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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo (14) para Évian-les-Bains, na França, para participar da Cúpula do G7. A viagem do mandatário brasileiro foi antecipada devido à possibilidade de o presidente norte-americano, Donald Trump, comparecer apenas à abertura do evento, que ocorre na segunda-feira (15).
Apesar da expectativa de um novo encontro, o Palácio do Planalto optou por não formalizar um pedido de reunião bilateral com Trump. A avaliação do governo é de que não há justificativa ou necessidade política para uma agenda logo após o recente encontro entre os dois na Casa Branca. Diante disso, uma reunião oficial ainda é incerta, mas interlocutores não descartam um diálogo informal.
A relação diplomática entre o Brasil e os Estados Unidos ficou mais delicada nos últimos meses. A classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelo governo dos EUA, a ameaça norte-americana de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e a cobrança de uma taxa de 12,5% sob alegações de falhas do Brasil no combate ao trabalho forçado são alguns dos motivos desse enfraquecimento da relação entre os dois países. Lula teria sinalizado que deseja entender melhor o alcance dessas medidas e avaliar se há margem para negociação para proteger o comércio bilateral.
Nos discursos previstos para o G7, Lula deve adotar uma postura estratégica, retomando uma pauta que tem defendido em fóruns anteriores: a ampliação da participação dos países emergentes nas discussões globais. Além de criticar medidas unilaterais e protecionistas, fazendo referência ao "tarifaço" dos Estados Unidos sem citar nominalmente o governo de Trump. O Brasil participará de sessões abertas aos países convidados. Na terça-feira, 16, o debate será sobre parcerias internacionais. Na quarta-feira, 17, a discussão terá como foco o crescimento econômico equilibrado.
A Escócia encerrou um jejum de 36 anos sem vitórias em Copas do Mundo e largou na frente no Grupo C do Mundial de 2026. Na noite deste sábado (13), a seleção europeia derrotou o Haiti por 1 a 0, em Boston, com gol do meio-campista John McGinn, e assumiu a liderança isolada da chave.
A Escócia começou a partida com maior controle da posse de bola e tentou impor seu ritmo desde os primeiros minutos, mas encontrou resistência da defesa do Haiti. Aos nove minutos, os haitianos responderam em um rápido contra-ataque iniciado por Providence, que cruzou pela esquerda para Deedson, mas o atacante não conseguiu dominar. A melhor oportunidade escocesa veio aos 16, quando Doak e McTominay construíram uma jogada que terminou em uma finalização na trave. O gol saiu aos 27 minutos, Adams recebeu pela direita, finalizou para defesa de Placide e, no rebote, John McGinn aproveitou o desvio em Bellegarde para abrir o placar.
Na volta do intervalo, a Escócia voltou a assustar logo aos nove minutos, quando Adams cruzou para Shankland e, após sobra, Doak finalizou para corte da defesa haitiana. Com o passar do tempo, o desgaste físico reduziu a intensidade da partida, mas as oportunidades voltaram a aparecer na reta final. A melhor chance do empate veio aos 38, quando Pierrot cabeceou para fora após cruzamento na área, repetindo o perigo nos acréscimos. Apesar da pressão haitiana nos minutos finais, a Escócia conseguiu administrar a vantagem e confirmou a vitória por 1 a 0 na estreia da Copa do Mundo de 2026.
Com o resultado, os escoceses chegaram aos três pontos e ocupam a primeira colocação do grupo. Brasil e Marrocos aparecem logo atrás, com um ponto cada, após empatarem em 1 a 1 na rodada de estreia. O Haiti fecha a classificação sem pontuar.
Na próxima rodada, marcada para quinta-feira (19), o Brasil enfrenta o Haiti, às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio da Filadélfia, enquanto Escócia e Marrocos medem forças às 19h, novamente em Boston.
A fase de grupos será encerrada no dia 24 de junho, com as partidas simultâneas entre Brasil e Escócia e Marrocos e Haiti.
CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO DO GRUPO C DA COPA DO MUNDO 2026
Quatro partidas, considerando Austrália x Turquia, que aconteceu nesta madrugada, fizeram o terceiro dia da fase de grupos da Copa do Mundo. Neste domingo (14), quarto dia do Mundial, o fã de futebol vai acompanhar o jogo entre Holanda e Japão, possíveis adversários do Brasil na fase 16-avos de final, que se enfrentam às 17h, no AT&T Stadium, em Arlington, no Texas.
Outro jogo do dia é da tetracampeã Alemanha, que às 14h, enfrenta a seleção de Curaçau, caloura em Copas do Mundo, que vai ter logo a equipe das Águias como primeiro desafio. Alemães e curaçauenses duelam no NRG Stadium, em Houston, no Texas.
CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTE DOMINGO (14)
14h - Alemanha x Curaçau
Local: NRG Stadium, Houston, Texas (Estados Unidos)
Transmissão: CazéTV
17h - Holanda x Japão
Local: AT&T Stadium, Arlington, Texas (Estados Unidos)
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay e CazéTV
20h - Costa do Marfim x Equador
Local: Lincoln Financial Field, Filadélfia (Estados Unidos)
Transmissão: CazéTV
23h - Suécia x Tunísia
Local: Estádio BBVA, Guadalupe (México)
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, SBT e Cazé TV
RESULTADOS DOS JOGOS DESTE SÁBADO (13)
Catar 1 x 1 Suíça
Na continuidade da primeira rodada do Grupo B, Catar e Suíça ficaram apenas no empate por 1 a 1 no Levi’s Stadium, em Santa Clara, nos Estados Unidos. Breel Embolo abriu o placar para os suíços de pênalti no primeiro tempo, enquanto Miro Muheim fez gol contra nos acréscimos da segunda etapa, favorecendo o Catar.
Brasil 1 x 1 Marrocos
Diante de 80.663 torcedores no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, a Seleção Brasileira estreou com um empate em 1 a 1 com Marrocos. Primeiro os marroquinos abriram o placar com Ismael Saibiri aos 20’.11 minutos depois, Vini Jr. empatou para o Brasil.
Haiti 0 x 1 Escócia
Ainda no Grupo C, a Escócia precisou apenas de um gol para derrotar o Haiti. No Gillette Stadium, em Foxborough, John McGinn fez o único tento da partida aos 28 minutos da primeira etapa.
Austrália 2 x 0 Turquia
Já na madrugada deste domingo, pelo Grupo D, a Austrália bateu a Turquia por 2 a 0 no BC Place, em Vancouver, no Canadá. Nestory Irankunda abriu o placar aos 27’ do primeiro tempo e Connor Metcalfe fechou a conta aos 30’ da segunda etapa.
Dentre as equipes que já conquistaram a Copa do Mundo alguma vez em sua história, a Seleção Brasileira foi a primeira a entrar em campo na edição de 2026. Neste sábado (13), Brasil e Marrocos empataram em 1 a 1, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, na abertura do Grupo C. Depois do jogo, na zona mista, o meio-campista Bruno Guimarães avaliou o desempenho brasileiro como frustrante por conta dos erros e falta de controle do jogo.
“Ah, o desempenho foi frustrante, principalmente no primeiro tempo, onde erramos alguns passes que não temos o costume de errar. Acabamos sofrendo muitos contra-ataque. O jogo ficou muito de transição, que é algo que a gente não quer, que a gente não gosta, mas depois do jogo, acho que equilibramos um pouco o jogo. Obviamente estou frustrado por não ter ganho a partida”, declarou.
Outro tema da entrevista com o meio-campista brasileiro foi a condição do gramado do MetLife Stadium. Assim como Vinicius Júnior e Casemiro, Bruno também ressaltou que a grama do jogo é ruim. O camisa 8 ainda destacou que isso atrapalhou o jogo do Brasil, mas não pode servir como desculpa. Vale ressaltar que o estádio de Nova Jersey/Nova York também vai sediar a final da Copa do Mundo, no dia 19 de julho.
“O gramado é ruim. Para ser sincero, era ruim. O campo muito seco também dificultou bastante o nosso jogo, alguns toques a gente não controlava a bola muito bem e isso acabou nos atrasando. Mas enfim, isso não é para ser uma desculpa, afinal, foi ruim para ambos. Claro que temos muitos jogadores técnicos, mas não podemos usar isso como desculpa”, finalizou.
Agora a Seleção Brasileira já vira a página e direciona suas atenções para o próximo desafio. Na próxima sexta-feira (19), às 21h30, o Brasil enfrenta o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C, no Lincoln Field Financial, na Filadélfia, nos Estados Unidos.
O gramado do MetLife Stadium voltou a ser tema entre os jogadores da Seleção Brasileira após o empate em 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), pela estreia da Copa do Mundo de 2026. Desta vez, quem comentou sobre as condições do campo foi o volante Casemiro.
Na zona mista, o camisa 5 admitiu que o piso dificultou o jogo da equipe brasileira, principalmente por ser diferente dos gramados aos quais os atletas estão acostumados no futebol europeu. Apesar disso, evitou utilizar o campo como justificativa para o resultado.
"É difícil, né? A gente já sabia que é um gramado que não estamos acostumados. Acaba dificultando até mesmo nós que queremos jogar e estamos acostumados com o gramado do futebol europeu. Mas não vamos ficar colocando culpa no gramado ou nisso. Poderia melhorar? Poderia melhorar muito, mas fazer o quê? É bom falar, mas tem outras coisas que precisam melhorar também", afirmou.
Titular na estreia, Casemiro deixou a partida no intervalo e foi substituído por Fabinho, mudança que coincidiu com a melhora do Brasil na segunda etapa. Questionado sobre o motivo da saída, o volante indicou que a decisão da comissão técnica passou pelo cartão amarelo recebido ainda no primeiro tempo.
"Acho que foi por cartão amarelo. Da mesma forma que o Ibañez saiu. Mas o mais importante é que no segundo tempo fizemos um pouco melhor. Tivemos oportunidades e acho que esse é o caminho", avaliou.
Agora, a Seleção Brasileira terá uma semana de preparação antes de voltar a campo pela segunda rodada do Grupo C. O próximo compromisso será diante do Haiti, na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
Após o tropeço na estreia, uma vitória passa a ser fundamental para encaminhar a classificação brasileira às oitavas de final da Copa do Mundo.
O técnico Carlo Ancelotti avaliou que a ansiedade prejudicou o desempenho da Seleção Brasileira no empate por 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), em Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
O Brasil saiu atrás no placar após gol de Saibiri aos 20 minutos, mas reagiu ainda na etapa inicial com um belo gol de Vini Jr. aos 31’. Após a partida, o treinador destacou as dificuldades enfrentadas principalmente no primeiro tempo e afirmou que a equipe precisa corrigir erros para os próximos compromissos.
“A partida, sobretudo na primeira parte, foi difícil. Estava ansiosa, teve perda de bola, pouco equilíbrio em campo. A segunda parte foi muito melhor. A equipe vai melhorar no próximo jogo. A equipe teve problemas na primeira parte. Muitas bolas perdidas. Temos que melhorar nesse aspecto. Não podemos perder a confiança. Num primeiro jogo de Copa, tudo pode acontecer. A equipe não estaria perfeita no primeiro jogo. O resultado não é ruim, mas vamos lutar no segundo tempo”, declarou.
Ancelotti ressaltou a postura da equipe até os minutos finais e afirmou que já identificou os aspectos que precisam ser ajustados.
“A equipe lutou até o último minuto, tenho bastante claro o que temos que melhorar. O que fizemos bem nos dois amistosos, no primeiro tempo não saiu bem. Temos que seguir trabalhando para ter uma equipe mais equilibrada e mais agressiva na frente”, disse.
O treinador também descartou qualquer preocupação excessiva após o resultado da estreia e reforçou que o objetivo principal segue sendo a classificação para a próxima fase.
“Absolutamente não. Podem pensar que a estreia, por muitas razões, não sai como você quer, mas temos que seguir, preparar bem para o próximo jogo. O objetivo é classificar, passar da fase de grupos e melhorar com o tempo”, enfatizou.
