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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Olívia Santana critica indicação de Jorge Messias e defende ministra negra no STF

Olívia Santana critica indicação de Jorge Messias e defende ministra negra no STF
A deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de indicar novamente o advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, com Fernando Duarte

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

alexandre tchaca

Defesa de policial influencer se pronuncia sobre prisão: “Não há movimentação financeira nos autos”
Foto: Divulgação

 

A defesa do policial militar Lázaro Alexandre Pereira de Andrade, conhecido como Alexandre Tchaca nas redes sociais, se manifestou oficialmente após a sua prisão na última quarta-feira (09), no âmbito da Operação Falsas Promessas. Em pronunciamento divulgado pela assessoria do agente e influenciador nesta quarta (16), a defesa alega que as supostas movimentações financeiras, ligadas a um esquema de rifas ilegais e lavagem de dinheiro, não constam nos autos do processo. 

 

“A justificativa para a prisão preventiva, segundo os documentos, estaria restrita ao fato de o policial ter tido acesso prévio às informações da operação e, supostamente, ter atuado em favor de outros acusados, o que teria sido interpretado como uma tentativa de obstrução da investigação”, diz a nota. A prisão de Alexandre Tchaca e outros oito policiais militares foi conduzida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do Gaeco. 

 

O que a defesa aponta é que o envolvimento do influencer teria se dado “por supostas interferências” na operação. “A assessoria reforça que Tchaca nega qualquer envolvimento com atividades ilícitas e destaca que sua prisão se deu unicamente por alegações relacionadas à suposta interferência no curso da operação, sem vínculo direto com os crimes principais investigados.”

 

Por meio das redes sociais, antes mesmo da deflagração da operação, Alexandre chegou a denunciar que estava sendo extorquido. O processo segue em segredo de Justiça. A defesa já ingressou com pedidos de revogação da prisão preventiva e aguarda manifestação judicial.

Nove PMs são presos em operação federal contra rifas ilegais e lavagem de dinheiro na Bahia; veja quem são
Foto: Reprodução

Nove dos 24 suspeitos presos, nesta quarta-feira (9), no âmbito da Operação Falsas Promessas da Polícia Civil eram policiais militares da Bahia. O grupo é suspeito de integrar um esquema milionário de rifas ilegais e lavagem de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão e seis medidas cautelares em cidades como Salvador, Região Metropolitana, Juazeiro, São Felipe e até no estado de São Paulo.

 

A organização criminosa utilizava uma complexa estrutura de empresas de fachada e laranjas para ocultar os lucros obtidos com as rifas fraudulentas, que eram promovidas em Salvador, Região Metropolitana, Vera Cruz, São Felipe, Juazeiro e Nazaré. O jornal Alô Juca revelou, nesta quinta-feira (10), a identidade dos militares envolvidos. 

 

LEIA MAIS: 

 

 

Entre os militares investigados estão os agentes:

 

- Adilson Prazeres Barbosa (soldado)

- Valdomiro Maximiano dos Santos (soldado)

- Jeferson Silva França (soldado)

- Lázaro Alexandre Pereira de Andrade (conhecido como Alexandre Tchaca) (soldado)

- Almir Witzlebem Barradas Neto (soldado)

- Antonio Cesar de Jesus (sargento)

- Fernando Ferreira dos Santos; (sargento) 

- Edson Paim de Oliveira Junior (cabo)

- Alan dos Santos Souza. (cabo)

 

Um décimo envolvido seria o sargento da reserva, Fernando Ferreira dos Santos, que ainda não foi localizado pela polícia. Entre os presos, está Lázaro Andrade, conhecido como Alexandre Tchaca, policial com forte presença nas redes sociais, onde acumula mais de 169 mil seguidores. Ele também é apresentador de um podcast com temática policial e foi candidato a vereador em 2024, mas não conseguiu se eleger.

Antes de operação ser deflagrada, Alexandre Tchaca alegou que estava sendo extorquido para não ser preso: "Um valor de R$ 80 mil"
Foto: Reprodução / Instagram

Antes mesmo de ser preso na segunda fase da Operação Falsas Promessas, o policial militar Alexandre Lázaro "Tchaca" afirmou ter conhecimento da investigação conduzida pela Polícia Civil. Nas redes sociais, ele afirma ter sido informado sobre mandados de busca e apreensão em seu nome e de outros colegas desde o final de 2024.

 

Em outro registro feito em seu perfil, o influenciador digital afirmou que estaria sendo extorquido para não ser preso. No vídeo, Tchaca diz as situações ocorreram desde o mês de novembro do ano passado.

 

 

"Eu venho sofrendo tentativa de extorsão. Eu recebi uma lista de policiais que teoricamente serão presos. E começou-se a pedir valores, um valor de R$ 80 mil reais por cada policial para que não houvesse a prisão, apenas a busca e apreensão. Desde o mês de novembro, processo que corre em segredo de Justiça, não tem como eu ter acesso, tão pouco advogado teria acesso", diz em trecho do vídeo.

