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carreta furacao
Uma briga improvável ganhou as redes sociais na última segunda-feira (4), e com direito a uma nota de repúdio.
O grupo Carreta Furacão criticou o comportamento dos músicos da banda CPM 22 após uma situação em um show durante o final de semana.

De acordo com os representantes do grupo de dança, a banda de rock iniciou a passagem de som durante a apresentação da Carreta, atrapalhando os artistas e desviando a atenção.
"Enquanto estávamos no palco cumprindo nosso horário oficial de show, os integrantes da banda iniciaram passagem de som e testes de iluminação, interferindo diretamente na execução da nossa performance. Houve, inclusive, redução proposital do volume de nosso som, diversas às vezes, o que prejudicou severamente a experiência do público e a integridade do espetáculo."
No comunicado, a equipe da Carreta lamentou o ocorrido e pediu respeito ao grupo pelas atividades desempenhadas.
"Assim como o CPM22, somos artistas. Temos uma trajetória que, com muito esforço, conquistou respeito e admiração do povo brasileiro. Por isso, é inadmissível que qualquer profissional da arte e do entretenimento sabote o trabalho de outros artistas, ainda mais em um espaço onde todos deveriam estar unidos para levar alegria ao público. Nos solidarizamos com os fãs que esperavam uma apresentação completa e vibrante da Carreta Furacão. Seguiremos firmes, como sempre, levando nossa arte, dança e carisma por todo o Brasil, com respeito, humildade e profissionalismo.”
O grupo CPM 22 não se pronunciou sobre o caso.
A Carreta Furacão terá um desfalque na equipe após uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, além de ter que desembolsar uma indenização de R$ 70 mil para a família de Orival Pessini.
O personagem Fofão está proibido de aparecer em apresentações musicais e peças publicitárias após um processo movido pela família do criador do personagem.
De acordo com o F5, que obteve acesso ao processo, o desembargador José Carlos Ferreira Alves entendeu que, como Pessini havia declarado em vida que o boneco só poderia ser utilizado para entretenimento do público, o uso pela Carreta tem sido indevido.
O magistrado ainda afirmou que a Carreta usou as mesmas características do boneco e alterou apenas o nome para Fonfon, o que caracterizaria plágio.
Já a equipe da Carreta alega que não há plágio e que o mascote é apenas uma paródia do boneco original, por isso, não teria motivos para tentar burlar os direitos autorais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.