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Artigos

Nágila Maria
Quando o mundo se arma, as mulheres morrem
Foto: Ricardo Filho/ Divulgação

Quando o mundo se arma, as mulheres morrem

O mundo atravessa um tempo de instabilidade profunda. Conflitos armados se prolongam, alianças se reorganizam e discursos de força substituem negociações diplomáticas. A guerra voltou ao centro da política internacional, seja no confronto entre Rússia e Ucrânia, na escalada de violência envolvendo Israel, Hamas e Irã ou nas tensões entre Estados Unidos e China.

Multimídia

Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner

Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner
Durante entrevista ao Projeto Prisma, no Bahia Notícias, nesta quinta-feira (26), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) negou que a chapa majoritária para as eleições deste ano já esteja definida. A declaração chega após o senador Jaques Wagner (PT) anunciar a chapa majoritária completa da base governista para a disputa das eleições de 2026.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

bruno monteiro

"É um momento muito auspicioso para as artes na Bahia", afirma Bruno Monteiro sobre investimento e reforma de teatros na capital
Foto: Luiza Barbosa/ Bahia Notícias

O ano de 2026 e os próximos prometem ser de bons frutos para o teatro baiano. Este é o futuro vislumbrado pelo secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, com o retorno da Sala Principal do Teatro Castro Alves, previsto para o 1º semestre deste ano, e o incentivo à arte na base, por meio da formação de novos talentos.

 

"É um momento muito auspicioso para as artes na Bahia e tenho certeza que os frutos disso serão vistos, reconhecidos e colhidos ao longo dos próximos anos", afirmou o gestor da pasta em entrevista ao Bahia Notícias.

 

O cenário positivo pintado pelo gestor da pasta para a cultura baiana vem como uma resposta a um questionamento feito pelo ator Wagner Moura ainda em 2025, quando apresentou o espetáculo 'Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo', no Trapiche Barnabé.

 

Na ocasião, o indicado ao Oscar pontuou que o Governo baiano deveria investir mais na arte, especialmente pelo espectro político de esquerda ser focado na igualdade social e nas políticas públicas.

 

Foto: Caio Lírio

 

“Eu sou fruto do teatro dos anos 90, que foi uma época muito, muito, muito positiva, muito boa para o teatro profissional da Bahia. Eu me formei e eu existo como artista porque, justamente na minha configuração astrológica, calhou de eu viver uma época de ebulição no teatro da Bahia. [...] A gente precisa que o governo chegue junto e participe. Isso é uma sequência de governo do PT que eu acho que não tem feito o que deveria estar sendo feito. O teatro popular da Bahia, eu sinto que está abandonado e que precisa que se olhe para isso."

 

Para o secretário de Cultura da Bahia, o estado não teve uma baixa no valor direcionado para o setor teatral. O gestor da pasta vai contra a avaliação feita por Wagner Moura, por exemplo, e pontua que o estado contou com bons investimentos para o teatro nos últimos anos.

 

"Os investimentos no teatro são maiores hoje em dia do que comparados a anos anteriores, tanto do ponto de vista de infraestrutura, quanto na dinamização, mas especialmente em programas de formação."

 

De acordo com Monteiro, o ponto analisado por Moura é válido em relação aos programas de formação de novos talentos, algo que voltará a ser movimentado no estado.

 

"Ele [Wagner Moura] disse que quando estava começando havia muitos programas de formação e ele é fruto disso. Eu quero deixar ele muito tranquilo, nosso grande ator baiano, que daqui a alguns anos ele vai ter a companhia de muitos atores que estão sendo formados agora. Porque a Bahia vive um momento de muito incentivo à formação de artes, à formação em artes, tanto aqui na capital quanto nos interiores, graças ao incentivo do governo e às nossas escolas de tempo integral, que nós temos formado pessoas jovens para atuarem nas artes como um todo, a partir das escolas e a partir dos equipamentos culturais, que também passam por processos de requalificação e de formação."

 

A requalificação do TCA, por exemplo, recebeu um aporte de R$ 280 milhões. De acordo com o secretário, o valor investido irá retornar para o povo por meio de qualificação e formação profissional.

 

“[O TCA] é um teatro que vai crescer do ponto de vista de mais espaço, teremos um centro técnico, um novo espaço de experimentação artística, além de melhorar as condições de toda a fabricação de cenários, de figurinos, que não servem só ao teatro, mas servem à cadeia cultural do estado da Bahia como um todo. Nós estamos crescendo”, afirmou ao site em janeiro deste ano.

 

 

Outra queixa da cena baiana em relação ao teatro no estado é a falta de espaço para apresentações. Em 2025, uma forte campanha pelo não fechamento do Teatro Gamboa mobilizou diversos artistas e conseguiu para o espaço o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e um show especial de Gilberto Gil para mobilizar o público e arrecadar a verba necessária para a manutenção do espaço.

 

Segundo Monteiro, a Bahia vive um momento especial de mobilização cultural e novos espaços estão sendo resgatados. O secretário acredita que a reforma do TCA vem para incentivar investidores a olhar com cuidado para os espaços na capital baiana afim de enxergar um potencial neles.

 

 

"A gente vive um momento de muita mobilização em torno das causas da arte e da cultura, o que eu avalio como muito positivo. A falta do Teatro Castro Alves demonstrou para a cidade e para o Estado a necessidade de termos mais equipamentos. O governo do Estado da Bahia, aqui em Salvador, além de entregar o Teatro Castro Alves nesse semestre, vai entregar também o Teatro do Iceia, que é o segundo maior teatro de Salvador, um dos maiores do Estado e que também tem uma vocação muito grande para a formação, para um espaço de acolhimento de novos projetos. Mas esse debate precisa ser feito, como você disse, pelo conjunto dos agentes que se mobilizam em torno do mercado, das finanças e que têm algum interesse em apoio à cultura e nos retornos que isso dá", afirmou.

 

O gestor da pasta reforça que a movimentação não pode partir apenas do poder público. Até o final de 2026, a capital baiana deve contar com a reativação do TCA e a inauguração do Centro Cultural Banco do Brasil no Palácio da Aclamação, no entanto, a população cobra mais, tanto da iniciativa pública quanto privada.

 

"Não basta só cobrar do poder público mais espaços para apresentações teatrais, para apresentações musicais, se a gente não pensar nisso como uma tarefa compartilhada. Nós estamos cuidando da pauta do Teatro Gamboa, que é um teatro importante, nós estamos formando parcerias já com o Banco do Brasil e teremos um novo CCBB, com a Caixa e teremos uma nova Caixa Cultural, ambas com teatros também, porque nós queremos esses espaços cada vez mais presentes na vida cultural e na vida cotidiana da população, de todos aqueles que nos visitam, para terem a certeza de que estão num território cultural, que é a Bahia."

 

 

Na pauta municipal, desde 2023 é especulado um teatro a ser gerido pela Prefeitura de Salvador, e alguns lugares chegaram a ser colocados em pauta como possíveis sedes, a exemplo dos antigos Cine-Teatro Jandaia e Cine Pax, localizados na Baixa dos Sapateiros.

 

Ao Bahia Notícias, o presidente da Fundação Gregório de Matos (FGM), Fernando Guerreiro, chegou a debater o assunto e pontuou que a questão era uma pauta trabalhada no governo, no entanto, dependia da iniciativa do prefeito.

 

"Os teatros são mantidos com heroísmo. O Teatro Módulo, o Jorge Amado, a Casa do Comércio, o Sesi do Rio Vermelho e da Ribeira. Inclusive, não se tem um teatro num shopping de Salvador, é inacreditável. Eu acho isso uma maluquice. Eu acho que existe uma morosidade nessa história. Hoje a maioria dos shoppings de São Paulo e do Rio tem teatro. Eu nem tenho mais paciência para falar sobre isso, porque já tem 30 ou 40 anos que eu toco nesse assunto."

 

Ao final de 2024, Guerrero afirmou que o assunto voltaria a ser pauta na Prefeitura. No entanto, em 2025, o avanço da conversa, se houve, não foi tratado publicamente. O presidente da FGM reforçou a importância de reconhecer espaços fora do circuito tradicional, exaltando a existência dos Boca de Brasa, programa de fomento cultural que descentraliza a cultura, levando formação, oficinas, palcos e editais para bairros periféricos.

 

"Eu digo sempre a gente hoje tem três teatros nos Bocas de Brasa, que são teatros praticamente invisibilizados de uma certa forma pela mídia e artistas. A gente tem um teatro em Cajazeiras hoje que é um sucesso, que tem programação constante, lotada. A gente tem um espaço em Valéria maravilhoso, um espaço lá em Coutos. Então, são três teatros à disposição da comunidade. Temos parceria com a Casa Branca, que é um novo espaço do Sesc, que fica ali no Caminho de Areia. É importante a gente ter essa leitura da descentralização. Não podemos reconhecer espaços só que ficam no centro."

Bruno Monteiro critica oposição após vinda de Lula: "Quem torce contra que fique lá com a sua dor de cotovelo"
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, comentou a vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Carnaval. Em entrevista coletiva deste domingo (15), o gestor rebateu comentários que descrevem a presença do presidente como “corriqueira”.


“Eu não sei que mundo vivem de falar que foi uma presença esvaziada. A gente pôde ver o povo, o público, e essas declarações que tentam minimizar só mostram o quanto eles estão desintonizados com o povo, porque o povo recebeu o Lula ontem em grande número e com calor humano, que foi emocionante”, disparou o secretário.

 

Monteiro esteve presente na recepção do presidente na tarde de ontem (14), no circuito Osmar (Campo Grande). Ele ainda classificou os comentários negativos como “dor de cotovelo”.

 

“Quem torce contra que fique lá com a sua dor de cotovelo. A gente, o povo baiano, está celebrando a vinda do presidente Lula”, completou.

Na saída do Ilê, Bruno Monteiro destaca valor recorde de investimento do Ouro Negro
Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias

O secretário de Cultura do estado da Bahia, Bruno Monteiro, exaltou neste sábado (13) a tradução de um investimento recorde no edital Ouro Negro - que apoia os blocos afro baianos - em um reforço da tradição e da cultura.

 

O secretário frisou que, em 2026, o governo do Estado distribui mais de R$ 17 milhões no edital do Ouro Negro. "É o maior Ouro Negro da história. Mais uma série de políticas públicas pro Ilê Aiyê e para os demais blocos afro ao longo de todo o ano, é uma satisfação muito grande vermos a força dessa tradição preservada, alimentada e vivida por tantas pessoas da Bahia e de fora dela", avaliou.


"Sábado de Carnaval é especial porque é dia de uma tradição da nossa cultura, da nossa identidade. A saída do Ilê Aiyê representa mais de 50 anos do povo negro ocupando o lugar de protagonismo na maior festa popular de rua do planeta. E a cidade mais negra fora do continente africano tem essa marca hoje de ter os blocos afro, afoxés, como uma parte essencial e consolidada da nossa cultura", completou.

A Antena 1, Bruno Monteiro celebra força do circuito Osmar no Carnaval: "Havia um movimento muito nítido de esvaziamento"
Foto:

A movimentação do Centro de Salvador durante o Carnaval continua sendo a prioridade do Governo da Bahia durante a folia. 

 

Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1, o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, pontuou que o Governo observou a falha ainda no início da gestão, no 1º Carnaval pós-pandemia, e entendeu que era necessário promover ações para voltar a ter o circuito Osmar como protagonista da festa.

 

Segundo o gestor da pasta, o Campo Grande passou a sofrer com preconceito e a falta do olhar comercial para o circuito, e apenas o poder público conseguiria voltar a movimentar o centro.

 

"Desde 2023, o Governo do Estado da Bahia assumiu um compromisso, no início da nossa gestão, de não deixar o circuito do Campo Grande morrer. Havia um movimento muito nítido de esvaziamento do circuito, por uma série de questões, questões comerciais, questões de preconceito e uma questão também de uma certa segregação com os blocos afro, com a nossa identidade cultural e nós assumimos, no nosso primeiro Carnaval, em 2023, o debate e a necessidade e a nossa atitude de levar grandes atrações para o Campo Grande, como uma forma de preservação."

 

De acordo com Monteiro, desde 2023, é nítido que o público tem escolhido o circuito Osmar para aproveitar a festa, sem nenhum tipo de pressão comercial, apenas pelo interesse de curtir as grandes atrações que desfilam no circuito.

 

"O circuito Osmar, tradicional, voltou a ter um protagonismo, voltou a ter as grandes atrações. No ano passado, teve dia, inclusive, que o Campo Grande registrou um público maior do que na Barra, isso também é uma forma de a gente ter uma governabiliade, uma governaça sobre esse Carnaval. Eu vejo hoje, essa reabilitação do circuito Osmar, do circuito no Campo Grande, como uma grande vitória para a nossa tradição."

 

Para a festa em 2026, o governo levará para as ruas mais de 180 atrações sem corda. Neste ano, o programa Ouro Negro, que ratifica o compromisso do Governo da Bahia com o fortalecimento contínuo das manifestações da cultura afro-brasileira, alcançou o investimento recorde de R$ 17 milhões, destinados a blocos afro, afoxés, grupos de samba, reggae e blocos de índio em desfiles e festas populares. 

Ludmilla, Kannário e Timbalada tem pipoca confirmada no Circuito Barra-Ondina; confira a lista

O Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), confirmou a lista das atrações esperadas para o Carnaval de Salvador em 2026. Em coletiva realizada no Centro Histórico, nesta quarta-feira (4), o secretário estadual de cultura, Bruno Monteiro, destacou as novidades para a realização da folia momesca nos três circuitos: Dodô (Barra/Ondina), Osmar (Campo Grande) e Batatinha (Pelourinho). 

