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VÍDEO: Mulher "flagra" autora de processo se passando por ela e choca conciliadora, advogadas e preposta no TJ-BA

Por Redação

VÍDEO: Mulher "flagra" autora de processo se passando por ela e choca conciliadora, advogadas e preposta no TJ-BA
Foto: Reprodução

Uma audiência realizada na 3ª Vara dos Juizados Especiais de Salvador, por videoconferência, tomou um rumo inusitado e preocupante quando a verdadeira autora de outro processo ingressou na sala virtual para denunciar que a autora da contenta em questão, supostamente uma estelionatária, havia se passado por ela perante a Justiça. O caso aconteceu durante uma tentativa de conciliação.

 

No início da sessão, a conciliadora solicitou a identificação das partes. Uma mulher de prenome Adriana apresentou documento com o CPF, sendo assistida por uma advogada. Quando a conciliadora questionou sobre uma possível proposta de acordo, a ré informou não haver acordo. Foi então que a situação se alterou drasticamente: uma segunda pessoa, afirmando ser a verdadeira Adriana, ingressou na sala virtual e interrompeu os trabalhos.

 

A segunda participante, visivelmente nervosa, declarou: “Essa outra pessoa que tá aí, que inclusive já tá escondendo o rosto, ela é uma estelionatária, ela tá se passando por mim”. No momento, a suposta estelionatária deixou a sala virtual.

 

Veja momento:

 

 

 

A denunciante afirmou ter descoberto a existência do processo por acaso, ao acompanhar outras ações judiciais de sua autoria no Tribunal de Justiça (TJ-BA). Segundo ela, a suspeita já teria aberto contas bancárias e ajuizado múltiplos processos em seu nome, utilizando seus dados pessoais.

 

A "verdadeira" Adriana apresentou queixa policial e compareceu à audiência após ser informada pelo próprio tribunal sobre a data e horário da sessão, obtendo uma senha de acesso para a sala virtual. Ela ainda alegou que tentou uma providência presencial no TJ, mas foi informada de que não seria possível uma prisão em flagrante naquele momento.

 

Diante da situação, a conciliadora solicitou novamente a identificação da suposta autora, que repetiu o nome completo e o CPF — os mesmos dados da denunciada.

 

A "verdadeira" Adriana afirmou que a suspeita decorou suas informações pessoais devido ao grande número de golpes aplicados. Não há, até o momento, informação sobre a pessoa que se identificou inicialmente como autora na sala virtual após a denúncia. 

 

A situação pegou todas as presentes na audiência de surpresa, inclusive a própria advogada da mulher que teria se passado Adriana, que aparentou não ter conhecimento do suposto golpe.