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Armandinho Macedo, um dos ícones da música baiana, comentou nesta segunda-feira (9) sobre um pedido da família de Dodô, um dos criadores do trio elétrico e que dá nome ao circuito Barra-Ondina, tenha um maior reconhecimento durante o Carnaval.
Em conversa com o Bahia Notícias, o músico apontou sobre um apelo feito pela família de Dodô, para que as famílias fundadoras do trio elétrico e da guitarra baiana (Dodô e Osmar) recebam uma porcentagem financeira mínima dos ganhos gerados pela festa, assim como outros envolvidos recebem.
“Eu tenho dito, falei na frente do prefeito quando a gente passou no Furdunço, que é preciso rever isso porque são porcentagens que todos têm. Cada um seja a ECAD seja a prefeitura tudo tem uma porcentagem Por que não tem uma porcentagem para as famílias Dodô e Osmar? Família de Dodô vive reclamando, porque o nome de Dodô é famoso, ele é nome de circuito, de tudo mais, e não tem um mínimo de reconhecimento financeiro por isso”, afirmou antes do ensaio geral da banda, nesta segunda.
O artista indicou que a forma seria um reconhecimento e apoio financeiro para a família dos históricos músicos.
“Lancei essa ideia no microfone do trio elétrico. Por que não tem um mínimo de porcentagem para todos que ganham com isso? Por que não uma porcentagem de todos, de trio elétrico, de acordo com o ganho de cada um. Uma porcentagem mínima que seja, mas que pelo menos, dê uma luz a esses netos, filhos e tudo mais, que vivem do nome do pai, do avô e dessa história. A gente ganha porque trabalhamos muito, e disputamos cachês iguais de porte médio com outros artistas. Não estamos sendo beneficiados”,disse Armandinho.
“Então é um apelo realmente das famílias. Moraes Moreira já falava isso comigo, que algum vereador, algum deputado, algum político colocar isso em pauta e ter como têm todos, uma porcentagem. Assim todos ganham e as famílias também querem um mínimo que seja de cada um de acordo com seus ganhos para uma satisfação, um reconhecimento financeiro para todos”, completou o guitarrista.
O guitarrista Armandinho Macedo atualizou o estado de saúde do músico Aroldo Macedo, de 67 anos, nesta segunda-feira (10). Em entrevista ao Bahia Notícias, Armandinho revelou que seu colega de banda precisou viajar para fora do país para passar por um tratamento contra a Paralisia Supranuclear Progressiva (PSP), doença neurodegenerativa rara durante um mês.
A enfermidade provoca a perda gradual de neurônios e afeta movimentos e funções cognitivas. Ele foi diagnosticado com a doença no mês de dezembro do ano passado. Ao BN, Armandinho revelou que Aroldo estaria enfraquecendo rapidamente e foi buscar tratamento fora do Brasil na esperança de melhora, pois o atendimento local não estaria sendo suficiente.
“A situação dele é grave, é um problema que está avançando muito, minando as energias dele de um modo geral. Isso é o que mais choca a todos nós. Em tão pouco tempo ele foi enfraquecendo, perdendo a fala e os movimentos. Hoje ele está agora viajando para o tratamento. Está indo buscar, que é a esperança que nós temos, porque aqui só a fisioterapia não resolve a doença que está avançando a cada dia, e a gente está nesse compromisso. O que dá energia para nós é a música dele presente, a energia dele está presente conosco”, disse durante ensaio aberto da banda Armandinho, Dodô e Osmar, em Salvador.
O artista revelou ainda que este novo tratamento foi uma forma de trazer esperanças para familiares e amigos de Aroldo, para que a PSP não continue avançando. Ele afirmou ainda que o show realizado nesta segunda em um espaço menor serviu para conter gastos e manter o tratamento do guitarrista.
“É isso que faz a gente permanecer em pé e levar a coisa com muita fé, que tudo isso vai se reverter e trazer uma resposta agora com o tratamento dele de melhora. Esse show aqui inclusive em um lugar menor com despesas menores é justamente para buscar esse recurso e economizar no show para manter o tratamento dele que vai durar mais de um mês na Índia. Vamos buscar um tratamento completamente fora do tradicional, mas que deu esperanças de um retrocesso em tudo que vem acontecendo com ele”, explicou Armandinho.
Pau elétrico, cavaquinho elétrico e, por fim, guitarra baiana. O instrumento musical, criado na década de 40 e que desde então dá um tom único as canções, se transformou em um símbolo do Carnaval de Salvador, junto ao trio elétrico, mas sem o reconhecimento como patrimônio material da cidade.
Ao Bahia Notícias, Armandinho Macêdo, responsável por popularizar o instrumento desenvolvido por Dodô e Osmar, frisou a importância de reconhecer a guitarra baiana com um título que salvaguarde a cultura local.
"Eu acho que tem que ser registrado como patrimônio imaterial da nossa cultura, se bem que é bem material (risos). A guitarra baiana é um instrumento que nasceu na Bahia antes de chegar o rock, à guitarra, de chegar tudo isso."

O pedido de Armandinho já chegou a ser apresentado na Câmara Municipal de Salvador em 2012, época em que João Henrique (PP) geria a capital baiana.
Na época, a vereadora Vânia Glavão (PT) apresentou um projeto de indicação no qual pedia para que fossem adotadas as medidas necessárias para o registro da Guitarra Baiana, bem como da sua manufatura. O projeto foi movimentado em 2014 e encontra-se arquivado após a não renovação da proponente.
O instrumento, que já chegou a ser tema do Carnaval de Salvador em 2013, recebeu o título de "patrimônio do povo", mas o título oficial não chegou para a guitarra.