 

No que diz respeito ao circuito Barra-Ondina, conhecido pelo cartão postal do Farol da Barra, estão confirmadas as “pipocas”, ou desfiles gratuitos, de 18 artistas apoiados pelo governo estadual, são eles: Ludmilla, Tony Salles, Luiz Caldas, Igor Kannário, Irmãos Macedo, Olodum, BaianaSystem, Psirico, Léo Santana, Gilmelândia, Banda Mel, Mascarados, Cheiro de Amor, Papazoni, Guig Ghetto, Timbalada, Filhos de Gandhy e Daniela Mercury. 

 


Foto: Laiane Apresentação / Bahia Notícias 

 

Em evento que contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, o Governo do Estado ainda divulgou as atividades de serviços de segurança, saúde e assistência social para a folia. Ainda não foi divulgada, até o momento, a organização dos circuitos por data e horário dos desfiles. A programação diária deve ser divulgada nos próximos dias.

Bruno Monteiro reforça programação diversificada do Governo no Carnaval do Pelô em 2026: "A gente quer esse circuito valorizado"
Foto: Luiza Barbosa/ Bahia Notícias

O Carnaval no Pelourinho continua como uma das prioridades do Governo da Bahia para a festa em 2026. 

 

De acordo com o secretário de cultura Bruno Monteiro, em coletiva realizada nesta terça (27), nas obras do Teatro Castro Alves, para este ano, o governo mantém o propósito de reforçar a festa em outros circuitos que não apenas a Barra, para que o folião consiga curtir sem aperto.

 

"O Pelourinho também vai vir com uma grande programação, muito diversificada, seguindo o que está sendo esse verão, que é um verão extraordinário no Pelourinho, de muita dinamização cultural, com bons índices de público, de segurança pública. A economia do Pelourinho está num momento de muito aquecimento e vamos anunciar o conjunto de políticas para o Carnaval. Queremos celebrar esse estado de alegria que é a Bahia, com muita diversidade cultural, mas com muitas políticas também."

 

Para o gestor da pasta, ainda é necessário que aconteça o processo de "desafogamento" da Barra, um dos circuitos mais populares do Carnaval de Salvador. Monteiro citou ainda o perigo da superpopulação do circuito Dodô e exaltou o trabalho de redirecionamento do governo.

"Nós entendemos como uma bandeira que merece ser respeitada, mas também diante do afogamento que causou a Barra. Todo mundo sabe, que todos os anos a gente lida com notícias da superpopulação que acaba habitando aquele espaço durante o Carnaval e alguns episódios, inclusive, que poderiam ter sido tornados acidentes. Então, a nossa responsabilidade foi também de ajudar a deslocar esse eixo do Carnaval, trazendo mais atrações aqui de novo para o Campo Grande."

 

De acordo com o secretário, a movimentação envolvendo o Campo Grande vem dando bons resultados. 

 

"Nós registramos em dois anos, dias em que teve mais público aqui no Campo Grande do que na Barra. Então nós vamos seguir nesse trabalho. A gente quer esse circuito valorizado, assim como a Barra, o Pelourinho, os bairros cada vez mais fortalecidos, porque o Carnaval é do povo e ele tem que estar onde o povo está."

 

As novidades do Governo da Bahia para o Carnaval de Salvador serão anunciadas na próxima semana. Na quinta (29), será lançado em Juazeiro o Carnaval dos Interiores.

 

"São mais de 100 municípios que receberão apoio do Estado para a realização de Carnaval."

Bruno Monteiro ressalta incentivo do governo do estado a grandes atrações no Campo Grande durante o Carnaval
Foto: Antonio Cavalcante / Bahia Notícias

O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, ressaltou que a gestão estadual deve incentivar a vinda de “grandes atrações” para o Circuito Osmar (Campo Grande) para o Carnaval deste ano. Questionado nesta quinta-feira (15) pelo Bahia Notícias sobre a organização da folia, o titular da pasta afirmou que o governo também deve investir na “diversidade cultural”, dando oportunidade a diversos ritmos musicais.

 

“Nós mais uma vez incentivaremos grandes atrações no circuito Osmar, no circuito da Avenida, que é o circuito tradicional, e que nós queremos que tenha essa força também, para que o público possa também ter opções, porque não adianta a gente só dizer que a Barra está saturada, que já tem muitos blocos, e não oferecemos alternativas, então o governo do estado vai investir mais no circuito do Campo Grande, e faremos também o Carnaval de todos os lugares, dos interiores, na capital, nos bairros, com a marca da diversidade cultural, essa é a nossa orientação”, disse o secretário.

 

“Chegamos ao nosso quarto Carnaval, celebrando a Bahia como um estado de alegria e acumulando o aprendizado desses quatro anos, dos três anos anteriores, de fazer um Carnaval cada vez mais diverso, que traga essa riqueza cultural e artística que a Bahia tem”, completou.

 

Bruno Monteiro também destacou os investimentos nos editais do Ouro Negro e na festa momesca do interior do estado: “Nós já homenageamos os blocos Afro, homenageamos o Axé Music, e nós vemos que isso não exclui, ao contrário, incentiva outros grupos, outros ritmos a querer esse protagonismo no Carnaval também. Então nós reforçamos o Ouro Negro, esse ano maior da história, nós ampliamos o edital Carnaval do Pelourinho, e estamos trabalhando em contratações que também tenham essa força da riqueza e da diversidade artística, não somente de Salvador, mas também dos interiores, no Pelourinho e na Avenida”. 

Flica 2025: Festa literária tem início em Cachoeira e impulsiona economia local
Foto: Laiane Apresentação / Bahia Notícias

Teve início nesta quinta-feira (23), à beira do Rio Paraguaçu, no recôncavo baiano, a 13ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira. O evento, que ocorre até o próximo dia 26, contou a presença de autoridades locais e estaduais, além de uma mesa de abertura com Rita Batista e Russo Passapusso. 

 

Com o tema “Ler é Massa”, a feira literária teve 4 espaços principais organizados pela cidade para o evento: o Palco dos Ritmos /Palco Raízes da Flica, sob curadoria de Linnoy Nonato, Tenda Paraguaçu, com curadoria de Wesley Correia, Geração Flica, com Deco Lipe como curador, e Fliquinha, sob curadoria de Emília Nuñez.

 


Foto: Laiane Apresentação / Bahia Notícias

 

A programação desta quinta-feira (26), teve início na Tenda Paraguaçu, com uma mesa de nome “Ler é Massa” com o cantor do BaianaSystem Russo Passapusso e a apresentadora e jornalista Rita Batista. O evento, além de teatro, música, contações de história e lançamento, também terá a realização de sarais de poesia.

 

Para além das dezenas de autores que compõem a programação ou expõem suas obras no evento, a Flica, segundo a prefeita de Cachoeira, Eliana Gonzaga (PT), movimenta a economia e, em especial, a agricultura familiar do município. 

 


Foto: Laiane Apresentação / Bahia Notícias

 

“Nós não temos uma estimativa desse impacto econômico, mas sabemos que é uma movimentação muito forte, movimenta tanto o comércio local, quanto o comércio também da agricultura familiar. Os trabalhadores rurais trazem seus produtos, porque além deles comercializarem para o consumo, as pessoas também adquirem os produtos da agricultura familiar também para levarem para suas residências e degustarem a nossa gastronomia também de Cachoeira”, explicou a gestora. 

 

Em coletiva, o secretário de Cultura do estado, Bruno Monteiro, contou que a Flica mobiliza “diferentes públicos”, formam novos públicos e impulsiona o desenvolvimento econômico. “A Bahia hoje se tornou o estado que mais investe em eventos literários e é muito a partir desse exemplo da Flica - que é a maior delas, é uma das maiores feiras do Brasil - e nós temos a todo ano aprimorado as políticas a partir do aprendizado”, declarou. 

 

Monteiro afirmou ainda que o fortalecimento é trabalhado na cultura como um todo. “Nós temos também os investimentos no audiovisual com a Bahia Filmes, que acaba de se tornar uma realidade e que vem para impulsionar o audiovisual baiano. Nós temos investimentos na música muito significativa no teatro com investimento já de meio bilhão de reais”, explicou. 

Bruno Monteiro rebate críticas por critério de 'harmonia com política estadual' em edital de cultura: "Democracia"
Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Uma denúncia feita por produtores culturais que submeteram projetos em editais do Governo da Bahia tem movimentado a cena da cultura baiana.

 

O item de avaliação intitulado "harmonia com a política estadual de cultura", que chegou a reprovar projetos submetidos a editais, a exemplo do Circula Cena, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), rendeu críticas a gestão de Bruno Monteiro na pasta da Cultura no governo de Jerônimo Rodrigues.

 

"É repulsivo ver que o edital da Secult tem um item de avaliação intitulado 'Harmonia com a política estadual de cultura'. Que descalabro de DIRIGISMO CULTURAL. Isso não é política para as Artes, é "apenas" o cerceamento da liberdade de expressão e criação, com o propósito claro de submeter o fazer artístico a interesses deploráveis de promoção da agenda política e ideológica de quem está no poder", desabafou Sérgio Sobreira.

 

 

Em coletiva realizada nesta sexta-feira (17), durante a visita de Jerônimo e ministro do Rui Costa as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), o secretário de Cultura falou sobre a polêmica.

 

De acordo com o gestor, o critério existe desde 2011 e nunca foi um problema em outros editais. Monteiro afirma que é ele que garante a diversidade de propostas nos editais.

 

"A Bahia tem uma Lei Orgânica da Cultura que é de 2011, é o que regra a nossa política estadual, estabelece os parâmetros, e garante uma política que inclua, que seja territorializada, que valorize a diversidade cultural da Bahia. Todos os nossos editais tem esse critério, isso é a lei que estabelece. As políticas financiadas pelo recurso público têm que estar em diretriz com a política pública de cultura, que não é a política de governo, é a política de Estado."

 

O secretário ainda afirma que não se pode ter uma negativa como motivo para criticar todo um processo, que é auditado e fiscalizado por todos os órgãos.

 

"O que precisa ficar muito nítido sobre esse processo é que quando a gente prepara um edital, ele não é feito para beneficiar ou para excluir alguém. É para oferecer as condições democráticas que todos participem da mesma forma. Os critérios são técnicos, então, se alguém foi prejudicado por alguma coisa, não pode, com isso, achar que o instrumento não vale."

 

Foto: Fábio Meneses / Bahia Notícias

 

Monteiro reforçou que este e outros critérios de avaliação nos editais são formas de garantir a democracia e o acesso a todos as políticas públicas de incentivo a cultura no estado.

 

"A democracia é feita de uma forma que permite a participação equitativa, no caso, de todas as pessoas. E essa lei, esse critério, repito, desde 2011 é utilizado em todos os instrumentos, e nossos processos são auditados, acompanhados pela PGE, auditados pelo Ministério Público, pelos tribunais de conta, não temos nenhum problema com isso. Não se pode, porque um determinado grupo teve uma nota baixa num critério, achar que o critério está errado."

 

Por meio de nota, a Funceb também se pronunciou sobre o assunto e garantiu que o critério respeita os princípios da Lei Orgânica da Cultura e do Plano Estadual de Cultura.

 

"O quesito “harmonia com a política estadual de cultura”, que consta nos critérios de seleção do Edital Circula Cena, está presente nos certames do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e garante que sejam pontuados projetos que valorizam aspectos como diversidade étnica, de gênero e orientação sexual, acessibilidade e democratização de acesso. Esses e outros critérios são avaliados por banca especializada, previamente divulgada através do Diário Oficial do Estado, sendo oferecido a todos os proponentes prazos para contestações."

Secretário de Cultura celebra realização de eventos culturais patrocinados pelo CCBB em Salvador
Foto: Bianca Andrade / Bahia Notícias

A realização de novos eventos na cena cultural baiana pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), foi celebrado pelo secretário de cultura da Bahia, Bruno Monteiro, nesta sexta-feira (26). Isso porque, antes de ter o seu equipamento sede inaugurado na capital baiana, o centro tem promovido uma série de atividades culturais, a exemplo de  exposições, shows e espetáculos em pontos importantes da capital, como a exposição ‘Ancestral: Afro-América’, no MUNCAB, o concerto Gal80 com a Orquestra Sinfônica da Bahia, na Concha Acústica, e a estreia mundial do espetáculo ‘UM JULGAMENTO - depois do Inimigo do Povo’, com Wagner Moura, entre outras. 

 

Durante entrevista ao Bahia Notícias, no lançamento do Edital Ouro Negro, Bruno destacou a respeito do sucesso das iniciativas realizadas com a chegada do CCBB em Salvador, e do apoio do governo à cultura na cidade. 

 

“A chegada do CCBB para nós é motivo de muita satisfação. nós trabalhamos desde o início da nossa gestão, em 2023, uma determinação do governador Jerônimo Rodrigues, onde fizemos o contato com o Banco do Brasil e a partir de então construímos os caminhos para essa vinda. No dia de hoje, estamos passando a chave do Palácio da Aclamação para o Banco do Brasil. Depois de um processo que vem sendo construído com todos os itens burocráticos respeitados ao longo dos últimos anos e de uma conversa, uma construção muito coletiva. Mas antes disso mesmo, o CCBB já trouxe muitas atrações”, elencou o chefe da Secult-BA. 

 

O secretário ainda mencionou e observou a relevância dos eventos e patrocínios culturais promovidos pelo CCBB em Salvador. 

 

“Hoje, por exemplo, ele [o CCBB] patrocina o concerto da OSBA em homenagem aos 80 anos de Gal Costa. Como patrocinou já uma série de espetáculos, semana que vem nós teremos o retorno de Wagner Moura aos palcos, patrocinado pelo CCBB. Ontem uma exposição aberta no MUNCAB linda sobre ancestralidades. Tudo isso já é o braço forte do Estado, por meio do banco público, com seu papel social, dedicado à cultura, investindo aqui na cultura da Bahia, o que para nós é uma satisfação muito grande”, indicou Monteiro. 

