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Artigos

Gustavo Falcón
O Paraguaçu sob ataque
Foto: Acervo pessoal

O Paraguaçu sob ataque

O rio Paraguaçu é o mais longo rio baiano. Ele nasce na cidade de Barra da Estiva e desagua em Salinas das Margaridas após um longo percurso de cerca de 600 km. Irriga plantações, serve de bebedouro para os animais, fonte de renda para pescadores, corta povoados e cidades, incorpora muitos afluentes e em Cachoeira, já próximo a sua foz, majestoso e imponente, se transforma num imenso lago represado na Barragem de Pedra do Cavalo. Dali manda água para abastecer milhares de pessoas, no interior e principalmente na capital do estado.

Multimídia

Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria

 Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Em entrevista ao Projeto Prisma, com Fernando Duarte, o secretário de Relações Institucionais de Salvador e deputado federal licenciado, Alex Santana (Republicanos), afirmou que a decisão de não disputar a reeleição em 2026 foi motivada exclusivamente por razões pessoais.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

baiana

Melly estreia no Rock in Rio Lisboa e inicia temporada internacional
Foto: Vitor Cipriano

A cantora baiana Melly se apresenta no Rock in Rio Lisboa, em Portugal, no próximo dia 27 de junho, dando início a uma série de shows internacionais. A passagem pelo país europeu acontece após o lançamento do álbum “Mais forte que a dúvida” e inclui apresentações no Festival MIMO, em Guimarães, na Casa da Música, no Porto, e no Jardim de Verão, em Lisboa.

 

A temporada marca a estreia de um novo espetáculo, com direção musical renovada, novos arranjos e repertório que reúne sucessos da carreira e faixas do novo álbum. O trabalho conta com participações de Anitta, Léo Santana, Luedji Luna e Liniker.

 

“Muito contente em levar pelo menos um pouco do novo álbum para este show tão lindo. O Rock in Rio é um dos festivais mais importantes do mundo e fazer parte desse line up tão potente sem dúvidas é uma enorme realização. Contando os dias para esta apresentação que sem dúvidas será única e muito especial”, afirmou a cantora.

 

Após os compromissos em Portugal, Melly retorna ao Brasil para apresentações já confirmadas no Rock in Rio Brasil, em setembro, e no Primavera Sound São Paulo, em dezembro.

 

Confira a agenda de shows:

27/06 – Rock in Rio Lisboa – Lisboa, Portugal
04/07 – Festival MIMO – Guimarães, Portugal
10/07 – Casa da Música – Porto, Portugal
11/07 – Jardim de Verão – Lisboa, Portugal
07/09 – Rock in Rio Brasil
06/12 – Primavera Sound São Paulo

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Baiana vence campeonato mundial de Candy Crush e leva prêmio de US$ 500 mil
Foto: Divulgação/Candy Crush Saga

A baiana Luana (sobrenome não divulgado) conquistou um feito inédito ao vencer o torneio mundial Candy Crush Saga All Stars 2026, realizado nesta sexta-feira (12), em Londres. A brasileira superou outros nove finalistas na etapa presencial da competição e garantiu o principal prêmio do campeonato: US$ 500 mil, além de um anel exclusivo criado especialmente para a campeã.

 

Luana representou o Brasil na grande final após avançar por uma série de etapas eliminatórias que mobilizaram milhões de jogadores ao redor do mundo. A competição, organizada pela King, desenvolvedora do jogo, distribuiu um total de US$ 1 milhão em premiações entre os participantes.

 

Em entrevista à revista Variety, Luana contou que sempre sonhou em participar de uma competição como essa.

 

“Tenho jogado desde que me entendo por gente. Sempre fui muito imaginativa. Sonhava em competir em torneios ao vivo, imaginava um apresentador comentando minhas jogadas, o local da competição e os adversários. O fato de o Candy Crush All Stars existir e eu ter conseguido participar parece algo que saiu diretamente da minha imaginação”, afirmou.

 

A final foi disputada diante de uma plateia ao vivo em Londres e exigiu estratégia, rapidez e capacidade de tomar decisões sob pressão. Os competidores enfrentaram diversas rodadas até a definição da campeã.

 

Pela primeira vez, a edição também contou com uma rodada bônus de alta intensidade, criada para elevar ainda mais o nível da disputa. O vencedor dessa etapa recebeu uma premiação extra de US$ 10 mil.

 

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Baiana que já cozinhou para Guns N' Roses, Lula e Djavan disputa prêmio de Destaque em Gastronomia da PowerList Mundo Negro
Foto: Reprodução/Instagram

A culinarista, empreendedora e educadora gastronômica baiana SaintClair Dias Ribeiro Cezar, que já assinou experiências gastronômicas para nomes como a banda Guns N' Roses, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o cantor Djavan, está entre as cinco finalistas da categoria Destaque em Gastronomia da PowerList Mundo Negro 2026. A premiação é considerada uma das mais importantes do país voltadas ao reconhecimento de mulheres negras.

 

A votação popular segue aberta até o dia 22 de junho pelo portal Mundo Negro, e definirá parte das homenageadas da edição deste ano. A cerimônia acontecerá em 31 de julho, no Rio de Janeiro, durante as celebrações do Julho das Pretas Latino-Americanas e Caribenhas.

 

“Receber essa indicação já é uma grande honra, mas agora começa uma nova etapa e eu preciso da ajuda de todos”, afirmou SaintClair ao compartilhar a notícia com seus seguidores nas redes sociais.

 

Com mais de uma década de atuação na área gastronômica, ela é fundadora do Saint Clair Aromas e Afetos, buffet especializado em eventos sociais, corporativos e produções de médio porte, além do diMainha, serviço de delivery de sanduíches artesanais. Filha de servidores públicos e profundamente conectada às raízes culturais da Bahia, a soteropolitana tem na cozinha uma extensão do cuidado e da construção de memórias afetivas.

 

Além do trabalho à frente dos negócios, SaintClair também construiu uma trajetória relevante na formação profissional. Durante dez anos, atuou como instrutora do Senac Bahia no programa Jovem Aprendiz, contribuindo para a qualificação de centenas de jovens. Ao longo dos últimos anos, também participou como palestrante de iniciativas promovidas por instituições como Senac, Sebrae e Salvador Capital Afro.

 

Atualmente, a empreendedora amplia sua formação acadêmica em Gastronomia, participa da produção de um livro coletivo sobre superação e desenvolve sua autobiografia, intitulada O Corpo Também Fala, obra que aborda temas como identidade, reinvenção profissional e resiliência.

 

Promovida pelo portal Mundo Negro, referência no jornalismo voltado à população negra há quase três décadas, a PowerList chega à sua quinta edição com uma estrutura ampliada. A premiação homenageia mulheres que se destacam em diferentes áreas, incluindo gastronomia, empreendedorismo, moda, beleza e produção de conteúdo digital.

 

A cerimônia de premiação será realizada no dia 31 de julho, no Rio de Janeiro, durante as celebrações do Julho das Pretas Latino-Americanas e Caribenhas.

 

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Médica baiana troca plantões pela cozinha e disputa nova temporada do MasterChef Brasil
Fotos: Reprodução / Instagram / Gabriela Peixoto

A Bahia terá representante na nova temporada do MasterChef Brasil. A médica ginecologista e obstetra Gabriela Peixoto, nascida em Salvador, integra o elenco da edição 2026 do reality culinário da Band, que estreou nesta terça-feira (26). Atualmente vivendo em Aracaju, a participante precisou dividir a rotina intensa da residência médica e dos plantões hospitalares com as etapas de seleção do programa.

 

Apaixonada por gastronomia desde a adolescência, Gabriela encontrou na cozinha um espaço de equilíbrio em meio à pressão da profissão. Entre atendimentos em maternidades, plantões no Samu e estudos da especialização, ela manteve o hábito de cozinhar como forma de relaxamento e expressão pessoal.

 

A entrada no reality, porém, quase não aconteceu. Segundo a médica, a insegurança fez com que ela adiasse a inscrição em outras temporadas do programa. O incentivo decisivo veio da família e do namorado, que a convenceram a apostar no talento culinário desenvolvido de forma autodidata.

 

Sem formação profissional em gastronomia, Gabriela promete levar ao MasterChef referências da culinária nordestina e pratos marcados por memória afetiva. A participante também afirmou que pretende usar sua personalidade forte e a conexão com as raízes baianas como diferenciais dentro da competição.

 

A temporada 2026 do MasterChef Brasil começou com novidades na dinâmica da disputa. Os 24 participantes foram divididos em equipes e enfrentam fases eliminatórias inspiradas em competições esportivas, aumentando a pressão já nos primeiros episódios. O programa segue com avaliação dos chefs Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça.

 

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Erlana Castro defende ESG como estratégia de lucro e criação de valor
Foto: @vivaeventosvaladares

A estrategista de inovação e pesquisadora baiana Erlana Castro afirma que o ESG, sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança, precisa ser entendido como um modelo de negócio voltado à geração de valor. Em palestra publicada na plataforma TEDx Talks, ela resume o conceito de forma direta: “É Sobre Grana”.

 

Na apresentação, Erlana propõe uma mudança de visão. Para ela, o ESG não deve mais ser tratado como ferramenta de reputação ou tendência de mercado, mas como uma decisão estratégica ligada à sobrevivência das empresas.

 

Uma pesquisa da PwC indica que cerca de 40% dos CEOs no mundo acreditam que seus negócios podem deixar de existir na próxima década. Para a pesquisadora, isso mostra que o modelo produtivo atual já não sustenta o futuro. “Se o horizonte de viabilidade das empresas está encolhendo, a pergunta não é mais se é preciso mudar, mas quem vai liderar essa transformação. E a resposta é clara: os próprios negócios”, afirma.

 

Nesse contexto, ela defende que o ESG deve sair do campo moral e ocupar o centro da estratégia empresarial. “ESG não pode ser tratado como um compromisso de imagem. Ele precisa funcionar como motor de geração de valor e de continuidade dos negócios”, diz.

 

Segundo Erlana, empresas que conseguem resolver problemas reais, ambientais, sociais e culturais, passam a capturar valor extraordinário. “Não existe mais essa separação entre impacto e resultado financeiro. Regenerar e lucrar passam a acontecer juntos, e é isso que diferencia as empresas preparadas para o futuro”, afirma.

 

Consultora criativa, Erlana Castro é fundadora do #ESGpraJá, think tank e observatório de criatividade ESG. Também é pesquisadora e professora convidada da Fundação Dom Cabral, mestre em Gestão Global de Marcas pela ESPM e coautora das ferramentas Radar Antifrágil e Business Model (RE)generation Canvas, voltadas à estratégia e inovação em ESG. A especialista já participou como palestrante de eventos internacionais como o SXSW e o Cannes Lions International Festival of Creativity 2024.

 

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Forbes destaca marca de design criada pela baiana Ticiana Villas Boas em lista internacional
Foto: Reprodução/Instagram

A revista Forbes Brasil divulgou neste domingo (26) a lista “ForbesLife Fashion The List”, que reúne destaques em 20 categorias do universo da moda, beleza, arte, design, negócios e cultura. Entre os nomes citados está a marca 55 Design, criada pela baiana Ticiana Villas Boas.

 

A seleção inclui categorias como Look do Ano, Modelo, Fotografia, Moda, Maquiador, Sustentabilidade na Moda, Negócios de Moda, Beleza, Artes, Design, Casal de Estilo, Inovação Social, Literatura, Empresárias que influenciam, Chef, Lifestyle, Esporte, Cinema e Música.

 

Após 17 anos de carreira no jornalismo televisivo, Ticiana Villas Boas passou um período afastada do mercado de trabalho e decidiu refletir sobre um incômodo pessoal: o fato de o consumidor brasileiro dar mais espaço ao design internacional do que à produção nacional.

 

Foi nesse contexto que, em 2020, ela fundou a 55 Design, marca com loja em São Paulo que reúne design, arquitetura, arte e mobiliário totalmente brasileiros. O nome faz referência ao DDI do Brasil. “Sempre tive muito orgulho das nossas riquezas culturais”, afirmou a empresária.

 

No ano passado, Ticiana assumiu o controle integral da empresa, que antes era dividida com uma sócia. “Participo de tudo, o que até me surpreende, pois achei que não seria capaz”, disse.

