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Após determinação do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) exigindo esclarecimentos sobre cães retirados das unidades do Assaí Atacadista, a rede de supermercados informou que os animais foram levados para uma organização de proteção animal em Aracaju.
Em nota, a empresa informou que os cães apresentaram “comportamentos que exigiram atenção especializada”, incluindo um ataque a um cliente, o que demandou a retirada deles das lojas para um abrigo.
“Buscamos apoio de organizações de proteção animal da região, e a Associação Defensora dos Animais São Francisco de Assis (ADASFA) se prontificou a recebê-los”, diz o comunicado.
Segundo a rede, os animais foram vacinados e passaram por avaliação e atendimento médico-veterinário, com laudos que autorizaram o transporte.
No entanto, documentos do Ministério Público Federal em Sergipe (MPF-SE) apontam condições precárias na ADASFA (Associação Defensora dos Animais São Francisco de Assis), entidade apontada como destino dos cães.
Segundo os relatórios técnicos e relatos de voluntárias anexados aos autos, o abrigo enfrenta superlotação crônica, riscos sanitários e dificuldades financeiras.
O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) estipulou o prazo de 12 horas para que a rede de supermercados Assaí Atacadista preste informações detalhadas sobre a localização e o estado de saúde de cinco cães comunitários retirados de suas unidades em Lauro de Freitas e Salvador (Vila Canária). Os animais, conhecidos como Caramelo, Lora, Negão e duas fêmeas de nome Pretinha, teriam sido transportados para um abrigo em Aracaju, Sergipe.
A ação sustenta que a remoção dos animais ocorreu de forma abrupta e sem transparência, violando as legislações municipais de Lauro de Freitas (Lei nº 1.618/2016) e de Salvador (Lei nº 9.914/2025), que protegem a permanência do animal comunitário em seu território de origem.
O processo ganhou novos contornos após a apresentação de documentos do Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE), que apontam condições precárias na ADASFA (Associação Defensora dos Animais São Francisco de Assis), entidade apontada como destino dos cães.
Segundo os relatórios técnicos e relatos de voluntárias anexados aos autos, o abrigo enfrenta superlotação crônica, riscos sanitários e dificuldades financeiras. Relatos contemporâneos indicam que os animais estariam "tristes" e recusando alimentação desde a chegada ao estado vizinho.
Diante da ausência de resposta inicial da empresa, a juíza Ana Bárbara Barbuda Ferreira Motta majorou a multa diária para R$ 10 mil, limitada ao teto de R$ 80 mil em caso de novo descumprimento das ordens judiciais.
Em decisão proferida no último domingo (8), foi determinada a expedição de ofício direto à ADASFA para que a entidade confirme formalmente a entrada e a permanência dos animais, com o envio de fotografias atuais.
Embora a autora da ação solicite o resgate imediato, a magistrada optou por reservar a análise da restituição física para um momento posterior à colheita dessas informações oficiais. Para a Justiça, a rastreabilidade dos animais é etapa indispensável para garantir que o retorno ao território baiano ocorra com a segurança e a logística adequadas.
O caso também foi encaminhado ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) e à Polícia Civil para a apuração de possíveis crimes de desobediência e maus-tratos.
A Receita Federal determinou o arrolamento de R$ 1,26 bilhão em bens do Assaí por questões tributárias em disputa com o Grupo Pão de Açúcar (GPA), conforme anunciado pela companhia.
Segundo informações do site BP Money, parceiro do Bahia Notícias, a medida ocorre em meio a disputas tributárias e o arrolamento não bloqueia a venda de ativos. A ideia é garantir que os bens estejam disponíveis para eventual quitação dos créditos tributários.
Em um comunicado divulgado, o Assaí informa que se tornou uma empresa independente após a cisão realizada em 31 de dezembro de 2020.
Ainda conforme informado, não há responsabilidade solidária por dívidas anteriores à cisão. Contudo, a legislação tributária permite que as autoridades cobrem responsabilidade solidária em caso de débitos tributários.
De acordo com o Assaí, o GPA é responsável por R$ 11,654 bilhões de um total de R$ 12,913 bilhões em disputas fiscais, reiterando que o GPA deve indenizá-lo por eventuais prejuízos.“A companhia vem monitorando este tema de perto com o GPA, que reafirmou sua responsabilidade perante o Assaí pelos débitos e contingências gerados até a data da cisão”, afirmou o Assaí.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.