Com o empate, Brasil e Marrocos somam um ponto cada no Grupo C. Haiti e Escócia completaram a rodada da chave ainda neste sábado. Os escoceses venceram por 1 a 0 e ficam com a liderança momentânea.
Apesar de reconhecer a atuação consistente do adversário, Ancelotti admitiu insatisfação com o resultado.
“Eu não estou satisfeito (com o resultado). Devemos trabalhar para melhorar, mas é normal. Marrocos jogou bem, teve muita organização no jogo e foi muito difícil”, finalizou.
A Seleção Brasileira volta a campo na próxima sexta-feira (19), quando enfrenta o Haiti, às 21h30 (horário de Brasília), na Filadélfia. No mesmo dia, Marrocos encara a Escócia às 19h.
O gramado do MetLife Stadium foi alvo de críticas por parte de alguns jogadores da Seleção Brasileira após o empate em 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), pela estreia da Copa do Mundo de 2026. Depois de Vinícius Júnior comentar sobre as condições do campo, foi a vez de Danilo abordar o tema na zona mista do estádio, em Nova Jersey.
Apesar da crítica, o defensor fez uma avaliação menos dura e afirmou que o campo apresentou condições melhores do que as normalmente encontradas nos Estados Unidos.
"A gente já sabia. O gramado é o que é nos Estados Unidos. A gente está cansado de jogar aqui, mas sinceramente eu acho que estava até bastante bom para aquilo que é o padrão", afirmou.
Utilizado no segundo tempo por Carlo Ancelotti, Danilo também analisou o desempenho da Seleção Brasileira e atribuiu parte das dificuldades à ansiedade da equipe durante alguns momentos da partida. Segundo o jogador, o Brasil perdeu organização tática e acabou cedendo espaços para Marrocos, mas conseguiu crescer após corrigir problemas de posicionamento.
"Acho que a gente precisava ser um pouco mais tranquilo e um pouco mais consciente das nossas forças. Em determinado momento fomos ansiosos demais, perdemos um pouco de posição e, consequentemente, perdemos duelos. As distâncias não estavam boas. A partir do momento que conseguimos corrigir isso, melhoramos. Crescemos durante o jogo e em confiança, e aí sim ficou melhor para nós", avaliou.
Danilo entrou no intervalo na vaga de Ibañez e participou da melhora defensiva da equipe brasileira. Ao lado de Fabinho, que substituiu Casemiro, ajudou a dar mais equilíbrio ao sistema de marcação e reduziu os espaços encontrados pelos marroquinos na etapa final.
Após o empate na estreia, o Brasil volta a campo na próxima sexta-feira (19), quando enfrenta o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 21h30 (horário de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
Poucos minutos antes da estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos, neste sábado (13), às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o experiente comentarista e ex-centroavante do Brasil na Copa de 1986, Walter Casagrande, destacou a ansiedade da estreia como uma das barreiras que a Canarinho precisaria passar no jogo de estreia.
“É uma ansiedade grande. Depende também de como é a Seleção, porque lá em 1986 estávamos bem, a equipe estava bem preparada. Hoje eu não sei se eles estão tão confiantes assim, porque não se sabe se tem lateral, quem vai ser o centroavante, se vai ter ponta ou não. O Brasil não está bem, então acho que tem a ansiedade, o friozinho na barriga, mas um medo de não dar certo”, declarou, em entrevista concedida ao Bahia Notícias.
O comentário de Casagrande, que foi relatado antes da partida, pareceu uma previsão do que estava por vir. Em um jogo de estreia com poucos lances de destaque positivo para o Brasil, o Marrocos fez um primeiro tempo com mais intensidade apesar de terminar empatado. O Brasil errou bastante na saída de bola e na construção de jogo, evidenciando o nervosismo da primeira partida.
Brasil e Marrocos abriram a primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, neste sábado (13). Em um fim de tarde pouco inspirado e muito nervoso, a Seleção Brasileira começou com azar. Aos 20 minutos do primeiro tempo, Saibari ganhou da defesa e fez gol de cavadinha no goleiro Alisson. Aos 31', Vini Jr. fez um belo gol e deu uma nova esperança verde e amarela, mas mesmo com casa cheia, as equipes terminaram em pé de igualdade: 1 a 1.
Com o resultado, a Seleção fica em segundo colocado de forma parcial. Mas no momento, mais importante que a classificação atual, o torcedor brasileiro precisará ficar ligado no confronto entre Haiti e Escócia, no Gillette Stadium, em Boston, nos Estados Unidos, às 22h, ainda hoje. Outro detalhe que a Canarinho vai focar é uma boa quantidade de saldo de gols, que aparentemente, vai ser decisiva na busca da classificação para o mata-mata da Copa do Mundo.
Agora a equipe de Carlo Ancelotti se recupera para o próximo desafio. Na próxima sexta-feira (19), às 21h30, o Brasil enfrenta o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, nos Estados Unidos, pela segunda rodada do Grupo C da Copa.
O JOGO
Os 15 primeiros minutos de jogo foram fechados. A seleção marroquina teve mais volume que o Brasil, tendo até um chute bloqueado dentro da área. Ocupando melhor o campo ofensivo, os Leões do Atlas fizeram mais pressão sobre uma Seleção Brasileira evidentemente nervosa.
GOL DE MARROCOS
O Brasil perdeu a posse da bola aos 20 minutos em um passe forte de Ibañez para Paquetá, que errou o domínio no campo de ataque, e o Marrocos se armou rápido. Mazraoui deu o passe para Brahim Díaz, que enfiou a bola para Saibari. O atacante ganhou na velocidade entre Marquinhos e Magalhães e saiu cara a cara com Alisson, encobrindo o goleiro.
Brasil perdido
Ainda muito nervoso em campo, a Seleção afastou a bola de forma errada, cedendo posse para o Marrocos, duas vezes seguidas aos 30 minutos. Na última, a bola ficou com Hakimi, que, de fora da área, dominou e chutou por cima do gol.
GOOOOL DO BRASIIIL
O Brasil avançou com Bruno Guimarães pela esquerda, que deu bom passe para o Vini Jr, que cortou bonito El Aynaoui, foi para o meio e fez um golaço aos 31 minutos.
Paquetá de voleio
Lucas Paquetá iniciou a jogada com um lençol para trás e avançou para frente aos 46’. Douglas Santos cruzou para o meia, que finalizou de voleio e quase fez um lindo gol. Bono fez a defesa para escanteio.
SEGUNDO TEMPO
Aos seis minutos, Paquetá cobrou o lateral rápido e enganou a defesa marroquina. Igor Thiago recebeu na área e finalizou de canhota, mas Bono fez boa defesa. Era uma ótima chance para a Seleção Brasileira virar o jogo.
Finalizou mal
Em um jogo truncado, Matheus Cunha encontrou um passe tirado da cartola para Vinicius Júnior aos 32 minutos, que avançou pela ponta direita e tocou para Raphinha, que mesmo com espaço e equilíbrio, finalizou mascado e nas mãos do goleiro Bono.
Chegada interessante
Já nos acréscimos, Raphinha aproveitou a sobra do escanteio e passou para Luiz Henrique, que encontrou Luiz Henrique aberto na direita. O volante finalizou cruzado, mas Bono ficou com a bola.
FICHA TÉCNICA
Brasil 1x1 Marrocos
1ª Rodada — Grupo C da Copa do Mundo
Local: MetLife Stadium, em Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos;
Data: 13/06/2026;
Horário: 19h (de Brasília);
Árbitro: Slavko Vincic (ESL);
Assistentes: Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL);
VAR: Bastian Dankert (ALE)
Transmissão: Globo, SBT, Cazé TV, SporTV e GeTV (YouTube);
Gols: Saibari aos 20’ e Vini Jr. aos 31’ do 1º tempo
Cartões: Casemiro e Ibañez [Brasil] /
Brasil: Alisson; Ibañez (Danilo), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho) e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá (Luiz Henrique), Vini Jr., Igor Thiago (Matheus Cunha) e Raphinha. Técnico: Carlo Ancelotti.
Marrocos: Bono; Achraf Hakimi, Issa Diop, Chadi Riad e Noussair Mazraoui; Neil El Aynaoui, Bilal El Khannouss, Ismael Saibari, Azzedine Ounahi (El Mourabet) e Ayyoub Bouaddi; Brahim Diaz (Talbi). Técnico: Mohamed Quahbi.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e sua esposa, Lívia Orletti Ferreira, viajaram aos Estados Unidos para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, realizada no MetLife Stadium, em Nova York. A caminho do estádio neste sábado (13), o parlamentar fez uma provocação em suas redes sociais ao comentar a partida do Brasil contra a seleção do Marrocos.
Confira a declaração:
??VÍDEO: No jogo do Brasil, Nikolas Ferreira associa símbolos da bandeira do Marrocos ao PT
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 13, 2026
?????? Confira: pic.twitter.com/w5tIyu5dqW
Em vídeo divulgado na internet, Nikolas ironizou os elementos visuais do país adversário e a data do confronto. "Hoje a gente joga contra um time de vermelho, com uma estrela no meio, no dia 13. Só ganham da gente hoje no tapetão", alega o deputado de oposição.
Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
A referência direta à cor vermelha, à estrela central e ao número 13, que são símbolos historicamente associados ao Partido dos Trabalhadores (PT). Apesar da associação satírica feita pelo deputado ao cenário político brasileiro, a bandeira nacional do Marrocos possui profundas raízes históricas e religiosas, tendo sido adotada oficialmente pelo governo do país em 1915.
BANDEIRA AFRICANA
O pavilhão marroquino é composto por um campo inteiramente vermelho com um pentagrama verde no centro. Na tradição local:
- O vermelho: simboliza o sangue dos antepassados e a unidade do povo.
- O verde: É a cor tradicional do Islã.
- A estrela verde (pentagrama): Conhecida historicamente como o Selo de Salomão, suas cinco pontas representam os cinco pilares do Islã.
O desenho atual foi introduzido pelo sultão Iúçufe em 1915, por meio de um decreto real (dahir). Durante o período em que o Marrocos esteve sob o controle de protetorados franceses e espanhóis, o uso da bandeira foi restringido apenas ao interior do território, sendo proibida a sua utilização em embarcações marítimas. Com a restauração da independência do país, em 1955, ela voltou a ser adotada plenamente como pavilhão nacional.
De acordo com o artigo sétimo da Constituição do Reino do Marrocos, a bandeira deve ser confeccionada em tecido retangular de cor vermelho-brilhante e opaco, contendo no centro uma estrela aberta de cor verde-palmeira, tecida de forma a ser visível de ambos os lados da peça.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos deu sinal verde para uma possível transação militar de US$ 330 milhões com o governo brasileiro. O acordo prevê o fornecimento de 100 mísseis terra-ar Stinger Block I FIM-92K, além de equipamentos de suporte e defesa correlatos.
De acordo com o comunicado emitido pelo governo norte-americano na última quinta-feira (11), e veiculado pelo Estadão, a negociação partiu de uma solicitação do próprio Brasil. A chegada do armamento tem como propósito transferir ao país maior protagonismo na vigilância de suas fronteiras e elevar a eficiência de ações de combate ao narcoterrorismo em toda a região sul-americana.
A diplomacia de Washington avalia que a incorporação dos novos recursos aprimorará sensivelmente a capacidade brasileira de mitigar ameaças aéreas, tanto imediatas quanto futuras.
"Esta aquisição apoia os esforços de modernização da defesa do Brasil, visando fazer mais pela sua própria defesa ao proteger o espaço aéreo sul-americano de operações de tráfico ilícito", informou a nota oficial norte-americana. O governo dos EUA salientou ainda que as Forças Armadas do Brasil possuem plena capacidade técnica para absorver e integrar o novo arsenal à sua estrutura de defesa sem dificuldades.
Até o momento, a administração americana ressaltou que não há previsão de nenhum tipo de acordo de compensação comercial (offset) atrelado à venda dos mísseis.
Neste sábado (13), a partir das 19h, é dado o pontapé inicial para Brasil e Marrocos, pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Ambas as equipes já estão escaladas para o confronto de logo mais.