 

Prevista para ser inaugurada no segundo semestre de 2026, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), será um dos novos equipamentos culturais de Salvador. O novo espaço ocupará o Palácio da Aclamação, um dos mais significativos museus-casas de Salvador e considerado um importante patrimônio histórico da Bahia.

 

O Bahia Notícias já tinha apurado que até a ocupação definitiva do Palácio da Aclamação, a capital contará com outros projetos culturais espalhados por equipamentos históricos da cidade. Com a inauguração do espaço físico, a tendência é centralizar essas atividades no edifício histórico.

Bruno Monteiro sai em defesa de Veko Araújo após fake news e ataques racistas em ato contra PEC da blindagem
Foto: Bianca Andrade / Bahia Notícias

O secretário de cultura do Estado, Bruno Monteiro, se posicionou sobre os ataques feitos ao artista Veko Araújo, conhecido como o “homem do sombreiro” do Cortejo Afro. Em entrevista ao Bahia Notícias, nesta sexta-feira (26), o titular da Secult-ba disse que a narrativa disseminada por apoiadores políticos da extrema-direita brasileira, foi criada a partir de fake news e de preconceitos. 

 

O secretário celebrou as manifestações contra a PEC da blindagem em Salvador e indicou que o membro do Cortejo Afro foi vítima de ataques racistas. 

 

“O que aconteceu no domingo em Salvador e em todo o Brasil, foi algo muito potente. Já gerou resultados, inclusive, concretos no Congresso com o fim definitivo da PEC da blindagem. A extrema-direita, obviamente, sentiu isso. Só que o problema é que eles fazem o enfrentamento, como sempre, a partir de fake news e a partir de preconceitos”, observou Monteiro durante o lançamento do edital Ouro Preto, no Pelourinho. 

 

Bruno destacou a relevância de Veko no ato e considerou ele como um patrimônio baiano, de suma importância para a cultura do estado. 

 

“Essa é uma tática que a extrema-direita usa no mundo todo. E o alvo dessa vez foi Véco Araújo, um artista querido, um patrimônio da Bahia, com uma representação sempre elegantemente sofisticada do cortejo afro, que quem é da Bahia sabe o que aquilo representa. Quem é de fora muitas vezes não sabe, mas o que eu acho condenável é o uso de fake news e de preconceitos para tentar atacar um artista e sobretudo para tentar macular uma manifestação democrática tão importante”, classificou o chefe da pasta. 

 

O posicionamento chega após apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, em vídeos publciados nas redes sociais, afirmarem que Veko estaria segurando o sombreiro, elemento de sua expressão artística, para proteger a cantora Daniela Mercury e o ator Wagner Moura do sol, no último domingo (21). 

 

Além do secretário, a cantora Daniela Mercury também se pronunciou sobre a polêmica envolvendo Veko Araújo, conhecido como o “homem do sombreiro” do Cortejo Afro. Em vídeo publicado nas redes sociais na noite desta quinta-feira (25), a artista explicou que a controvérsia foi criada pela extrema direita e reforçou a importância do artista para a cultura baiana.

 

“Estou aqui porque tenho acompanhado de perto a polêmica que a extrema direita criou em relação a Veko. Veko é patrimônio da Bahia, patrimônio do Bloco Cortejo Afro”, declarou Daniela.

Bruno Monteiro destaca fortalecimento das feiras literárias e expectativa para a Bienal  do Livro 2026
Foto: Laiane Apresentação / Bahia Notícias

O secretário Estadual de Cultura (Secult), Bruno Monteiro, afirmou que o governo do estado tem ampliado os investimentos no setor literário e destacou o papel das feiras realizadas em diferentes regiões da Bahia. A fala do titular da Secult foi realizada durante o lançamento da Bienal do Livro 2026, realizado na noite desta quinta-feira (18) no Centro de Convenções de Salvador.

 

Questionado pelo Bahia Notícias sobre a baixa participação de autores locais em alguns desses eventos, Monteiro explicou que a política da Bahia Literária busca atuar em diversas frentes, desde a formação de novos leitores até o incentivo ao mercado editorial. 

 

“Bahia Literária é uma política que pensa essa ação sob várias dimensões, desde a atração e formação de novos públicos leitores, até o desenvolvimento de toda a economia do livro, com a valorização dos autores e das editoras baianas, que têm um espaço crescente nas nossas feiras literárias e com certeza também aqui no espaço da Bienal”, disse. 

 

O secretário lembrou que a última edição da Bienal, em 2024, registrou a venda de 800 mil exemplares, número que deve ser superado em 2026 com a ampliação do evento. “Com a ampliação do investimento, do vale-livro e dos dias de realização da Bienal, temos uma expectativa ainda melhor. Para nós, a política só faz sentido se for completa, desde a atração e formação de novos públicos, especialmente nas escolas, até o incentivo para que esses estudantes também escrevam, seja romance, fanfic, quadrinhos ou história”, afirmou. 

 

Monteiro destacou ainda que o Estado busca fortalecer o mercado editorial baiano e reverter a ideia de que a população não tem interesse pela leitura.

 

“O que nós temos visto, seja na Feira Literária de Mucugê, na Flipelô, em Canudos ou em Boipeba, é que há público, há interesse, há desejo. O que nós precisamos enquanto Estado é criar mecanismos para que isso seja uma realidade acessível a todas as pessoas, e é isso que estamos fazendo”, concluiu.

Bruno Monteiro rebate críticas feitas a atuação na secretaria de cultura: "A democracia é ruidosa"
Foto: Victor Hernandes/ Bahia Notícias

O secretário de cultura do Estado, Bruno Monteiro, voltou a falar sobre as críticas feitas a ele nas últimas semanas pela gestão na pasta, entre eles, um manifesto assinado por artistas e produtores culturais.

 

Monteiro acredita que tem sido alvo de um movimento que tenta "antecipar a eleição" com o conflito entre agentes do governo.

 

Em entrevista nesta quarta-feira (3) durante a entrega da requalificação da Casa da Música e do Centro de Atividades (CAT) do Parque Metropolitano do Abaeté, o secretário afirmou que não vê problemas no debate.

 

"A cultura se desenvolve no ambiente democrático. E a democracia, ela é ruidosa, ela inquieta. Então nós que trabalhamos com cultura estamos muito acostumados com esse ambiente, da crítica, da proposição, da divergência, da convergência, e a gente constrói as políticas assim. Por exemplo, todo esse processo aqui no Abaeté, a reforma da Casa da Rússia, a construção da Casa das Guerreiras de Itapuã, tudo isso foi feito a partir de muito diálogo com a comunidade. Então isso faz parte da nossa vida. Nós lidamos muito bem com isso, porque entendemos que é só com esse diálogo e com essa construção que aquilo que a gente faz tem verdade, tem enraizamento e tem lastro social."

 

No entanto, o gestor da pasta criticou o comportamento dos veículos de comunicação. "Há veículos de comunicação que se prestam, infelizmente, a fazer um papel de conflito partidário, querendo antecipar a eleição. E aí, a eles nós temos que lidar com a verdade, com a informação correta, que é esse o nosso compromisso. O nosso trabalho é de valorização sempre da diversidade, da democracia e da identidade cultural da Bahia, e é nesse caminho que nós seguiremos".

VÍDEO: Bruno Monteiro rebate críticas após manifesto o chamar de “alienígena”
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O secretário de cultura do Estado, Bruno Monteiro, rebateu críticas sobre sua atuação na pasta, nesta quinta-feira (14), em Mucugê, no interior da Bahia. A fala se deu após artistas e produtores culturais produzirem um manifesto contra seu trabalho na secretaria.

 

Durante um evento de inauguração do Colégio Estadual de Tempo Integral de Mucugê, na Chapada Diamantina, o secretário afirmou que “levar feira literária” para cidades do interior e regiões indígenas e quilombolas “deve ser coisa de alienígena”, fazendo referência ao modo como foi chamado no manifesto. 

 

O grupo, composto por mais de 100 artistas e produtores culturais, chamou Bruno Monteiro de “alienígena que caiu de paraquedas no cargo” e lamentou a ausência de uma “dotação orçamentária própria e estruturada” no campo cultural. O manifesto reinvindicou ainda ações como a criação de políticas permanentes de fomento, inclusão de recursos próprios no orçamento estadual e a implementação do Plano Estadual de Cultura, aprovado em 2014. 

 

 

 

Em sua fala, Bruno Monteiro afirma que a opinião do manifesto foi propagada pelo “jornal da família dos nossos adversários”, em referência ao jornal Correio. Às vésperas de ano eleitoral, Monteiro afirmou que “para quem está acostumado com o privilégio lá na cidade de Salvador, de achar que a política pública da cultura deve ser restrita a dois ou três bairros ou acha que uma escola de qualidade dessas só pode ser para os filhos deles nos bairros ricos de Salvador, o que a gente faz deve ser coisa de alienígena mesmo”. 

 

O secretário garantiu ainda que continuará trabalhando com “determinação” em “todos os cantos da Bahia”. 
 

Artistas baianos assinam manifesto contra gestão de Bruno Monteiro na Secult: "Caiu de paraquedas"
Foto: Bianca Andrade/ Bahia Notícias

Um grupo com mais de 100 artistas e produtores culturais que atuam na Bahia assinaram um manifesto com críticas a atuação do secretário Bruno Monteiro, a frente da pasta da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), a quem chamam de "alienígena que caiu de paraquedas no cargo".

 

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De acordo com os artistas e produtores, a gestão cultural estaria subordinada a interesses partidários e segue dependendo quase que exclusivamente de recursos de leis emergenciais que foram desenvolvidas durante a pandemia.

 

“É lamentável que um estado como a Bahia - matriz da cultura brasileira, berço de uma das mais vigorosas expressões artísticas da América Latina - não disponha de dotação orçamentária própria e estruturada para seu campo cultural”, diz um trecho do texto.

 

Entre as reivindicações do grupo estão: a criação de políticas permanentes de fomento; inclusão de recursos próprios no orçamento estadual; realização periódica de editais; continuidade de projetos culturais; e a implementação do Plano Estadual de Cultura, aprovado em 2014.


• Adler Fernandes Da Paz
• Afa Neto
• Aicha Pinheiro Marques
• Albenísio Fonseca – Poeta / Compositor / Jornalista
• Albeniso José De Andrade Fonseca
• Almandrade – Artista Visual
• Ana Aragão
• Ana Paula Moura Da Fonseca
• Andressa Rodrigues – Montadora
• André Castro
• Aurélio Dos Santos Filho
• Bernard Attal – Cineasta / Produtor
• Bertrand Duarte – Ator / Produtor Cultural
• Carlei Gomes Daltro
• Célia Maria Baldas Mallett
• Celia Mares
• Chico Mazzoni
• Débora Medeiros
• Deli Abade De Oliveira Neto
• Demian Moreira Reis
• Dominique Silva Faislon
• Ducca Rios
• Eduardo Ayrosa – Produtor / Sound Designer
• Edyala Yglesias – Cineasta
• Eder Long
• Evelin Buchegger
• Fabiola Aquino Coelho
• Fernanda Silva Dos Santos
• Francisca Alice Carelli
• Gabriel Lake
• Gabriel Silva Lake
• Gilberto Almeida Filho
• Gilberto Lopes Reis
• Giltanei Amorim
• Guache Marques – Artista Visual
• Hildebrando Rodrigues
• Iara Normando Tude
• Irema Santos Silva
• Isa Maria Faria Trigo
• Isaac Donato – Cineasta
• Jessica Menezes De Oliveira
• Joel De Almeida – Cineasta
• Joelma Neves Evangelista
• Johny Guimarães Da Silva
• Jonathan Monteiro Bernardo
• João Matos
• João Perene
• João Pinheiro De Matos
• Julio Góes – Ator / Cineasta
• Julia Ferreira
• Kaika Alves
• Luca V V Domingues
• Luiz Alberto Ribeiro Freire
• Luis Parras – Diretor De Arte
• Manoel Messias Oliveira Silva
• Manoel Passos Rocha Pereira
• Marcello Benedictis – Produtor / Técnico De Som
• Marcello Benedictis De Campos Neto
• Maria Dolores Bastos Laborda
• Mirella Matos Sales
• Monica Millet
• Monica Monteiro Almeida
• Nadir Oliveira Galrão Leite
• Nenno Pena
• Nislene Nascimento De Brito
• Og Cerqueira
• Orlando Sacramento Valle
• Pedro Cesar Dorea Luz
• Pedro Semanovsky – Diretor De Fotografia
• Plínio Alves Da Silva Dos Santos
• Priscilla Andreata
• Raimundo Bujão – Produtor Cultural
• Raimundo Laranjeira – Artista Visual
• Rita Assemany
• Rita Celeste Neres De Azevedo
• Roberto Torres – Escritor / Roteirista
• Rosalia Junqueira Aguiar Rodrigues
• Sergio Almeida
• Susan Kalk – Roteirista E Diretora
• Thais Brito
• Tiago Britto
• Tuzé De Abreu – Cantor / Compositor
• Valney José Silva Dos Santos
• Vinícius Rodrigues ACAMB
• Yulocezzar (Alberico Mandarino Barreto)
• José Carlos Torres – Diretor De Fotografia
• José Mendes Dos Santos Júnior
• José Umberto Dias – Cineasta
• José Walter Lima – Cineasta E Artista Visual
• José Wanderley Meira Filho

Na Antena 1, Bruno Monteiro diz que enxerga Bahia como sede de grandes eventos internacionais: "Tem condições, tem expertise"
Foto: Antena 1

A Bahia poderia ser palco para Lady Gaga e Madonna, como aconteceu no Rio de Janeiro? Para o secretário de cultura do estado, Bruno Monteiro, a Bahia tem capacidade de receber um evento de tamanha magnitude, como aconteceu no último final de semana no sudeste.