 

Em 2025, a marca ampliou sua presença internacional com a inauguração de um showroom em Boca Raton, nos Estados Unidos, e um ponto de revenda em Punta del Este, no Uruguai. “Quando comecei, já sonhava em levar o design brasileiro para fora e agora meu plano é expandir de forma orgânica, com o pé no chão”, completou.

 

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Atriz baiana Ana Tereza Mendes celebra estreia da nova temporada de “Cangaço Novo”
Foto: Acervo Pessoal

A atriz baiana Ana Tereza Mendes participou, na última quarta-feira (15), da pré-estreia da segunda temporada de Cangaço Novo, em Cabaceiras (PB). Natural de Irará, a artista retoma o papel da investigadora Diana, ganhando destaque em cinco dos sete novos episódios da série da Prime Video.

 

Nesta fase, a personagem de Ana Tereza assume maior protagonismo e complexidade. Em meio à investigação de assaltos a bancos no sertão, a investigadora Diana enfrenta dilemas éticos e uma rede de corrupção, representando o braço da polícia comprometido com a justiça. Além dela, o ator Heraldo de Deus é outro nome que reforça a representatividade baiana no elenco, composto majoritariamente por artistas nordestinos.

 

Vencedora do Prêmio Grande Otelo 2024 como Melhor Série de Ficção, Cangaço Novo é reconhecida pela estética de "faroeste contemporâneo" e pela força das atuações de Allan Souza Lima e Alice Carvalho. A série tem direção geral de Fábio Mendonça e Caito Ortiz, com produção da O2 Filmes.

 

Com mais de dez anos de carreira e passagens premiadas pelo teatro, Ana Tereza Mendes vive um momento de expansão no audiovisual. Para 2026, a atriz já tem novos projetos confirmados, como o documentário Marcha Picada e a circulação do espetáculo infantil Histórias do Mundão, do Chegança Atelier Cultural, que percorrerá unidades do Sesc no interior da Bahia.

 

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Baiana de 10 anos conquista título inédito em competição de Ginástica Aeróbica em Portugal
Foto: Divulgação

A ginasta baiana Isabella Mendes, de apenas 10 anos, fez história ao se tornar campeã do Internacional Open Cantanhede FIG World Cup, etapa de base da Copa do Mundo de Ginástica Aeróbica. A conquista aconteceu na última sexta-feira (27), em Portugal, e colocou a atleta como a melhor ginasta infantil da modalidade no mundo.

 

O feito é considerado inédito para o Brasil e marca um novo capítulo para o esporte baiano no cenário internacional. “Estou muito feliz. Era um sonho que se tornou realidade e espero poder continuar trazendo medalhas para o meu estado e país”, comemorou a jovem atleta.

 

Isabella já vinha se destacando na ginástica aeróbica. Em 2025, ela se tornou a primeira baiana campeã brasileira na categoria infantil e, agora, abre a temporada de 2026 com um título mundial defendendo o clube CetGym. Para a árbitra da delegação brasileira, Marília Pires, o resultado reflete o trabalho coletivo por trás da atleta. “Essa conquista representa coragem, dedicação e disciplina. É o brilho de um talento que já inspira uma geração inteira”, afirmou.

 

A conquista também emocionou a família da atleta. Os pais de Isabella, Stephanie e Diego, descreveram o momento como indescritível. “Foi um misto de gratidão, choro, alegria e realização. Ouvir o hino brasileiro em solo estrangeiro foi de arrepiar”, relataram.

 

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Baiana de acarajé é nomeada embaixadora do Carnaval Sustentável
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

A baiana de acarajé Maria Emília Bittencourt foi a escolhida para receber o título de embaixadora do Carnaval Sustentável neste domingo (14). A cerimônia foi promovida pela Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência e Bem-estar e Proteção Animal (Secis).

 

Com 65 anos de carreira, a profissional falou sobre a emoção de receber essa honraria. “Gratidão, muita honra e felicidade por tudo que eu consegui e por tudo que eu fiz. Tenho orgulho de ser baiana de acarajé, ser mãe e bisavó de baiana de acarajé”, afirmou a homenageada.

 

O titular da Secis, Ivan Euler, falou sobre a simbologia de escolher uma baiana para receber esse título e destacou ações de ESG realizadas com esse grupo nos últimos anos.

 

“A baiana de acarajé é nosso símbolo cultural. E no ano passado, a gente fez uma capacitação com 15 baianas falando sobre sustentabilidade. Nessa capacitação, Emília foi a escolhida. Mais de 100 baianas também receberam um treinamento sobre como transformar o azeite de dendê em sabão. Então, é mais uma forma de ter renda no seu trabalho”, afirmou Euler.

Baiana de Direito chega aos 20 anos e abre portas para nova geração no vestibular 2026.1
Foto: Divulgação

A Faculdade Baiana de Direito e Gestão inicia as comemorações pelos seus 20 anos de atuação no ensino jurídico e anuncia a abertura das inscrições para o vestibular 2026.1, com prazo até o dia 28 de outubro. Reconhecida como uma das principais instituições formadoras de juristas do Nordeste, a Baiana reforça seu compromisso com a excelência acadêmica e a formação humanística, pilares que marcam sua trajetória desde a fundação, em 2006.

 

Com o Selo de Qualidade OAB Recomenda e conceito máximo (5) nas avaliações do Ministério da Educação, a instituição se destaca por seus resultados expressivos: mais de 93% de aprovação dos egressos no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e altos índices de empregabilidade já nos primeiros anos de carreira.

 

Legado e impacto na formação jurídica

Ao longo de duas décadas, a Faculdade Baiana construiu um legado que combina rigor acadêmico com prática profissional. Seus ex-alunos ocupam posições estratégicas em escritórios de advocacia, departamentos jurídicos de grandes empresas, órgãos do Poder Judiciário, Ministério Público e na advocacia pública e privada em diversas regiões do país.

 

“Celebrar 20 anos é reafirmar nosso compromisso com a excelência acadêmica e com a formação de profissionais preparados para os desafios contemporâneos do Direito. É também um momento de olhar para o futuro e continuar inovando, mantendo a ética e a responsabilidade social como pilares da nossa missão”, afirma Verena Sales, diretora de Operações da Faculdade Baiana de Direito.

 

Metodologia inovadora e corpo docente qualificado

A proposta pedagógica da Baiana vai além do ensino tradicional. A instituição investe em atividades como cortes simuladas, programas de iniciação científica, monitorias especializadas e incentivo ao intercâmbio acadêmico. Essa abordagem integral prepara profissionais não apenas tecnicamente competentes, mas também alinhados com os valores éticos e humanísticos essenciais ao exercício da advocacia.

 

O corpo docente é formado exclusivamente por mestres e doutores que aliam sólida formação acadêmica à vivência prática no mercado jurídico, garantindo aos estudantes uma formação conectada com as demandas reais da profissão.

 

Vestibular 2026.1: ingresso em uma tradição de excelência

As inscrições para o vestibular 2026.1 já estão abertas e podem ser realizadas até o dia 28 de outubro por meio do site oficial da instituição:  faculdadebaianadedireito.com.br/vestibular

 

O edital completo com todas as informações sobre o processo seletivo está disponível na mesma plataforma. Mais do que uma etapa de admissão, o vestibular representa o início de uma jornada em uma instituição que há duas décadas transforma o ensino jurídico na Bahia, com foco na ética, na justiça social e na excelência acadêmica.

“Come to Brazil”: Baiana participa de videoclipe de banda americana The Offspring
Foto: Arquivo Pessoal

A banda norte-americana The Offspring lançou um videoclipe da música “Come to Brazil”, em homenagem ao país. O clipe, gravado em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, contou com a participação de uma baiana. 

 

No clipe, com trechos gravados em um bar de São Paulo, está a advogada digital baiana Manuela Silva. A baiana teve a chance de não só aparecer no vídeo lançado mundialmente, como de conhecer os integrantes da banda. 

 

Em atividade desde 1984, a banda lançou a música dedicada aos fãs do Brasil. Na canção, The Offspring elogia a animação dos brasileiros e as belezas do país, como as praias, o Corcovado e a Amazônia. 
 

 

 

Amanda Nunes confirma retorno ao UFC e mira cinturão: "Sou movida a desafios"
Foto: Divulgação

Após quase um ano afastada do octógono, Amanda Nunes confirmou que voltará a lutar. A baiana, que havia anunciado sua aposentadoria em junho de 2023 após vencer Irene Aldana, revelou durante a transmissão do UFC 314 que seu objetivo é retomar o cinturão peso-galo da organização.

 

A ex-campeã afirmou que pretende enfrentar a vencedora do combate entre Kayla Harrison e Julianna Peña, marcado para o dia 7 de junho. Embora diga não ter preferência, Amanda demonstrou interesse especial em enfrentar Harrison.

 

“Estou aberta, Kayla ou Julianna, quero meu cinturão de volta. Vou lutar para isso. Sou movida a desafios, gosto de desafios na minha vida. A Kayla é forte pra caramba, eu quero ela”, afirmou. “Julianna pode ser, beleza, já lutei com ela duas vezes, luto de novo. Mas Kayla é forte, é uma menina que está chegando agora, que está num patamar bom, tem um judô bom, tem uma luta agarrada muito boa, está evoluindo também no striking. Estou pronta para qualquer uma das duas. É sério isso", disse. 

 

A "Leoa" também declarou que não pretende apenas recuperar o título, mas mantê-lo por mais tempo, agora que está de volta ao octógono. 

 

“Vou pegar (o título) e vou defender. E o Brasil tem que vir comigo. Vamos!”, reforçou.

 

Durante o evento, o UFC anunciou que Amanda será homenageada com sua entrada no Hall da Fama da organização, em cerimônia marcada para o meio do ano — reconhecimento à sua trajetória como a maior lutadora da história do MMA feminino. Veja o momento abaixo:

 

 

Amanda Lourenço Nunes é natural do município de Pojuca, na Bahia, e é considerada a maior lutadora de MMA de todos os tempos. Especializada em artes marciais mistas, a ex-campeã da categoria peso-pena feminino e ex-campeã da categoria peso-galo feminino do Ultimate Fighting Championship é a primeira mulher da história do MMA a conquistar duplo-cinturões no UFC. Amanda também revolucionou o esporte ao se tornar a primeira atleta assumida lésbica campeã do UFC.

Baiana sofre ofensa no ‘Big Brother Portugal’, reage e vai parar no Paredão
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A modelo baiana Adrielle Peixoto, a Miss Brasil 2018, está confinada no reality show Big Brother Portugal, a versão portuguesa do conhecido brasileiro, e acabou no Paredão após reagir a uma ofensa. 


Durante uma dinâmica do reality,  Adrielle foi chamada de ‘galinha’ por um de seus adversários. A modelo se defendeu, chamando o homem de “lixo”. “Eu sou galinha? Se eu sou galinha, você é o que? Você está me xingando de galinha. Sei muito bem o que é uma galinha. Você é o gostoso da casa? Se eu sou galinha, você é um lixo”, retrucou. 

 

 


Momentos depois, a modelo acabou sendo indicada ao Paredão, correndo o risco de ser eliminada no reality, que estreou no dia 23 de março. Após o momento viralizar nas redes, brasileiros se juntaram na campanha ‘#FicaAdryelhe’, para salvar a participante.
 

Aline chora no BBB 25 após ser chamada de descontrolada: “Me resumem a uma coisa”
Foto: Reprodução Globoplay

A baiana Aline Patriarca, participante do Big Brother Brasil 25, passou por algumas dificuldades na madrugada deste domingo. A policial militar voltou a enfrentar alguns atritos e momentos de tensão com suas adversárias de confinamento. 

 

Momentos antes de ser consolada por seus aliados, Aline voltou a se desentender com Eva aumentando o clima de conflitos no reality. 

 

"Se eu não tiver essas reações, eu não mantenho essas pessoas longe de mim. Eu prefiro que elas fiquem longe de mim e, no momento que tiverem que atritar, atritem. Ficar nessa picuinha boba, tipo, risadinha aqui", afirmou Aline. 

 

"Não é que eu estou incomodada porque está rindo de mim, é que eu acho tão ridículo, tão pobre... aquela coisa mesquinha, pequena... não estou aqui para brincadeira", continuou. "Eu tenho que rugir mesmo para eles verem que eu não estou brincando!", complementou a baiana.

