Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
alavonte
Composta por Ricardo Chaves, Ramon Cruz, Magary Lord, Jonga Cunha e Andrezão Simões, a banda Mudei de Nome é atração confirmada no Festival da Primavera 2018. Para a apresentação que será realizada às 10h do próximo domingo (16), o grupo vai receber R$ 65 mil da Prefeitura de Salvador.
A contratação foi publicada pela Empresa Salvador Turismo (Saltur) no Diário Oficial do Município (DOM) desta quarta-feira (12). Como divulgado pela assessoria da banda, o show vai abrir a programação do festival, com uma volta no Dique do Tororó, a bordo do pranchão.
A Mudei de Nome é uma derivação do grupo Alavontê, formado pelos mesmos integrantes. A alteração se fez necessária após brigas dos músicos com Manno Góes, ex-membro fundador. Quando os artistas anunciaram a “nova banda” em um comunicado oficial, Manno se revoltou contra os ex-parceiros e disse que foi expulso do grupo por questões políticas (saiba mais aqui) — o artista costuma se manifestar publicamente contra a gestão da Prefeitura de Salvador, que contratava o Alavontê frequentemente para os eventos oficiais da capital baiana.
A Confraria da Música realiza mais uma edição nesta terça-feira (7), a partir das 22h, no Pra Começar Music Bar, desta vez como parte das celebrações pelos sete anos do projeto. Na ocasião, os anfitriões Alex Góes, Alvaro Pinho, Eva Cavalcante e Rafa Chaves recebem convidados especiais, como Marcia Short, Clariana Fróes, Renata Bastos e o cantor Paulinho Boca de Cantor. O show de abertura ficará por conta do Movimento Musical Alavontê, formado por Ricardo Chaves, Magary Lord, Jonga Cunha e Ramon Cruz. Os ingressos custam R$ 30.
SERVIÇO
O QUÊ: Confraria da Música
QUANDO: Terça-feira, 7 de novembro, às 22h
ONDE: Pra Começar Music Bar - Av. Manoel Dias da Silva, 1345, Nina Boulevard, Pituba
VALOR: R$ 30
A banda Alavontê deve dobrar a participação no Carnaval de 2018. O percussionista Jonga falou sobre a maior participação do grupo nas festividades nesta quinta-feira (31) durante o lançamento de "Dija – Um Musical Inusitado". O Alavontê deve, além de participar do Fuzuê e Furdunço, conduzir um trio elétrico durante dois dias da programação oficial na Avenida. A banda, que não tem formação fixa mas conta com os músicos Jonga e Ricardos Chaves, surgiu a partir de encontros casuais de músicos baianos que notaram a falta de festas em Salvador para pessoas acima de 30 anos. "Só tinha festa para menino na cidade. Viramos um sucesso porque sem querer estávamos resgatando a história do axé e fazendo festas que não era só para menino", contou Jonga.
Confira o clipe que dá nome ao mais novo disco de Vanessa da Mata:
Serviço
Camarote Bar Brahma Salvador 2015
O projeto Alavontê abre neste domingo (23) a programação do Festival da Cidade, que comemora o aniversario de 465 anos de Salvador. O Alavontê, que reúne os artistas Ricardo Chaves, Ramon Cruz, Adelmo Casé, Magary Lord, Manno Góes e Jonga Cunha, fará uma volta no Dique do Tororó. O grupo já se prepara para subir no minitrio elétrico e animar o público. Ao Bahia Notícias, o cantor Magary Lord falou sobre tocar no aniversário da cidade. “Eu estou animado para animar as pessoas do bairro e da comunidade, ainda mais que é meu aniversário também”, disse. Já Manno Góes falou que “é o maior barato e um privilégio comemorar o aniversário de Salvador com arte e cultura". "E é um prazer para o Alavontê estar presente e dar esse presente para a cidade. Ainda mais agora, que a cidade está com ares de renovação. Vamos comemorar com afetividade, com afeto e com as famílias”, continuou. Sobre o projeto, ele diz que “é um encontro com a nossa história, com a música baiana”. “É uma experiência bacana, já que tocamos em muitos lugares. o repertório é um resgate com músicas da nossa historia”, comentou.

Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).