Híbrido entre o cavaquinho, também popular na música baiana, e o bandolim, a guitarra baiana tem seu diferencial no tom que sai das cordas.
O instrumento tem o calibre de cordas e a escala do primeiro e a afinação (Sól-Ré-Lá-Mi) do segundo. A criação de Osmar Álvares Macêdo e Adolfo Dodô Nascimento, foi pensada na década de 40 como um instrumento potente o suficiente para ampliar o som para as ruas.
Atualmente, o instrumento é fabricado com cinco cordas, uma afinação Mi, Lá, Ré, Sol, Dó, podendo até ter ponte móvel tipo Floyd Rose, com um braço estendido, diferenciando-a de Cavaquinho e Bandolim. Vale lembrar que a guitarra baiana só recebeu o nome que tem hoje com o batismo dado por Armandinho, na década de 70. Nas mãos do herdeiro de Osmar, o instrumento virou uma sensação, dando ao artista o título de 'Rei da Guitarra Baiana'.
O instrumento foi adotado por músicos que acabaram se tornando referência quando se fala da guitarra, a exemplo de Roberto Barreto, da BaianaSystem. Amante do som que sai do instrumento "melado no dendê", Roberto já chegou a escrever sobre a paixão, considerado-a como um instrumento de alma.
"Não vejo muito como um instrumento, mas sim como um meio de expressar ideias e sentimentos. Por ser um instrumento criado e concebido aqui na Bahia existe a parte afetiva e junto com isso, acompanha uma estética musical que é única em um repertório", declarou o artista em uma entrevista para o Fatos&Points em 2013, reforçando a importância do reconhecimento do instrumento.
A FOLIA DE HOJE EM DIA
O artista, hoje, veterano na folia, é o responsável por manter o legado da família vivo na avenida. Ao site, o artista, junto ao irmão, André Macedo, falou sobre a importância de dar continuidade a tradição do Carnaval feito pela família.
Para Armandinho, é importante reconhecer ainda o impacto das contribuições de Dodô e Osmar para a folia, transformando o Carnaval em um modelo que inspirou diversas outras festas ao redor do país e foi reconhecida como o maior Carnaval de trios do mundo.

“Nós somos uma base musical, porque a gente mudou todo o contexto de trio elétrico, começado por Dodô e Osmar. O cavaquinho, o violão, a percussão. Nós montamos banda, nós trouxemos o primeiro cantor, nós criamos toda uma história que atrás disso veio toda a galera do Axé Music. Então é, pra gente, é história de vida. A gente nasceu, foi nascido e criado no trio elétrico. A gente é aquele que brincava de trio elétrico em casa desde pequenininho.”
O público poderá conferir os irmãos Macêdo no Carnaval de Salvador em diversos momentos, entre eles as tradicionais pipocas na Barra no domingo, na segunda e na terça de Carnaval.
O músico Armandinho destacou a banda BaianaSystem como a principal referência da música de carnaval baiana no contexto atual, em entrevista que antecedeu sua apresentação no Circuito Dodô (Barra/Ondina) nesta terça-feira (4).
"O que mais tem me impressionado é a BaianaSystem. Esse grupo é a revolução do trio elétrico. E tenho que mencionar Robertinho, meu vizinho, sempre acompanhou minhas apresentações. Ele que leva a guitarra baiana", disse.
O artista também comentou acerca dos 40 anos do Axé Music. "A história da guitarra baiana, a história dessa música que trilhamos, os irmãos Macêdo desde de 1974 divulgando o legado de Dodô e Osmar, que foram os caras que começaram tudo isso e depois até internacionalizou a musica do trio elétrico".
Uma das atrações desta segunda-feira (3) no Circuito Dodô, na Barra-Ondina, é o cantor Armandinho, que comanda o Trio Armandinho Dodô e Osmar. Além de agitar os foliões em cima do trio, o histórico artista baiano foi flagrado pela equipe do Bahia Notícias dando uma "ajudinha" na organização do bloco.
Armandinho distribuiu pulseiras para alguns convidados que estão curtindo o aniversário de 75 anos de trio elétrico e os 40 anos do Axé Music. A banda Armadinho e Irmãos Macedo ainda estará nas ruas nesta quinta-feira (4), também no Circuito Dodô, na Barra-Ondina.
Durante os festejos no circuito no Campo Grande neste sábado (01), Armandinho, um dos maiores nomes da guitarra baiana, relembrou a importância do Carnaval para a música e os grandes artistas. Em entrevista ao Bahia Notícias, o músico compartilhou sua emoção em participar da festa, mesmo com a longa trajetória.
"O Axé 40 anos, esse movimento musical maravilhoso que levou para o mundo a música, o trio elétrico principalmente. E eu, 61 anos de trio elétrico. Porque desde os 10 anos de idade que eu estou nessa história aqui, porque é a minha paixão, é a minha vida, é a minha família. Estou aqui, Armandinho e Mãos Macias. Eternos Dodô e Osmar", declarou Armandinho.
Filho de Osmar, um dos criadores do trio elétrico, Armandinho destacou a relevância do legado musical que construiu ao longo dos anos.
"E a gente está como sempre fazendo a nossa música, levando a nossa alegria, a nossa história musical, história que não só pelas músicas que a gente fez que estão aí nas cabeças até hoje. Eu fiz 'Chame Gente' com Moraes, fiz 'Vida Boa' e Zanzibar com Falso Nilo. São músicas que estão presente nesse Carnaval. Além de todo um repertório, Viva Moraes Moreira e viva Dodô e Osmar", completou o músico.