 

Em seguida, Patriarca chora e diz “Eu tenho que rugir mesmo para eles verem que eu não tô brincando.

Baiana alcança terceiro lugar na Corrida de São Silvestre 
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A baiana Núbia de Oliveira conquistou o 3º lugar na 99ª edição da Corrida de São Silvestre. A atleta completou o percurso em 53 minutos e 11 segundos em sua terceira vez participando da competição. 

 

Natural de Campo Formoso, a corredora de 22 anos já possui destaque no cenário: um torneio Sul-Americano, um Pan-Americano de Cross Country, e foi campeã brasileira de atletismo por 13 vezes. 

 

O Brasil não alcança o topo do pódio da São Silvestre desde 2006, quando Lucélia Peres foi campeã da modalidade feminina. 

 

Na corrida, a também brasileira Tatiane Raquel da Silva chegou na quinta colocação, com o tempo de 53 minutos e 51 segundos.

Baiana de 3 anos quebra recorde nacional e se torna a mais jovem no ranking de soletração rápida
Foto: Acervo Pessoal

Pietra, uma menina de apenas 3 anos, quebrou um recorde impressionante no Brasil ao se tornar a pessoa mais jovem do país a realizar a soletração rápida. Com um QI de 149, a baiana vem conquistando o reconhecimento no RankBrasil. Em entrevista a revista Crescer, a mãe da pequena, Amanda Oliveira, revelou os desafios e as alegrias de educar uma criança com altas habilidades.

 

Recentemente, Pietra entrou para o RankBrasil, organização que celebra talentos nacionais, ao responder corretamente 32 palavras em 1 minuto, alcançando uma média de 1,8 segundos por palavra. Este feito a torna a mais jovem do país a conquistar o recorde de soletração rápida.

 

Amanda compartilhou a emoção e o orgulho destacando o talento raro da filha, que já é membro de duas das mais exclusivas sociedades de alto QI, a Mensa e a Intertel. Pietra ocupa o topo dos 0,04% mais inteligentes da população mundial, o que a coloca em um seleto grupo de crianças com habilidades cognitivas excepcionais.

 

Além da soletração, a pequena se destaca por suas habilidades em diversas áreas do conhecimento, como matemática, idiomas, anatomia e ciências. Nos vídeos divulgados pela mãe em redes sociais, ela pode ser vista identificando estados e capitais do Brasil no mapa, fazendo cálculos matemáticos e até aprendendo a tabela periódica, revelando sua curiosidade e inteligência precoce.

 

Apesar das habilidades cognitivas de Pietra, Amanda explica que educar uma criança superdotada também envolve uma série de desafios. "Ela tem dificuldades em manter o interesse nas atividades, pois está sempre em busca de novos estímulos", conta Amanda. A mãe também relata a dificuldade em encontrar um ambiente educacional adequado para a filha, que ainda não frequenta uma escola formal.

 

Pietra interage com outras crianças em passeios e atividades externas, mas seus pais optaram por adiar sua entrada na escola até que ela complete 4 anos, visando uma adaptação mais tranquila e eficaz. A busca por uma instituição de ensino que compreenda as necessidades intelectuais e emocionais de uma criança superdotada tem sido uma prioridade para a família.

 

Amanda revela que estão explorando bolsas de estudo tanto em escolas nacionais quanto internacionais, com currículos adaptados para crianças como Pietra, que exigem um ambiente estimulante e desafiador para que possam continuar a desenvolver seu potencial de forma equilibrada.

Adeus de uma lenda: Amanda Nunes vence mexicana e anuncia aposentadoria
Foto: Getty Images

Defendendo o seu cinturão na categoria dos galos (até 61,2kg) na luta principal do UFC 289, realizado neste sábado (10), a baiana Amanda Nunes venceu com autoridade a mexicana Irene Aldana e em seguida anunciou a sua aposentadoria do esporte ao lado da sua esposa Nina e da sua filha Reagan.

 

A lendária lutadora foi aplaudida de pé por Dana White, Daniel Cormier e o público presente na Rogers Arena, em Vancouver, no Canadá. 

 

Rainha do peso galo e do peso pena (até 65,7kg), a "Leoa", de Pojuca-BA, se despede do MMA com um cartel de 23 vitórias e cinco derrotas. Entre as vitórias marcantes de Amanda, estão os triunfos sobre nomes como Ronda Rousey, Holly Holm, Cris Cyborg e Valentina Shevchenko (duas vezes).

 

Amanda também tem no seu currículo o feito de ter sido a primeira mulher na história do MMA a conquistar duplo-cinturões no UFC. 

 

OUTRA VITÓRIA BRASILEIRA NA NOITE

 

Na co-evento principal do UFC 289, Charles "Do Bronxs" Oliveira, nocauteou o americano-assírio Beneil Dariush no primeiro round e se recuperou no UFC após a derrota para o russo Islam Makhachev. Com a vitória, Charles pediu para disputar novamente o cinturão do peso-leve da maior organização do MMA contra Makhachev, campeão da categoria.

Baiana participará de Campeonato Internacional de Ginástica Rítmica na Bulgária
Foto: Ricardo Bufolin / CBG

A baiana Keila Vitória, de 14 anos, participará do International Tournament Sofia Cup 2023, disputado em Sofia, na Bulgária, a partir desta quarta-feira (29). A atleta é um dos destaques da ginástica rítmica no estado, e será acompanhada por sua treinadora, Joseane Coelho. 

 

Será a primeira vez que Keila irá competir fora da América do Sul, na categoria juvenil. Este campeonato será classificatório para próximas fases que ocorrerão em junho e julho: primeiro, o Campeonato Panamericano, no México, e, em seguida, o Campeonato Mundial Juvenil, na Romênia.

 

A presidente da Federação Baiana de Ginástica (FBG), Evelin Lobo, diz ser "de suma importância a participação da atleta neste evento, para sua pontuação no rankeamento internacional e integração à seleção brasileira de ginástica". 

Jovem baiana disputa no Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica
Fotos: Divulgação

A ginasta baiana Isabella Lopes Pinheiro, de 16 anos, embarca nesta quarta-feira (17) para São Caetano do Sul, em São Paulo, onde disputará o Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica. A atleta é a única representante do estado da Bahia no nível 1 da categoria adulto e vai competir com grandes nomes, como Ana Luísa Neiva, de Brasília, e a curitibana Babi Domingos. 

 

 

“Esse é o maior desafio que já enfrentei em toda a minha vida. Disputar com as melhores do Brasil, dentre elas uma atleta olímpica, é, sem dúvida, um privilégio”, comemora Isabella, que coleciona premiações como campeã estadual e que atualmente compõe a seleção baiana de ginástica rítmica. A jovem se apresenta no campeonato na sexta-feira (19) e no sábado (20). 

 

Há 13 anos, Isabella é acompanhada pela técnica Wanda Portugal e a mãe da jovem atleta, Martha Lopes, que destaca que a paixão pelo esporte foi descoberta desde muito cedo. “Bella começou a praticar ginástica rítmica aos 3 anos de idade. Como mãe, pensei em tirá-la várias vezes por conta da intensidade dos treinos, mas persistência e resiliência são características marcantes dela, o que já a torna uma vencedora”, conta.
 

Cineasta baiana Ana do Carmo integra equipe da Warner Bros
Foto: Milena Palladino

A cineasta baiana Ana do Carmo agora é a nova roteirista contratada pela Warner Bros. Além disso, Ana faz parte da equipe de um projeto de longa-metragem da empresa. Os detalhes da obra ainda não podem ser revelados. Em um ano, a profissional já passou pela Netflix e pela Amazon.

 

“Desde que eu entrei para o cinema e me encontrei na área do roteiro, se tornou um sonho pra mim trabalhar escrevendo para streamings. Tudo mudou quando eu fui uma das 16 selecionadas para o Colaboratório Criativo da Netflix, que é um programa de escrita de séries, voltado para roteiristas negres. Logo depois, fui chamada para trabalhar como uma das roteiristas para uma série da Amazon. Em seguida, recebi um convite para escrever, junto com outros dois roteiristas, um longa-metragem para a Warner Bros”, revela a cineasta.
 

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Cantora baiana, Xênia França estampa capa da revista Glamour
Foto: Divulgação

A cantora e compositora baiana, Xênia França, se tornou a capa da nova edição de maio da revista Glamour. Junto a ela, estão as atrizes Alanis Guillen e Bruna Linzmeyer.

 

A artista foi assunto ao ser entrevistada sobre sua caminhada do cenário musical e sobre seu futuro lançamento "Renascer", single do segundo disco da sua carreira, "Em Nome da Estrela", que será divulgado no dia 3 de junho. Na entrevista ao Glamour, ela ainda conversou sobre ancestralidade e religião. 

 

O novo disco de Xênia estreia cinco anos depois do seu primeiro álbum 'XENIA', que recebeu duas indicações ao Grammy Latino de 2018, na categoria Melhor Álbum Pop Contemporâneo e Melhor Canção em Língua Portuguesa, com 'Pra que me chamas?'.

 

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Jornalista baiana Andréa Silva recebe título "doutor honoris causa"
Foto: Reprodução/Instagram

A jornalista e repórter da TV Bahia, Andréa Silva, recebeu, na tarde de sábado (7), o título de "doutor honoris causa" pela Faculdade Formação Brasileira e Internacional de Capelania e a Ordem dos Capelães do Brasil (OCB). O título foi concedido na cidade de São Francisco do Conde, Recôncavo Baiano.

 

O "doutor honoris causa" foi dado para a jornalista e a outras 49 pessoas. A concessão do título foi aprovada pelo senado acadêmico das instituições e é dado para personalidades que tenham contribuído para a sociedade.

 

Após receber o prêmio, Andréa declarou ser uma honra e afirmou ter ficado "encantada e feliz" com o título. "Quanta honra cabe nessa história, como tem sido vitoriosa as minhas andanças. Estou tão encantada e feliz que prefiro ir contando aos poucos o que vivi mais uma vez no meu amado recôncavo baiano. Um sábado para eternizar. Amanhã falo mais sobre a honraria que agora também me pertence", afirmou em suas redes sociais.

 

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Co-fundadora da SOLOS, baiana integra lista de mulheres inovadoras da Forbes
Foto: Divulgação

As mulheres nordestinas continuam em evidência no Brasil, e Saville Alves, co-fundadora da SOLOS, é a prova disso. No último dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a baiana passou a integrar a lista das 20 mulheres inovadoras nas Agtechs da Forbes Brasil, em seu editorial ForbesAgro.

 

A SOLOS, uma startup baiana focada no desenvolvimento de soluções para reduzir o lixo das cidades, também foi destaque na lista da Forbes como o negócio que promove a economia circular por meio de experiências sustentáveis e mobilização de grande impacto.

 

A empresa tem atuado em municípios da Bahia como Salvador, Camaçari, Dias d'Ávila e Porto Seguro, além das cidades de São Paulo, Mauá, Rio de Janeiro, Porto Alegue e Santo André.

 

As ações realizadas durante os cinco anos de existência da startup, gerida por Saville e Gabriela Tiemy, juntos geraram renda de 1,5 milhão para as cooperativas parceiras, 600 toneladas de resíduos coletados e mais de um milhão de pessoas engajadas e sensibilizadas.

 

Com os cases de sucesso, chegaram a trabalhar com clientes de peso, como as empresas Braskem, Ambev, Heineken, Coca-Cola, Basf, Sebrae, entre outros.

 

Para Saville, estar entre as 20 mulheres do país que se destacaram por trazerem inovação e tecnologia para tornarem o mundo um lugar melhor significa o retrato dos valores e condutas da organização.

 

"A sensibilidade e capacidade de converter o inconformismo em transformações reais são elementos que compõem o DNA da SOLOS. Fico feliz em representar nosso time, as cooperativas, parceiros e clientes que integram nossa rede e acreditam em um modelo de trabalho em que nada se desperdiça, tudo se transforma. Este reconhecimento pela Forbes traz projeção e reforça nosso compromisso de espalhar, nutrir e gerar atitudes sustentáveis que promovam a melhoria da qualidade de vida para todos", afirma.