 

Em entrevista à Antena 1 no Bahia Notícias no Ar, o gestor afirmou que enxerga o estado com potencial de sediar grandes shows internacionais, porém, a estão não depende apenas do poder público, e sim, do setor privado.

 

"Eu fui procurado pela imprensa nesse final de semana, pós-show de Lady Gaga, fui consultado assim, a Bahia, Salvador, teria condições de receber um evento dessa magnitude? Senão, só teria, como recebe, como realiza o maior evento de rua do mundo, que é o Carnaval, portanto, tem condições, tem expertise, tem, sabe, tem o jeito de fazer. Claro, isso não depende só do poder público. Atrair grandes eventos como esse depende sempre de uma conciliação com o setor privado, com os produtores, tudo isso é levado em conta."

 

Para Monteiro, é nítido que a iniciativa privada ainda não prioriza o Nordeste quando se pensa em projetos grandiosos, mesmo com a mudança no cenário nos últimos anos.

 

"Hoje já melhorou muito, mas eu que já trabalhei muito, por exemplo, no Rio de Janeiro, eixo Rio-São Paulo, a gente vê como é diferente, por exemplo, os investimentos e o desejo de investimento nesses lugares. A gente sabe que ainda tem uma cultura a ser construída para se atrair mais investimentos para os nossos grandes festejos. Já está muito melhor, mas ainda tem muita coisa para melhorar."

Secretário de cultura Bruno Monteiro viraliza ao surgir dançando Ivete Sangalo em ensaio pré-Micareta de Feira
Foto: Kaio Vinicius/ Acorda Cidade

Os secretários de cultura de Feira de Santana e do Estado da Bahia, Cristiano Lôbo e Bruno Monteiro, viralizaram nas redes sociais ao surgirem em uma aula de dança em uma espécie de "esquenta" para a Micareta de Feira.

 

No vídeo divulgado pelo site Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, os gestores aparecem em uma aula do professor e coreógrafo Luciano Mello ao som da música 'O Verão Bateu em Minha Porta', de Ivete Sangalo, que ganhou o título de música do Carnaval de 2025.

 

 
 
 
 
 

 

A menos de uma semana para o início do evento, que movimenta a Princesinha do Sertão, os gestores da pasta se encontraram para definir os detalhes da colaboração entre o Governo do Estado e a Prefeitura da cidade para a edição de 2025.

 

"O Governo do Estado chega com uma série de ações, de serviços, tanto na cultura, como na segurança pública, na saúde, em toda a área da proteção de direitos. Mas conforme combinado entre o governador e o prefeito tudo feito de forma cooperada. O nosso objetivo é fortalecer", informou.

 

A programação tem início no dia 30 de abril com show de BaianaSystem e Rachel Reis, na Praça Padre Ovídio (Praça da Matriz). Já no circuito Maneca Ferreira, na avenida Presidente Dutra, o desfile tem início no dia 1º de maio com Bell Marques, Psirico, Durval Lelys, Mari Fernandez e mais.

 

 

Bruno Monteiro defende Olodum após Saltur apontar atraso na Barra: "É preciso respeitar história dos blocos afro"
Foto: Bahia Notícias

O secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, saiu em defesa bloco Olodum nesta segunda-feira (3), após críticas sobre supostos atrasos no desfile de domingo (2). Nesta manhã, o presidente da Saltur, Isaac Edington, apontou o grupo como o responsável pelos atrasos no circuito Dodô (Barra-Ondina), que fizeram Bell Marques ficar quase uma hora parado em frente ao Farol da Barra.

 

Em nota, o Olodum informou que cumpriu rigorosamente o horário estabelecido pela prefeitura para o desfile e que não houve, ao longo do trajeto, nenhuma intercorrência que justificasse a responsabilização do bloco por uma suposta desorganização do desfile. 

 

Segundo o secretário Bruno Monteiro, a declaração "demonstra desrespeito ao Olodum e aos blocos afro". Ele disse acreditar nos relatos das pessoas que desfilaram e no compromisso da diretoria do bloco para o andamento da festa.

 

"Acho curioso que quando algum bloco privado apresenta problema no transcorrer do desfile, quase nunca seu nome ou do respectivo artista é citado. O Olodum precisa ser respeitado", acusou. 

 

O secretário sugeriu ainda que a declaração pode representar "uma tentativa de retirar blocos afro do circuito Barra-Ondina". "É preciso respeitar a história dos blocos afro. Eles são fundamentais para a nossa cultura e têm o direito de se apresentar em todos os circuitos. Eles são a identidade do nosso Carnaval", completou.

Ilê Aiyê e a luta por espaço: Secretário de Cultura comenta desafios dos blocos afro no Carnaval
Fotos: Victor Hernandes/Bahia Notícias

Neste domingo (2) de Carnaval, o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, abordou os desafios enfrentados pelos blocos afro para expandirem sua atuação para além de Salvador. A declaração foi dada no Camarote Brahma, no Circuito Dodô (Barra-Ondina), em resposta à fala de Antônio Carlos dos Santos, o Vovô do Ilê, presidente e fundador do Ilê Aiyê. 

 

No último sábado (1º), Vovô do Ilê destacou as dificuldades em levar a cultura afro-baiana para outros municípios, mencionando a falta de interesse das prefeituras em firmar parcerias com os blocos.

 

“As prefeituras não querem contratar, não querem fazer parcerias. Até pra contribuição da economia, porque quando você contrata um artista baiano, o dinheiro fica aqui. Se você contrata o pessoal de Goiás, de São Paulo, vai tudo pra lá. Hoje a gente tem essa cultura de outros ritmos que não a música negra”, lamentou Vovô na oportunidade.

 

Bruno Monteiro reconheceu a necessidade de maior visibilidade e financiamento para os blocos afro, ressaltando que a maioria dessas manifestações culturais sobrevive exclusivamente com o apoio do governo, sem incentivos de bancos ou grandes marcas privadas.

 

“Se não é o governo, se não é o Ouro Negro, quase a totalidade dos blocos afro não conta com nenhum apoio. Não tem apoio de banco, não tem apoio de cerveja, não tem apoio de marca privada. E são manifestações que têm a identidade da nossa cultura. Trazem uma história muito importante que dá sentido a tudo que é produzido. Nós estamos aqui comemorando os 40 anos do Axé Music. Não haveria Axé Music se não houvesse os blocos afro, os afoxés”, declarou o secretário em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Monteiro também destacou o esforço do governo em ampliar os mecanismos de apoio, citando programas que possibilitam a divulgação da cultura afro-baiana fora do Brasil. “O Ilê Aiyê, por exemplo, ano passado esteve na Europa, apoiado pelo Governo do Estado, divulgando na sua turnê de 50 anos, assim como o Olodum já teve em outros momentos. Isso é importante porque a gente promove uma articulação dessa arte que é produzida na Bahia”.

 

Além do financiamento, o secretário reforçou a necessidade de ampliar a visibilidade dos blocos afro nos circuitos do Carnaval, ressaltando que seus desfiles evoluem a cada ano e precisam ser reconhecidos como parte fundamental da festa. 

 

“Há também uma necessidade de nós dialogarmos mais sobre a comunicação, que uma visibilidade sobre os desfiles dos blocos afro também, quando eles estão passando, são desfiles que cada vez se aprimoram mais, se enriquecem mais e que merecem ter visibilidade como todos os outros. Eu tenho certeza que isso vai gerar também maior interesse nessas manifestações que são tão caras e tão importantes à Bahia”.

Bruno Monteiro avalia carnaval de Salvador deste ano: “Quando tudo anda bem, a cultura impera"
Foto: Fábio Menezes / Bahia Notícias

O secretário de Cultura da Bahia (Secult-BA), Bruno Monteiro, falou da riqueza e diversidade cultural do carnaval de Salvador, em entrevista coletiva realizada neste domingo (2), no bairro do Campo Grande, na capital baiana. 

 

“Estamos celebrando um carnaval da diversidade cultural com uma presença forte do Axé Music, o nosso grande homenageado que faz 40 anos. Há a presença rica dos blocos Afros, que representam a nossa identidade. Neste ano, aumentamos o número de pessoas nas ruas e diminuímos os casos de violência” disse o gestor da pasta. 

 

“Quando tudo anda bem, a cultura impera como a marca da festa, seja nos circuitos ou nos bairros. Hoje [domingo (2)] teremos uma noite especial com a transmissão do Oscar, a partir das 22h, no Pelourinho. O carnaval está sendo marcado pelas manifestações culturais, que ocupam as ruas baianas cada vez mais de forma livre e democrática”, completou.

Para Bruno Monteiro, maior público de blocos afro ajuda a equilibrar circuitos ao atrair foliões para o Campo Grande
Foto: Fábio Meneses / Bahia Notícias

O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, comemorou neste sábado (1) o balanço dos três primeiros dias de Carnaval oficial de Salvador, com o registro de aumento de público e baixos índices de violência. Para ele, que esteve presente na saída do Ilê Aiyê no Curuzu, uma das notícias positivas é o maior público no Campo Grande, incentivado inclusive pela força dos blocos afro.

 

"A gente tem nos últimos anos incentivado a melhor distribuição das atrações entre os circuitos. Mas há também a valorização do Ouro Negro, com os blocos afro. A maioria se apresenta no circuito Osmar, no Campo Grande, e também tem atraído um maior público. "Eu fico feliz porque o Campo Grande é um circuito tradicional do Carnaval e há alguns anos ele estava praticamente esquecido, que bom que o público está respondendo", avaliou Monteiro.


Segundo o gestor, os dados sobre Segurança Pública na folia deste ano "são muito animadores". "Nós vimos uma redução de todos os índices ligados à violência, o que mostra também o quanto esse trabalho articulado que o governo realiza, e que vem se aprimorando a cada ano, vem dando resultado. Então nós temos mais pessoas nas ruas, e ao mesmo tempo índices mais tranquilos", comemorou.

 

"Quando a gente vê as notícias positivas sobre o Carnaval, significa que a cultura está imperando, reunindo as pessoas, dando a oportunidade dessa celebração em torno da Axé Music, e também com a força dos blocos afro, como a gente tem hoje o Ilê", concluiu.

Larissa Luz, Afrocidade e Sarajane: Jerônimo Rodrigues anuncia 2° parte da programação estadual do Carnaval
Foto: Reprodução / Redes sociais

O governador Jerônimo Rodrigues anunciou, nesta segunda (17), parte da programação do Pelourinho no Carnaval de Salvador 2025, incluindo o palco especial de 40 Anos do Axé. Ao lado do secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, o governador destacou a participação de nomes como Sarajane, Marcia Freire e Larissa Luz. 

 

 

Além das “matriacas” do Axé, o palco deve contar com Carla Visi, Filhos de Jorge e Ana Mametto. Além do palco, Bruno Monteiro detalhou ainda algumas das atrações a compor os palcos do Pelourinho na folia do Centro Histórico. Irão se apresentar em Salvador: Lazzo Matumbi, Adão Negro, Afrocidade, Tereza Cristina, Rachel Reis, ATTOXXÁ, Os Garotin, Jerônimo, Ayla Menezes e Gabriel Mercury. 

 

Foi anunciado ainda, pelo governador durante o seu podcast, o Projeto A Praça do Fervo Elétrico, em homenagem ao músico Carlos Pitta, falecido em janeiro deste ano. O projeto deve ser detalhados nos próximos programas. Com relação às pipocas, nos circuitos Dodó (Barra-Ondina) e Osmar (Campo Grande), foram anunciadas: Baiana System, Leo Santana, Daniela Mercury, Luiz Caldas, Jau, Timbalada, Durval Lelys, Cheiro de Amor, Tonho Matéria, Ludmilla e Carlinhos Brown - este último comandando seu tradicional Arrastão.

Bruno Monteiro detalha ações de Saúde para o Carnaval 2025
Foto: Ana Clara Pires / Bahia Notícias

O titular da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), Bruno Monteiro, anunciou as ações estaduais voltadas para a Saúde no Carnaval de Salvador. O detalhamento das ações foi divulgado durante evento, nesta sexta-feira (14). Entre as ações, o gestor anunciou plantões 24h em todas as unidades estaduais e distribuição de mais de 1 milhão de preservativos. 

 

“A parte da saúde tem os plantões 24 horas nos hospitais e unidades de urgência e emergência para dar atenção às pessoas que precisarem, sofrerem algum acidente, precisarem de algum atendimento, todo esse reforço também nos estoques de medicamento’, sucinta. Ele cita ainda ações do Hemoba e até mesmo Defesa Civil.

 

“O Hemoba vai estar em locais de grande circulação. Um milhão de preservativos distribuídos para que as pessoas curtam com proteção, mas também os postos de testagem para ISTs nos circuitos e capacidade de atendimento em casos de desastres, emergências com múltiplas vítimas”, disse. 

O titular da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), Bruno Monteiro, anunciou as ações estaduais voltadas para a Saúde no Carnaval de Salvador. O detalhamento das ações foi divulgado durante evento, nesta sexta-feira (14). Entre as ações, o gestor anunciou plantões 24h em todas as unidades estaduais e distribuição de mais de 1 milhão de preservativos. 

 

“A parte da saúde tem os plantões 24 horas nos hospitais e unidades de urgência e emergência para dar atenção às pessoas que precisarem, sofrerem algum acidente, precisarem de algum atendimento, todo esse reforço também nos estoques de medicamento’, sucinta. Ele cita ainda ações do Hemoba e até mesmo Defesa Civil.