Veja Armadinho na guitarra:
Armandinho celebra o Axé e legado no Carnaval de Salvador: "Eternos Dodô e Osmar"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 1, 2025
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Os irmãos Macedo e Armandinho comandam o trio Projeto Escola De Musical Irmãos Macedo no circuito Osmar (Campo Grande) nesta sexta-feira (28). Em vídeo, o Bahia Notícias registrou Armandinho “dando uma aula” de guitarra baiana durante sua apresentação.
Confira:
VÍDEO ? Chora, guitarra! Armadinho e Irmãos Macedo comandam trio no Campo Grande e “dão aula” de guitarra baiana pic.twitter.com/b8Kqrp6L9t
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 28, 2025
Tendo a fubica como plano de fundo, a Banda Armandinho, Dodô e Osmar relembrou os clássicos carnavalescos atemporais, em um show realizado na noite desta quarta-feira (12). A apresentação aconteceu na Concha Acústica do Teatro Castro Alves.
Com participações de Bell Marques, Durval Lelys, Carlinhos Brown, Ricardo Chaves, Márcio Castro, o grupo trouxe uma prévia do Carnaval de Salvador, em uma apresentação que durou pouco mais de 2 horas.
Em entrevista à imprensa após o espetáculo, Armandinho Macêdo celebrou os 75 anos de criação do trio elétrico, e comemorou a evolução do equipamento na folia baiana.
”Na verdade, o meu pai já dizia isso, que ele falava do crescimento do Carnaval. O Carnaval está aí prometendo ser um grande Carnaval. Grandes atrações vêm para cá, procuram esse clima, essa multidão atrás do trio elétrico. Então, o trio elétrico continua sendo a razão de ser do Carnaval de Salvador”, disse.
O guitarrista, representando toda família Macêdo, comentou ainda do orgulho e da paixão que possui pelo festejo baiano. “O trio vai estar sempre aí, vai mudando a pista, vai chegando um, chegando o outro. Mas o grande palco é o trio elétrico. Isso é uma forma de um grande orgulho para gente da família, filhos e adultos criadores. É uma paixão, é a história que a gente leva, mas com paixão por música, principalmente por música”, apontou o instrumentista.
O casal Renato Lino, 42 anos e Cristiane Carvalho, 45 anos, comentaram sobre o entusiasmo ao acompanhar a família Macêdo. “É o princípio. O trio elétrico, a gente estava falando aqui da fubica, aí o primeiro trio elétrico, você pensar que todo mundo foi atrás de um trio que era um carrinho (...). A gente tem que estar aqui para beneficiar a história do que a gente gosta que é o trio elétrico”, celebrou Carvalho.
“Sentimos falta daquele Carnaval raiz, que o centro da cidade fervia no coração da folia. Falta um pouquinho mais de atenção para o Axé Music, os antigos, os verdadeiros cantores”, elencou Lino.
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Armandinho contou que acredita não ser o criador da guitarra baiana. Em entrevista ao Bahia Notícias, o músico revelou que essa criação deve ser atribuída aos músicos Osmar, seu pai, e Dodô. Com apoio do Bahia Notícias, o podcast Bargunça é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra.
Além de reafirmar quem foram os verdadeiros criadores do instrumento, Armandinho também aproveitou para ressaltar que o objeto foi criado em conjunto, e não poderia ter sido inventando por apenas um dos músicos. “Então, essa invenção é deles. Eles poderiam dizer que inventaram a guitarra maciça da Bahia a partir de 1942”, apontou Armandinho.
“A guitarra era um instrumento de Dodô que ele chamava de violão elétrico, então isso daí não definia nada. Quando a gente estabeleceu uma música tri-eletrizada, que botamos em disco, aí que veio a marca de guitarra baiana. Foi o que deu sentido ao instrumento. Qando se fala dos inventores eu levo para Dodô e Osmar, porque eu não posso nunca falar de uma coisa que eu não era nem nascido e eles já estavam fazendo”, finalizou.
Amigo de Baby do Brasil há mais de 50 anos, Armandinho comentou a polêmica envolvendo ela e Ivete Sangalo durante o Carnaval de Salvador. Na conversa, o cantor ressaltou que esse tipo de coisa faz parte do estilo de Baby. O relato foi dado no podcast Bargunça, que com apoio do Bahia Notícias é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra.
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“São engraçadas essas coisas de Baby. Baby é doida. Ivete até embolou o ‘acopalipse’. Baby quer levar todo mundo nas ondas delas é o que ela acredita, e coisa e tal. Mas é uma figuraça, uma grande artista. Uma pessoa que desde novinha já estava no Chacrinha, antes do Novos Baianos. Baby é essa figura”, contou Armandinho.
Armandinho aproveitou a presença do diretor de eventos da Saltur, Márcio Sampaio, para pedir um novo horário de saída para o seu trio no Carnaval de Salvador. Por meio de ligação, o gestor entrou ao vivo no programa para responder algumas dúvidas dos apresentadores sobre a valorização da presença de artistas que, como Armandinho, são tradicionais na folia.
Com apoio do Bahia Notícias, o podcast Bargunça é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. Antes da entrada do diretor, Armandinho declarou que não se sentia prestigiado nos horários que a banda desfila. Em seguida, o músico explicou que o problema real não foram os horários e sim o atraso na fila. “No domingo, a gente ficou atrás da Daniela, e ela é aquela que para em cada televisão e dá um show”, declarou ele.
O gestor explicou que o horário em que o artista foi colocado é um dos melhores já que é quando a maior parte das emissoras estão ao vivo e, por isso, é o horário que tem mais repercussão. Chegando ao fim da conversa, Armandinho aproveitou a oportunidade para pedir que seu trio comece a sair um pouco mais cedo no Carnaval de 2025. “A gente vai querer sair mais cedo também. O horário é 19h30, mas sempre sai 20h ou 21h. A gente quer sair um hora antes, marcar para umas 18h30. Aproveitando aqui”, pediu o cantor.
