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campus da uneb
Estudantes do Campus 21 da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Ipiaú, no Médio Rio de Contas, relatam falta de professores e atraso em disciplinas obrigatórias, sobretudo do curso de letras.
Segundo o Giro em Ipiaú, parceiro do Bahia Notícias, os estudantes afirmam que o problema se agravou após a transferência da sede do campus para a região do Cetep, na zona rural do município. A mudança teria dificultado o acesso à universidade e coincidido com problemas de gestão interna, o que, de acordo com os estudantes, comprometeu o andamento das atividades acadêmicas.
Com o déficit de professores efetivos, a Uneb estaria recorrendo a contratações temporárias. Porém os contratos de docentes substitutos não teriam sido renovados com regularidade, o que geraria instabilidade nas turmas, interrupções frequentes das aulas e atrasos na formação dos alunos.
O caso mais crítico, segundo os alunos, é o do 6º semestre noturno do curso de Letras, que está sem aulas de estágio supervisionado desde agosto. O componente é obrigatório para a conclusão da graduação. No entanto, mesmo com ordem judicial determinando a regularização, a Uneb ainda não teria cumprido integralmente a decisão.
Ainda segundo relatos, os prejuízos também afetam estudantes com deficiência (PCDs), que enfrentam dificuldades adicionais para acompanhar o curso. “Estamos sendo negligenciados, e a universidade parece não compreender o impacto disso na vida dos estudantes”, afirmou uma aluna, que preferiu não ser identificada.
ESTUDANTES COBRAM PROVIDÊNCIAS
Com o impasse, os alunos cobram uma resposta efetiva da direção do campus e da Reitoria da Uneb. A reportagem tentou contato com o Campus XXI da Uneb, em Ipiaú, por telefone, mas as chamadas não foram completadas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
social X, antigo Twitter], dizendo que ele vai desobstruir, mas cada navio que ele desobstruir, que ele tirar do estreito, o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. Isso, antigamente, se chamava pirataria".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer duras críticas nesta segunda-feira (13) à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cobrar uma taxa de 20% sobre a carga que passa pelo Estreito de Ormuz, qualificando a medida como "pirataria". O presidente republicano anunciou ainda que pretende restaurar o bloqueio naval contra navios iranianos.