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audun gronvold
O ex-esquiador Audun Grønvold faleceu aos 49 anos após ser atingido por um raio durante uma viagem a uma cabana, na Noruega. O acidente aconteceu na última terça-feira (15), e, embora tenha sido socorrido com rapidez, o ex-atleta não resistiu aos ferimentos.
Medalhista de bronze no esqui cross nos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver, em 2010, Grønvold teve uma carreira de destaque tanto no esqui alpino quanto no ski-cross. Antes da conquista olímpica, também havia alcançado o bronze no Campeonato Mundial de ski-cross em 2005.
“O esqui norueguês perdeu uma figura significativa, o que significou tanto para o ambiente alpino como para o estilo livre. Audun teve uma grande carreira tanto no alpino quanto no esqui-cross, antes de se tornar o treinador da seleção nacional de esqui-cross. Como companheiro de equipe, treinador, colega e amigo, deixou pistas profundas no esqui”, declarou Johan Ryste, gestor esportivo da seleção norueguesa de alpinismo.
Grønvold integrou a equipe nacional de esqui alpino da Noruega por mais de uma década, entre as temporadas de 1993/94 e 2003/04. Após a transição para o ski-cross, consolidou-se como um dos pioneiros da modalidade em seu país. Além das medalhas, venceu a classificação geral da Copa do Mundo de ski-cross em 2007.
Após se aposentar das competições, passou a atuar como treinador da equipe nacional de ski-cross, contribuindo para o desenvolvimento da modalidade no cenário internacional.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.