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alexandre frota
O ex-ator e ex-deputado federal Alexandre Frota não conteve às lágrimas ao relembrar a antiga carreira como ator de filmes pornográficos durante a participação no 'Domingão com Huck', no último domingo (8).
Em entrevista, o ex-galã global contou que cedeu a pressão da indústria pornográfica para não passar fome.
"De chefe da torcida do Flamengo, a galã de novela, jogador de futebol americano do Corinthians, deputado federal, minha vida tem sido muito intensa. Sofri muito, mas calado. Sempre me virei e, em 2006, me tornei o principal ator de filmes adultos do país. Fiz isso para não morrer de fome e me levantei com isso", afirmou ele.
Na carta enviada para Huck, o ator afirmou que estava pedindo um pequeno espaço no programa para tentar "melhorar" a própria imagem diante da mídia e consequentemente da prole.
"Queria que minha filha, minha família, tivessem muito orgulho do pai ser lembrado (por este programa de TV). A vida passa rápido demais, nunca sabemos quando iremos e eu queria deixar minha filha orgulhosa do pai. Pode deixar um pedido ousado, mas eu queria muito que você me ajudasse nessa missão", disse.
Confira o desabafo de Alexandre Frota na íntegra:
"Salve Luciano! Vou te contar algo que talvez você entenda e me ajude. Fui contratado da Globo por muitos anos, fiz grandes novelas de sucesso, minha vida sempre foi de superação. Sempre abri meus caminhos na marra, nunca esperei acontecer. Conheci muito cedo o sucesso, sem estar muito preparado para ele. Fui criado nas ruas, no assalto casca grossa de Vila Isabel e Tijuca, nas areias escaldantes de Copacabana. Tenho hoje 61 anos, já passei por muita coisa, de verdade. Sou um cara fiel aos amigos, sou parceiro, escapei das drogas e ajudo muita gente. De chefe da torcida do Flamengo, a galã de novela, jogador de futebol americano do Corinthians, deputado federal, minha vida tem sido muito intensa. Sofri muito, mas calado. Sempre me virei e, em 2006, me tornei o principal ator de filmes adultos do país. Fiz isso para não morrer de fome e me levantei com isso. Até que, em 2010, aquele bad boy irreverente se rendeu a uma história de amor que mudaria minha vida. Conheci a Fabi, que me trouxe o Enzo, de três anos, que adotei e consegui coloca-lo no meu nome. Ele acabou de fazer 18 anos e um dos momentos mais difíceis foi explicar para ele quem sou e sobre os filmes que fiz. Agora vou enfrentar uma nova batalha: tenho a Belinha, de seis anos, minha filha com a Fabi. E aí que acho que você poderia me ajudar a dar orgulho pra minha família, minha filha e ter minha história contada no programa. Poucas vezes você terá um personagem tão complexo quanto eu. Queria que minha filha, minha família, tivessem muito orgulho do pai ser lembrado. A vida passa rápido demais, nunca sabemos quando iremos e eu queria deixar minha filha orgulhosa do pai. Pode deixar um pedido ousado, mas eu queria muito que você me ajudasse nessa missão."
O ator Alexandre Frota foi ao velório das vitimas da queda do helicóptero que partiu de São Paulo no dia 31 de dezembro com destino a Ilhabela. O ex-deputado se envolveu diretamente nas buscas pelos destroços da aeronave.
"Ele não é amigo da família, mas o Datena viu nosso desespero e pediu para ele nos ajudar. A gente foi no carro dele até Paraibuna. Ele entrou na mata, com facão na mão, para nos ajudar a tentar encontrar o local dos destroços", explicou Silvia Santos, irmã e tia das passageiras.
Frota chegou ao velório com flores vermelhas mãe e avó das vítimas. Ele não falou com a imprensa.
Alexandre Frota afirmou que o diretor Wolf Maya quis fazer sexo com ele nos bastidores da novela "Livre Para Voar", que foi ao ar na Globo em 1985. De acordo com o ator, a proposta aconteceu durante uma viagem do elenco da novela à trabalho.
“O Wolf correu atrás de mim em Poços de Caldas. Estava fazendo novela lá. Ele me chamou no quarto e veio com aquele papo: 'Tira a calça aí, caramba'. E eu meio que corri por dentro do quarto e falei: 'P*orra, Wolf, tá louco?' E peguei e saí do quarto. Ele estava de roupão. Vai ficar p*to com isso. Foi só dessa vez e depois ficamos amigos", contou Frota no podcast "Não é nada pessoal".