A Seleção, comandada por Carlo Ancelotti, vai para o jogo com Alisson; Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Vini Jr., Igor Thiago e Raphinha.
Os Leões do Atlas, liderado por Mohamed Quahbi, vai para o jogo com Bono; Achraf Hakimi, Issa Diop, Chadi Riad e Noussair Mazraoui; Neil El Aynaoui, Bilal El Khannouss, Ismael Saibari, Azzedine Ounahi e Ayyoub Bouaddi; Brahim Diaz.
Uma pesquisa realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado, com 400 entrevistas em Salvador nos dias 11 e 12 de junho de 2026, identificou diferenças nos hábitos de consumo e na forma como os moradores da capital baiana pretendem acompanhar a Copa do Mundo.
Segundo o levantamento, o local escolhido para assistir aos jogos varia de acordo com a região da cidade e a faixa de renda dos entrevistados. Nos bairros de Cajazeiras, Paripe e Periperi, por exemplo, predomina a preferência por acompanhar as partidas em casa, geralmente ao lado de familiares e amigos. Já em áreas como Corredor da Vitória, Graça, Itaigara e Caminho das Árvores, há maior presença de público em bares, eventos temáticos e plataformas de streaming.
A pesquisa também aponta diferenças nos meios de transmissão utilizados. A TV Globo aparece como principal opção entre moradores das áreas populares da cidade, enquanto o consumo de conteúdo esportivo nos bairros de maior poder aquisitivo é mais distribuído entre televisão, streaming e estabelecimentos comerciais.
Outro número destacado pelo estudo está relacionado ao consumo de produtos ligados ao torneio. Mais da metade dos entrevistados afirmou que pretende utilizar ou adquirir camisas réplicas da Seleção Brasileira durante a competição. Em contrapartida, apenas uma parcela reduzida dos entrevistados de maior renda declarou intenção de comprar o uniforme oficial.
Os adereços tradicionalmente associados à Copa do Mundo, como perucas, vuvuzelas e pinturas faciais, também apresentam comportamentos distintos entre os grupos pesquisados. De acordo com o levantamento, esses itens registram maior adesão entre entrevistados das classes C e D, enquanto o interesse é menor entre moradores de áreas de renda mais elevada.
A Copa do Mundo já começou e hoje o clima fica ainda mais especial porque a Seleção Brasileira faz sua estreia neste sábado (13), às 19h, contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Muitos brasileiros estão presentes nos Estados Unidos para acompanhar a trajetória verde e amarela, mas são nas ruas brasileiras que o sonho do hexa começa. Especialmente na Rua 13, na Federação, bairro de Salvador, a preparação para o sexto título mundial foi feita com muita bandeirola e tinta nas cores da bandeira do Brasil.
Um dos grandes responsáveis pela ideia, que teve início na Copa de 2006, é Ivo, comerciante da região, que explicou, em conversa com o Bahia Notícias, a história da mobilização da Rua 13 nos anos de Mundial.
“Essa ideia partiu do nosso parceiro Naldinho (Ronaldo Rangel) em 2006. Daí em diante, a comunidade no geral se mobilizou para ajudar com o que pode, tanto financeiramente quanto na organização e realização dessa ornamentação maravilhosa”, disse.
Ivo comentou que no ano de 2014, quando a Copa foi realizada no Brasil, a Rua 13 viveu seu principal momento, quando alcançou o destaque internacional, recebendo a imprensa de outros países.
“Em 2014 tivemos um destaque internacional, onde até a imprensa dos Estados Unidos foi recebida aqui e assistiu um jogo da Copa conosco, foi extraordinário. Para a Copa de 2026, decidimos fazer os enfeites nos últimos momentos, então fechamos isso aqui em 28 dias”, destacou.
Por último, ele ressaltou que o maior combustível para dar continuidade na tradição de pintar e enfeitar a rua nos anos de Copa do Mundo é a união da comunidade, união que tem o poder até mesmo de mudar o sentimento dos brasileiros em relação à Seleção.
“Nossa motivação é que, mesmo que alguns tentem baixar o astral desacreditando da Seleção, é especial quando começamos a enfeitar de uma ponta a outra da rua, nos unimos e conseguimos perceber que mudamos de opinião, as pessoas já começam a colar com a gente. Todo mundo no mesmo pensamento, pois no fundo, todo mundo tem o coração preso ao Brasil”, enfatizou.
Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo, algumas das camisas mais difíceis de encontrar na loja oficial da Seleção não são as de jogadores como Neymar ou Vini Jr. No sistema de vendas da Nike, fornecedora de material esportivo da equipe, as versões personalizadas com os nomes de Alex Sandro, Rayan e Douglas Santos aparecem indisponíveis.
A plataforma permite que os torcedores escolham o nome e o número que serão estampados no uniforme da Seleção Brasileira. Apesar da falta das opções relacionadas aos três atletas, as demais personalizações do elenco seguem disponíveis para compra.
A indisponibilidade chama a atenção por envolver jogadores que não estão entre os principais nomes da equipe comandada por Carlo Ancelotti. Entre eles, apenas Alex Sandro, lateral-esquerdo do Flamengo, tem presença provável entre os titulares na partida de estreia do Brasil na Copa do Mundo, marcada para este sábado (13).
Passada a estreia dos três países-sede (Estados Unidos, México e Canadá), a Copa do Mundo 2026 começa oficialmente para os brasileiros neste sábado (13). A Seleção Brasileira enfrenta o Marrocos às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Além do Brasil, Catar e Suiça fecham a primeira rodada do Grupo B, que conta com Canadá e Bósnia. Também jogam neste terceiro dia de Mundial os compatriotas de Grupo C da Canarinho, Haiti e Escócia.
CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTE SÁBADO (13)
16h - Catar x Suíça
Local: Levi's Stadium, Santa Clara (Estados Unidos)
Transmissão: CazéTV
19h - Brasil x Marrocos
Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (Estados Unidos)
Transmissão: TV Globo, SporTV, ge TV, SBT, NSports e CazéTV
22h - Haiti x Escócia
Local: Gillette Stadium, Foxborough (Estados Unidos)
Transmissão: CazéTV
Domingo (14)
1h - Austrália x Turquia
Local:
BC Place,
Vancouver (Canadá)
Transmissão: Cazé TV
RESULTADOS DOS JOGOS DESTA SEXTA-FEIRA (12)
Canadá 1 x 1 Bósnia
O Canadá ficou no empate por 1 a 1 com a Bósnia na estreia da Copa do Mundo de 2026, diante de sua torcida no BMO Field, em Toronto. Os europeus abriram o placar no primeiro tempo com Lukic, mas os anfitriões reagiram na etapa final e igualaram o marcador com Larin, após grande jogada de Koné. Com o resultado, as duas equipes somam 1 ponto no Grupo B.
Estados Unidos 4 x 1 Paraguai
Os Estados Unidos deram um espetáculo ao vencer o Paraguai por 4 a 1 na estreia da Copa do Mundo, no SoFi Stadium, na Califórnia, nesta sexta. Com um primeiro tempo avassalador, os norte-americanos abriram um placar de 3 a 0 depois de demonstrar domínio desde o início. Os paraguaios até diminuíram a desvantagem na segunda etapa, mas Giovanni Reyna fechou a conta por 4 a 1 depois de um golaço.
BN na Copa: Entenda o protesto por trás do lance que pareceu "piada" em Brasil x Zaire na Copa de 74
Em 22 de junho de 1974, no Parkstadion, em Gelsenkirchen, na Alemanha Ocidental, Brasil e Zaire entraram em campo para disputar uma partida que, à primeira vista, parecia apenas mais um confronto da fase de grupos da Copa do Mundo. O Brasil era o atual campeão mundial e ainda carregava parte da geração que encantou o planeta em 1970. O Zaire, por sua vez, fazia sua estreia no torneio e representava um marco histórico: era a primeira seleção da África Subsaariana a disputar uma Copa do Mundo. O que aconteceria naquela tarde, porém, transformaria um lance de poucos segundos em uma das imagens mais conhecidas da história do futebol. Durante décadas, ela seria interpretada de forma equivocada. Para compreender aquele momento, é preciso voltar alguns meses.
O Zaire chegava à Copa cercado de expectativas. O país, atualmente chamado República Democrática do Congo, era governado desde 1965 por Mobutu Sese Seko, líder de um regime autoritário que buscava utilizar o esporte como instrumento de prestígio nacional. O futebol ocupava papel central nesse projeto. O governo investiu recursos significativos na seleção nacional, conhecida como Os Leopardos, e os resultados apareceram. O Zaire conquistou a Copa Africana de Nações em 1968 e novamente em 1974, além de garantir vaga para o Mundial ao superar o Marrocos nas eliminatórias. Para muitos observadores da época, tratava-se da seleção africana mais forte já vista até então.
A classificação para a Copa foi celebrada como um feito político e esportivo. O governo transformou os jogadores em símbolos nacionais. A participação no Mundial era vista como uma oportunidade de projetar internacionalmente a imagem de um país moderno e forte. As expectativas internas, contudo, rapidamente se transformaram em uma fonte de pressão.
A campanha começou com uma derrota relativamente honrosa por 2 a 0 para a Escócia. O resultado não foi considerado desastroso, mas os problemas nos bastidores já haviam começado. Segundo diversos relatos posteriores dos próprios jogadores, eles descobriram durante a competição que os bônus prometidos pela classificação e pela participação na Copa não chegariam às suas mãos. Os atletas afirmaram que dirigentes e intermediários ligados ao regime haviam se apropriado dos valores. A indignação foi imediata.
O clima piorou antes da segunda partida. Anos depois, o capitão Raoul Kidumu e o defensor Mwepu Ilunga relataram que os jogadores cogitaram não entrar em campo contra a Iugoslávia como forma de protesto. Segundo Ilunga, houve ameaças para que a equipe jogasse. O resultado foi uma atuação desastrosa e uma derrota por 9 a 0, até hoje uma das maiores goleadas da história das Copas do Mundo.
O impacto daquela derrota foi enorme. O time que havia chegado à Alemanha como campeão africano tornou-se alvo de críticas internacionais. Dentro do Zaire, a situação era ainda mais delicada. A humilhação esportiva era interpretada como um constrangimento para um governo que havia apostado sua projeção internacional na equipe. Segundo relatos dos próprios jogadores, após o desastre diante da Iugoslávia, representantes do regime transmitiram uma mensagem clara: uma nova goleada contra o Brasil poderia trazer consequências graves. Diferentes versões mencionam limites distintos, três ou quatro gols de diferença, mas todas convergem para a existência de ameaças e intimidação.
Foi nesse contexto que o Zaire entrou em campo para enfrentar a Seleção Brasileira. O placar final de 3 a 0 sugere um jogo relativamente controlado, mas a partida foi marcada pela tensão. O Brasil precisava vencer para manter vivas as chances de avançar. O Zaire, por sua vez, jogava sob o peso da derrota anterior e das notícias que circulavam dentro da delegação.
Aos 33 minutos do segundo tempo, ocorreu o episódio que entraria para a história. O Brasil preparava uma cobrança de falta próxima à área africana. Enquanto a barreira se organizava e os brasileiros discutiam a cobrança, o defensor Joseph Mwepu Ilunga saiu correndo da formação defensiva e chutou a bola para longe antes que a falta fosse cobrada. O árbitro mostrou cartão amarelo.
Durante décadas, a cena foi repetida em programas esportivos e documentários como exemplo de desconhecimento das regras. Em muitos países, consolidou-se a narrativa de que Ilunga não sabia como funcionava uma cobrança de falta. A imagem reforçou estereótipos sobre a participação africana naquele Mundial.
A verdadeira explicação só ganharia ampla divulgação muitos anos depois. Em entrevista ao jornal francês L'Équipe, reproduzida pela ESPN em 2014, Ilunga rejeitou a ideia de que desconhecia as regras do futebol. Ele lembrou que era um jogador experiente e integrante de uma equipe campeã africana. Segundo seu relato, o gesto foi deliberado.