 

“O Hemoba vai estar em locais de grande circulação. Um milhão de preservativos distribuídos para que as pessoas curtam com proteção, mas também os postos de testagem para ISTs nos circuitos e capacidade de atendimento em casos de desastres, emergências com múltiplas vítimas”, disse. 

Com incerteza de nome na Secom da Bahia, cotados têm projetos pendentes e são citados para atuação em Brasília; entenda
Governador Jerônimo e o ex-secretário André Cuvello | Foto: Divulgação

A saída de André Cuvello da Secretaria de Comunicação do governo de Jerônimo Rodrigues (PT), no final de 2024, deixou uma lacuna na gestão estadual. Pouco mais de três meses depois da mudança, o governo parece começar a se movimentar para encontrar um substituto ao interino no posto, Luciano Suede, então chefe de gabinete da pasta. Dois nomes têm sido ventilados. 

 

Em apuração feita pelo Bahia Notícias com integrantes da cúpula governista, o tema voltou a ser debatido, já que o governador busca “deixar a gestão pronta” para dar continuidade ao processo de reeleição, em 2026. Com isso, os nomes do secretário de Cultura, Bruno Monteiro, e o do diretor do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), Flávio Gonçalves, estão no radar, porém com projetos pendentes e futuros no horizonte. 

 

O mais mencionado, Bruno Monteiro, atua no setor cultural e chegou a “disputar” a nomeação para a Secom baiana, ainda em 2022, quando da vitória de Jerônimo Rodrigues ao governo. Jornalista de formação e com forte ligação a área da cultura, Bruno possui algumas pendências e projetos futuros na atual pasta. Para além da entrega do Carnaval deste ano, o pacote de eventos do estado é variado e também comandado por Bruno. Além disso, outro ponto é a entrega da revitalização do Teatro Castro Alves, movimento que Bruno “colocou embaixo do braço” e trava um forte debate para o projeto avançar. 

 

Interlocutores da gestão apontaram que Bruno Monteiro não sairia da Cultura, justamente, por conta da “paternidade” da entrega do TCA. Bruno também conseguiu se manter na pasta após dois anos de algumas críticas sobre sua atuação, conseguindo “apaziguar” o setor após algumas mudanças na pasta e em órgãos vinculados. A “paz na Cultura” seria um dos motivos mencionados para a continuidade de Monteiro. 

 

O outro nome que tem sido ventilado, Flávio Gonçalves, pode ter voos para fora da Bahia. Flávio é jornalista e mestre em Políticas de Comunicação e Cultura, além de ser funcionário de carreira da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O órgão vinculado a Secom Nacional, atualmente comandada pelo baiano Sidônio Palmeira, pode ser o local a abrigar Flávio. As lideranças procuradas pela reportagem falaram que o nome do diretor tem sido apontado como possível nome na alteração do comando da EBC, até maio. 

 

Atualmente, a EBC é presidida por Jean Lima, nomeado em dezembro de 2023 por indicação de Paulo Pimenta, ex-ministro da Secom. O prazo para a troca na Secom Bahia pode ser justamente o motivo para que, lentamente, Flávio permaneça no Irdeb até uma definição na seara federal. Elogiado por Jerônimo, Gonçalves assumiu o Irdeb em janeiro de 2016 e, nesse período, contribuiu para ampliar os conteúdos e a audiência da TVE e da Rádio Educadora FM com uma programação diversa. 

 

Uma estratégia de colocar outro nome de fora da Bahia para o posto foi cogitada por aliados do governador, porém teria sido neutralizada por alguns setores da gestão. Com isso, a apreciação de “forasteiros” teria sido excluída como hipótese para ocupar a cadeira deixada por André Curvello. Com a proximidade do Carnaval, a troca deve ser debatida com maior intensidade até o final do período, tendo como foco do governador Jerônimo encontrar um nome com perfil para assumir o posto no estado. 

Governo terá projeto para resgatar as origens do Axé na avenida, afirma Bruno Monteiro sobre Carnaval de 2025
Bruno Monteiro

Os 40 anos do movimento Axé Music serão celebrados e sua totalidade pelo Governo do Estado. Para o Carnaval de 2025, o secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, revelou que está sendo preparado um projeto de resgate das origens para a avenida durante o período da folia.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias nesta quinta-feira (16), durante a Lavagem do Bonfim, o responsável pela pasta exaltou a importância de reviver a história nos principais circuitos da festa.

 

"O governo está preparando um projeto para trazer as origens de volta para as avenidas. Com certeza é um ano muito importante de celebração de uma marca da cultura baiana, daquilo que a Bahia produz de melhor, que é a Axé Music, e representa até hoje para a estética, para a formação do nosso Carnaval. E esse resgate é valorizando justamente essa história", afirmou.

 

Para o responsável pela pasta, a ideia para 2025, além de levar os grandes nomes do movimento para a avenida, é promover um balanceamento entre os circuitos para não ocorrer superlotação como em 2024. "Nós vamos seguir valorizando as atrações no Campo Grande".

 

Na última semana, o governo lançou o projeto 'Verão Axé 40', para promover a cultura baiana durante a alta temproada. Segundo Monteiro, a ideia era dar espaço para os artistas do movimento axé, desde os grandes até os que não estão na mídia com frequência.

 

A programação que acontece no Pelourinho conta com os ensaios de verão, aulões de dança e programação infantil. “O Pelourinho é um lugar onde a nossa cultura não só tem um palco de apresentação, mas tem também tem a possibilidade de as pessoas viverem com a identidade daquele lugar. O que se faz no Pelourinho é cercado de história”.

Bruno Monteiro ressalta “prioridade aos artistas baianos” nas comemorações dos 40 anos da Axé Music no Carnaval
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

 

O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, falou nesta sexta-feira (10), sobre o lançamento do projeto em comemoração aos 40 anos do Axé, o “Verão Axé 40", projeto cultural do Governo do Estado para promover a cultura baiana durante a alta temporada. Em entrevista coletiva, o secretário afirmou que: 

 

“Nós queremos no nosso Carnaval também valorizarmos a Axé Music, desde os grandes artistas até os pequenos, aqueles que fizeram muito sucesso e que hoje também, às vezes, não estão tão na mídia, mas fazem parte dessa história. Seja cantores, cantoras, compositores, pessoas que deram a sua contribuição para essa história e a gente vê nesse movimento, um movimento muito bonito”, afirma.

 

“Tudo isso vai ter espaço na nossa programação, não só no verão, mas também no carnaval, valorizando sempre com prioridade os artistas, as artistas da Bahia”, completa. 

 

Especialmente sobre o Carnaval, o gestor cultural afirmou que o balanceamento entre os circuitos Dodô (na Barra) e Osmar (Campo Grande), assim como o Batatinha (Pelourinho), deve ser um case do Carnaval da Bahia. Ele afirmou ainda que o planejamento não leva em conta a criação do quarto circuito da Boca do Rio. 

 

“Sobre a questão dos circuitos, nós já no ano passado tivemos um cuidado de ter mais atrações no circuito do Campo Grande, que é o circuito Osmar, entendendo que a Barra estava já sobrecarregada e nós precisávamos trazer um público de volta para o Campo Grande. Isso tem sido uma tônica do nosso trabalho, nós vamos seguir valorizando as atrações no Campo Grande, mas eu não sei ainda te dizer porque isso [a criação de um novo circuito] ainda está em desenho”, explica Monteiro.

 

“Nós hoje apresentamos o verão e nas próximas semanas apresentaremos o Carnaval como um todo, como será essa distribuição entre Barra, Pelourinho e o Campo Grande”, detalhou o secretário.

Bruno Monteiro comenta sobre possibilidade do Governo do Estado continuar apoiando o Pôr do Som: “Sempre prontos ao diálogo”
Foto: Thiago Tolentino / Bahia Notícias

Nesta quarta-feira (1º), o Farol da Barra, em Salvador, será palco de mais uma edição do tradicional projeto Pôr do Som da Bahia, liderado pela cantora Daniela Mercury. O evento, que marca o início de 2025, celebra 25 anos de existência, os 40 anos da axé music e os 40 anos de carreira da anfitriã. Além dela, o público poderá conferir participações de diversos convidados, incluindo Gabriel Mercury, filho da artista; Carlinhos Brown, Banda Mel, Márcia Freire, Banda Didá, Rachel Reis.

 

Em coletiva realizada antes do início da festa, o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, destacou a importância do evento para a economia do estado e para a valorização da cultura local. “A Bahia vive um momento extraordinário do ponto de vista do turismo, da economia criativa valorizada como um todo. Nós sabemos o quanto o verão é um momento importante para a economia do nosso estado, especialmente em torno de toda a cadeia do turismo. E a cultura contribui muito com isso. E não só para os turistas que vêm nos visitar, mas também para a população baiana, para a população da cidade de Salvador, que tem na cultura uma forma de valorização”, avaliou.

 

O secretário destacou ainda o esforço para viabilizar o evento, que enfrentou incertezas até ser confirmado. “Esse projeto que Daniela Mercury iniciou há 25 anos, aqui neste Farol da Barra, de celebrar o novo ano com música, com convidados, com momentos de alegria, enfim, dessa união que a cultura pode promover, não poderia ficar de fora. Então, a responsabilidade do Governo do Estado nesse momento foi honrar uma tradição da Bahia”, explicou Monteiro.

 

Quando questionado sobre a continuidade do apoio governamental ao evento nos próximos anos, o secretário se mostrou otimista. “Nós vamos estar sempre prontos ao diálogo para a valorização da nossa cultura. Toda a Bahia, os grandes eventos em Salvador, o Carnaval, o São João, todo fomento de uma rede de iniciativas culturais que tem acontecido, então nós estamos sempre abertos ao diálogo, entendendo que esses momentos são momentos de fortalecimento da nossa cultura, da geração de emprego, de renda, que gera a cultura, que gera o turismo. Então, com certeza, nós enxergamos, o governador Jerônimo Rodrigues enxerga a cultura como um vetor essencial para o desenvolvimento do Estado, e é por isso que nós temos investimentos tão concretos”, declarou.

Bruno Monteiro faz balanço da obra de requalificação do TCA e afirma que será “teatro mais moderno do Brasil”
Foto: Divulgação

O secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, anuncia que a maior parte da obra de requalificação do Teatro Castro Alves (TCA) deve ser concluída em 2025, com entrega do equipamento para 2026. Fechado desde janeiro de 2023, após um incêndio que atingiu o telhado do edifício, o Complexo Teatro Castro Alves é um dos mais tradicionais espaços culturais da capital baiana e, com a obra, promete se tornar referência na América Latina. 

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o representante da Secult-BA conta que, durante o ano de 2024, a principal demanda da obra foi o processo de demolição e desmontagem da estrutura do Teatro. 

 

“Nós concluímos todo o processo de demolições internas, que é a desmobilização, a desmontagem de todas as estruturas divisórias, toda a área administrativa. Na sala principal, por exemplo, foram removidas todas as poltronas, os carpetes, todos os revestimentos acústicos, as laterais, e todo esse material foi devidamente selecionado e armazenado para ser reaproveitado”, destaca Monteiro. O gestor reitera ainda que “tudo aquilo que pode, será reaproveitado, porque esse é um conceito dessa obra também: o reuso do material”.

 

Monteiro afirma ainda que, mesmo em meio às obras, parte da estrutura do Complexo seguiu atendendo a demanda artística da capital, a exemplo da Concha Acústica, a Sala do Coro e o Centro Técnico, espaço de referência em montagem e apoio técnico de apresentações. “A Concha e a Sala do Coro seguiram funcionando e nós tivemos a montagem, a mobilização das estruturas provisórias, tanto da área administrativa quanto do nosso Centro Técnico, que não deixaram de funcionar. O centro técnico seguiu atendendo a cadeia produtiva do teatro baiano, por exemplo, o Torto Arado Musical, teve ensaios no nosso Centro Técnico e o cenário, a montagem também passou por lá”, explica. 

 

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Para o próximo ano, a parte principal da obra será concretizada, com a substituição de todo o telhado deteriorado do Complexo. “Agora a gente vem para 2025 com muita expectativa, que é o ano do pico da obra, é o ano em que 70% da etapa da construção civil acontecerá, incluindo a substituição de toda a cobertura, todo o telhado, são quase 5 mil metros de cobertura, toda essa substituição será feita agora nesse ano de 2025”, revela. 

 

Bruno Monteiro conta ainda que essa etapa do processo passa por uma rotina de monitoramento semanal, envolvendo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), além da própria Secult. O gestor da pasta ressalta ainda que a participação e acompanhamento do público, fundamental para o processo de colaboração e transparência da obra, também será iniciada em 2025. 

 

“Teremos também o início do processo de acompanhamento público e as rodadas de diálogo, de diálogo qualificado sobre a intervenção nesse ícone da arquitetura moderna, que merece ser acompanhado, ser estudado para que isso também fique na história. Fique registrado na história como o TCA já está registrado na história da cultura brasileira”, afirma. 

 

“Estamos aí trabalhando e, com certeza, 2025 vai ser um ano muito determinante dessa obra, para que nós, em 2026, tenhamos o teatro mais moderno do Brasil”, conclui.

IGHB aciona MP-BA e acusa governo do estado de abuso de poder após corte nas verbas
Foto: Divulgação

O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB) acusou o secretário estadual de Cultura (Secult), Bruno Monteiro, de improbidade administrativa em denúncia realizada no Ministério Público da Bahia (MP-BA). A acusação ocorre após a pasta retirar o IGHB do edital do Fundo de Cultura da Bahia neste ano. A instituição afirma que a verba advinda do edital correspondia a 85% da receita total.