Em livro-reportagem, jornalista baiana conta histórias de mulheres com câncer
Foto: Divulgação

Após a obra digital publicada na Amazon figurar no topo da lista de mais vendidos da seção de Jornalismo, a jornalista baiana Rayllanna Lima lança a versão física do livro-reportagem “Renascer”, pela Editora Dialética. Na obra, ela relata histórias de mulheres diagnosticadas com câncer, tendo uma das personagens superado a doença por sete vezes.

 

Na obra, que lhe rendeu o título de Finalista da Expocom Nordeste 2021, a autora reforça a ideia de que “pessoas não são e não podem ser apenas estatísticas”. A proposta é retirar o olhar para a doença e focar na vida dos pacientes, a partir de entrevistas nas quais aborda as mudanças na rotina, nas crenças e no núcleo familiar dos personagens.

 

“Quase que anualmente vira destaque a projeção de quantas irão morrer ou quantas serão diagnosticadas com câncer. Mas muito pouco se fala sobre a vida dessas pessoas. A partir de entrevistas com especialistas e pacientes, compartilho no livro conteúdos informativos sobre a doença, as mudanças nas vidas dos pacientes e do núcleo familiar. Trago também técnicas que podem ajudar os pacientes ao longo do tratamento”, comenta Rayllana.

 


SOBRE A AUTORA
Rayllanna Lima é jornalista e bacharela em Artes pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Além de escritora e finalista da Expocom Nordeste 2021, é mestre em Reiki Usui 3A.

Ipac autoriza gravação de clipe da cantora baiana Jadsa no MAM-BA nesta quinta
Foto: Patricia Almeida / Divulgação

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) autorizou a cantora e compositora baiana Jadsa a gravar um videoclipe no espaço do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), localizado na Avenida Contorno, em Salvador.

 

A liberação, publicada no Diário Oficial do Estado, tem validade entre as 7h e as 15h30 desta quinta-feira (9). Na ocasião, a artista e sua equipe vão registrar cenas do clipe da música “Run, Baby”, que integra o álbum “Olho de Vidro”, lançado em abril deste ano, com apoio do Natura Musical.

 

Ouça "Run, Baby":

Para quebrar estigmas, série baiana discute violência, drogas e saúde da população de rua 
Foto: Divulgação

A carreira artística do baiano Bruno Masi ficou muito marcada pela trajetória nos vocais da Superfly, nos anos 2000, mas o audiovisual sempre foi sua praia, antes mesmo da banda. Agora, imerso na linguagem do cinema e no desejo de discutir questões sociais por trás da violência nas ruas, ele lançou a série “Ninguéns”, que estreou nesta semana e segue no ar às segundas-feiras, sempre às 20h30, na TVE Bahia.

 

“Na verdade, o audiovisual vem antes da música na minha vida. Eu estava me formando em Direito em 1995, 1996, mais ou menos, mas já era apaixonado por cinema. Eu ia para o Canadá para estudar lá, estava numa viagem de sair um pouco de Salvador. Fui para lá, estudei cinema, princípios do cinema, fotografia, toda parte técnica, de iluminação de cena, movimento de câmera, que ainda não era digital”, conta Masi, lembrando que na volta ao Brasil a ideia era trabalhar na área, porém, foi “pego no meio do caminho pela música”.

 


Bruno Masi entre duas paixões, o cinema e a música | Foto: Thais Laila | Divulgação

 

No novo projeto, mergulhando nas origens e com a assessoria científica do psiquiatra e professor da Faculdade de Medicina da Ufba, Antônio Nery Filho, ele narra, em cinco episódios de 26 minutos, a rotina de pessoas em situação de rua na capital baiana, levantando discussões sobre temas como preconceito, violência e, sobretudo, o vício das drogas.

 

Bruno Masi explica que apesar da série ter sido finalizada agora, ela já vinha sendo desenvolvida há cerca de dois anos e meio, em parceria com a produtora executiva Thais Laila, que também assina o roteiro junto com ele. “A gente estava já profundo nele, porque já tinha feito várias entrevistas com Dr. Antônio Nery, já tinha feito um caminho de um trabalho que a gente gostaria, que seria um trabalho humano. Não seria um trabalho baseado em dados, em ‘tantas pessoas morrem’, ‘tantas pessoas usam cocaína’. Não, eu não queria números, eu queria a história de pessoas”, afirma o artista, que também é o responsável pela direção e finalização da obra. “Eu queria, obviamente, antes de mais nada, uma obra de arte audiovisual. E, como toda obra de arte audiovisual, é um corte. E eu gostaria que esse corte tivesse um olhar humano, tivesse um foco no usuário, nessas pessoas que são vulneráveis”, destaca.

 

Imbuída da ideia de retratar a realidade para além das estatísticas, a equipe procurou explorar a fundo o tema, amparada em estudos e nas entrevistas com os personagens. “A gente foi estudando redução de danos; a questão da guerra às drogas, o fracasso da proibição, e as consequências nefastas e violentas que isso gera; a falta de amor nas famílias, a falta de agregar na família, a violência familiar, que leva muitos jovens às ruas”, conta Masi, salientando que a ideia do projeto não é “vitimizar” ou “criminalizar” os retratados, mas sim estimular a reflexão sobre as políticas públicas e as melhores estratégias para lidar com a dependência química, que segundo ele, é um drama real que deveria ser encarado com uma questão de saúde pública.

 

As filmagens começaram no fim de 2018, entraram por 2019, até 2020, quando a equipe teve que parar, por causa da pandemia. O projeto não foi comprometido porque já haviam sido captadas cerca de 80% das imagens necessárias para concluir o documentário. Com a flexibilização dos protocolos, este ano, o projeto pôde ser retomado, mas muitas soluções também surgiram a partir de animação e recursos gráficos. O diretor conta que esta alternativa foi usada, por exemplo, para preencher cenas que poderiam soar muito agressivas, como no segundo episódio, quando um personagem conta que sua família o mantinha preso e que, levado a um manicômio, passou por torturas e eletrochoques. O trabalho de arte gráfica de “Ninguéns” é assinado por Igor Caiê.

 

EPISÓDIOS

O primeiro episódio da série explora a história de três personagens principais, tendo como pano de fundo o papel dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), a política de redução de danos e o trabalho do Centro de Estudos e Terapia de Abuso de Drogas (Cetad), da Universidade Federal da Bahia (Ufba).

 

O segundo conta a trajetória de “Os Incênicos”, grupo de teatro formado por usuários dos Caps. Nesta parte, o projeto discute a saúde mental, as drogas administradas para este grupo e a arte como ferramenta de cura. O episódio explora ainda como a saúde mental e a estigmatização podem levar as pessoas às ruas.

 


Terceiro episódio de "Ninguéns" aborta trabalho social desenvolvido na Igreja da Santíssima Trindade | Foto: Divulgação

 

No terceiro, por sua vez, a produção conta a história da Igreja da Santíssima Trindade, localizada na Cidade Baixa, onde é desenvolvido um trabalho social com a comunidade. “O irmão Henrique é um missionário que tem uma história linda. A gente conta a história dele e do lugar, da comunidade que ele criou, onde moradores de rua podem dormir, comer…”, conta Bruno Masi. O quarto episódio, por sua vez, tem como foco os artistas de rua e o uso de substâncias psicoativas. 

 

Fechando a série, o quinto episódio é sobre o Movimento Nacional População de Rua e o papel de sua fundadora, Maria Lúcia Pereira, falecida em 2018. Uma das personagens entrevistadas é Sheila Maloca, ex-moradora de rua e filha adotiva de Maria Lúcia.

 

Confira o trailer da série baiana:

'Mandinga na Beira do Rio': Websérie baiana narra história da capoeira em Juazeiro
Foto: Divulgação

A websérie baiana “Mandinga na Beira do Rio”, que narra a história da capoeira no município de Juazeiro, situado no Sertão do São Francisco, lançou, neste domingo (25), seu episódio de estreia. O material está disponível YouTube (clique aqui) e no Instagram do Projeto Malê (@projetomale), coletivo de educação artística nascido nas cidades ribeirinhas de Juazeiro e Petrolina (PE).

 

“Nesse primeiro episódio, intitulado ‘Nascido na beira do rio’, trazemos a história de Mestre Butica, que dedicou parte de sua vida à capoeiragem. Ele conta sobre o início da sua trajetória na capoeira, por volta dos anos 60, como também da experiência em ter sido o primeiro mestre em Juazeiro”, conta Mayane Santos, jornalista juazeirense que assina a direção e o roteiro da série.

 

O segundo episódio, “No passo da avenida”, vai ao ar no dia 27 de julho, e traz Mestre Marreta falando a respeito da participação dos capoeiras no carnaval juazeirense e nos desfiles das escolas de samba, e sobre o preconceito; o terceiro, “A ‘evolução’ da capoeira”, com Mestre Deca, será lançado no dia 29 do mesmo mês; e o último, “A força dos antigos”,com exibição no dia 31, reúne os mestres em uma conversa sobre a atuação do poder público junto às culturas populares. Todos os vídeos vão ao ar sempre às 20h.

 

“Mandinga na beira do rio” nasceu em 2019, a partir de diálogos realizados juntos a mestres antigos do município. À época, o Projeto Malê produziu um episódio piloto sobre a história do Mestre Botica.

Inspirada no pagode, trap, ijexá e dance music, cantora baiana Melly lança EP 'Azul'
Foto: Divulgação

Nascida em Salvador, a jovem cantora e compositora Melly, de 19 anos, lança, nesta sexta-feira (16), seu primeiro EP, intitulado “Azul”. Disponível em todas as plataformas digitais, o trabalho conta com quatro faixas autorias, “Azul”, "Luv", "Feriado" e "Barril", todas elas carregadas de referências - musicais e visuais - da Bahia. 

 

Segundo Melly (pronúncia: Mê-lí), cada canção do EP buscou inspiração em gêneros, artistas e estilos específicos, e por isso, cada uma tem características bem distintas. Ela lembra que a faixa-título, “Azul”, “procurou se achar no pagodão, no pagode mais antigo da Bahia, com instrumentos mais reais, com compassos fechados e certinhos e também teve influência do trap”. 

 

O trap, por sua vez, marca também as faixas “Feriado” e “Luv”, que têm como referência ainda no pagode “mais atual, que vem eclodindo na Bahia, junto com Attooxxa e outros artistas”, explica a cantora, pontuando que “Barril”, por outro lado, bebe do ijexá, afoxé, house music e dance music.

 

“Então, todas vêm de fontes que se divergem, mas no final, convergem pra ser na mesma coisa. Um EP inspirado na Bahia, tendo fim aqui e início aqui. É isso que eu quero mostrar, eu acho que é isso que azul exala”, resume Melly.

 


O EP “Azul” foi gravado no Estúdio A Lagoa Grande, por Paulinho Rocha, e conta com produção musical de Manigga e Sullivan (Afrocidade), guitarras de Pedro da Mota (B.A.G.U.M) e Chibatinha (Àttoxxá), sax de Celiva Sax, baixo de Alexandre Vieira e violão de Marcos Cupertino.

 

Ouça o EP:

Websérie baiana 'Punho Negro' lança segunda temporada nesta sexta
Foto: Divulgação

Protagonizada por uma heroína negra casada e mãe de dois filhos, a websérie baiana “Punho Negro” lança sua segunda temporada, nesta sexta-feira (2), às 19h, no Youtube (www.youtube.com/punhonegro).

 

Nos novos cinco episódios semanais, mais uma vez a série aborda representatividade e discute as pressões sociais sofridas pela mulher diariamente. Na nova temporada, a heroína Tereza tenta conciliar sua carreira de heroína com os desafios da vida pessoal, mostra que as dificuldades estão maiores com a pandemia e reforça a importância da união da família. 

 

Além dos vídeos, o projeto prevê também a realização de dez oficinas gratuitas com tema "Filma AÊ - Por uma produção audiovisual sem limite", ministradas online, aos sábados, pelo Coletivo Êpa Filmes. 

 

Em 2018, a Websérie foi selecionada para o Rio WebFest, maior festival de webséries do hemisfério Sul. A produção baiana concorreu às categorias Melhor Atriz de Ação,  Júri Popular e Melhor Ideia Original, tendo vencido a última.  

