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TRT-BA ultrapassa R$ 5,1 bilhões pagos a trabalhadores e reduz prazos processuais em 2025

Por Redação

Tribunal Regional do Trabalho
Foto: Aline Gama / Bahia Notícias

O Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) pagou R$ 5,14 bilhões a trabalhadores que tiveram direitos reconhecidos em ações judiciais em 2025. O valor representa um crescimento superior a 20% em relação a 2024, quando foram pagos R$ 4,22 bilhões. Os números são Coordenadoria de Estatística e Pesquisa (Cestp) do Tribunal. 

 

No período, a Justiça do Trabalho na Bahia arrecadou R$ 522,6 milhões. Desse total, R$ 379,1 milhões correspondem à contribuição previdenciária, R$ 87,1 milhões ao Imposto de Renda e R$ 56,4 milhões a custas processuais e emolumentos. Em 2024, a arrecadação havia alcançado R$ 500,3 milhões. 

 

Os indicadores de 2025, na avaliação da presidente do TRT-BA, desembargadora Ivana Magaldi, refletem o trabalho consistente dos magistrados e servidores do Tribunal, com impacto direto na melhoria da prestação de serviços à sociedade baiana. “As melhorias são fruto de planejamento e do esforço coletivo e evidenciam avanços simultâneos em resultados financeiros, produtividade e celeridade processual”, declarou. 

 

 

Os indicadores de 2025, na avaliação da presidente do TRT-BA, desembargadora Ivana Magaldi, refletem o trabalho consistente dos magistrados e servidores do Tribunal, com impacto direto na melhoria da prestação de serviços à sociedade baiana. “As melhorias são fruto de planejamento e do esforço coletivo e evidenciam avanços simultâneos em resultados financeiros, produtividade e celeridade processual”, declarou. 

 

 

Os prazos médios registraram redução expressiva em relação a 2024. No 1º grau, o tempo médio entre o ajuizamento da ação e a realização da primeira audiência caiu de 93 dias para 72 dias. Já o prazo médio da fase de cumprimento de sentença até a extinção foi reduzido de 1.423 dias, em 2024, para 738 dias, em 2025, praticamente a metade. No 2º grau, também houve avanço. O tempo médio entre a distribuição e o julgamento passou para 130 dias, enquanto o intervalo até a baixa ficou em 227 dias, desempenho superior ao registrado no ano anterior, quando esse prazo ultrapassava 340 dias.

 

Ao comentar esses resultados, a presidente Ivana Magaldi destacou que a redução dos prazos está entre as prioridades da atual Administração. Para ela, dar continuidade ao trabalho realizado e avançar na eficiência processual é essencial para fortalecer a confiança da sociedade na Justiça do Trabalho. “Nosso desafio é consolidar esses avanços e seguir aprimorando a resposta institucional, com responsabilidade e atenção às demandas de quem busca o Judiciário”, ressaltou.