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Antes de se tornar uma das vozes mais potentes do forró, Silvânia Aquino tinha um outro sonho, o de cantar Axé Music.
Em coletiva realizada nesta quinta-feira (29), para a divulgação da gravação do primeiro audiovisual do projeto Duas Paixões, com ela e Berg Rabello, a artista relembrou o passado em Salvador e contou uma história curiosa.
Natural de Aracaju, Silvânia morou em Salvador por alguns anos antes de ingressar na Calcinha Preta e, por pouco, não foi vocalista da Banda Didá, a primeira banda percussiva formada apenas por mulheres.
"Eu ia ser cantora da Banda Didá, fiz um teste. Ai cheguei em casa, toda desiludida 'Eu quero ser cantora de forró, mas eu gosto de axé, eu quero cantar axé!'. Ai na mesma semana que eu recebi a notícia para cantar na banda Didá, aí me chamaram [para Calcinha Preta]."
A artista revelou que chegou a gravar em um estúdio do cantor Gerônimo Santana em Salvador, mas percebeu que o caminho dela era o forró. Apesar de ter "abandonado" o estilo, a cantora faz questão de incluir músicas da Bahia em seu repertório, em especial, Ivete Sangalo, que é uma das paixões da artista.
Em meio as comemorações do São João da Bahia, no Centro Histórico de Salvador, a Banda Didá prestou uma homenagem ao seu fundador, Neguinho do Samba, neste sábado (21), em frente a sede do bloco. Com sede na rua Maciel de Cima, uma das principais do Pelourinho, as mulheres que compõem o grupo desfilaram em comemoração ao seu percursor que neste dia 21 de junho, completaria 70 anos.
Em seus trajes, as discípulas do samba-reggae estamparam camisetas com os dizeres: “Obrigada por transformar nossas baquetas em canetas para escrever o nosso futuro”. Ao som dos tambores tradicionais da banda feminina, admiradores e visitantes apreciaram os clássicos da banda.

Foto: Waltemy Brandão / Bahia Notícias
Antônio Luís Alves de Souza, mais conhecido como Neguinho do Samba, foi um músico baiano nascido em 21 de junho de 1955. Ao soteropolitano foi atribuída a criação de um ritmo que mescla o reggae jamaicano e o samba baiano, o samba-reggae. Neguinho do Samba foi um dos fundadores e diretores grupo Olodum e da Associação Educativa e Cultural Didá, banda feminina. O artista morreu aos 54 anos, em dezembro de 2009, em consequência de problemas cardíacos.
Formada apenas por mulheres pretas, a Banda Didá encantou os foliões do circuito Osmar, no Campo Grande, na tarde deste sábado (1º). Um espetáculo de cores e de representatividade tomou conta das ruas do Centro de Salvador, enquanto os tambores da banda animavam o bloco – e também a pipoca que acompanha os desfiles no tradicional circuito.
? VÍDEO: Banda Didá leva representatividade e cultura negra para o Carnaval do Centro
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 1, 2025
Confira ? pic.twitter.com/eYPSr9M0kV
Vestidas com cores e paramentas de orixás, algumas integrantes do bloco traziam cartazes de protesto. “Por um parto humanizado”, “salários justos para uma mulher” e “mulher preta segue discriminada” eram alguns dos lembretes exaltados pelas participantes do desfile.


A cantora baiana Melly será a responsável por agitar o sábado (30) em Salvador com um show gratuito na Casa Rosa, no Rio Vermelho. A apresentação faz parte das atividades do Esquenta WOW, um dos eventos preparatórios para o Festival Mulheres do Mundo (WOW) Rio, e o show da artista tem início previsto para 19h.
A programação ainda conta com outras atividades espalhadas pela capital baiana, com rodas de conversas, oficina de dança afro, oficina de turbante e de comunicação antirracista.
Com o tema 'Vozes de Mulheres que Ecoam em seus Territórios', o encontro tem como objetivo reunir instituições e mulheres engajadas na luta pela igualdade de direitos. Entre os coletivos que participarão das atividades estão instituições como o Odara Instituto, Bahia Street, Instituto da Mulher Negra - Mãe Hilda Jitolu e Banda Didá.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
10h | Pátio Viração
- Atividade: Abertura
- Convidadas: Eliana Sousa Silva, Inaê Moreira e Pâmela Carvalho
- 11h30 - Atividade: Homenagem à Dona Dalva do Samba
12h30 às 14h - Almoço
14h | Teatro Cambará
- Atividade: Mesa | Saúde Reprodutiva e Bem viver
- Convidadas: Veronica Santos, Emanuelle Goes e Andreza Dionísio
14h30 | Sala Rosa
- Atividade: Oficina de comunicação antiracista
- Convidada: Dôra Santos
16h | Teatro Cambará
- Atividade: Mesa | Direito à Memória e Educação
- Convidadas: Mãe Márcia, Tiffany Odara, Rita Cliff, Mestra Janja e Pâmela Carvalho
16h30 | Sala Rosa
- Oficina de Turbante
- Convidada: Dete Lima
17h30 | Pátio Viração
- Oficina de Dança Afro
- Convidada: Nildinha Fonseca
19h | Pátio Viração
- Show de Melly
20h | Pátio Viração
- Show da Banda Didá
A banda de percussão feminina Didá, marcou presença nesta segunda-feira (20), no circuito Osmar (Campo Grande). Acompanhadas do secretario de cultura Bruno Monteiro, a vocalista do grupo agradeceu o apoio dos órgãos públicos através do edital Ouro Negro. Durante o agradecimento, a vocalista afirmou que em determinado momento, a banda estava procurando apoio até para pagar os cordeiros.
O grupo, com mais de 1200 associadas, fez desfile pautado na força das mulheres negras e protesto contra o genocídio da população negra.
Confira as fotos:





Com mais de 1200 associadas, a Banda Didá esbanjou beleza em sua passagem neste sábado (18), no circuito do Campo Grande. Os desfiles também são abertos para todas as mulheres que desejem desfilar na avenida com o bloco, seja tocando percussão ou em algum dos outros setores.
A banda de percussão composta inteiramente por mulheres, fez um desfile pautado na força das mulheres negras e protesto contra o genocídio da população negra.
Confira as fotos:





Com única forma de custear o desfile no Carnaval em 2023 sendo o Ouro Negro, a banda Didá não participaria da festa sem o edital, segundo a vocalista do grupo Madalena. Presente no lançamento do projeto que auxilia os blocos de matrizes africanas, nesta quarta-feira (15), a cantora ressaltou os projetos para os próximos anos.
"Nenhum outro patrocínio. Até os que buscamos, não quiseram. Tentamos outros caminhos, mas não conseguimos. Mas só conseguimos o Ouro Negro. Não conseguimos com outras empresas. Estamos a dois dias do Carnaval e ainda estamos tentando custear cordeiros. Estamos nessa luta e torcemos para que nos próximos anos consigamos sair de uma forma mais tranquila e leve", disse.
Na sua 14ª Edição o edital contempla e estimula a participação de agremiações oriundas das diversas comunidades de Salvador, que tem na folia o ápice para as diversas atividades sociais que são desenvolvidas ao longo do ano. Indumentárias, toques percussivos, danças, performances e cantos fazem parte dos espetáculos, que trazem em si a força da ancestralidade e da tradição, na construção de uma cultura cidadã.
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"Eduardo Bolsonaro não está bem".
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