O ex-deputado federal disse que depois do episódio, eles não tocaram mais no assunto. “Depois disso fiz outros trabalhos com eles, fiz [a peça] 'Blue Jeans', e ele nunca tocou no assunto comigo, tipo: 'Pô, tu lembra lá quando a gente estava fazendo a novela’”.
Com a repercussão da fala de Frota, Wolf explicou que não precisou ter nenhum tipo de envolvimento sexual com Frota para que eles trabalhassem juntos.
“No passado, o Alexandre fez comigo seus melhores trabalhos como ator e não precisei comê-lo para isso. Fomos amigos. No presente, ele se tornou essa pessoa deplorável e perdeu todos os amigos. Inclusive os de Brasília”, declarou o diretor, em entrevista ao Hugo Gloss.
Após ser condenado, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) fez um depósito judicial no valor de R$ 50 mil, referente a um processo movido por Chico Buarque.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, no O Globo, o pagamento da indenização foi realizado no dia 10 de maio. A condenação se deu em uma ação por dano moral e material, após Frota insinuar nas redes sociais que o músico teria sido beneficiado por desvios da Lei Rouanet (saiba mais).
Segundo a coluna, o advogado de Chico estuda apresentar um recurso para aumentar o valor da indenização, já que o pedido inicial foi de R$ 100 mil. O caso corre na 36ª Vara Cível do Rio de Janeiro e a defesa do artista solicitou ainda ao juiz que analise o pedido de retratação a ser imposto ao deputado.
O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) apresentou um projeto de lei que visa criar regras para a retomada das atividades de empresas do setor de eventos e entretenimento.
De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o PL prevê que os organizadores de eventos terão autorização para retomar as atividades, desde que realizem testagem para Covid-19 de todos as pessoas envolvidas - público e trabalhadores - e sigam as regras sanitárias previstas, inclusive oferecendo itens de segurança para todos.
Também segundo a publicação, o projeto determina ainda que os custos dos testes e todo protocolo de segurança ficam à cargo do proprietário do estabelecimento ou da empresa ou pessoa física que promove o evento.
O projeto de Frota coloca ainda como condição para a retomada, que os locais dos eventos cumpram a legislação municipal sobre alvarás, autorizações e outras exigências.
Ex-bolsonarista de primeira linha, o deputado Alexandre Frota diz estar arrependido por ataques à classe artística no período em que militava ao lado da extrema direita e do presidente Jair Bolsonaro. “Perdão, Caetano [Caetano Veloso], perdão, Gil [Gilberto Gil], perdão, Chico [Chico Buarque]. Eu passei dos limites. E isso faz parte desse bolsonarismo sujo, covarde, ideológico e radical do qual eu fazia parte”, disse o parlamentar em entrevista à coluna de Guilherme Amado, na revista Época. “Eu pediria desculpas, peço desculpas, não tenho problema em pedir desculpas àqueles que eu ofendi e que não mereciam, né? Outros mereciam, mas aqueles que eu ofendi e que não mereciam, eu peço desculpas”, acrescentou.
“Em janeiro de 2019, eu começo a romper com o Bolsonaro. Quando você vai para o Congresso, começa a entender que as coisas são diferentes. Abre o diálogo, vai amadurecendo. Considero que em muitos momentos eu me excedi, errei e também não tenho problema nenhum em pedir desculpas”, acrescentou Frota, alegando que publicava informações nas redes sociais sem checar a veracidade. “Eu tenho uma história bem bacana com o Caetano, conheço o Gil há muitos anos, joguei bola na casa do Chico. O problema foi eu ter colocado nas minhas redes sociais informações que infelizmente eu não chequei antes, não eram verdadeiras. Então, eu acabei pagando por isso, fui processado por essas três estrelas, das quais eu gosto, inclusive”, completou.
Sobre os ataques contra Caetano, a quem atribuiu o crime de pedofilia, o deputado não respondeu claramente se acreditava mesmo no que dizia ou se as publicações tinham mais objetivo político. “Olha, foi um ataque compartilhado. Na verdade, quando fiz essa postagem, já tinha uma campanha de algumas semanas contra o Caetano Veloso. Eram milhares de internautas. Acabei compartilhando. Obviamente foi um erro e eu paguei por isso”, disse Alexandre Frota à coluna.