Sobre a situação da equipe durante o torneio, afirmou: “Duas horas antes do pontapé inicial, ainda não queríamos jogar. Depois vieram as ameaças. Disseram-nos para jogar, caso contrário, seríamos enviados para uma masmorra. Então fomos para o campo, mas sabotamos o jogo. Um pouco como uma greve. Foi por isso que perdemos por 9 a 0.”
Ao explicar especificamente o lance contra o Brasil, Ilunga declarou: “Ao mesmo tempo, também foi uma oportunidade que aproveitei para provocar o árbitro. Eu queria que ele me desse um cartão vermelho. Disse para mim mesmo: ‘Não vou jogar mais. Por que permanecer em campo e correr o risco de não voltar para casa, enquanto as pessoas que pegaram nosso dinheiro nos observam tranquilamente das arquibancadas?’”.
Em outras palavras, o chute na bola não foi fruto de ignorância. Segundo o próprio protagonista, tratou-se de um ato de protesto, desespero e tentativa de expulsão voluntária. Ele queria deixar o campo. Estava revoltado com a questão dos bônus, frustrado com a situação da equipe e assustado com as ameaças que os jogadores acreditavam sofrer. O árbitro, porém, aplicou apenas cartão amarelo, obrigando-o a continuar na partida.
O Brasil venceria por 3 a 0. O resultado ficou exatamente no limite mencionado em alguns dos relatos posteriores dos jogadores, evitando uma derrota ainda mais pesada. O Zaire foi eliminado sem marcar gols e com 14 sofridos em três partidas. A imagem do lance de Ilunga acabaria sobrevivendo por muito mais tempo do que qualquer análise sobre as circunstâncias que cercavam aquela seleção.
Nas décadas seguintes, muitos integrantes daquela equipe afirmaram sentir-se injustiçados pela forma como foram retratados. Para eles, a história do Zaire em 1974 não era a de um grupo de atletas despreparados, mas a de uma seleção campeã africana que chegou ao maior palco do futebol envolvida em disputas políticas, promessas financeiras não cumpridas e pressões incompatíveis com a normalidade esportiva.
Assim, o chute de Mwepu Ilunga permanece como uma das imagens mais famosas da história das Copas do Mundo. Porém, à luz dos relatos posteriores, o episódio deixa de parecer uma simples curiosidade folclórica. Ele se torna o retrato de um momento em que futebol, política, medo e protesto se encontraram dentro de campo, diante de milhões de espectadores que, durante muitos anos, acreditaram estar vendo apenas um erro grotesco de um jogador que não conhecia as regras do jogo. Na realidade, segundo o próprio Ilunga, era exatamente o contrário: ele sabia muito bem o que estava fazendo.
Começou a contagem regressiva para a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026. Nesta sexta-feira (12), torcedores brasileiros tomaram a Times Square, em Nova York, e transformaram um dos cartões-postais mais famosos dos Estados Unidos em um verdadeiro ponto de encontro verde e amarelo. Os registros são do correspondente do Bahia Notícias nos Estados Unidos, Leonardo Baran. Assista:
A mobilização foi organizada pelo Movimento Verde e Amarelo, tradicional grupo de apoio à Seleção Brasileira, que promoveu um bandeiraço na véspera da partida contra Marrocos. O confronto acontece neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, pela primeira rodada do Grupo C do Mundial.
Entre as músicas entoadas pelos torcedores esteve o tradicional "Brasil Olê Olê Olê", canção que costuma embalar as arquibancadas da Seleção em competições internacionais desde a Copa do Mundo de 2018.
A festa aconteceu poucas horas depois do último treinamento da equipe brasileira antes da estreia. O elenco encerrou a preparação na manhã desta sexta e agora concentra as atenções no duelo diante dos marroquinos, considerado um dos mais difíceis da fase de grupos. O grupo das duas equipes também tem Haiti e Escócia.
Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, os torcedores do Esporte Clube Vitória aparecem mais otimistas com a conquista do hexacampeonato do que os do Esporte Clube Bahia. É o que aponta a pesquisa "O Soteropolitano e a Copa do Mundo", realizada pelo Instituto Duplamente em parceria com o Bahia Notícias, divulgada nesta sexta-feira (12).
De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados acreditam que o Brasil conquistará a sexta estrela no Mundial. O estudo mostra que esse otimismo é mais presente entre torcedores rubro-negros, especialmente jovens das classes populares.
Em contrapartida, 35% apostam em uma eliminação nas quartas de final, cenário predominante entre tricolores das classes A e B. Outros 22% acreditam que a Seleção chegará à semifinal ou terminará como vice-campeã.
Quando o cenário considera o Brasil fora da jogada, a França aparece como principal favorita ao título para 48% dos soteropolitanos. A Espanha foi citada por 22% dos entrevistados, enquanto a Argentina recebeu 11% das menções.
A pesquisa também investigou os hábitos de consumo dos torcedores durante o Mundial. Quase metade dos entrevistados, 48%, pretende acompanhar os jogos em casa, enquanto 28% preferem assistir em bares e 24% devem optar por arenas privadas e grandes festas temáticas.
Na disputa pela audiência, a TV Globo lidera com ampla vantagem e será a escolha de 62% dos entrevistados. A CazéTV aparece na sequência, com 28% da preferência, enquanto o SporTV foi citado por 10% dos participantes.
O levantamento ainda traçou o mapa das torcidas na capital baiana. Segundo os dados, 51% dos entrevistados se declararam torcedores do Bahia. Já o Vitória reúne 42% da preferência. Outros 7% afirmaram torcer para outros clubes ou não possuem time.
A pesquisa "O Soteropolitano e a Copa do Mundo" ouviu 400 moradores de Salvador entre os dias 11 e 12 de junho. A margem de erro é de cinco pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
BRASIL NA COPA
O Brasil estrea na Copa do Mundo 2026 contra o Marrocos, neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Durante o toneio, a canarinho enfrentará o Haiti, no dia 19, e a Escócia, no dia 24. Todas as seleções integram o Gupo C da competição.
O técnico Carlo Ancelotti afirmou nesta sexta-feira (12) que espera contar com Neymar nos próximos dias durante a disputa da Copa do Mundo. Em recuperação de uma lesão na panturrilha, o atacante está fora da estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos, marcada para este sábado (13), mas segue em processo de reabilitação.
Em entrevista coletiva, o treinador destacou o empenho do camisa 10 para retornar aos gramados e ressaltou a importância do jogador para o grupo, dentro e fora de campo.
"Neymar está trabalhando muito forte para se recuperar o mais rápido possível. A expectativa é que ele se recupere e se integre ao grupo na próxima semana. Quando convocamos o Neymar, nós o convocamos não só pela sua qualidade técnica, que é indiscutível. Mas também por sua experiência e pelo exemplo que ele pode representar para os jovens que temos nesse grupo", declarou.
Durante a preparação da Seleção nos Estados Unidos, Neymar ainda não participou de atividades com chuteiras. O atacante realizou treinamentos com bola ao lado dos companheiros, mas tem trabalhado com tênis de corrida e concentrado parte significativa da recuperação em sessões de fisioterapia.
Na quinta-feira (11), o jogador publicou imagens de treinamentos físicos realizados na academia, demonstrando a continuidade do processo de recuperação.
Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado, às 19h (horário de Brasília), no estádio Nova York e Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo. A chave também conta com Haiti e Escócia, que duelam às 21h, em Boston.
A Seleção Brasileira deve iniciar a Copa do Mundo de 2026 com boa parte da base que começou o Mundial anterior. Para a estreia contra Marrocos, neste sábado (13), Carlo Ancelotti deve escalar oito jogadores que foram titulares no primeiro jogo do Brasil na Copa de 2022, contra a Sérvia, no Estádio de Lusail, no Catar.
A provável escalação brasileira para o duelo deste sábado tem Alisson; Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Raphinha, Vinícius Júnior e Matheus Cunha.
Desse grupo, Alisson, Danilo, Marquinhos, Alex Sandro, Casemiro, Lucas Paquetá, Raphinha e Vinícius Júnior também começaram como titulares na vitória por 2 a 0 sobre a Sérvia, na estreia da Copa do Mundo de 2022.
Na ocasião, a Seleção Brasileira iniciou a partida com Alisson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Lucas Paquetá e Neymar; Raphinha, Vinícius Júnior e Richarlison. O "Pombo" marcou os dois gols da vitória brasileira no Catar.

Foto: Lucas Figueiredo / CBF
Além dos oito prováveis titulares, outros jogadores que fizeram parte do grupo de 2022 também seguem no elenco convocado para a Copa de 2026. Bremer, Fabinho, Bruno Guimarães, Gabriel Martinelli, Ederson e Weverton estiveram no Catar e voltaram a ser chamados para o Mundial.
Neymar também faz parte da lista de remanescentes de 2022, mas não deve ficar à disposição para a estreia. O camisa 10 ainda se recupera de uma lesão na panturrilha e não participou normalmente das atividades com o grupo nos Estados Unidos.
Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado, às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A partida será válida pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
Embaixadora do Brasil nos EUA presenteia representante de Marrocos com camisa não oficial da Seleção
Às vésperas da estreia de Brasil e Marrocos na Copa do Mundo de 2026, representantes diplomáticos dos dois países protagonizaram uma troca de camisas em Washington, nos Estados Unidos. A embaixadora do Brasil no país, Maria Luiza Viotti, presenteou o embaixador marroquino, Youssef Amrani, com uma blusa amarela não oficial da Seleção Brasileira.
O gesto ocorreu durante um evento realizado na última semana em território norte-americano. Em troca, Viotti recebeu uma camisa de Marrocos, aparentemente oficial e produzida pela Puma, fornecedora de material esportivo da seleção africana.
Nas imagens publicadas pela página da Embaixada do Brasil nos Estados Unidos, a diplomata brasileira aparece ao lado de Amrani segurando a camisa. O modelo entregue ao representante marroquino, no entanto, não é o uniforme oficial usado pelo Brasil na Copa do Mundo de 2026, nem uma peça de treino ou de coleções anteriores da Seleção.
A camisa é amarela, tem gola verde, faixas nas cores da bandeira do Brasil nas mangas e um escudo diferente do utilizado oficialmente pela Confederação Brasileira de Futebol. O modelo é o mesmo que está à venda na Amazon pelo valor de R$ 207,74.

Foto: Divulgação / Amazon
A troca de camisas entre representantes de países costuma ser compreendida como um gesto de cordialidade diplomática e aproximação institucional. No contexto da Copa do Mundo, a ação também funciona como sinalização de boa vontade antes do encontro entre as duas seleções em campo.
Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado (13), às 19h, pelo horário de Brasília, no primeiro jogo das equipes na Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada pelo Grupo C do Mundial.
Fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, os italianos vão torcer para o Brasil do técnico e compatriota Carlo Ancelotti, segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisas SWG, nesta quinta-feira (11). Além da Canarinho, os torcedores da Azzurra apontam a Espanha como uma de suas favoritas na competição de 2026.
Dos italianos consultados, 75% disseram se sentir “tristes e nostálgicos” com a ausência da Itália na Copa. Apesar disso, 59% dos entrevistados informaram que pretendem assistir ao Mundial. Por outro lado, 19% foram categóricos ao afirmar que, sem a presença da própria seleção, não acompanharão a competição.
Entre as equipes participantes da edição de 2026, o Brasil apareceu como o favorito dos torcedores italianos, com 17% da preferência. A Espanha veio logo atrás, com 16%, seguida pela Argentina, atual campeã mundial, com 10%.
Já 35% dos entrevistados que pretendem acompanhar o torneio afirmaram não ter uma seleção favorita.
A pesquisa da SWG foi realizada entre os dias 3 e 5 de junho, ouvindo 800 cidadãos italianos.
O escritor Augusto Cury, pré-candidato à Presidência da República pelo partido Avante, criticou o cenário político brasileiro nesta quinta-feira (11). Em entrevista concedida ao Bahia Notícias, Cury classificou o clima da disputa como um alerta sobre a intolerância, comparando o atual nível de polarização a uma "seita" e pior que as torcidas organizadas de futebol.
