120kg , mas tinha 94kg.
Um vídeo registrado por câmeras de monitoramento há cerca de um mês revelou que a onça-pintada que atacou e matou o caseiro Jorginho, no último domingo (20), já rondava a propriedade rural na região conhecida como Touro Morto, às margens do Rio Aquidauana, em Mato Grosso do Sul.
As imagens mostram o animal caminhando pelo quintal da pousada rural, no canto direito da tela. O registro é do dia 23 de março, quase um mês antes do ataque fatal.
Vídeo mostra onça-pintada rondando área de ataque a caseiro em MS um mês antes de ataque
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 23, 2025
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Jorginho, figura bastante conhecida na região, trabalhava como caseiro e cuidador de um pesqueiro particular. No momento do ataque, ele tentava coletar mel em um deck próximo à mata, área de risco devido à proximidade com o habitat do felino.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Adolfo Viana
"A recente imposição de tributação sobre remessas internacionais de pequeno valor — popularmente conhecida como taxa das blusinhas — representa medida de caráter regressivo, que penaliza justamente os consumidores mais vulneráveis. Trata-se de um modelo de tributação que incide sobre compras de baixo valor, muitas vezes essenciais, realizadas por cidadãos que não possuem acesso a alternativas equivalentes no mercado nacional a preços competitivos".
Disse o deputado Adolfo Viana (PSDB-BA), líder do maior bloco partidário da Câmara, que reúne um total de 271 parlamentares, ao assinou requerimento para levar ao plenário, com urgência, um projeto que zera a tributação sobre importados de até US$ 50. O projeto, o PL 6526/205, na prática acaba com a “taxa das blusinhas”, implantada no país a partir da sanção da lei 14.902, em 1º de agosto de 2024.