 

A segunda temporada da websérie Punho Negro é um projeto do Coletivo Êpa Filmes, com realização da Mil Produções Artísticas. A produção tem apoio da Oi Futuro e patrocínio da Oi e do Governo do Estado, por meio do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

Netflix anuncia nova série de comédia nacional com participação da baiana Maíra Azevedo
Foto: Divulgação

A Netflix anunciou, nesta quinta-feira (17), o início das gravações de uma nova série de comédia brasileira, que contará com a participação da baiana Maíra Azevedo. 

 

"Como diz Preta Gil: 'Ela agora é atriz, meu amor!'. É isso! Acabou o mistério. Na verdade, começou! Eu estou no elenco da nova série da Netflix. E com um elenco delícia demais!", publicou em suas redes a jornalista, humorista e palestrante conhecida como Tia Má. “Avisa que tá chegando série nova com gente de toda parte do Brasil! Eita que tá demais Netflix Brasil brocouuuuu, como sempre!!! E aí? A ansiedade tá como?”, acrescentou a baiana,  junto com um teaser da nova produção. 

 

 

Com um elenco que inclui Fernanda Paes Leme, Marcelo Médici, Thati Lopes, Romulo Arantes Neto, GKay, Silvero Pereira, Raphael Logan, Gi Uzêda, Dhu Moraes, César Maracujá, Paulo Tiefenthaler e Eliéser Mota, a série se desenrola em torno do assassinato de um excêntrico milionário que convida o grupo para um fim de semana em sua mansão. Após o incidente, o encontro se transforma em um divertido mistério, no qual todos se tornam suspeitos. 

 

Os artistas escalados para o elenco interpretam personagens de três famílias que circulam pela mansão, junto com um atrapalhado detetive e sua equipe, que tentam descobrir o autor do crime. A investigação e a disputa pela herança fazem com que todos tenham que conviver sob o mesmo tempo.

 

A nova série sai pela Glaz Entretenimento, com produção de Mayra Lucas e Carolina Alckmin, criação de César Rodrigues e Leandro Soares e direção de César Rodrigues e Eduardo Vaisman. A previsão de lançamento é para 2022.

Aprovada em mestrado nos EUA, violinista baiana faz vaquinha para realizar sonho
Foto: Uanderson Brittes / Divulgação

Aprovada no mestrado em Performance Musical na Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, com bolsa parcial, a violinista baiana Karen Silva lançou uma campanha virtual para angariar fundos e cobrir os custos com os estudos, a viagem e a permanência no exterior durante dois meses. 

 

Na vaquinha virtual lançada pela artista, ela conta sua longa história com a música, com os primeiros passos ainda na infância. “Comecei na música aos 5 anos, no Instituto de Educação Musical (IEM), com iniciação musical, e aos sete, no violino. Escolhi violino porque cabia no ônibus! hahaha! A música aconteceu na minha vida por vontade de minha mãe, pois ela acreditava que estudar música possibilitaria um futuro melhor para mim. E ela estava certa!”, conta Karen, lembrando que permaneceu no IEM até 2007, quando entrou na Universidade Federal da Bahia (Ufba) para cursar licenciatura em Música.

 

“Ainda em 2007 aconteceu o NEOJIBA - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia. Fiz a primeira audição, passei, e fiz parte da Orquestra Juvenil da Bahia como integrante ativa até 2016, tocando e dando aulas no programa. Nesse ano, consegui uma vaga como aluna internacional por um ano na University of Stavanger, na Noruega. Voltei desse intercâmbio em junho de 2017, quando re-integrei o NEOJIBA até dezembro de 2017”, lembra a violinista, que foi membro-fundadora e depois passou a lecionar na instituição.

 

Karen Silva conta que durante a licenciatura percebeu que essa formação isolada não correspondia com sua trajetória profissional até o momento, por isso, em 2015, migrou para o bacharelado em Instrumento, concluído em 2018. 


 
Naquele mesmo ano, a baiana participou de um curso de verão da Universidade do Novo México, depois de participar de uma masterclass com um professor da instituição em Salvador. “Em 2020, apliquei para uma vaga no mestrado em Performance da UNM, e adivinha só: passei!”, conta a musicista, que teve o sonho adiado em um ano por causa da pandemia, que travou a emissão de vistos estudantis nos Estados Unidos. 

 

Agora, com a retomada das entrevistas para a concessão dos vistos, Karen se apresentará ao consulado no fim de junho, mas para viabilizar a viagem e os gastos de manutenção, ela lançou a campanha virtual. “Estou na reta final para juntar tudo o que preciso para fazer isso acontecer, e agora com o real tão desvalorizado internacionalmente, eu preciso da sua ajuda. Me ajudem a representar a periferia baiana nos Estados Unidos!”, apela a artista. “Mais uma vez, me vejo diante de uma oportunidade de aprender com grandes professores. Mas meu maior desejo é devolver para a minha comunidade, minha cidade e meu país não só todo este conhecimento, mas a possibilidade de uma transformação da realidade por meio da música. Sou uma mulher preta, baiana, periférica, fui aluna de um projeto social no qual hoje eu ensino, o NEOJIBA. Quero que assim como eu, mais jovens da periferia tenham a chance de um futuro brilhante. Além de abrir estas portas, pretendo mostrar no exterior a nossa musicalidade única, a nossa maneira de sentir e interpretar. Não serei a primeira brasileira a cursar este mestrado, mas certamente serei a primeira violinista baiana!” conclui.

 

Com a meta de R$ 20,5 mil, a vaquinha visa cobrir custos de passagem aérea, no valor de R$4.824; acomodação, R$8.600; transporte, R$1,146.74 e alimentação, R$1,032.07. Até então, com a participação de 87 doadores, a campanha arrecadou cerca de R$ 9.600. Os interessados podem doar através da plataforma Abacashi (clique aqui).

 

Veja vídeo da campanha:

Neta de imigrantes japoneses, escritora baiana lança livro sobre suas raízes
Foto: Divulgação

Neta de imigrantes japoneses, a escritora baiana Luciana Nagao lança o livro “Raízes – A Força da Minha Origem”, romance ambientado na Bahia no final da década de 1970, que tem como proposta resgatar e valorizar as origens. 

 

A obra aposta ainda em interação e recursos que facilitam a leitura, com o objetivo de democratizar o conteúdo com pessoas que têm dificuldade ou não costumam ler.

 

 

O livro avança pelos anos ao narrar a história de um rapaz que viveu a infância e adolescência no meio rural sem poder ir para a escola. A perseverança do protagonista torna a trajetória um exemplo para quem, com amor e bons princípios, encara as mais duras lutas.

 

“O que iluminava a casa de noite era a lamparina de querosene. A escuridão era normal, fazia parte da nossa rotina, pois meu pai só tinha comprado duas lamparinas. Quando íamos dormir ficava tudo escuro para não gastar querosene. Meus irmãos estavam acostumados, ninguém tinha medo do escuro. Nada de eletricidade, então nada de geladeira. Como vivíamos sem geladeira?”, diz trecho da obra. 

 


SOBRE A AUTORA
Baiana da cidade de Caravelas e nissei, Luciana Nagao morou na zona rural até os seis anos, tendo mudado para São Paulo com a família - mãe e cinco irmãos - em 1980. Graduada em Fonoaudiologia pela PUC SP e terapeuta holística, em 2020, realizou o sonho de escrever um livro e já trabalha em outras duas obras: um conto de fadas e um de contos contemporâneos. 

Marca de irmãos baianos, Meninos Rei participa da São Paulo Fashion Week
Foto: Divulgação

Criada há seis anos pelos baianos Júnior e Céu Rocha, no bairro de Itapuã, a marca baiana Meninos Rei aportou na capital paulista para a primeira ação de sua participação na São Paulo Fashion Week, maior evento de moda da América Latina. 

 

A dupla participa da produção de um fashion film com lançamento previsto para junho nas plataformas digitais da SPFW, que este ano terá edição online por causa da pandemia da Covid-19.

 


Para o evento, a Meninos Rei apresenta uma coleção-cápsula de cinco looks produzida especialmente para a semana de moda. Na produção, os modelos desfilam com acessórios e adereços de cabeça exclusivos assinados pela designer baiana Kelba Varjão, sandálias da Melissa e jóias da Algazarra. 

 

A marca baiana é uma das oito selecionadas em todo Brasil para um movimento que abre espaço para estilistas negros e indígenas nas passarelas da SPFW.  A iniciativa é do Projeto Sankofa, idealizado pelo coletivo Pretos na Moda e pela startup de inovação social VAMO (Vetro Afro Indígena na Moda). 

 

A Meninos Rei já vestiu artistas como Gilberto Gil, MV Bill, Lulu Santos, Carlinhos Brown, Toni Garrido, Margareth Menezes, Paula Lima, Iza, Mariene de Castro, Gaby Amarantos, Fernanda Paes Leme e Astrid Fontenelle, além de ter produzido figurinos de uma festa do Big Brother Brasil 21 (saiba mais).

Jovem cantora baiana, Gabi Lins lança single 'Onde Há Fumaça Há Fogo'; veja clipe
Foto: Divulgação

A jovem cantora baiana Gabi Lins (saiba mais sobre a artista) lançou, nesta quinta-feira (22), o single “Onde Há Fumaça Há Fogo”, faixa que integrará seu álbum de estreia, intitulado “Ultrarromântica”. Composição própria em parceria com Pedro Serapicos, Josefe e Enzo Di Carlo, a música ganhou também, nesta sexta (23), um videoclipe com roteiro e direção assinados por Renato Rebouças e Paola Mari.

 

Com influência do pop, batidas dançantes e referências que transitam entre o arrocha e o pagode, a canção narra a história de uma mulher intensa que muitas vezes é taxada como louca em uma sociedade que naturaliza relacionamentos passageiros.

 

A canção também fortalece a relação da artista com suas raízes: “Trago o orgulho de ser de Salvador e falar sobre assuntos que considero importantes e necessários. Foi minha primeira composição no último ano e é a que abriu a porta para as outras faixas, o que a torna ainda mais especial”, conta Gabi.


Confira o clipe e o single “Onde Há Fumaça Há Fogo”:
 

Festival Batida das Pretas promove fortalecimento da cena musical feminina
Foto: Divulgação

Promover um espaço de troca, incentivo e fortalecimento entre mulheres negras e indígenas atuantes na cena musical baiana, esse é o objetivo do Festival Batida das Pretas, que realizará uma programação inteiramente gratuita e online dias 10 e 11 de abril, através do canal no Youtube: Batida das Pretas. A programação inicia sempre às 15h e conta com shows inéditos, poesia e pocket de humor, tudo conduzido pela comunicadora Ana Paula Rosário, que apresentará o festival. 

 

Entre as convidadas estão as cantoras Márcia Short, Iane Gonzaga, Amanda Rosa, Viviane Pitaya e as bandas Panteras Negras e Veronas, proporcionando um intercâmbio entre artistas com carreiras reconhecidas nacionalmente e artistas em projeção, com trabalhos autorais consistentes. Também integram a programação a poeta indígena Itayná Tuxá; a Cronista do Rolé, que apresentará um pocket de humor; e Rool Cerqueira, que chega com sua poesia musical.

 

A abertura do festival acontece dia 10 de abril, às 15h com Márcia Short, uma das vozes mais importantes do axé music, referência em seus mais de 30 anos de carreira, carnavais e 3 discos lançados. A cantora apresenta o show Portal Black, com sucessos do repertório Afropop. Em seguida é a vez da banda Veronas, formada pelas multi-instrumentistas Verona Reis, Makena Sou e Line Santana. Por fim, acontece o show da cantora e MC Amanda Rosa, vencedora do 18º Festival de Música da Educadora FM na categoria música com letra.

 

O segundo dia (11 de abril) conta com a participação da cantora, compositora e musicista Iane Gonzaga, que também é uma das idealizadoras do festival. Iane traz para o nosso palco o show de pré-lançamento do seu mais novo EP “Territóriamente”, que será lançado ainda em abril. No mesmo dia a primeira banda instrumental negra LGBTQI+ do mundo, Panteras Negras, sobe ao palco com um repertório composto por afoxé, samba-reggae, música afro-cubana e poesia. O festival encerra sua programação com a apresentação da cantora, compositora e atriz Viviane Pitaya.

