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candidatos ao governo da bahia
ACM Neto (União Brasil), Jerônimo Rodrigues (PT) e Ronaldo Mansur (PSOL), principais candidatos ao Governo da Bahia, cumprem mais compromissos de suas agendas de campanha, neste domingo (6), como parte da divulgação das campanhas na corrida eleitoral de 2026.
Desde o início da campanha oficial, no dia 16 de agosto, os candidatos divulgam diariamente suas agendas e, em setembro, partem para o segundo mês de compromissos oficiais. Agora, eles têm até o primeiro turno, previsto para 4 de outubro, para realizarem atos de rua, reuniões, encontros com diferentes segmentos da sociedade e participação em entrevistas e debates.
Até lá, o portal Bahia Notícias (BN) realiza uma coletânea das agendas que acompanha os compromissos diários dos três candidatos.
ACM NETO - União
Pela manhã, o candidato de oposição participa de carreata em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. Ainda na Suíça Baiana, ACM comparece a um encontro com lideranças políticas.
À noite, o representante do União Brasil participa de comício em Tremedal, a cerca de 83 km de Conquista.
JERÔNIMO RODRIGUES - PT
O candidato à reeleição participa, a partir das 8h, de uma carreata em São Domingos. Logo em seguida, segue para carreatas em Valente, às 9h, e em Santa Luz, às 10h30.
No turno da tarde, o petista comparece a outras duas carreatas: em Queimadas, às 12h, e em Cansanção, às 14h30. O dia termina com um comício em Monte Santo, marcado para às 17h.
RONALDO MANSUR - PSOL
O candidato do PSOL participa, neste domingo (6), da 23° Parada do Orgulho LGBT+ em Salvador. O evento acontece no bairro da Barra, a partir das 12h.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.