O fim de semana pós feriado conta com diversas atrações que prometem agitar a capital baiana. Grandes eventos como o Festival da Primavera fazem parte da programação de Salvador. Ainda não sabe o que fazer? O BN Hall separou uma lista de eventos que acontecem entre os dias 8 e 10 de setembro. Confira:
SEXTA-FEIRA (8):
Festival MIAUS
O Teatro Gamboa recebe o Festival MIAUS, evento que traz diversos artistas soteropolitanos. O baterista e compositor Beto Martins é quem abre a noite desta sexta, apresentando composições autorais. A programação segue com Jorge Solovera, multi-instrumentista. Para fechar a noite, Tarcisio Santos interpreta músicas autorais de seu álbum “Interior”. Os ingressos podem ser encontrados na bilheteria do teatro, a partir de R$ 20, em preço promocional.
Denise Correa no Pelourinho
A cantora Denise Correa se apresentará nesta sexta-feira, com seu show de black music e MPB, no Largo do Cruzeiro do São Francisco, no Pelourinho. O show começa a partir das 18h30, com couvert artístico custando R$ 10.
Ganhadeiras de Itapuã
O grupo Ganhadeiras de Itapuã se apresenta nesta sexta, no Teatro Vila Velha, às 18h30. A entrada para o show é gratuita.
SÁBADO (9):
Festival da Primavera
O Festival da Primavera 2023 inicia sua programação com o “Samba Djanira”, que acontece será liderado pela cantora Illy. O evento será marcado por canções que contam a história do samba nacional e acontecerá na Ponta do Humaitá, com entrada gratuita.
Baile de Todas as Cores
A cantora Aila Menezes traz o projeto Baile de Todas as Cores, espetáculo de música e dança focado no pagode empoderado. O show é gratuito e ocorre no Largo Quincas Berro D'Água, com participação do Samba das Pretas.
Espetáculo de Comédia - Quem É Você na Fila do Pão?
O comediante e ator Adriano Lima protagoniza o espetáculo de comédia “Quem é você na fila do pão?”, interpretando a personagem Maria do Perpétuo Socorro. A peça acontece no Centro Cultural Sesi Casa Branca e os ingressos estão disponíveis no Sympla.
Palco Giratório
Com grupos de teatro, dança e circo, o projeto de artes cênicas, Palco Giratório, se apresenta em Salvador com o espetáculo nacional A Invenção do Nordeste, no Teatro Sesc Casa do Comércio. Os ingressos custam R$ 10 (meia) e podem ser garantidos no Sympla.
DOMINGO (10):
Festival da Primavera
No domingo, a 9ª edição do Festival da Primavera tem em sua programação dois eventos, iniciando pela manhã com o grupo Mudei de Nome, que dá a volta no Parque dos Ventos levando amantes do Carnaval no Pranchão da banda. Já a tarde é marcada pela apresentação da banda Jammil, performando no “Pôr do sol no Humaitá”, que acontece na Ponta de Humaitá.
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O músico Armandinho Macedo usou suas redes sociais, nesta quinta-feira (8), para defender a legalização do uso da cannabis, tanto recreativa quanto medicinal. Através de um comentário numa publicação do humorista Ivan Mesquita, o herdeiro do idealizador do trio elétrico e da guitarra baiana pontuou ainda que é controversa a proibição da droga quando comparada com o livre consumo de bebidas alcoólicas.
Na postagem, que já acumula mais de 31,9 mil curtidas, o comediante baiano relatava os efeitos positivos o uso do canabidiol no tratamento do seu avô, que vive com alzheimer e foi acometido por um acidente vascular cerebral (AVC). "Ele estava numa situação em que não reconhecia ninguém e não falava direito, começarmos um tratamento com canabidiol e hoje ele acordou querendo arrumar um emprego", disse Ivan, que é conhecido na internet pelo bordão "cêro".
Alegre pelo avanço no estado de saúde do familiar, que aparece em outro trecho do conteúdo, o artista ainda questionou: "e você, é a favor ou contra o uso medicinal e recreativo da cannabis?".
Em um dos comentários, Armandinho afirmou já ter utilizado a erva e se posicionou. "Legalização da maconha para todos os fins, principalmente o medicinal. Fumei por um tempo e parei sem a menor dependência química ou psicológica. Sobre o álcool já não dou esse aval por ser uma droga perigosíssima, no entanto está liberada", finalizou.

Foto: Reprodução / Instagram
A descriminzalização da posse de maconha para uso pessoal é objeto de análise do Supremo Tribunal Federal (STF). Tramitando na Corte desde 2015, a última sessão que teve o assunto como pauta ocorreu no último dia 24 de maio e foi adiada para o dia 21 de junho. O placar até o momento tem três votos favoráveis para não considerar crime quem porta a droga.
O instrumentista, cantor e compositor, Armando Costa Macedo, mais conhecido como Armandinho, será agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). A cerimônia ocorrerá nesta quarta-feira (24), às 17 horas, no Salão Nobre da Reitoria e será transmitida pelo canal da TV UFBA no YouTube. O título foi proposto pelas Escolas de Música, de Direito e da Faculdade de Medicina, aprovado pelo Conselho Universitário da UFBA e será entregue pelo reitor Paulo Miguez.
Armandinho completou 70 anos no dia 22 de abril, e é um dos grandes criadores da música da Bahia. Filho de Osmar Macedo, da dupla Dodô e Osmar, que inventou o Trio Elétrico, levou o trio ao patamar das principais linguagens do carnaval.
