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acusacao de ligacao com trafico
O ex-prefeito e candidato à prefeitura de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Luiz Caetano (PT), rebateu as acusações de que teria feito acordo com grupos criminosos na tentativa de vencer as eleições no município. Os ataques recentes partiram do prefeito reeleito de Salvador, Bruno Reis, e do ex-prefeito da capital baiana, ACM Neto.
Em entrevista nesta quarta-feira (23) ao programa Bahia Notícias no Ar, da Antena 1 FM 100,1, Caetano declarou que a acusação caberia mais nos adversários. “Quem tem experiência com esse setor é ele juntamente com Elinaldo, que foi preso por contravenção, liderando uma quadrilha criminosa. Todo mundo sabe disso. Então, ele é quem tem experiência e expertise com isso. Não tenho nenhuma ligação, nenhuma forma de conversa com esse pessoal. Nem conheço, nem sei quem é. Na verdade, o que acontece hoje em Camaçari é o desespero, que bateu na porta de ACM Neto, que usou Camaçari com uma tesouraria de Salvador, com um puxadinho da prefeitura de Salvador. Ele perdeu para governador, sabe que vai perder em Camaçari e está desesperado, estressado. Calma, 'calabreso'. Tenha calma”, alfinetou no final.
Ainda na entrevista, Luiz Caetano sugeriu que as acusações seriam orquestradas pela campanha do adversário Flávio Matos (União) como forma de “esconder” o atual prefeito de Camaçari, Antônio Elinaldo (União).
“Bateu o desespero no grupo do prefeito [Elinaldo]. Esconderam o prefeito, aí traz o ex-prefeito de Salvador e o prefeito atual para tenta falar grosso. Ele que vá falar grosso lá onde ele quiser, não aqui. Aqui, quem fala grosso é o povo”, declarou.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Não se meta nas eleições do Brasil".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao defender o sistema eleitoral brasileiro e mandar um recado direto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Lula cobrou a cooperação jurídica internacional para a extradição de cidadãos brasileiros investigados que se encontram em território norte-americano.