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Pesquisa: rico melquiades
Rico Melquiades, influenciador alagoano que já fez publicidade para casas de apostas e chegou a depor na CPI das Bets do Senado sobre contratos entre influenciadores e casas de apostas, anunciou nesta sexta-feira (25) que vai deixar o Brasil e passar a morar em Portugal a partir de outubro.
O anúncio aconteceu no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou uma medida provisória que proíbe a atuação das bets no país.
“Próximo mês eu não serei mais um cidadão brasileiro. Eu estou indo morar fora do Brasil, eu estou indo morar na Europa. (...) Não vou mais residir no Brasil, eu vou morar na Europa, em Portugal”, afirmou.
Após o anúncio da mudança, Rico também compartilhou via stories do instagram reações de internautas à proibição das bets. Entre as publicações repostadas, estava um comentário que dizia “vai ter que trabalhar”, em referência ao influenciador.
A PROIBIÇÃO
Além da medida provisória que proíbe as apostas e os jogos virtuais online no país, Lula também confirmou o envio ao Congresso de um projeto de lei que cria crimes específicos para quem explorar, operar ou divulgar as chamadas bets.
"A partir de hoje não se pode colocar mais dinheiro nos sites de apostas do país. Os sites ficarão disponíveis para as pessoas, para os apostadores, fazerem o resgate do saldo remanescente até as 23h59 do dia 5 de outubro", afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante o anúncio.
A pedido do Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL), o Juízo da 11ª Vara do Trabalho da Capital concedeu, neste sábado (19), tutela provisória de urgência para impedir que o criador de conteúdo digital Rico Melquíades pratique assédio eleitoral contra seus empregados.
Caso descumpra as determinações judiciais, o réu deve pagar multa de R$ 300 mil por infração, a cada constatação e por trabalhador prejudicado. “A proximidade do pleito agrava o perigo da demora, exigindo resposta jurisdicional enérgica e pedagógica, apta a cessar a continuidade do ilícito e a impedir sua reiteração ou repetição em relação a qualquer outro trabalhador”, afirmou o Juízo do Trabalho na decisão.
Na sexta-feira passada, o MPT/AL ajuizou uma ação civil pública exigindo o cumprimento de 18 obrigações e o pagamento de uma indenização de R$ 5 milhões por danos morais coletivos, quantia que será destinada a fundos públicos ou projetos sociais. Diante da publicação com inequívocos ilícitos, o MPT atua buscando imediata cessação e reparação dos direitos lesados. O Ministério Público do Trabalho acusa o criador de conteúdo digital de cometer assédio eleitoral contra suas funcionárias domésticas, coagindo a equipe por divergências políticas, expondo dados pessoais nas redes sociais e ferindo a dignidade das trabalhadoras.
De acordo com o MPT, o influenciador cometeu abusos ao misturar relações de trabalho com disputas partidárias e produção de conteúdo para a internet: condicionar contratações, demissões, salários, folgas ou benefícios à preferência política e ao voto das trabalhadoras; investigar a posição eleitoral de funcionários por meio de redes sociais, grupos de mensagens ou registros públicos; publicar informações sensíveis e expor a equipe doméstica a situações constrangedoras para gerar engajamento, visualizações e lucro nas redes; e utilizar sistemas e ferramentas digitais para classificar ou monitorar funcionárias conforme suas opiniões políticas.
Além do pagamento da indenização milionária, a ação do MPT determina uma série de regras imediatas que Rico Melquíades deverá seguir: garantir que todos os funcionários possam votar livremente no primeiro e segundo turno das eleições, ajustando as escalas de serviço sem descontos no salário ou ameaças de represália; parar de exigir alinhamento partidário ou obrigar os empregados a participarem de qualquer ato de campanha política; excluir, em até 24 horas após a decisão judicial, qualquer postagem que contenha dados íntimos, humilhações ou exigências ideológicas ligadas aos seus trabalhadores; e publicar um pedido oficial de retratação em suas próprias redes sociais, com o mesmo destaque das postagens originais, esclarecendo que a escolha política de um funcionário não pode ser critério para mantê-lo ou dispensá-lo do emprego. A publicação deve permanecer no ar e aberta a comentários.
“O réu praticou comportamento abusivo, doloso e ilegal no ambiente de trabalho, objetivando finalidades ilícitas. Essas foram manipular, orientar ou direcionar o voto dos trabalhadores na eleição que se aproxima. Isso impõe constrangimento e exposição indevida da intimidade de empregados, além de tendente a influenciar a livre manifestação de pensamento, intentando orientar o próprio ato de votar dos seus empregados, e promovendo nítida discriminação a depender da convicção política do funcionário, o que é gravíssimo”, acusa o MPT/AL.
