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Capitão do Mirassol, o zagueiro João Victor criticou a atuação da arbitragem após a derrota por 2 a 1 para o Bahia, na noite deste sábado (11). O jogador contestou especialmente o lance que antecedeu o gol da virada tricolor, apontado pelo elenco paulista como irregular.
A reclamação do Mirassol aconteceu logo após o segundo gol do Bahia e provocou uma longa interrupção na partida. O confronto ficou paralisado por cerca de 10 minutos enquanto atletas e membros da comissão técnica protestavam com o árbitro Paulo Cesar Zanovelli.
Durante o episódio, o técnico Rafael Guanaes e o meia Eduardo, que estavam no banco de reservas, receberam cartão vermelho. Na saída de campo, João Victor afirmou que o time considerou inexistente a decisão que validou o gol e criticou a postura da arbitragem.
"É vergonhoso, a gente sabe que é vergonhoso. Toda vez a arbitragem vem aqui na nossa casa e quer mandar no jogo, e os protagonistas somos nós [jogadores], né?", declarou.
João Victor, do Mirassol, reclama da arbitragem de Paulo Cesar Zanovelli após Mirassol 1 x 2 Bahia
— Jogador caro ????? (@KaueLop64967519) April 12, 2026
????"Falou que era para gente chorar no vestiário. Isso é uma vergonha." pic.twitter.com/Rxpchxtky7
O defensor também comparou o lance que originou o gol da virada com o pênalti assinalado anteriormente para o Bahia após contato com Ademir. Segundo ele, houve falta semelhante sobre Negueba no início da jogada que resultou no segundo gol tricolor.
"E a gente parou o jogo também porque foi o mesmo lance ali no pênalti. Teve a carga no Ademir, ele deu pênalti. Aí teve a carga no Negueba, que estava na frente da bola, e ele não deu a falta. Ele não teve o critério de olhar lá no VAR."
Ainda durante as reclamações, o capitão do Mirassol afirmou que ouviu uma declaração do árbitro direcionada ao elenco.
"E ele falou também que era pra gente chorar no vestiário. Isso é uma vergonha, rapaz", concluiu.
PASSAGEM PELO RIVAL
João Victor é ex-zagueiro do Vitória. Ele chegou ao Leão em 2020, após passagem pelo Santa Cruz, e rapidamente ganhou espaço até ser emprestado ao Guarani. Ele voltou ao Rubro-Negro em 2023, quando integrou o elenco que conquistou o título da Série B, participando de 23 partidas.
Já em 2024, com o Vitória de volta à Série A, o zagueiro perdeu espaço no elenco e atuou apenas quatro vezes antes de ser negociado com o Mirassol.
A partida entre Atlético Mineiro x Bahia, neste domingo, às 11h, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro, tem um sabor especial para o atacante Ademir, atacante do Bahia, que, antes de chegar ao Tricolor, em abril de 2023, chegou a realizar seis jogos no ano pelo Atlético-MG. No total, o atacante tem 67 jogos pelo Galo.
Com contrato até 2025 com o Esquadrão, Ademir enfrentará pela primeira vez o seu ex-clube. Antes do confronto, Ademir disse que será um prazer rever os amigos que fez em terras mineiras e falou com otimismo sobre a famosa Lei do Ex, máxima que se popularizou no futebol brasileiro, que representa o fato de um jogador fazer gol em seu ex-clube.
“Enfrentar o Atlético será um grande prazer, rever amigos que fiz. Tenho respeito e gratidão pelo clube, por tudo o que vivi lá, mas hoje minha dedicação é toda ao Bahia. A gente brinca com a Lei do Ex, e eu espero que ela aconteça pra mim nesse jogo. Se eu tiver a oportunidade de marcar um gol e ajudar minha equipe a conquistar os três pontos, será um momento especial", disse o atacante.
Não seria a primeira vez que Ademir é protagonista da Lei do Ex. No seu reencontro com um ex-clube, quando foi contratado pelo Galo junto ao América, o jogador marcou um belo gol contra o Coelho em jogo válido pela Libertadores, em 2022.
Com 15 partidas disputadas e um gol marcado na Série A do Brasileirão, Ademir vem de uma sequência de oito jogos seguidos como titular do Esquadrão. O atacante espera que o resultado positivo, fora de casa, contra o Atlético-MG seja o "empurrão" para o Bahia se afastar da zona de rebaixamento e começar a olhar para parte de cima da tabela.
“O primeiro passo, claro, é a gente sair desta situação incômoda que estamos. Um resultado positivo fora de casa, contra o Atlético, é importantíssimo pra gente se afastar do Z4 e começar a olhar pra parte de cima da tabela. A cada jogo, a gente vai retomando a confiança e, com o passar dos jogos e a somatória de pontos, a gente vai analisando o que almejar. Claro que sonhamos com coisas grandes, mas devemos manter os pés no chão e conquistar um objetivo de cada vez. Se Deus quiser, ao final do Brasileiro a gente estará classificado para um torneio internacional”, completou o atacante tricolor.
Na 16ª posição da Série A, o Bahia soma 18 pontos, seis a menos que o Atlético-MG, que tem 24 e ocupa a 10ª posição antes do começo da rodada. O Esquadrão vem de dois empates por 0 a 0, contra Corinthians e São Paulo, e um triunfo por 3 a 1 contra o América-MG.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.