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atirador novo hamburgo
O autor de ataque a tiros que deixou três mortos e nove feridos em Novo Hamburgo, o caminhoneiro Edson Crippa, sofria de esquizofrenia e havia sido internado em instituições psiquiátricas quatro vezes.
Mesmo com as internações, o atirador possuia registro como CAC (colecionador, atirador desportivo ou caçador) e tinha quatro armas em seu nome: uma pistola 9 mm, uma pistola .380, uma espingarda de calibre 12 e um fuzil. Na residência dele também foram encontradas mais de 300 munições.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o pai do atirador, Eugênio Crippa, que foi morto no ataque, também tinha esquizofrenia.
"Nesse momento o atirador começou disparos contra todos, já alvejando dois policiais militares", disse o secretário estadual de Segurança Pública, Sandro Caron, em entrevista coletiva no Batalhão de Polícia Militar de Novo Hamburgo.
Também foram mortos o irmão de Edson e o policial Everton Kirsch, 31, atingido por um tiro na cabeça. A mãe e a cunhada do atirador também foram feridas e estão em estado grave no hospital, assim como um policial militar. Outro agente está em estado gravíssimo. Ao todo, nove pessoas foram feridas.
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Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).