 

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Um dos advogados que representa a instituição, Ricardo Nogueira, levou a denúncia ao MP-BA que Bruno Monteiro teria cometido “abuso de poder” e que o secretário “extrapolou os limites” da discricionariedade na distribuição dos recursos públicos.

 

“A denúncia apresentada aponta que a suspensão dos recursos configura abuso de poder e desvio de finalidade, ferindo os princípios constitucionais da administração pública, como legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, na aplicação dos recursos públicos”, disse a denúncia.

 

Segundo o IGHB, o instituto foi desclassificado do Fundo Cultural, ficando como suplente, como uma forma de “retaliação” devido a uma palestra promovida pela entidade com o ex-chanceler de Jair Bolsonaro (PL), Ernesto Araújo.

 

“A perseguição ideológica tem sido muito criticada pela sociedade civil por ser o IGHB uma entidade cultural apartidária, que recebe palestrantes de todas as visões, sobre assuntos dos mais diversos, além de ter completa autonomia didático-científica, de acordo com a legislação vigente”, afirmou.

Secretário de Cultura enaltece criação de empresa audiovisual baiana: "Inclusão e geração de emprego"
Foto: Eduarda Pinto

Em solenidade realizada na manhã desta terça-feira (8), no Centro de Operações e Inteligência, localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, foi apresentado o Projeto de Lei para a criação da Bahia Filmes, empresa audiovisual do estado.

 

No ato estavam presentes, além do mandatário estadual, a ministra da Cultura Margareth Menezes e o secretário de Cultura Bruno Monteiro que comentou sobre a importância do empreendimento cultural no estado.

 

“Na primeira metade da nossa gestão, já estamos cumprindo o compromisso assumido e enviando esse projeto para a AL-BA, que é um passo fundamental para o desenvolvimento do estado e para a cultura. Não estamos sendo somente o primeiro estado do país a criar uma empresa audiovisual, a Bahia se coloca em uma posição estratégica no projeto de desenvolvimento do estado: com inclusão e geração de emprego,” explicou o gestor.

 

Bruno falou, também, sobre qual será o papel da nova empresa. “A Bahia Filmes vai prestar serviços ao setor público e também ao privado. A atuação da Bahia Filmes se espraiará por todas as áreas da cadeia, a partir da captação de recursos externos e fazendo a distribuição de filmes em salas de cinema, canais de streaming, bem como a operação nas salas públicas e a atração de filmagens produtora de fora do estado,” revelou.

 

“Um dado é muito interessante: entre os anos de 2015 e 2021 sem uma empresa fazendo este trabalho, os produtores baianos acessaram a 160 milhões para investimento em produção audiovisual, o que mostra o engajamento que há nesse setor,” e acrescentou o gestor: “E agora com a Bahia Filmes vamos ter um novo momento dessa política cultural.”

 

Ele também analisou a possibilidade viável do estado aproveitar o investimento federal no setor cultural. “A ministra Margareth anunciou o retorno das linhas de arranjo regionais do fundo setorial audiovisual, com um aporte de 1,2 bilhão de reais até o ano que vem. Nós estamos na disputa por esses recursos federais com todo o potencial que o audiovisual baiano tem”, frisou Bruno.

Bruno Monteiro cobra cobertura do desfile de blocos afro na TV: "Quando vai passar, vão para o intervalo"
Foto: Bianca Andrade/ Bahia Notícias

O secretário de cultura da Bahia, Bruno Monteiro, pontuou uma das principais reivindicações dos blocos afro que desfilam no Carnaval de Salvador, durante o lançamento do Edital Ouro Negro, que aconteceu nesta quarta-feira (2).

 

Segundo Monteiro, uma das principais queixas das entidades é a falta de espaço e de visibilidade devido aos horários do desfile na folia e da ausência de cobertura por parte da imprensa. 

 

O secretário afirma que a questão dos horários não é algo que compete do Governo, quem é responsável pela organização dos blocos na rua é o Conselho Municipal do Carnaval (Comcar), mas a discussão com o órgão já vem acontecendo.

 

"Nós temos dialogado com o Comcar (Conselho Municipal do Carnaval) alternativas para o Carnaval como um todo, nós temos feito essa provocação. O Governo do Estado compreende sua responsabilidade, mas ao mesmo tempo compreende que é essencial para a realização do Carnaval Nós queremos sempre ser ouvidos e participarmos do diálogo. Esse diálogo precisa abarcar o conjunto da sociedade que faz e que vive o Carnaval", afirmou.

 

Para Bruno, não se trata apenas do momento em que um bloco sai na rua. "Queremos chamar também os veículos de comunicação para que tenha o olhar para o desfile dos blocos afro, porque não é só a questão de horário. A gente já cansou de ver passar uma grande atração, que é televisionada e depois quando vai passar o bloco afro, vai para o intervalo comercial. Nós precisamos de uma discussão que envolva, de fato, a sociedade".

 

A queixa já havia sido feita pelo secretário em entrevista ao Bahia Notícias no início do ano. Para a deputada estadual e presidente da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Olívia Santana, é necessário um olhar mais atencioso para a demanda.

 

"Hoje as redes sociais dão uma contribuição importante, cada um com o seu Instagram, fazendo a sua divulgação, mas não substitui o impacto de uma mídia tradicional, a TV aberta, que é parte da cultura do nosso povo e fica o dia toda na casa das pessoas. É importante, não só trabalhar essa questão dos horários e talvez modificar a ordem na fila, mas cobrar da mídia essa cobertura."

Justiça suspende show de Kannário em Feira após pedido de coligação de Zé Ronaldo; secretário diz que estado vai recorrer
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Uma liminar proibiu um show do cantor Igor Kannário, programado para a tarde deste sábado (28) em Feira de Santana. A apresentação ocorreria dentro da 1ª Edição do Circuito Cultural Feira EnCena, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado. A ação foi ajuizada pelo PL, partido que integra a coligação que apoia o ex-prefeito José Ronaldo (União).

 

Em vídeo nas redes sociais, o secretário de cultura do estado, Bruno Monteiro, lamentou a decisão e disse que o governo já recorreu da sentença. “Compartilho com vocês o que estamos vivendo em Feira de Santana: uma decisão judicial que impede que a população tenha acesso à cultura, suspendendo o #FeiraEnCena. Mas estamos recorrendo e aguardando que a Justiça garanta o Direito à fruição cultural da população de Feira de Santana”, disse Monteiro.

 

Aberta na noite desta sexta-feira (27), a atividade cultural, estava programa para até este domingo (29), conta com uma agenda com 40 apresentações artísticas, incluindo espetáculos de estudantes de escolas públicas e do próprio Kannário. 

Câmara de Feira de Santana aprova título de Cidadão Feirense e Comenda Maria Quitéria a Bruno Monteiro
Foto: Reprodução/Instagram

A Câmara Municipal de Feira de Santana aprovou, por unanimidade, a concessão do título de cidadão feirense e da Comenda Maria Quitéria ao Secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro. Os projetos foram aprovados pelo Legislativo Municipal na manhã desta terça-feira (13).

 

Segundo os vereadores autores da homenagem, Professor Ivamberg Lima e Silvio Dias (PT), o secretário é “amigo da cultura feirense” por causa das parcerias e dos incentivos voltados a organizações, eventos e artistas do município.

 

“A relação de Bruno Monteiro, de amor e respeito por Feira, vem garantindo valorização de nossos artistas locais. Ele percebeu, desde muito cedo, o lugar estratégico que a Princesa do Sertão ocupa no desenvolvimento social, político, econômico e cultural do Estado, sobretudo pelo potencial criativo irradiador que a cidade dispõe”, dizem.

 

Bruno Monteiro relatou estar honrado em receber a homenagem. “Estou muito feliz, emocionado e honrado com essa homenagem, uma vez que Feira é uma cidade importantíssima para a Bahia e para o Brasil. Esta cidade encruzilhada marcada por tantos encontros, em que a cultura também se encontra, com toda sua diversidade, tantas manifestações, expressões e fazeres culturais seja na sede, nas comunidades, nos quilombos ou nos distritos”, diz.

 

“Eu vou me dedicar cada vez mais para que a nossa Princesa do Sertão tenha a cultura cada vez mais valorizada, cada vez mais viva e cada vez mais pulsante. São exemplos desse esforço a dinamização dos equipamentos culturais da cidade, como o Amélia Amorim e o futuro teatro da cidade - que será inaugurado até o final do ano -, a micareta realizada nos distritos e na sede com o nosso Ouro Negro, o Bando Anunciador e o Festival Literário e Cultural de Feira de Santana”, explica.

 

No fim, o secretário aproveitou para agradecer a homenagem. “Eu agradeço imensamente aos companheiros vereadores professor Ivamberg e Silvio e ao conjunto dos vereadores  e vereadoras na figura da querida presidenta Eremita Mota. Muito obrigado, Feira de Santana! É uma honra, agora, ser um filho desta terra!”, diz. 

Bruno Monteiro faz balanço do São João da Bahia 2024: “Momento de democratização da cultura”
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

Em entrevista ao Bahia Notícias, neste domingo (30), durante o São João da Bahia no Parque de Exposições, o secretário de Cultura do Estado, Bruno Monteiro, avalia os resultados das comemorações juninas em todo o estado. “A gente vive um momento de democratização do acesso à cultura”, aponta. 

 

“O Governo do Estado apoiou a realização dos festejos juninos em toda a Bahia, desde aquelas pequenas festas, que acontecem nas praças, coretos, até os grandes eventos como o São João do Parque de Exposições, e isso já é algo importante porque é uma tradição cultural sendo preservada e valorizada, mas não é só isso, o Governo apoia entendendo a importância desse festejo para o desenvolvimento do Estado”, afirma o gestor da pasta. 

 

Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

 

Até o momento, foram contabilizados milhares de turistas em todo o estado, além de 2 bilhões de reais injetados na economia baiana devido aos festejos. Para Monteiro, os resultados positivos foram reflexo da ampliação da festa, a exemplo do Parque de Exposições, que contou com três finais de semana de festa, um a mais que o ano anterior. 

 

“A gente vive um momento de democratização do acesso à cultura e a estes eventos, como um todo. Então, isso requer também que nós tenhamos sempre a sensibilidade de avaliar e fazer melhor no ano seguinte. Aumentar em um final de semana e aumentar o apoio é uma maneira de garantir que essa festa, sua relevância cultural e econômica, chegue mais perto das pessoas”, explica. 

 

INVESTIMENTO NO INTERIOR 

 

“Tudo vale”, aponta Bruno Monteiro quando questionado sobre a escolha dos foliões entre as tradicionais festas juninas e quermesses no interior e as grandes festa na capital. “Os festejos juninos têm essa característica das pessoas se deslocarem para passar juntos dos seus. Então, as pessoas viajam para encontrar a família no interior ou viajam com amigos para esses lugares que tem algum festejo mais tradicional”, diz. 

 

E completa: “Isso é a democratização, porque tem gente que gosta de uma festa grande, tem gente que prefere aquela festinha menor, mais intimista, forrozinho pé de serra”

Com Jerônimo viajando, aliados listam queixas sobre pré-campanha de Geraldo Jr. em Salvador
Foto: Feijão Almeida/GOVBA

A semana começou de forma conturbada para o grupo de apoio ao pré-candidato do governo à prefeitura de Salvador, Geraldo Jr. (MDB). Uma reunião, nesta segunda-feira (13), expôs a insatisfação de diversas lideranças políticas da base - e que possuem representação em Salvador - sobre a condução da candidatura.

 

Estavam presentes no encontro os deputados federais Bacelar (PV), Jorge Solla (PT) e Lídice da Mata (PSB), que, inclusive, é coordenadora da campanha de Geraldo, além da ex-vereadora da capital, Aladilce Souza (PCdoB). O momento, segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, serviu para que as forças também pedissem que o governo colocasse "a campanha na rua". "Só vemos risadas e nenhum movimento", indicou um participante do encontro.

 

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A perspectiva era que até o final de maio a pré-campanha estivesse mais estabelecida, após sucessivos adiamentos. Essa dilatação do prazo é uma das razões pelas quais aliados se mantêm insatisfeitos, dividindo as responsabilidades entre o próprio candidato e a forma como o governador Jerônimo Rodrigues tem conduzido o processo.

 

O governo Jerônimo foi representado por alguns secretários. Entre eles, Bruno Monteiro, da Cultura, Davidson Magalhães, do Emprego, Renda, Trabalho e Esporte, além do recém-chegado ao posto de secretário de Relações Institucionais, Jonival Lucas. Em viagem à Europa, Jerônimo partiu de terras baianas no último sábado (11) e deve ter retorno em uma semana, período em que a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) Cynthia Maria, responde pelo governo.

 

A insatisfação também teria relação com o atraso na "programação" da campanha. A confirmação de Geraldo Jr. como pré-candidato do grupo ainda em dezembro de 2023, teria sido um sinal positivo ao grupo, já que o ajuste teria ocorrido de forma antecipada. Mesmo com "marco" da definição, as ações concretas ainda não puderam ser vistas pelas lideranças que integram o grupo. 

Secretário confirma São João no Parque de Exposições, no Pelourinho e negociação com Joelma
Foto: Thiago Del Rey/Sufotur

A exatamente dois meses para o início dos festejos juninos, a Bahia se prepara para realizar mais uma vez o maior São João do país, sendo o único Estado a realizar a festa em todos os 417 municípios. Em entrevista ao Bahia Notícias, o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, adiantou algumas novidades para a edição deste ano, que deve concentrar o maior investimento em Salvador.

 

Segundo ele, existe um grande desafio em priorizar o apoio às entidades, aos grupos de cultura e aos artistas locais, que geram uma demanda muito grande, e que estão aptos ao apoio do governo do Estado. “O governador me encomendou que a Secretaria de Cultura tenha a forma de apoio à nossa cultura raiz, a cultura do forró pé de serra, dos trios nordestinos, da quadrilha junina, do samba junino, essas manifestações tão importantes e tão identitárias do São João. Então nós teremos muita valorização disso”, afirmou.