 

"Eu não vou pagar valor algum, primeiro porque eu não cometi nenhum tipo de crime ou ilícito. Pelo que falaram, algum valor, algum Pix que Rhamon [Dias] fez para mim, para alguns policiais. Eu entendo que é normal isso, entendo que se há o que averiguar deveria chamar para ser ouvido e não montar uma megaoperação ou tentar sujar minha imagem, em vista do meu posicionamento político", acrescentou.

 

Alexandre Lázaro "Tchaca" foi preso nesta quarta-feira (9), durante o cumprimento da segunda fase da Operação Falsas Promessas, deflagrada pela Polícia Civil.

 

Ele é suspeito de fazer parte de um esquema criminoso ligado a exploração de sorteios irregulares, utilizados para a lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

PM influencer, Alexandre Tchaca é preso em operação da Polícia Civil contra rifeiros na Bahia
Foto: Reprodução

Conhecido nas redes sociais, o policial militar Alexandre Lázaro "Tchaca" foi preso nesta quarta-feira (9), durante o cumprimento da segunda fase da Operação Falsas Promessas, deflagrada pela Polícia Civil.

 

Segundo as informações, outros quatro PMs também teriam sido presos em Salvador. Nas redes sociais, Tchaca atua como influencer e já ultrapassa os 169 mil seguidores.

 

Ele é suspeito de fazer parte de um esquema criminoso ligado a exploração de sorteios irregulares, utilizados para a lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

 

Nesta quarta, um dos alvos da operação, José Roberto Santos, conhecido nas redes sociais como “Nanam Premiações”, foi preso em um condomínio de luxo, localizado na Estrada do Côco, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

 

O policial militar também é investigado por sua participação no Caso do Cabula, quando 12 jovens foram mortos e outros seis ficaram feridos durante uma operação da Rondesp na Vila Moisés no bairro do Cabula. 

Policiais influencers são presos após compartilhamento nas redes sociais: “Violação de preceitos éticos”
Foto: Reprodução Redes Sociais / Montagem BN

Os policiais militares e influenciadores Alexandre Lázaro “Tchaca” e Ivan Leite cumprirão 15 dias de detenção no Batalhão de Polícia de Choque/ BPChq, em Lauro de Freitas. 

 

De acordo com a Polícia Militar, a prisão dos agentes se deu após conclusão do processo de apuração de conduta disciplinar, por violação dos preceitos éticos e disciplinares contidos no Estatuto da PM baiana, após compartilharem cards nas redes sociais com cunho político.

 

Com 152 mil seguidores no Instagram, Alexandre Lázaro, mais conhecido como Alexandre Tchaca, se apresentou na tarde desta segunda-feira (27), na 23ª CIPM, no bairro de Tancredo Neves. Na sua chegada, ele concedeu uma entrevista para a Record TV Itapoan, onde alegou inocência.

 

“Eu posso dizer que está público lá no processo, que eu não cometi nenhum crime, nenhuma falha, nada que pudesse estar pagando isso aqui”, se defendeu. Um Processo Administrativo Sumário (PDS), aponta que o militar teria divulgado, no dia 21 de agosto de 2021, uma propaganda político-partidária via rede social, fato que ele nega. 

 

“Aquela foto minha está disponível no meu Instagram. Alguém pegou, fez o card, foi postado em uma página que eu não conhecia e eu estou sofrendo sanção. Era uma coisa que eu não autorizei, eu não me posicionei, eu não compartilhei. Inclusive o relator do processo pede arquivamento em relação ao meu caso porque eu não tenho culpa de nada”, justificou. 

 

Tchaca é pré-candidato a vereador de Salvador pelo PSDB. Ele também é um dos nove policiais militares réus pela morte de 12 jovens na madrugada de 6 de fevereiro de 2015, na Vila Moisés, em Salvador, no caso que ficou conhecido como Chacina do Cabula.

 

A defesa de Ivan Leite argumentou que ele compartilhou o card por considerá-lo relevante para a categoria, sem intenção de má-fé. A defesa afirma que desconhece os criadores do cartão e enfatizou que a imagem já era pública em sua rede social.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na véspera do São João, tem político brincando com fogo. O problema é que a chance de se queimar na fogueira é alta. No fim das contas, melhor deixar os apelidos por minha conta. Até porque o povo não tá tendo boas ideias nem pra plataforma de campanha. Enquanto isso, o Soberano agradece o livramento. Fez até o Cacique resgatar algo cada vez mais raro na política. E algo que faltou até ao Tente Outra Vez. Mas, no caso dele, talvez eu até entenda... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: CanalGovBr

"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".

 

Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF).  O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.

Podcast

Projeto Prisma recebe o deputado federal Alex Santana nesta segunda

Projeto Prisma recebe o deputado federal Alex Santana nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O deputado federal licenciado Alex Santana (Republicanos) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (8). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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