Confira em vídeo:
Para o pré-candidato, alega que o maior entrave para lideranças políticas reside justamente na falta de autocrítica de seus seguidores mais fervorosos. "E quem são os piores inimigos de um líder? São aqueles que aderem a eles de maneira radical, sem usar sua autocrítica para poder contribuir com eles. Quem são os piores inimigos de Marx? São os marxistas; de Trump, os trampistas; de Lula, os lulistas; e de Bolsonaro, os bolsonaristas", relata.
"Toda vez que você é um 'ista', você tem o sufixo 'ista', você supervaloriza, você não contribui mais, você só supervaloriza, você só aplaude e não fala dos defeitos. Isso impede que eles evoluam", acrescenta o pré-candidato.
Ao ser questionado sobre como a corrida presidencial poderia ser conduzida diante da forte divisão no país, Cury apontou o próprio desconhecimento de seu nome como o primeiro grande obstáculo.
"Bom, eu não sou conhecido por 85% a 90% do público, eles não sabem que eu sou pré-candidato à presidência. O desafio vai ser levar essa mensagem. Sementes são mais poderosas, embora aparentemente não causem impacto na hora, mas plante semente que você terá uma floresta e nunca vai faltar madeira para se aquecer", fala o escritor.
Apresentando-se como uma terceira via fundamentada no equilíbrio entre a economia e o social, o escritor criticou duramente o desgaste das relações familiares e sociais provocado pela política.
"Como eu tenho uma mente que se preocupa com o desenvolvimento econômico na plenitude e um coração que é social, que valoriza as dores das pessoas, eu tenho sido um choque de lucidez numa sociedade altamente polarizada, onde as pessoas não têm liberdade sequer em família de falar em quem vão votar", comenta.
Adversário do Brasil no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, o Haiti precisou alterar os uniformes que usará no Mundial após uma solicitação da Fifa. A entidade entendeu que o design original da camisa continha "mensagens políticas", por trazer uma bandeira e uma ilustração da Batalha de Vertières, confronto decisivo para a independência do país.
Segundo o jornal The Athletic, a Federação Haitiana de Futebol solicitou à fornecedora Saeta a modificação dos uniformes. Um porta-voz da seleção haitiana afirmou que a leitura da Fifa sobre o desenho foi uma "interpretação equivocada".
"Após uma interpretação equivocada, dirigentes da Fifa pediram à federação que removesse uma imagem que retrata Vertières e alguns heróis da independência hasteando a bandeira haitiana", afirmou o representante.
A Batalha de Vertières foi travada em 18 de novembro de 1803 e marcou a etapa final do processo que levou à independência do Haiti. A data também tem ligação simbólica com a campanha atual da seleção: o Haiti garantiu classificação para a Copa do Mundo de 2026 em 18 de novembro de 2025.
"Vertières foi o local da última batalha que levou à nossa independência, travada em 18 de novembro de 1803. Ironicamente, a seleção se classificou para a Copa do Mundo de 2026 em 18 de novembro de 2025. A federação não fez nenhuma outra declaração sobre o assunto; simplesmente pediu à Saeta que alterasse o uniforme", completou.
O modelo original da camisa trazia uma bandeira azul e vermelha na parte inferior, em referência ao primeiro símbolo nacional adotado após a independência, em 1804. A Revolução Haitiana, liderada por figuras como Toussaint Louverture, é reconhecida historicamente como a única revolta de escravizados bem-sucedida da era moderna. Veja abaixo, com detalhes, em publicação feita pelo perfil mantosdofutebol.com.br:
Pelas regras aplicadas pela Fifa em suas competições, símbolos ou imagens que possam ser interpretados como manifestações políticas podem ser proibidos nos uniformes das seleções.
Em comunicado, a Saeta afirmou que a proposta visual tinha como objetivo representar o "orgulho, a resiliência e o espírito do povo haitiano", sem intenção de transmitir mensagem política.
"Diversos conceitos foram desenvolvidos e refinados ao longo de vários meses e submetidos ao processo padrão de aprovação da Fifa. A proposta era uma homenagem aos homens e mulheres que contribuem diariamente para o futuro do Haiti e não tinha a intenção de transmitir uma mensagem política", disse a fornecedora.
Esta não é a primeira vez que o Haiti precisa modificar um uniforme de última hora. Nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, o Comitê Olímpico Internacional entendeu que uma imagem de Toussaint Louverture no traje da equipe de esqui não estava de acordo com normas sobre expressão dos atletas. Na ocasião, o rosto do revolucionário foi coberto por um remendo.
Na Copa do Mundo, o Haiti estreia neste sábado (13), às 22h, pelo horário de Brasília, contra a Escócia. Depois, enfrenta o Brasil no dia 19, às 21h30, e encerra a fase de grupos contra Marrocos, no dia 24.
Adversária da Seleção Brasileira no Grupo C, a Seleção de Marrocos terá dois desfalques confirmados para a disputa da Copa do Mundo de 2026. A comissão técnica marroquina confirmou os cortes do zagueiro Nayef Aguerd e do atacante Abde Ezzalzouli.
Peça-chave na campanha histórica do Mundial de 2022, Aguerd, que atualmente defende o Olympique de Marseille, tratava uma lesão na virilha desde março. Havia a expectativa de que o defensor se recuperasse a tempo do torneio, o que acabou não acontecendo. Para o seu lugar, foi convocado Marwane Saadane, zagueiro do Al-Fateh, da Arábia Saudita.
Já Ezzalzouli se lesionou no último amistoso preparatório antes da Copa, disputado contra a Noruega no último domingo (7). O ponta-esquerda do Real Betis, considerado uma das principais armas ofensivas da equipe, foi diagnosticado com uma entorse no joelho direito. Para substituí-lo, o técnico chamou Amine Sbai, atacante do Angers, da França.
Curiosamente, Marrocos estreia contra um Brasil que também enfrenta problemas médicos de última hora. No último sábado (6), a Amarelinha perdeu o lateral-direito Wesley, cortado por conta de uma lesão muscular na coxa.
Como o técnico Carlo Ancelotti optou por convocar o volante Éderson (Atalanta) para a vaga aberta, a tendência é que o zagueiro Ibañez ou o experiente Danilo sejam deslocados para suprir a ausência do lateral da Roma no time titular.
O confronto entre brasileiros e marroquinos acontece neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, pela primeira rodada do Grupo C. No mesmo dia, Haiti e Escócia completam a primeira rodada da chave. As duas seleções se enfrentam às 22h, também pelo horário de Brasília.
A três dias da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o atacante Raphinha destacou a importância de minimizar erros em uma competição de tiro curto. O Brasil enfrenta o Marrocos no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), pelo Grupo C, que também conta com Haiti e Escócia.
Segundo o jogador, o período reduzido de preparação exige rápida adaptação da equipe.
"Não só no primeiro jogo e não só um ponto de atenção, mas vários durante a competição. É um campeonato curto e muito traiçoeiro, é pouco tempo de trabalho para poder organizar melhor. Com esse tempo de preparação, a gente está tentando nos adaptar e chegar o mais próximo possível de não cometer isso. O ponto de atenção é a gente estar em uma competição curta, por um período curto, e ter que errar o menos possível", afirmou.
Raphinha também avaliou sua trajetória pela Seleção e reconheceu que ainda pode render mais com a camisa verde e amarela.
"Eu acho que já consegui entregar muita coisa pela seleção. Não posso ser hipócrita e falar que é igual ao que aconteceu no clube, mas acredito que, dentro do possível e daquilo que a gente estava passando neste último ciclo de Copa, consegui entregar um bom futebol. Mas dentro do vestiário a gente é muito consciente de que a Seleção Brasileira é feita de resultados. Se não tiver isso, a gente vai ser cobrado. Então, a partir do momento que isso acontece por algo que a gente está fazendo no clube, é porque temos total capacidade de fazer pela seleção também. A gente pode melhorar, não só eu tenho essa consciência, outros jogadores também."
O atacante ainda comentou sobre sua versatilidade em campo e disse estar preparado para atuar em diferentes funções.
"Eu tento me adaptar a qualquer posição onde eu consiga exercer. Se eu tiver que jogar pela esquerda, vou tentar me adaptar da melhor forma; do lado direito, da mesma forma. Apesar de me sair melhor pelo lado direito, por estar jogando nessa posição há mais tempo. Faz duas temporadas que estou me adaptando a jogar pelo lado esquerdo. Se tiver que jogar no meio também, vou fazer isso do melhor jeito possível para entregar um bom futebol. Aquilo que o professor me pedir, eu vou estar pronto para fazer."
Experiente em sua segunda Copa do Mundo, Raphinha afirmou que chega ao torneio mais preparado para lidar com a pressão do que em 2022.
"Eu senti mais pressão na de 2022 do que agora. Na época eu cheguei muito imaturo para a Copa, não só na Seleção, mas no Barcelona também. Eu sentia que não estava totalmente adaptado ao que é vestir essa camisa. E na Copa de agora eu me sinto mais preparado, eu entendo o meu lugar. Mas a pressão vai existir sempre. A partir do momento que a gente veste a camisa da Seleção Brasileira é preciso entender que a pressão vem junto. É a única seleção que tem cinco Copas do Mundo. Se não estivermos preparados para a pressão que vem junto com vestir essa camisa, você não pode disputar um torneio desse nível", concluiu.
Uma situação envolvendo a repórter Sofia Miranda, da GE TV, durante a cobertura da Copa do Mundo no México viralizou nas redes sociais. A profissional, que entrava em um ao vivo para o canal da Globo, foi surpreendida por uma arma dada por um integrante de um grupo de mariachis.
Na ocasião, a repórter entrevistava os músicos quando um deles sacou uma arma do bolso e a entregou na mão dela. Sofia segurou a arma e começou a brincar, enquanto um outro integrante da banda demonstrava apreensão ao vê-la com o objeto na mão.
???????????????? | Una reportera brasileña realizaba una transmisión en vivo junto con un grupo de mariachis cuando de repente uno de ellos sacó un revólver de su bolsillo.
— Sergio ???????? (@Seergiot3ck) June 9, 2026
VIVA MÉXICO JAJAJAJA pic.twitter.com/eiU6yqijzH
Sofia chegou a falar sobre a arma, pontuando que ela era pesada e logo em seguida, apontou o objeto para um dos músicos de forma bem-humorada: "Toca, mané, toca!". Após o "comando", ela devolveu a pistola.
Nas redes sociais, o episódio se tornou meme. Uma colega de trabalho de Sofia, a jornalista esportiva chegou a comentar o caso: "Vcs precisam ver a cara dos chefes quando alguem soltou A SOFIA TA COM UMA ARMA kkkkkkkkkkkkkkkkkk doente".
Convidado da última edição do Podcast Elas em Cena, na última quarta-feira (3), o narrador da Rede Bahia, Rainan Peralva, comentou a convocação da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo, divulgada pelo técnico Carlo Ancelotti no dia 18 de maio. O jornalista abordou especificamente a ausência de jogadores que atuam no futebol nordestino nas listas de selecionados para a Copa, não somente na atual, mas em outros anos de Mundial também.
“Com certeza tem (sobre preconceito com jogadores que atuam no futebol nordestino em momento de convocação). Sabe quantos jogadores foram convocados para a Copa atuando no nordeste? Nenhum. Desde 1930 (primeira Copa), nunca foi. Atletas nordestinos já foram, claro, diversos, mas jogando em outros times (de fora do nordeste)”, declarou.
Apesar de ter uma lista repleta de jogadores que nasceram no nordeste ou que foram revelados por um clube nordestino, incluindo atletas que foram campeões do mundo pela Seleção, o Brasil nunca contou com um jogador que atuou no futebol nordestino no momento em que foi convocado para a Copa.