Tendo aprendido a tocar bandolim com seu pai, Armandinho, ainda menino, formou o grupo de frevo Trio Elétrico Mirim, em 1962, e, em 1967, a banda de rock Hell's Angels. Em 1969, apresentou-se no programa "A grande chance", da TV Tupi, apresentado por Flávio Cavalcanti. Classificou-se em 1º lugar na fase eliminatória, e foi convidado a morar com Jacó do Bandolim, grande mestre do Choro.
Com base no choro, frevo e no rock, Armandinho formou o conjunto A Cor do Som, que inicialmente serviu de banda de apoio a Moraes Moreira. Moraes, por sua vez começou a participar do Trio Elétrico e a compor letras para os frevos de Osmar. O Trio continua até hoje, com composições de Armandinho e de seus irmãos Haroldo, Betinho e André. Ainda na década de 1980, Armando desenvolveu a Guitarra Baiana, instrumento elétrico que agregou uma corda mais grave ao cavaquinho original do trio, enriquecendo a música do trio.
Paralelamente, Armando seguiu carreira solo, dando continuidade a seu trabalho instrumental, voltado para o choro e outros gêneros, gravando e se apresentando ao lado de músicos como Raphael Rabello, Paulo Moura, Época de Ouro, Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Caetano Veloso, Yamandú Costa, entre outros, com sucesso nacional e internacional.
As atrações montadas para a realização do Furdunço chamaram a atenção dos foliões deste domingo (12), atraindo uma multidão. Para a folia, Armandinho, Dodô e Osmar, Negra Cor e Fit Dance arrastam multidão durante Furdunço arrastaram um grande público enquanto puxaram seus trios na festa de pré-Carnaval.
Natural do Rio Grande do Norte, Margarida Maria, de 66 anos, contou que acompanha Armandinho, Dodô e Osmar desde os anos 70 e mora em Salvador há 33 anos. Ela falou que acompanha o Carnaval do Furdunço desde o início e comentou que a folia possui um caráter mais familiar.
“Eu acompanho o Furdunço desde o início, Carnaval mais gostoso, é muito mais familiar, muito mais tranquilo, as atrações são maravilhosas e eu sempre vou atrás de Dodô e Osmar. Conheço eles desde o Rio Grande do Norte, nos anos 70”, disse Margarida.

Foto: André Carvalho / Bahia Notícias
Três anos depois, o Furdunço voltará neste domingo (12) a animar os foliões de Salvador. Programado para iniciar às 14h, o desfile de atrações terá ídolos consagrados da música baiana, como Armandinho e Gerônimo, e novos expoentes do cancioneiro momesco do estado, a exemplo das bandas BaianaSystem e Filhos de Jorge.
Também tocarão no circuito Orlando Tapajós – saindo de Ondina em direção ao Farol da Barra – outros grandes nomes da música local, como Adelmo Casé, Lincoln, Tonho Matéria, Tuca Fernandes, Kart Love, Daniel Vieira, Escandurras e o grupo Mudei de Nome, integrado por dois nomes que já emplacaram grandes sucessos do carnaval: Ricardo Chaves e Magary Lord.
O Bahia Notícias fará a cobertura do Furdunço entre a tarde e a noite deste domingo, acompanhando as seguintes atrações, em ordem de saída:
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MARCOS CLEMENT - BICICLETRIO TOCA RAUL
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RIXÔ ELÉTRICO
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RASTA GROOVE
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BANDA RUY TAPAJÓS
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VAL MACAMBIRA
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GRUPO CORRUPIO
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A KOMBI DO ZÉ LIVRÓRIO
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ATROPA – CORTEJO BALAIO MUSICAL
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TAKOMBIN’ARTE
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SYLVIA PATRÍCIA & TUK TUK SONORO
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CHICO GOMES E A MARANA
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MAIRA LINS
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MICROTRIO IVAN HUOL
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RURAL ELÉTRICA
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DARK PERCUSSIVO
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BANDA COKTEL BAIANO
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MARCULINO E SEUS BELEZAS
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COMPASSOS E SERPENTINAS
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MÁQUINA DO TEMPO DE VOLTA AOS ANOS 70 80 90
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APPETITE FOR ILUSION
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ARMANDINHO
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A MULHERADA
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WILSON CAFÉ
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ADELMO CASÉ
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BANDA TOAE E ARRASTÃO PENA BRANCA
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FILHOS DE JORGE
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LINNOY
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DIEGO MORAES
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LINCOLN
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FIT DANCE
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LUI
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MUDEI DE NOME
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CAROLINA BANDEIRA ALVES
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FAUSTÃO E OS MONGAS
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TONHO MATÉRIA
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TUCA FERNANDES
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ANA MAMHETO
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KART LOVE
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O PRETINHO
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TAIS NADER
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GERÔNIMO
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LOOS CANDELAS
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DIAMBA
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DANIEL VIEIRA
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BANDA RELEASE
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DJA LUZ
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MAKKONEN TAFARI
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ESCANDURRAS
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PEU PIRATA
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NEGÃO DA VIOLA E SAMBA DIRETORIA
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LUTTE
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BANDA VAMOS NESSA
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BAIANA SYSTEM
O show de Luiz Caldas e Faustão no Bloquinho Praia do Forte, ocorrido no sábado (12), contou com participações especiais: Armandinho Macêdo e Rafael Pondé.
Os quatro agitaram a Praia do Forte Garden com músicas de sucesso, iniciando o show bem cedo, às 17h.
Em meio à curtição, Luiz Caldas e Armandinho chegaram a fazer um solo de guitarra, que deixou o público bastante animado.