 

Bruno Monteiro ainda confirmou que em Salvador, por mais um ano, o evento de São João deve acontecer no Parque de Exposições e também no Pelourinho. “O Pelourinho muito provavelmente será esse espaço de alimentação da cultura tradicional, nós queremos muito investir nisso e valorizar essa diversidade cultural”, contou.

 

O secretário preferiu ainda não adiantar as atrações que estão em negociação para o evento deste ano, porém confirmou que vem recebendo muitos pedidos da população para uma apresentação da cantora Joelma e que ela já está no radar para retornar à Salvador. “Olha, os pedidos vêm de todos os lugares, os fãs estão lotando as nossas redes sociais com pedidos. A gente está estudando para que isso aconteça, já fizemos contato, não sei se vai ser possível conciliar a agenda, mas está no nosso radar”, concluiu. 

“Não pedi, eu fui exonerada”, diz Piti Canella após afastamento da Funceb
Foto: Divulgação

Após a exoneração, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), na manhã desta quinta (18), a agora ex-diretora geral da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), órgão subordinado à Secult, Piti Canella se pronunciou através de uma rede social. Na publicação, ela afirma que deixou a Funceb triste, mas consciente do trabalho que foi prestado durante os 14 meses em que esteve no cargo. 

 

 

“Triste com minha saída da FUNCEB, mas feliz e consciente da minha enorme contribuição, 14 meses de dedicação exclusiva e amorosa aos artistas e ao @governodabahia. Registrando que apesar do “a pedido” no DOE, eu não pedi porque sou pela resistência. Eu fui exonerada”, disse Piti. 

 

Outra importante mudança já havia acontecido ontem (17), na Secretaria de Cultura da Bahia, quando ocorreu a exoneração de Luciana Mandelli, vice-presidente do PT baiano, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).

 

Ainda na quarta-feira (17), o Bahia Notícias mostrou que as alterações na Secretaria de Cultura, iniciadas com a demissão de Mandelli, não se tratam de uma mera formalidade ou mudança de rumos da instituição. As saídas teriam como pano de fundo uma queda de braço travada contra o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro.

 

Para o lugar de Piti foi nomeada Sara Gabriela Prado Mercês Lázaro, que até então ocupava o cargo de superintendente na Superintendência de Promoção Cultural da Secult. Para o antigo posto de Sara Gabriela, o governador puxou Lorena Lais Rosa Ferreira, diretora de Fomento à Cultura, para cumulativamente responder pelo expediente da Promoção Cultural.

Jerônimo promove novas mudanças na Secult e Piti Canella é exonerada da Fundação Cultural da Bahia
Foto: Divulgação

Dando continuidade às mudanças na Secretaria de Cultura da Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) exonerou nesta quinta-feira (18) a diretora geral da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), Piti Canella. O órgão é subordinado à Secult. A saída ocorre um dia depois da exoneração de Luciana Mandelli, vice-presidente do PT baiano, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).

 

Para o lugar de Piti foi nomeada Sara Gabriela Prado Mercês Lázaro, que até então ocupava o cargo de superintendente na Superintendência de Promoção Cultural da Secult. Para o antigo posto de Sara Gabriela, o governador puxou Lorena Lais Rosa Ferreira, diretora de Fomento à Cultura, para cumulativamente responder pelo expediente da Promoção Cultural.

 

Ainda na quarta-feira (17), o Bahia Notícias mostrou que as alterações na Secretaria de Cultura, iniciadas com a demissão de Mandelli, não se tratam de uma mera formalidade ou mudança de rumos da instituição. As saídas teriam como pano de fundo uma queda de braço travada contra o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro.

 

No caso de Mandelli, o "embate" já se arrastava há meses dentro da gestão Jerônimo Rodrigues (PT) e, conforme apurado pelo Bahia Notícias, nos bastidores a ala política da gestão avaliou não ser possível continuar com os dois no "mesmo local", ja que o IPAC é um órgão subordinado à Secult.

 

Uma fonte ligada a Jerônimo revelou que teria pesado a favor do secretário a boa relação construída com o governador, além de sua proximidade com o senador Jaques Wagner (PT). De acordo com o interlocutor, Luciana Mandelli teria criado um "clima de tensão" para tentar desestabilizar politicamente a força de Monteiro - em diversas oportunidades, o chefe da Secult foi alvo de fogo amigo, dentro da própria pasta, e, há algum tempo, bastidores apontavam uma ascendência de então diretora do IPAC no processo.

 

Antes da exoneração desta quarta, a reportagem já havia apurado que a ex-diretora tentou articular uma troca de cadeiras para ser alçada ao posto de secretária de Cultura com uma eventual ida de Bruno Monteiro para a Secretaria de Comunicação do Governo. A hipótese chegou a circular em tom de "fofoca", mas não houve avanço no processo. Ainda assim, ela teria continuado com as investidas.

 

Apesar da saída do IPAC, Mandelli deve ser realocada na estrutura estadual e pode passar a ocupar uma diretoria na Secretaria de Política para as Mulheres (SPM), atualmente comandada por Elisangela Araújo.

Queda de braços com Bruno Monteiro teria motivado saída de Luciana Mandelli do IPAC; entenda
Foto: Reprodução / YouTube / Salvador FM

A exoneração de Luciana Mandelli da diretoria geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) nesta quarta-feira (17) não foi uma mera formalidade ou mudança de rumos da instituição. A saída dela teria como pano de fundo uma queda de braço travada contra o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, em que Mandelli acabou perdendo no duelo de forças internas do governo e do próprio PT.

 

O "embate" já se arrastava há meses dentro da gestão Jerônimo Rodrigues (PT) e, conforme apurado pelo Bahia Notícias, nos bastidores a ala política da gestão avaliou não ser possível continuar com os dois no "mesmo local", ja que o IPAC é um órgão subordinado à Secult.

 

Uma fonte ligada a Jerônimo revelou que teria pesado a favor do secretário a boa relação construída com o governador, além de sua proximidade com o senador Jaques Wagner (PT). De acordo com o interlocutor, Luciana Mandelli teria criado um "clima de tensão" para tentar desestabilizar politicamente a força de Monteiro - em diversas oportunidades, o chefe da Secult foi alvo de fogo amigo, dentro da própria pasta, e, há algum tempo, bastidores apontavam uma ascendência de então diretora do IPAC no processo.

 

Antes da exoneração desta quarta, a reportagem já havia apurado que a ex-diretora tentou articular uma troca de cadeiras para ser alçada ao posto de secretária de Cultura com uma eventual ida de Bruno Monteiro para a Secretaria de Comunicação do Governo. A hipótese chegou a circular em tom de "fofoca", mas não houve avanço no processo. Ainda asim, ela teria continuado com as investidas.

 

Apesar da saída do IPAC, Mandelli deve ser realocada na estrutura estadual e pode passar a ocupar uma diretoria na Secretaria de Política para as Mulheres (SPM), atualmente comandada por Elisangela Araújo.

Bruno Monteiro fala sobre importância do Centro Cultural Banco do Brasil
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

Durante o evento de assinatura do acordo entre o Governo do Estado e o Banco do Brasil para a criação do Centro Cultural Banco do Brasil, o secretário de cultura da Bahia, Bruno Monteiro, falou sobre a importância deste momento para a cultura baiana.

 

“É um dia histórico para a cultura da Bahia, com a chegada desse novo e potente equipamento cultural, que é o Centro Cultural Banco do Brasil. É o quinto no país. Há 10 anos que não há um novo CCBB, o último foi Belo Horizonte. Isso é resultado de muita negociação, de um ano de trabalho conjunto nessa construção com o Banco do Brasil”, apontou o líder da pasta.

 

Em seguida, ele explica que o centro, apelidado de CCBB, é um dos principais equipamentos culturais que existem no Brasil. “Ele tem um programa muito voltado à educação, com integração de estudantes, e é um lugar marcado pela qualidade nas apresentações, pelo ineditismo na pauta e pela valorização da diversidade cultural. Tudo o que nós queremos. Então, será um espaço para a plena realização da cultura baiana, e também para o contato com as outras possibilidades culturais que acontecem a partir daqui”.

 

O secretário não divulgou o valor do investimento feito, porém explicou como vai começar os trabalhos no equipamento. “Nos próximos dias o Banco do Brasil vai apresentar um plano de trabalho de como será, efetivamente, esse início do funcionamento do CCBB. O que nós já temos assegurado é que será um início gradual”.

 

“Então, aqui a área do Palácio já poderá ser utilizada para exposições, para alguns tipos de manifestações culturais, enquanto o prédio anexo será construído. Isso deve durar uns dois anos. Mas não se esperará que o prédio fique pronto para o início efetivo. Então, eles vão apresentar esse plano de trabalho, que nós temos bastante expectativa com isso, mas é um trabalho que iniciará de forma gradual”, apontou.

“Diálogo com Prefeitura aconteceu e avançou dentro do possível”, afirmou Bruno Monteiro sobre Carnaval 2024
Foto: Vagner Souza/ Salvador FM

Logo após o fim do Carnaval de 2024, uma polêmica envolvendo as secretarias de cultura do estado e do município chamou atenção do público que começou a duvidar se o diálogo entre as entidades estava realmente acontecendo. O secretário de cultura do estado, Bruno Monteiro, explicou que a comunicação aconteceu e possibilitou o desenvolvimento de algumas tarefas na festa.

 

 

“Esse diálogo possibilitou o desfile dos blocos independentes, porque havia uma recomendação do Ministério Público de não realização. Nós chamamos juntos os blocos, a prefeitura, todos os setores envolvidos, fizemos a mediação com o Ministério Público”, apontou o secretário.

 

Além disso, grande parte dos blocos Afro desfilaram com o patrocínio do Governo Estadual, pelo programa Ouro Negro, e o trio cedido pela Prefeitura. “Uma parceria que não chega a ser direta mas que viabiliza que as coisas aconteçam”.

 

“Nós entendemos que cada um é uma parte fundamental dessa engrenagem que é o Carnaval. A organização é da Prefeitura, mas não existe Carnaval sem o Governo do Estado”, apontou. Em seguida, o líder da pasta pontuou que mesmo sabendo de tudo isso, deve-se considerar que “estamos em ano eleitoral”.

 

“Nós temos toda disposição de trabalhar de forma tranquila, democrática e republicana para melhorar entendo a nossa responsabilidade. Mas assim, o diálogo tem que ser feito a partir de elementos da política”, pontuou.

 

Bruno Monteiro prosseguiu afirmando que quando são feitas críticas sobre a atuação política não devem ser levadas para o lado pessoal. “É necessário que todas as pessoas envolvidas tenham a mesma disposição de fazer um debate franco e político sobre isso, não é pessoal”.

 

Por fim, ele informou que trocou mensagens com o secretário de cultura do município, Pedro Tourinho, após criticar o posicionamento da Prefeitura sobre o Carnaval do Pelourinho. “Eu conversei com ele, me manifestei e depois ele se manifestou. Queria dizer que tenho uma relação de muito respeito com o Prefeito, com a vice-Prefeita, com o secretário municipal, que é meu amigo, mas isso é uma coisa que não interfere nas questões da política que a gente administra”, apontou.

 

“Fazer uma crítica política a alguma coisa, como eu fiz no Carnaval, por conta do Carnaval no Pelourinho, pela declaração do prefeito, não significa que a gente está atacando as pessoas, não significa que a gente está fechando portas, a política é assim, a democracia é assim, somos todos agentes políticos e temos que saber separar as coisas”, finalizou

“Tá nítido que o circuito Barra/Ondina está saturado”, afirma secretário de Cultura sobre Carnaval
Foto: Vagner Souza/ Salvador FM

O Carnaval segue em pauta para o Governo do Estado, que sugere a criação de um novo circuito para a folia acontecer em Salvador em uma tentativa de tornar a festa realizada no Circuito Dodô (Barra-Ondina), mais confortável para o folião, que se queixa do aperto ao longo dos cerca de 4,5 km de um ponto ao outro da avenida.

Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Salvador FM, o secretário de cultura Bruno Monteiro reforçou a ideia de um debate para propor a criação de um circuito alternativo que venha a “desafogar” um dos espaços mais buscados pelos foliões durante os seis dias de festa.

 

“É um crescimento que é constante, em progressão, não tem mais volta. O que a gente verifica a cada verão e no Carnaval de forma muito especial, as pessoas vem e decidem não só voltar, como elas convidam outras pessoas para vir também. Então o fluxo turístico aumenta a cada ano, o número de pessoas aumenta a cada ano, nós chegamos a quase 12 milhões de pessoas somente nos três circuitos de Salvador ao longo dos seis dias de Carnaval, é muita gente, quase a população da Bahia toda concentrada ali no Campo Grande, Barra e Pelourinho.”

 

Monteiro defende a ideia de que a população precisa ser ouvida para que uma alternativa confortável para todos seja criada. “O que nós precisamos e temos defendido isso nos nossos posicionamentos é a necessidade agora de se estudar medidas para novas opções do Carnaval. Ninguém quer reduzir, ninguém quer limitar, nós precisamos pensar esse crescimento. Tá nítido que o circuito Barra/Ondina está saturado, isso já era algo que vinha acontecendo nos últimos anos, no ano passado houve muita reclamação sobre isso”, afirmou.

 

O secretário pontua que o Governo já vem trabalhando em ações para movimentar todos os circuitos da festa, em especial o Campo Grande com grandes atrações, no entanto, mesmo com as propostas, a Barra continua como foco dos foliões.