Mais uma vez questionado sobre ataques com objetivo político contra artistas, ele negou, mas disse que seu grupo mirava o setor cultural por causa das “inúmeras confusões” ligadas à Lei Rouanet. “Sabemos que a Rouanet foi explorada, durante muitos anos, por empresários, artistas, produtores de maneira errônea. Tem processos comprovando isso, né? Então, naquele momento, era um case falar sobre os desvios das verbas da Lei Rouanet. E quando eu falava isso, reverberava de uma maneira maior”, justificou.
A respeito do ingresso na carreira de ator pornô, Frota conta que foi uma escolha própria e revela que quase todos os colegas da área artística se afastaram dele, após a decisão. “Num ato de hipocrisia, falso moralismo. Como se eu tivesse cometido algum crime. Paguei caro por essa questão”, afirmou, admitindo que seus atos podem também ter sido movidos por ressentimentos. “Isso também influenciou em determinados momentos, porque fui muito agredido, criticado, me colocaram à prova, né? Não cometi crime nenhum. Muito pelo contrário, foi um trabalho em que eu ganhei meu dinheiro, paguei meus impostos, e não agredi ninguém, não roubei, não matei, não passei ninguém para trás”, pontuou.
Segundo Frota, os ataques não foram motivados necessariamente pelo afastamento dos colegas, mas pela maneira que se referiam a ele. “Me xingavam. Isso é uma coisa que durante algum tempo me incomodou. Depois eu passei a assimilar isso. Hoje é página virada. Eu amadureci demais”, contou o parlamentar, que diz ter mudado muito atualmente.
“Eu vi o quanto aquela radicalização não leva a nada, é imunda. Consegui me libertar disso. Hoje tenho orgulho de ter sido o primeiro a sair do bolsonarismo. O bolsonarismo é uma coisa horrorosa, retrógrada. A gente precisa da extinção do bolsonarismo. Bolsonaro não merece estar sentado onde está. Infelizmente, eu trabalhei para colocar esse homem lá, mas eu vou trabalhar o triplo, e já tenho trabalhado, para tirá-lo. É bandido, corrupto, prometeu que jamais se aliaria ao centrão, chamou o centrão de corrupto, e hoje é um fantoche na mão do centrão. Ele conseguiu colocar o Arthur Lira no comando da Câmara por causa dos R$ 3 bilhões que foram injetados em emendas para os deputados. Essa minha mudança é vitoriosa. Saber ouvir, dialogar com o contraditório”, disparou o ex-bolsonarista.
A Justiça determinou um prazo de 15 dias para que o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) pague uma indenização no valor de R$ 94.457,31 a Caetano Veloso, referente a um processo ganho pelo artista baiano, após ter sido acusado pelo parlamentar de pedófilo, ladrão e estelionatário (relembre o caso).
De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o prazo foi estipulado pelo juiz Rossidélio Lopes da Fonte, da 11ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo a publicação, além da indenização, a decisão prevê multa de 10% e caso Frota não pague o que é devido, entrará na lista de negativados e poderá ter bens penhorados.
O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) foi condenado a pagar uma indenização a Chico Buarque, após ter publicado uma fake news sobre o artista.
De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo,o juiz Rossidélio Lopes, da 36ª Vara Cível do Rio, determinou que o ex-ator pague R$ 50 mil de danos morais, por afirmar no Twitter que Chico "teria se beneficiado de recursos desviados da Lei Rouanet".
Ainda segundo a publicação, o cantor e compositor carioca nunca fez uso de renúncia fiscal.
Processado por Gilberto Gil por ataques em 2017, Alexandre Frota fechou um acordo na Justiça com o músico baiano para encerrar o caso.
De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o deputado e ex-bolsonarista fará uma retratação pelos insultos em suas redes sociais e terá ainda que pagar uma indenização em dinheiro a Gil. O valor pedido originalmente no processo era de R$ 90 mil.
Ainda segundo a publicação, o acordo se deu após Alexandre Frota ter sofrido duas derrotas na Justiça do Rio de Janeiro.
O deputado federal Alexandre Frota, ex-aliado do governo de Jair Bolsonaro, utilizou sua conta oficial do Twitter para sugerir que Pabllo Vittar assumisse o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, cargo atualmente ocupado por Damares Alves.
