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allink
A companhia Wilson Sons, empresa de logística portuária absorvida pela MSC, terminou de comprar a Allink, especializada em logística internacional de carga marítima e aérea. A informação foi confirmada pela coluna Capital, do jornal O Globo.
A Wilson Sons, que já era dona de parte da corporação, comprou os 50% que faltavam e agora detém todas as ações da empresa deste ramo logístico, conhecido pela sigla NVOCC (Non-Vessel-Operating Common Carrier).
Antes, o restante das ações eram de posse dos executivos e empresários Augusto Cezar Tavares Baião (ex-CEO da Wilson Sons, que tinha 10% do negócio), Christian Lachmann (também ex-executivo da Wilson Sons, com outros 10%), Luiz Sérgio Fischer de Castro (10%) e o fundador Nelson Cajado (20%).
A Wilson Sons foi fundada em Salvador em 1837 por dois irmãos escoceses e é uma das maiores operadoras integradas de serviços portuários, marítimos e logísticos do Brasil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Rui Costa
"Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado".
Disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa ao afirmar que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.