'Um abraço no meio da guerra', resume Pedro Pondé sobre seu novo álbum, 'Simples Assim'
Foto: Reprodução / Instagram

O cantor e compositor baiano Pedro Pondé lançou, nesta sexta-feira (12), seu novo álbum "Simples Assim". Dedicado a uma nova roupagem musical, o trabalho desloca a trajetória de mais de 20 anos de carreira do músico para ritmos como arrocha, frevo, xote e faixas com dedilhados de guitarras baianas. 

 

Segundo Pondé, o disco é resultado de uma produção com "liberdade total". "Escolhi ser plural, ter mais baianidade no meu trabalho. Tem mais Brasil no meu trabalho, mais América Latina", explica, elencando essas características como um tempero. 

 


Capa do novo álbum, "Simples Assim" | Foto: Divulgação

 

Conhecido por um repertório engajado, Pedro admite que as questões sociais estão na sua vida em diferentes esferas, até mesmo em músicas que à primeira vista não pareçam políticas. Só que nas 11 canções dispostas no "Simples Assim", temas mais leves foram priorizados. Assim, o lançamento durante o momento caótico da pandemia seria, como disse o próprio cantor, "um abraço no meio da guerra". Tudo isso sem ter sido planejado. 

 

"Ele foi elaborado antes da pandemia, então ele tem um clima um pouco mais leve. Talvez ele tenha vindo no momento certo, pois as pessoas estão precisando de um pouco de leveza. Temos recebido milhões de notícias e vivendo o isolamento - quem pode e tem o privilégio de estar isolado e se protegendo. O disco, sem querer, acabou vindo no momento certo pra dar um pouco de tranquilidade, como se fosse um abraço no meio da guerra", discorre.

 

O álbum que chega às plataformas digitais nesta sexta foi realizado graças a um financiamento coletivo bancado por fãs do trabalho de Pondé. Ele conta que a ansiedade com a meta estipulada foi uma das dificuldades que enfrentou nesse processo. "Como é uma campanha, até o último momento a gente fica na dúvida se vai conseguir o recurso ou não, mas o público colou na campanha e isso me tranquilizou. No final das contas deu tudo certo", explica.

 


Pedro Pondé no projeto 'Cultura Que Movimenta' | Foto: Reprodução / Instagram

 

Ao longo da trajetória de duas décadas, o compositor já passou por grupos como "Scambo" e "O Círculo". Ambas inseridas no cenário da música autoral da Bahia, ele fala dessa experiência como artista independente e de como essa cena é no estado. De acordo ele, a diversidade de talentos e trabalhos diferentes entre si é enorme.

 

Na sua avaliação, as diferentes produções se devem à liberdade de não terem que corresponder a demandas mercadológicas, mas pondera que a colaboração é um dos ingredientes essenciais para essa receita dar certo. "Quanto mais independente você é, mais tem que pensar em grupo, coletivamente. Independência não quer dizer solidão, muito pelo contrário. A gente tem que ver quem tá perto, quem são os parceiros, quem são os artistas, o que tá acontecendo na cena e se apoiar mutuamente, para que todo mundo tenha um lugar sob a luz e seja ouvido", reflete.

 

"Já participei de vários trabalhos e continuo fazendo isso, continuo sendo solicitado. E é uma honra ser convidado, porque você percebe que aquela banda ou aquele artista valoriza seu trabalho", completa, ressaltando a importância de parcerias como transposição de fronteiras e "fortalencimentos artísticos e pessoais". 

 

"Simples Assim" traz algumas dessas parcerias com artistas. Peu Tanajura, Lahirí Galvão, Kashi Galvão, DuGrave, João Teoria, Ito Bispo, Matias Taut, Juli e Gel Barbosa são alguns dos nomes que aparecem na ficha técnica do novo álbum do front man.

 

Ana Mametto estreia 'Saudação', programa em homenagem à música afro-brasileira
Foto: Divulgação

A cantora, atriz e jornalista Ana Mametto trabalha no lançamento do seu novo projeto. Trata-se do programa "Saudação", que estreia a partir da próxima quarta-feira (10) no canal da baiana no YouTube. Escrito e apresentado por Ana, o projeto tem como ponto de partida o seu mais recente disco, com o mesmo nome do programa, que faz um tributo às raízes musicais da cultura afro-brasileira, homenageando grandes nomes da MPB.

 

"Saudação" traz quatro episódios inéditos que serão lançados sempre às quartas-feiras, reunindo música e entrevistas com convidados que vão falar sobre as obras dos homenageados. A homenagem a Clara Nunes abre a agenda do programa, que segue com edições em homenagem ao disco Afro-sambas, de Vinícius de Moraes e Baden Powell, Os Tincoãs e Dorival Caymmi. 

 

Assuntos fundamentalmente relacionados à cultura afro-brasileira aparecem em meio à conversa de Ana Mametto e convidados. Em pauta, temas como origem e ancestralidade, representatividade, luta antirracista, musicalidade africana e da Bahia, intolerância religiosa, entre outras questões estarão na pauta das conversas.

 

“Esse momento difícil de pandemia nos faz revisitar muitas coisas dentro de nós, e esse álbum vem para saudar artistas que têm uma ligação direta com a minha carreira e que são fundamentais para a cultura afro-brasileira”, destaca. A ideia começou com o disco de mesmo nome, lançado em agosto, que saúda a ancestralidade da cultura afro-brasileira, e ao mesmo tempo as influências musicais da artista baiana.

 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Thathi lança 'Não sei se te contei', parceria musical com Herbet Viana, do 'Paralamas'
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A cantora e multi-instrumentista baiana Thathi lançou nesta terça-feira (2), o seu mais novo single, "Não sei se te contei", com a presença especial do músico Herbert Viana, líder dos Paralamas do Sucesso. 

 

A canção, que já está disponível em todas as plataformas digitais, foi escrita pela própria Thathi e remonta um momento inusitado dela com Herbert. “Eu estava testando algumas guitarras, ele passou, ouviu e voltou para elogiar. Pediu uma guitarra para o vendedor e começou a fazer um som comigo. Foram algumas horas de muito papo e músicas, virou uma Jam Session”, conta Thathi.

 

No final do encontro, os artistas trocaram presentes e uma semana depois Herbert convidou Thathi para um show do Paralamas no Rio de Janeiro, durante a conversa indo para o evento, Herbert usou diversas vezes a expressão “não sei se te contei, mas queria que você soubesse”. 

 

Inspirada, depois da conversa, a baiana começou a compor a música. Durante o processo de composição, Thathi recebeu a visita do amigo J. Velloso, que trouxe para a canção uma frase da sua avó, Dona Canô: “As pitangueiras não estão mais dando, mas as mangas estão caindo".

 

Depois dessa nova amizade com Herbert, Thathi fez alguns shows com Os Paralamas, e na primeira oportunidade, falou pra ele da canção que havia feito, inspirada no encontro que tiveram e de imediato ele disse que gostaria de participar. E agora chegou a vez de ouvir esse feat. “Foi mais do que compor e lançar uma nova música. Foi um presente do acaso, que nos encontra em qualquer circunstância da vida e que, de um despretensioso riff de guitarra numa loja de instrumentos, pode sair uma parceria para além dos palcos e um sonho realizado”, diz a artista.

 

Autor baiano lança 'auto ficção' que debate o sacerdócio e romance sobre dona de bordel
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Baiano de Boa Novo, localizado na região centro-sul do estado, Pedro Freire Botelho faz sua estreia na literatura com duas obras inéditas, com lançamento previsto para fevereiro. Apesar de saírem ao mesmo tempo, as obras têm enredos diferentes e foram escritas em momentos distintos.

 

Escrito em primeira pessoa, “Atiraste uma pedra” é um romance intimista que relata os obstáculos de um jovem que aspira o sacerdócio e ao mesmo tempo deseja viver plenamente um amor. 

 

Ao longo da história, o leitor conhece as crises existenciais do protagonista ao entrar no Seminário, já que ele faz questionamentos sobre temas como descoberta da sexualidade, amor, intolerância religiosa e conflitos familiares. 

 

Segundo o autor, que deixou o seminário católico no ano 2000, ele se “submerge na auto ficção para criar um jogo inquietante sobre a descoberta da vida” em “Atiraste uma pedra”.

 

Já no segundo livro, “Quero o Valentim, meu bem”, Pedro Freire Botelho escreve sobre Teodora, uma senhora que vive sozinha em sua terra natal, Valentim, Boa Nova, no interior da Bahia. A personagem convive com memórias de um passado turbulento marcado em seu próprio corpo e nas paredes de casa, um bordel sem amor, que segundo o autor  “esconde os gritos de prazer e a violência machista num jogo de espelhos onde é impossível estabelecer em que tempo estamos”.

 

Imersa no passado cheio de “fantasmas”, Teodora tem a rotina modificada com a chegada do neto, Murilo, que passou a morar com ela. Juntos, eles tentam construir uma relação familiar diante dos ressentimentos e lutam para não perder a casa.

 

Nascido em Lagoão-Valentim, Boa Nova, Pedro Freire Botelho deixou o Seminário, onde estudou Filosofia, em 2000. Ele cursou História e fez pós-graduação em Antropologia na Uesb; fez mestrado em Cultura e Memória na Uneb, e atualmente é professor, escritor e produtor cultural. Em 2020 foi premiado no concurso Jorge Portugal com o texto de dramaturgia “Eu vejo suas cores verdadeiras”.

'Batucaê' discute a percussão baiana promovendo elo entre a academia e o popular
Foto: Fernando Eduardo / Divulgação

Com o intuito de abordar a história da musicalidade baiana e suas referências ancestrais, será realizado entre os dias 10 a 12 de fevereiro, o "Batucaê – Encontro de Percussão Baiana". O evento online contará com uma programação de workshops, oficinas e pocket shows, totalmente gratuitos, com transmissão no YouTube.

 

“O projeto irá promover uma interação entre a academia e os mestres da cultura percussiva da Bahia, que perpetuam os ritmos presentes na identidade cultural do estado”, explica o coordenador geral, Robson Sousa. “Vamos abordar como as células rítmicas presentes em toda a musicalidade baiana, com aqui chegaram, como se desenvolveram, e como se adaptaram a outros instrumentos percussivos”, detalha.

 

Para isso, foram convidados nomes de referência nacional, como o etnomusicólogo e antropólogo Cássio Nobre, os percussionistas Gabi Guedes e Giba Conceição, além de Dona Chica do Pandeiro, mestra do Samba de Roda da Quixabeira da Matinha, e Zé das Congas, músico feirense que transforma lixo em instrumentos musicais através da reciclagem.

 

Confira a programação:
 
10/02/2021 (quarta-feira)
19h – Oficina “Adaptações e aplicações de ritmos nordestinos na bateria” com Robson Sousa
20h – Oficina de percussão com Ravel Conceição (Mostra Feira dos Ritmos)
21h - Workshop “Dos ritos aos ritmos - a diversidade percussiva do samba de roda”, com Dona Chica da Matinha – Samba de Roda da Quixabeira da Matinha
22h - Pocket-show com Ravel Conceição e participação de Robson Sousa

11/02/2021 (quinta-feira)
19h – Workshop “A Etnomusicologia na Bahia” com Cássio Nobre
20h – Oficina “Cuíca in Concert” com Giba Conceição
21h – Pocket-show  “Eu e minha cuíca” com Giba Conceição

12/02/2021 (sexta-feira)
19h – Oficina “Construção de instrumentos percussivos com material reciclável” com Zé das Congas (Mostra Feira dos Ritmos)
20h – Workshop “A percussão ancestral” com Gabi Guedes
21h – Pocket-show “Pradarrum - saudação às matriarcas” com Gabi Guedes

Curta com a baiana Luciana Souza, 'Inabitável' é selecionado no Festival de Sundance
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Estrelado pela atriz baiana Luciana Souza, o curta-metragem “Inabitável” foi selecionado para a Mostra Competitiva do Festival de Sundance, que acontece de 28 de janeiro a 3 fevereiro de 2021, nos Estados Unidos. A próxima edição será realizada em formato híbrido, com sessões virtuais e presenciais.