Registros do show foram publicados por Faustão, Luiz e Armandinho.
"Hoje foi um dia muito especial. Eu abri o show de Luiz Caldas e mais, cantei Visão do Ciclope com ele. Pronto, zerei a vida. Obrigado, mestre, pelo seu carinho", escreveu Faustão com um vídeo no feed do Instagram.
Entre os presentes no evento, estava o ator Alexandre Barillari, que vem curtindo festas e passeios na Bahia há quase duas semanas.
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Formada pelos irmãos Betinho, Armandinho, Aroldo e André Macêdo, a banda Armandinho, Dodô e Osmar lança, nesta sexta-feira (4), o disco “Folia Junina”, com regravações de sucessos de Carnaval em versão junina.
Com 12 faixas, o álbum mistura as duas tradicionais festas da cultura popular, através de releituras nos ritmos de xotes, baião e galopes. O trabalho inclui novas versões de músicas como “Chame Gente”, “Zanzibar”, “Festa do Interior” e “Espumas ao Vento”.
O projeto, lançado exclusivamente em plataforma digital, conta com direção de Yacoce Simões.
A banda Armandinho, Dodô e Osmar realiza um live show, neste sábado (26), como parte da programação comemorativa pelos 74 anos do Sesc, completados no mês de setembro. O show “Os Irmãos Macêdo - Música. Carnaval. Revolução” será transmitido a partir das 20h, no canal do Sesc Bahia no Youtube.
A apresentação é uma releitura da obra dos irmãos, apresentada com instrumentos eletroacústicos, para levar ao público as músicas com uma nova sonoridade. No palco estarão ainda Yacoce Simões, que também assina a direção musical; Manoel Stanchi e Citnei Dias na percussão. A direção é assinada por Andrezão Simões.
O espetáculo transita por diversas fases, desde a criação da primeira guitarra elétrica do Brasil – o Pau Elétrico -, a passagem para a Guitarra Baiana, até a evolução do Trio Elétrico, que transformou o carnaval da Bahia.
Dois anos após o disco que celebrou as quatro décadas do A Cor do Som, Armandinho Macêdo, Ary Dias, Gustavo Schroeter, Jorginho Gomes, Dadi e Mú Carvalho lançam, nesta quinta-feira (30), o “Álbum Rosa”, atendendo a um antigo anseio dos admiradores da banda. “Os nossos fãs sempre falam do nosso álbum gravado em Montreux (Suíça) em 1978, só instrumental, e aquelas músicas, que algumas não tinham gravação de estúdio... Eles adoram, acham aquele disco incrível, pedem pra gente reproduzir, fazer um show com aquele repertório. Então o Mú teve a ideia de gravar esse disco instrumental regravando aquelas músicas e outras que são clássicas instrumentais da gente como 'Frutificar', 'Pororocas', 'Arpoador'”, conta Dadi Carvalho, em entrevista ao Bahia Notícias.
O projeto, que chega às plataformas digitais nesta semana, começou a ganhar forma no ano passado, teve uma pausa por causa da pandemia do novo coronavírus, e foi retomado com cautela recentemente. “A gravação toda foi feita em outubro de 2019, então a gente não tinha essa loucura que a gente está vivendo agora. A gente estava se preparando para dar segmento ao álbum, para lançar. Estávamos fazendo a capa com um grande designer aqui do Rio de Janeiro, o Batman Zavareze. Eu trabalho sempre com ele junto com a Marisa Monte, que a gente fez os cenários da Marisa, e tal. A gente estava fazendo a capa, ía tirar fotos com o Leo Aversa, tudo, e aí veio essa quarentena e cada um teve que ir pra sua casa. Acabou que agora deu uma aliviada e a gente pôde se reunir com todos os cuidados, assim, cada um numa hora, pra tirar as fotos, fazer a capa, e dar sequência no que a gente tinha começado lá em março”, relata o músico.

A capa do 'Álbum Rosa' foi concebida por Batman Zavareze
As gravações do novo trabalho ocorreram antes da pandemia e foram feitas no estúdio de Mú, no Rio de Janeiro, em um clima descontraído e de forma muito espontânea. “O processo de gravação foi bem legal porque a gente fez a base do álbum praticamente em um fim de semana. A gente gravou, como eu disse, no estúdio do Mú, e depois só os overdubs, tipo Armandinho fazendo as guitarras. Eu levei em casa umas coisas que eu tinha que refazer, e foi bem gostoso de fazer. Foi bem tranquilo, bem rápido e a gente tinha muita intimidade já com esse repertório, então foi muito legal”, conta Dadi.
“Chegando da Terra” (Armandinho), “Dança Saci” (Mú), “Arpoador" (Mú, Dadi, Armandinho e Gustavo), “Frutificar” (Mú), "Pororocas” (Armandinho e Luiz Brasil), “Ticaricuriquetô” (Armandinho), “Espírito infantil” (Mú) e “Saudação à Paz” (Mú), são as faixas que compõem o “Álbum Rosa”, que tem produção musical e arranjos pelo A Cor do Som e produção executiva de Mú e João Falcão.
O álbum chega esta semana, mas antes o público já pôde ver uma prévia do novo trabalho, com o videoclipe da faixa “Frutificar”. O registro audiovisual aconteceu a convite do International Jazz Day Brasil, que promove uma live com o A Cor do Som, também nesta quinta-feira (30), dia do lançamento do disco, a partir das 21h. A transmissão acontece no YouTube do grupo e no Facebook do International Jazz Day Brasil. “A gente foi convidado pra fazer essa live e perguntaram se a gente podia fazer um clipe. E a gente fez assim, cada um na sua casa, dublando o que tinha gravado da música 'Frutificar', que é a que está no disco ‘Álbum Rosa’, e então foi bem gostoso. Eu fiz aqui em casa, estava até de pijama, e eu mesmo me dirigi, eu filmando com o celular, cada um fazendo de sua casa e acho que deu uma descontração, bem relaxado. O resultado ficou bem legal”, lembra o músico.