Recentemente, a cantora fez uma declaração sobre sua relação com o Brasil durante uma entrevista à revista Time. "Às vezes, sinto muita vergonha de ser brasileira por causa desse presidente. As pessoas estão morrendo. As pessoas estão tendo suas casas e direitos retirados", disse Vittar.
Frota compartilhou o comentário da cantora em seu Twitter e declarou o apoio à artista: "Pablito Vittar tem vergonha de ser brasileiro por causa do Bolsonaro. Pabllo Vittar, não tenha vergonha de ser brasileira, e sim de ter o Bolsonaro como presidente. Entre na luta para tirá-lo. Você no lugar da Damares faria muito melhor".
Pablito Vittar tem vergonha de ser Brasileiro por causa do Bolsonaro . @pabllovittar não tenha vergonha de ser Brasileira e sim de ter o Bolsonaro como Presidente.Entre na luta para tira lo .Vc no lugar da Damares faria muito melhor @MinistraDamare1 . https://t.co/ekB38s2kLy
— Alexandre Frota (@alefrota77) October 15, 2019
Ex-correligionário de Jair Bolsonaro (PSL), expulso do partido após tecer críticas ao presidente, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) resolveu lavar roupa suja em público, nesta quarta-feira (9), divulgando uma conversa antiga dos dois.
“Revirando minhas mensagens achei várias boas. Essa é do Mito ligando para mim para me alertar sobre Osmar Terra. Bolsonaro nunca gostou do Osmar, foi uma imposição do MDB Temer via Onyx. O Próprio me falou. Nesse telefonema ele está preocupado com o que agora é realidade 0 Cultura”, revelou Frota, por meio de suas redes sociais, sobre a relação de Jair Bolsonaro com o ministro da Cidadania, pasta a qual a Secretaria Especial de Cultura faz parte.
No áudio de quando eles ainda eram aliados, Bolsonaro faz elogios ao deputado e chega a dar carta branca para ele na cultura. “Pode ter certeza que ficar como tá não vai. Agora, você tá ajudando bastante nessa questão. Joga pesado com o Osmar Terra e esses dois nomes aí pra ver se ele se manca em alguma coisa, né. Eu acho que ele não quer problema nessa área até porque a área dele é completamente diferente, é outra. Agora, qualquer nome que você indicar pra mim pra lá a gente assina embaixo”, disse o presidente no áudio.
Revirando minhas mensagens achei várias boas. Essa é do Mito ligando p mim p para me alertar sobre Osmar Terra .Bolsonaro nunca gostou do Osmar foi uma imposição do MDB Temer via Onyx .O Próprio me falou .Nessa Telefonema ele está preocupado com o que agora é realidade 0 Cultura pic.twitter.com/MSnMjQZGYE
— Alexandre Frota (@alefrota77) October 9, 2019
O deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) deixou a Comissão de Cultura da Câmara para assumir a coordenação da Previdência. “Fui designado para ser coordenador da comissão especial da reforma da Previdência e serão três sessões semanais”, justificou o parlamentar à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.
Segundo a publicação, o deputado e ator, que tem sido porta-voz de artistas que temem medidas do governo Jair Bolsonaro (PSL) no setor cultural, afirmou que não teria tempo para atuar nas duas funções, “ainda mais como coordenador”. Frota informou ainda que seu partido, o mesmo do presidente, irá definir quem irá substituí-lo. “Assim que puder, eu volto”, disse.
Depois de criticar a falta de diálogo com a classe artística sobre as reformulações na Lei Rouanet e afirmar que daria um berimbau a Osmar Terra, ministro da Cidadania, que engloba a Cultura (clique aqui e saiba mais), o deputado Alexandre Frota (PSL) voltou atrás da decisão.
“Eu comprei o berimbau, que ficou na porta de entrada [da comissão]. Ele mesmo viu e disse que leu que eu entregaria o berimbau e que se sentia constrangido. Diante dessa declaração, absorvendo a fraqueza dele como ministro, eu declinei de entregar”, disse Frota à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.
A reformulação da Lei Rouanet tem ocorrido com muitas críticas, até mesmo por aliados do governo e parlamentares do próprio PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o deputado federal Alexandre Frota (PSL-RJ) é um dos insatisfeitos com as mudanças, tendo afirmado inclusive que o ministro da Cidadania, Osmar Terra, responsável por apresentar o projeto, “não conversou com a classe artística, com os produtores, com os principais interessados”.
