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acervo digital
O Instituto Mário Cravo Neto (IMCN) vai digitalizar 3.500 obras originais entre fotografias, fotomontagens, pinturas, desenhos e cartas do artista, o conjunto integra o acervo de papéis do IMCN. Parte deste material estará disponível para acesso do público a partir desta sexta-feira (27), no site do instituto. A iniciativa visa democratizar o acesso à produção artística de Mário Cravo Neto, valorizar a memória artística baiana e proteger os originais que hoje existem só em formato físico (papel).
O lançamento acontece em uma live também no dia 27 de agosto, às 19h, no canal do YouTube da instituição. Participam do bate-papo a equipe do IMCN e Joanna Americano, supervisora do Núcleo Digital do Instituto Moreira Salles. Durante a conversa, os convidados vão discutir a relevância das digitalizações de acervos e a acessibilidade e difusão da obra de Mario Cravo Neto. As obras foram criadas entre 1960 e 2009, incluindo fotografias de cunho pessoal, trabalhos finalizados, rascunhos em lápis sobre papel e pinturas em aquarela.
Nome à frente do IMCN, Christian Cravo celebra o projeto: “As ações que preservam a memória dos artistas na Bahia e no Brasil devem ser enaltecidas. Contar com esse acervo riquíssimo do Mário Cravo Neto, em um ambiente online, com acesso gratuito para qualquer pessoa, além de democratizar a arte e o acesso à arte, nos conecta com a história da produção artística nacional”.

O site será de acesso gratuito e ficará disponível na web por tempo indeterminado. A iniciativa tem como públicos de interesse fotógrafos, artistas visuais, pesquisadores em cultura, artes, iconografia e estética, professores e estudantes de diferentes níveis de ensino, coletivos que trabalham com artes visuais, cultura baiana e cultura afro-baiana, bem como qualquer pessoa interessada em fotografia, cultura e cultura afro-baiana.
O projeto Mário Cravo Neto Digital tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura, e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.
O governo da Bahia deu o pontapé inicial do Tempo Glauber Digital, um acervo digital do cineasta baiano que será instalado no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).
“Hoje vivemos esse primeiro momento, aqui na Dimas, que marca a entrega de três objetos simbólicos: punhal, espada e a câmera usada nos primeiros filmes de Glauber Rocha. O segundo momento será a implantação de uma sala no MAM com equipamentos apropriados, que abrigará cartazes, exposições e instrumentos importantes e específicos para acesso do público. Tanto estudantes da rede pública e quanto pesquisadores, não somente daqui da Bahia, mas do Brasil e do mundo, poderão acessar esse que será o Tempo Glauber Digital”, declarou a secretária de Cultura, Arany Santana, durante encontro para a formalização do projeto, realizado nesta terça-feira (14), na sede da Diretoria de Audiovisual (DIMAS) da Fundação Cultural do Estado da Bahia.
Além da titular da Secult, o evento contou com a presença de Paloma Rocha, filha de Glauber; da diretora da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), Renata Dias; do diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), João Carlos Oliveira, além de outras autoridades ligadas ao segmento cultural no estado.
Em sua fala, Paloma Rocha destacou que a ideia é que o acervo do artista esteja no local de origem de Glauber, possibilitando que a população baiana tenha acesso à produção e cumprindo a verdadeira vocação de sua obra, que é o acesso público. “Esse projeto faz parte da política pública do Governo da Bahia, que está investindo na restauração e na preservação da memória. E o Glauber, para além da memória, ele é uma memória viva. É uma memória atual. Os filmes dele dialogam com as ruas do Brasil, hoje”, disse. “É uma das coisas que nos resta nesse momento de desaparecimento total das atividades e das referências culturais. Faço questão de levar esse projeto adiante até o acesso público dele”, completou Paloma, que será curadora do projeto.
Tempo Glauber Digital contará com mais de 50 mil itens, entre projetos, desenhos, fotografias, cartas e todos os filmes de Glauber Rocha. Além do material digitalizado, ficarão expostos no MAM-BA ainda cartazes originais dos filmes, a câmera do cineasta, uma espada e o facão usados nas suas icônicas películas (clique aqui e saiba mais).
A Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA) formaliza, nesta terça-feira (8), a transação que prevê a instalação de um acervo digital de Glauber Rocha, na capital baiana. A assinatura do termo será realizada na sede da Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia, com a presença da secretária estadual de Cultura, Arany Santana, e de Paloma Rocha, filha do cineasta.
Idealizada pelo governador Rui Costa, a iniciativa foi anunciada em agosto de 2019, durante o lançamento da exposição “Glauber em Movimento”, que trouxe para a Bahia parte do acervo do artista conquistense.
