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A empresa "Cartos Sociedade de Crédito Direto S.A" se manifestou a respeito da ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA). Em nota oficial, a empresa esclareceu que não praticou qualquer irregularidade e que não possui vínculo, direto ou indireto, com atividades ilícitas relacionadas às investigações.
Ela alega que não recebeu notificação formal e tampouco teve acesso ao conteúdo integral da ação civil pública. A companhia destacou que, assim que tiver conhecimento completo dos autos, apresentará sua defesa e os devidos esclarecimentos dentro do prazo estabelecido por lei.
Por fim, a Cartos ressaltou que permanece à disposição das autoridades competentes para prestar as informações necessárias, reafirmando seu compromisso contínuo com a transparência, a legalidade, a proteção dos consumidores e o cumprimento rigoroso das normas do Sistema Financeiro Nacional.
Confira o texto da nota na íntegra:
"A Cartos Sociedade de Crédito Direto S.A. esclarece que não praticou qualquer irregularidade e que não tem vínculo, direto ou indireto, com atividades ilícitas relacionadas ao caso investigado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).
Informamos que, até o momento, não houve notificação formal da companhia, que tampouco teve acesso ao conteúdo da ação civil pública. Tão logo tenha conhecimento integral dos autos, a companhia apresentará, no prazo legal, sua defesa e os esclarecimentos pertinentes acerca dos fatos discutidos na ação.
A companhia permanece integralmente à disposição das autoridades competentes para prestar os esclarecimentos necessários e reafirma seu compromisso permanente com a transparência, a legalidade, a proteção dos consumidores e a observância rigorosa das normas que regem o Sistema Financeiro Nacional", termina a nota.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".