Confira o clipe:
A Secretaria de Cultura da Bahia (Secult) divulgou, nesta sexta-feira (14), data, horários e locais das apresentações do Carnaval do Pelô 2020. A programação acontece nos largos Pedro Archanjo, Tereza Batista e Quincas Berro D’Água, no Pelourinho, de 21 a 25 de fevereiro.
A abertura oficial será às 20h da sexta-feira (21), com show dos Irmãos Macêdo, no Largo do Pelourinho. A apresentação marca as comemorações pelos 70 Anos do Trio Elétrico, tema do Carnaval da Bahia em 2020 (clique aqui e saiba mais).
O público poderá conferir ainda shows de nomes como Moraes Moreira, Amanda Santiago, Ava Rocha, Leo Cavalcanti e Negro Léo, Bruna Barreto, Irmão Carlos Psicofunk e Orí, Zelito Miranda, Juliana Ribeiro, Morotó Slim e Peu Meurray, Márcio Mello, Ana Mametto, Bailinho de Quinta, Bule Bule, Josyara e Roberto Mendes, Lazzo, Skanibais e Duda Diamba, Gerônimo e Márcia Short.










A cantora e multi-instrumentista pernambucana Bia Villa-Chan desembarca na capital baiana com o show “Conexão Recife-Salvador”, em única apresentação neste sábado (30), a partir das 20h, no Teatro Isba. Na ocasião, a artista recebera os irmãos Armandinho e Aroldo Macêdo.
“Bia tem sido uma representante da música instrumental brasileira de suma importância para nossa história musical, com um instrumento que até hoje a gente só viu homem tocando. Ela é muito boa multi-instrumentista e cantora, uma grande musicista”, avalia Armandinho, com quem a recifense gravou a inédita “Morena Jambê”, de Don Tronxo, Edinho Queiroz e Marcondes Savio, e uma releitura do clássico “Vida Boa”, do guitarrista baiano. “Ter gravado com ela foi grande homenagem, inclusive ao trio elétrico. Vejo como uma conciliação geral até da música pernambucana com a baiana, do frevo pernambucano com o frevo baiano, de sotaque baiano, com guitarra baiana. Eu sou neto de pernambucano e a gente herdou esse micróbio do frevo”, acrescentou.
SERVIÇO
O QUÊ: Bia Villa-Chan – Conexão Recife-Salvador
QUANDO: Sábado, 30 de novembro, às 20h
ONDE: Teatro Isba – Ondina – Salvador (BA)
VALOR: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Ana Mametto e a banda Armandinho, Dodô e Osmar se apresentam neste sábado (16), a partir das 17h, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), situada no bairro de Piatã, em Salvador.
No repertório da cantora, canções como “Matamba”, “Deixe a gira girar” e “É d’Oxum”. Já a banda Armandinho, Dodô e Osmar, formada pelos irmãos Macêdo, Armandinho, Betinho, Aroldo e André, fará uma releitura de músicas carnavalescas conhecidas do publico baiano.
Os ingressos, que custam R$ 40, podem ser adquiridos na Academia Life 360, na La Pastieira, Hamburgueria Mad’s, A Toca e Loja Lia Chagas ou ainda por meio do whatsapp (71) 99381-7767.
SERVIÇO
O QUÊ: Ana Mametto e banda Armandinho, Dodô e Osmar
QUANDO: Sábado, 16 de fevereiro, às 17h
ONDE: Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) – Piatã – Salvador (BA)
VALOR: R$ 40
A Concha Acústica do Teatro Castro Alves recebe, neste domingo (23), o show do disco que celebra as quatro décadas do A Cor do Som e reúne outra vez Armandinho, Dadi, Mú Carvalho, Gustavo Schroeter e Ary Dias. O álbum “A Cor do Som 40 anos” chega 15 anos após o último trabalho do grupo, que surgiu como uma célula dos Novos Baianos, saiu de cena no apogeu do rock brasileiro, nos anos 1980, e fez dois raros encontros em 1996 e 2005. “Cada um tem seu trabalho, mas a gente nunca brigou, a gente é amigo”, destaca Dadi, revelando que a saída do baiano Armandinho foi um marco na história do grupo. “Quando ele teve que sair da banda, porque tinha o trio elétrico também que era uma coisa da família dele, da história dele, aquilo pra gente dificultou tudo, porque sem Armandinho não tem A Cor do Som”, explica o músico, sem confirmar se o encontro será algo pontual ou mais duradouro. “A gente adora se encontrar em cima do palco e tocar. A gente tá ai, a gente quer fazer muito show e apresentar coisas novas”, diz o artista.
O álbum comemorativo “A Cor do Som 40 anos”, cujo show chega agora a Salvador, foi idealizado por Mú e começou a ser esboçado no início de 2017 “num timing bem tranquilo, sem pressão nenhuma, pra poder conciliar todas as agendas”, conta Dadi. “Ele [Mú] teve a ideia de chamar o Ricardo Feghali, do Roupa Nova, pra produzir, e a coisa foi acontecendo naturalmente. O Feghali tem um estúdio aqui no Rio [de Janeiro], a gente começou a gravar lá com a produção dele e assim naturalmente íamos sugerindo as músicas”, lembra o músico, revelando que o disco atraiu uma constelação de convidados: Gilberto Gil, Roupa Nova, Djavan, Samuel Rosa, Lulu Santos, Moska, Natiruts e Flávio Venturini.
