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O cantor e compositor baiano Ederaldo Gentil acaba de ganhar um acervo virtual (clique aqui) para retratar sua vida e sua obra. O “Acervo Ederaldo Gentil” traz a biografia do músico por meio de uma linha do tempo, vídeos, fotos, depoimentos de artistas e canções. O público poderá conferir ainda um disco de raridades produzido pelo músico e sobrinho de Ederaldo, Luisão Pereira, que também é o coordenador geral e diretor artístico do Acervo. Este CD integrará um box, junto com os álbuns "Samba, Canto Livre de Um Povo" (1975), "Pequenino" (1976) e "Identidade" (1984), com lançamento previsto para os próximos meses. Além disso, o projeto prevê também um show no qual novos artistas da música brasileira farão versões de clássicos da obra de Ederaldo Gentil. A apresentação terá estreia no Teatro Castro Alves, em Salvador, e deve percorrer outras capitais do país. O projeto tem patrocínio do Natura Musical, por meio do Fazcultura, programa de fomento à cultura do Governo da Bahia.
O cantor e compositor paulista Guilherme Arantes, que no ano passado lançou gratuitamente na internet um box comemorativo que reúne 21 CDs e um documentário (clique aqui), fez um desabafo em suas redes sociais, a respeito da pirataria. “O que fazer, se por toda parte os piratas tomaram conta do País?”, indagou o artista em uma postagem, nesta terça-feira (20). “Fui fazer shows no Ceará, esta semana, e me deparei - nos locais dos shows- com a venda descarada de um DVD ‘meu’, com as ‘Histórias’ dos meus 40 anos, que estão disponibilizadas gratuitamente no meu canal, e mais uma montanha de MP3s anexados, num produto PIRATAÇO que inclusive traz descaradamente dados de fábrica, da reprodução desautorizada, etc..., fazendo de conta, dando a ‘impressão de legalidade’”, contou o artista, dizendo ainda que o público “comprou em peso” o material pirata e pediram para autografa-lo. “São trouxas, mas na hora de me pedirem pra autografar ‘aquilo’, quem se sente chamado de ‘trouxa’ sou eu : Tô fora! Já vou avisando que não vou ficar ajudando a pilantragem a faturar com a ingenuidade dos fãs”, declarou Guilherme Arantes, destacando o fato de “um material generoso, autobiográfico e musical de primeira qualidade, gratuito” se transformar em um “DVD oportunista”. “Eu poderia chamar a polícia e mandar prender. mas são uns coitados miseráveis. Miserável é quem compra também...”, acrescentou o artista, revelando que também usa programas baratos para gravar vídeos de internet, embora não os transforme em produto. Ele disse ainda que é “um ávido consumidor de programas e conteúdos legais, pagos, sendo sempre bem atendido, com direito a ‘upgrades’ e ofertas de fidelização”. Atribuindo a pirataria à “cidadania moderna”, Guilherme Arantes avaliou que “nem todos estão preparados” e que tal comportamento é uma questão de cultura. “Fazer o quê? Processar? Quem? Onde? Pra ser julgado quando? Êta Brasilzão véio de guerra!”, concluiu o artista.
O box inclui as primeiras gravações do músico na gravadora Sun Records, coletâneas de singles, 17 sonoras de filmes e outros trabalhos ao vivo. Cada álbum terá a reprodução da arte original. Além dos discos, o box ainda traz um livro de capa dura com 300 páginas.

Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).