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carlos ricardo gaban
O ex-vereador de Salvador Carlos Alberto Gaban foi autuado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) por supressão de cobertura vegetal em um terreno situado no Alto do Andu, na capital baiana. Além disso, o Inema aponta que a propriedade em questão está no interior da poligonal do Parque Metropolitano de Pituaçu.
Segundo o edital de notificação, a infração foi constatada pelo setor de Geoprocessamento através de imagens de satélite. Ainda de acordo com o instituto, o ex-vereador, conhecido como Beto Gaban, tem 45 dias para encaminhar a autorização de supressão de vegetação expedida por órgão ambiental competente e documentação comprobatória da propriedade da área em questão.
O Inema também informa que o não cumprimento da notificação "implicará na aplicação das penalidades previstas na legislação ambiental do Estado da Bahia".
POLÊMICA COM A ÁREA
A área do Alto do Andu já esteve nos holofotes em outro momento. Em 2022, o próprio Inema cumpriu uma ordem judicial para desocupar o espaço que está inserido no Parque de Pituaçu.
Na ocasião, o Bahia Notícias publicou que o ex-deputado estadual Carlos Ricardo Gaban, irmão de Beto, chegou a acusar o governo do estado de invadir a área de 10 mil metros quadrados na região do Alto do Andu. De acordo com ele, a propriedade é da sua família há mais de 50 anos e o estado alegou, apresentando uma decisão administrativa de 2012, que o terreno seria um bem público.
À época, ele também indicou que equipes do Inema foram até o local por volta das 4 da manhã e iniciaram a derrubada de uma cerca viva, entraram em um depósito e cercaram a área com tapumes. No local também funcionava um espaço de eventos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).