 

“Estou feliz em anunciar que INABITÁVEL / UNLIVEABLE está na Seleção Oficial do Festival de Sundance 2021! Será a estreia Norte-Americana do nosso filme, num dos maiores festivais de cinema do mundo, o maior festival de cinema dos Estados Unidos. Sinto uma grande honra de representar o Brasil e Pernambuco nesse momento tão delicado e triste pelo qual passa o nosso país. Esse filme fala muito sobre o Brasil. Ele é como uma carta pedindo por esperança. É um grito de raiva e medo ao mesmo tempo”, escreveu no Facebook Enock Carvalho, que assina a direção do curta ao lado de Matheus Farias.

 

Ambientado no Recife, o filme acompanha a jornada de uma mãe, Marilene (Luciana Souza), que procura por sua filha Roberta, uma mulher trans que está desaparecida. A obra discute e denuncia o genocídio da população trans brasileira.

Série baiana sobre candomblé tem estreia nacional na próxima sexta no Canal Futura
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A série baiana “Àgbára Dúdú - Narrativas Negras” faz sua estreia nacional na próxima sexta-feira (20), às 22h, no Canal Futura, como parte da programação especial em homenagem ao Dia da Consciência Negra.

 

Gravada na Bahia e com 13 episódios, a atração é ambientada dentro dos terreiros de candomblé e construída pela vivência do povo de santo. A série tem como proposta fazer uma imersão na cultura e religião afro-brasileira a partir da trajetória de grandes líderes e suas comunidades.  

 

Com produção da Truque e direção de Silvana Moura, a obra aborda temas como identidade, negritude, racismo, intolerância, história, cultura, religiosidade e gênero.

 

O primeiro episódio acompanha yalorixá Mameto Lúcia e mostra a Festa de Bamburucema, explorando temas como a presença afro no carnaval e a “ditadura da beleza branca europeia”. 

 

A temporada traz ainda episódios que retratam Joãozinho da Goméia; a trajetória de Mãe Olga do Alaketu; Mãe Menininha do Gantois, Mestre Didi, Pai Pecê de Oxumare, Pai Balbino Daniel de Paula, Mãe Jaciara, Mãe Raidalva e a importância da ancestralidade na formação da sociedade brasileira.

Em websérie baiana, personagem contrai Covid e entra em paranoia na busca do transmissor 
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Ao longo destes sete meses de pandemia, cada pessoa buscou maneiras de manter a saúde mental e física, diante do isolamento social e da própria possibilidade de contrair a Covid-19. Nesta realidade nada convencional, houve quem desenvolvesse novos talentos como a culinária, trabalhos manuais, dotes artísticos, ou até se descobriu “atleta indoor”. Outros tantos desenvolveram manias e paranoias, explicáveis ou não.

 

O personagem Luís, interpretado pelo ator baiano Daniel Neville na websérie independente “Teste”, por exemplo, se encaixa bem na última categoria. Ele é um homem comum, que sofre de ansiedade por ter que ficar em casa isolado para se proteger do novo coronavírus. Acontece que, mesmo com todos os cuidados, ele acaba se contaminando. Angustiado, ele transforma em obsessão a busca da pessoa que lhe transmitiu a doença.

 

Produção independente, “Teste” estreia na próxima segunda-feira (12), e contará com um total de cinco episódios, que irão ao ar diariamente, até o dia 16 de outubro. O material será veiculado no Instagram (clique aqui) e no Youtube da websérie.

 

“Tenho hoje 25 anos de idade e comecei a carreira profissional nas artes cênicas com 19, antes fazia o teatro amador.  Durante esses anos de formação percebi que faz parte da profissão a espera; espera de ser chamado por algum diretor de teatro, a espera de testes, espera de ser chamado pra fazer um filme... Mesmo sabendo que isso faz parte da área, criei o ímpeto de querer produzir o meu próprio material, minhas próprias peças, filmes e séries. Em 2020 a pandemia chegou no Brasil e o mercado de arte/cultura entrou em colapso, as produções foram interrompidas, houveram pouquíssimos testes, teatros foram fechados e nós artistas nos vimos obrigados a ficar em casa e se virar com peças online, performances no Instagram, dentre outras coisas”, lembra Daniel, que também assina roteiro e direção da websérie.  

 

De acordo com o artista baiano, foi diante da crise que abalou em cheio o setor criativo que ele começou a pensar e escrever os roteiros de “O Teste”. O que ele não esperava é que a pandemia lhe afetaria não apenas do ponto de vista laboral. “Eu peguei o novo coronavírus  e fiquei muito mal, apesar da minha idade”, conta Daniel. Assim como seu protagonista, ele viu surgir em si uma indignação, porque, segundo ele, mesmo ficando em casa e tentando ter todos os cuidados, pegou a doença. “Comecei a pensar como foi que eu peguei e até quem foi que me passou. Como eu não podia sair por aí investigando, coloquei no papel. Então nasceu o roteiro. Um confinado que pega o Corona e resolve investigar quem foi que passou pra ele. Fiz o roteiro ainda doente, o que me ajudou muito na minha aproximação com a personagem”, lembra Daniel.

 

Para dar corpo ao que tinha em mente, ele enviou o roteiro para uma amiga com experiência no audiovisual, que ao seu ver teve um papel fundamental no processo, desde a pré-produção, passando pelas filmagens, até a pós-produção. “Foi um processo de muito aprendizado pra mim. Costumo dizer que o processo para o ator é mais importante do que o produto final. As coisas que a gente ganha durante a produção de um trabalho não têm preço. Moro com minha namorada em um apartamento. Ela, também atriz, comprou a ideia e aceitou embarcar comigo, me ajudando a produzir, fazendo o papel da namorada da personagem protagonista”, explica Daniel.

 


Daniel destacou a dificuldade de dirigir elenco, do qual também faz parte, remotamente | Foto: Divulgação

 

A escolha do elenco seguiu a mesma naturalidade do restante da produção e se deu enquanto o artista escrevia o roteiro. “Na criação de uma personagem acabo já imaginando qual ator poderia fazê-lo, então o processo de cast não foi tão complicado, não, até porque a maioria dos atores topou fazer. Trabalhamos com 11 atores, tirando eu e minha companheira, todos os outros tive que dirigir e filmar à distância. Uma das cenas, por exemplo, é uma reunião de condomínio feita através do app Zoom”, conta Neville. “Foi muito legal porque uma das cenas é toda feita pelo telefone e praticamente tivemos que dirigir o outro ator (do outro lado da linha) pelo WhatsApp. Foi diferente porque não conseguia vê-lo e trabalhamos a personagem dele com base na voz, o corpo dele tava na voz, a personalidade da personagem tinha que estar na voz etc.”, lembra, citando outra parte da série.

 

Como não poderia ser diferente, após concluir a produção do produto audiovisual, é também através de ferramentas online que a equipe tem promovido a obra. Daniel, no entanto, não esconde o desejo de voltar aos palcos e reencontrar o público. “As redes sociais hoje são um instrumento de trabalho para o artista, para o bem e para o mal. É uma realidade pro artista. Mas tomara que não fiquemos só nisso, tomara que o teatro volte logo com a plateia fisicamente presente, o teatro se alimenta do público físico. Tomara que as produções voltem, afinal é um mercado que gera muito emprego, muita gente vive disso. Além de tudo um país se espelha na arte que possui. Uma arte pulsante faz um país melhor”, torce.

Baiana, Luciana transforma picolé Capelinha e abará em alta gastronomia e vence Top Chef
Foto: TV Record

Depois de garantir a primeira vaga na final, ao lado de César e Lara, a chef baiana Luciana Berry venceu o reality gastronômico, na noite desta sexta-feira (3). Classificada pelos jurados Felipe Bronze, Ailin Aleixo e Emmanuel Bassoleil como uma cozinheira cheia de técnica, amplo repertório e foco, ela, que vive há mais de 15 anos em Londres (clique aqui e aqui e saiba mais sobre ela), se destacou dos outros concorrentes com um “Menu da Vida” repleto de referências à Bahia e memórias afetivas. 

 

“É tão bonito te ver trabalhar, te ver cozinhar. Mulher de temperamento e presença muito forte, que fala o que pensa. Você fala na raça aqui na cozinha, mas também na casa. E a coisa gostosa é a mistura do seu sotaque baiano com inglês. Você traduziu em todos os pratos que você apresentou em toda essa temporada em coisas maravilhosas. Você tem um repertório internacional muito vasto, mas você nunca esqueceu de colocar o seu tom brasileiro nas receitas. Sua ousadia trouxe pratos impecáveis e emocionantes que fizeram até Ailin chorar, e não é fácil, é jogo duro pra ela chorar comendo o prato de alguém assim. E isso faz perceber o quanto você é exigente consigo mesma, mas com cobrança na medida certo. Essas cobranças te impulsionaram e te fizeram atingir o padrão de excelência pra chegar até aqui. Eu vou te dizer só: parabéns, Lu, merci!”, discursou o chef francês Emmanuel Bassoleil, sobre a concorrente baiana, antes de anunciar sua vitória. 

 

Além do profissionalismo e de explorar suas raízes, ela lançou de mão de muita ousadia para surpreender os avaliadores e garantir o troféu e o prêmio de R$ 300 mil, com o menu que chamou de “O Brasil Pelos Meus Olhos”. De entrada, Luciana apresentou um “simples” pãozinho de queijo, prato que costuma agradar ao filho de 9 anos, Rafael. O quitute, assim como o carpaccio de chuchu com azeite trufado e trufas negras, surpreendeu os jurados e agradou em cheio. “O segundo prato foi o chuchu, porque eu gosto de pegar essas coisas bem simples, como falei. Como eu falei, eu peguei o chuchu, coloquei uma maquiagem cara e levei pra balada! Eu acho importante a gente, chefs, mostrar o valor dos nossos ingredientes e tentar fazer isso em alta gastronomia. Porque é fácil fazer comida gostosa com ingredientes caros, mas nem todo mundo tem ingrediente caro em casa, então é muito mais democrático, muito mais bonito mostrar esse Brasil”, avalia a baiana, que teve na mãe, a quem chama de “melhor cozinheira do universo” como grande exemplo. 

 

Completando o menu, Luciana Berry  imprimiu sua assinatura em um ballotine de abará com vatapá caranguejo e vinagrete, lamentando a ausência da folha de bananeira para respeitar as tradições. “Eu sou louca por abará e sempre falo que a dúvida maior do baiano é comer abará ou acarajé. Eu falei: 'gente, mas ninguém conhece muito o abará e é uma delícia', então decidi botar o abará pra ficar famoso!”, lembra. “Eu fiz um ballotine de abará, eu falei falei pra eles que geralmente a gente cozinha com a folha de bananeira, só que lá não tinha, então eu falei: 'quer saber de uma? Eu vou fazer um ballotine, porque eu preferi ousar e fazer, do que  não mostrar a Bahia”, acrescenta a chef, que ainda brincou sobre como a “gourmetizada” seria recebida em sua terra natal. “Não sei se mostrou nessa hora, mas eu falei: 'gente, eu vou fazer um ballotine de abará e não sei nem se eu volto mais pra Bahia ou se o povo vai me querer' (risos)”, provocou.

 


Ballotine de abará surpreendeu os jurados | Foto: TV Record

 


Ainda lembrando de suas origens, Luciana fez também uma moqueca de carne seca com camarão e arroz, inspirada no avô. “Ele levava a boiada de Conquista a Salvador, ficava semanas na estrada e só comia carne seca. E quando ele chegava em Salvador ele queria logo uma moqueca, então eu fiz 'Quando o Sertão Encontra o Mar'. Eu fiz em homenagem ao meu avô, porque ele amava esse prato”, conta a soteropolitana que cresceu em Vitória da Conquista e vive há mais de 15 anos em Londres, no Reino Unido.

 

Para finalizar, do jeito que baiano gosta, ela buscou referência em uma memória de infância: o picolé Capelinha, que virou bolo de amendoim com sorvete de coco e maracujá. “Eu falei na hora picolé no isopor, porque não podia falar marca, mas era o picolé Capelinha, que eu amo!”, conta Luciana, sobre a explicação que deu no programa, omitindo a marca tão conhecida em Salvador. Para a sobremesa, ela lembrou o dia em que acabou tendo sua grande epifania, na Praia da Terceira Ponte, quando driblou a supervisão da mãe, que orientava as filhas a tomar picolé apenas de fruta. “Eu amo picolé de amendoim, mas ela não deixava a gente comer muito porque na praia é muito quente, então ela falava 'coma só fruta'. Mas teve um dia que eu peguei um de amendoim escondido e minha irmã pegou o de côco. Eu fui comer o meu e achei salgado, ai o vendedor disse que a mãe dele que fez e deve ter comprado o amendoim salgado pra fazer o picolé. Mas eu adorei o picolé salgado, comi todo, mas lembro que falei 'oh, Lena [sua irmã], me dê um pedaço do seu aí de côco'. E na hora que eu provei aquilo fez sentido pra mim”, lembra. 

