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apologia ao nazismo
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4), a Operação Valquíria, voltada a reprimir crimes previstos na Lei Antiterrorismo. Entre os alvos dos ataques, a PF identificou ameaças eletrônicas enviadas a universidades federais, incluindo uma instituição localizada em Barreiras, no Extremo Oeste baiano.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Segundo a corporação, o caso teve início com o envio de e-mails contendo ameaças e apologia ao nazismo, todos enviados a partir de contas criadas exclusivamente para a finalidade. O autor utilizou VPN [rede privada virtual na tradução livre] para dificultar o rastreamento, mas investigadores conseguiram avançar por meio da análise de registros de conexão à internet.
As diligências levaram à identificação do principal suspeito, que tem antecedentes em ameaças cibernéticas e mantinha em posse simulacros de armas e objetos com símbolos extremistas.
Ainda segundo a PF, o material reforça a motivação ideológica das mensagens enviadas às instituições de ensino.
Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte (MG), expedidos pelo Juízo da Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Barreiras, onde parte do caso foi registrada. Em caso de condenação, o suspeito pode sofrer penas superiores a 12 anos de prisão.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Heródoto na quinta-feira (27), cumprindo dois mandados de busca domiciliar no bairro de Novo Horizonte, em Camaçari, na região metropolitana de Salvador (RMS). O alvo da ação foi um adolescente de 17 anos investigado por diversas condutas ilícitas praticadas em redes sociais.
Segundo as forças de segurança envolvidas na ação, o adolescente é suspeito de participar de grupos fechados onde praticava:
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Ameaças de ataques a escolas.
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Apologia e prática de nazismo.
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Induzimento e instigação ao atentado contra a vida de outros usuários.
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Abuso sexual mediado pela internet.
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Transmissão ao vivo de maus-tratos contra animais.
As investigações apontam que o adolescente também compilou e divulgou dados pessoais de autoridades policiais que atuam no combate a crimes digitais. Essas informações foram difundidas em comunidades virtuais restritas, aumentando o risco à integridade dos profissionais de segurança pública.
O material apreendido será periciado e contribuirá para a interrupção das condutas ilícitas. O adolescente responde por atos infracionais semelhantes aos crimes citados. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar a responsabilizar todos os envolvidos no esquema nos crimes.
A operação foi conjunta, contou com uma colaboração estratégica de inteligência entre a Polícia Civil da Bahia (18ª DT de Camaçari e CIBERLAB/DIP), o Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil de São Paulo e o CIBERLAB do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJ-SP), resultou na apreensão de dispositivos eletrônicos e outros materiais relevantes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Damares Alves
"Vai colocar muita gente na cadeia".
Disse a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) ao revelar que a CPMI do INSS possui documentos que envolvem “grandes igrejas” e “grandes pastores” nos desvios de dinheiro obtido por meio de descontos ilegais nos benefícios dos aposentados.