Segundo Frota, o ministro foi vago ao falar que as festas populares podem ficar fora da limitação de R$ 1 milhão por projeto. “A comemoração das torcidas do Corinthians e do Flamengo são festas populares. Elas entram nisso?”, indagou o deputado, revelando que nesta quarta-feira (24) irá com um berimbau à sessão da comissão que ouvirá Osmar Terra. Ao assumir o cargo, o ministro em questão disse não entender nada de cultura e afirmou que só sabia tocar o instrumento (relembre aqui).
O ator e deputado Alexandre Frota (PSL) foi condenado na 9ª Câmara Cível do Rio de Janeiro, por insinuações de racismo e comentários injuriosos contra Gilberto Gil. De acordo com informações da coluna assinada por Anselmo Gois, no O Globo, Frota terá que pagar uma indenização no valor de R$ 50 mil por ter acusado o músico baiano de “não poder mais roubar os cofres públicos”. Ainda segundo a publicação, o relator do caso foi o desembargador Luis Felipe Francisco.
Depois de escalar seu biógrafo na Secretaria do Audiovisual, o deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) emplacou mais uma indicação na Secretaria Especial da Cultura, vinculada ao Ministério da Cidadania.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o ator foi o responsável pela indicação de Gustavo Carvalho Amaral como secretário de Diversidade Cultural. Ainda segundo a publicação, o nome foi chancelado ainda pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF).
Bacharel em direito, Amaral justifica a competência por ter ocupado diversos cargos públicos. “Como administrador do Plano Piloto de Brasília, realizei diversos eventos inclusivos de cultura, como o hip-hop”, afirmou. O novo secretário do governo de Jair Bolsonaro disse à coluna que pretende aumentar o controle nos cerca de 2.500 pontos de cultura espalhados pelo Brasil. “Vamos estudar a melhor maneira de controlar a efetividade deles e evitar o desvio de recurso”.
Escalado para assumir a secretaria do Audiovisual, nesta terça-feira (12), o diretor Pedro Henrique Peixoto, que é biógrafo do deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP), minimizou a polêmica em torno da sua indicação. “Eles não me conhecem. É normal haver dúvida. Vamos conversar, sou bom de conversa. Não consigo imaginar a secretaria fechada a ninguém. Queremos construir e não destruir”, afirmou, à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.
Isto porque seu nome foi questionado para a pasta. Para a Associação Paulista de Cineastas, (Apaci) a nomeação é considerada “inadequada e questionável tanto do ponto de vista técnico como político”. A Associação Brasileira de Cineastas (Abraci), por sua vez, afirmou que recebeu a notícia com “apreensão”.
Alexandre Frota se tornou um dos principais apoiadores da campanha do pré-candidato a presidente, deputado federal Jair Bolsonaro (PSL). O ator tem utilizando suas redes sociais para publicar comentários, vídeos e imagens relacionadas ao candidato. Nesta quarta-feira (28), Frota postou em sua conta do Twitter um vídeo com a legenda “Recado do capitão”, em que Bolsonaro o convida para ser ministro da Cultura. “Se você quer me ver presidente um dia, eu quero te ver ministro da Cultura. Já imaginou cara?”, disse o deputado no vídeo. O ator colocou em todas as suas redes sociais a sigla do partido (PSL). Vale destacar que, nesta terça-feira (27), Alexandre deixou o Patriotas e revelou os motivos através do Twitter: "Estou deixando hoje o Patriota 51 por alguns motivos. O primeiro a ala evangélica não me quis lá por causa de filme pornô. O segundo querem mexer no regulamento do Partido para na Estadual possivelmente se coligarem com o PCdoB e eu não aceito".
Recado do Capitão pic.twitter.com/FmZAvBe6xP
— Alexandre Frota?????????????????????? (@alefrotabrasil) 28 de março de 2018
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Cláudio Villas Boas
"Iniciou esse contrato com a celebração do aditivo em 4 de junho de 25 agora, e a previsão contratual é que precisamos iniciar a construção da ponte em um ano após a assinatura desse contrato. Portanto, em junho de 26 iniciaríamos a construção. Logicamente, para isso, algumas etapas precisam ser desenvolvidas antes".
Disse o CEO do consórcio responsável pela ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas ao indicar que a data para o início da construção está marcada para junho de 2026.