 


A sobremesa foi inspirada no velho picolé Capelinha e de uma epifania da infância | Foto: TV Record

 

Veja o anúncio da vitória de Luciana:

Com participação de baiana, próximo episódio do Masterchef tem prova de massa à carbonara
Foto: Carlos Reinis/Band

Com a participação de uma competidora baiana, a figurinista Teresa Cristina, o próximo episódio do Masterchef Brasil, exibido nesta terça-feira (1º) na Band, colocará os cozinheiros à prova com uma disputa no preparo de uma massa à carbonara, famosa receita italiana.

 

Neste primeiro desafio da noite, os participantes terão que demonstrar muita técnica, pois quem errar o ponto do macarrão ou apresentar o molho com a textura incorreta será eliminado. Aqueles que se sobressaírem, no entanto, ganham o passaporte para o último desafio.

 

Na prova decisiva os competidores são convidados a uma “volta ao mundo” através de caixas com ingredientes de seis países: México, Argentina, Portugal, Espanha, Japão e Brasil. Para vencer a prova, o vencedor terá que preparar pratos que apresentem o verdadeiro sabor da cultura de cada região.

 

Quem se sair melhor conquista o oitavo troféu Masterchef Brasil 2020, R$ 5 mil, uma bolsa de estudos em uma universidade, além de uma caixa de som com assistente virtual e R$ 5 mil em compras no site patrocinador. O melhor cozinheiro ganha ainda um forno, um jogo de panelas e um kit chef de facas.

Baiana recomendada por Taís Araújo, Rachel Reis planeja lançar EP com canções autorais
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A cantora e compositora Rachel Reis (23) nasceu em Feira de Santana, na Bahia, e começou a trilhar o caminho das artes bem cedo. Desde criança, foi influenciada pelo fato de pertencer a uma “família toda musical”, com destaque para a mãe, ex-cantora de seresta e atualmente no ramo gospel. Em 2016 ela deu início à carreira profissional, em barzinhos, mas foi agora em 2020 que vieram suas maiores conquistas. A jovem artista lançou dois singles autorais: o mais recente, “Sossego”, e a canção “Ventilador” (clique aqui), que caiu no gosto da atriz Taís Araújo. 

 

“Eu tava aqui tranquila e de repente uma prima minha me mandou uma mensagem dizendo que tinha uma música minha num vídeo de Taís. Eu não acreditei, porque sempre fui muito fã dela, mas fui lá conferir. Era minha música mesmo, eu fiquei doida de alegria na hora. Marquei Taís no Instagram e ela me respondeu dizendo que realmente amava a música. Fiquei sem chão (risos)”, lembra Rachel, que de forma tímida conversou com a atriz via mensagens de texto, mas, por vergonha, não perguntou como ela conheceu seu trabalho. “Ela foi super simpática, um amor de pessoa”, conta.

 


Rachel atuou como intérprete em barzinhos antes de investir nas próprias composições | Foto: Arquivo Pessoal

 

Como se não bastassem o primeiro vídeo e o contato, a atriz surpreendeu mais uma vez ao fazer propaganda de forma voluntária em suas redes sociais. “Eu não vou ficar viciada nessa música sozinha não! Se vocês não conheciam a Rachel Reis, esta é uma boa hora. Rachel Reis é uma cantora e compositora baiana, que mistura letras sobre amor com um pop dançante e ritmos da sua região”, descreveu, recomendando que seu público conferisse o trabalho da artista baiana (saiba mais). “Eu fiquei em choque, realmente não esperava. Sempre me inspirei muito em Taís, me sentia representada quando via na TV. Ser reconhecida por ela me deu um ânimo gigante”, revela a feirense.

 

Além de ser motivo de orgulho e servir de estímulo para sua carreira, segundo Rachel, a publicidade feita por uma artista global tem lhe rendido outros frutos concretos e imediatos. Ela conta que os seguidores nas redes sociais e visualizações de suas músicas têm aumentado, e que tem recebido muitas mensagens e a atenção da imprensa. Aproveitando esta onda, a baiana pretende seguir criando e prevê o lançamento de novos trabalhos ainda em 2020. “Nesse tempo de pandemia eu tenho trabalhado num EP com dois amigos meus de Salvador, Bruno Zambeli e Marcos Cupertino, da Lombreta. É um EP nosso, tá ficando bem bonito, vamos lançar umas quatro músicas”, conta a jovem artista, revelando que o próximo passo será seu primeiro disco. “É um sonho meu colocar isso pra frente”, diz.

 

TRAJETÓRIA

Rachel Reis revela que cresceu em um ambiente de “ensaios, palcos e músicos pela casa toda”, mas chegou a pensar que a carreira não daria certo, por causa da timidez. “Sempre gostei bastante, mas tinha muita vergonha e não imaginava que fosse pra mim. Fui quebrando essa vergonha aos poucos e ainda estou nessa construção”, explica, pontuando que a evolução veio de experiências em barzinhos, shows e “tudo que aparecesse”. “Canto desde os 19, hoje tenho 23 anos. Comecei porque um primo meu me chamou pra participar de um show dele. Depois disso eu segui com a música”, lembra a feirense, que se considera eclética e tem como influências “do pagodão à MPB”, com destaque para Céu, Amy Winehouse, Jorge Ben e Milton Nascimento.

 

Apesar de gostar também do lado intérprete, Rachel conta que desejava ir além e fazer as próprias canções. “E eu tinha muita vontade de cantar coisas minhas. Então, em 2019 eu conheci o cantor Barro, que tem um estúdio em Recife. Fui até lá e gravamos as duas músicas, ‘Ventilador’ (minha, de Barro e Fred Lima) e ‘Sossego’, composição minha. E tô muito feliz com o resultado, com a experiência que eu venho ganhando com isso tudo, eu só espero aprender mais e mais”, diz a jovem artista baiana, que hoje cursa o terceiro semestre de Publicidade e Propaganda - é uma exigência da mãe que ela invista em uma faculdade -, e presente usar a formação acadêmica para alavancar a carreira artística.

Majur lança faixa e clipe de 'Andarilho', seu novo single
Foto: Reprodução / Instagram @majur

Majur lançou, nesta quarta-feira (12), o seu novo single, "Andarilho". Com faixa lançada nesta madrugada em todas as plataformas de streaming, o clipe da canção também foi liberado no YouTube. "Se amar é correr o risco, o que você não faria por alguém que você ama? Eu topo tudo!", brincou a baiana em seu Instagram ao divulgar a música.

 

"Andarilho" é a primeira música criada por Majur no violão. "Deixa eu te levar para tomar um café no meu mundo favorito, onde o Sol beija nossa pele nas manhãs de tom azul", inicia a letra da canção, que fala sobre amor e dedicação com um toque de leveza. Ela é uma homenagem à um amigo da autora, Rodrigo, com quem tem uma amizade de longa data.

 

O clipe tem direção e fotografia de Marina Benzaquem - assim como o roteiro, que é uma parceria dela (Mariana) com Lucas Nogueira. A arte e o figurino ficaram por conta de Bruno Pimentel e a edição do clipe por Rodrigo Araújo. A produção é da Uns, de Paula Lavigne, e Tina Tigre.

 

Vem ver o clipe de "Andarilho":

Direto de seu apartamento, cantora Simone realiza live show neste domingo
Foto: Naiara Andrade

A cantora baiana Simone apresenta, no próximo domingo (12), às 18h, direto do seu apartamento no Rio de Janeiro, uma live relembrando canções que há muito tempo não interpreta, cantando músicas inéditas na sua voz e outros sucessos que marcaram sua carreira. 

 

Sozinha com o violão ou usando bases pré-gravadas, enviadas por músicos com quem trabalhou, Simone fará os 47 anos de sua trajetória musical caberem em uma hora de transmissão.

 

Pela televisão, o encontro será transmitido exclusivamente pelo canal Arte1. Já, pela internet, é possível conferir o encontro pelo canal oficial da Biscoito Fino no Youtube, gravadora de Simone, no canal do Arte 1 no YouTube e em todos os canais oficiais da cantora: Instagram, Facebook e YouTube.

Baiana e primeira Miss Brasil, Martha Rocha morre no Rio de Janeiro aos 87 anos 
Foto: Reprodução / Facebook

Primeira Miss Brasil, eleita em 1954, a baiana Maria Martha Hacker Rocha faleceu, no sábado (4), em Niterói, aos 87 anos de idade. Segundo informações apuradas pelo G1, obtidas por um dos três filhos, ela sofreu uma insuficiência respiratória, seguida de infarto. O corpo foi sepultado no Cemitério do Santíssimo Sacramento, neste domingo (5). 

 

Natural de Salvador, Martha Rocha foi a primeira Miss Brasil eleita para o concurso Miss Universo, realizado no ano de 1954 em Long Beach, na Califórnia. Na competição internacional que contou com 33 participantes, a baiana acabou na segunda colocação, perdendo para a americana Miriam Stevenson.  

 

Como justificativa sobre a derrota, surgiu na época uma lenda de que ela teria perdido por conta de duas polegadas, informação desmentida por Martha anos depois. Com o título quase conquistado, Rocha inspirou tantas outras misses ao longo dos anos e viu a gaúcha Ieda Vargas, em 1963 e a baiana Martha Vasconcellos, em 1968 serem coroadas como Miss Universo.  

 

Os últimos meses de vida de Martha Rocha foi em um abrigo de idosos, por conta das dificuldades financeiras. Em seu perfil no Facebook, ela chegou a publicar um desabafo sobre a mudança: "Meus amigos, comunico que estou morando numa pousada para idosos por questões financeiras. Não me sinto diminuída, humilhada por isso. Pelo contrário, pois minha dignidade segue sem mácula. Beijos, meus amores, onde Deus os tenha os colocado".

 

"A vida dela foi muito sofrida nos últimos anos, ela estava acamada há muito tempo e não conseguia andar. Morreu sem muito sofrimento. Ela já estava cansada. Rodeado de pessoas que cuidavam dela. Esses últimos meses a gente só se falava através de contatos telefônicos. Sinto falta da minha mãe, mas ela descansou", disse Álvaro Piano, um dos três filhos.  

Cantora baiana revelada na década de 70, Milena morre aos 77 anos em São Paulo
Foto: Divulgação

Cantora baiana revelada na década de 1970, Milena morreu, nesta segunda-feira (1º), aos 77 anos, em São Paulo. De acordo com o G1, a artista faleceu após sofrer uma parada cardíaca por conta de uma fibrose pulmonar, que ela sofria há anos.

 

Nascida em Juazeiro em 5 de novembro 1942, Milena começou a carreira pela gravadora Continental, lançando um compacto com versões de músicas estrangeiras, em 1968. Já em 1975, na gravadora Odeon, lançou seu primeiro disco, “Sorriso Aberto”, mas sem muito investimento da empresa, que apostava mais em Clara Nunes, estrela de seu catálogo. 

 

Sem ter muita atenção na gravadora, a cantora baiana deixou a Odeon em 1976, após produzir um compacto. Um ano depois ela foi apadrinhada pelo cantor e compositor João do Vale, com quem fez uma turnê promovida pela Funarte. O registro desse show de 1977, recuperado recentemente em fita, será editado em um disco póstumo, que sai pelo selo Discobertas. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na era da IA, será Gargamel o último que mostra a verdade nas redes? Tudo bem que não é lá uma verdade muito bonita, mas... Enquanto isso, o Soberano devia parar de focar no cozido de Card e ficar de olho nas chapas que estão montando pra ele por aí. E teve prefeito brilhando também essa semana. É anúncio emocionado de São João, é #tápago com post sobre buraco na rua... Mas o amor mesmo está no Detalhes! Saiba mais!

Pérolas do Dia

João Roma

João Roma

"A lei não pode ter lado político".

 

Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.

Podcast

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (15). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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