A mostra foi realizada no recém inaugurado Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, e era composta por 16 totens, remontando a linha do tempo do cineasta, com informações e conteúdo fotográfico, arquivístico e audiovisual, destacando não somente a trajetória profissional de Glauber Rocha, mas também sua dimensão humana e pessoal. A exposição seguiu para o Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, também na cidade natal do artista.
A proposta agora é instalar no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), em Salvador, o Tempo Glauber Digital, com mais de 50 mil itens entre projetos, desenhos, fotografias, cartas, além de todos os filmes do cineasta baiano.
Além do material digitalizado, ficarão expostos no espaço os cartazes originais dos filmes, a câmera do artista, uma espada e o facão usados nas suas icônicas obras. O espaço terá a curadoria de Paloma Rocha.
O projetos baianos “Obirín Olodum”, da Escola Olodum, e “Acervo Digital”, do Acervo da Laje, foram contemplados pelo Fundo Internacional de Ajuda. Até dezembro está previsto o investimento de mais de 3 milhões de euros aos selecionados 140 selecionados, após inscrições de 440 organizações de 75 países.
Criada este ano pelo Goethe-Institut e o Ministério Alemão das Relações Exteriores, a iniciativa tem como objetivo apoiar organizações culturais e educativas fora da Alemanha, durante a pandemia do novo coronavírus.
“As mulheres vêm suportando desproporcionalmente os impactos da Covid-19. A necessidade do isolamento social para conter a disseminação do vírus contribuiu para o distanciamento das mulheres de suas redes de apoio, em especial das mulheres pobres e negras. A invisibilidade, que já existia, hoje mostra seu lado mais nefasto por boa parte dos gestores públicos no país”, contextualiza Cristina Calacio, gerente de projetos do Olodum. “A necessidade de elaboração de políticas públicas e programas voltados para fortalecer pequenas empreendedoras e trabalhadoras informais diante das novas realidades é urgente. Assim, o patrocínio vem viabilizando uma capacitação no campo de tecnologia para que mulheres consigam se adaptar às exigências do novo mercado de consumo”, descreve o projeto que oferece três cursos gratuitos: “Novas tecnologias e empreendedorismo”, “Gestão de mídias sociais para marketing digital” e “Fotografia com celular para redes sociais”.
Único museu do subúrbio ferroviário de Salvador, com 10 anos de história, o Acervo da Laje tem duas casas em São João do Cabrito e é uma referência para a memória artística, cultural e de pesquisa sobre a região e a arte nas periferias da cidade. Com o dinheiro do fundo, está sendo realizada uma reforma e a catalogação do acervo do museu, disponível também pela internet. “O ‘Acervo Digital’ é um projeto que busca colocar nas redes sociais, através de um site, algumas das nossas obras. A ideia é que as pessoas tenham acesso a elas, conheçam o que existe aqui”, afirma José Eduardo, idealizador e gestor do espaço.
Também estão em domínio público gravuras de antigos uniformes militares e fotografias da família imperial brasileira. A biblioteca aproveitou para inaugurar ferramentas de estímulo à consulta ao acervo digital, como um jogo que permite explorar plantas de mansões do começo do século 20 e a justaposição de imagens da Quinta Avenida com registros do Google Street View.
O QUÊ: Outros Sambas Diversos - Tributo a Batatinha
QUANDO: Terça-feira (5), às 20h
ONDE: Sala principal do Teatro Vila Velha
QUANTO: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Reconhecido pelas ações voltadas pela valorização e reconhecimento da cultura negra, além da luta contra o racismo institucionalizado no país, o professor Ubiratan Castro de Araújo reúne obra significativa para uma análise crítica da questão negra na sociedade baiana. Bira, como era conhecido, faleceu em janeiro de 2013, quando ocupava a direção geral da Fundação Pedro Calmon.
Serviço
O QUÊ: Lançamento do acervo digital de Damário Dacruz
QUANDO: 15 de junho (sábado), às 20h
ONDE: Pouso da Palavra, Cachoeira
QUANTO: Gratuito
O Instituto Antonio Carlos Jobim é responsável também pelo acervo digital de outros músicos, como o próprio Tom Jobim e outro baiano importante, Dorival Caymmi. “Acho interessante ter um sítio só, onde está exposta toda a minha vida e minha obra e onde as pessoas podem trabalhar com liberdade, criatividade e ousadia em cima do meu trabalho. E até da minha vida. Que todos se divirtam”, comentou Gil. Clique aqui e confira o material.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).