Mitos sobre vacina contra Influenza atrapalham campanha. Veja o que é mito ou verdade
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Os mitos sobre a vacina contra Influenza colocam muitas pessoas em risco e aumentam os casos de óbito que poderiam ser evitados. Esclareça as suas dúvidas para que possa se imunizar com segurança. 


Com a chegada do outono e inverno aumentam os casos de gripe e, dependendo do vírus e sistema imunológico do paciente, a pessoa pode ficar bastante debilitada. Para diminuir os casos graves, existe a campanha de vacinação, mas, por conta dos mitos sobre a vacina contra Influenza, muita gente não procura pelo serviço.


Em Salvador, apenas 54,1% do público-alvo da campanha foi imunizado. Faz parte desse grupo: idosos, professores, profissionais da área de saúde, gestantes, mulheres que acabaram de ter filhos, militares e pessoas com doenças crônicas.

 

Para tentar atingir o maior número de pessoas, foi realizado um novo Dia D, no dia 18 de maio. Dessa vez, os locais de imunização foram aqueles que se tem uma grande circulação de pessoas, como Estação da Lapa, escolas e supermercados.

 

Mitos sobre a vacina contra Influenza
A baixa adesão à vacinação, muitas vezes, ocorre pela falta de informação e medo de adquirir a doença ou sofrer com os efeitos colaterais. Para garantir os cuidados com a saúde se se proteger do vírus da gripe, veja alguns dos mitos sobre a vacina contra Influenza.


A gripe não é uma doença fatal 
A influenza é um tipo de gripe e, diferente do resfriado, pode causar fortes sintomas e complicações. As pessoas que não foram vacinadas e fazem parte do grupo de risco têm maiores chances de morrer em decorrência da doença, principalmente quando não receberem o tratamento adequado. Portanto, a gripe é uma doença que pode levar a óbito e deve receber a devida atenção.


De acordo com o site da Euroclinix, são vários os tipos da gripe Influenza, sendo a Influenza A mais perigosa, com vírus potencialmente mortal.

 

As pessoas vacinadas podem ficar doentes com a vacina 
Esse é outro mito, pois, a vacina utiliza o vírus inativo e esse não transmite a doença. O que pode ocorrer é que demora cerca de duas semanas para o organismo criar anticorpos para combater o vírus e, se durante esse período a pessoa for infectada, pode haver manifestação da doença.


Outra situação é que a vacina contra influenza contém apenas os vírus mais comuns naquele momento e se houver a contaminação por outro tipo, a pessoa pode ficar doente. 
Nesses casos, o que ocasionou a gripe não foi a vacina, mas outras situações.

 

Quem já se vacinou uma vez está imunizado para sempre 
Esse é um dos muitos mitos sobre a vacina contra influenza e mais uma vez fruto da desinformação. Como dissemos, os vírus que existem na vacina são os mais presentes naquele momento e isso quer dizer que de um ano para outro o conteúdo da vacina muda.


Os vírus inativos utilizados são diferentes e podem prevenir, por exemplo, um tipo que no ano anterior não foi incluso na campanha. Por esse motivo, a campanha ocorre anualmente e as mesmas pessoas são chamadas para se imunizar.


A vacina contra a gripe nem sempre funciona 
Essa afirmação é um mito na maioria dos casos, porém, pode ser uma verdade em outros. A eficácia da vacina é de 89% e protege a maioria das pessoas e, para que esse percentual se mantenha elevado, deve ser tomada na época certa.

 

Entretanto, algumas pessoas, mesmo após a vacinação, podem adquirir o vírus da influenza contra o qual foram imunizadas porque o organismo não conseguiu criar os anticorpos necessários, ou seja, a vacina não funcionou.

 

A vacinação é de suma importância para evitar problemas de saúde, mas é preciso se prevenir contra a gripe para evitar a contaminação contra os vírus que não possui imunidade.
A qualquer indicio dos sintomas, é importante procurar um médico e iniciar o tratamento adequado. Atualmente, as consultas médicas podem ter atendimento virtual, o que facilita o diagnóstico e tratamento dos casos.


Depois de esclarecer os mitos sobre a vacina contra Influenza, faça a adesão à campanha de imunização, que vai até o começo de junho, e leve uma vida mais saudável. 

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