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Defensoria lança documentário sobre importância de Unidade de Atendimento Móvel

Por Redação

Defensoria lança documentário sobre importância de Unidade de Atendimento Móvel
Foto: Divulgação

A Defensoria Pública da Bahia (DP-BA) lança nesta quinta-feira (9) o documentário “Onde é que a gente estava? UMA: A chegada da esperança”, em uma sessão especial, às 19h, na Saladearte Cinema do Museu, em Salvador, com entrada gratuita. O documentário aborda a importância da Unidade Móvel de Atendimento (UMA) da Defensoria, que, por onde passa, leva cidadania.


No vídeo, são contadas histórias do povo baiano, depoimentos de atuação das defensoras e defensores, com vários registros da ocupação verde pelo interior do estado com as itinerâncias da Unidade Móvel de Atendimento. Com direção de Alexandre Lyrio e Dedeco Macedo, o filme revela e reforça o quanto é necessária a atuação da Defensoria por toda a Bahia. Alexandre Lyrio conta que foi uma produção feita na cara e na coragem, com poucos recursos, uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.


“A UMA é diferente! Vi de perto o quanto a chegada do caminhão da Defensoria em uma cidade sem defensores ou defensoras representa não só esperança, mas cidadania. Pensamos então que teríamos um bom material para produzir um filme. O segredo foi optar por um roteiro simples e que privilegia as histórias humanas. Elas falam por si”, afirma Lyrio, que também é coordenador de comunicação da DP-BA. A possibilidade de ter registrado esse trabalho e as transformações que ele traz para as pessoas foi muito gratificante”, concluiu. 


Já Dedeco Macedo diz que é importante lembrar da função social da Unidade Móvel de Atendimento da Defensoria, que leva acesso à justiça para os lugares mais longínquos. Para Dedeco, registrar essas histórias é vibrar com a realização pessoal do povo baiano. “A UMA é gigante e é essa grandeza que faz a necessidade de ser registrada e contada para todas as pessoas. São milhares de histórias, de batalhas pessoais de baianos e baianas por todo o estado. A UMA traz dignidade para todo(a) cidadão(ã), de poder exercer seus direitos, que muitas vezes são negados, apenas por serem periféricos(as), por serem minorias, por serem pobres”, realça o diretor.