 

“Nós assumimos no ano passado o compromisso de uma maior valorização do Campo Grande, a própria valorização do Ouro Negro, grandes artistas estiveram lá em um número grande. Isso não representou um esvaziamento do circuito barra ondina que continua saturado. O que estamos falando é a necessidade de dialogar com todos os setores envolvidos , não pode haver imposição, mas precisamos de fato, considerado a opinião de todo mundo que participa e faz o Carnaval acontecer para que a gente se pense em alternativas, já se falou na Paralela, na Boca do Rio, no Comércio. O governo não tem preconceito com nada nem decisão sobre nada, porque não nos cabe isso. O que nós queremos é, em cima de estudos, um diálogo amplo e democrático.”

 

Questionado sobre o investimento nos blocos afro, que neste ano recebeu verba inédita do edital Ouro Negro, R$ 15 milhões, e a falta de espaço nos circuitos para as instituições, como o Ilê, que neste ano foi tema do Carnaval pela Prefeitura e Governo, o secretário pediu ajuda do Conselho do Carnaval (COMCAR), que define a ordem dos desfiles.

 

Uma das maiores queixas das agremiações foi a questão do horário na avenida, ou cedo demais e sem a presença da grande mídia para noticiar o momento, ou tarde demais e sem a presença da mídia e dos foliões para prestigiarem a festa.

 

“Nós queremos publicamente solicitar ao Conselho do Carnaval (COMCAR), que é quem faz a ordem do Carnaval, um diálogo transparente, aberto e desarmado sobre isso. É verdade que muitos blocos afro tem uma opção do seu horário, tem uma tradição. O Ilê Aiyê sai no sábado à noite e vem passar na avenida já na madrugada, é uma tradição do bloco. Mas nós queremos essa discussão, porque nós ouvimos muito. Nós fazemos essa proposta e reivindicação.”

Tourinho cita "entraves" com Secult-BA e reclama que prefeitura está sendo “escanteada” sobre G20 em Salvador
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

“A parte ruim do negócio para mim tem sido lidar com essa dimensão política eleitoreira e isso afeta um pouco essas relações”. Essa foi a fala do secretário de Cultura (Secult) de Salvador, Pedro Tourinho, sobre a relação com o Secretário de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), Bruno Monteiro.

 

Durante o Carnaval, Bruno Monteiro, sugeriu que a prefeitura queria “pongar” no sucesso do Carnaval do Centro Histórico, afirmando que havia uma tentativa de “apropriação de algo que a Prefeitura não teve participação”. Durante entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (26), Tourinho, que já havia rebatido a declaração de Monteiro, afirmou não estar interessado na disputa política acerca do Centro Histórico, e que deseja seguir fazendo seu trabalho.

 

“Como assim se apropriar? Cada um tem o seu papel. Não tem esse negócio de apropriação. [...] Não estou interessado na disputa política pelo território do Centro Histórico. Queremos fazer a parte que nos cabe no Centro Histórico. Não quero dizer que o Centro Histórico é da cidade, do Estado ou Federal. O Centro Histórico pertence à população da cidade e cada um tem seu papel a fazer. Acho que, de alguma forma, essa dinâmica política atrapalhou um pouco essa possibilidade de alinhamento total nas ações”, afirmou Pedro Tourinho, destacando que houve diálogos com o Governo do Estado para elaborar o Carnaval, e que não entendeu o questionamento de Monteiro.

 

O secretário ainda pontuou a dificuldade em manter diálogos a nível federal, dando a entender que os entraves estaduais transbordaram para outra esfera, uma vez que a Ministra da Cultura, Margareth Menezes, é alinhada com o governo de Jerônimo Rodrigues (PT). Tourinho citou como exemplo o fato da prefeitura, de acordo com ele, está sendo escanteada nos diálogos sobre a reunião do G20 em Salvador.

 

“Vamos ter o G20 agora. O governo federal e estadual escantearam a prefeitura dessa conversa. A gente fica um pouco à mercê. Teve a visita técnica, mas ficamos escanteados da conversa. Por que eles estão fazendo isso? Não era melhor fazer isso [G20] juntos?”, questionou o secretário de cultura de Salvador. A capital baiana será uma das 13 cidades-sede que receberão reuniões temáticas grupo que reúne as 19 principais economias do mundo, a União Europeia e a União Africana. 

 

IPHAN

Ainda na esteiras das críticas acerca dos diálogos a nivel federal, o secretário de cultura de Salvador também destacou que existiam conversas com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para um programa de habitação no Centro Histórico, mas que acabou não indo à frente, sem motivo aparente. “Começamos o ano passado com uma ótima conversa com o Iphan para fazer uma programa de habitação, em conjunto, no Centro Histórico. Fomos os primeiros a levar esse projeto para eles. De repente parou e estamos seguindo com recurso próprio. Então você sente que tem algumas coisas”, disse o secretário.

"Alternativa é aumentar e não reduzir circuitos", diz secretário sobre medidas para desafogar Carnaval na Barra
Foto: Samuel Freitas / Bahia Notícias

Aumentar o número de circuitos no Carnaval de Salvador. Essas é uma das alternativas apontadas pelo secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, para desafogar o percurso Barra-Ondina durante a folia. Com a superlotação do circuito Dodô, Monteiro endossa a posição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) de que a solução passa em adicionar circuitos na capital e não reduzir. Em entrevista ao Bahia Notícias, onde fez um balanço sobre o Carnaval de 2024, o titular da Secult também destaca que a valorização do circuito Osmar (Campo Grande) é parte fundamental do processo.

 

"A gente não pode ficar também vendo o Carnaval aumentar e não tomar medidas que acompanhem esse crescimento. Isso é uma uma avaliação primeira que a gente faz. Mas também da necessidade de se buscar alternativas. O governador falou isso de público que alternativas não podem significar reduzir o número de circuitos, mas aumentar. Nós temos que nos debruçar sobre isso e o governo do estado quer puxar essa discussão com todos os atores envolvidos", disse.

 

"O ano passado nós terminamos o carnaval assumindo o compromisso de uma maior valorização do circuito Campo Grande por uma retomada do circuito tradicional mas também como uma forma de desafogar o circuito Barra-Ondina. Aconteceu esse ano, o Campo Grande cresceu, teve mais atrações, teve mais movimentação, mas isso não representou um esvaziamento da Barra", acrescentou.

 

No bate-papo, Monteiro também projetou as ações da Secult para o restante do ano e atualizou o andamento das obras no Teatro Castro Alves (TCA). Confira a entrevista na íntegra aqui.

Bruno Monteiro critica ”tentativa de apropriação” da prefeitura sobre Carnaval do Pelourinho
Foto: Lucas Rosário

O secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, rebateu as falas do prefeito Bruno Reis sobre o Pelourinho. Segundo o secretário, a Prefeitura quer pongar no sucesso do Carnaval do Centro Histórico, que é organizado e patrocinado pelo Governo do Estado, e que reuniu em 2024 grandes nomes da música baiana e do Brasil, atraindo um milhão de pessoas durante os seis dias de folia.

 

“Soam como uma tentativa de apropriação de algo que a Prefeitura não teve participação. O sucesso do carnaval no Pelourinho se deu graças ao investimento do Governo do Estado, que trouxe atrações e programações que valorizam nossa diversidade cultural, atendendo aos pedidos da comunidade que vive e faz o Pelourinho acontecer. Nós sabemos disso porque estamos no Pelourinho no cotidiano”, afirmou Bruno em publicação nas redes sociais. 

 

Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira de Cinzas, o atual prefeito da capital baiana destacou o sucesso do Carnaval no Pelourinho. Monteiro cobrou um comportamento mais honesto de Bruno Reis. “O debate político é necessário e saudável para a democracia. Mas ele precisa ser feito a partir da honestidade e da verdade”, disparou. 

 

E concluiu: “O Pelourinho seguirá vivo, pulsando a nossa cultura, com segurança e estrutura para os baianos e baianas. É nessa direção que o Governo do Estado trabalha e seguirá trabalhando. Sempre com diálogo e respeito, jamais com oportunismos casuísticos”.

Bruno Monteiro diz que aporte de R$15 milhões do Ouro Negro foi “acertado” e que é preciso atualizar agenda dos blocos afro
Foto: Rafael Caribé / Bahia Notícias

Durante a coletiva de imprensa, neste domingo (11), em que o governador Jerônimo Rodrigues fez um balanço das ações desenvolvidas pelo Governo do Estado no Carnaval de Salvador, o titular da secretaria de Cultura da Bahia (Secult), Bruno Monteiro, falou que a homenagem aos blocos afros na festa deste ano se fez necessária porque é preciso fazer “uma atualização desta agenda”. 

 

Na avaliação de Monteiro, o retorno tem sido "muito positivo", pois possibilita que as novas gerações tenham um maior conhecimento e envolvimento nesses temas. Ele também ressaltou o investimento do Ouro Negro, cujo objetivo é promover a valorização e requalificação nos desfiles dos blocos afros, estimulando a valorização e a preservação da tradição da cultura negra no Carnaval. 

 

“Nós vemos o investimento do Ouro Negro de R$15 milhões de reais, que tem se traduzido em desfiles, em apresentações mais ricas, com mais gente, com mais detalhes, com mais força, contagiando mais a população e não só isso: também gerando uma circulação de renda nas comunidades em torno da fabricação das fantasias, dos tecidos, de todo o envolvimento das pessoas que fazem isso acontecer”, comemorou o secretário, que também classificou o aporte do Ouro Negro como “acertado”. 

Bruno Monteiro celebra aumento do público no Carnaval e destaca papel dos blocos afro
Foto: Eduarda Pinto/ Bahia Notícias

O secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, reafirmou a importância dos blocos afro para “o trabalho de conscientização racial, de enfrentamento ao racismo, de inclusão social, de inclusão produtiva”. Durante a saída do Olodum, no final da tarde desta sexta-feira (9), Monteiro destacou ainda os números do primeiro dia oficial de Carnaval, que devem ser ainda maiores até domingo.

 

“O balanço do primeiro dia de Carnaval é positivo, se confirmando a expectativa do aumento de público. Só pelos portais da Secretaria de Segurança Pública e da Polícia Militar passaram ontem mais de 1,252 milhão de pessoas, que é um aumento muito representativo para uma quinta-feira, que as pessoas ainda estão trabalhando. O forte, o auge do Carnaval, é no domingo, então vai crescendo até lá”, destacou o titular da Secult-BA.

 

Segundo ele, o crescimento deve chegar também ao Pelourinho, que, em 2023, recebeu um milhão de pessoas durante todos os dias da folia e deve lidar com mais visitantes este ano. “Hoje iniciamos uma nova fase do nosso Carnaval, que é a abertura do Carnaval no Pelourinho com grandes atrações, com uma grande movimentação no Largo do Pelourinho, nos quatro largos, que vão trazer uma outra movimentação também para o Centro Histórico”, completou.

 

TRABALHO SOCIAL DE BLOCOS AFRO É DESTAQUE

Bruno Monteiro destacou a importância dos blocos afro para o desenvolvimento da cultura local e justificou a escolha do tema escolhido para as ações do governo da Bahia: “Nossa energia é ancestral”. 

 

“Nós escolhemos homenagear nesse ano os 50 anos dos blocos afro, não só como uma reverência ao trabalho que eles fazem no Carnaval, mas o trabalho que eles fazem nas comunidades, um trabalho pedagógico, de educação, que eu tenho repetido que é o que dá sentido, que dá conteúdo à cultura”, disse. “Nós estamos falando de toda uma produção econômica que gera emprego, que gera renda. Tudo isso os blocos afro fazem. E aqui no Pelourinho é um grande lugar de fomento disso”, reforçou.

Bruno Monteiro fala sobre investimentos para o Carnaval e previsão de R$ 6 bilhões de retorno
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O secretário de cultura do estado, Bruno Monteiro falou sobre os investimentos do estado no Carnaval de 2024, e confidenciou que a previsão é de que R$ 6 bilhões sejam retornados após esse período.

 

“A gente não tem um valor exato de quanto foi investido no Carnaval, porque os investimentos ainda não acabaram. Mas, a nossa expectativa é de que 6 bilhões sejam retornados para a Bahia durante o carnaval, então qualquer investimento que o governo faça terá um retorno muito maior que movimenta toda economia”, declarou o secretário.

No Bonfim, Bruno Monteiro revela esperança de que Lavagem deste ano seja “ainda maior” que do ano passado
Foto: Samuel Freitas / Bahia Notícias

O secretário de cultura da Bahia, Bruno Monteiro, admitiu estar muito positivo sobre a Lavagem do Bonfim deste ano. Segundo ele, a primeira edição pós-pandemia tinha um gosto de “reencontro”. Por outro lado, a edição de 2024 tem um gosto de “a pandemia ficou para trás”.

 

“É um momento tão especial para nossa cidade. Olha o que nós sentimos no ano passado tanto no Bonfim, quanto no Carnaval foi um sentimento de reencontro, as pessoas estavam com saudade dessas manifestações e já foram muito grandiosas do ano passado. A nossa expectativa é que esse ano seja ainda maior. Porque de fato a pandemia ficou para trás”, afirmou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Lero tentou arriscar, mas o tiro saiu pela culatra. Enquanto isso, parece que só o Cacique ainda tenta sustentar o discurso de chapa do amor. O Galego já parece mais interessado em Harry, enquanto o Correria teve que engolir um elogio pro Cacique. No fim das contas, o povo tem que lembrar que toda aposta tem um vencedor e um perdedor. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Eduardo Leite

Eduardo Leite
Foto: Mauricio Tonetto / Secom-RS

"Não estamos diante de uma eleição comum". 


Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leo Prates nesta segunda-feira

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O deputado federal Leo Prates (PDT) é o entrevistado do Projeto Prisma na próxima segunda-feira (2). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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