Recentemente, quem chegou perto do feito foi Luciano Juba, lateral-esquerdo do Bahia, que foi convocado pelo técnico Carlo Ancelotti para a Data Fifa dos amistosos contra Senegal e Tunísia, em novembro de 2025. No entanto, o defensor ficou apenas no banco de reservas, sem ser titular ou ao menos ganhar minutos.
“Luciano Juba poderia ser o primeiro e é o que tinha mais capacidade que todos, é o que está em melhor fase, mas existe sim um preconceito, porque eles estão muito mais próximos, lá no sudeste, dos times de Minas Gerais, Rio de Janeiro e de São Paulo, e esses jogadores tem mais atenção. A gente não vê isso com os jogadores aqui da Bahia. Os caras daqui tem que se destacar e muito, por isso que eu parabenizo o Juba, que se destacou e muito para ser notado, ser pedido pela mídia do sul, ser reconhecido pelo Ancelotti”, destacou Rainan.
No dia 11 de maio, data limite para a entrega da pré-lista de possíveis convocados por Carlo Ancelotti para a disputa da Copa do Mundo, foi apurado que um dos nomes presentes era de Luciano Juba. Ainda assim, Juba, que era um dos cotados para defender a Seleção, sofreu uma lesão no músculo reto femoral da coxa esquerda durante o jogo contra o Grêmio, da 16ª rodada da Série A, no dia 17 de maio, um dia antes da convocação final.
Além de Juba, Rainan Peralva também enfatizou a boa fase vivida por Erick, ponta-direita do Vitória, que registra 33 partidas disputadas, 10 gols marcados e 11 assistências distribuídas na temporada atual, além da conquista da Copa do Nordeste, no último sábado (6).
“É um novo momento, uma nova era que o Bahia vem vivendo, tendo jogadores que possam competir dessa forma e se coloquem na disputa por uma vaga na Seleção. Como por exemplo, o Vitória poderia ter esse ‘lobby’ com o Erick, que é um exemplo claro: se estivesse em outro time, da região sul ou sudeste, teria pelo menos uma citação para ir para a Seleção. No Vitória, não citam”, finalizou.
O episódio foi ao ar na última quarta-feira (3), às 19h, no canal do Bahia Notícias no Youtube. Confira abaixo:
A Prefeitura de Salvador anunciou as atrações que irão agitar a capital baiana no próximo dia 13 de junho, estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
Para assistir a 23ª participação da Seleção Brasileira no Mundial, a cidade contará com pontos de celebração, com direito a telão e shows em quatro bairros.
A iniciativa acontecerá em Paripe (Praça João Martins), Cajazeiras (Praça da Pronaica), Itapuã (Prefeitura-Bairro da Avenida Dorival Caymmi) e Ribeira (Final de Linha da Ribeira).
A ação integra a estratégia da Prefeitura de descentralizar eventos e fortalecer a ocupação dos espaços públicos, promovendo cultura, entretenimento e integração entre os moradores dos bairros.
No dia 13, a programação musical reúne nomes como Timbalada e Leozinho Imperador, em Cajazeiras; Iago & Gilberto e Forró do Tico, em Itapuã; Daniel Vieira e Nei de Resenha, na Ribeira; além de Felipe Peixinho, Sabor de Mulher e Gigantes do Brasil, em Paripe.
As atividades terão início às 17h. As atrações dos demais dias de jogo serão divulgadas posteriormente. Confira a grade:
Paripe
- Felipe Peixinho
- Sabor de Mulher
- Gigantes do Brasil
Cajazeiras
- Timbalada
- Leozinho Imperador
Itapuã
- Iago & Gilberto
- Forró do Tico
Ribeira
- Daniel Vieira
- Nei de Resenha
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta segunda-feira (8) que Neymar apresentou evolução no tratamento da lesão na panturrilha direita. O atacante passou por uma nova ressonância magnética, e o resultado indicou progresso dentro do cronograma estabelecido pelo departamento médico da Seleção Brasileira.
Em nota oficial, a entidade detalhou o quadro do jogador. “O atleta Neymar foi submetido a ressonância magnética nesta segunda-feira. O exame apontou boa evolução em seu tratamento, dentro dos parâmetros esperados. Ele seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira”, informou a CBF.
Com a resposta positiva ao tratamento, a expectativa é que o camisa 10 avance para uma nova fase da recuperação nos próximos dias. A tendência é que ele inicie atividades em campo de forma gradual, acompanhado pela equipe de fisioterapia e preparação física da seleção.
Neymar permanece nos Estados Unidos com a delegação brasileira, mas ainda não participou dos treinamentos com bola ao lado dos demais atletas. Desde sua chegada à concentração, o jogador tem seguido um programa específico de recuperação, com sessões de fisioterapia, fortalecimento muscular e monitoramento da carga física.
Para os supersticiosos de plantão, o hexa já é realidade. Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, uma coincidência histórica voltou a chamar atenção: sempre que o Brasil foi campeão mundial em Copas disputadas no México ou nos Estados Unidos, o New York Knicks também esteve nas finais da NBA.
A primeira ligação vem de 1970. Naquele ano, a Copa do Mundo foi disputada no México, e a Seleção Brasileira encantou o planeta com um dos times mais lembrados da história do futebol. Com Pelé, Jairzinho, Tostão, Gérson, Rivellino e companhia, o Brasil venceu a Itália na final e conquistou o tricampeonato mundial.
Na mesma temporada, o New York Knicks também chegou à decisão da NBA. A franquia de Nova York enfrentou o Los Angeles Lakers e conquistou o título da liga norte-americana pela primeira vez.
Vinte e quatro anos depois, a coincidência apareceu novamente. Em 1994, a Copa do Mundo foi disputada nos Estados Unidos, e o Brasil voltou a levantar a taça após mais de duas décadas de espera. A Seleção comandada por Carlos Alberto Parreira teve Romário e Bebeto como protagonistas e venceu a Itália nos pênaltis para conquistar o tetracampeonato.
Naquele mesmo ano, o New York Knicks voltou às finais da NBA. A equipe nova-iorquina enfrentou o Houston Rockets e ficou com o vice-campeonato após uma série decidida em sete jogos.
Agora, em 2026, os elementos voltam a se cruzar. A Copa do Mundo será sediada por Estados Unidos, México e Canadá. E, pela primeira vez desde 1999, o New York Knicks voltou a disputar as finais da NBA, desta vez contra o San Antonio Spurs.
A coincidência também ganha força pelo hiato. O Brasil passou 24 anos entre os títulos de 1970 e 1994. Agora, chega a 2026 também depois de 24 anos sem vencer uma Copa do Mundo, já que a última conquista brasileira aconteceu em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.
No campo da lógica, nada disso entra em campo. Mas, no território das superstições do futebol, a combinação já é suficiente para alimentar a esperança de parte da torcida brasileira.
A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), contra Marrocos, pela primeira rodada do Grupo C. A partida será disputada às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
O Marrocos encerrou sua preparação para a Copa do Mundo de 2026 com um empate diante da Noruega, no último domingo (7), no Sports Illustrated Stadium, em Nova Jersey. Adversária do Brasil na estreia do Grupo C, a seleção africana utilizou o amistoso como último teste antes do início da competição.
Apesar do resultado equilibrado, a partida terminou com preocupações para a comissão técnica marroquina. Dois jogadores considerados titulares deixaram o gramado ainda no primeiro tempo e passam a ser dúvidas para o duelo contra a Seleção Brasileira, marcado para o próximo sábado (13), no MetLife Stadium.
O primeiro a ser substituído foi o lateral-esquerdo Noussair Mazraoui, que deixou o campo aos 27 minutos da etapa inicial para a entrada de Youssef Belammari. Apesar da troca, o defensor saiu caminhando normalmente e não aparentou maior gravidade.
A principal preocupação envolve o atacante Abde Ezzalzouli. Nos minutos finais do primeiro tempo, o jogador se chocou com um companheiro durante uma cobrança de escanteio da Noruega e caiu com fortes dores no joelho. Após receber atendimento, ele retornou ao gramado, mas voltou a sentir o problema pouco depois e precisou ser substituído com auxílio da equipe médica.
A situação do atacante será reavaliada nos próximos dias. Ezzalzouli é um dos principais nomes do setor ofensivo marroquino e pode desfalcar a equipe justamente na estreia contra o Brasil.
Além da Seleção Brasileira, Marrocos terá pela frente Haiti e Escócia na fase de grupos do Mundial.
A seleção brasileira feminina de vôlei encerra neste domingo (7) sua participação na primeira semana da Liga das Nações (VNL) 2026. A adversária será a atual campeã olímpica e líder do ranking mudial, a Itália. O jogo ocorre às 14h30, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.
O confronto marca o quarto compromisso do Brasil na etapa disputada na capital federal. Até aqui, a equipe comandada por Zé Roberto mantém campanha perfeita, com três vitórias em três partidas.
A mais recente delas aconteceu neste sábado (6), quando as brasileiras venceram a Bulgária por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/17 e 25/13. Antes dessa, a seleção já havia derrotado a Holanda e a República Dominicana, ambas por 3 sets a 1.
Vice-campeão da competição em três oportunidades (2021, 2022 e 2025), o Brasil segue em busca de um título inédito. Na última edição, a equipe brasileira foi derrotada justamente pela Itália na decisão.
VNL 2026
A Liga das Nações reúne 18 seleções, que disputam 12 partidas na fase classificatória, distribuídas em três etapas realizadas em diferentes países. Após os jogos em Brasília, a seleção brasileira ainda terá compromissos em Ancara, na Turquia, e Osaka, no Japão. As oito melhores campanhas avançam para a fase final, que será disputada em Macau, região administrativa da China.
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) intensificou as conversas com representantes da União Europeia na tentativa de destravar a negociação sobre a exclusão da carne brasileira da lista de importadores. Ao g1, interlocutores do Palácio do Itamaraty informaram que, antes mesmo da oficialização do veto do bloco, divulgado nesta sexta (5), o ministro Mauro Vieira conversou com o comissário de Comércio do bloco europeu sobre o assunto na última quinta-feira (4).
A decisão da União Europeia se baseia em um suposto uso excessivo de antimicrobianos na pecuária brasileira. Os antimicrobianos são substâncias usadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem funcionar como promotores de crescimento.
Na lista anterior, de 2024, o Brasil aparecia como autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, peixe e mel. Agora, o país aparece excluído da lista de todos esses produtos.
O governo trabalha para tentar reverter a decisão, pelo menos parcialmente, até que ela entre em vigor, em setembro. Ao mesmo tempo, o Ministério da Agricultura e o setor privado buscam soluções técnicas para oferecer as garantias que os europeus solicitaram, ou seja, visitas técnicas presenciais aos criadouros.
Em nota enviada ao g1, a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca) disse que "reafirma sua confiança no sistema brasileiro de inspeção sanitária e no trabalho conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária".
"As respostas e medidas já foram tomadas e a entidade segue cooperando com o governo brasileiro no fortalecimento dos controles sanitários e na promoção da qualidade e segurança do pescado brasileiro", afirmou.
Após vencer o Egito por 2 a 1 em amistoso internacional realizado em Cleveland (EUA), na noite deste sábado (6), Carlo Ancelotti revelou já ter uma escalação definida para a estreia do Brasil na Copa do Mundo. Nos últimos compromissos da Seleção, o treinador italiano vinha informando que o desempenho em campo lhe trazia dúvidas, e que isso era bom. Mas, dessa vez, ele foi enfático: "Tenho a escalação inicial para jogar contra Marrocos", afirmou durante a entrevista coletiva.
Apesar das certezas, Ancelotti lida com duas interrogações: Neymar e Wesley. O primeiro, com lesão confirmada desde a semana de apresentação, segue em tratamento. O segundo precisou sair no meio do jogo após sentir a região próxima à virilha esquerda. Em imagens compartilhadas na internet, o lateral apareceu saindo do estádio mancando, apesar de não estar usando muletas e conseguir se mover sozinho. Ambos os jogadores passarão por exames de imagem nesta segunda-feira (8).