O Ministério Público Eleitoral (MPE-AL) em Alagoas instaurou, nesta segunda-feira (14), um procedimento para investigar o influenciador digital e vencedor do programa A Fazenda, Rico Melquíades, pelo crime de coação eleitoral. A apuração foi motivada pela publicação de um vídeo nas redes sociais do influenciador, gravado no último sábado, no qual ele afirma que não aceita apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) trabalhando em sua residência.
Confira em vídeo:
Nas imagens em questão, Rico Melquíades aparece ao lado de quatro mulheres que trabalham com ele. Após perguntar quem paga o salário delas, o influenciador passa a questioná-las sobre preferências partidárias. Em seguida, ele se dirige a uma das funcionárias, identificada como Manuela, e a associa ao PT, afirmando repetidas vezes que a trabalhadora estaria demitida.
"Não quero petista aqui dentro [de casa]. Você é PT, Manuela? Responda. Você vai ser PT, Manuela? Está demitida. Traga a sua carteira [de trabalho]. Vai para a rua, viu? Pode trazer a sua carteira", declara o influenciador na gravação.
A luta entre Davi Brito e Rico Melquiades no Rancho do Maia não aconteceu, mas o ex-BBB ainda levou para casa o valor do contrato feito para a disputa contra o ex-A Fazenda no reality de Carlinhos Maia.
Nas redes sociais, Davi afirmou que não devolveria o valor do cachê por não ter tido culpa pela não realização da luta. Segundo o baiano, que completou 24 anos na última segunda-feira (24), ele só não pôde ir para o ringue contra Rico por causa de uma lesão.
"Não vou devolver o cachê. Eu vim fazer o meu trabalho, mas acabei me machucando, me lesionando", disse.
Toda situação foi exposta após Carlinhos Maia compartilhar nas redes sociais mensagens enviadas por Davi nas quais o ex-BBB tentava "vender" a luta. Davi, que recebeu R$ 150 mil para lutar contra Rico, afirmou ter se sentido desrespeitado por Carlinhos.
"Eu sou Davi Brito, campeão do BBB24. Eu tenho o meu valor. Eu me valorizo. Ele me chamou de 171 e depois ainda veio chorar o valor do cachê. Se você gosta de falar, eu também gosto de falar. Eu vou pra cima."
Segundo o ex-BBB, a médica do reality show determinou que ele não podia participar da luta. "A médica do Rancho do Maia falou: ‘Tá impossibilitado de lutar’. Então, foi por esse fator que eu não subi no ringue”, explicou. O ex-BBB disse que deve procurar um ortopedista nos próximos dias para avaliar a gravidade do problema."
O ex-BBB Davi Brito prometeu, mas a luta entre ele e o campeão de A Fazenda 13, Rico Melquiades, não aconteceu. O baiano, campeão da 24ª edição do Big Brother Brasil perdeu a disputa contra o influenciador por W.O. após alegar uma lesão no ombro.
O anúncio foi feito pelo treinador de Davi pouco antes do início da luta. De acordo com o treinador, o ex-BBB não tinha condições de subir ao ringue por ter se machucado durante a preparação para o confronto.
Nas redes sociais, Carlinhos Maia, que foi um dos responsáveis por promover o encontro dos dois no ringue, duvidou da lesão do baiano. Para Maia, a falta de espírito esportivo de Davi um dia antes da briga já tinha mostrado que ele não iria lutar.
"Ele bateu no menino ontem. Ele já ia sair gente, a luta não ia acontecer", afirmou.
Na ocasião, Davi deu um soco em Rico durante a encarada na pesagem. O influenciador repudiou o comportamento do ex-BBB, "O que o Davi fez hoje foi uma atitude extremamente covarde e nojenta. Hoje era dia de registrar o evento e fazer a encenação para a luta de amanhã. Mas ele, desesperado por atenção e mostrando quem realmente é, me agrediu antes da hora".
Carlinhos Maia também reprovou a atitude de Davi. “Quando subisse, seria desclassificado, porque realmente aquele soco que ele deu antes… Não foi legal. O principal é que o cara não se divertiu num projeto tão leve, tão legal, onde abraça todo mundo que é cancelado ou descancelado. Não se divertiu. Davi, o que é isso, Davi?”, desabafou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.