Gilberto Gil é um dos convidados do disco comemorativo:
Segundo o artista, a adesão dos parceiros foi imediata, com destaque para o episódio no qual o amigo Djavan recebeu o convite ao se escalar para o projeto. “Foi uma coisa incrível. Eu estava aqui no Rio, na festa do Gil, e encontrei Djavan e comecei a contar do disco que a gente estava fazendo cheios de convidados, Lulu, Gil. E aí ele falou: ‘Se me chamar eu vou na hora!’. E eu falei: ‘O quê? Nós acabamos de chamar você, tá chamado!’. Ele veio, foi supergentil, e cantou uma música que é minha e do meu filho André Carvalho, que chama ‘Alvo Certo’”, lembra Dadi.
Para a apresentação na Concha, o A Cor do Som apresentará seu repertório de sucessos, a exemplo de "Zanzibar", "Swingue Menina", "Abri a Porta" e "Alto Astral"; canções mais recentes, como "Somos da Cor", "Sou Volúvel", "Alvo Certo", "Sonho de Carnaval" e "Olhos D'Água"; e ainda duas novidades. Uma delas é a participação dos cariocas Pedro Dias e Luiz Dias, do grupo Os Filhos da Judith, que prometem fazer um reforço na banda. “Eles cantam pra caramba e são músicos incríveis. A gente tocou junto na banda do Erasmo Carlos, na turnê do disco Rock 'N' Roll. Acho que vai ser bem legal, vamos estrear com eles aí”, conta Dadi. A segunda é a inclusão no repertório de “Chame Gente”, um clássico de Armandinho. “Eu não sei nem se já podia falar, mas a gente vai tocar essa música, que é lindíssima. Vai ser uma surpresa pra esse público que a gente adora, porque a Bahia sempre foi muito importante pra gente. O A Cor do Som é meio baiano e meio carioca”, revela o artista, que diz estar animado para reencontrar o palco e a plateia local. “É sempre maravilhoso tocar na Concha. A primeira vez que toquei foi com os Novos Baianos, nos anos 1970, e é sempre a Concha lotada e o público da Bahia que adora música, canta maravilhosamente junto com a gente e sempre teve o maior carinho com a gente. É uma delicia mesmo!”, avalia Dadi.
SERVIÇO
O QUÊ: A Cor do Som – 40 anos
QUANDO: Domingo, 23 de setembro, às 19h
ONDE: Pista/primeiro lote – R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) | Pista/segundo lote – R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) | Camarote – R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia)
No show, que tem também um aspecto teatral, o público irá conferir uma retrospectiva da carreira da artista, através de suas influências. Um dos destaques no repertório é o frevo “Tatiane”, de Osmar Macedo, que foi uma grande referência para Lan Lanh. “Quando eu era bem jovem, começando na música, eu fui conhecer o seu Osmar. Ele recebia os jovens músicos na casa dele, na Ribeira, e tocava pra gente ouvir”, lembra a artista, que na ocasião aproximou-se também de Armandinho Macêdo, com quem tocou por muito tempo. “E ai eu vou pincelando algumas músicas de alguns compositores e algumas histórias que fizeram parte desses 30 anos, além das minhas músicas autorais do último disco que lancei, que é o disco “Mi””, explica a percussionista, lembrando que o set-list tem muito do afro-jazz e do afro-samba, como a canção “O Canto de Xangô”, de Baden Powell e Vinícius de Moraes. “Toco também um compositor que me inspirou muito na música, que é o Moacir Santos, um grande maestro que mexeu muito com essa coisa de orquestra e percussão afro, que também é a minha base. Minha base na percussão foi muito focada nas coisas da Bahia, principalmente na minha grande mestra, que foi a Mônica Millet. Na época que montei a Rabo de Saia eu era baterista e ela tocava percussão e veio dai o meu interesse pela percussão, porque na verdade comecei minha carreira como baterista”, revela a artista.

Lan Lanh ao lado de Armandinho Macêdo | Foto: Arquivo

A artista iniciou a carreira como baterista, mas hoje sua base musical é a percussão | Foto: Arquivo

Lan Lanh acompanhou a cantora Cyndi Lauper em turnê mundial | Foto: Arquivo
Serviço
O QUÊ: Domingo no TCA com Armandinho
QUANDO: Domingo, 5 de julho, às 11h
ONDE: Sala principal do Teatro Castro Alves
QUANTO: R$ 1 e R$ 0,50 (Vendas somente no dia, a partir de 9h, com acesso imediato do público)
O QUE: Armandinho apresenta "O Chorinho Mais Alegre do Brasil"
QUANDO: Quinta-feira, 21 e 28 de maio, 04 e 11 de junho, às 20h
ONDE: Café Teatro Rubi (Sheraton da Bahia Hotel)
QUANTO: R$ 50 (couvert artístico)
O grupo formado por Betinho, Armandinho, Aroldo e André Macêdo leva para o público um esquente para o Carnaval, com uma série de canções marcantes, como 'Pombo Correio', 'Frevo do Trio Elétrico', 'Viva Dodô & Osmar', 'Vida Boa' e 'Chame Gente'. Os ingressos custam R$ 20.
Serviço:
O QUE: Show em homenagem aos 70 anos do pau elétrico com banda Armandinho, Dodô & Osmar; convidado Márcio Victor (Psirico)
ONDE: Praça Tereza Batista (Pelourinho)
QUANDO: 26 de janeiro (quinta-feira), 21h
QUANTO: R$ 20.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.
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