Marquinhos e Gabriel Magalhães estão confirmados para o jogo de estreia, mesmo com alguns erros cometidos na partida de hoje. O zagueiro do PSG falhou no único gol marcado pelo Egito neste sábado, mas o técnico não abalou sua confiança. Ancelotti os defendeu afirmando que ambos disputaram a final da Champions League recentemente e estarão melhor integrados para os próximos jogos.
O comandante elogiou ainda as características de Endrick, mas sem confirmar sua titularidade. "É muito potente, muito bem posicionado na área. Todos os jogadores são importantes, com diferentes características. Matheus não finaliza como Endrick, mas é muito importante para a construção do jogo", explicou.
O Brasil estreia no Mundial no próximo sábado (13) contra o Marrocos, às 19h (horário de Brasília). Dando sequência à fase de grupos, a Seleção enfrenta o Haiti, no dia 19, na Filadélfia, e a Escócia, no dia 24, em Miami Gardens, pelo Grupo C.
A Seleção Brasileira fechou com chave de ouro a sua preparação para a disputa da Copa do Mundo Fifa 2026. Na noite deste sábado (6), o Brasil venceu o Egito por 2 a 1 nos Estados Unidos. Bruno Guimarães abriu o placar e Mostafa Ziko empatou poucos minutos depois, ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, Endrick colocou a Canarinho na frente mais uma vez e assim terminou.
No Huntington Bank Field, em Cleveland, a Seleção Brasileira começou a todo vapor. Fazendo pressão alta na marcação, o Brasil roubou a bola com Bruno Guimarães aos sete minutos e o mesmo finalizou rasteiro para abrir o placar para a equipe de Carlo Ancelotti. Mas jogando um balde de água fria, o Egito empatou aos 11. Marquinhos recuou a bola de forma errada, Mostafa Ziko ficou com a posse e deixou tudo igual. No início da segunda etapa, Raphinha deu a assistência para Endrick fazer o gol da vitória brasileira por 2 a 1.
Agora a Seleção Brasileira só volta a campo no dia 13 de junho, no próximo sábado, quando faz sua estreia pelo Grupo C da Copa do Mundo. O Brasil vai enfrentar a seleção de Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília).
Lula posa com camisa da seleção antes de amistoso e reforça campanha pelo resgate do verde e amarelo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou uma foto nas redes sociais neste sábado (6) vestindo a camisa da seleção brasileira de futebol antes do amistoso entre Brasil e Egito, agendado para as 19h. Na imagem, o presidente aparece sorridente, acompanhado de uma legenda com seu slogan sobre soberania nacional: "O Brasil é dos brasileiros".
A publicação ocorre no contexto do ano eleitoral de 2026, período no qual Lula tem força nas pesquisas de intenção de voto entre os pré-candidatos do espectro da esquerda. Confira:
A iniciativa de posar com a vestimenta da seleção nacional converge com o posicionamento recente do próprio chefe do Executivo. No último sábado (30), durante o lançamento da plataforma pública de streaming Tela Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, o petista defendeu de forma direta que a esquerda reaproveite as cores da bandeira nacional.
"A esquerda brasileira precisa aprender a utilizar na Copa do Mundo as cores verde e amarela para que elas não sejam tomadas por fascistas", disse o presidente na ocasião.
Relembre a ocasião:
A União Europeia (UE) publicou, na sexta-feira (5), um documento que oficializa o veto do bloco à importação de carne brasileira. O grupo decidiu excluir o Brasil da lista de países que cumprem as suas regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária. Com isso, o Brasil fica proibido de exportar carne para o bloco a partir de 3 de setembro deste ano.
Antimicrobianos são substâncias usadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem funcionar como promotores de crescimento.
Segundo o documento publicado na sexta, o país não apresentou informações exigidas pela Comissão Europeia que garantem que a carne e outros produtos de origem animal do Brasil cumprem os requisitos da UE sobre o uso das substâncias.
Na lista de 2024, o Brasil aparecia como autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, peixe e mel. Agora, o país aparece excluído da lista de todos esses produtos. Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, seguem autorizados a exportar para a UE.
Quando o bloco anunciou a sua decisão, no início de maio, a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, afirmou que o Brasil pode voltar à lista assim que comprovar os requisitos exigidos.
O governo brasileiro, por sua vez, disse, na época, que estava surpreso com a decisão e que iria negociar. Em abril, o Ministério da Agricultura publicou uma portaria proibindo a importação, fabricação, comercialização e uso de alguns antimicrobianos usados como melhoradores de desempenho, incluindo avoparcina e virginiamicina.
Para voltar à lista da UE, o Brasil tem dois caminhos: restringir legalmente o uso dos demais medicamentos mencionados ou garantir que a carne exportada não contenha essas substâncias.
A União Europeia é o terceiro maior destino da carne bovina brasileira em valor exportado, depois de China e Estados Unidos, segundo dados do Agrostat, sistema do Ministério da Agricultura. Para carnes em geral, o bloco é o segundo maior mercado, atrás da China.
Em seu último compromisso antes da Copa do Mundo, o Haiti foi derrotado pelo Peru por 2 a 1, na última sexta-feira (5), em amistoso preparatório para o torneio. A seleção caribenha saiu na frente do placar, mas sofreu a virada nos minutos finais da partida.
Wilson Isidor marcou o gol haitiano ainda no primeiro tempo. Na etapa complementar, os peruanos reagiram e construíram a vitória com gols de Renzo Garcés e Jairo Vélez.
O confronto encerrou a preparação do Haiti para o Mundial. A equipe fará sua estreia na competição no dia 13 de junho, às 22h (horário de Brasília), diante da Escócia.
Ausente da Copa do Mundo, o Peru, comandado pelo técnico brasileiro Mano Menezes, utilizou o amistoso para dar sequência ao trabalho da seleção após a eliminação nas Eliminatórias Sul-Americanas. A equipe terminou a disputa na nona colocação e não alcançou sequer uma vaga na repescagem.
Integrante do grupo da seleção brasileira, o Haiti será adversário do Brasil na segunda rodada da fase de grupos. O duelo está marcado para 19 de junho, às 21h30 (horário de Brasília), na Filadélfia.
A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (6), às 19h (horário de Brasília), para enfrentar o Egito no Estádio Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA), para o último teste antes de estrear oficialmente na Copa do Mundo 2026.
Em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (5), o técnico Carlo Ancelotti confirmou que usará a partida para fazer os testes finais e observar alternativas táticas, já que os 11 iniciais ainda não estão definidos.
“É o último jogo para fazer teste. O Paquetá representa um jogador importante para nós, porque tem características diferentes dos outros meias. Quero testá-lo e testar o Igor Thiago no jogo de amanhã. Acho que o sistema com os quatro na frente está bastante consolidado, mas quero testar uma nova alternativa no último ensaio”, afirmou o italiano.
MUDANÇAS E DESFALQUES NA SELEÇÃO
Para o confronto, o zagueiro Gabriel Magalhães deve ser preservado devido ao desgaste físico após a final da Liga dos Campeões pelo Arsenal. Quem também está fora é o camisa 10, Neymar, que permaneceu em Nova Jersey tratando uma lesão de grau 2 na panturrilha com o departamento médico.
Dessa forma, o Brasil deve ir a campo com quatro novidades em relação ao time que iniciou o amistoso contra o Panamá: Marquinhos entra na vaga de Bremer; Douglas Santos assume a lateral no lugar de Alex Sandro; enquanto Lucas Paquetá e Igor Thiago ganham oportunidades nos lugares de Luiz Henrique e Matheus Cunha.
Ancelotti também adiantou que pretende mudar completamente a equipe ao longo da segunda etapa.
Após o amistoso, o foco total do Brasil se volta para a estreia na Copa do Mundo contra o Marrocos, no dia 13 de junho, pelo Grupo C, que conta ainda com Haiti e Escócia.
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Seleção Brasileira durante último treinamento antes de enfrentar o Egito - Foto: Rafael Ribeiro/CBF
COMO CHEGA O EGITO
Sob o comando do técnico Hossam Hassan, a seleção egípcia chega respaldada por bons resultados recentes em amistosos, como o empate sem gols diante da Espanha e a vitória por 1 a 0 sobre a Rússia.
A grande estrela da companhia é o atacante Mohamed Salah, do Liverpool. O Egito busca fazer história no Mundial de 2026, tentando passar da fase de grupos pela primeira vez. A equipe integra o Grupo B da Copa, ao lado de Irã, Nova Zelândia e Bélgica, sendo a última listada a adversária da estreia no dia 15 de junho.
FICHA TÉCNICA
Brasil x Egito
Amistoso Internacional
Local: Estádio Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)
Data: 06/06/2026 (sábado)
Horário: 19h (horário de Brasília)
Árbitro principal: Adonai Escobedo (MEX)
Assistentes: Ibrahim Martinez (MEX) e Maximiliano Gomez (MEX)
VAR: Carlos Rivero (MEX)
Onde assistir: TV Globo (TV aberta), Globoplay (Streaming), SporTV (TV fechada) e GE TV (YouTube)
Brasil: Alisson; Wesley, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Raphinha; Igor Thiago e Vinicius Júnior. Técnico: Carlo Ancelotti.
Egito: Mostafa Shobeir; Mohamed Abdelmonem, Yasser Ibrahim, Karim Hafez e Mohamed Hany; Marwan Attia, Emam Ashour, Mahmoud Trezeguet e Mohamed Salah; Zizo e Omar Marmoush. Técnico: Hossam Hassan.
As mulheres negras jovens continuam registrando os piores resultados em indicadores como taxa de desocupação, informalidade, desalento e rendimento no mercado de trabalho. Isso é o que aponta o relatório da Rede Multiatores MUDE com Elas, elaborado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), a partir de dados da PNAD Contínua 2025, pesquisa do IBGE que analisa o mercado de trabalho no país.
O estudo, divulgado pela Agência Brasil, nesta sexta-feira (5), indica que, mesmo com melhorias em índices de educação formal e renda, ainda existem desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro para mulheres com idades entre 14 e 29 anos.
Entre os 14 e os 17 anos, a taxa de desocupação de mulheres negras chega a 24,7%, índice 1,4 vez superior à dos homens brancos da mesma faixa etária. Na faixa de 18 a 24 anos, apontada pelos pesquisadores como momento-chave de transição entre escola e trabalho, a desigualdade se intensifica para uma desocupação de 16,5% para elas, 1,6 vez maior do que a dos homens brancos.
O segmento posterior, entre 25 e 29 anos, tem uma taxa de desocupação de mulheres negras de 10,3%, quase o dobro da observada entre mulheres brancas e 2,8 vezes a dos homens brancos.
O resultado destaca que o território também influencia diretamente as oportunidades, pois moradoras de regiões periféricas enfrentam maiores obstáculos relacionados à mobilidade urbana, acesso à infraestrutura, qualidade dos serviços públicos e redes profissionais.
RENDA E TRABALHO FORMAL
A diferença também se reflete na renda e no acesso ao trabalho formal. Em 2025, o rendimento médio das mulheres negras correspondeu a apenas 46,5% do rendimento dos homens brancos, uma diferença de 53,5% que permanece praticamente inalterada nos últimos anos.
A informalidade entre jovens negras é de 39,1%, cerca de 10% acima da registrada entre jovens brancas. O único segmento mais fragilizado nesse indicador é o dos jovens homens negros, para os quais esse índice chega a 44,2%.
As dificuldades se refletem no desalento, que é a condição de quem desiste de procurar trabalho. As mulheres negras são 38,7% dos jovens desalentados do país, enquanto os homens negros somam 36,1%. Na faixa de 25 a 29 anos, a participação das mulheres negras atinge 44,2%.
Quando a análise recai somente sobre a Região Metropolitana de São Paulo, a desigualdade se repete: jovens mulheres negras recebem, em média, R$ 2.236, enquanto homens brancos chegam a R$ 3.926. Entre 25 e 29 anos, a desigualdade aumenta, com rendimentos de R$ 2.569 para mulheres negras e R$ 5.323 para homens brancos.
O Ministério das Relações Exteriores informou, nesta quinta-feira (4), que o Brasil foi eleito para integrar o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC). O mandato será exercido entre 2027 e 2029. A eleição ocorreu na terça-feira (2). O Brasil recebeu 181 votos dos representantes dos países que integram a organização.
Segundo a Agência Brasil, na avaliação da diplomacia brasileira, a eleição demonstra a importância do país no cenário internacional. "A eleição do Brasil reflete a importância atribuída ao papel estratégico que o país tem a desempenhar no ECOSOC, especialmente para a redução das desigualdades e a promoção da paz sustentável", declarou o Itamaraty.
O conselho, que é composto por 54 membros, é um dos principais órgãos da Organização das Nações Unidas (ONU) e tem a tarefa de coordenar as agências especializadas das Nações Unidas, formulando recomendações sobre os temas que envolvem comércio internacional, desenvolvimento, direitos humanos, condição da mulher, ciência e tecnologia, entre outros.
As recomendações são conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, concedeu entrevista nesta sexta-feira (5), na véspera do amistoso contra o Egito, marcado para este sábado, às 19h (de Brasília), em Cleveland. O treinador indicou mudanças na equipe, mas evitou divulgar a escalação titular.
Segundo Ancelotti, a partida será a última oportunidade para observar alternativas antes da Copa do Mundo. O italiano destacou que ainda não definiu um time ideal para a competição.
“É o último jogo para fazer teste. Paquetá representa um jogador importante para nós, porque tem característica diferente dos outros meias. Quero testá-lo e testar o Igor Thiago no jogo de amanhã. Acho que o sistema com os quatro na frente está bastante consolidado. Quero testar uma nova alternativa no último teste”, afirmou.
O treinador também comentou a situação do zagueiro Gabriel Magalhães, que deve ser preservado do amistoso. De acordo com Ancelotti, o defensor do Arsenal apresentou desgaste físico após a final da Liga dos Campeões.
“Voltou da final da Champions um pouco cansado. Não queremos assumir riscos com ele. Creio que amanhã não vai jogar, vai ser preparado para o primeiro jogo”, explicou.
Ancelotti ainda confirmou que pretende utilizar todos os jogadores disponíveis durante a partida. A ideia é promover mudanças completas na equipe ao longo do amistoso.
“Amanhã temos 11 mudanças, vou aproveitar as 11 mudanças na segunda parte. Pode ser alguns jogadores que precisem jogar mais, que tenham saído de lesão anteriores, como Raphinha, Bruno, pode ser que eu dê um pouco mais de minutos a eles, mas todos vão jogar”, destacou.
A Seleção Brasileira feminina de vôlei conquistou nesta quarta-feira (4) sua segunda vitória consecutiva na etapa de Brasília da Liga das Nações (VNL). Após perder o primeiro set, a equipe comandada por José Roberto Guimarães reagiu e derrotou a República Dominicana por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 25/18, 25/11 e 25/15.
O Brasil encontrou dificuldades no início da partida diante de uma equipe dominicana mais ajustada. As adversárias abriram vantagem ao explorar falhas defensivas da seleção e chegaram a liderar por 18 a 13. A reação brasileira veio na reta final da parcial, impulsionada por Kisy, Julia Bergmann e Diana. A equipe chegou ao empate em 21 a 21, mas um erro no fim do set permitiu que a República Dominicana fechasse em 25 a 23.
No segundo set, o equilíbrio marcou os primeiros pontos. Apesar de alguns erros no saque, o Brasil conseguiu assumir o controle da partida a partir da metade da parcial. Com destaque para os bloqueios de Julia Kudiess e a eficiência nos contra-ataques, a seleção abriu larga vantagem e confirmou a vitória por 25 a 18, igualando o confronto.
A partir do terceiro set, as brasileiras dominaram completamente a partida. Com forte atuação no sistema defensivo, pressão no saque e eficiência ofensiva de Julia Kudiess, Taianara e Diana, o Brasil abriu 6 a 0 logo no início. A equipe manteve o ritmo, aproveitou os erros das adversárias e não deu chances de reação, fechando a parcial com ampla vantagem: 25 a 11.
No quarto set, Diana foi decisiva nos primeiros pontos com uma sequência de bloqueios que colocou o Brasil em vantagem. A República Dominicana ainda conseguiu equilibrar as ações e chegou a virar momentaneamente o placar, mas a seleção retomou o controle do jogo. Julia Bergmann ganhou protagonismo no ataque, enquanto Diana voltou a aparecer nos momentos decisivos. Com tranquilidade, o Brasil administrou a vantagem e encerrou a partida em 25 a 15, garantindo mais um triunfo diante da torcida em Brasília.
Com o resultado, a equipe brasileira segue invicta na etapa da capital federal e mantém o bom início de campanha na Liga das Nações Feminina.
O atacante Neymar não acompanhará a delegação da Seleção Brasileira para Cleveland, onde a equipe enfrenta o Egito neste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo. O jogador permanecerá em Nova Jersey para dar continuidade ao tratamento da lesão na panturrilha direita e intensificar o processo de recuperação física.
O camisa 10 foi diagnosticado com uma lesão de grau 2 na região e trabalha para reunir condições de jogo a tempo da estreia brasileira no Mundial, marcada para o dia 13, sábado, contra o Marrocos, às 19h (horário de Brasília).
A contusão ocorreu durante a derrota do Santos para o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o clube tratou inicialmente o problema como um edema muscular. A partida ficou marcada por uma falha no procedimento de substituição, que impediu o retorno do atacante ao campo após receber atendimento médico fora das quatro linhas.
Posteriormente, já integrado à Seleção, Neymar foi submetido a novos exames que apontaram uma lesão mais séria do que a divulgada anteriormente. O diagnóstico foi confirmado pelo médico da equipe, Rodrigo Lasmar, em 28 de maio. Segundo o profissional, o prazo estimado de recuperação varia entre duas e três semanas a partir da data da avaliação.
Caso não reúna condições de atuar antes do início da competição, Neymar começará a Copa sem ter disputado uma partida sob o comando de Carlo Ancelotti.
A última vez que o atacante entrou em campo pela Seleção Brasileira de Futebol foi em outubro de 2023. Na ocasião, sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo durante compromisso pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu nesta quarta-feira (03) que o Brasil avalie a substituição do Pix pelo sistema de pagamentos instantâneos norte-americano Zelle. Segundo o ex-parlamentar, a medida poderia ser utilizada como um gesto de boa vontade nas negociações comerciais com o governo de Donald Trump.
Confira sua declaração:
?? Eduardo Bolsonaro sugere que o Brasil abandone Pix e adote sistema dos EUA
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 4, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/qWQw8OSjMR
“Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como, por exemplo, o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos. Aqui é o Zelle. Então, dá para você ir para uma mesa de negociação com os americanos”, alega Eduardo Bolsonaro.
O Zelle é um sistema de pagamentos e transferências rápidas amplamente utilizado nos Estados Unidos, mas que possui características estruturais e operacionais bastante distintas do Pix brasileiro.
EDUARDO E FLÁVIO
Vale contextualizar que seu irmão e pré-candidato Flávio Bolsonaro foi alvo de campanha de grupos da base do governo nas redes sociais após o anúncio de novas tarifas e acusado de ser responsável pelas mesmas, batizadas de "Tariflávio".
Fotos: Ricardo Stuckert / PR / Arthur Búrigo | Folhapress
Como resposta, Flávio pousou com um cartaz idêntico ao do presidente Lula, com os dizeres "O Pix é o do Brasil", mais a adição "E do Bolsonaro", como provocativa à pose do rival nas Eleições de 2026. Além de suas declarações na imprensa: “Tem que sentar na mesa e conversar. O Brasil não pode brigar com os Estados Unidos. O Pix é do Brasil. O Pix é do Bolsonaro. Não tem essa conversa de que alguém vai acabar com o Pix".
Até mesmo em postagem recente, o senador ressaltou a posição:
Por sua vez, o presidente Lula alega que é necessário abandonar o complexo nacional de vira-lata [sentimento de inferioridade e autodepreciação em que os brasileiros]: “Precisamos jogar fora o complexo de vira-lata, de achar que somos pequenos e que não temos nada. A gente precisa querer ter para poder fazer”, afirma.
Mesmo após a repercussão, Eduardo Bolsonaro segue alegando que Lula é contra a soberania nacional por meio das suas redes sociais:
Lula não defende a soberania do Brasil,
— Eduardo Bolsonaro???????? (@BolsonaroSP) June 4, 2026
ele defende a soberania do crime.
O Vila Folia, um dos maiores festivais de cultura da Europa, anunciou as apresentações de Psirico e É o Tchan na programação da 11ª edição do evento, que ocorre anualmente em Bruxelas, na Bélgica. As apresentações fazem parte da programação do "Vila Cup", torneio de futebol que destaca a cultura brasileira, unindo futebol, gastronomia e música.
Os grupos Companhia do Pagode e Terra Samba também estão confirmados, ressaltando a importância da cultura baiana. Os shows acontecem em um grande estádio da cidade, o Edmond Machtens, e começam neste domingo (7) e seguem até o dia 28 de junho. “É a Bahia na Europa, é o Engenho Velho de Brotas na Europa, é o Brasil na Europa. É incrível como o carinho do povo brasileiro transcende o mundo e leva a gente para lugares inimagináveis”, afirmou Márcio Victor, vocalista do Psirico.
O Psirico, além da apresentação na Bélgica, também tem datas marcadas em Milão, na Itália, e em Madrid, na Espanha, compondo o roteiro da turnê internacional da banda. Todos os shows acontecem em junho, entre os dias 19 e 21. Márcio Victor revelou ainda o sucesso na venda dos ingressos. “Fazer turnê na Europa pelo terceiro ano é algo que mexe muito com a gente, principalmente por representar uma música que vem das ruas e que hoje encanta o mundo inteiro. Já soube que metade dos ingressos já foram vendidos e o público está muito ansioso. Vai ser uma experiência única, com trio elétrico em Bruxelas, levando a força do nosso som, da nossa dança e da nossa cultura para o povo europeu”.
A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei estreia na Liga das Nações (VNL) de 2026 nesta quarta-feira (3), diante dos Países Baixos. Até o dia 26 de julho, as principais potências do mundo, incluindo o Brasil, estarão em quadra em busca do título do torneio.
Além dos Países Baixos, as brasileiras enfrentarão a República Dominicana, a Bulgária e a atual bicampeã, Itália, nesta primeira semana. Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil receberá jogos da fase classificatória. Nesta edição, a cidade-sede em solo nacional será Brasília, com as partidas disputadas na Arena Nilson Nelson.
ESTREIA DO BRASIL NA VNL
Data: 3 de junho (quarta-feira)
Horário: 20h (horário de Brasília)
Local: Arena Nilson Nelson, Brasília
Onde assistir: SporTV 2, ge.globo e VBTV
COMO FUNCIONA A COMPETIÇÃO
A Liga das Nações é disputada por 18 seleções. O formato segue o mesmo das edições passadas, dividido em duas fases. Na primeira etapa, cada equipe faz 12 partidas ao longo de três semanas, sob o sistema de pontos corridos.
A cada semana, os jogos acontecem em três sedes diferentes, abrigando seis equipes em cada uma. Ao final da fase classificatória, os oito melhores times avançam para o mata-mata decisivo em sistema eliminatório de jogo único. O país-sede da fase final (neste ano, a República Popular da China) já tem vaga garantida nas quartas de final.
Os Estados Unidos divulgaram uma lista com 60 países, entre eles o Brasil, que falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. A lista faz parte do material da investigação do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, e divulgado nesta terça-feira (2). Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.
Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. Informações do G1 indicam que a investigação foi iniciada em março deste ano. Segundo o Itamaraty, a expectativa é que as tarifas, se adotadas, serão acumulativas.
Segundo o relatório, a prática desses países é "irracional" e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos. O governo dos EUA estabeleceu dois níveis de sobretaxação:
- 10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de acordos de comércio recíproco. Entre eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador.
- 12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros.
De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.